Minha primeira vez com meu vizinho João

Da fantasia à realidade. (Parte 1) Li muitos contos eróticos, alguns fictícios e outros reais, e os dois me fascinam demais. Essas histórias em geral me chamam muito a atenção, ver que outros caras passaram pelo mesmo que eu me conforta, saber que não sou o único que ama demais uma boa buceta. Hoje me atrevo a contar uma história verdadeira que aconteceu comigo, já faz um tempo, onde minha vida mudaria radicalmente, e eu me viciei na pica do Juan, meu namorado. Meu nome: Ariel. Idade: 21. Minha aparência: tenho 1,79 (nem tão grande, nem tão pequeno), cor da pele canela, sou muito obcecado em cuidar da pele do corpo todo. Hoje em dia me cuido muito, vou pra academia, e o que mais treino são bunda e pernas, e quadril. Estudo: enfermagem. É assim que sou atualmente. Mas não vim contar das minhas coisas atuais, e sim da minha infância, de como eu era muito viciado em me masturbar só de olhar minha própria bunda, e de como fui comido pelo meu vizinho Juan, por quem me apaixonei perdidamente. Minha aparência aos 11 anos (inclusive, desde que me lembro, sempre tive muita bunda e muita perna porque nasci com um gene chamado gene X, ou seja, tenho algumas partes de mulher). Tinha umas pernas bem grossas e uma bunda enorme (no meu bairro, meus amigos me chamavam de bunda de pato, pelo jeito que eu andava e mexia minha bunda grande). Também peguei muito corpo porque na época eu tava numa escolinha de futebol. UM PECADO TER UM BUNDÃO. Sempre que andava na rua, sentia os homens e os garotos olhando pra minha bunda (ou também quando viajava de ônibus, sempre encostavam o pau dos senhores na minha bunda, aquilo me deixava meio nervoso, até envergonhado porque achava que alguns passageiros tinham visto essas coisas que faziam comigo). Recebi alguns elogios de homens, que eu adorava ouvir, tipo: "uau, garoto, que bunda você tem" ou também "vem cá, gostoso, olha o que eu tenho pra esse bundão" (se agarravam a pica por cima da calça deles. Não ligava que era só um menininho, na real isso não me importava ou eu não prestava atenção, mas quando voltava pra casa, óbvio que eu descontava me masturbando, tudo por culpa da minha bunda. Tudo isso eu vivia todo dia, tanto na rua, no bairro ou na escola. Agia normal, como se aquilo fosse super natural pra mim, num certo ponto, já tava acostumado com todos aqueles "tratos" que faziam "carinhosamente" comigo. GAY MUITO ORGULHO. Primeiro de tudo, sou gay, desde que me lembro, sempre gostava de andar com coisas de menina (tirando futebol, que amo), desde os | | anos eu beijava meus amigos do colégio e também do bairro, e era tipo uma puta pra eles (essa é outra história) e não me envergonho de nada. ERA UM MENINO MUITO PRECOCE. Nessa idade, até mais cedo, já vivia com os hormônios loucos, quando eu me masturbava bem pequeno (graças também a amigos muito mais velhos que eu, que me ensinaram mais coisas no mundo do pornô e da masturbação) sempre pegava a revista que minha mãe guardava, onde saíam homens musculosos, e também nessa época sintonizava canais que passam pornô à meia-noite, "não existia Internet" como agora. Assim era quando a gente queria se masturbar. E assim eu fazia, ou também me deitava na cama de bruços e ficava como se tivesse estimulando meu pintinho na cama (aliás, tenho o pênis muito pequeno, parece que tenho um clitóris) e assim chegava ao orgasmo. Também pegava um espelho e ficava olhando minha bunda (abria minhas nádegas pra tentar ver meu cu, mas era quase impossível porque tenho nádegas muito grandes) imaginando que alguém tava me comendo. Tudo isso eu imaginava, era muito gostoso, sempre tinha que me masturbar. Já era um puta viciado nisso. Era normal pra mim me masturbar todo dia. Quando ficava sozinho em casa, quando minha mãe saía junto com minhas irmãs pra cidade comprar um celular novo (a gente morava num sítio, a alguns minutos longe da cidade, somos 3, eu sou o único homem hehehe, minha irmã Gabriela que era a mais velha, e ela sabia que eu gostava de coisas de menina e que também gostava de meninos, mas nunca contou pros meus pais, e a Diana que era a caçula) eu aproveitava aquele momento que ficava sozinho e vestia as roupas da minha mãe, os biquínis, umas calcinhas, literalmente me vestia de mulher, e me ver assim vestida me dava muita excitação que acabava comigo me tocando no meu pintinho. Sempre tentei enfiar coisas no meu cu, tipo um desodorante, um pepino (dos pequenos), mas não conseguia, porque doía muito, ardia meu ânus, então só optei por acariciar a entrada do meu cu com os dedos, sem nunca enfiar. Mas sempre fantasiava que chegava aquele dia em que alguém me comeria, que chuparia meu cu. Tinha amigos que me apalpavam muito as nádegas, se masturbavam me tocando ou olhando meu cu, mas nunca enfiaram os paus nem os dedos. Como vocês podem ver, era um menino que já tinha noção do mundo do sexo, que obviamente pela minha pouca idade queria experimentar mais coisas, ir longe. O RELATO. Minha história começa assim. Com a idade de 12 anos. Bom, como eu falei antes, a gente morava fora da cidade, num sítio, só vivíamos 4 pessoas, minha mãe, e minhas 2 irmãs e claro eu, meu pai não morava com a gente porque ele tinha outra família com outra mulher. Como toda manhã, minha mãe nos levava pra escola, aí pegávamos um ônibus que nos levava até lá. Era todo dia um gasto de dinheiro. Por isso minha mãe falou com meu pai pra ver se já era hora de mudar e ir morar na cidade, às vezes não tínhamos dinheiro pra viajar e perdíamos aulas. Tudo isso minha mãe disse pro meu pai, onde ele (com o pouco amor que tinha por nós) disse que ia começar a procurar um apartamento na cidade (claro, ele se beneficiava porque assim também não gastava muita grana com a gente). Passaram uns dias, eu Seguia com a minha, me trancava no quarto e, como de costume, começava a me masturbar. Pegava meu espelho, fechava bem a porta do quarto, tirava a roupa e ficava pelado. Sempre colocava o espelho atrás de mim pra ver minhas nádegas e tentar ver também meu ânus, e com isso eu me masturbava, acariciava meu ânus, cheirava meus dedos (aquele gosto que meu ânus tinha... uma delícia) e levava à boca. Também o sêmen (que era água de arroz) que saía do meu pintinho, eu pegava com os dedos e levava à boca. Não tinha gosto, mas cheirava muito gostoso, e isso bastava pra limpar meus dedos com a boca. Inclusive, sempre tentava chupar meu próprio pau, mas não conseguia enfiar tudo na boca, só chegava a tocar um pouquinho a cabeça do meu pintinho com a língua. Tenho um pau muito pequeno!! Isso eu dizia pra mim mesmo. Naquela tarde, me masturbei bem gostoso, até molhar todo o lençol do meu quarto. Nisso, batem na porta do meu quarto. Eu agi tão rápido que escondi o lençol manchado. Era minha irmã Diana, me dizendo que meu pai estava lá fora e queria falar com todo mundo. Eu disse: "Só um pouquinho que eu saio". Comecei a me vestir muito rápido e a limpar meu pintinho do molhado que tava. Limpei e saí pra sala. Nisso, vejo meu pai na sala conversando com minha mãe. Ele tava dizendo pra todo mundo que já tinha encontrado a casa, era no centro da cidade. Eu e minhas irmãs estávamos muito felizes em saber que já íamos nos mudar. Pai: "Bom, agora não tem mais desculpa pra não ir visitar sua avó" (minha avó que morava a alguns minutos de onde íamos morar). Gabriela: "Claro, pai, assim vamos ver ela toda hora". Mãe: "Me diz, onde fica a casa? E como é?" (Minha mãe perguntando ao meu pai sobre a casa, todos esses detalhes). Pai: "Fica na Avenida Flores, bem na esquina da avenida principal. Não é muito grande, é sobrado. Aliás, lá mora a dona Carmen (a dona da casa) no andar de baixo, e em cima mora o filho dela. Terraço (era o Juan, filho da vizinha, que morava no terraço e tava construindo o apê dele lá). Eu, pensei comigo: "Como é que a gente vai morar aqui?!... tipo, não podemos fazer nada, porque se a gente fizer algo que a dona não goste, ela vai foder com a gente, e ainda por cima o filho dela mora em cima da gente". Toda a empolgação que eu tinha de fazer umas putarias foi pro ralo. A emoção foi sumindo aos poucos, a gente ia ficar vigiado pela dona e pelo filho dela, isso não pode!! Pelo menos no sítio a gente tinha liberdade. Era o que eu pensava. Meu pai terminou de falar tudo aquilo, e disse que ia trazer uns caras que ele conhecia pra ajudar a carregar as coisas da casa, já sabe, tralhas, móveis, etc. Mãe: Me fala quando a gente se muda? Pra eu já deixar tudo arrumado. Pai: Domingo, amanhã cedo vou acertar com a dona Carme, pra domingo à noite, umas 21h, eu vir ver vocês, e vocês já vão estar com tudo pronto. Mãe: Ok, então domingo. Era uma quinta-feira, tudo isso que tinha acontecido. A gente tinha poucos dias pra preparar tudo pro momento da mudança. Então a gente se virou, jogou fora as coisas que não serviam mais. Esses dias passaram, quinta, sexta e sábado (todos esses dias preparando a mudança). Chegou domingo, a gente tava na sala, minha mãe e minhas irmãs (já tudo embalado, pronto pra ir embora) e a gente tava relembrando tudo que tinha acontecido naquela casa, fazendo um resumão de tudo. Na real, fiquei um pouco triste, porque a gente ia deixar aquela casa. Chegou a noite. Tava no meu quarto prestes a bater uma punheta, vendo uma revista, tava bem entediado, aí minha irmã dá um grito e fala: Ariel, meu pai chegou!! Nisso eu saio do quarto rápido, vou pra sala da casa, e espio, e sim, era meu pai que tinha chegado com o caminhão e os caras que iam ajudar a gente. Nisso eles descem (eram 4 caras, não consigo lembrar os nomes, então vou chamar de A, B, C, D) e um deles começa a tirar as coisas, móveis, mesa de jantar, etc. Começa a carregar. coisas pro caminhão, meu pai tava de um lado ajudando também e conversando com o cara do caminhão, minha mãe tava na dela empilhando coisas, e minhas irmãs também. Eu tava no meu quarto tirando minhas coisas e levando pra sala pra não dificultar pros caras terem que ir até meu quarto e fazer todo aquele percurso até o caminhão, então era melhor botar minhas coisas na sala, assim a gente ganhava tempo e terminava rápido. Tava ajudando minha mãe com umas lâmpadas, e tirando as coisas do quarto dela pra levar pra sala, quando chegou um cara A e me perguntou se podia ajudar... eu falei que sim, mas que me ajudasse com minhas coisas. Nisso eu vou pro meu quarto, e ele fica atrás de mim, limpando o caminho (tinha muito lixo no corredor) enquanto eu entrava no meu quarto, procurando a mala porque ia colocar minhas roupas lá, tava procurando que nem doida, até que achei a mala jogada no chão, e me ajoelhei e comecei a guardar minhas roupas na mala, quando vejo de canto de olho o cara A entrando no meu quarto, ele parou, não falou nada, eu tava fazendo minhas coisas, quando de repente vejo ele... ele tava olhando pra minha bunda, eu não falava nada, só via ele de canto de olho, ele tava se esfregando o pau por cima da calça. Essa situação me deixou meio desconfortável, até me deu nervoso (sou uma pessoa muito envergonhada quando tô com gente nova, e que não é de confiança), mas também me dava muito tesão, porque era alguém novo, e não era um conhecido que tava me olhando assim com desejo. Foi tanta tensão que eu sentia, eu já tava guardando as últimas roupas na mala, mas o cara A continuava na dele, tava olhando minha bunda, e nem disfarçava. Eu não sabia o que fazer naquele momento, mas me dava muita excitação o que eu tava vivendo, aí passou pela minha cabeça uma ideia tão safada, que era... eu me ajoelhar de quatro e empinar muito a bunda pra ele ver tudo das minhas nádegas. Foi o que eu fiz; me ajoelhei de quatro e empinei muito. Meu cu pra ele me ver o suficiente, assim eu pagava pela ajuda dele hahaha. Terminei de me exibir pra ele, meu cu, me levantei com minha mala, me virei e falei: "Ah, você tava aí, olha, já terminei de guardar minhas coisas" (embora eu soubesse que ele já tava ali há um tempão, só fingi demência pra ele não pensar mal de mim). Ele me ajudou a levar minhas malas e coisas pro caminhão, nisso notei que ele ficava ajustando o pau dele, tava muito inchado, eu não parava de olhar pra aquele volume enorme que aparecia, ele tentava esconder, mas não conseguia. Eu pensei comigo: olha só o que eu causei hehehe... Tentei disfarçar a situação. Nisso vou e vejo que já tinha carregado quase tudo, só faltavam essas coisinhas minhas. Fui até o carro onde estavam meus pais e minhas irmãs, eles estavam conversando sobre dar uma grana pros meninos e pro motorista do caminhão. Fiquei lá ouvindo meus pais e também dando palpite sobre o que dar. Quando virei pra olhar os caras (um tava tomando uma Coca Booty), vi que um tava me encarando muito, um ria e o outro passava a mão no próprio pau, tipo se esfregando rápido, e me olhavam com olhos de tesão. Aí percebi que o cara A tava contando pro outro o que tinha rolado no meu quarto com ele. Isso me deixou muito tímido e me deu uma vergonha danada... "Já era", fiquei vermelho e isso me calou, quase não falava mais, era como se alguém tivesse jogado água fria em mim, tava muito nervoso, e também preocupado que algum deles pudesse contar algo pro meu pai. Me arrependi muito de ter feito aquilo, não queria nem olhar pra eles, só queria entrar no carro e vazar dali rápido. Nisso meu pai... Fala: Ariel, escuta, você vai no ônibus, vai ter que vigiar pra nenhum desses meninos levar alguma coisa. Eu: Mas pai!! Não quero ir lá, manda a Gabriela. Pai: Porra, você não vê que ela é mulher?! E vai só homem, então você vai pra lá. Não sabia o que fazer, tava super envergonhado, o medo que não queria... passar, quase me deu na telha de viajar com eles! Meu pai começa a subir no carro junto com minha mãe e minhas irmãs. Vejo também os caras começando a subir no caminhão, mas o que percebi é que... ninguém ia com o motorista na cabine! Aí passou pela minha cabeça ir com o motorista, assim, pra não viajar com eles. Mas lembrei do que meu pai tinha me dito; pensei que se fosse com o motorista, eles iam roubar as coisas de casa, e depois meu pai ia cair matando em cima de mim, então melhor decidi ir com eles na traseira. Então recusei essa ideia e fui com eles. Eles me ajudaram a subir no caminhão, eu tava muito calado e olhando pro chão, nem virava pra olhar pra eles, me coloquei na frente de todo mundo, só encarando o chão, tava morrendo de vergonha. O caminhão arrancou e fomos embora, eu queria chegar logo, e olha que tinha que esperar uns 38 minutos pra chegar na cidade. A gente ia no caminhão, eu tava na minha, me fazendo de doido, ignorando eles, enquanto eles tavam rindo e tirando sarro entre si. Aí um começou a falar comigo e era... o cara A falando comigo: "Ei, o que foi, tá caladão? Fica tranquilo que aqui somos gente boa" (ele falou num tom de sarcasmo) e assim começou a conversa comigo. Cara E: "Ei, quanto tempo vocês tão morando por aqui, longe da cidade?" Eu (tímido): "Já uns anos." Cara E: "Isso parece muitos anos." Eu: "Pois é." Cara E: "Me diz quantos anos você tem, claro, se puder saber?" Eu: "Sim, claro, tenho | | anos." Meio surpreso, o Cara A falou: "| | anos, com esse corpo!! O que você come, guri?!" Cara B: "Já deixa ele quieto, não vê que ele não quer falar com você?" (todo mundo riu). Cara E: "Não tô enchendo o saco, só tô surpreso de ver um guri com corpo de mulher..." E aí falou o cara que viu minha raba primeiro, Cara A: "Chega, já não fala mais isso, ele é um pequeno, se acalma. Não liga pra ele!" Eu: "Não, não me incomoda nada, hehe." Cara A: "Sério? Pois é, você tem razão, tem um corpo que não parece de um n0. Eu (entrando na confiança deles): "Sei sim, já me falaram, no bairro me chamam de rabo de pato. Não é novidade pra mim."
Garota A: "É verdade, você tem uma bunda bonita" (a situação tava me dando muito calor, mas muito nervoso e muita vontade, não sei o que tava acontecendo comigo, meu coração tava batendo muito rápido) "Dá pra gente ver? Dá, ninito?"
Eu: "Sei não, tô meio envergonhado..."
Garoto A: "Vamos, só uma meia volta e pronto." (todo mundo apoiando pra eu virar)
Eu: "Tá bom, vou fazer." Virei, dando minhas costas pra eles, pra todo mundo ver minha bunda. Fiquei assim por uns segundos e me virei de novo (mas acredite, aquela situação me fez entrar na confiança deles, sentia um pouco de nervoso, mas era mais o que eu tava sentindo: muito tesão que aquilo me dava, me senti uma menininha satisfazendo aqueles caras). E um deles disse que eu tinha uma bunda bonita. Mas eles queriam mais, então...
Garoto A: "Ei, não dá pra... só um pouquinho, abaixar a bermuda? Vai ser rápido, ninguém vai contar pros seus pais, faz, por favor." (todos, de novo, apoiando a ideia dele)
Garoto E: "Faz sim, neném, só vai ser um instantinho. Depois a gente te deixa em paz." Eu tava muito cheio de tesão, meu coração batia a mil, porque nunca tinha feito aquilo, ainda mais com uns caras que nem conhecia (só fazia com meus amigos, mas não com desconhecidos).
Eu: "Tá bom, vou fazer, mas vai ser rápido." Todos disseram: "Já, tá bom!!" De novo me virei, obviamente sem ninguém na cabine do motorista me ver. Abaixei a calça até o joelho, deixando ver minha cueca toda suada e grudada no meu rego da bunda. Todos me olhavam pasmos, até ouvia eles se masturbando e dizendo: "Que bunda gostosa, Sweetie, olha essa cuequinha como gruda nessa rachadura toda da bunda dela." Aquela situação simplesmente me excitou pra caralho, por dentro eu queria que todos eles me comessem, tava perdidamente excitado, e imaginava eu chupando os paus deles. Paus, tudo isso eu pensava, empinava um pouco minha bunda e afastava um pouco minhas pernas pra eles poderem ver melhor (tudo isso eu aprendi em revistas pornô e canais). Passaram uns minutos e eu disse… Eu: tava de boa, já vou subir minha bermuda. Todos falaram: espera um pouco mais, não se vira, fica aí mais um pouquinho. (me pediram com tanta ternura que aceitei ficar assim por mais uns minutos). Fiquei lá por uns minutos. Isso sim, eu olhava pra todos os lados, e pra cabine do motorista pra ele não ver o que eu tava fazendo. Daí escuto uns gemidos vindo de um dos caras e ouvia ele se batendo uma. E nisso eu me virei e vejo todos se masturbando, uns com os paus pra fora e os outros se tocando por cima das bermudas. Essa imagem ficou gravada na minha mente, já que era a primeira vez que via paus tão grandes e de caras mais velhos que eu; de ver pau de alguns amigos e de revistas, a ver vários paus ao vivo, que incrível e tarado. Cara A: desculpa pelo que você viu, sério, você é muito gostoso, e tem umas bundas deliciosas, docinho, que qualquer um fica surpreso. (isso me deixou vermelhão) Eu: não, fica tranquilo, não aconteceu nada, mas não conta pro meu pai, por favor. Eles: não, fica de boa, ninguém aqui vai contar isso pra ele, gatinho. Já estávamos quase chegando na cidade, já dava pra ver as luzes… Nisso eu subo minha bermuda e me afasto de todos eles, fui pra um lado do caminhão, e nisso o cara A vem comigo e me diz… Cara A: ei, gatinho lindo, antes de eu ir, posso tocar sua bundinha? Eu (com vergonha, mas com muita tesão): sim, mas que seus amigos não vejam, senão eles vão pedir a mesma coisa. Cara A: entendo. Olha, vamos ali, ninguém vai ver a gente, faço rápido. Eu: ok, ali tá bom. Então ele começa a tocar minha bunda, com toda aquela mão quente. Quando ele tocou minha bunda, senti minhas nádegas com um calor muito gostoso, sentia aquelas mãos quentes percorrendo toda minha bunda… Eu fechei meus olhos, de tanto prazer que tava. sentindo. Ele me dizia: tá sentindo? Gosta muito, me fala, Sweetie??? (ele falava comigo de um jeito bem safado) Eu respondi: sim, gosto muito, é uma delícia. Até que ele começou a baixar minha bermuda e minha cueca, e começou a passar a mão na minha bunda toda descoberta, minha cueca e bermuda estavam no tornozelo, deixando minha bunda toda de fora no ar… tudooo era maravilhoso. Até que ele começou a enfiar os dedos no meu cuzinho, eu falei… Eu: não, nãooo. Isso dói, sou virgem, não quero isso, por favor, arde demais. Garoto A: como assim arde? Já tentou com outros?? Eu: não… bom, uma vez eu fiz isso, enfiei meu próprio dedo, e depois meu cu ardeu pra caralho, chorei porque ardia mesmo, por isso não quero que você enfie o dedo, por favor. Garoto A: tá bom, tudo bem, não vou fazer, só vou olhar seu cu e beijar ele… tá? Eu: sim, tá bom. (falei num estado de tesão enorme) Quando ele começou a se ajoelhar, nisso o caminhão parou de repente, já tinha entrado na cidade, e ele teve que subir minha bermuda rápido e sair o mais rápido que podia. De repente, o tesão foi embora, porque me assustei. Tive que ir pra frente do hottie, pra não desconfiarem de nada (mesmo que fosse absurdo, porque já sabiam de tudo). Eu olhava pra ele (garoto A) com o pau tão duro que dava pra ver na calça, imaginava ele, estava prestes a me dar um orgasmo incrível, mas não deu. Chegamos na casa nova. Era como eu imaginava. (no centro, música pra caralho, relax total, e os vizinhos novos, claro, intrometidos olhando pelas janelas) Todos descemos do caminhão, tanto eu quanto os garotos que estavam comigo. Eu já tava falando com eles numa puta intimidade (já tinham me visto quase pelado e me deixando fazer essas coisas — "QUE CONFIANÇA DO CARALHO EU TINHA"). Nisso, olhei pra casa nova (era de dois andares, não era tão grande, tinha uma sacada muito bonita com uma janela ao lado), vi uma velha e o filho dela do lado de fora da casa (a velha era a dona de tudo aquilo, e morava embaixo da gente, enquanto o filho morava na terraço no meu apartamento pequeno (que ele estava construindo) nos deu as boas-vindas. A senhora Carmen: Bem-vindo, aqui estão suas chaves. Papai: obrigado, dona Carmen. Assim que ela nos deu a chave, eu fiquei olhando para o filho dela, até minha mãe estava olhando pra ele, porque dava pra ver que ele se cuidava muito (eu pensei que fosse daqueles senhores gordos). Ele era gato, é daqueles homens que se cuidam pra caralho, tinha um corpo firme, musculoso, um rostinho muito lindo aquele senhor. Ele também se apresentou, Juan (chamado de seu Pepim de carinho): Oi, boa noite, sou o Juan. Como você pode ver, a casa não é muito grande, é confortável pra uma família como a de vocês (nisso, minha mãe fala: não, fica tranquilo, só vamos morar aqui eu e meus filhos), dando a entender que já estavam separados, tanto minha mãe quanto meu pai. Nisso, a gente desceu tudo do caminhão, vi que minha mãe tava dando uns olhares pro Juan, claro, minha mãe não perdendo tempo, e também não respeitava que meu pai estava ali. E nisso, minha irmã Gabriela fala pra minha mãe se acalmar, em tom de brincadeira. Ficamos assim, enquanto os caras aproveitavam quando eu descia as coisas do caminhão pra me tocar (de propósito) na bunda, sempre quando ninguém tava olhando. E eu, claro, deixava fazerem isso, já tinha confiança com eles, então só me deixei levar. A gente tava nessa, até que percebi uma coisa… que eu tinha deixado passar: era que o Juan estava espiando pela janela do apartamento dele (que ficava no terraço), ou seja, ele tinha visto tudo o que os caras faziam comigo. Fiquei gelado, foi como se jogassem água fria em mim. Fiquei com muita vergonha, nem olhei pra ele de novo. Tava tão assustado e tão envergonhado que tive que fazer tudo rápido pra entrar em casa e não sair mais. Foi assim, já estava tudo dentro de casa (o difícil era arrumar tudo de novo). O caminhão já tava indo embora, e eu me despedi dos caras tarados. E o que mais doeu foi me despedir do cara A, porque com ele foi uma conexão direta. Meu pai também foi embora, nos deixou eu, minha mãe e minhas Irmãs, pra gente arrumar a casa. Aí a gente foi arrumando o que dava, mas a verdade é que tava todo mundo muito cansado, e eu tinha tido um dia de louco, cheio de excitação e vergonha. A casa tinha três quartos, eu fiquei com um só (meu quarto ficava no fundo). O bom do meu quarto é que tinha uma janela que dava pro outro lado, ou seja, dava pro quintal e pra uma casa que ficava na frente da janela do meu quarto, que também tinha uma janela apontando pro meu quarto, hehe. Ou seja, por lei eu tinha que colocar um lençol na janela. Eu tava no meu quarto arrumando a cama onde ia dormir, quando ouço baterem na porta (da casa). Aí vejo minha mãe sair pra ver quem era que tava batendo, eu vou atrás dela devagarzinho, quando vejo… era o Juan. Me deu um medo danado e uma angústia, eu pensando que ele ia falar daquilo, do que ele tinha visto, das coisas que os caras faziam comigo, de terem passado a mão na minha bunda todos eles. Eu pensando no que ia falar pra ele, mas não era nada disso, ele só falou: que a roupa que ela ia lavar, se podia estender no terraço. Depois disso, minha mãe agradeceu e se despediu. Eu voltei a mim… ufa, que alívio. Aí volto pro meu quarto rápido e começo a fazer minhas coisas, quando escuto minha mãe me chamando… Mãe: Ariel, vai tomar banho que já é tarde!! Eu: Já vou!!, tô separando minha roupa, um segundo!! Aí pego o necessário e vou pro banheiro. Entro no banheiro, começo a tirar toda a roupa suada e suja, quando tiro tudo, vejo minha cueca manchada com aquele líquido pré-seminal que sai do pau, tava manchada minha cueca. Ver aquilo me fez lembrar da situação que vivi no caminhão com aqueles caras, óbvio que foi por isso que minha cueca tava manchada, e ver meu pauzinho ainda soltando líquido, peguei com meu dedo e passei por toda a cabecinha do meu pinto minúsculo, pegando com a ponta dos meus dedos aquele líquido pré-seminal tão gostoso… levei ao nariz pra cheirar e depois levei à minha boca (deixei meu dedo bem limpinho). Depois peguei minha cueca, que também estava bem suja, levei até a boca e comecei a limpar toda a mancha que tinha na cueca… e depois coloquei o espelho atrás de mim pra ver minha bunda, e assim comecei a me masturbar. Foi muito gostoso, enquanto a água caía no meu corpo todo e eu via minha bunda no espelho, jorrei muito leite de água de arroz, e assim fiquei novinho em folha… Foi um banho gostoso que tomei naquela noite, fui pra cama e dormi bem pra caralho. Continua…

0 comentários - Minha primeira vez com meu vizinho João