O Trevo - As Lobas

Capítulo 1:O ComeçoCapítulo 2:O espelhoCapítulo 3A cabanaCapítulo 4:A cabana 2 - O presenteCapítulo 5:A cabana 3 - EspantalhoCapítulo 6:Realidade VirtualCapítulo 7:O retornoCapítulo 8:Como profissionaisCapítulo 9:Torradeira---------------------
Pra tarde/noite de domingo, deixamos aqui o primeiro da série de relatos que botaram o trevo em risco. Tem muito melodrama... Saibam entender que eles são necessários pra tudo que vem depois.
Aguardamos os comentários de vocês!
----------------------

A trama tava foda demais no caminho de volta de Winterfell. O príncipe e a filha mais velha do Ned Stark tinham se estranhado, e por causa disso sacrificaram a loba da Sansa.
É. Eu tava vidradão na primeira temporada de Game of Thrones, e no momento em que a outra loba escapa... toca o telefone. Era um amigo, Gonza, me chamando pra sair. Eu tinha decidido passar o fim de semana sem sair porque não tava me sentindo bem e ainda tava viciado na série. Meus amigos insistiram... que eu não podia passar o sábado sozinho daquele jeito, e foi assim que acabei num churrasco e depois no "Cidade de Deus", uma balada bem pequena e chique daquela época.
Acho que lembro do detalhe do episódio das lobas porque ainda me culpo por ter tomado aquela decisão naquele momento. Sei que não ter ficado vendo a série no meu apê e ter saído foi o começo da ruína do trevo.
Desculpa escrever isso com tanta nostalgia e talvez um pouco de raiva, mas como vocês podem imaginar, naquela balada também estavam minhas minas. Eu tinha saído com Gonza e Marce, dois amigos de anos que eu não via com tanta frequência, mas a confiança era boa.
Foram 10 minutos até eu perceber que elas estavam no mesmo lugar. Pili, como sempre, se fazia notar. Não só pelo cabelo platinado e pelo vestido marcando as tetas, mas também porque dava pra ver como o pessoal virava a cabeça na direção delas.
Quando elas chegaram perto, quis bancar o desligado, mas quando a gente se olhou nos olhos, Sole (ai, Sole), não conseguiu resistir e veio me cumprimentar.

Sole: Oiiii!!! – me cumprimentou toda animada com um abraço, e de trás vinha Pili praticamente correndo.
Pili: Feeer!!! Que bom que você tá aqui. Aqui! Queríamos te escrever - as duas já estavam alteradas - precisamos de um guardião! Tem muito urubu dando volta - disse ela agarrada no meu pescoço

Eu tava nervoso. Não por como me recebiam, mas porque sabia que vinha o inevitável

Marce: essa Ferchu! - era assim que me chamavam - se apresenta pras tuas amigas - ele falou por trás e só eu ouvi por causa da música

Com mais resignação do que vontade, apresentei eles.

Eu: Galera... Elas são umas amigas. Pili e Sole

Como era de se esperar, deram um passo à frente e cumprimentaram elas. Ofereceram drinks. Batiam papo... Eles estavam no céu até que o Marce (o mais cara de pau) percebeu que eu existia e me perguntou algo crucial pra história

Marce: e aí Ferchu... Cê tá comendo alguma dessas duas?

A puta que pariu!! O que eu ia dizer? Sim... Tô comendo as duas... Faz um ano que a gente tá realizando todas as fantasias que você pode imaginar... Impossível. Ia estragar tudo. Conhecia meus amigos, isso não ia ficar por ali. A outra opção era "blindar" uma das duas. Falar tipo "Sim... a de óculos"... Mas por que escolher uma? Isso ia me dar problema depois? Usei a palavra: a buceta da Lora... Por que não fiquei só vendo o que acontecia com os lobos dos Starks.

Eu: Não. São só amigas - falei dando sinal verde na visão da Sole

As minas tavam bêbadas. Dançavam, riam de besteiras, jogavam drinks, não estavam no modo provocadoras e, estando eu ali e em grupinhos, se soltaram e curtiram.

Vou dar um contexto sobre meus amigos. Marce é um cara gato, com grana e muita lábia. Era o que escolhia. Nós íamos pras segundas opções. É aquele típico cara metido que se você não conhece quer encher de porrada, mas é um bom amigo.

Gonza já é o cara tranquilo. Teve umas histórias de uma noite, mas é do tipo que prefere namoro. Esportista como o Marce e eu... Corpo bom... E na minha opinião, muito inteligente.

Noite avançada, já dançávamos os cinco, mas o Marce já tinha escolhido... Pili ela era a presa dele. Gonza não sabia que porra fazer... Tinha que mirar a morena ou era pra mim e ele tinha que vazar?

Marce fez um movimento do manual dela
Marce: Galera!! Eu e a Pili vamos buscar um Champaaaaann pra banda! – sim. Ela falou assim, feito uma idiota. Pra banda... É... Claro

Eu via meu amigo partindo "protegendo" a loira pra "não deixar ninguém encostar nela" e ficava voltando pro momento em que decidi parar de ver Game of Thrones, quando Gonza interrompe meu devaneio
Gonza: E aí, Ferchu... Qual é? Deixo vocês dois sozinhos?
Eu: Não, Gonza! Vamos dançar nós três! Os outros já vêm. Tamo entre amigos – nem eu acreditava nisso. Nem que tava entre amigos, nem que os outros dois já voltavam

Sole: O que foi, Camiseta? Tá com ciúme da loira e do teu amigo? – Sole me pegou olhando pra multidão esperando eles aparecerem da viagem até o bar
Eu: haha sim. Um pouco. Tô desconfortável, mano! – tinha mais intimidade com ela do que com meus amigos – Não é ciúme da Pili. É de vocês duas!
Sole: hahaha que fofo!
Eu: É que eu conheço meus amigos e eles tão querendo pegar vocês
Sole: Relaxa. Cê acha que são os primeiros caras que querem nos pegar? – ela tinha razão... Elas viviam isso todo fim de semana
Eu: haha sim. Verdade. Mas eu não preciso ver isso
Sole: Fer. Cê parece um irmão mais velho!! Se solta!
Eu: hahaha acho que me preocupo mais com vocês do que com minha irmã
Sole: É... Porque essas irmãzinhas você parte ao meio – ela falou bem perto do meu ouvido. Me deu um arrepio que endureceu minha pica
Eu: hahaha que filha da puta que você é. Então cê acha que eu não devo me enroscar?
Sole: nahh, só curte. Depois dessa noite a gente não vê eles mais

Eu olhei pra ela com cara de incrédulo. Como se esses dois caras não fossem insistir por semanas por todos os meios possíveis pra sair com elas ou, pior, encher o meu saco.
Eu: Beleza... Vamos combinar uma coisa só. Se perguntarem o quanto a gente é amigo, fala que tem uma boa onda mas que não se vê muito – ela concordou, condescendente

Depois de Um par de reggaetonzeiros insuportáveis (naquela noite não tava no clima) voltaram Marce e Pili com a garrafa de champanhe.
Pili: Siii!! - gritava abrindo a garrafa e com um porre notável
Abriram a garrafa e serviram uma rodada. Brindamos não sei por qual merda porque não dava pra ouvir porra nenhuma e aí Marce se aproxima pra me falar
Marce: E aí Ferchu. Qual é a da loira? Será que tenho chance de levar ela? Já roubei um beijinho dela no bar

A puta da mãe Pili!! Pensei comigo mesmo. Mas tinha que responder pro cara
Eu: sei lá. Também não conheço elas tanto assim.

Eu tava com uma sensação de merda. Não queria que fossem transar por aí mas também não era quem pra negar. Falei pra mim mesmo que não ia atrapalhar... Se ela tivesse que acabar transando com o Marce. Que fosse. Mas ia cuidar delas.

Marce: Beleza. Mas se eu levar ela pra casa talvez eu avance mais. Ela disse que vieram de táxi.

Usei a buceta da piranha.

Continuamos dançando e Marce seguia no trampo dele. Eu precisava saber se a Pili queria ir com ele. Cheguei perto e dancei com ela uma música pra poder conversar
Eu: Então já te roubaram um beijo? - ela me olhou se cagando de rir
Pili: haha que beijo que teu amigo tem. Nem quinze minutos durou o segredo
Eu: tinha que ser segredo - Parecia mesmo um namorado ciumento ou um irmão idiota
Pili: haha calma, neném. Só tô brincando e além disso tô bêbada... Me pegou desprevenida
Eu: Sim princesa. Tô calmo. Mas ele quer te levar pra sua casa. Quero saber se você quer. Não por ciúme - mentira, era por ciúme - mas pra saber se te ajudo ou não.
Pili: hahaha não!! Que ele não crie esperanças se acabei de conhecer ele. Além disso vou pra casa da Sole. Leva a gente você - e piscou um olho

Eu sabia que se levasse elas ia dar treta com os caras. Não tinha desculpa. Ainda por cima a parada dos carros era uma bagunça. A gente tinha comido o churrasco na casa do Gonza e viemos os três no carro do Marce pra não complicar o rolê do estacionamento e os controles. O mais sinistro tava dirigindo. Meu carro tinha ficado na casa do Gonza.
Como era de se esperar, a Marce começou a encher o saco pra gente vazar. Que já tinha morrido a parada... Etc e insistiu com a Pili pra levar ela em casa. Contei pras minas como funcionava o esquema dos carros e elas riram mais ainda de mim. Tavam se divertindo com meu sofrimento.
Saímos da balada rumo ao carro da Marce. Eu pensava em ir atrás com as minas, mas meu amigo sempre tava um passo na frente.
Marce: A loira vai na frente porque quer escolher a música – filho da puta
Eu ia andando atrás com a Sole conversando.
Eu: Meu amigo quer comer a Pili – falei mastigando a raiva
Sole: hahaha e você, por que se preocupa?? Sabe que ele não tem chance!
Eu: Sei, sim. Mas mesmo assim me irrita... Os mundos tão se misturando
Sole: hahaha você sabe que a gente quer o outro mundo – falou baixinho – além disso, a loira vai dormir na minha casa. Não vou deixar ele encostar um dedo nela. E por que você não leva a gente, já que se importa tanto?
Eu: já falei pra Pili. Vai ser muito suspeito e a Marce vai me zuar, entende? Não posso estragar a jogada dele sem levantar suspeita
Sole: Bom... Que ele deixe a gente na minha casa e você vem nos buscar pra um after – piscou também
Tinha uma luz de esperança nessa noite de merda?
Subimos todos no carro. O caminho até a casa do Gonza era uns 20 minutos. A Pili ia escolhendo música e respondendo as perguntas de cantada do meu amigo, e atrás a Sole ia do lado do motorista, eu no meio e o Gonza, que já tava dormindo em 5 minutos, do lado do carona. A Sole me mandava mensagens do lado.
Sole: já falei pra loira do nosso plano. Tudo ok 😉
A morena tava safada e acho que um pouco preocupada comigo... Riscava minha rola sem os outros perceberem.
Chegamos no destino e nos "despedimos". Peguei meu carro e saí rápido, e a Marce subiu aquelas duas gostosas no carro dela abrindo as portas como um bom pegador (olhando pra bunda delas).
Cheguei muito rápido em A história da Sole. Fiquei a umas duas quadras de distância. Tava cheio de adrenalina. A morena ia me mandando mensagem do carro.
Sole: kkkk ele tá insistindo pra ir tomar um sorvete sem mim!! Que filho da puta! A Pili tá colocando ele no freezer
Vi o carro da Marce passar.
Sole: Tamos chegando... A gente se despede dele e te aviso
Marce tentou ficar mais um tempinho no carro com a loira, mas não teve resposta. Quis dar um beijo de despedida, mas ela virou o rosto... Com certeza foi pra casa todo bolado
Vi o carro passar na outra direção e liguei o meu.
Sole: Já tamos aqui! Vai logo antes que alguém acorde na minha casa.
Eu: Tô chegando. Saiam
Assim que estacionei, as duas entraram e a Sole pediu pra sairmos da porta da casa dela.
Eu: Suas filhas da puta, o quanto vocês me fizeram passar hoje!!!
Pili: kkkkk sua cara essa noite foi demais. Deixa eu te dar um beijo – beijo no canto dos lábios. Me deu um sorriso
Eu: E você? Não vai me beijar? – falei pra Sole pelo retrovisor
A morena se jogou em cima de mim e eu parei no acostamento. Ela me comeu a boca, a Pili me beijou depois. Eu tava suspirando, aliviado, a noite já não tava tão ruim. Liguei o carro de novo
Eu: Agora vocês... Se beijem
Elas riram do pedido, mas a Pili se virou e se beijaram uns 10 segundos
Eu: Agora sim somos nós – as duas riram
Pili: Pra onde você tá nos levando
Eu: Dar uma lição em vocês
A Sole morava bem perto de um motel. Tava muito longe do meu apê e eram 6 da manhã. Não tinha outra opção. Chegamos rápido. A Sole teve que se esconder atrás porque tinha ouvido o mito de que não deixam três pessoas entrarem num motel. Não íamos tirar essa dúvida naquele dia.
Estacionei e entramos rápido. O motel era meio vagabundo. Mas nem deixei elas repararem nos detalhes. Peguei as duas com força e joguei na cama. Me joguei em cima delas e comecei a falar
Eu: Como vocês me fizeram raiva hoje! Vou ter que castigar vocês
Sole: hmmmm quem se comportou mal foi a loira. Eu fiz o quê?? Dei razão pra morena e trouxe a Pili pra cima de mim. Coloquei ela no meu colo pra dar uns tapas na bunda. Tirei a calcinha fio-dental dela... E dei uns tapas bem dados. Enfiei minha mão na buceta dela...

Eu: Então você tá dando beijinho no meu amigo?? - ela disse sim... Mais uns tapas - e se ele te levasse pra casa, você ia deixar ele te apalpar??

Pili: mmmm talvez - ela já tinha entrado no jogo

Eu: Ia dar um boquete nele?? - meus dedos afundaram na buceta dela

Pili: mmmmm e sei lá... Como é que é o pau dele?

Percebi que a Sole tava ficando de fora do jogo.

Eu: Você não escapa. Bem que você esfregou a bunda no Gonza. Fez o volume dele crescer - ela mordeu os lábios - vem pra cá

Coloquei elas uma do lado da outra na beira da cama, com as bundas viradas pra mim. A Pili já tava sem calcinha e com a saia levantada. Da Sole tive que tirar a calça e deixar ela sem calcinha também. Puxei o cabelo das duas.

Eu: E se eu tivesse ido embora antes. Vocês iam dar pra eles dois??

As duas disseram que sim.

Sole: mmm e até no mesmo quarto, quem sabe

Dei um tapa forte na Sole depois que ela falou isso.

Eu tava muito excitado e não tinha muito tempo. Então peguei a Pili e meti sem enrolação. Com a mão direita, tocava a morena do lado. Soltei a Sole e agarrei a loira pelos ombros com força pra castigar ela na base da pica. Ela gozou rápido e fui direto pra Sole e dei o mesmo "castigo". As batidas do meu corpo contra a bunda dela ecoavam pelo quarto todo, e do lado a Pili recuperava o fôlego da foda violenta que eu tinha dado nela. Passaram uns minutos e a morena também gozou. Eu saí com o pau inchado e ofereci porra pra elas.

Eu: Não merecem. Mas venham buscar a porra de vocês.

As duas vieram de quatro até a ponta do meu pau. Chuparam um pouco e em segundos começou a jorrar pra todo lado. Miraram nos rostos e nos peitos delas... Meu orgasmo tava tão alto quanto meu ego. Eu tava calmo de novo.

Me joguei na cama. Abracei elas.

Eu: não me façam passar por novo isso, taradas
As duas riram, me beijaram nas bochechas e se deitaram no meu peito.

Sole: se você vai nos comer desse jeito depois... A gente devia fazer isso todo fim de semana

Já estávamos de bom humor. Nos vestimos e deixei elas em casa. Já podia voltar tranquilo pra casa... Eu não tinha sacrificado nenhuma das minhas lobas... Nem perdido elas. Pelo menos por enquanto...

2 comentários - O Trevo - As Lobas

Buenísimo este relato, y aplaudo por la frecuencia con que los subis 👏👏👏
De alguna forma se te juntó el ganado, y que sensacion de sentirte tan cerca y lejos a la vez, momento dificil, Genialmente contado y realizado, besos y abrazos