Deixou aberto por vários dias.

Depois de muitas, longas e sujas noites de conversa no Messenger, ele avançou e me disse: "quero te ver... quero te fazer minha". Aquela firmeza me seduziu e me excitou pra caralho. Marcamos o encontro pra meia-noite. Enquanto entrava no banho, não parava de pensar no jeito dele se expressar e nas fotos que me surpreenderam. O rosto dele marcado pelo tempo, corpo cuidado, com uma barriguinha e um monte de pelo no peito, fotos na oficina mecânica dele. "Vou tirar uma foto agora e te mandar", ele me disse naquela primeira vez. Eu pensei, ele vai tirar foto da rola em close total, igual a maioria dos caras... mais um punheteiro, pensei. Mas não foi assim. Plano americano, de frente e sorrindo, com a camisa meio aberta, ao fundo dava pra ver a TV com um programa de atualidades. "Eu", ele escreveu. E depois outra foto sem a camisa. E mais outra, no banheiro da oficina, completamente pelado, de frente, e escrito no espelho: "Alex, quero te foder" e ele sorrindo. Aquilo me encantou. Porque o cara tava pensando em mim enquanto tirava as fotos, e dedicou parte do dia dele pra escrever meu nome com graxa no espelho. Terminei de tomar banho, me perfumei o corpo inteiro. Passei creme na minha bunda, com cheiro de jasmim. Ele ficava louco pela minha bunda! Pedia fotos e mais fotos. A gente trocava fotos toda noite. Foi muito excitante aqueles dias porque ele pedia, mas também oferecia. Uma noite ele me mandou um vídeo dele, onde ele se masturbava e me dizia: "olha, Alex, o que você vai comer, olha!!" E um monte de putaria que vou guardar só pra mim. Por um momento desconfiei que, de tanto pedir fotos, ele só queria se masturbar virtualmente. E isso às vezes é bom, quando a gente tá com tesão ou conversa com alguém que mora muito longe. Mas ele morava a 30 quarteirões de casa. Quando ele disse "quero te fazer minha, quero que a gente se veja, sem enrolação nem rodeios", aí entendi que ele ia me possuir. Saí na rua, como sempre acontece nos encontros, tremendo, molhada, com aquela sensação única na minha bunda. Por baixo Do meu jeans, eu estava usando uma calcinha bem pequena, de renda branca, meia e liga. E por baixo da minha camisa branca bem máscula, um sutiã rosa. Eu andava e sentia meu líquido pré-ejaculatório escorrendo, só de imaginar aquele macho que toda noite me escrevia umas putarias, e que em alguns minutos ia sussurrar tudo no meu ouvido. Cheguei na esquina do encontro. Pouca gente naquela avenida, umas buzinas de carro, eu mantinha a calma e a discrição. Passaram uns minutos... passaram dez minutos... quase meia hora... e eu xinguei de novo, como tantas outras vezes. Mais um punheteiro que mente e não aparece!!! Voltei pra casa mastigando uma raiva, dentes trincados. Que decepção!! Tantas noites de palavras, de fotos, de espera, de desejos, daquela rola bem dura, da minha bunda pulsando. Da minha boca na língua dele. A duas quadras da minha casa tinha uma invasão, a maioria gente trabalhadora, mas também tinha noia, trambiqueiro, uns caras quebrados, virados que à noite saíam pra roubar na avenida. A gente tem que ficar esperta com essas coisas, porque às vezes eles ficavam pesados. Ouvi passos atrás de mim e alguém me pega pelo braço. Quase me caguei. Procurei o revólver dele com os olhos. Meu grito prestes a sair. Ele fala alguma coisa. Mas aquela voz eu conheço, aquelas mãos, aquele rosto... "Queria te ver andando por trás. Não se assusta. Me perdoa, te deixei esperando, mas queria ver sua bunda rebolando." Histericamente xinguei ele, dei um soco carinhoso no peito dele e abracei, ele suspirou e me abraçou também, passou a mão na minha bunda com as duas mãos, apertando e pedindo desculpa, meu coração a mil, e as mãos dele apertando meus glúteos no meio da rua escura. "Você é um idiota", eu disse. Com as mãos dele enfiadas dentro do meu jeans e me apalpando, ele me puxa contra a parede e fala: "A área tá escura, a parede cheira a mijo e eu tô com a pica explodindo, olha, sente." E encosta a pélvis dele na minha pélvis, e era uma pedra o pau dele na calça. Estávamos a 5 centímetros de lábios e lábios, ele me pega Meus ombros e me obriga a me ajoelhar (isso me enlouquece), o barulho do zíper abrindo, as mãos dele aproximam meu rosto da pica dele, eu tremo, minha boca está seca. O perfume importado dele também está lá. Aquela beleza imensa na frente do meu rosto, babando, cheia de veias. Abro a boca e ele me diz para olhar para ele. Fico mais louca ainda. Tudo que ele me pede é o que sempre sonhei em um homem. Fazer isso olhando nos olhos dele. Não acredito! O cara do messenger oferecendo a pica dele a duas quadras da minha casa! Ele ri doce e diabólico, empurra minha cabeça na direção dele. Estou encharcada, minha bucetinha é uma cachoeira de pré-gozo, minha calcinha um oceano. Ele me fala palavras que não entendo, me xinga, me beija e cospe na minha boca aberta e me obriga a me ajoelhar de novo. Dá para ouvir as buzinas dos carros passando. Vamos para sua casa, bebê, ele disse. Fomos andando, eu rebolava a raba na frente e ele atrás me olhando. Foi o caminho todo me falando putaria. Um lindo coroa degenerado ia abrir minha raba daqui a pouco. E ele deixou ela aberta por vários dias.Deixou aberto por vários dias.

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