Estávamos às portas do Natal. Por causa de toda essa putaria que tinha rolado com o Raúl, e que eu mesmo tinha armado com a Eva depois, decidi não encher o saco dela com esse assunto e ir esquentando mais ela, embora ela já se esquentasse sozinha, haha. Ela já devia estar era bem a fim, hehe. Se tudo desse certo... eu podia conseguir uma nova sessão com a Eva e o Raúl na casa dela durante o Natal, antes que ele fosse embora no começo do ano. Essa era a minha missão.
Eu me encontrei uma vez com a Glória, minha coroa gostosa pra caralho. A gente trepou igual leão na minha casa e a tia me perguntou se eu já tinha decidido aquela parada que falei uma vez, de trazer uma amiga pra nos ver transando. Pelo visto ela ainda lembrava daquilo que eu falei uma vez enquanto a Eva nos observava escondida do quartinho debaixo da escada, sem ela saber. Eu já tinha até esquecido, hahaha. Falei que minha amiga tava pensando (era mentira, claro, não tinha falado mais com a Eva sobre o assunto, nem sondado, mas precisava fazer isso), mas que se rolasse alguma coisa, ela ia exigir que a Glória ficasse de olhos vendados pra não ser reconhecida. A Glória falou que até podia ser, que ia pensar no assunto, hehe. A ideia de ter a Glória vendada e a Eva pelada se tocando no meu sofá... me deixava louco de tesão.
Nos dias de semana, mandei uns WhatsApp pra Eva, só pra testar ela e falar umas paradas tipo:
Vou contar pro seu marido que hoje de manhã eu marquei um encontro com você.
vou falar pra ele que fui na sua casa
E depois ligava pro Raúl pra dar as notÃcias, que a mulher dele era uma santa, que tinha me rejeitado toda vez que eu me insinuava de boa e prometia que ninguém ia ficar sabendo de um simples deslize comigo. Que ela vivia me dizendo como é que eu tinha coragem de sugerir uma traição daquela, que ficava puta...
Finalmente chegou a sexta e marquei com o Raúl pro dia seguinte, dia 22, na hora do aperitivo.
Entramos num dos nossos bares de tapas favoritos e lá comecei a contar pra ela o que já tinha adiantado por telefone nas mensagens.
- Pois que alÃvio, cara. Que alÃvio - ela me dizia.
- O que eu te falei, Raul. Olha, você conhece sua mulher uns três ou quatro anos antes de mim, e casou, e mora com ela, buceta, vamos... é sua mulher. Pois é, a mina é toda fiel, hahaha.
- Sim, sim... mas porra, é normal eu ter dúvidas.
- Claro. Então, como eu te falei, uma brincadeira. E depois, tudo de boa. E como ela ficava dura quando via nós dois pelados no seu sofá - falei bem baixinho no ouvido dele.
- Uf, já viu, mano. Isso me deixa louco.
- Me deixou a mil você dar sua permissão tão rápido e na surdina pra ela me tocar, já viu... não aguentei nada, um minuto e pouco. Não lembro de ter gozado tanto em muito tempo.
Já vi, filho da puta. Deixou ela toda arrombada. Mete com uma força...
E você continuava de pau duro. Bêbado pra caralho, mas de pau duro até não poder mais.
- Pois é, o que acontece é que depois me deu aquela bad, mas se não tivesse bebido tanto...
- Se não tivesse bebido tanto, Raúl... vocês teriam transado juntos na minha frente. E eu batendo uma de novo, implorando pra você deixar a Eva fazer alguma coisa comigo.
- Pra essas ocasiões é melhor não beber, mas a euforia me venceu.
— Você já sabe que não precisa beber quando pretende fazer essas coisas... — soltei, olhando sério na cara dele.
- Quando você tiver pensado nisso?
- É, já sabe, vai querer que aconteça de novo, mas dessa vez vocês podem foder, que dure até esses momentos. Tá com tesão acumulado, parceiro.
- Sim, é exatamente isso, tá acumulado. Mas, Rober, agora eu preciso falar com ela. Contar o que aconteceu comigo e ver como ela reage.
- Tio, mas se você fizer isso... primeiro pede pra ela, por favor, não ficar brava. Nem com você nem comigo, que eu só fiz isso por você, porque você pediu. Porque não quero que ela pense agora que não confio nela, sei lá, ou que sou um aproveitador e que não tenho respeito por vocês. Ela quase me mandou tomar no cu e pediu pra eu me afastar de vez da sua casa e parar de ser amigo de vocês.
- Porra. Fica tranquilo, parceiro, que vou fazer com jeito. Essa noite com certeza eu como alguém, hahaha.
- Kkkkk, claro.
- Pois é, porque desde que você esteve com a gente no salão... nada, nadinha. E já faz um tempinho.
- Porra, já passou mesmo.
Pensei que a sementinha do tesão no meu amigo já tava plantada. Só precisava esperar ele falar com a mulher dele, eles conversarem entre si e tocarem no assunto... de uma nova noite de suruba.
- E aÃ, pode ficar tranquilo e ir trabalhar fora esses dois ou três meses - falei.
- Com certeza - disse ele enquanto pedia mais uma cerveja.
- Isso sim, me conta tudo o que rolar essa noite, sabe, não quero que a Eva fique puta comigo ou que isso estrague nossa amizade e confiança. Quero saber de tudo!! - falei todo empolgado.
- Valeu. Vou fazer assim.
Chegaram as férias, eu tinha que trabalhar na manhã do dia 24, mas depois teria mais de uma semana de folga, igual ao Raúl. E compromissos de famÃlia, claro, tÃpico dessas festas. No dia 26, falei por telefone com meu amigo.
Até então, só trocávamos felicitações pelo WhatsApp e mandei umas mensagens curtas pra Eva só pra confirmar que tudo tinha saÃdo como a gente planejou.
Oi!!! Feliz Natal... como é que tá tudo?
Beeeem, parabéns" — respondeu.
Ei, foi tudo bem na conversa?
Tudo como você disse" — ela me respondeu. "Vai falar com você.
Tava morrendo de vontade de saber mais coisas, pela boca dos dois, mas fiquei de falar com o Raúl no dia 26 e avisei a Eva pelo WhatsApp pra ela me escrever quando o Raúl não estivesse por perto. Ela disse que ia fazer isso.
No dia 26 encontrei o Raul de novo, pra ele me contar.
- Foi tudo numa boa, parceiro - ele me disse -. Contei com todo tato o que tinha rolado... meu plano. Ela ficou meio pistola, mas depois se tocou. Foi quase como você tinha falado.
- Não entendi, quase como eu tinha dito?
- É, porque a gente não transa.
- Porra, e por que não?
— Ela me disse que era bem sacana o que eu tinha feito, que entendia, mas que não achava certo. Que eu tinha posto a fidelidade dela à prova, e que ficou claro que ela não faria nada sem o meu consentimento, que nunca me trairia.
- Então foi o que eu te disse - respondi.
- Sim. Então ela me castigou.
- Vamos, vocês não transaram, e no dia seguinte também não?
- Nada, já estamos há duas semanas.
- Porra, cara, e isso por quê? - perguntei.
- Como castigo. Ele disse que eu tinha que pagar por isso.
- E aÃ... você se aliviou sozinho, ou com a Susana, aquela gostosa do teu trampo...
- Não, nem isso, mano.
- Raúl, então cês tão esperando o quê?
- No dia 28
— Sexta-feira... Vocês decidiram assim — eu disse.
- Sim. Meu castigo, entre aspas, Rober, porque também não considero um castigo, é fazer tudo o que ela mandar, dentro de uns limites que a gente estabeleceu e que não vão ser ultrapassados.
- Ah, e o que é que essas linhas vermelhas significam?
— Vem na sexta à noite lá em casa se não tiver nada pra fazer... e aà você vê — disse ela enquanto eu sentia um frio na barriga e notava a pica começando a endurecer...
- Isso aà é o quê? Uma pegadinha que vão fazer comigo? hahaha - falei.
— A gente podia te dar, sim — disse meu amigo —. Mas não, haha. Você vem, já era.
Disse que sim, que iria jantar, porque a gente ia comer primeiro antes do que rolasse depois. Tava morrendo de vontade de saber do que tinham falado, como não quis perguntar pro Raul, preferi mandar um zap pra Eva assim que me despedi do meu amigo. E foi o que fiz.
Já falei com o Raul... ele me falou um negócio sobre umas linhas vermelhas... me adianta alguma coisa, vai" — escrevi.
Depois de cinco minutos, ela me mandou uma mensagem:
Não, não vou te contar nada, haha
vem, porra... alguma coisa. Vamos repetir o que a gente fez duas semanas atrás?
Vamos ver o que sai..." - escreveu Eva, e eu já comecei a ficar de pau duro só de pensar em vê-la pelada no sofá de novo... e com o Raul na frente.
Uma das linhas vermelhas é... não te tocar?" eu soltei.
Pois é... melhor não te contar
porra, Eva, tô muito tarado
Pois já somos dois, ou três se incluirmos meu marido...
hehe, pois é. Vamos ver como é que vai ser então... acho que o Raul vai querer terminar o que o outro dia não conseguiu... foder vocês dois enquanto eu olho e me toco, né?" escrevi tentando arrancar alguma coisa.
Não vou te falar nada, Rober. Só espera com paciência.
Tá bom, sra. Grey, kkkkk
E não se toca na pica, vem com o leite acumulado

ler isso me deixou a mil...
Não se preocupa que eu já tô com ela arrebentando, foxy
Assim que eu gosto, me chamar pelo que eu sou, e ainda mais na frente do meu marido
Vou esperar suas ordens
Deixei ele lá, não mandei mais mensagem.
No dia 28, às 11 da manhã, recebi um zap da Eva.
Vem pra minha casa daqui a meia hora
Vale", respondi. "É que você quer falar comigo?
Vem, a gente te espera aqui
Não acreditei. De manhã? Não era uma pegadinha? Esses filhos da puta me deixaram muito curioso.
Tá bom, vou.
Tomei um banho em cinco minutos, me vesti e saà pra casa do meu amigo.
Ele que abriu pra mim.
- Entra, Rober. A gente tem umas duas horas - ele disse.
- Um par de horas pra quê?
- Entra.
Eu fiz isso, ele me levou pra cozinha. Da Eva não tinha sinal. Ele me ofereceu uma bebida e eu aceitei. Ele já tava com uma cerveja, logo cedo assim.
- O pequeno tá com uma das minhas cunhadas. Agora a Eva vem - falou. - Ela tá no quarto.
Eu não disse nada, me sentia manipulado, como se fosse um brinquedo dos meus amigos... mas eu gostava, me excitava. Raúl continuou falando:
- Rober... vai ver como eu vou comer a minha mulher

Você vai ver como ela vai me foder. Do jeito que você quiser.

E aà soltou aquilo como se dissesse: Rober, mano, toma uma cerveja.
Era bizarro, nunca teria imaginado isso.
- Ah, tá bom - consegui falar -. Vocês vão gozar o que não conseguiram há duas semanas.
- Sim, mas tem mais.
Os nervos e o mistério estavam me devorando.
- Ah, muito bem, muito bem, mas...
Parei de falar porque a Eva entrou na cozinha. Tava com a camisola de duas semanas atrás. Ou seja, tava gostosa de novo. Como tava um pouco de frio, os bicos dos peitos endurecidos apareciam pelo cetim do tecido... Meia-calça... e ela trazia na mão um par de sapatos vermelhos de salto. Se abaixou pra calçar e me deu uma vista espetacular das tetas dela. Não tava usando sutiã. Nem preciso dizer que fiquei de pau duro na hora.

- Aqui está minha mulher - disse Raul - você já conhece ela, hehehe, mas o que você não sabe é o quanto ela pode ser promÃscua, ainda mais depois de ter lido aqueles livros... e ter sido esquentada por você durante uma semana.
Olhei pro Rober e ele continuou falando.
- Acho que tu também tá com tesão, parceiro.
Assenti enquanto dava um gole na cerveja.
— Vamos pra sala — disse Eva.
Fomos para a sala e foi o Raúl quem fechou as cortinas escuras pra dar mais privacidade e não entrar tanta luz. A Eva colocou uma manta no sofá.
- Minha mulher me disse que vai começar a se tocar na buceta enquanto a gente lê isso.
E aÃ, ele tirou do bolso um papel dobrado.
Eva subiu no sofá, apoiou os pés nos almofadas e abriu as pernas. Deixou entrever a buceta dela, tinha depilado tudo!!! Ver aquilo me deu uma vontade de me jogar nela e chupar tudo. Olhei pro papel que o Raúl tava me oferecendo.
- Lê isso - disse ele enquanto tirava a camisa e a calça.
Eu tava alucinando, não falei nada e comecei a ler. Raúl falou de novo:
— Minha mulher e eu combinamos umas regras entre nós, algumas são "barreiras" ou linhas vermelhas, coisas que nem eu nem ela pode pedir ou fazer. Coisas que não vamos te revelar. Mas aà nesse papel estão as regras que você tem que cumprir e coisas que não pode fazer. Você tem que jurar que não vai passar por cima delas.
— Beleza — falei enquanto lia.
Na lista tinha coisas como:
1) Não tocar neles a menos que cada um pedisse.
2) Eu podia bater uma punheta, e mais... devia fazer isso. E dar umas sugestões, mesmo que nem sempre fossem atendidas.
3) Eu tinha que esquentar elas, principalmente a Eva, podia usar palavras como gostosa, puta, vadia, promÃscua... e expor situações que eu gostaria que ela fizesse comigo pra levar ela ao orgasmo.
4) Fazer exatamente tudo o que eles me mandassem.
5) Levar meu segredo pra cova.
Não acreditei no que estava acontecendo. Quando levantei a cabeça do papel, vi o Raul sentado no sofá junto com a mulher dele, os dois se masturbando, e a Eva já tinha levado a mão na pica do marido. Minha pica tava quase rasgando a cueca.
- Qual é, filho da puta? Não tá gostando do que vê? - disse ela, se referindo ao quadro que se apresentava pra mim. - Vai tirando essa calça, que sua pica vai explodir aà dentro. E senta do meu lado.

— Se não gosto do que vejo? — falei nervoso. — Depois do quanto a gente se divertiu há duas semanas... isso vai ser ainda melhor...
Eles sorriram enquanto me viam tirar a roupa. Não fiz com pressa, também não demorei, mas fiz de forma tranquila e escondendo um pouco meu nervosismo, pelo menos tentei disfarçar. Coloquei meu moletom e minha calça numa cadeira da sala e quando me virei pra sentar no sofá, o Raúl tinha acabado de tirar a camisola da Eva, que tinha ficado só com as meias e os saltos altos e já tinha se sentado de novo. Os peitos dela caÃam até a barriga. Conforme me aproximava, tirei a cueca e meu pau saltou feito mola, pra cima.

— Senta — disse Eva, no meio do sofá.
Raúl estava à direita dela, eu me coloquei à esquerda.
- Desta vez a gente vai até o fim - disse meu amigo. - Pode começar a bater uma, Rober.
Fiz o que meu amigo me pedia sem tirar os olhos dos dois. Principalmente das tetas da Eva, o cheiro de buceta aberta e pronta começava a inundar o sofá.
— Vou começar por isso — disse ela.
E se apressou pra se inclinar no colo do meu amigo, tava chupando a rola dele, mas eu não conseguia ver da minha posição. Raúl passou a mão por cima e começou a acariciar as costas da mulher dele.

- Faz isso, Rober, acaricia as costas da minha mulher.
Eu fiz o que ela me pedia e cumpri outro dos pontos combinados naquele escrito, que eu podia e devia fazer. Me abaixei um pouco até o rosto da Eva e falei no ouvido dela, mas de um jeito que meu amigo pudesse ouvir:
Vamos, putinha... chupa a pica do seu marido, passa bem a lÃngua, que ela tem que entrar inteira nessa buceta molhada que você tem.
Ela me olhou por um momento, gemeu um pouco e continuou chupando.
Raúl se desmanchava em gemidos curtos:
- Aaahhh, porra, como você faz bem, amor... que tesão você me dá... e como você fica gostosa com esse filho da puta aqui do lado.
Eva começou a gemer um pouco mais, me afastei um pouco e vi que o Raúl tinha alcançado a buceta da mulher dele com a mão, não dava pra ver como ele tava mexendo nela, mas dava pra imaginar, a buceta dela tava colada no sofá.
— Fique na minha frente e se toque na buceta, se masturbe — disse Eva numa pausa do boquete.
Fiz o que ele mandou. Fiquei de pé, a um metro dos dois, e comecei a bater uma punheta de leve. Tinha acabado de me depilar de manhã e me lambuzado com um creme, e meu pau brilhava glorioso na frente deles, kkkkk.
— É assim que vocês querem? — perguntei.
- Assim tá bom - disse meu amigo-. Olha pra ela, puta - continuou se referindo à Eva, segurando a cabeça dela por um momento e forçando ela a olhar pra minha pica-, você gosta dessa pica?
- Sim, sim... - disse com os lábios colados nos ovos do meu amigo.
— Eu sabia que você gostava, rabuda — falei.
Meu coração começou a bater desenfreadamente. Depois daquela pergunta... vinha a pergunta do meu amigo... algo tipo: "e você queria comer ela?" ou "e você queria meter nela, puta?", "verdade que você queria ter ela dentro da buceta?"... mas não veio mais nenhuma pergunta. Foi Eva quem falou:
— Passa a mão nas minhas tetas na frente do teu amigo, gostoso — disse ela se levantando no sofá, sentando de novo.
Raúl começou a passar a mão nelas, os peitos dela subiam e desciam, apertados, um contra o outro, de vez em quando ele dava um beliscão leve e os bicos dela endureciam entre os gemidos de Eva.

— Meu amigo também ia adorar fazer isso, gostosa... — disse Raul. — O que cê acha? Deixamos ele?
O tesão me consumia.
— Acho que esse filho da puta quer pegar nas minhas tetas e no que não é teta — disse ela.
— Vocês vão me deixar fazer isso, seus arrombados? — perguntei, dando um passo à frente.
Senta do meu lado esquerdo, cachorro" — ordenou Eva. Eu ia avançar, mas ela me parou.
- Ah, ah, ah... não não não. Assim não. Fica de quatro e vem até aqui como o que você é, um cachorro.
Fiz isso, que jeito... e temperei com o seguinte: fiquei de quatro, e caminhei até ela, tinha as pernas e joelhos na minha frente, dava pra sentir o cheiro da buceta dela dali.
— Sou teu cachorro — eu disse — peço permissão pra lamber tua perna.
— Concedido —disse ela.
Passei a lÃngua e lambi o joelho esquerdo, depois o direito.
Ela gemeu.
- Esse cachorro tá no cio, Raul. Tá bem... senta no sofá, do meu lado esquerdo.
Eu fiz isso.
- Agora - disse meu amigo -. Você vai apalpar um peito da minha mulher gostosa, e eu farei o mesmo com o outro.
Finalmente ia pegar nas tetas da Eva à vontade, e na frente do marido dela. Minha pica tava dura feito mármore. Começamos a apalpar as tetas dela juntos, a puta começou a gemer, e o Raúl desceu uma mão até a buceta dela e começou a tocar, os dois tocavam. Nossas picas subiam duras, prontas.

— Não vai gozar ainda não, putinha — sussurrei no ouvido dela.
- Não, não, não — disse ela.
- Isso, não goza não, que eu tenho que te foder - disse Raul.
Ficamos assim por uns minutos, até que a Eva chegou perto do ouvido do Raúl e falou alguma coisa que eu não consegui ouvir. Ele olhou pra mim e depois perguntou:
- Tem certeza? Cê acha que ele merece?
Ela me olhou, olhou pro marido dela e disse:
- Acho que sim, vamos dar isso pra ela, igual da última vez.
— Tá bom — disse meu amigo.
O que foi?" — perguntei, saindo do meu papel de cachorro submisso tarado, haha.
— Minha mulher vai bater uma pra nós — e encostou as costas no sofá. Eu fiz o mesmo.
Minhas dúvidas sobre como ela ia nos bater uma foram embora rápido. A Eva escorregou pelo sofá e ficou de joelhos, de frente pra gente.
—Pega um pouco mais — ela disse.
E aà a gente se aproximou um do outro, sentados, quase colados. Minha boca secou de nervoso. A Eva ia bater uma pra nós dois. Ela esticou os dois braços e, com a mão direita, pegou no meu pau, com a esquerda, no do marido dela.
- Você tem sorte, filho da puta - disse Raul - minha mulher é destra, haha.
Reimos.
— Já — disse ela — mas você leva isso também, e esse filho da puta que temos de convidado... não.
E aà ela aproximou a cabeça da pica do meu amigo e deu várias engolidas enquanto me batia uma punheta.
Comecei a gemer ao ver aquilo e sentir a mão da puta no meu pau. Eva a um passo de me dar um boquete... só precisavam combinar.
Chupa a pica do teu marido enquanto me bate uma, gostosa" — intervim —. "Tu deve estar com a buceta ardendo.
Ela não respondeu e tirou a boca da pica do Raúl pra continuar batendo punheta pra nós dois, com as mãos. Ela babava as duas e seguia em frente. A gente tava no limite.
— Minha buceta tá do jeito que tem que estar — ela disse —. Pronta pra ser comida, é como um pedaço do inferno.

Ouvir ela falar assim me deixava cada vez mais excitado. Aà ela fez o seguinte: chegou perto dos joelhos do Raúl, colocou as tetonas dela nas pernas dele e começou a bater os peitos na pica do marido. Eu continuei batendo uma pra não perder o ritmo.
- Querido - disse Raul - seja boazinha com nosso convidado. Pega na pica dele e bate nos teus peitos... pra ver como ela tá dura.
Ela sorriu sem dizer nada e não deu bola pra ele. Eu preferi ficar calado e ver a reação do meu amigo, que me deixou ainda mais tarado sabendo que aquilo vinha dele, sem ele nem pedir.
— Não quer que eu faça isso em você, Rober? — disse Raúl.
- Sim, sim, eu quero, sou um filho da puta, sou o brinquedo de vocês, quero que sua foxy sinta nos peitos como ela me deixa duro.
- Já ouviu, sua puta... faz isso - disse Raul.
Caralho, vocês não imaginam o que passou pelo meu corpo. Eva, com um sorriso e bem devagar, se separou do marido, se colocou na minha frente, se ajoelhou e apoiou os peitos nas minhas coxas. A sensação de calor foi inacreditável. Ela pegou meu pau com as duas mãos e começou a bater os peitos nele. Comecei a gemer.

Eu me encontrei uma vez com a Glória, minha coroa gostosa pra caralho. A gente trepou igual leão na minha casa e a tia me perguntou se eu já tinha decidido aquela parada que falei uma vez, de trazer uma amiga pra nos ver transando. Pelo visto ela ainda lembrava daquilo que eu falei uma vez enquanto a Eva nos observava escondida do quartinho debaixo da escada, sem ela saber. Eu já tinha até esquecido, hahaha. Falei que minha amiga tava pensando (era mentira, claro, não tinha falado mais com a Eva sobre o assunto, nem sondado, mas precisava fazer isso), mas que se rolasse alguma coisa, ela ia exigir que a Glória ficasse de olhos vendados pra não ser reconhecida. A Glória falou que até podia ser, que ia pensar no assunto, hehe. A ideia de ter a Glória vendada e a Eva pelada se tocando no meu sofá... me deixava louco de tesão.
Nos dias de semana, mandei uns WhatsApp pra Eva, só pra testar ela e falar umas paradas tipo:
Vou contar pro seu marido que hoje de manhã eu marquei um encontro com você.
vou falar pra ele que fui na sua casa
E depois ligava pro Raúl pra dar as notÃcias, que a mulher dele era uma santa, que tinha me rejeitado toda vez que eu me insinuava de boa e prometia que ninguém ia ficar sabendo de um simples deslize comigo. Que ela vivia me dizendo como é que eu tinha coragem de sugerir uma traição daquela, que ficava puta...
Finalmente chegou a sexta e marquei com o Raúl pro dia seguinte, dia 22, na hora do aperitivo.
Entramos num dos nossos bares de tapas favoritos e lá comecei a contar pra ela o que já tinha adiantado por telefone nas mensagens.
- Pois que alÃvio, cara. Que alÃvio - ela me dizia.
- O que eu te falei, Raul. Olha, você conhece sua mulher uns três ou quatro anos antes de mim, e casou, e mora com ela, buceta, vamos... é sua mulher. Pois é, a mina é toda fiel, hahaha.
- Sim, sim... mas porra, é normal eu ter dúvidas.
- Claro. Então, como eu te falei, uma brincadeira. E depois, tudo de boa. E como ela ficava dura quando via nós dois pelados no seu sofá - falei bem baixinho no ouvido dele.
- Uf, já viu, mano. Isso me deixa louco.
- Me deixou a mil você dar sua permissão tão rápido e na surdina pra ela me tocar, já viu... não aguentei nada, um minuto e pouco. Não lembro de ter gozado tanto em muito tempo.
Já vi, filho da puta. Deixou ela toda arrombada. Mete com uma força...
E você continuava de pau duro. Bêbado pra caralho, mas de pau duro até não poder mais.
- Pois é, o que acontece é que depois me deu aquela bad, mas se não tivesse bebido tanto...
- Se não tivesse bebido tanto, Raúl... vocês teriam transado juntos na minha frente. E eu batendo uma de novo, implorando pra você deixar a Eva fazer alguma coisa comigo.
- Pra essas ocasiões é melhor não beber, mas a euforia me venceu.
— Você já sabe que não precisa beber quando pretende fazer essas coisas... — soltei, olhando sério na cara dele.
- Quando você tiver pensado nisso?
- É, já sabe, vai querer que aconteça de novo, mas dessa vez vocês podem foder, que dure até esses momentos. Tá com tesão acumulado, parceiro.
- Sim, é exatamente isso, tá acumulado. Mas, Rober, agora eu preciso falar com ela. Contar o que aconteceu comigo e ver como ela reage.
- Tio, mas se você fizer isso... primeiro pede pra ela, por favor, não ficar brava. Nem com você nem comigo, que eu só fiz isso por você, porque você pediu. Porque não quero que ela pense agora que não confio nela, sei lá, ou que sou um aproveitador e que não tenho respeito por vocês. Ela quase me mandou tomar no cu e pediu pra eu me afastar de vez da sua casa e parar de ser amigo de vocês.
- Porra. Fica tranquilo, parceiro, que vou fazer com jeito. Essa noite com certeza eu como alguém, hahaha.
- Kkkkk, claro.
- Pois é, porque desde que você esteve com a gente no salão... nada, nadinha. E já faz um tempinho.
- Porra, já passou mesmo.
Pensei que a sementinha do tesão no meu amigo já tava plantada. Só precisava esperar ele falar com a mulher dele, eles conversarem entre si e tocarem no assunto... de uma nova noite de suruba.
- E aÃ, pode ficar tranquilo e ir trabalhar fora esses dois ou três meses - falei.
- Com certeza - disse ele enquanto pedia mais uma cerveja.
- Isso sim, me conta tudo o que rolar essa noite, sabe, não quero que a Eva fique puta comigo ou que isso estrague nossa amizade e confiança. Quero saber de tudo!! - falei todo empolgado.
- Valeu. Vou fazer assim.
Chegaram as férias, eu tinha que trabalhar na manhã do dia 24, mas depois teria mais de uma semana de folga, igual ao Raúl. E compromissos de famÃlia, claro, tÃpico dessas festas. No dia 26, falei por telefone com meu amigo.
Até então, só trocávamos felicitações pelo WhatsApp e mandei umas mensagens curtas pra Eva só pra confirmar que tudo tinha saÃdo como a gente planejou.
Oi!!! Feliz Natal... como é que tá tudo?
Beeeem, parabéns" — respondeu.
Ei, foi tudo bem na conversa?
Tudo como você disse" — ela me respondeu. "Vai falar com você.
Tava morrendo de vontade de saber mais coisas, pela boca dos dois, mas fiquei de falar com o Raúl no dia 26 e avisei a Eva pelo WhatsApp pra ela me escrever quando o Raúl não estivesse por perto. Ela disse que ia fazer isso.
No dia 26 encontrei o Raul de novo, pra ele me contar.
- Foi tudo numa boa, parceiro - ele me disse -. Contei com todo tato o que tinha rolado... meu plano. Ela ficou meio pistola, mas depois se tocou. Foi quase como você tinha falado.
- Não entendi, quase como eu tinha dito?
- É, porque a gente não transa.
- Porra, e por que não?
— Ela me disse que era bem sacana o que eu tinha feito, que entendia, mas que não achava certo. Que eu tinha posto a fidelidade dela à prova, e que ficou claro que ela não faria nada sem o meu consentimento, que nunca me trairia.
- Então foi o que eu te disse - respondi.
- Sim. Então ela me castigou.
- Vamos, vocês não transaram, e no dia seguinte também não?
- Nada, já estamos há duas semanas.
- Porra, cara, e isso por quê? - perguntei.
- Como castigo. Ele disse que eu tinha que pagar por isso.
- E aÃ... você se aliviou sozinho, ou com a Susana, aquela gostosa do teu trampo...
- Não, nem isso, mano.
- Raúl, então cês tão esperando o quê?
- No dia 28
— Sexta-feira... Vocês decidiram assim — eu disse.
- Sim. Meu castigo, entre aspas, Rober, porque também não considero um castigo, é fazer tudo o que ela mandar, dentro de uns limites que a gente estabeleceu e que não vão ser ultrapassados.
- Ah, e o que é que essas linhas vermelhas significam?
— Vem na sexta à noite lá em casa se não tiver nada pra fazer... e aà você vê — disse ela enquanto eu sentia um frio na barriga e notava a pica começando a endurecer...
- Isso aà é o quê? Uma pegadinha que vão fazer comigo? hahaha - falei.
— A gente podia te dar, sim — disse meu amigo —. Mas não, haha. Você vem, já era.
Disse que sim, que iria jantar, porque a gente ia comer primeiro antes do que rolasse depois. Tava morrendo de vontade de saber do que tinham falado, como não quis perguntar pro Raul, preferi mandar um zap pra Eva assim que me despedi do meu amigo. E foi o que fiz.
Já falei com o Raul... ele me falou um negócio sobre umas linhas vermelhas... me adianta alguma coisa, vai" — escrevi.
Depois de cinco minutos, ela me mandou uma mensagem:
Não, não vou te contar nada, haha
vem, porra... alguma coisa. Vamos repetir o que a gente fez duas semanas atrás?
Vamos ver o que sai..." - escreveu Eva, e eu já comecei a ficar de pau duro só de pensar em vê-la pelada no sofá de novo... e com o Raul na frente.
Uma das linhas vermelhas é... não te tocar?" eu soltei.
Pois é... melhor não te contar
porra, Eva, tô muito tarado
Pois já somos dois, ou três se incluirmos meu marido...
hehe, pois é. Vamos ver como é que vai ser então... acho que o Raul vai querer terminar o que o outro dia não conseguiu... foder vocês dois enquanto eu olho e me toco, né?" escrevi tentando arrancar alguma coisa.
Não vou te falar nada, Rober. Só espera com paciência.
Tá bom, sra. Grey, kkkkk
E não se toca na pica, vem com o leite acumulado

ler isso me deixou a mil...
Não se preocupa que eu já tô com ela arrebentando, foxy
Assim que eu gosto, me chamar pelo que eu sou, e ainda mais na frente do meu marido
Vou esperar suas ordens
Deixei ele lá, não mandei mais mensagem.
No dia 28, às 11 da manhã, recebi um zap da Eva.
Vem pra minha casa daqui a meia hora
Vale", respondi. "É que você quer falar comigo?
Vem, a gente te espera aqui
Não acreditei. De manhã? Não era uma pegadinha? Esses filhos da puta me deixaram muito curioso.
Tá bom, vou.
Tomei um banho em cinco minutos, me vesti e saà pra casa do meu amigo.
Ele que abriu pra mim.
- Entra, Rober. A gente tem umas duas horas - ele disse.
- Um par de horas pra quê?
- Entra.
Eu fiz isso, ele me levou pra cozinha. Da Eva não tinha sinal. Ele me ofereceu uma bebida e eu aceitei. Ele já tava com uma cerveja, logo cedo assim.
- O pequeno tá com uma das minhas cunhadas. Agora a Eva vem - falou. - Ela tá no quarto.
Eu não disse nada, me sentia manipulado, como se fosse um brinquedo dos meus amigos... mas eu gostava, me excitava. Raúl continuou falando:
- Rober... vai ver como eu vou comer a minha mulher

Você vai ver como ela vai me foder. Do jeito que você quiser.

E aà soltou aquilo como se dissesse: Rober, mano, toma uma cerveja.
Era bizarro, nunca teria imaginado isso.
- Ah, tá bom - consegui falar -. Vocês vão gozar o que não conseguiram há duas semanas.
- Sim, mas tem mais.
Os nervos e o mistério estavam me devorando.
- Ah, muito bem, muito bem, mas...
Parei de falar porque a Eva entrou na cozinha. Tava com a camisola de duas semanas atrás. Ou seja, tava gostosa de novo. Como tava um pouco de frio, os bicos dos peitos endurecidos apareciam pelo cetim do tecido... Meia-calça... e ela trazia na mão um par de sapatos vermelhos de salto. Se abaixou pra calçar e me deu uma vista espetacular das tetas dela. Não tava usando sutiã. Nem preciso dizer que fiquei de pau duro na hora.

- Aqui está minha mulher - disse Raul - você já conhece ela, hehehe, mas o que você não sabe é o quanto ela pode ser promÃscua, ainda mais depois de ter lido aqueles livros... e ter sido esquentada por você durante uma semana.
Olhei pro Rober e ele continuou falando.
- Acho que tu também tá com tesão, parceiro.
Assenti enquanto dava um gole na cerveja.
— Vamos pra sala — disse Eva.
Fomos para a sala e foi o Raúl quem fechou as cortinas escuras pra dar mais privacidade e não entrar tanta luz. A Eva colocou uma manta no sofá.
- Minha mulher me disse que vai começar a se tocar na buceta enquanto a gente lê isso.
E aÃ, ele tirou do bolso um papel dobrado.
Eva subiu no sofá, apoiou os pés nos almofadas e abriu as pernas. Deixou entrever a buceta dela, tinha depilado tudo!!! Ver aquilo me deu uma vontade de me jogar nela e chupar tudo. Olhei pro papel que o Raúl tava me oferecendo.
- Lê isso - disse ele enquanto tirava a camisa e a calça.
Eu tava alucinando, não falei nada e comecei a ler. Raúl falou de novo:
— Minha mulher e eu combinamos umas regras entre nós, algumas são "barreiras" ou linhas vermelhas, coisas que nem eu nem ela pode pedir ou fazer. Coisas que não vamos te revelar. Mas aà nesse papel estão as regras que você tem que cumprir e coisas que não pode fazer. Você tem que jurar que não vai passar por cima delas.
— Beleza — falei enquanto lia.
Na lista tinha coisas como:
1) Não tocar neles a menos que cada um pedisse.
2) Eu podia bater uma punheta, e mais... devia fazer isso. E dar umas sugestões, mesmo que nem sempre fossem atendidas.
3) Eu tinha que esquentar elas, principalmente a Eva, podia usar palavras como gostosa, puta, vadia, promÃscua... e expor situações que eu gostaria que ela fizesse comigo pra levar ela ao orgasmo.
4) Fazer exatamente tudo o que eles me mandassem.
5) Levar meu segredo pra cova.
Não acreditei no que estava acontecendo. Quando levantei a cabeça do papel, vi o Raul sentado no sofá junto com a mulher dele, os dois se masturbando, e a Eva já tinha levado a mão na pica do marido. Minha pica tava quase rasgando a cueca.
- Qual é, filho da puta? Não tá gostando do que vê? - disse ela, se referindo ao quadro que se apresentava pra mim. - Vai tirando essa calça, que sua pica vai explodir aà dentro. E senta do meu lado.

— Se não gosto do que vejo? — falei nervoso. — Depois do quanto a gente se divertiu há duas semanas... isso vai ser ainda melhor...
Eles sorriram enquanto me viam tirar a roupa. Não fiz com pressa, também não demorei, mas fiz de forma tranquila e escondendo um pouco meu nervosismo, pelo menos tentei disfarçar. Coloquei meu moletom e minha calça numa cadeira da sala e quando me virei pra sentar no sofá, o Raúl tinha acabado de tirar a camisola da Eva, que tinha ficado só com as meias e os saltos altos e já tinha se sentado de novo. Os peitos dela caÃam até a barriga. Conforme me aproximava, tirei a cueca e meu pau saltou feito mola, pra cima.

— Senta — disse Eva, no meio do sofá.
Raúl estava à direita dela, eu me coloquei à esquerda.
- Desta vez a gente vai até o fim - disse meu amigo. - Pode começar a bater uma, Rober.
Fiz o que meu amigo me pedia sem tirar os olhos dos dois. Principalmente das tetas da Eva, o cheiro de buceta aberta e pronta começava a inundar o sofá.
— Vou começar por isso — disse ela.
E se apressou pra se inclinar no colo do meu amigo, tava chupando a rola dele, mas eu não conseguia ver da minha posição. Raúl passou a mão por cima e começou a acariciar as costas da mulher dele.

- Faz isso, Rober, acaricia as costas da minha mulher.
Eu fiz o que ela me pedia e cumpri outro dos pontos combinados naquele escrito, que eu podia e devia fazer. Me abaixei um pouco até o rosto da Eva e falei no ouvido dela, mas de um jeito que meu amigo pudesse ouvir:
Vamos, putinha... chupa a pica do seu marido, passa bem a lÃngua, que ela tem que entrar inteira nessa buceta molhada que você tem.
Ela me olhou por um momento, gemeu um pouco e continuou chupando.
Raúl se desmanchava em gemidos curtos:
- Aaahhh, porra, como você faz bem, amor... que tesão você me dá... e como você fica gostosa com esse filho da puta aqui do lado.
Eva começou a gemer um pouco mais, me afastei um pouco e vi que o Raúl tinha alcançado a buceta da mulher dele com a mão, não dava pra ver como ele tava mexendo nela, mas dava pra imaginar, a buceta dela tava colada no sofá.
— Fique na minha frente e se toque na buceta, se masturbe — disse Eva numa pausa do boquete.
Fiz o que ele mandou. Fiquei de pé, a um metro dos dois, e comecei a bater uma punheta de leve. Tinha acabado de me depilar de manhã e me lambuzado com um creme, e meu pau brilhava glorioso na frente deles, kkkkk.
— É assim que vocês querem? — perguntei.
- Assim tá bom - disse meu amigo-. Olha pra ela, puta - continuou se referindo à Eva, segurando a cabeça dela por um momento e forçando ela a olhar pra minha pica-, você gosta dessa pica?
- Sim, sim... - disse com os lábios colados nos ovos do meu amigo.
— Eu sabia que você gostava, rabuda — falei.
Meu coração começou a bater desenfreadamente. Depois daquela pergunta... vinha a pergunta do meu amigo... algo tipo: "e você queria comer ela?" ou "e você queria meter nela, puta?", "verdade que você queria ter ela dentro da buceta?"... mas não veio mais nenhuma pergunta. Foi Eva quem falou:
— Passa a mão nas minhas tetas na frente do teu amigo, gostoso — disse ela se levantando no sofá, sentando de novo.
Raúl começou a passar a mão nelas, os peitos dela subiam e desciam, apertados, um contra o outro, de vez em quando ele dava um beliscão leve e os bicos dela endureciam entre os gemidos de Eva.

— Meu amigo também ia adorar fazer isso, gostosa... — disse Raul. — O que cê acha? Deixamos ele?
O tesão me consumia.
— Acho que esse filho da puta quer pegar nas minhas tetas e no que não é teta — disse ela.
— Vocês vão me deixar fazer isso, seus arrombados? — perguntei, dando um passo à frente.
Senta do meu lado esquerdo, cachorro" — ordenou Eva. Eu ia avançar, mas ela me parou.
- Ah, ah, ah... não não não. Assim não. Fica de quatro e vem até aqui como o que você é, um cachorro.
Fiz isso, que jeito... e temperei com o seguinte: fiquei de quatro, e caminhei até ela, tinha as pernas e joelhos na minha frente, dava pra sentir o cheiro da buceta dela dali.
— Sou teu cachorro — eu disse — peço permissão pra lamber tua perna.
— Concedido —disse ela.
Passei a lÃngua e lambi o joelho esquerdo, depois o direito.
Ela gemeu.
- Esse cachorro tá no cio, Raul. Tá bem... senta no sofá, do meu lado esquerdo.
Eu fiz isso.
- Agora - disse meu amigo -. Você vai apalpar um peito da minha mulher gostosa, e eu farei o mesmo com o outro.
Finalmente ia pegar nas tetas da Eva à vontade, e na frente do marido dela. Minha pica tava dura feito mármore. Começamos a apalpar as tetas dela juntos, a puta começou a gemer, e o Raúl desceu uma mão até a buceta dela e começou a tocar, os dois tocavam. Nossas picas subiam duras, prontas.

— Não vai gozar ainda não, putinha — sussurrei no ouvido dela.
- Não, não, não — disse ela.
- Isso, não goza não, que eu tenho que te foder - disse Raul.
Ficamos assim por uns minutos, até que a Eva chegou perto do ouvido do Raúl e falou alguma coisa que eu não consegui ouvir. Ele olhou pra mim e depois perguntou:
- Tem certeza? Cê acha que ele merece?
Ela me olhou, olhou pro marido dela e disse:
- Acho que sim, vamos dar isso pra ela, igual da última vez.
— Tá bom — disse meu amigo.
O que foi?" — perguntei, saindo do meu papel de cachorro submisso tarado, haha.
— Minha mulher vai bater uma pra nós — e encostou as costas no sofá. Eu fiz o mesmo.
Minhas dúvidas sobre como ela ia nos bater uma foram embora rápido. A Eva escorregou pelo sofá e ficou de joelhos, de frente pra gente.
—Pega um pouco mais — ela disse.
E aà a gente se aproximou um do outro, sentados, quase colados. Minha boca secou de nervoso. A Eva ia bater uma pra nós dois. Ela esticou os dois braços e, com a mão direita, pegou no meu pau, com a esquerda, no do marido dela.
- Você tem sorte, filho da puta - disse Raul - minha mulher é destra, haha.
Reimos.
— Já — disse ela — mas você leva isso também, e esse filho da puta que temos de convidado... não.
E aà ela aproximou a cabeça da pica do meu amigo e deu várias engolidas enquanto me batia uma punheta.
Comecei a gemer ao ver aquilo e sentir a mão da puta no meu pau. Eva a um passo de me dar um boquete... só precisavam combinar.
Chupa a pica do teu marido enquanto me bate uma, gostosa" — intervim —. "Tu deve estar com a buceta ardendo.
Ela não respondeu e tirou a boca da pica do Raúl pra continuar batendo punheta pra nós dois, com as mãos. Ela babava as duas e seguia em frente. A gente tava no limite.
— Minha buceta tá do jeito que tem que estar — ela disse —. Pronta pra ser comida, é como um pedaço do inferno.

Ouvir ela falar assim me deixava cada vez mais excitado. Aà ela fez o seguinte: chegou perto dos joelhos do Raúl, colocou as tetonas dela nas pernas dele e começou a bater os peitos na pica do marido. Eu continuei batendo uma pra não perder o ritmo.
- Querido - disse Raul - seja boazinha com nosso convidado. Pega na pica dele e bate nos teus peitos... pra ver como ela tá dura.
Ela sorriu sem dizer nada e não deu bola pra ele. Eu preferi ficar calado e ver a reação do meu amigo, que me deixou ainda mais tarado sabendo que aquilo vinha dele, sem ele nem pedir.
— Não quer que eu faça isso em você, Rober? — disse Raúl.
- Sim, sim, eu quero, sou um filho da puta, sou o brinquedo de vocês, quero que sua foxy sinta nos peitos como ela me deixa duro.
- Já ouviu, sua puta... faz isso - disse Raul.
Caralho, vocês não imaginam o que passou pelo meu corpo. Eva, com um sorriso e bem devagar, se separou do marido, se colocou na minha frente, se ajoelhou e apoiou os peitos nas minhas coxas. A sensação de calor foi inacreditável. Ela pegou meu pau com as duas mãos e começou a bater os peitos nele. Comecei a gemer.

3 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈