Este é um relato de fantasia, algo que venho imaginando há muito tempo e pensei em narrar... Desculpe se algumas coisas soam um pouco ilógicas, mas lembrem-se que é apenas uma fantasia... espero que gostem: Como sabem, o que me dá tesão é me sentir indefesa e submissa diante de uma simples corda. Meu tio me mostrou uns vídeos de uma pessoa sendo levada à forca, num daqueles países onde ainda se usa esse método, e enquanto a pessoa se contorcia agonizante na corda, a multidão gritava e aplaudia, como se fosse o pior criminoso. Ao ver aquele vídeo, uma ideia me veio à cabeça: "e se fosse eu no lugar daquela pessoa?" E aqui começo a imaginar a sequência: No trabalho, ganhei 3 semanas de férias, cansei de ir à praia, então resolvi visitar outros lugares. Escolhi o país onde filmaram aquele vídeo que meu tio me mostrou, onde as mulheres cobrem o rosto e usam a forca como método de execução... Num ataque inexplicável de tesão, tive a ideia de viajar para aquele país com o propósito de acabar na forca diante de uma multidão. Afinal, amigos eu não tenho, só uma amiga, mas o tesão superaria esse sentimento de amizade. Minha mãe provavelmente nem me queria ter... então por que não? Não perderia nada... Então contrato um pacote turístico e faço a viagem. Ao chegar, fugiria do grupo e iria para as vilas mais distantes me hospedar e buscar uma forma de merecer o ódio das pessoas para que depois peçam minha cabeça. Em plena luz do dia, saio toda coberta, vestida como uma das mulheres da vila para não chamar atenção. Estava decidida a cometer o "ato" que causaria a fúria das pessoas à vista de todos. Uma vez feito, eles ficam enfurecidos e rapidamente vêm atrás de mim. Dois homens tentaram me defender, mas foram subjugados e decidiram enforcá-los também, por me defenderem apesar do que fiz (deixo à imaginação de cada um). Embora fossem nos enforcar na hora, nos trancaram os três em uma a sala da casa mais próxima porque queriam que houvesse muito mais gente no momento de nos enforcar e enquanto preparam tudo, nos trancam por uns 20 minutos com chave e deixam um guarda na porta, mas do lado de fora. Isso faz com que só eu e aqueles dois homens fiquemos dentro, então eu aproveito para tirar meu casaco e ficar com a roupa que eu tinha quando cheguei: uma regata sem mangas e um calção de moletom. Eu sabia que provavelmente iria causar algo naqueles dois homens, já que certamente era a primeira vez que viam uma mulher com roupas diferentes das que estavam acostumados a ver. E assim foi: ao ver meu corpo tão exposto, eles sacaram seus paus e começaram a passá-los por todo o meu corpo. Eu não resisti, já que eles foram os que me defenderam e, por minha culpa, também seriam enforcados. Então, senti que era o mínimo que eu podia fazer. Até baixei meu calção, caso algum deles quisesse me comer, mas não havia mais tempo. A multidão gritava pedindo nossas cabeças, então eles só gozaram: um em todo o meu corpo e o outro gozou na minha bunda. Segundos depois, ouço que estão abrindo a porta, então rapidamente subi meu moletom, deixando-o folgado com a intenção de que fosse caindo por causa dos movimentos bruscos que eu faria ao me contorcer sendo enforcada. Mal terminei de afrouxá-lo, entram dois caras com o rosto coberto: são os carrascos, que me agarram primeiro e me levam até onde estavam a corda e o banquinho. Eles me levaram até um campo de futebol de terra que ficava perto. A corda estava amarrada no gol, e a multidão abria caminho enquanto me cuspiam e gritavam insultos. Os carrascos me fazem subir no banquinho e colocam a corda no meu pescoço. Um deles aproveita para, disfarçadamente, tocar minha buceta, mas eu não digo nada, só espero que empurrem o banquinho. Enquanto estou parada lá em cima, vejo a multidão gritando e me cuspindo. Depois, consigo ver um cara que estava se masturbando me vendo naquela situação, uma estrangeira. com roupas diferentes das que estavam acostumados a ver nas mulheres, seria enforcada com o corpo cheio de porra... estava nua em comparação com as garotas da cidade por causa da roupa que vestia, estava toda suada de nervosismo e da tesão que sentia mesmo sabendo que era meu último dia... enquanto observo aquele homem se masturbando no meio da multidão sinto meus pés se soltarem do banquinho porque o carrasco o chutou... e sinto aquela pressão no pescoço que rapidamente me faz começar a gemer de agonia mas ao mesmo tempo sinto um calor imenso, ainda estava consciente, então sabia que estavam gostando de me ver assim, não sabia o que fazer de tão arrepiada que estava sabendo que era meu fim, então tentei esfregar minha buceta pela última vez, mas não consegui porque tinha as mãos amarradas nas costas, começo a mexer as pernas violentamente, o que faz a calça descer um pouco e a tirinha da minha calcinha preta ficar à vista, isso faz a multidão rir de mim, da minha agonia erótica, a pressão é mais forte então finalmente perco a consciência e começo a convulsionar derramando saliva e me mijando por todos os lados. O sofrimento acabou, fiquei pendurada, sem me mexer, sem ar, a língua inchada e bem pra fora, olhando para o nada, a camiseta colada no corpo de tão molhada que estava de tanto suar pelos movimentos bruscos que fiz agonizando... quando chegou a hora de me descerem os carrascos notaram que minha calça e minha calcinha estavam encharcadas dos meus fluidos, além de notarem a porra seca dos dois homens com quem estive trancada e que gozaram em mim... souberam então que gozei no meu final, me exibiram pela última vez antes de me colocarem num saco negro. E assim foi como a tesão foi minha sentença, quando foi além dos limites, não foram os carrascos que me mataram, foi minha própria tesão. Fim.
1 comentários - Más allá de los límites y el placer (relato fantasia)