Irmã Otaku. Parte 9

Trouxe pra vocês um conto de incesto entre irmãos de minha autoria. Dessa vez, tentando fazer algo mais realista, bem fundamentado e mais devagar do que outros contos que escrevi, onde tenho dificuldade em ser mais sutil e menos explícito. Chegou a hora de apostar pesado e deixar esses irmãozinhos safados explorarem ao máximo a intimidade do quarto de hotel deles. O que esses pervertidos vão aprontar de novo?

Está dividido em capítulos mais curtos porque acho que fica mais gostoso de ler, em cada um acontece algo interessante, chegou ao ponto em que não tem mais entrada e cada mini capítulo é um petisco, ou pelo menos eu vejo assim.



Irmã Otaku. Parte 9

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Algumas fotos tiradas assim que a gente se instalou no hotel. Gostosa, né?


Um presente muito esperado.


Nessa altura, descrever o que aconteceu naquela noite depois de caminhar pelo centro de Mar del Plata seria redundante. Chegamos meio cansados de andar, depois de devorar uns hambúrgueres bem gordurosos, e quando finalmente partimos pro sexo, fizemos o básico, à moda antiga: eu por cima primeiro, depois eu por baixo e dormir, recuperar as energias da viagem pra aproveitar ao máximo as férias a partir do dia seguinte. O que eu acrescento é que acordar do lado da minha linda irmã, sem precisar esconder nada, foi algo mágico.

Senti a mão dela envolvendo meu peito, acariciando meus peitorais enquanto eu ainda estava meio sonolento, e foi descendo devagar até chegar no meu pau, enquanto ela se encostava em mim de conchinha. A mão dela pegou com delicadeza no meu pau, puxando com ternura e suavidade. Pensar que na primeira vez que a mão dela tocou minha virilha, senti um choque elétrico de desconforto; agora, sentir aquela carícia suave na minha área mais íntima era só um gostoso prenúncio do que estava por vir…

- Bom dia, irmã. - Falei, me descobrindo um pouco pra ver a mão da Tammy me batendo uma punheta do jeito que eu gostava, como se a mão dela fosse minha.

- Bom dia, irmãozinho. Dormiu bem? - Perguntou sem parar o trabalho manual.

- Muito bem. - Falei, relaxando, curtindo minha ereção e a mão macia dela me ajudando a começar bem o dia. - Tava com saudade de fazer essas coisinhas pra mim?

- Sim, muita. A gente avançou tanto que não quero perder os primeiros costumes. - Sussurrou no meu ouvido, falando como dois apaixonados na lua de mel tão esperada. Sinceramente, não tinha muita diferença, só o destino escolhido.

Depois de alguns minutos, sugeri partir pra um 69 ou, se ela preferisse, eu também dar uma mãozinha pra ela, mas ela recusou meus pedidos de justiça.

- Não, não, quero te fazer uma punheta bem clássica, também gosto dessas coisas simples.

- Tá bom, do jeito que você quiser, irmã. - Tentei repetir essa palavra porque sabia que era uma das que ela mais gostava. a cama. Lembrar dos nossos laços sanguíneos diretos era jogar mais lenha na nossa fogueira.

- No que você tá pensando? Que ideias tão passando pela sua cabeça agora? – Ela me perguntou depois de alguns minutos, sem sair da posição do meu lado.

- Em você, irmã, em como você me iniciou nessa parada toda… nas coisas que a gente pôde fazer nesse tempo, tipo gozar na sua boca, na sua buceta…

- Então tão vindo lembranças. Nada de novo não tá passando?

O tom sussurrante dela no meu ouvido, o calor do corpo dela, e a mão dela começavam a fazer efeito em mim como um viagra personalizado, feito sob medida pras minhas células.

- Sim, tô pensando em te comer o cuzinho um dia, em lamber bem o seu rabo e meter até deixar meu gozo dentro.
MmmFicou mais durinha. – Reconheceu, acelerando a mão. – Você realmente tem essa fantasia com anal, seria sacanagem depois de tudo que fez por mim se eu não realizar.
– Adoraria, Tammy
uuh- Jadié tá prestes a gozar.
- Vou sujar a cama inteira, não aguento mais.

Tamara passou a mão por baixo do meu corpo me abraçando pra cobrir meu pau com a outra mão.

- Solta tudo, eu vou segurar seu leite. – Disse enquanto a outra mão acariciava minha cabeça. – Quero que você comece o dia com o pé direito e pensando em mim.

Me relaxando por completo, curtindo tanto a mão dela quanto os sussurros sensuais, gozei à vontade, deixando a mão dela toda melada de tanto leite que jorrei.

- Quer provar? – Disfarcei de pergunta meu pedido. – A da manhã é sempre a mais gostosa.

Tammy me sorriu com malícia, disfarçando a
simde sorriso, observando a porra na mão dela.

- Bobinho, eu sempre engulo, não é nenhum desafio mais a essa altura. - E reafirmando a posição, passou a língua na palma da mão, chupou os dedos como se tivesse queijo de pizza neles, e por fim sugou o que restava na outra mão. - Tá vendo, bobinho?

Eu me joguei nela e beijei ela num surto de paixão. Tava vivendo um sonho, sabia que tudo que eu pedisse, ela faria, era meu gênio dos desejos sexuais pessoal. Claro que já tinha meu desejo na ponta da língua, meu tão sonhado anal tava mais perto do que nunca no meu horizonte.

Começamos o dia com uns beijos de língua bem apaixonados, chamem de franceses, beijos japoneses, sei lá se tinha nome, nossas línguas e bocas se chupavam tanto que não sei se dava pra categorizar. Enroscados na cama, a gente girava grudado boca a boca até meu estômago roncar e a gente decidiu descer pra tomar café.

- Vamos descer pra comer, você tem que se alimentar bem, irmãozinho. - Ela falou enquanto a gente descia as escadas, batendo na minha peito. - Se não se manter forte, vai chegar em casa desnutrido.

Eu obedeci e depois de tomar café na recepção do hotel chique onde a gente tava hospedado, saímos pra caminhar na praia enquanto comíamos sorvete. A primeira manhã em Mar del Plata tava ventosa mas ensolarada, ideal pra Tammy exibir o corpo voluptuoso dela mal coberto por uma fio dental, fiel ao estilo dela, do tipo
ahegao, esses estampados ousados com caras de garotas de anime transtornadas de prazer.cu grande

incesto
A biquíni que minha irmã usou naquele dia. Pra vocês verem que sou um homem de palavra.— Agora entendo por que a gente vem pouco aqui, a mãe tem um treco com tanta gente.
— Ela disse bem colada em mim, desviando dos brinquedos que as ondas traziam.

— Arrumar um lugar pra esticar a toalha é tipo querer enfiar um dinossauro no Tetris.

Minha irmã riu pra caralho, sem dar bola pros olheiros que já estavam desnudando ela (ainda mais) com o olhar. Até agora, se tivesse um prêmio pro biquíni mais ousado, ela levava.

— Vão deixar meus olhos tatuados de tanto que me encaram.
— Ela sussurrou, vendo cada cara que a gente cruzava ficar travado, outros cochichando e rindo com maldade. Também tinha uns me olhando com certa inveja, se perguntando o que ela viu em mim, sendo um cara magrelo e mais baixo que ela.

— Enquanto as invejosas não te derem mau-olhado, tá tudo certo.

A gente andou de um lado pro outro batendo papo, disfarçados de casal qualquer, só um pouco mais parecidos que os outros. Quando voltamos pro centrão e ficamos olhando vitrines por um tempão, percebi que a verdadeira diversão pra gente ia ser dentro do quarto do hotel. Não via a hora de testar umas paradas novas com minha irmã… umas paradas novas que eu já não aguentava mais de vontade de sentir.

Naquele dia a gente planejou pra caralho mas fez quase nada. Ficamos andando pra lá e pra cá, comendo só porcaria, olhando vitrines e entrando em cada galeria. Tammy entrou numa sexshop ousada (
Mar de Sensações(para quem não acredita nas minhas palavras) no qual ele me proibiu de entrar.

– Fica aí, hein! Outro dia eu deixo você entrar, mas hoje vou te dar uma surpresa! – Ele me desafiou num tom bem forte, me deixando plantado na porta feito um otário.

– Odeio quando você fica assim.
tsunderede dentro.
Um grupinho de turistas bisbilhoteiros riram descaradamente da minha situação e eu não liguei nem um pouco. Talvez aos olhos deles eu fosse um banana, mas na real eu sabia que, se minha irmã queria me dar uma surpresa, valia a pena não saber de nada.

- Mano, se tem uma coisa que aprendi é a seguir o jogo dela em tudo. - Falei comigo mesmo enquanto me sentava e aproveitava pra responder as mensagens da minha mãe e do meu pai. Nem eu nem ela demos a mínima bola pra eles, não queríamos ser incomodados. Minha mãe me disse, entre muitos outros pedidos, pra não deixar minha irmã sozinha, pra cuidar dela, pra não deixar ela fazer das dela na noite de Mar del Plata.

Você não percebe, mas sua irmã é rodada e não quero ter surpresas, bota um ponto final nisso.- Se ela soubesse, morria, e sim, eu sei como ela é levada... - Murmurei rindo das mensagens da minha mãe, que achava que a gente tava se virando separado.

- Tudo bem? - Tammy me perguntou, me surpreendendo com a chegada dela, sentando do meu lado. - Você não faz ideia da surpresinha que eu tenho pra você, capaz até da gente fazer um filme.

- Filme pra família toda? - Brinquei, me fazendo de engraçado.

- Vai ser mais ilegal que uma festa de
Lannisters- Piscando o olho pra mim.

O dia passou sem nada de relevante. Comemos num restaurante e, depois de um passeio noturno, voltamos pro hotel. No meu caso, já morrendo de ansiedade pela surpresa que a Tammy tinha guardado pra mim. Sabia desde aquele dia que nossa atividade diurna era só um parêntese entre nossas verdadeiras aventuras.

Depois de mais uma espera, a Tammy me deixou deitado e com os olhos vendados. Depois do que pareceu uma eternidade, ouvi os passos dela se aproximando e tirou a venda dos meus olhos.

- Caralho, maninha... - Escapei ao ver ela usando um conjunto lindo de lingerie, uniformes do prazer que ela sabia vestir como ninguém, pareciam feitos sob medida, embora ela parecesse escolher os que ficavam um tamanho menor. As carnes exuberantes dela pareciam querer se libertar daqueles conjuntinhos apertados.

- E aí? Tá gostando? - Falou dando uma voltinha. Tava usando uma saia colegial azul minúscula, uma camiseta que mal passava dos peitos, bem apertada, e no pescoço, a cereja do bolo, uma fita vermelha que combinava com os lábios dela. - É um...
seifuku— algo como um uniforme de colegial japonesa.
— Tô ligado. Cê gosta ou não?

— Desculpa, fiquei besta, claro que amei…

Tamara sentou em cima de mim, me enrolando com as pernas, sentindo o peso dela, o cheiro do perfume, a cama cedendo com o peso dela — eram sensações que eu queria levar pro túmulo.

— No que cê tava pensando? — Ultimamente ela me perguntava isso direto, igual de manhã.

— Lembrei da nossa primeira vez, quando você me deu um selinho na cama e se masturbou do meu lado, como eu fiquei em choque… e olha a gente agora, sai super natural, mas nem fodendo a gente perde a química.

— Boa definição, o segredo pra não perder a química é fazer coisas novas. — Ela sussurrou no meu ouvido. — Mas antes de te dar o que eu quero, vou te fazer trabalhar um pouquinho.

Tammy me descobriu a pica meio dura e eu, ao mesmo tempo, desnudei os peitos dela, levantando a camiseta de uma peça só, elastano e sem botão.

Enquanto eu chupava os peitos dela e beijava cada um, ela esfregava a buceta no meu pau, e assim que sentiu que tava pronta, se deixou cair, enfiando ele inteiro.
Ahhh— Tammy, que surpresa gostosa esse conjuntinho, fica muito bem em você. — Falei admirando ela enquanto se sentava em cima de mim. — E te sinto bem apertadinha. — Embora a gente transasse com frequência, naquela noite eu sentia ela estranhamente estreita por dentro, como se de algum modo ela fizesse força pra apertar minha cabeça.

— Essa não é a surpresa, bobinho, a surpresa está aqui…

Em seguida, com meu pau dentro, ela se virou de costas pra mim e ali, em cima do meu pau, tinha um
plug analdaqueles que têm uma gema de fantasia, neste caso, fúcsia.

- Não acredito, você tem um brinquedo. – Falei olhando pra ele como se fosse o medalhão de um hipnotizador. Ver aquele acessório do prazer quase perdido no meio da bunda dele, subindo e descendo, era algo incrível, tanto quanto a bucetinha apertada dele devorando minha pica.

- Claro, bobinho, tenho que me preparar pra depois você me comer o cu, senão vai doer mais. – Ele revelou se virando só um pouco. – Primeiro me ajuda a gozar bem gostosa e depois deixo você fazer o que quiser, não se apressa, hein.

- Vou te foder bem a buceta do jeito que você gosta, não se preocupa. – E colocando minhas mãos na cintura dele, enfiei todo o meu pau o mais rápido que pude. Ela ficou de joelhos nas minhas pernas, totalmente inclinada pra frente com a gema me encarando como uma câmera. Subia e descia, subia e descia, aquela gema me excitava como um feitiço de amor, a ideia de que ele tinha um brinquedo enorme no cu me deixava louco.

- Quase gozo, porra. – Falei suando mais de autocontrole do que de esforço. – Tammy mudou de posição (cuidando pra minha pica não sair) e virou o rosto pra mim de novo.

- Continua assim, não para, falta pouco pra você ganhar meu cu.
onee-san— Ah, pensei que tava garantido, então vou me ligar.

Tammy me calou a boca com um beijo profundo e barulhento enquanto a gente voltava a meter forte, eu nela e ela em mim. Sentia meu pau quase saindo e o quadril dela descendo pra envolver antes que eu perdesse o centro. A gente devia ser os irmãos incestuosos que melhor transavam no mundo, disputo esse título com qualquer um.

— Cuspi na minha boca. — Pedi, extasiado, segurando ela tão colada em mim que me apertava contra o encosto e eu nem ligava. Minha irmã, obediente, encheu a boca de saliva e, numa pausa rápida, despejou um jorro de cuspe na minha boca, que eu saboreei na frente dela como se fosse um doce.

— Dá mais, cuspi de longe, não para. — Pedi, entregue 100% na missão de ganhar o direito ao anal com todo o repertório de perversões que acumulei nas últimas semanas.

Tammy me apertou e, sem parar de meter, cuspia na minha língua e, às vezes, direto no fundo da minha boca, sentindo o jorro grosso e pegajoso bater na minha campainha. Era isso que ela sentia quando eu gozava na boca dela? A ideia de que tinha mais cuspe dela na minha boca do que o meu próprio quase me fazia gozar pela segunda vez.

Depois de brincar com nossas bocas como nunca, cuspindo um no outro de perto, de longe e boca a boca, trocamos de posição e me joguei por cima dela, assumindo o controle total da noite, caindo com todo o meu peso. Agora ela gemia feito uma puta novata, e meio com medo dos "vizinhos" reclamarem, meio por prazer, calei ela enfiando meus dois dedos até a garganta.
Ggghgh, mge gusgtha ego…- Ela tentou me encorajar dizendo para eu enfiar mais fundo.
- Eu fiz o que ela queria até fazê-la tossir saliva e levei os dedos babados à minha boca, chupando-os como se fosse um sorvete. Olhei pra minha irmã e ela estava extasiada, despenteada, com a boca cheia de batom borrado pra todo lado e encharcada de saliva própria e alheia. A expressão dela estava desfigurada de prazer, fora de si, possuída como nunca vi.

- Vamos gozar? Quer que eu goze dentro? – Perguntei acelerando o ritmo, passando de quarta pra sexta.

- Sim, sim, enche minha buceta de porra, goza tudo dentro, irmão! – Exigiu com a voz rouca de tanto jogo brusco com meus dedos. Pra botar mais lenha na fogueira, ela segurou as próprias pernas com as mãos, posição que apertava a buceta contra o brinquedo e esmagava meu pau lá dentro. – Vai, vai, enche de porra, me enche toda!

Meu silêncio mostrou meu esforço sobre-humano pra gozar até a última gota no útero dela, acostumado à minha semente, a absorver minha porra e assimilá-la no corpo dela em processos que eu desconhecia.

- Pronto, deixei tudo dentro, tudo… – Quando tirei, pra minha surpresa, só tinha fluido dela, e mal um fiozinho do meu esperma, como ela queria, minha semente ficou nas profundezas da buceta toda dilatada dela. Enfiei dois dedos pra confirmar e senti o contato ardente e viscoso da minha porra no fundo. – Olha, te enchi toda como você queria.

- Então vou te dar o que você tanto queria. – Ela sussurrou. – Cê é um irmãozinho bonzinho, te dou minha bunda pro que você quiser, aproveita.

Tammy virou de bruços, deixando aquela bundinha minúscula com o brinquedo enfiado feito laço de presente, ficando à minha mercê, totalmente exposta pro que eu quisesse.

- Não acredito, não acredito, cê é demais, irmã. – Sussurrei abrindo as nádegas dela sem saber por onde começar. Tinha tanta coisa pra fazer, mas primeiro era me recuperar, depois de uma fodida daquelas, talvez a melhor que a gente já tinha tido, eu tava 30% e a primeira coisa que eu tinha que fazer era trazer ela de volta à vida.




A estreia anal da minha irmã



Primeiro enchi a bunda dela de beijos, daqueles que deixam a boca marcada, estiquei e juntei as nádegas como se fosse argila que queria moldar com as mãos. Depois, com a bucetinha bem aberta, fui tirando o brinquedo sexual bem devagar. Pra minha surpresa, era um daqueles grandes, que tem um tubinho fino e, na ponta, uma espécie de torpedo.

- Caralho, isso tudo tava dentro de você? Não dói? – Perguntei mais pra puxar um papo picante do que outra coisa. Aquele torpedo (vamos chamar assim) quando eu tentava tirar, esticava o buraquinho dela como nunca vi esticado.

- Sabia que você ia gostar, seu pervertido. Mais vai doer o que vem depois. – Ela previu, certeira.

- Calma, não se apressa, hein. – Repeti o mesmo que ela tinha me dito. – Por enquanto tô admirando a paisagem, nem comecei. – Falando em admirar a paisagem, continuei mexendo o plug como se fosse um analógico, imaginando como ela sentia aquilo se movendo lá dentro, girando, saindo até quase ficar pra fora e depois entrando de novo.

- Você gosta que eu mexa assim, Tammy? – Perguntei com toda sinceridade, meio preocupado com o jeito que ela se agarrava no travesseiro.

- Não quero admitir, mas tá cada vez melhor. – Ela confessou.

- Então vou continuar. – Sem culpa, confiando que ela tava falando a verdade, continuei vendo o anelzinho de couro dela esticar com a parte mais grossa e, de repente, tirei ele. Tammy soltou um gemidinho que não foi planejado. – Pra não doer, vou tentar lubrificar você o melhor que puder.

Depois de ver o buraquinho dilatado por uns segundos, meti minha língua ali, partindo pro inevitável anilingus, fazendo ela ofegar com os movimentos circulares da minha língua no centro dela. Cada vez ficava mais difícil errar o alvo, já que com ele esticado pelas minhas mãos, eu conseguia enfiar mais da metade da língua sem esforço.

- Me surpreende o quanto você gosta de me lamber aí. – Observou, toda corada, como se fosse a primeira vez que eu comia o cuzinho dela. – Sem dar bola, Fui subindo e descendo por toda a sua racha, me encharcando com aquele sabor delicioso, ficando bêbado com o perfume de mulher dela.

- Me dá mais um tempinho que eu vou ficar a ponto, deixa eu ver o quanto você já tá pronta. - Expliquei como se fosse expert nisso e, depois de lamber dois dedos, enfiei nela. Como eu imaginava, dava pra sentir que a presença do brinquedo por vários minutos tinha mudado a anatomia dela. Resumindo, dava pra ir mais fundo e mais fácil dentro da bunda dela.
MmmQue bunda preciosa. — Elogiei ela, babando com meu brinquedo, depois de ver que meus dedos entravam até os nós, de tanto brincar, de tanta exploração, tava de pau duro sem perceber. — Tá pronta, irmã?

— Espera. — Ela falou, se esticando pra pegar um vidrinho escondido debaixo da cama. — Tudo bem com saliva, mas tem que lubrificar direitinho.

— Lubrificante anal, é, cê tem razão. — Concordei, jogando um jato daquela substância oleosa na minha pica e depois no meio da bunda, até transbordar, que dava gosto. Na hora, espalhei por toda a bunda dela, deixando brilhando, linda de olhar, com cada poro transbordando de prazer.

— Lá vai, já não aguento mais.

— Eu também não. — Ela disse, arqueando um pouco a bundinha pequena, deixando minha cabeça dar um beijinho pela primeira vez na escarola. Fui enfiando devagar até o anel abraçar minha cabeça toda, e tirei de novo, pra sentir uma e outra vez o anel envolvendo minha cabeça, uma sensação impagável.

— Não pensei que você ia demorar tanto, achei que ia meter a bunda de uma vez. — Ela admitiu, entre surpresa e satisfeita. — Por isso que gosto de fazer safadeza com você, sempre me agrada em tudo...

— Não sei se isso vai te agradar, mas tô tão de pau duro que não vai te desagradar por muito tempo.

Finalmente, deixei minha cabeça entrar toda e marcar o caminho do meu tronco, sentindo pela primeira vez os interiores mais proibidos dela e o lubrificante anal escorrendo pelos lados. Achei que ia entrar só metade e ter que forçar, mas minha irmã tava tão entregue que enfiei e não encontrei resistência até as bolas, no fim das contas, a bunda dela tinha engolido tudo, e eu só precisava rebolar.

— Deus, isso é bom demais, tá tudo dentro. — Falei, esticando as nádegas dela e começando o delicioso, notando como o anel se fechava na base da pica.
MmmEntro toda, tô com ela toda dentro… — Ela falou como se estivesse narrando o sexo, talvez pra me deixar mais excitado.Ahh, ahhh, uuuh, mmmEla gemeu mais alto.
— Gosta, irmãzinha? Gosta que eu te coma o cu ou quer que eu pare?
— Não, não, continua, continua, me come o cu, Tommy, quero seu gozo nos meus dois buraquinhos. — Ela sussurrou, arqueando-se mais, me forçando a ficar de pé pra fazer um grego tradicional. A bunda dela parecia se levantar como uma bandeira, apontada pro teto, me deixando cair pra penetrar ela até o fundo.
Auuuhh, aggh, auuu, ah!Ammmm, minha bunda, minha bundaahhh- Gritou sem se segurar, abrindo a racha com as mãos. - Vai fundo! Enche minha buceta de porra, goza no meu cu, vamos…
- Não, acabei de começar, deixa eu aproveitar mais. - Pedi tirando ela, observando o buraco dilatado que se apressou em fechar, um espetáculo lindo que nunca tinha visto.
- Vem, quero te comer de ladinho. - Pedi feito um moleque mimado escolhendo presente de Natal.
- Quer queimar todas as posições numa noite só, sua puta? - Me repreendeu. - Olha que não vai ser a única vez, a não ser que você me machuque muito.
- Relaxa, não vou te machucar. - Falei, fazendo conchinha. Curiosamente, nosso dia tinha começado assim, e agora terminava do mesmo jeito, só que eu estava atrás, esfregando minha glande no cu dela, levantando uma perna.
Dessa posição, como tinha visto em vários pornôs, podia beijar os lábios e os peitos dela enquanto comia aquele rabo, dando tapinhas a cada estocada, tentando pegar um ritmo gostoso.
Ahhh, auuuh, ahíaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.mmmbeija teu irmãozinho, me beija, assim, assimuuuuh…- Ela me disse, puxando meu cabelo e me levando até a boca dela pela enésima vez na noite. Me manteve preso enquanto continuava comendo ela sem parar.
- E aí? Tá difícil de gozar?
- Não, é que quero aproveitar mais, adoro essa sua bunda…- Falei, mordendo o pescoço dela.
- Você é um filho da puta, Tommy. Isso é jeito de tratar sua irmã mais velha? Você é mau, muito mau.
uuh- Reclamou com um tom bem sofrido, embora o corpo dela não se segurasse nem um milímetro.

- Tô gozando, tô gozando, aí, aí vem,
uuhQuase com brusquidão, virei ela de bruços e, com a buceta aberta pelas minhas mãos, meti nela nos minutos finais, gozando dentro e um pouco pra fora, deixando o cu dela branco e todo arrombado, dilatado, sujo de porra fruto do incesto e do lubrificante todo escorrido.

- Não acredito, você me desvirginou toda, Tommy. - Sussurrou exausta, como se tivesse corrido uma maratona. - Foi tão bom quanto você imaginava?

- Foi melhor, Tammy, melhor porque fiz com você, eu também perdi minha virgindade e consegui fazer minha primeira Booty. - Observei, deitando ao lado dela, sentindo mais cansaço do que nunca e vontade de um bom banho. Sem perceber, tinha suado igual uma negra no samba.

Tamara olhou pro meu peito, vendo ele subir e descer ofegante, acariciando.

- Que loucura tudo isso, nunca pensei que daria vida às fantasias que li por tanto tempo.

- Não se preocupa, nunca é tarde pra viver tudo que a gente quiser. - Pensei, física e mentalmente esgotado. - Que tal a gente tomar um banho? Sem compromisso, só de lavar minhas costas e eu lavar as suas já tô feliz.

- Você é tão bom, irmãozinho. - Disse ela, se esticando pra me dar um selinho. - Com você do meu lado, não preciso de mais nada, com você em casa quando a gente ficar sozinho, quando a gente for viajar em férias privadas como essa, não preciso de mais nada.

- Sabe, irmã, nesse quarto de hotel, sozinhos, percebi como seria lindo a gente morar junto, num apartamento pequeno que fosse nosso.

Tamara se levantou e se despiu devagar, com as marcas do sexo selvagem pelo corpo todo, me fazendo sentir um pouco culpado com cada marca.

- É uma ideia linda, Tommy, adoraria morar sozinha com você e ser sua namorada, pra sempre.

Sorri igual um idiota olhando pro teto, sem acreditar na felicidade que me dava um projeto de vida tão incomum. Vi ela entrar nua no banheiro e deixar a porta aberta, como me convidando. Imitei, me levantando com dificuldade da cama, apagando as luzes, seguindo ela pro banheiro onde a A água da chuva caía criando vapor. Em silêncio, entramos e fechamos a porta de correr de vidro, prontos pra lavar nossos corpos, esvaziá-los dos vestígios do nosso pecado e enchê-los de sonhos. Em silêncio, sonhamos com uma vida juntos, sem barreiras, livres de qualquer opressão moral ou civil, livres de julgamentos e castigos, livres de culpa e pra realizar todas as nossas fantasias.

Entendi naquele banho, enquanto a água quente esfregava minha pele e a Tammy ensaboava meu corpo inteiro, que irremediavelmente, eu tinha me apaixonado pela minha irmã e não sabia se devia contar pra ela o que sentia.
Te amo, mana



Praia escondida



Foi uma manhã de puro relaxo. Quase não conversamos, a noite anterior tinha sugado toda nossa energia, e feito uns robôs, a gente se movia pelaA Gostosade um lado para o outro, sem rumo fixo. A gente via uma vitrine, beliscava alguma coisa, falava com algum parente, mas nada demais. Sem dúvida era um dia pra recarregar as baterias… ou talvez não.

- Olha o que achei. - Me mostrando no celular um lugar incomum como destino pra dois irmãos.

- Praia de nudismo? Você só para quando nos descobrirem e a gente sair no Crônica, né?
- Isso seria divertido, dois irmãos lutando contra tudo pelo amor, acorrentados numa árvore pra não ir presos, que romântico, quase tão romântico quanto você no chuveiro ontem à noite… - Me lembrou do meu momento de fraqueza no banho, onde fui muito carinhoso até pros nossos padrões.

- Foi só um abraço, não é pra tanto. - Me defendi, todo corado. - Gosto da ideia de ficarmos pelados, mas se pedirem documento ou algo assim, estamos fodidos, bem fodidos.

- Você ainda é bem medroso, hein, como a voz da razão nessa loucura toda.
- Que poético pra ser otaku. - Quase nessa altura eu já não lembrava dos gostos da minha irmã. Isso mais parecia ter uma irmã atriz pornô do que uma irmã otaku.

- As otaku são profundas, tem animes complexos muito bons com diálogos fodas, tipo
Experimentos em Série com a LainDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fullmetal Alchemist…— Bom, vamos lá.
— Decidi.
— Afinal, acho que não é crime ficar pelado na frente de um parente, não temos por que esconder nada e vai ser uma experiência da hora.

— Esse é o irmãozinho que eu tanto gosto! — E me deu um selinho na frente de todo mundo na Avenida Libertador.

— Com você é impossível ficar entediado. — Admiti, vermelho que nem um tomate. Era curioso como um selinho me deixava vermelho depois das putarias que fiz com o corpo da minha irmã ontem à noite. Me deixou de lição que o contexto é tudo, e se o contexto é uma praia de nudismo, tudo podia rolar.






Continua…


irmaos


Anilingua



Valeu por ler! Todo mundo sabia que isso ia rolar, né? Qual vai ser o próximo passo dessa "casalzinho" a gente vai ter que ver.
Se vocês curtiram, agradecia se dessem nota e comentassem, assim mostram apoio e eu vejo que gostaram da história 😉 aproveitem.


Outras histórias de incesto:


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8 comentários - Irmã Otaku. Parte 9

definitivamente es la saga incestuosa mas completa q lei, tiene todo desde sexo bien hardcore o muy suave, romanticismo, momentos graciosos, referencias de anime... una joya van los 10 de siempre
Gracias jaja si no me di cuenta pero tiene de todo un poco, y eso que por ir de a poco y mantenerlo "realista" no metí tríos ni nada así
execelente bro cada capitulo es mejor mucho mejor , seria perfecto que la siguiente parte incluyeras lactancia erotica y seria super morboso que esa linda hermanita terminara embarazada seria genial
Cómo siempre una locura esos chicos saben cómo disfrutar de la vida jajaja muy bueno el relato
jaja si buena observacion, no pierden el tiempo XD
Hola genio. La verdad muy buen relato. Espero cuando tengas que terminarlo, sea un gran final. Te juro que mas que las morbosidades, me gusta tu estilo para relatar. Realmente sos un muy buen escritor, me has hecho reir en varias oportunidades.
Gracias por tu comentario, siempre intento dar un buen relato, aunque ya estamos llegando al final.