Olá, pessoal!
Meu nome é Germán, tenho 43 anos, e minha esposa, que é bem recatada (e tem um passado que não quer me contar), se chama Tamara.
Estamos casados há 16 anos e temos 3 filhos.
Tamara não é nem um pouco liberal, na verdade prefere transar com a luz apagada do que acesa, e nunca conseguimos ver um filme pornô juntos, porque ela se horroriza e começa a bufar, querendo mudar de canal. O assunto sexo é bem complicado, já que ela não quer contar suas fantasias, nem deixa eu contar as minhas, o que faz com que na hora de foder a gente não passe de um simples papai-e-mamãe.
Eu, por outro lado, sou mais "mente aberta", quando solteiro ia a clubes de swing, praias de nudismo, e tudo que tivesse a ver, direta ou indiretamente, com sexo.
Muitas vezes insisti tanto nesses 16 anos, que acabo tomando algumas liberdades, e ela me acompanha (óbvio, de má vontade).
Foi assim que este ano propus "pegar sol" sem marcas de roupa... Desse jeito, fui fazendo a "cabeça" dela pra despertar a curiosidade... Cada vez que a gente fodía, eu ia falando como é gostoso nadar e pegar sol completamente pelados... Claro que ela nem queria ouvir falar disso. Dizia que era muito branca, que não gostava tanto de sol, que isso e aquilo.
Até que na semana do dia 10 de fevereiro, quando fez uns 39 ou 40°C, os meninos foram pra um aniversário que tinha piscina. E ficamos sozinhos... com 40 graus!!
- Tamy, esse ar-condicionado não tá dando conta! Deve estar sem gás, ou o calor tá demais!! Como eu queria estar numa piscina!!!
- Então dá uma olhada num sítio, algum lugar pra passar o dia! - ela disse.
Eu, nem bobo nem nada, fiz umas pesquisas no Google, mas já sabia onde ir...
- Aqui achei um!! - exclamei. - Pega o biquíni, a toalha e eu levo as cadeiras!!!
Em 30 minutos, estávamos a caminho dos arredores de Luján, pela Rodovia Oeste.
Até que chegamos a um campo de nudismo, chamado P.V.
Entramos sem sustos, estava cheio de carros e cheio de gente. andando completamente nus. Alguma ou outra mulher estava só de topless, mas eram minoria.
Tamara me olhou, entre surpresa e irritada, e tirou a roupa também. Eu tirei tudo na hora. E ela teve que me seguir, mas ficou só com uma tanga minúscula e as tetonas enormes de fora (110 cm).
Levamos as cadeiras de praia e colocamos ao lado da piscina, onde devia ter umas 30 pessoas facilmente. Tinha de tudo: jovens, milfs, homens com pinto curto e outros com uns pauzões enormes, e isso sem estarem eretos, hahaha.
Entre piscina, conversas e sol, passamos umas duas horas. Até que ficou necessário se hidratar.
— Onde dá pra comprar algo pra beber aqui?
— Você vai andando por ali, e uns 100 metros adiante vai ver o quiosque, que tem bebidas geladas, cerveja e o que precisar. — respondi.
Então ela foi. Eu aproveitei pra me jogar de novo na piscina e conversar com dois casais que estavam tomando sol na borda. Voltei pra cadeira, pra pegar um sol, e acabei dormindo meia hora.
O problema é que a Tamy não aparecia!!!
Fui direto pro quiosque, mas não vi ela em lugar nenhum...
Então comecei a procurar por todo lado. Perguntei pra senhora do quiosquinho, e ela disse que uma garota mais ou menos como descrevi tinha comprado uma cerveja e ido embora rápido, mas uns 40 minutos atrás...
De longe, e todo mundo pelado, não é muito fácil reconhecer alguém... então percorri o P.V. inteiro.
Bati nos banheiros, só por precaução. Mas nada.
Até que entro no galpão, onde tem vários quartos. Os casais se trancam lá dentro e os punheteiros ficam ouvindo os gemidos do lado de fora, tentando olhar pelo buraco da fechadura ou por onde dê pra ver alguma coisa. Dava pra ouvir vários casais, e o corredor tava cheio de homens se masturbando. Tive que passar no meio deles, porque também tem um banheiro ali. Mas ela não tava naquele banheiro...
Mas de todos os quartos do galpão, um estava com a porta escancarada, e vários homens debruçados, quase dentro do quarto...
Como bom masturbador, não quis ser menos, já que com tantos gemidos minha pica tinha subido...
Mas quando me espiei, percebi que não devia ter ido naquele lugar com minha esposa "recatada"... uma garrafa de cerveja vazia do lado da cama, daquelas cobertas de courino vermelho... onde dois homens estavam comendo uma senhora de peitão... ela de quatro, um comendo por trás, outro pela frente, e na boca, outra pica. Não sei se preciso esclarecer, mas a minha tem no máximo 15 cm. Mas essas eram bem mais compridas e grossas, na real a mão dela não conseguia pegar inteira...
Pra chegar nela, que tava meio "alegrinha", tive que esperar os caras que tavam comendo ela terminarem, e levei ela pra lavar no chuveiro. A porra escorria da boca dela pelos peitos, além dos que não conseguiram foder ela, batendo punheta em cima dela. Então ela tava bem leitada. E custou pra ela andar no começo, porque também comeram ela por trás.
Quando a bebedeira passou, já em casa, a gente conversou sobre o assunto. Falei que não tava bravo, pelo contrário, eu curto se ela curte.
Então naquela semana, a gente foi mais algumas vezes, mas ela se soltou bastante... até chegamos a ir num clube de swing...
Mas essas são outras histórias, pra outro post...
Meu nome é Germán, tenho 43 anos, e minha esposa, que é bem recatada (e tem um passado que não quer me contar), se chama Tamara.
Estamos casados há 16 anos e temos 3 filhos.
Tamara não é nem um pouco liberal, na verdade prefere transar com a luz apagada do que acesa, e nunca conseguimos ver um filme pornô juntos, porque ela se horroriza e começa a bufar, querendo mudar de canal. O assunto sexo é bem complicado, já que ela não quer contar suas fantasias, nem deixa eu contar as minhas, o que faz com que na hora de foder a gente não passe de um simples papai-e-mamãe.
Eu, por outro lado, sou mais "mente aberta", quando solteiro ia a clubes de swing, praias de nudismo, e tudo que tivesse a ver, direta ou indiretamente, com sexo.
Muitas vezes insisti tanto nesses 16 anos, que acabo tomando algumas liberdades, e ela me acompanha (óbvio, de má vontade).
Foi assim que este ano propus "pegar sol" sem marcas de roupa... Desse jeito, fui fazendo a "cabeça" dela pra despertar a curiosidade... Cada vez que a gente fodía, eu ia falando como é gostoso nadar e pegar sol completamente pelados... Claro que ela nem queria ouvir falar disso. Dizia que era muito branca, que não gostava tanto de sol, que isso e aquilo.
Até que na semana do dia 10 de fevereiro, quando fez uns 39 ou 40°C, os meninos foram pra um aniversário que tinha piscina. E ficamos sozinhos... com 40 graus!!
- Tamy, esse ar-condicionado não tá dando conta! Deve estar sem gás, ou o calor tá demais!! Como eu queria estar numa piscina!!!
- Então dá uma olhada num sítio, algum lugar pra passar o dia! - ela disse.
Eu, nem bobo nem nada, fiz umas pesquisas no Google, mas já sabia onde ir...
- Aqui achei um!! - exclamei. - Pega o biquíni, a toalha e eu levo as cadeiras!!!
Em 30 minutos, estávamos a caminho dos arredores de Luján, pela Rodovia Oeste.
Até que chegamos a um campo de nudismo, chamado P.V.
Entramos sem sustos, estava cheio de carros e cheio de gente. andando completamente nus. Alguma ou outra mulher estava só de topless, mas eram minoria.
Tamara me olhou, entre surpresa e irritada, e tirou a roupa também. Eu tirei tudo na hora. E ela teve que me seguir, mas ficou só com uma tanga minúscula e as tetonas enormes de fora (110 cm).
Levamos as cadeiras de praia e colocamos ao lado da piscina, onde devia ter umas 30 pessoas facilmente. Tinha de tudo: jovens, milfs, homens com pinto curto e outros com uns pauzões enormes, e isso sem estarem eretos, hahaha.
Entre piscina, conversas e sol, passamos umas duas horas. Até que ficou necessário se hidratar.
— Onde dá pra comprar algo pra beber aqui?
— Você vai andando por ali, e uns 100 metros adiante vai ver o quiosque, que tem bebidas geladas, cerveja e o que precisar. — respondi.
Então ela foi. Eu aproveitei pra me jogar de novo na piscina e conversar com dois casais que estavam tomando sol na borda. Voltei pra cadeira, pra pegar um sol, e acabei dormindo meia hora.
O problema é que a Tamy não aparecia!!!
Fui direto pro quiosque, mas não vi ela em lugar nenhum...
Então comecei a procurar por todo lado. Perguntei pra senhora do quiosquinho, e ela disse que uma garota mais ou menos como descrevi tinha comprado uma cerveja e ido embora rápido, mas uns 40 minutos atrás...
De longe, e todo mundo pelado, não é muito fácil reconhecer alguém... então percorri o P.V. inteiro.
Bati nos banheiros, só por precaução. Mas nada.
Até que entro no galpão, onde tem vários quartos. Os casais se trancam lá dentro e os punheteiros ficam ouvindo os gemidos do lado de fora, tentando olhar pelo buraco da fechadura ou por onde dê pra ver alguma coisa. Dava pra ouvir vários casais, e o corredor tava cheio de homens se masturbando. Tive que passar no meio deles, porque também tem um banheiro ali. Mas ela não tava naquele banheiro...
Mas de todos os quartos do galpão, um estava com a porta escancarada, e vários homens debruçados, quase dentro do quarto...
Como bom masturbador, não quis ser menos, já que com tantos gemidos minha pica tinha subido...
Mas quando me espiei, percebi que não devia ter ido naquele lugar com minha esposa "recatada"... uma garrafa de cerveja vazia do lado da cama, daquelas cobertas de courino vermelho... onde dois homens estavam comendo uma senhora de peitão... ela de quatro, um comendo por trás, outro pela frente, e na boca, outra pica. Não sei se preciso esclarecer, mas a minha tem no máximo 15 cm. Mas essas eram bem mais compridas e grossas, na real a mão dela não conseguia pegar inteira...
Pra chegar nela, que tava meio "alegrinha", tive que esperar os caras que tavam comendo ela terminarem, e levei ela pra lavar no chuveiro. A porra escorria da boca dela pelos peitos, além dos que não conseguiram foder ela, batendo punheta em cima dela. Então ela tava bem leitada. E custou pra ela andar no começo, porque também comeram ela por trás.
Quando a bebedeira passou, já em casa, a gente conversou sobre o assunto. Falei que não tava bravo, pelo contrário, eu curto se ela curte.
Então naquela semana, a gente foi mais algumas vezes, mas ela se soltou bastante... até chegamos a ir num clube de swing...
Mas essas são outras histórias, pra outro post...
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