Minha primeira vez com o vizinho João (Parte 2)

Minha primeira vez com o vizinho João (Parte 2)Já fazia uma semana que estávamos morando na nossa casa nova (durante essa semana, eu só fazia o normal: me masturbar). Nesses dias, aproveitamos pra arrumar a casa, deixar tudo em ordem. Era um sábado, quando minha mãe disse: "queria ir no calçadão comprar uns sorvetes e ver o que tem de novo". Era nossa primeira noite saindo na rua com minha mãe e minhas irmãs (era tudo barulho, dança pra todo lado, obviamente ERA O CENTRO DA CIDADE). A gente tava se arrumando pra sair. Eu vesti um short de tecido (esse short era bem colado na minha bunda, marcava toda a dimensão das minhas pernas e nádegas) e uma camiseta tipo praia. Naquela época, eu gostava muito (agora eu amo). Minha mãe vestiu um vestido bem colado no corpo, preto, que deixava ver a silhueta dela (minha mãe é uma mulher que se cuida muito, come bem e faz exercício, e foi dela que a gente herdou a bunda). Minha irmã vestiu calças e blusas, e a minha irmã mais nova também. A gente já tava pronto pra sair. Mãe: Ariel, fecha bem a porta. Eu: Sim, mãe, já fechei. Começamos a descer as escadas. Quando chegamos na saída do condomínio, vi seu Pepin (João) sentado numa rede, conversando com a mãe dele (a dona do apartamento). Ele tava de bermuda curta, sem camisa, bem definido, dava pra ver os gominhos dele, tudo era lindo naquele homem. Notei que os olhos da minha mãe brilharam só de ver ele (e não culpo ela, até os meus olhos se iluminaram de ver ele). Mãe: Boa noite, como vai? João: Muito boa noite. Como vê, aqui tomando um ar. Vai pra uma festa? Mãe: Não, só vamos sair pra comprar uns sorvetes e dar uma voltinha. Jejeje. João: Ah, entendi. Muito gostosas... e gostoso também (se referindo a mim, mas quando ele disse "gostoso", ele me olhou dos pés à cabeça). Eu (todo tímido): Obrigado. A gente se despediu deles. Na hora de ir embora, eu virei pra trás (porque tava curiosa pra ver se ele tava olhando pra gente). Ele percebeu que o Juan ficava olhando pra gente o tempo todo, tanto pra mim quanto pra minha mãe (obviamente ele tava de olho na nossa bunda, porque tanto eu quanto minha mãe rebolávamos muito ao andar). Ele notava isso, não tirava os olhos; aquele olhar parecia que me despia toda, eu sentia isso. Ele percebeu que eu tava olhando pra ele... ele só piscou o olho pra mim, e eu devolvi com um sorriso meio safado. Foi assim, caminhamos umas quadras até chegar no calçadão, fica a umas quadras de casa, não precisa andar muito.

Nisso, aparecem uns caras que passavam por ali na nossa frente, obviamente recebemos cantadas deles: "mamãe, que gostosa", e "senhora, que bundão" (se referindo à minha mãe). E um cara que também passava com eles, ficou me encarando, não tirava os olhos de mim, parecia que tinha me visto em algum lugar ou que me conhecia, mas era um olhar muito estranho. Só parei de olhar e continuei andando.

Chegamos na rua principal, pra chegar no calçadão. Era muito barulho, festa pra todo lado, quase não dava pra andar. Aí começaram os agarramentos!! Eu sentia muitas mãos que me pegavam e tocavam minha bunda de propósito, e minha mãe também sentia, ela dizia: "tão tocando minha bunda". Pois era verdade, eu via alguns caras passando do lado da minha mãe, roçando as mãos na bunda dela, era gente demais pra conseguir andar. Minha mãe já queria sair dali.

Mas na real, eu não queria sair dali, tava gostando, daquelas mãos me tocando. Alguns caras que me tocavam, eu conseguia ver, e eu sorria pra eles, simplesmente gostava muito daquilo. Foi assim durante toda a caminhada, chegamos no calçadão, compramos uns sorvetes e sentamos por lá, e conversamos sobre tudo um pouco. Chegamos em casa bem cansados.

Minhas irmãs foram pro quarto delas junto com minha mãe (as três dormem juntas naquele quarto que é bem grande), eu também fui pro meu quarto, fechei bem a porta, fechei também a janela e tirei a roupa (fiquei pelada). Procurei na minha roupa suja a minha cueca pra cheirar, onde eu coloco meu pintinho, peguei meu espelho e coloquei atrás de mim pra ver minha bunda (tentei o de sempre, abrir minhas nádegas pra ver meu cu, brincar com minha bunda e imaginando tudo que tinha rolado naquela noite), e assim me masturbei 3 vezes naquela noite. No dia seguinte; era um dia quente (como todos os domingos são). Minha mãe tava lavando a roupa (como todos os domingos) eu tava comendo meu café da manhã. Fui pra casa da minha vó pegar amaciante pra colocar na roupa, nisso encontro meus amigos, a gente falou das coisas que eles queriam fazer comigo (de brincadeira) e voltei pra casa. Tava no meu quarto, nisso minha mãe me chama: "Ari, vem estender a roupa!". Eu não queria ir, inventei uma desculpa pra não ir. Mas ela começou a gritar (típico dela) e pra não ouvir, fui melhor. Nisso pego a roupa, levo pro terraço, começo a estender a roupa lá, e quando vejo o apartamento do Juan (que ficava ali no terraço, ele tava construindo) vi que a porta tava entreaberta (raramente ele deixa a porta entreaberta, antes ele já tinha deixado aberta, mas eu não tive coragem de entrar, mas hoje sim) e aí me deu uma curiosidade imensa de entrar, então decidi entrar (tava muito nervoso, meu coração batia muito rápido, porque pensava que ele ia me ver) no apartamento dele; era uma sala grande, não tinha quarto (era um salão) só um banheiro, tinha uma cama e uma janela grande que tava coberta por uma cortina, tinha uma televisão daquelas antigas, e as paredes eram só de cimento, não tava pintada nem nada, dava pra ver os blocos. Nisso eu... com mente de explorador, começo a fuçar na mesa que ele tinha, e aí começo a ver que ele tinha uns filmes pornô (23) eram muitos filmes — "nossa, ele se masturbava muito" — eu pensei comigo, começo a ver o formato daquele filme, e de repente vejo do lado da televisão um cesto (onde põem a roupa suja) vou caminhando até o cesto, e começo a... ver lá as roupas sujas dele; calça, camisas... e meus favoritos, as cuecas. Começo a cheirar uma por uma, nisso escolhi uma que tinha umas manchas amareladas na parte da frente da cueca, onde vai o pau dele (depois entendi que era o sêmen dele) e começo a cheirar, era um cheiro INCRÍVEL, me mata aquele cheiro de pau, e de um pau bom de um senhor... pois é. Cheirei, e cheirei de novo aquela cueca, tinha um cheiro de macho. Então, com uma mão que segurava a cueca, levei ela à boca; passei a língua, com meus lábios beijava toda aquela mancha de sêmen, e com a outra mão já comecei a me masturbar, e você já sabe o que eu estava imaginando... óbvio que sim, que ele estava me comendo. De repente, perdi a noção do tempo, nisso minha mãe grita: "ARIEL, DESCE LOGO, PORRA! Não tenho o dia todo." Nisso, guardo a cueca do Juan no bolso do meu short, e saio rápido do apartamento, fecho a porta como estava, pego o cesto de roupa e vou pro meu apartamento. Nisso minha mãe fala comigo, por que eu estava demorando tanto... etc, etc. Deixo o cesto de roupa e vou pro meu quarto. Estando no meu quarto, começo a me masturbar com mais calma, pego a cueca do Juan, me jogo na cama, e ali eu curtia muito, era um prazer divino, que não sei como descrever (tava cheirando cueca de um macho com uma pica de verdade) e aquilo pra mim era tipo uma droga imensa, me lembro do tesão que eu tava naquela manhã, pensava no Juan, desde aquele momento fiquei obcecado por ele, tava me apaixonando, tão rápido...? Pois é, tão rápido eu tava me apaixonando por ele. Todas as minhas punhetas e pensamentos eram pra ele, inclusive imaginava que eu era a mulher dele, e que tinha que esperar meu macho, na nossa casa, tudo isso eu pensava. Assim passaram alguns dias e semanas, vivia tão obcecado, às vezes esperava ele na janela quando chegava do trabalho, acredite no que tô falando, é 100% real, fiquei louco pelo Juan, e aí. Eu tava apaixonado por um cara, com apenas uns 12 anos. Inclusive, quando ele não tava (porque ia pro trabalho), eu ficava no apartamento dele, deitado na cama dele, e com as cuecas sujas dele, eu me masturbava, imaginando que ele tava me comendo. Na real, eu queria muito que ele me comesse, igual nos filmes pornô, era assim que eu queria. Sabia que ia doer, mas não tava nem aí. Passaram uns dias. Eu já tava doente pelo Juan, apaixonadão por ele. Quando ele me via, sorria e falava comigo (e eu queria que ele me abraçasse), mas era só isso, até que um dia... Eu tava no terraço, estendendo minha roupa (porque minha mãe não tinha lavado, já que naquele dia eu fui jogar bola). Tava lá estendendo, quando ouço o apartamento do Juan, dava pra ouvir a TV ligada. Eu pensei: o Juan tava ali. Cheguei mais perto da porta pra ver se dava pra enxergar alguma coisa, mas não vi nada. Aí entrei bem devagar, abri a porta, e vejo o Juan sentado comendo. Nessa hora, fiquei muito nervoso e falei pra ele me desculpar... Ele nem me deixou terminar a frase, até que disse: Juan: "Fica tranquilo, Ariel, não tem problema. Tô vendo que você tá estendendo sua roupa, né?" Eu: "É, é que minha mãe não deu conta de lavar, acabei de voltar de jogar." Juan: "Entendo. Olha, passa aqui, tem uma camisa ali, vê se serve pra você levar." Ele me convidou pra entrar na casa dele (como se fosse a primeira vez que eu entrava, haha). Aí entrei e fui direto onde ele falou, onde tava a camiseta. Peguei, vesti, e ficou perfeita. Falei que servia, e ele disse que me dava de presente. Agradeci. Já ia saindo do apartamento, quando ele falou: Juan: "Espera, me diz, você joga futebol pelo que vejo, em que posição?" Ariel: "Jogo de ponta." (todo tímido falei, e ele percebia.) Juan: "Boa posição, hein. Você tem umas pernas boas, parece que corre muito." Eu: "Hehehe, é, corro muito." Ficamos conversando sobre essas coisas, sobre futebol, dava conselhos, nessas práticas com ele me fez ganhar muita confiança, eu estava muito tranquilo. Até que ele colocou num canal de esportes, e me disse pra sentar no colo dele, claro se não fosse um problema pra mim (já que não tinha outro lugar pra sentar, só tinha uma cadeira). Eu pensei comigo: "sério que ele tá me pedindo isso...? pra sentar no colo dele, eu já sabia das coisas". Então... como todo menino obediente, aceitei, sentei no colo dele, fiquei ali sentado, podia sentir as coxas dele bem fortes, o abraço dele em volta de mim, as mãos dele colocou na minha coxa; ele acariciava, fazia massagem. Mas fazia com medo porque achava que eu não gostava ou que ia contar tudo pra minha mãe (mas nem louco eu ia contar isso). Eu não dizia nada, só como todo menino bobo, ficava perguntando coisa de futebol, enquanto ele ia passando a mão devagar em toda a minha perna, aquela situação tava começando a me excitar, até meu pintinho tava começando a endurecer. Continuamos na mesma. Até que de repente sinto uma coisa dura, bem durona crescendo na minha bunda, era a pica dele que tava começando a acordar na calça e eu sentia no meu cu. Era uma coisa incrível o que eu tava sentindo, de estar molenga e começar a ficar duro no meu rabo, era uma sensação divina. Ele não dizia nada, só tava olhando pra tela, e eu também, não falávamos nada de nada. Nisso, eu já não aguentava tanta coisa, mandei tudo pro caralho, não me importava mais com nada, que ele percebesse que eu gostava dele e de tudo que ele tava me fazendo naquele momento. Então eu começo a mexer um pouco minha bunda, pra frente e pra trás, pra sentir toda aquela rola na minha bunda, e com certeza senti tudooo!! Eram movimentos de quadril lentos. Ele começou a passar a mão cada vez mais nas minhas pernas, dessa vez era bem notório aquelas pegadas. Eu olhava de canto as mãos dele (e não acreditava no que tava acontecendo comigo). Estávamos tão excitados tanto ele quanto eu, que dava pra sentir no ar. Continuamos assim sem falar nenhuma palavra, só nossos corpos conversavam. atos. Até que ele falou algo que fez meu coração disparar (juro, quase tive uma taquicardia na hora) e ele sentiu isso, que eu tava tendo, e me disse… Juan: calma, sim, me diz, você gosta do que sente? (Ele falou num tom suave e com a voz meio cortada) Eu assenti com a cabeça e falei… Eu: sim, gosto. Então ele me fez parar de entre as pernas dele, e eu fiquei na frente dele, oferecendo minha bunda inteira na cara dele. Tava tão perto a cara dele da minha bunda, que eu sentia a respiração dele nas minhas nádegas. Eu fiquei bem parado olhando pra frente, pra onde tava a TV, ele continuava massageando minhas pernas até que levou as mãos acima dos meus joelhos, chegando nas minhas nádegas. Sentir aquelas mãos quentes e grossas foi a coisa mais gostosa. Eu tava em choque, não conseguia me mexer, só me deixava levar pelo que ele fazia. Depois disso, ele me disse. Juan: posso baixar seu short? (Eu tava com um short azul, de tecido bem pequeno, colado na minha bunda) (Fiquei na dúvida) só assenti de novo com a cabeça, dizendo sim. Então ele começou a enfiar A CARA DELE NA MINHA BUNDA!! Com isso, soltei um gemido leve. Eu: aii!! Ele continuou, começou a beijar minha bunda por cima do short, dando beijinhos por todo os meus melões. Eu já tava morto de prazer, queria que ele baixasse meu short e sentisse a boca dele nas minhas nádegas. Isso eu queria já. Ele pegou minha bunda com as mãos, apertou bem forte, e escapou um "Aii" de mim. Ele me disse… Juan: que bundão você tem, é parecida com a da sua mãe, mas a sua é maior e bem formada. Ele agarrou minhas nádegas e fez balançar de um lado pro outro (minha bunda mexia como gelatina). Depois, decidiu enfiar as mãos por baixo do meu short e da minha cueca, e tocou minha bunda finalmente!! Senti aquelas mãos quentes agora sim tocando minhas nádegas, ele mexia, balançava minha bunda, tava hipnotizado com ela. Quando ele ia baixar de vez meu short, nisso… Mãe: Ariel, desce logo, o que você tá fazendo aí em cima!! Era minha mãe, gritando pra eu descer. Vai descer, de tudo isso que aconteceu, tinha esquecido que minha mãe tava em casa, então… seu Pepim tira as mãos dele de mim rapidão, e eu me arrumo depressa minhas roupas (a gente pensou que minha mãe ia subir) e seu Pepim também ajeita a roupa dele, nisso eu saio correndo do apartamento, aí seu Pepim fala pra mim… Juan: não vai contar nada pra ninguém, senão nunca mais a gente vai fazer de novo. Eu: nãooo, não vou contar pra ninguém. Então desci rápido como pude. Já em casa, minha mãe me perguntou. Mãe: que que você fica fazendo lá em cima que demora tanto????? Eu: tava sentado, um tempinho, por isso que demorei, mãe. Mãe: vai pegar sua roupa, toma banho e vem comer. Eu: já vou, mãe. Mãe: agora!!! Caralho. Minha mãe tava brava, mas essa raiva não ia tirar a felicidade que eu tava sentindo, porque finalmente Juan percebeu que eu gostava dele e do que ele fazia comigo, e como ele falou — que eu não contasse pra ninguém, senão a gente não ia fazer de novo. Então isso queria dizer que ele ia fazer aquilo de novo comigo. Era isso que eu pensava, mas depois aconteceu… No dia seguinte, tava normal, encontrei ele na escada e ele perguntou se eu tinha falado alguma coisa pra alguém, e eu disse que não, que não tinha contado nada pra ninguém, aí ele falou que ia pro campo e pra Silvera (que é um sítio da mãe dele) porque uma amiga dela (da mãe) tinha morrido e ele ia acompanhar ela. Fiquei com uma tristeza enorme porque não ia ver ele, perguntei… Eu: quantos dias você vai? Juan: só 2 dias, docinho. Eu: ok, mas você volta, né? Juan: claro que sim, a gente tem um assunto pendente. Então ele se despediu de mim, e me deixou um presente lindo, que só confirmou meus sentimentos por ele… um beijo na boca ele me deu. Fechei meus olhos e deixei meu sentimento fluir, também beijei ele e abracei, até que ele parou e falou que não dava mais, porque iam nos ver (a gente tava se pegando na escada). Foi assim, vi ele com a mãe dele, entraram num táxi, e ele foi embora, fiquei com muita pena e muita tristeza porque ele não ia mais estar por perto. Ele tava indo… departamento (que, por sinal, não tinha chave, só estava encostada a porta) me acariciava e aí eu me masturbava sempre pensando no Juan a tarde toda e a noite. Eu esperava ele voltar, com muita vontade. Os dois dias que ele supostamente ia voltar se passaram, as horas foram passando e nada, eu subia no departamento dele pra ver se ele tava lá… e nada. Não tinha ninguém. Aquela noite (lembro muito bem) não quis comer nada, minha mãe falava - Ariel, come que você vai ficar doente - e nada, eu só fingia que comia, mas depois jogava tudo no lixo sem ninguém saber, acredite, isso aconteceu comigo, sério, eu fiquei doente. Já tinham passado quase duas semanas e nada, até que uma noite eu ia sair com meus primos e minha mãe pra uma festa de uma priminha. Nisso, a gente encontrou a dona da casa lá fora tomando um ar (como sempre) e ela tava conversando com uma senhora que morava ao lado, chamada Jéssica (essa senhora já era amiga da minha mãe). Elas estavam lá falando das coisas delas, e nisso eu ouço a Jéssica dizer: - Ó vizinha, cadê o Juan? A dona: - Ele ficou na fazenda porque tinha que resolver umas coisas, não sei quando volta. Então era por isso que ele não vinha, porque "tava resolvendo umas coisas". Me deu uma raiva, mas também um alívio, mas eu tava com ciúme, quem sabe o que ele tava fazendo por lá. Não dei mais importância pra isso, fomos pra festa, nos divertimos muito, tudo tranquilo. Eu continuei na minha, no futebol, indo na casa da minha avó, saindo com meus amigos, me masturbando, tudo isso era meu pão de cada dia. Chegou a tarde de um dia quente pra caralho. Minha mãe ia com minhas irmãs comprar material escolar pra elas, e tinha que ir pra outra cidade, que ficava a duas horas de onde a gente tava. Elas foram também com a vizinha, a Jéssica. Minha mãe me perguntou se eu queria ir também, eu falei que não queria ir, porque tava um sol forte e eu não queria ficar mais moreno. Aí ela falou: - Bom, então não vem, mas olha, te deixei a comida, você vai ter que esquentar, te deixei Meu celular, vou ficar com o da sua irmã, fica atento quando eu ligar. Eu respondi: ok mãe, vou ficar atento sim. Ela me deu o telefone dela, me deu um beijo e foi embora. Peguei o celular dela pra ver se tinha uns joguinhos, alguma coisa nova ali. Tava na cama, entediado, mexendo no telefone da minha mãe, jogando "a cobrinha". Aí comecei a fuçar direito e vi que o cel da minha mãe tinha câmera, dava pra tirar foto ou gravar algo. Tava ali, tirando fotos de mim feito uma mocinha (aquelas poses clássicas), assim tava me fotografando... até que passou pela minha cabeça uma ideia muito excitante: vestir os biquínis da minha mãe e tirar foto da minha bunda. Fiz isso, fui pro quarto dela, peguei os biquínis e vesti, e comecei a tirar as fotos, também gravei uns vídeos assim, toda produzida, modelando na frente do telefone. Depois disso, tirei o biquíni e comecei a tirar foto pelado, só da minha bunda mesmo. Ficava de quatro, levantava as pernas, empinava a bunda de um lado... enfim, tirei foto em toda posição (óbvio que tive que apagar as fotos). Aí tô assim, na minha cama pelado com o celular vendo as minhas fotos. E passa uma coisa excitante pela minha cabeça: tinha que ir pro apartamento do Juan, e assim pelado tinha que tirar fotos, na cama dele e no banheiro dele. Obviamente obedeci esse pensamento. Coloquei meu short sem cueca, e fui assim pro terraço, pro apartamento do Juan. Entrei, uni a porta, mas sem trancar, tampei a janela com a cortina, tirei meu short e comecei a tirar fotos pelado lá. Tirei na cama, na sala, em todo canto... no total, fiz uma sessão no apartamento inteiro. Tava pelado, me coloquei numa posição de agachado, tipo sentei no chão (de costas pra porta) e abri as pernas e coloquei o celular por baixo das minhas pernas; assim dava pra tirar umas fotos vendo meu cu. Quando tirei a primeira foto do meu cu, Foi a primeira vez que eu tinha visto meu cu por completo, ele estava; com uma cor rosadinha, super fechadinho, parecia uma risquinha. Nisso, eu faço contrações, pra ver meu cu abrindo e fechando.. era fascinante, primeira vez que fazia isso; de ver meu cu se abrindo. Aquilo me excitou muito, pra caralho, coloquei meus dedos no meu buraquinho, tentava enfiar no meu cu, só colocava a metade do dedo, até ali não passava. Tava nessa situação, quando de repente, congelei ao ver o JUAN parado na porta!! Quando eu vi ele, senti todo o sangue do meu corpo descer pros pés, NÃO PODIA ACREDITAR que era o Juan que tinha me visto fazer aquilo, e não sabia há quanto tempo ele tava ali parado vendo todo aquele meu show. Levantei rápido, tentei esconder minhas vergonhas, pegando meu short pra vestir, queria falar com ele, mas de tanta vergonha era impossível dizer uma palavra, só olhei pro chão. Ele se aproximou e disse.. Juan: não veste o short não.. então é assim que você entra no meu apartamento pra fazer isso?? Eu não tinha palavras pra dizer nada pra ele. Ele continuou falando Juan: deixa eu ver o que você tem aí? (tava apontando com a palma da mão pra mim pra eu dar o celular) quero ver o que você tem aí, deixa eu ver. Com toda a vergonha e medo que senti, entreguei. E ele começou a ver minhas gravações e minhas fotos que tavam no cel; da minha nudez. Juan: por que você fazia isso? Olha pra você, aparece tudo de você aqui, sabe que isso é perigoso, porque essas fotos podem ser vistas pela sua mãe ou por outra pessoa. Eu, até que consegui falar algo.. Eu: Desculpa, por favor seu pepin, não vai contar pra minha mãe.. Juan: por que eu ia contar? Não, filho, não vou contar, você guardou meu segredo, agora eu guardo o seu. Mas me diz, por que você fazia isso? Eu tentava falar algo coerente.. Eu: fazia isso.. porque minhas nádegas tavam ardendo muito, e queria ver onde era essa dor, só isso. Então Juan, começou a ver de novo as minhas fotos, e ele não encontrou nada, foi o que me disse. Juan: aqui não tem nada de errado, quero ver com meus próprios olhos (se referindo ao suposto "probleminha" que eu falei, de que meu cu tava ardendo). Aí ele me perguntou se tinha alguém em casa ou se eu tava sozinho. Eu falei que tava sozinho, que minha mãe tinha saído e só voltava às 5 da tarde (eram 10 da manhã). Juan: cê tá sozinho, e onde vai comer? (ele falava isso enquanto trancava a porta com o cadeado e colocava uma música bem alta). Eu: minha mãe já deixou comida pronta. Juan: entendi. Agora, o que eu ia fazer, deixa eu ver essa ardência que cê tem nas suas nadeguinhas? Vem, deita aqui. Ele me leva até a cama, senta, enquanto eu fico de costas pra ele (tava todo peladinho na frente dele). Nisso, ele pega minhas nádegas, aperta e de uma vez abre elas bem, bem abertas, deixando ver mais ou menos meu cu. Aí ele me manda subir na cama e ficar de quatro, porque assim ele conseguia ver tudo direitinho. Então eu obedeci, fiz o que ele mandou (eu sabia o que ia rolar, só tava aproveitando, mas com medo). Fiquei de quatro na cama, bem na frente dele, e depois sinto ele abrir minhas nádegas, os dois lados, afastando pra um lado, deixando ver... agora sim, todo o meu cu, o rabo inteiro. Ele suspirou e disse: Juan: Nossa, que delícia, seu cu é muito lindo... Eu não falava nada, só queria sentir o que ele ia fazer. Nisso, ele começa a beijar minhas nádegas, meus dois lados, beijando por todo canto. Aí eu solto uns gemidos que deixaram ele mais excitado. Eu: uhmm, ai! Hehehe... tô gostando muito. Juan: por que cê tá rindo? Eu: tô com um pouco de cócega. Sério, tava mesmo com umas cócegas quando ele beijava as bandas do meu cu. Juan: então cê acha graça, que bom, Sweetie, agora você vai ver. Daí, o que eu senti depois, já não era mais cócega... era muita excitação, que nem eu conseguia me segurar. Ele me pegou, abriu minhas pernas, e colocou a boca e a língua inteiras no meu cu, foi a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido na toda minha vida, Deus!! Você não imagina como ele tava comendo tudo, todo o meu cu. Eu: aiii, seu Pepin... ahh ahhh. Pere ahhhbh. Já, pelo amor... seu Pepin, já, jáá... ahhh João: olha como seu cuzinho se abre. Eu tava dando umas contrações, por isso meu cu ficava cada vez mais molhado. Ele enfiou a língua inteira no meu cu. Eu tava no paraíso, já imagino a cara que eu devia ter... era uma delícia demais. Ele continuava, continuava e continuava comendo meu cu, eu já não aguentava mais, queria gritar, pedir pra ele parar, parar, tava sentindo uns orgasmos que nunca tinha sentido na vida... mas ele tava me dando aquilo, Deus!! Vejo que meu pintinho começa a soltar líquido pré-seminal... que incrível!! Ele nem tocava no meu pintinho e já tava saindo, eu via o líquido escorrendo da cabeça do meu pau. Depois ele parou de massacrar meu pobre cu. Me mandou virar, eu virei e o que eu vi foi A PORRA DO PAU DELE — aquilo não cabia na minha boca! Pensei comigo. Era grande e grosso, media uns 20cm, dava pra ver as veias bem saltadas, o pau dele era grosso e não ia entrar, daqueles paus que só os super dotados têm, bom... seu Pepin era um desses. Tava assustado (queria muito aquilo, mas ver ao vivo, não em revista ou filme pornô, me dava uma impressão e um medo danado). Então ele se deitou e disse: João: vem, chupa, meu amor, passa a língua por todo o pau, imagina que é seu doce favorito e devora ele. Eu tava indeciso, olhava pra aquilo, era uma besta que ele tinha ali, mas tinha que fazer, era o que eu queria há muito tempo, então subi em cima dele e comecei a tocar naquele pau — não cabia na minha mão! Peguei ele e comecei a masturbar (aquele pau pesava, pode crer). Coloquei as duas mãos e comecei a subir e descer, fiquei assim por uns segundos, então, depois, levei minha língua até a cabeça dele, que tava soltando a mesma coisa que saía de mim, mas nele saía muito e grosso. Era o suquinho gostoso dele, o pré-seminal. Ele disse: João: vamos, meu amor, agora passa a língua aqui (apontou pra cabeça do pau). (da glande molhada dele) e depois desce até chegar nas minhas bolas, vale? Chupa. Eu te disse, vou fazer, e assim fiz. Então comecei a colocar minha língua no glande dele, estava bem molhado. Nisso, quando coloquei minha língua lá, engoli uma boa quantidade do líquido pré-seminal dele; tinha um gosto diferente do meu, era salgadinho, mas eu adorava. E começo a lamber e lamber, lamber todo o pau dele da ponta até as bolas (sim, já tinha feito antes, mas com meus amigos, isso era bem diferente). Meus lábios estavam bem molhados do líquido dele, ele começa a gemer me dizendo: ahhmmm... Sweetie, você faz muito bem, ai... Já fez isso antes, né... Eu: sim, com meus amigos (enquanto segurava o pau dele nos meus lábios). Então ele me diz: bom, agora coloca na sua boca. Tentei abrir minha boca o máximo que pude, ele segurou minha cabeça, enquanto eu pegava o pau dele com a mão e levava até minha boca, aos poucos aquele pau foi entrando na minha boca, só consegui colocar a metade e então comecei a dar cabeçadas naquele pau. Juan: ai, buceta linda... assim, assim Sweetie uhmm. E eu começava a dar mais e mais cabeçadas no pau dele. (Como fazia naqueles filmes, aquelas mulheres) assim eu fazia. Eu: aghhhh.. ahaghhh AHHHHHH ah ah ah ah... guurrrhhh ayyy AHHH... já não, já não aguento mais. Ele me fazia penetrar com a boca, aquele pau inteiro já sentia na minha garganta, e eu estava me afogando. Tinha toda minha saliva no pau dele, minha boca nem se fala, bem molhada. Ele não se importava, ele só continuava metendo o pau dele na minha boca. Juan: sim, sim, sim... aqui ohh meu deus... Assim sim Sweetie. E eu continuava na mesma, me afogando. Eu: ahhh ahrrgr... já arrghhhb. Não aguento mais! (exclamei muito cansado e sufocado) Ele me fez parar um tempo... Nisso, ele tirou o pau da minha boca (senti minha boca muito cansada, sentia que os músculos da minha boca estavam voltando ao normal). Vejo o pau dele bem, mas bem molhado, muito cheio da minha saliva, quando tirei da boca, comecei a respirar ar muito ofegante, enquanto segurava o pau dele com a mão. Eu: ahhhb… ahhhbh… já chega!! (tentando respirar)
Juan: você mandou muito bem, gatinho. Ele falou isso enquanto me beijava na boca.
Eu: não aguento mais, tô exausto.
Juan: agora quero que você fique de putinha.
Eu: nãooo!! Por favor, nãooo. Não aguento mais.
Juan: faz isso, meu amor, faz por mim, tá? Não falei nada; nem sim, nem não, ele só me pegou, me virou (me dava beijo nas costas enquanto me virava) e me fez levantar e ficar de quatro, e eu fiquei assim. Meu corpo inteiro tremia, eu não sentia nada, as pernas davam uns tremores leves. Ele tava me fazendo gozar, eu já não aguentava, nem ficar de quatro. Aviso! A terceira e última parte, vou postar depois que essa completar 24 horas.

3 comentários - Minha primeira vez com o vizinho João (Parte 2)

hola
te hago una pregunta
(estoy haciendo un post/encuesta sin nombres obvio)
de quien es la ropita de nena que usas?
tuya, de tu novia, de tu esposa, de tu mama, de tu hermana, amiga, prima... o...
Holi, es mía.
@Bambypink45 gracias

De quien era la primer tanga que usaste??
Usas siempre??
@biggape de nada.

Las primeras bragas o tengas, fueron las de mi mamá que usé.

Uso siempre: bombachas o aveces tangas.