El Trébol - Vacaciones juntos

Capítulo 1:O Começo
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3:A cabana
Capítulo 4:A Cabana 2 - O Presente
Capítulo 5:A Cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
Capítulo 9:Torradeira
Capítulo 10:As lobas
Capítulo 11:Quebrando o trevo
Capítulo 12:Desenraizamento

Tá claro que nessa história nem tudo eram flores. Não posso dizer que só curti minhas gatas porque, além do sexo e do bom relacionamento que a gente tinha, também tivemos nossas brigas depois do rolê com o Gonza... Mas sem dúvidas uma das coisas que menos gostei foi planejar férias com elas.

Escolher o "quando" não foi difícil. A Sole chegava no dia 22 de Dezembro em Mendoza pra passar as festas com a família e ficava livre até o fim de Janeiro. A gente ia pegar uns 10 ou 12 dias depois do Ano Novo.

O "onde" foi uma decisão um pouco mais discutida. Reñaca (Chile) era a opção óbvia se a gente quisesse fazer algo rápido e com praia, mas metade de Mendoza vai pra lá e a viagem é uma tortura. A segunda opção era pegar o carro e ir pra Córdoba, onde a gente sabia que a festa era garantida, mas não tem mar - e pra muitos mendocinos, férias sem mar não são férias. A Pili era uma das que pensava assim. A gente começou a considerar opções mais caribenhas e interessantes. Nós três estávamos bem financeiramente e a parte econômica não era problema. Depois de analisar vários lugares que nem vale a pena mencionar, a gente se decidiu por Playa del Carmen. A Pili já tinha ido e recomendava. Pra mim já era um sonho me imaginar com elas nesse paraíso fazendo as coisas que a gente tinha prometido fazer. O fato de ser longe era um plus porque menos gente ia nos conhecer e a gente podia ficar junto sem se esconder.

Onde se hospedar foi uma discussão looonga entre elas que não vou fazer vocês sofrerem. A Pili não quia um apartamento porque teria que cozinhar, e a Sole não queria hotel porque não tem tanta privacidade.

Achamos um hotel adults only que tinha umas coisas que eles chamam de "condos" - é tipo um apartamento que faz parte do hotel e você pode usar todas as instalações, incluindo o restaurante.

A gente ia sair no dia primeiro à tarde e seriam 12 dias juntos. Um sonho.

Sole: agora que já deixamos as férias engatilhadas, poderíamos conversar sobre o que vamos fazer - e ela mandou um emoji de diabinho

Eu: kkkkkk primeiro vamos tirar a vontade de estar os três juntos de novo?
Sole: com certeza!! Já no avião mesmo!
Pili: gata! Tá tão tarada assim?
Sole: aiii ela porque tá com ele a poucos quilômetros
Eu: Então. Quer realizar a fantasia do avião?
Sole: mmmm eu tinha falado zoando, mas não seria ruim. Temos um voo longo
Pili: mmm eu morro de vergonha. Não sei se consigo!
Eu: bom... Que outras fantasias vocês têm?
Pili: uma noite na praia - e emojis musicais
Eu: kkkk transar na praia?? Anotado!
Sole: kkkk e você, Fer? Já pensou em coisas pra fazer... com a gente?
Eu: kkkk óbvio. Muita coisa vai ser surpresa! Tenho uns brinquedos que comprei pra vocês há um tempo e nunca conseguimos usar
Pili: e você usou com outras, safado??
Eu: nãoooo! Nunca. Ainda estão lacrados
Sole: e o que são?
Como eu tinha contado num relato anterior, eu tinha gasto uma grana boa em brinquedos e só pude dar os consolos e o dilatador da Pili. Não dei detalhes pra elas, mas falei quanto tinha gasto pra terem uma ideia.

Sole: e vai levar as algemas? Já sonhei em repetir aquela noite
Eu: mmm incluindo a parte da violação?
Sole: see. Podemos gritar bem alto que a gente gosta de sexo violento?!?
Eu: Pili?
Pili: mmm óbvio que eu quero. Mas me incomodam as marcas... E mais ainda estando na praia

Depois a Sole disse que eu não tinha que ser o único a preparar surpresas e prometeu pensar em algo. E depois a gente conversou umas coisas picantes.

Eu: é a oportunidade de encontrar o trevo de quatro folhas que tanto falamos, né?
Pili: que filho da puta. Sabia que você ia falar isso. Me dá um pouco de medo
Sole: Bom, loira! Temos dias pra escolher. Se rolar... Rola!!. Eu... E se algum de nós pegar alguém??
Eu: Traidora!! Já tá pensando em nos trair!?
Pili: buuuh
Sole: não, pelo contrário! Ia propor que os outros dois pelo menos pudessem ver - meu pau ficou duro na hora com esse comentário
Pili: eessaa! Já tô imaginando vendo você com um negro
Eu: você tem a fantasia do negro, Sole?
Sole: e quem não tem?? A loira também!
Pili: hahaha não me coloca na frente assim...

Elas ficaram se zoando um tempão e depois combinamos como faríamos naquele dia. Ninguém podia saber que nós três íamos juntos. Então, para o círculo delas, elas iam sozinhas, e para o meu, eu ia encontrar uns amigos dos EUA que conheci numa viagem. Chegou o dia e, depois das despedidas da família no aeroporto, partimos para o Chile, onde era a primeira escala. Foi aí que comecei a sentir meu ego lá nas alturas. Eu desfilava com essas duas gostosas pelo aeroporto e, como tivemos que esperar algumas horas, até se apoiaram nos meus ombros para descansar.

Já no avião, sentamos os três juntos numa fileira de quatro poltronas, com o azar de que o assento restante foi ocupado por uma menina de uns 12 ou 13 anos. Azar porque tentar fazer algo no avião ia ser bem difícil. Fantasia frustrada.

Depois de um voo longo e uma escala rápida pelo DF, chegamos ao aeroporto de Cancún. O calor bateu na nossa cara, mas estávamos muito animados e até demos uns beijos os três sem esconder. De lá, tínhamos que pegar uma van que nos levaria a Playa del Carmen para finalmente desembarcar no lugar que havíamos reservado. O condomínio era um luxo (e custou caro também), tinha dois quartos, um com duas camas de casal e outro com uma King. A sala era bem ampla, com uma janelona que dava para uma varanda, de onde você saía para uma piscina e se conectava com o resto do complexo. Tudo impecável. As garotas estavam felizes e fizemos o possível para deixar as coisas como estavam e sair para explorar a piscina e a praia.

Dez minutos depois, elas saíram do quarto de biquíni e shorts. Era um espetáculo vê-las. Pili de branco e Sole de vermelho... me joguei nelas para beijá-las e dizer o quanto as desejava. Nós três combinamos que, quando o sol se pusesse, íamos Colocar em dia e que agora era hora de aproveitar a água e pisar na praia. Já seria redundante dizer o quão incrível era vê-las as duas aproveitando a água transparente. Para resumir, ficamos algumas horas lá fora curtindo a praia até que chegou a hora do jantar. No hotel faziam bem cedo, então às 8 já estávamos prontos para comer algo e depois fomos até o bar tomar uns drinks. Decidimos não sair para lugar nenhum porque estávamos cansados da viagem, então começamos a entoar no bar onde vários caras queriam conhecer as garotas. Depois de cansar de recusar caras, nós três fomos para a praia com o objetivo de realizar uma fantasia.

Deitamos os três na areia e começamos a nos beijar. O álcool e a adrenalina de sermos vistos fizeram com que partíssemos logo para a ação, e eu já tinha meu pau para fora. Não dizíamos nada para não sermos ouvidos, e a Sole me masturbava enquanto a Pili continuava me beijando. Em alguns minutos, a loira desceu para ajudar a amiga, e eu tinha as duas de quatro chupando meu pau. Levantei um pouco a cabeça para observar o panorama e, ao longe, vi alguém nos olhando e se aproximando. Fiquei com uma mistura de tesão e medo. O cara queria só olhar? E se ele quisesse algo mais? Eu estava em condições de protegê-las?

Eu: Tem um cara olhando.
As duas se viraram sem soltar meu pau.
Pili: Que medo, bicho. Vamos para dentro.

O cara fez um sinal como se quisesse que eu fosse falar com ele. Disse às garotas que ficassem aí, que já voltávamos para o apartamento, e me aproximei dele.

Estranho: Ei, vejo que você está se divertindo com as minas — disse em voz baixa e com tom amigável — só queria avisar que, se as autoridades pegarem vocês, podem cobrar uma multa ou prender.
Eu: Ah, sério? — Meu pau já estava amolecendo pela seriedade que a situação tomou — obrigado pelo aviso, então. Vamos embora. Qual é o seu nome?
Estranho: Antônio.
Eu: Obrigado, Antônio. Agora eu conto para elas e vamos embora.

Voltei. e as meninas já estavam de pé, prontas para voltar ao apartamento. Contei pra elas e elas riram. Saímos correndo feito adolescente que ouvem que a polícia tá vindo e só corre. Mais uma fantasia frustrada.

Já no nosso lar provisório e ainda sob efeito do álcool, nos jogamos na cama e retomamos de onde paramos. As duas de joelhos, percorrendo meu pau.

Eu: Tragam seus brinquedos — pedi entre gemidos.
Sole: E seus brinquedos? Vão continuar sendo uma surpresa?
Eu: Sim. Hoje estamos acabados. Precisamos de mais tempo.

As duas voltaram com seus respectivos consoladores e começamos a brincar. Deitei elas na cama de barriga pra cima. Tirei a pouca roupa que tinham e comecei a percorrê-las com minha língua. Dos pescoços, passando pelos peitos até chegar na buceta. Enquanto chupava a buceta de uma, enfiava uns dedos na outra e deixei os dois brinquedinhos à mão. Peguei os dois consoladores e olhei pra elas com cara de pervertido.

Eu: Há tempo que eu queria brincar com vocês e esses dois — elas abriram as pernas imediatamente — Vamos ver quem aguenta tudo primeiro.
Pili: Mmm… acho que vou perder.
Sole: Ei, puta! O que você quer dizer? Que eu tô mais aberta? — nós três rimos.

Não foi tão fácil como imaginei. Comecei a enfiar o da Sole primeiro enquanto ela se agarrava no lençol e tentava alcançar a Pili com a boca. Enfiei o suficiente pra não sair sozinho e fui pra buceta da Pili. Como ela mesma disse, a amiga estava mais aberta. Com a Pili custou um pouco mais.

Pili: Ai, como senti falta disso!! — dizia enquanto beijava a amiga agora com intensidade.
Sole: Enfia mais, queremos ver quem ganha — ela me ordenava, e a frase era cortada pelos beijos da amiga.

Quando passei da metade, as duas já estavam gemendo muito e bem molhadas. Isso me ajudou a continuar enfiando o pedaço de plástico. Comecei a notar que com a Pili custava mais enquanto a morena continuava engolindo consolador.

Eu: Acho que a Sole ganha — e se o empurrão final para que entre tudo na buceta da morena
Sole: mmm… ahhh – Se lambia e gemía

Empurrei o de Pili que não chegou até o final, mas já estava fazendo ela chegar lá com meus movimentos. Pedi que elas se levantassem com os brinquedos de plástico enfiados e começaram a me chupar em 4. Do meu lugar, não conseguia parar de ver como aqueles pedaços vermelhos e amarelos saíam, e eu os empurrava como podia, esticando minhas mãos.
Agarrei a morena pela mão e a coloquei com a bunda apontando para mim.

Eu: Ajuda sua amiga a entrar tudo – Pili se virou e Sole começou a tocá-la.

Eu tinha um close da bunda impressionante da Sole com aquele pedaço vermelho enfiado na buceta dela, e não resisti à tentação de tocar seu ânus e lambê-lo. Ela não dizia nada e curtia. Enfiei meu dedo e ela reagiu.

Sole: Pô, é o primeiro dia. Não pode me deixar mancando pelo resto das férias

Aí percebi que precisava ter cuidado, porque íamos ficar juntos vários dias. Outras vezes tinha deixado elas avariadas ou marcadas, mas depois não as via por dias. Agora podia me prejudicar.

Eu: Relaxa. Hoje sua bunda se salva – e empurrei o dedo um pouco mais

Desci para tirar o pedaço de plástico da buceta dela e, quando o tive na mão, entreguei a elas. Sole pegou e começou a tocar o clitóris da loira com ele. Depois, meteu na boca, saboreando todos os seus fluidos. Eu estava com o pau explodindo, então agarrei a morena e enfiei o pau bem fundo. Era incrível como meu pau deslizava pela Sole tão molhada.
Elas já estavam gritando. Dava para ver que estávamos em um lugar onde não importava se nos ouviam ou não. Sole deitou a Pili para tê-la mais à mão enquanto ela continuava recebendo minhas enfiadas em quatro. Depois de vários minutos empurrando o pedaço que estava enfiado nela e brincando com seu clitóris, a loira explodiu em um orgasmo inesquecível.
Eu Aproveitei para acelerar o ritmo e, em poucos segundos, a Sole começou a tremer e desabou sobre a loira.

Saí de dentro delas e me aproximei do rosto da Sole.

Eu: Quer, né? – falei, apontando meu pau para ela.
Sole: Uhum.

Comecei a me masturbar a centímetros do rosto dela. Ela não se mexia, e a Pili continuava deitada de costas, respirando ofegante. Minhas porradas foram descontroladas e caíram no cabelo da Sole e nos peitos da Pili, até que consegui mirar melhor e despejei o resto no rosto da morena. As gotas de porra escorriam da testa até o queixo dela e terminavam na barriga da Pili.

Me ajoelhei na cama e me acomodei lentamente ao lado da Pili. Nós três estávamos exaustos. Eu as abraçava, tentando disfarçar a empolgação de estar nessa situação de novo depois de tanto tempo. Alguns minutos depois, quebramos o silêncio.

Pili: Acho que alguém está me devendo – disse, aproximando a mão do meu pau.
Eu: Hahaha, pode ser.
Sole: Em dívida! Filha da puta! Pra mim, vocês deviam meses de espiar pela câmera! – Nós três rimos juntos.

Procuramos algo fresco para beber. A Sole bebeu da garrafa d’água com o rosto todo melado de porra. A naturalidade com que estávamos vivendo isso era incrível. Nós três tomamos banho e decidimos descansar para ter toda a energia necessária para curtir muito no dia seguinte.

Foram 12 dias incríveis, que vamos tentar resumir em 4 ou 5 relatos. Em breve, vocês terão o próximo, que foi escrito pela loira.

Espero que tenham curtido.

3 comentários - El Trébol - Vacaciones juntos

Buenísimo, me dan ganas de irme de vacaciones 🤤