Capítulo 1:O Começo
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3A cabana.
Capítulo 4:A cabana 2 - O presente
Capítulo 5:A cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
Capítulo 9:Torradeira
Capítulo 10:As lobas
Capítulo 11:Arrebentando a buceta
Capítulo 12:Desenraizamento
Tá claro que nessa história nem tudo eram flores. Não posso dizer que só curti minhas minas porque, além do sexo e da boa relação que a gente tinha, também rolava umas brigas depois daquela parada do Gonza... Mas, sem dúvida, uma das coisas que menos aproveitei foi planejar umas férias com elas.
Não foi difícil escolher o "quando". A Sole chegava dia 22 de Dezembro em Mendoza pra passar as festas com a família e tinha folga até o fim de Janeiro. A gente ia pegar uns 10 ou 12 dias depois do Ano Novo.
O "onde" foi uma decisão um pouco mais discutida. Reñaca (Chile) era a opção óbvia se a gente quisesse algo rápido e com praia, mas meio mundo de Mendoza vai pra lá e a estrada é um inferno. A segunda opção era pegar o carro e ir pra Córdoba, onde a gente sabia que a festa tava garantida, mas não tem mar e pra muitos mendocinos umas férias sem mar não são férias — a Pili era dessas. A gente começou a considerar opções mais caribenhas e interessantes. Nós três estávamos bem de grana e o financeiro não era problema. Depois de analisar vários lugares que não vale a pena mencionar, decidimos por Playa del Carmen. A Pili já tinha ido e recomendava. Pra mim já era um sonho me imaginar com elas naquele paraíso, fazendo as coisas que a gente tinha prometido fazer. Ser longe era um plus porque menos gente ia nos conhecer e a gente podia ficar junto sem se esconder.
Onde se hospedar foi uma discussão comprida entre elas que não vou fazer vocês sofrerem. A Pili não queria um apê porque teria que cozinhar, e a Sole não queria hotel porque não tem tanta privacidade.
A gente encontrou um hotel adults only que tinha uma parada que eles chamam de "condos" — é tipo um apartamento que faz parte do hotel e você pode usar todas as instalações, incluindo o restaurante.
A gente saía no primeiro da tarde e iam ser 12 dias juntos. Um sonho.
Sole: agora que já temos as férias montadas, a gente podia conversar sobre o que vamos fazer — e colocou um emoji de diabinho.
Eu: hahahaha primeiro matar a vontade de ficarmos os três juntos de novo, né?
Sole: com certeza!! No próprio avião!
Pili: nena! Tá tão tarada assim?
Sole: ayy ela porque o dela tá a poucos quilômetros
Eu: Então. Quer realizar a fantasia do avião?
Sole: mmmm eu tinha dito zoando mas não seria ruim. Temos um voo longo
Pili: mmm eu morro de vergonha. Não sei se consigo!
Eu: bom... Que outras fantasias vocês têm?
Pili: uma noite na praia - e emojis musicais
Eu: hahaha transar na praia?? Anotado!
Sole: haha e você Fer? Já pensou em coisas pra fazer... com a gente?
Eu: hahaha óbvio. Muito vai ser surpresa! Tenho brinquedos que comprei pra vocês há um tempo e nunca conseguimos usar
Pili: e usou com outras, seu porco??
Eu: nãooo! Nunca. Ainda estão lacrados
Sole: e o que são?
Como eu tinha contado num relato anterior, eu tinha gastado uma boa grana em brinquedos e só consegui dar os consolos e o dilatador da Pili. Não dei detalhes pra elas, mas falei quanto tinha gasto pra elas terem uma ideia.
Sole: e vai levar as algemas? Sonhei em repetir aquela noite
Eu: mmmm incluindo a violação?
Sole: sim. Podemos gritar bem alto que a gente gosta de sexo violento?!?
Eu: Pili?
Pili: mmmm óbvio que quero. Mas me incomodam as marcas... E ainda mais na praia
Depois a Sole disse que eu não tinha que ser o único a preparar surpresas e prometeu pensar em algo. E depois conversamos coisas picantes.
Eu: é a chance de encontrar o trevo de quatro folhas que tanto falamos, né?
Pili: que filha da puta. Sabia que você ia dizer isso. Me dá um pouco de medo
Sole: bom, loira! Temos dias pra escolher. Se rolar... Rola!! Eu... e se alguém pegar outra pessoa??
Eu: Traidora!! Já tá pensando em nos enganar!?
Pili: buuuh
Sole: não, bem pelo contrário! Ia propor que os outros dois pelo menos pudessem ver - a rola subiu na hora com esse comentário
Pili: issooo! Já tô imaginando te vendo com um negão
Eu: você tem a fantasia do negão, Sole?
Sole: e quem não tem?? Até a loira também!
Pili: hahaha não me coloca na fogueira não...
Elas ficaram se provocando por um tempão e depois combinamos como íamos fazer naquele dia. Ninguém podia saber que íamos os três. Então, pros outros, elas iam sozinhas, e pro meu lado, eu ia encontrar uns amigos dos EUA que conheci numa viagem. Chegou o dia e, depois das despedidas com a família no aeroporto, partimos pro Chile, que era a primeira escala. Foi aí que comecei a sentir meu ego nas alturas. Andava pelo aeroporto com essas duas gostosas e, como tivemos que esperar umas horas, elas até se apoiaram nos meus ombros pra descansar.
Já no avião, sentamos os três juntos numa fileira de quatro poltronas, mas deu o azar de o assento vago ser ocupado por uma menina de uns 12 ou 13 anos. Azar porque tentar fazer alguma coisa no avião ia ser bem difícil. Fantasia frustrada.
Depois de um voo longo e uma escala rápida no DF, chegamos no aeroporto de Cancún. O calor bateu na cara, mas estávamos super animados e até demos uns beijinhos os três sem nos esconder. Dali, pegamos uma van que nos levou pra Playa del Carmen pra finalmente desembarcar no lugar que a gente tinha reservado. O condomínio era um luxo (e custou caro também), tinha dois quartos, um com duas camas de casal e outro com uma king. A sala era bem espaçosa, com uma janelona que dava pra um terraço, de onde se saía pra uma piscina que se ligava com o resto do complexo. Tudo impecável. As minas estavam felizes e fizemos o possível pra deixar as coisas como estavam e sair pra explorar a piscina e a praia.
Depois de 10 minutos, elas saíram do quarto de biquíni e short. Era um espetáculo vê-las. A Pili de branco e a Sole de vermelho... me joguei em cima delas pra beijar e dizer o quanto as queria. Nós três combinamos que, quando o sol se pusesse, íamos colocar o papo em dia e que agora era hora de curtir a água e pisar na areia. Já seria redundante falar o quanto era incrível ver as duas se divertindo na água cristalina. Resumindo, ficamos umas horas lá fora aproveitando a praia até chegar a hora do jantar. No hotel, serviam bem cedo, então às 8 já estávamos prontos pra comer algo e depois fomos pro bar tomar uns drinks. Decidimos não sair pra lugar nenhum porque estávamos cansados da viagem, então começamos a ficar de boa no bar, onde vários caras queriam conhecer as minas. Depois de nos cansarmos de dar fora nos caras, fomos nós três pra praia com o objetivo de realizar uma fantasia.
Nós três deitamos na areia e começamos a nos beijar. O álcool e a adrenalina de sermos vistos fizeram a gente partir pra ação rápido, e eu já estava com o pau pra fora. Não falávamos nada pra ninguém ouvir, e a Sole me batia uma enquanto a Pili continuava me beijando. Em minutos, a loira desceu pra ajudar a amiga, e eu tinha as duas de quatro me chupando o pau. Levantei um pouco a cabeça pra ver o cenário e, ao longe, vi alguém nos observando e se aproximando. Senti uma mistura de tesão e medo. O cara queria olhar? E se quisesse mais? Eu tava em condições de protegê-las?
Eu: Tem um cara olhando – As duas se viraram sem soltar meu pau
Pili: Que medo, mano. Vamos pra dentro
O cara fez um sinal pra eu ir falar com ele. Falei pras minas ficarem ali que já voltávamos pro apê e fui até ele.
Estranho: Opa, vejo que você tá se divertindo com as gatas – falou baixo e num tom amigável – só queria avisar que se os guardas pegarem vocês, podem te multar ou prender
Eu: Ah. Sério? – Meu pau já tava murchando com a seriedade do assunto – valeu pelo aviso então. A gente vai. Qual é seu nome?
Estranho: Antonio
Eu: Valeu, Antonio. Vou contar pra elas e a gente vaza
Voltei e as meninas já estavam de pé, prontas pra voltar pro apê. Contei pra elas e elas riram. Saímos correndo igual adolescente que ouve que a polícia tá vindo e só corre. Mais uma fantasia frustrada.
Já na nossa casa provisória e ainda afetados pelo álcool, nos jogamos na cama e continuamos no que estávamos. As duas de joelhos percorrendo meu pau.
Eu: Tragam seus brinquedos — pedi entre gemidos.
Sole: E os seus brinquedos? Vão continuar sendo surpresa?
Eu: Sim. Hoje estamos moídos. Precisamos de mais tempo.
As duas voltaram com seus respectivos consolos e começamos a brincar. Deitei elas na cama de barriga pra cima. Tirei a pouca roupa que tinham e comecei a percorrer elas com minha língua. Desde os pescoços, passando pelos peitos até chegar na buceta. Enquanto chupava a buceta de uma, enfiava uns dedos na outra e deixei os dois brinquedinhos à mão. Peguei os dois consolos e olhei pra elas com cara de pervertido.
Eu: Faz tempo que tava afim de brincar com vocês e esses dois — elas abriram as pernas na hora — Vamos ver quem aguenta tudo primeiro.
Pili: mmm… acho que vou perder.
Sole: ehh, puta! Tá querendo me dizer o quê? Que eu sou mais arrombada? — rimos os três.
Não foi tão fácil quanto pensei. Comecei a enfiar o da Sole primeiro enquanto ela se agarrava no lençol e tentava alcançar a Pili com a boca. Enfiei o suficiente pra não sair sozinho e fui pra buceta da Pili. Como ela mesma disse, a amiga dela era mais aberta. Com a Pili custava um pouco mais.
Pili: Ai, como eu tava sentindo falta disso!! — dizia enquanto beijava a amiga agora com intensidade.
Sole: Enfia mais que a gente quer ver quem ganha — me ordenava e a frase dela era cortada pelos beijos da amiga.
Quando passei da metade, as duas já estavam gemendo muito e muito molhadas. Isso me ajudou a continuar enfiando o pedaço de plástico. Comecei a notar que com a Pili custava mais enquanto a morena continuava engolindo o consolo.
Eu: Acho que a Sole ganha — E se o empurrão final pra enfiar tudo na buceta da morena
Sole: mmm… ahhh - Ela se lambia e gemia
Empurrei o da Pili que não chegou até o final, mas já tava fazendo ela gozar com meus movimentos. Pedi pra elas levantarem com as picas de plástico enfiadas e começaram a me chupar de quatro. Do meu lugar, não conseguia parar de olhar como aqueles pedaços vermelhos e amarelos saíam e eu empurrava de volta como podia, esticando minhas mãos.
Peguei a morena pela mão e coloquei ela com a raba apontada pra mim.
Eu: Ajuda sua amiga a enfiar tudo - Pili se virou e Sole começou a tocar ela.
Eu tinha um close do caralho da bunda da Sole com aquele pedaço vermelho enfiado na buceta dela e não resisti à tentação de tocar o cu dela e lamber. Ela não dizia nada e tava adorando. Enfiei meu dedo e ela reagiu.
Sole: Para, que é o primeiro dia. Não pode me deixar manca pro resto das férias
Aí percebi que tinha que ser cuidadoso porque íamos ficar juntos vários dias. Outras vezes tinha deixado elas quebradas ou marcadas, mas depois não via por dias. Agora podia me foder sozinho.
Eu: Não, calma. Hoje sua raba tá salva - e empurrei o dedo um pouco mais
Desci pra tirar o pedaço de plástico da buceta dela e quando peguei na mão, entreguei pra elas. Sole pegou e ficou tocando o clitóris da loira com ele. Depois enfiou na boca, saboreando todos os sucos dela. Eu tava com a pica explodindo, então peguei a morena e enfiei a pica bem fundo. Era foda como minha pica deslizava de tão molhada que a Sole tava.
Elas já tavam gritando. Dava pra ver que a gente tava num lugar onde não ligava se ouviam ou não. Sole deitou a Pili pra ter ela mais perto enquanto continuava recebendo minhas picaças de quatro. Depois de vários minutos empurrando o pedaço que tava enfiado e brincando com o clitóris dela, a loira explodiu num orgasmo inesquecível.
Eu aproveitei pra acelerar o ritmo e em poucos segundos Sole começou a tremer e desabou em cima da loira.
Eu saí de dentro delas e me aproximei do rosto da Sole.
Eu: Cê gosta dele, né? — falei apontando com meu pau
Sole: ujumm
Comecei a bater uma a centímetros do rosto dela. Ela não se mexia e a Pili continuava deitada de barriga pra cima, respirando ofegante. Minhas gozadas foram descontroladas e caíram no cabelo da Sole e nos peitos da Pili até que consegui mirar melhor e descarreguei o resto na cara da morena. As gotas de porra escorriam da testa dela até o queixo e terminavam na barriga da Pili.
Me ajoelhei na cama e me acomodei devagar do lado da Pili. Os três estávamos exaustos. Eu abraçava elas tentando disfarçar a animação de estar nessa situação de novo depois de tanto tempo. Em alguns minutos quebramos o silêncio.
Pili: Acho que alguém tá me devendo uma — disse passando a mão no meu pau
Eu: hahaha pode ser
Sole: Devendo! Sua filha da puta! Pra mim tavam devendo meses de olhar pela câmera! — Os três caímos na risada juntos
Procuramos algo gelado pra beber. Sole bebia da garrafa de água com a cara toda lambuzada de porra. A naturalidade com que a gente tava vivendo aquilo era inacreditável. Tomamos banho os três e decidimos descansar pra ter toda a energia necessária pra curtir muito no dia seguinte.
Foram 12 dias incríveis que vamos tentar resumir em 4 ou 5 contos. Em breve vocês vão ter o próximo, que foi escrito pela loira.
Espero que tenham curtido.
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3A cabana.
Capítulo 4:A cabana 2 - O presente
Capítulo 5:A cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
Capítulo 9:Torradeira
Capítulo 10:As lobas
Capítulo 11:Arrebentando a buceta
Capítulo 12:Desenraizamento
Tá claro que nessa história nem tudo eram flores. Não posso dizer que só curti minhas minas porque, além do sexo e da boa relação que a gente tinha, também rolava umas brigas depois daquela parada do Gonza... Mas, sem dúvida, uma das coisas que menos aproveitei foi planejar umas férias com elas.
Não foi difícil escolher o "quando". A Sole chegava dia 22 de Dezembro em Mendoza pra passar as festas com a família e tinha folga até o fim de Janeiro. A gente ia pegar uns 10 ou 12 dias depois do Ano Novo.
O "onde" foi uma decisão um pouco mais discutida. Reñaca (Chile) era a opção óbvia se a gente quisesse algo rápido e com praia, mas meio mundo de Mendoza vai pra lá e a estrada é um inferno. A segunda opção era pegar o carro e ir pra Córdoba, onde a gente sabia que a festa tava garantida, mas não tem mar e pra muitos mendocinos umas férias sem mar não são férias — a Pili era dessas. A gente começou a considerar opções mais caribenhas e interessantes. Nós três estávamos bem de grana e o financeiro não era problema. Depois de analisar vários lugares que não vale a pena mencionar, decidimos por Playa del Carmen. A Pili já tinha ido e recomendava. Pra mim já era um sonho me imaginar com elas naquele paraíso, fazendo as coisas que a gente tinha prometido fazer. Ser longe era um plus porque menos gente ia nos conhecer e a gente podia ficar junto sem se esconder.
Onde se hospedar foi uma discussão comprida entre elas que não vou fazer vocês sofrerem. A Pili não queria um apê porque teria que cozinhar, e a Sole não queria hotel porque não tem tanta privacidade.
A gente encontrou um hotel adults only que tinha uma parada que eles chamam de "condos" — é tipo um apartamento que faz parte do hotel e você pode usar todas as instalações, incluindo o restaurante.
A gente saía no primeiro da tarde e iam ser 12 dias juntos. Um sonho.
Sole: agora que já temos as férias montadas, a gente podia conversar sobre o que vamos fazer — e colocou um emoji de diabinho.
Eu: hahahaha primeiro matar a vontade de ficarmos os três juntos de novo, né?
Sole: com certeza!! No próprio avião!
Pili: nena! Tá tão tarada assim?
Sole: ayy ela porque o dela tá a poucos quilômetros
Eu: Então. Quer realizar a fantasia do avião?
Sole: mmmm eu tinha dito zoando mas não seria ruim. Temos um voo longo
Pili: mmm eu morro de vergonha. Não sei se consigo!
Eu: bom... Que outras fantasias vocês têm?
Pili: uma noite na praia - e emojis musicais
Eu: hahaha transar na praia?? Anotado!
Sole: haha e você Fer? Já pensou em coisas pra fazer... com a gente?
Eu: hahaha óbvio. Muito vai ser surpresa! Tenho brinquedos que comprei pra vocês há um tempo e nunca conseguimos usar
Pili: e usou com outras, seu porco??
Eu: nãooo! Nunca. Ainda estão lacrados
Sole: e o que são?
Como eu tinha contado num relato anterior, eu tinha gastado uma boa grana em brinquedos e só consegui dar os consolos e o dilatador da Pili. Não dei detalhes pra elas, mas falei quanto tinha gasto pra elas terem uma ideia.
Sole: e vai levar as algemas? Sonhei em repetir aquela noite
Eu: mmmm incluindo a violação?
Sole: sim. Podemos gritar bem alto que a gente gosta de sexo violento?!?
Eu: Pili?
Pili: mmmm óbvio que quero. Mas me incomodam as marcas... E ainda mais na praia
Depois a Sole disse que eu não tinha que ser o único a preparar surpresas e prometeu pensar em algo. E depois conversamos coisas picantes.
Eu: é a chance de encontrar o trevo de quatro folhas que tanto falamos, né?
Pili: que filha da puta. Sabia que você ia dizer isso. Me dá um pouco de medo
Sole: bom, loira! Temos dias pra escolher. Se rolar... Rola!! Eu... e se alguém pegar outra pessoa??
Eu: Traidora!! Já tá pensando em nos enganar!?
Pili: buuuh
Sole: não, bem pelo contrário! Ia propor que os outros dois pelo menos pudessem ver - a rola subiu na hora com esse comentário
Pili: issooo! Já tô imaginando te vendo com um negão
Eu: você tem a fantasia do negão, Sole?
Sole: e quem não tem?? Até a loira também!
Pili: hahaha não me coloca na fogueira não...
Elas ficaram se provocando por um tempão e depois combinamos como íamos fazer naquele dia. Ninguém podia saber que íamos os três. Então, pros outros, elas iam sozinhas, e pro meu lado, eu ia encontrar uns amigos dos EUA que conheci numa viagem. Chegou o dia e, depois das despedidas com a família no aeroporto, partimos pro Chile, que era a primeira escala. Foi aí que comecei a sentir meu ego nas alturas. Andava pelo aeroporto com essas duas gostosas e, como tivemos que esperar umas horas, elas até se apoiaram nos meus ombros pra descansar.
Já no avião, sentamos os três juntos numa fileira de quatro poltronas, mas deu o azar de o assento vago ser ocupado por uma menina de uns 12 ou 13 anos. Azar porque tentar fazer alguma coisa no avião ia ser bem difícil. Fantasia frustrada.
Depois de um voo longo e uma escala rápida no DF, chegamos no aeroporto de Cancún. O calor bateu na cara, mas estávamos super animados e até demos uns beijinhos os três sem nos esconder. Dali, pegamos uma van que nos levou pra Playa del Carmen pra finalmente desembarcar no lugar que a gente tinha reservado. O condomínio era um luxo (e custou caro também), tinha dois quartos, um com duas camas de casal e outro com uma king. A sala era bem espaçosa, com uma janelona que dava pra um terraço, de onde se saía pra uma piscina que se ligava com o resto do complexo. Tudo impecável. As minas estavam felizes e fizemos o possível pra deixar as coisas como estavam e sair pra explorar a piscina e a praia.
Depois de 10 minutos, elas saíram do quarto de biquíni e short. Era um espetáculo vê-las. A Pili de branco e a Sole de vermelho... me joguei em cima delas pra beijar e dizer o quanto as queria. Nós três combinamos que, quando o sol se pusesse, íamos colocar o papo em dia e que agora era hora de curtir a água e pisar na areia. Já seria redundante falar o quanto era incrível ver as duas se divertindo na água cristalina. Resumindo, ficamos umas horas lá fora aproveitando a praia até chegar a hora do jantar. No hotel, serviam bem cedo, então às 8 já estávamos prontos pra comer algo e depois fomos pro bar tomar uns drinks. Decidimos não sair pra lugar nenhum porque estávamos cansados da viagem, então começamos a ficar de boa no bar, onde vários caras queriam conhecer as minas. Depois de nos cansarmos de dar fora nos caras, fomos nós três pra praia com o objetivo de realizar uma fantasia.
Nós três deitamos na areia e começamos a nos beijar. O álcool e a adrenalina de sermos vistos fizeram a gente partir pra ação rápido, e eu já estava com o pau pra fora. Não falávamos nada pra ninguém ouvir, e a Sole me batia uma enquanto a Pili continuava me beijando. Em minutos, a loira desceu pra ajudar a amiga, e eu tinha as duas de quatro me chupando o pau. Levantei um pouco a cabeça pra ver o cenário e, ao longe, vi alguém nos observando e se aproximando. Senti uma mistura de tesão e medo. O cara queria olhar? E se quisesse mais? Eu tava em condições de protegê-las?
Eu: Tem um cara olhando – As duas se viraram sem soltar meu pau
Pili: Que medo, mano. Vamos pra dentro
O cara fez um sinal pra eu ir falar com ele. Falei pras minas ficarem ali que já voltávamos pro apê e fui até ele.
Estranho: Opa, vejo que você tá se divertindo com as gatas – falou baixo e num tom amigável – só queria avisar que se os guardas pegarem vocês, podem te multar ou prender
Eu: Ah. Sério? – Meu pau já tava murchando com a seriedade do assunto – valeu pelo aviso então. A gente vai. Qual é seu nome?
Estranho: Antonio
Eu: Valeu, Antonio. Vou contar pra elas e a gente vaza
Voltei e as meninas já estavam de pé, prontas pra voltar pro apê. Contei pra elas e elas riram. Saímos correndo igual adolescente que ouve que a polícia tá vindo e só corre. Mais uma fantasia frustrada.
Já na nossa casa provisória e ainda afetados pelo álcool, nos jogamos na cama e continuamos no que estávamos. As duas de joelhos percorrendo meu pau.
Eu: Tragam seus brinquedos — pedi entre gemidos.
Sole: E os seus brinquedos? Vão continuar sendo surpresa?
Eu: Sim. Hoje estamos moídos. Precisamos de mais tempo.
As duas voltaram com seus respectivos consolos e começamos a brincar. Deitei elas na cama de barriga pra cima. Tirei a pouca roupa que tinham e comecei a percorrer elas com minha língua. Desde os pescoços, passando pelos peitos até chegar na buceta. Enquanto chupava a buceta de uma, enfiava uns dedos na outra e deixei os dois brinquedinhos à mão. Peguei os dois consolos e olhei pra elas com cara de pervertido.
Eu: Faz tempo que tava afim de brincar com vocês e esses dois — elas abriram as pernas na hora — Vamos ver quem aguenta tudo primeiro.
Pili: mmm… acho que vou perder.
Sole: ehh, puta! Tá querendo me dizer o quê? Que eu sou mais arrombada? — rimos os três.
Não foi tão fácil quanto pensei. Comecei a enfiar o da Sole primeiro enquanto ela se agarrava no lençol e tentava alcançar a Pili com a boca. Enfiei o suficiente pra não sair sozinho e fui pra buceta da Pili. Como ela mesma disse, a amiga dela era mais aberta. Com a Pili custava um pouco mais.
Pili: Ai, como eu tava sentindo falta disso!! — dizia enquanto beijava a amiga agora com intensidade.
Sole: Enfia mais que a gente quer ver quem ganha — me ordenava e a frase dela era cortada pelos beijos da amiga.
Quando passei da metade, as duas já estavam gemendo muito e muito molhadas. Isso me ajudou a continuar enfiando o pedaço de plástico. Comecei a notar que com a Pili custava mais enquanto a morena continuava engolindo o consolo.
Eu: Acho que a Sole ganha — E se o empurrão final pra enfiar tudo na buceta da morena
Sole: mmm… ahhh - Ela se lambia e gemia
Empurrei o da Pili que não chegou até o final, mas já tava fazendo ela gozar com meus movimentos. Pedi pra elas levantarem com as picas de plástico enfiadas e começaram a me chupar de quatro. Do meu lugar, não conseguia parar de olhar como aqueles pedaços vermelhos e amarelos saíam e eu empurrava de volta como podia, esticando minhas mãos.
Peguei a morena pela mão e coloquei ela com a raba apontada pra mim.
Eu: Ajuda sua amiga a enfiar tudo - Pili se virou e Sole começou a tocar ela.
Eu tinha um close do caralho da bunda da Sole com aquele pedaço vermelho enfiado na buceta dela e não resisti à tentação de tocar o cu dela e lamber. Ela não dizia nada e tava adorando. Enfiei meu dedo e ela reagiu.
Sole: Para, que é o primeiro dia. Não pode me deixar manca pro resto das férias
Aí percebi que tinha que ser cuidadoso porque íamos ficar juntos vários dias. Outras vezes tinha deixado elas quebradas ou marcadas, mas depois não via por dias. Agora podia me foder sozinho.
Eu: Não, calma. Hoje sua raba tá salva - e empurrei o dedo um pouco mais
Desci pra tirar o pedaço de plástico da buceta dela e quando peguei na mão, entreguei pra elas. Sole pegou e ficou tocando o clitóris da loira com ele. Depois enfiou na boca, saboreando todos os sucos dela. Eu tava com a pica explodindo, então peguei a morena e enfiei a pica bem fundo. Era foda como minha pica deslizava de tão molhada que a Sole tava.
Elas já tavam gritando. Dava pra ver que a gente tava num lugar onde não ligava se ouviam ou não. Sole deitou a Pili pra ter ela mais perto enquanto continuava recebendo minhas picaças de quatro. Depois de vários minutos empurrando o pedaço que tava enfiado e brincando com o clitóris dela, a loira explodiu num orgasmo inesquecível.
Eu aproveitei pra acelerar o ritmo e em poucos segundos Sole começou a tremer e desabou em cima da loira.
Eu saí de dentro delas e me aproximei do rosto da Sole.
Eu: Cê gosta dele, né? — falei apontando com meu pau
Sole: ujumm
Comecei a bater uma a centímetros do rosto dela. Ela não se mexia e a Pili continuava deitada de barriga pra cima, respirando ofegante. Minhas gozadas foram descontroladas e caíram no cabelo da Sole e nos peitos da Pili até que consegui mirar melhor e descarreguei o resto na cara da morena. As gotas de porra escorriam da testa dela até o queixo e terminavam na barriga da Pili.
Me ajoelhei na cama e me acomodei devagar do lado da Pili. Os três estávamos exaustos. Eu abraçava elas tentando disfarçar a animação de estar nessa situação de novo depois de tanto tempo. Em alguns minutos quebramos o silêncio.
Pili: Acho que alguém tá me devendo uma — disse passando a mão no meu pau
Eu: hahaha pode ser
Sole: Devendo! Sua filha da puta! Pra mim tavam devendo meses de olhar pela câmera! — Os três caímos na risada juntos
Procuramos algo gelado pra beber. Sole bebia da garrafa de água com a cara toda lambuzada de porra. A naturalidade com que a gente tava vivendo aquilo era inacreditável. Tomamos banho os três e decidimos descansar pra ter toda a energia necessária pra curtir muito no dia seguinte.
Foram 12 dias incríveis que vamos tentar resumir em 4 ou 5 contos. Em breve vocês vão ter o próximo, que foi escrito pela loira.
Espero que tenham curtido.
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