Como contei antes, anos atrás fui pervertida pelo meu tio, por muito tempo... tanto que comecei a gostar. Quando ele percebeu que eu também tava curtindo, me mostrou um novo nível, por assim dizer. Até aquele momento, era meu tio quem me dominava, quem me usava como se eu fosse uma boneca e quem segurava a corda cada vez que me enforcava... mas um dia ele me fez assumir o controle. Ele queria que eu o dominasse, queria que a corda estivesse nas minhas mãos e ele com o nó no pescoço. Eu disse que sim, como sempre, então esperamos o momento certo, que foi um dia que minha mãe saiu pra farra e eu fiquei sozinha com meu tio. Foi nessa hora que, assim que minha mãe foi embora, ele não perdeu um minuto e me pediu pra tirar a legging que eu tava usando. Eu fiz sem questionar... não sei, mas por alguma razão que só ele entendia, ele queria que eu ficasse só de camiseta e fio dental, mas com os tênis calçados. Depois, ele começou a preparar tudo no quarto dele, perto da janela que dava pra rua. Eu falei que alguém podia nos ver, mas parece que ele não ligou. Então ele colocou a corda e, quando tudo já tava pronto, me mandou sentar na cama dele e disse pra eu tirar o sutiã, mas deixar a camiseta. Eu fiz isso também sem questionar nada, e já tava até meio molhada com a situação... Ele abaixou a calça e já tava com o pau duríssimo, me fez chupar ele por um tempo e lembro que ele disse: "Realiza o último desejo desse condenado". Não sei se ele falou por falar ou se tava se referindo a outra coisa. A questão é que eu, sem dar muita importância pro que ele dizia, continuei chupando, até que num momento ele me fez parar porque sentiu que ia gozar, o que ele não queria ainda. Então esperamos um pouco até ele dar uma baixada, e depois de esperar, aí sim, ele me fez amarrar as mãos dele nas costas e colocar o nó no pescoço dele, exatamente como ele colocava em mim. Quando ele já tava com a corda no pescoço, eu peguei a corda pra começar a puxar e senti aquela sensação de poder sobre alguém. Eu ouvia meu tio gemer e tossir, enquanto a corda apertava cada vez mais o pescoço dele. Dava pra perceber que o pau dele ia endurecendo de novo, a ponto de ficar duro igual a um mastro. Eu amava aquela imagem de ter um homem tão forte e robusto submisso a uma simples corda. Mas num momento ele deu um grito forte, o que me assustou, e eu soltei a corda pra ele recuperar o fôlego. Ele me disse pra continuar. Eu continuei, mas devagar, porque tinha medo de machucar ele. Mesmo ele mandando eu puxar com força, eu dizia que não, porque não queria que nada de ruim acontecesse com ele. Aí ele respondeu que, assim como ele não se importava com meus gemidos ou gritos de agonia, eu também não deveria me importar com os dele. Eu respondi bestamente: "É, mas eu já tô acostumada a ser enforcada com força", enquanto era a primeira vez que meu tio estava sendo enforcado. Depois ele mandou eu amarrar a corda na grade da janela que tinha perto, mas esticando bem, pra ele poder se apoiar na ponta dos pés. Disse que assim seria mais leve. Eu fiz isso sem questionar. O objetivo era eu ficar com as mãos livres pra poder bater uma punheta pra ele e chupar o pau dele enquanto ele era enforcado. Foi o que comecei a fazer depois de prender a corda na grade. Eu podia ouvir e sentir meu tio se contorcendo enquanto gemia de prazer, porque eu tava chupando o pau dele, que tava bem duro. Parecia que a qualquer momento ele ia descarregar todo aquele tesão na minha boca. Mas eu parava de vez em quando, querendo ir afrouxar o nó ou trazer o banquinho, porque me dava medo do jeito que ele gemia. Mas ele mandava eu continuar, com a voz ofegante, todo vermelho e contraído pela falta de ar. Eu não aguentava mais ver ele daquele jeito, então, mesmo ele não querendo, fui e afrouxei o nó pra ele recuperar o ar. Também pedi desculpas por não conseguir continuar, implorei pra ele me entender, porque era difícil pra mim ver ele assim. Ele, com a voz toda rouca, disse que não tinha problema, mas pra eu amarrar a corda de novo, dessa vez não tão apertada. esticada, algo que desse pra apoiar a planta inteira dos pés no chão pra compressão ser mais leve.. isso eu fiz porque sabia por experiência própria que desse jeito não ia rolar nada, então me ajoelhei de novo pra chupar ele enquanto ele gemia, não de agonia, mas de prazer, até que quando sentiu que ia gozar me pediu pra parar de chupar, pra eu ficar de pé e desamarrar as mãos dele que estavam atadas nas costas. depois de fazer isso, ele me virou de costas, pediu pra eu tirar a tanga mas deixar a camiseta, o que fiz sem reclamar, e então me apertou contra o corpo dele, eu sentia o pau dele duro nas minhas costas. a ideia era encaixar o pau na bunda, mas ele era tão alto que o pau ficava naquela altura.. meu tio ainda tinha a corda no pescoço, então os movimentos dele eram limitados, aí ele levantou minha camiseta e praticamente bateu uma punheta nas minhas costas, descarregando toda aquela excitação, dava pra sentir o leite escorrendo enquanto ele suspirava de alívio.. eu tava excitada, um pouco assustada, mas a excitação era muito mais forte que o medo, os dois suados e eu com as costas todas meladas. antes de me limpar, tirei ele da corda e ele me abraçou por mais um tempo. depois disso não rolou muito mais, só tomamos banho juntos e vimos um filme numa boa.. embora depois daquele dia eu descobri que adorava sentir aquele poder sobre alguém, nas vezes seguintes já tava super acostumada e digamos que fui a dominatrix ideal dele.. mas é, a primeira vez sempre é mais difícil haha.. Abraços e obrigada por ler 😘
4 comentários - Minha primeira vez como dominadora..