Amor Com Um Desconhecido

Amor Com Um DesconhecidoAmor Com Um Desconhecido: Tarde de calor. Desci do trem e comecei a andar com medo. Já tinha escurecido fazia uma hora e ainda faltavam cinco quadras pra chegar na pensão onde alugava um quarto de merda. A vizinhança era perigosa e sempre fedia. Meu maior terror era ser roubada. Voltava do trabalho com mercadoria e um dinheirinho na bolsa. Se me tomassem a grana, não teria o que comer. Vivia na miséria, só com o básico..😭 Quando fechei a porta do prédio atrás de mim, senti alívio. Finalmente tinha chegado com minhas coisas intactas. Peguei o elevador rangente até o terceiro andar e, quando ia descer, sinto que batem na minha panturrilha direita. Perco o equilíbrio e caio, batendo minha bunda no canto de um vaso. A dor era aguda e me tirou qualquer reação. A única coisa que senti foi um homem gordo, com cheiro de suor, que se jogou em cima de mim. Com uma mão queria tampar minha boca e com a outra puxava minha calcinha, como se quisesse rasgá-la. — Não grita, filha da puta, não grita — ele dizia em voz baixa. Eu tava sozinha. Aterrorizada, num corredor escuro e descascado. A vizinha do lado abriu um pouco a porta, olhou a cena e fechou de novo. Tava perdida. A calcinha não rasgou, mas já tava no meio da coxa. O sujeito tinha tirado o pau, tava molhado. Eu sentia na minha pele. Também senti a barriga enorme dele no meu peito, cortava meu ar, não conseguia gritar. O predador queria me penetrar. Já não tampava mais minha boca. Tava segurando minha bunda esquerda pra me encaixar. Eu apertava as pernas. Lutava. De repente, ele parou de me atacar. Senti ele se levantar. Pensei que tinha acabado: — Mas, não!!.. Outro homem, alto, moreno africano. Tinha pegado ele pelo cabelo e, numa língua desconhecida, começou a gritar — onculi-onculi (¿?). Meu agressor tremia de medo, pedia clemência, chorava. Se mijou. Com a mão aberta, o moreno bateu na nuca dele e, com o impulso, ele saiu. rolando e descendo as escadas correndo. Eu tava no chão limpando a saliva que o atacante tinha deixado em mim. Mal conseguia ver meu salvador, não tinha luz, e o que mais lembro daquele momento é o sorriso branco e amigável daquele grande rapaz. Agradeci ele com a voz trêmula. Não sei o que ele entendeu, não falava espanhol, mas me levantou nos braços e me levou até a porta do meu apartamento, e me disse: "yeten wich blund" (?) Ele era alto e forte. Cheirava a couro e madeira. Me deixou na entrada e lembrei que a fechadura não funcionava direito. Com medo do sátiro voltar, fiz ele entrar. Naquele instante, ele me pega pelo pescoço com firmeza e me beija na boca. A saliva dele tinha um gosto forte, com gosto de fritura. Falava comigo doce e incompreensível, parecia francês: "Juli gomer - Juli gomer" (??) Parecia que eu tava vendo um filme do Belmondo. Sentamos num sofá de veludo verde e servi uma taça de vinho tinto. Ele deu dois goles e os olhos pretos grandes dele cravaram nas minhas tetas. E me pergunta: "¿puish?, ¿Puish?" - sei lá, pensei. E respondo: "Sim!". Ele enfiou a mão pelo decote e puxou um peito pra fora. (Dizer que fiquei surpresa seria mentira da minha parte). Ele se ajoelhou e começou a chupar meus bicos. Os lábios grossos dele pareciam uma buceta enorme querendo me devorar. Minha pele começou a ficar roxa de tanta irrigação que a força da sucção causava. Depois ele sentou de novo e puxou o pau pra fora. Era a coisa mais parecida com uma mandioca. A forma era irregular, grosso no meio e mais fino na ponta.vadiaDo pau dele saíam umas gotas transparentes, peguei com a ponta dos meus dedos e brincava como se fosse cola. Com cuidado, beijei a ponta dele. A cola descia pela minha garganta e eu sentia um ardor no meu baixo ventre. Abri bem a boca e enfiei ele bem fundo. Mal cheguei na metade. Com a mão esquerda segurava a mandioca e com a direita arranhava, com a ponta das unhas, as duas castanhas aveludadas dele. Tomei a iniciativa e levei ele pra cama. Antes de começar, com muita calma, ele me despiu. Andei na frente dele, também pelada. No andar, exagerava nos movimentos de quadril e ficava na ponta dos pés pra não parecer tão baixinha. Deitei na cama de lençóis brancos e limpos (que iam durar pouco) e ele ficou me olhando. Parecia estar gostando, e me dizia: _Mainti note nosh (várias vezes). (??). Ele abriu minhas pernas e a boca dele se juntou com a minha boceta. Enfiava e tirava a língua grossa de dez centímetros. Por um instante, lembrei do Jacinto, meu anão de olhos verdes. Minhas fantasias sumiram na hora quando ele me pegou pela cintura e me virou como se fosse uma boneca. Deu um tapa forte na minha bunda esquerda. Era a segunda vez que me castigavam no mesmo lugar. Tava de costas, olhando pro travesseiro, e sentia ele arrumando os pés. A qualquer momento ia sentir a mandioca. Já tinha provado ela, agora era a vez de cozinhar no meu forno. Em fogo baixo. Era tão comprida que eu tinha medo de me machucar. Quando senti a glande dele nos meus lábios da boceta, segurei o tronco com a mão e tentei evitar qualquer investida violenta. Não precisou, ele entrou no meu canal com muita facilidade. Nunca pensei que meu corpo de descendência europeia pudesse aguentar a hombridade de outro continente. África.amadorO pau tava tão duro que, às vezes, me tirava da posição de joelhos e eu tinha que esticar as pernas pra ele não se machucar.sexoRecebi três gozadas e litros de saliva. Quando terminamos, o cara se vestiu e foi embora. O sol já tinha nascido e meus medos tinham sumido.milfAntes de dormir, fui me lavar e da minha buceta saíam enormes quantidades de esperma. Tomei um pouco pra sentir o gosto dele. Era salgado e cheio de história escrava. (Este relato é referente a um artigo do meu blog:)https://lavidasegunsonia.blogspot.com/2019/09/un-morocho-desconocido-despues-de-mi.html?m=1). T: @soniadora1962 M: soniadoraescritora@gmail.com Valeu. 😘😘

8 comentários - Amor Com Um Desconhecido

Que lindo como gozaste con esa verga t van los 10
Muy buen relato van 10
Pero es real o ficción?
Me volaste la cabeza no importa si no es real van 10