O orgasmo veio sem avisar, eu cavalgava segurando meu cabelo e mexendo só o quadril, e aquele sentimento me invadiu como uma onda violenta que se choca contra a praia, e assim como a onda revolve os grãos de areia, aquele orgasmo mexeu comigo por dentro. O espasmo foi tão forte que tremi sem controle e caí exausta de lado. Fran não me soltou, pelo contrário, me segurou e me deitou na cama, se acomodou sobre mim. Eu ainda curtia aquela sensação e nem percebi quando ele pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele. Segundos depois já era tarde demais e só consegui gritar quando Fran começou a me penetrar com total controle da situação. Depois de alguns minutos, o homem arrancou de mim o segundo orgasmo da noite. Eu tava perdida. Muito antes, na manhã do meu dia de folga, não tinha nada pra fazer, meus amigos estavam ocupados, fazia calor demais pra sair pra dar uma volta e eu tava entediada. Pra piorar, tava com tesão. Fazia muitos dias desde minha última transa e, pra completar, eu tava com vontade de um homem, não de uma mulher. O problema com isso é que não tenho um parceiro masculino e, como mantenho as aparências com meus conhecidos, quase não tenho com quem me satisfazer. Presa do tesão, pensei em dar uma chance pra algum fã. Sempre dizem que a caixa de entrada das redes sociais de uma mulher tá cheia de fotos de paus dos admiradores, e tenho que dizer que é verdade, e eu não tava livre disso. Embora normalmente não responda, me dá uma certa satisfação ver o que eu causo nos membros que me mandam. Então, naquele momento, decidi escolher um sortudo. A forma? Algo simples: respondi todas as mensagens mandando um ponto, e quem me respondesse primeiro ganhava a chance. Não demorou nem dois minutos pro sortudo aparecer. A gente trocou ideia e marquei num hotel bonito fora da cidade. Nos encontramos, jantamos leve e conversamos sobre coisas sem importância, a verdade é que não tava muito interessada, ele não era nem muito... Ele não era atraente nem feio, dava pra ver que malhava e por algum motivo não pensei em perguntar a idade dele. A pele era morena e ele devia ter uns um metro e oitenta. Não demorei pra convidar ele pra subir, tava decidida a partir pra ação na hora. Ele ganhou um ponto a mais quando disse que queria tomar um banho primeiro. Saiu enrolado numa toalha e depois foi minha vez de me lavar. Pro encontro eu tinha vestido um pretinho curto de festa, bem simples. Por baixo, uma das minhas lingeries mais bonitas, preta e vermelha. Uns saltos bem elegantes e altos me davam uma altura a mais. Mas depois do banho, decidi que não ia usar nada daquilo, me enxuguei pela metade e saí do jeito que tava, pelada e descalça pro quarto onde meu macho me esperava. Quis surpreender ele me mostrando assim, com minha pele branca nua e meus peitos grandes e orgulhosos na frente dele. Mas quem levou a surpresa fui eu quando vi ele lá deitado, segurando uma pica monumental entre as mãos. Pelo chat ele tinha dito que o amigo dele media uns gloriosos 25 centímetros de comprimento e outros gloriosos 9 de grossura. Uma mentira típica, pensei na hora, porque mesmo que seja grande, a gente nunca anda com fita métrica pra ficar medindo piroca. Mas por obra do destino, quem respondeu o chamado foi alguém dotado de uma tremenda coluna de carne. Não teve preâmbulo, pulei em cima dele e comecei a me esforçar oralmente. Mesmo tendo experiência, aquela dádiva do céu não consegui enfiar inteira. O problema, se já era o comprimento, era mais ainda a grossura. Então ele teve que se contentar em eu chupar a cabeça dele por vários minutos. Também pelo chat, eu tinha cometido o erro de entrar no jogo que agora tinha perdido. A gente tinha deixado claro o que ia e o que não ia rolar. Ele tinha dito que adoraria fazer sexo anal comigo, e eu respondi que pelo tamanho dele não ia permitir, mas safadamente propus que se ele conseguisse me fazer gozar, ele deixaria entrar pela entrada pequena. Ela aceitou e agora eu tava perdida. Ele tinha me levado ao limite duas vezes e eu já tinha passado longe da linha do orgasmo. Aí ele reivindicou o que era dele por direito. — Em que posição você quer fazer? — Queria que você ficasse de pé, amor. Então eu levantei da cama e fiquei de frente pra uma das mesas que tavam encostadas na parede. O Fran foi tão gentil que usou um lubrificante que ele trouxe o tempo todo, que por sinal tinha um cheiro e um gosto muito bons. Ele lubrificou o pau e se aproximou de mim, mas antes passou a língua no meu cu com cuidado. Eu não tenho problema nenhum e adoro fazer anal também, então não fiz cara feia quando ele enfiou os dedos no meu cu e encheu tudo de lubrificante. Depois da preparação do que eu achava que ia ser uma agonia pra mim, ele tentou me penetrar, mas não conseguiu. O obstáculo foi algo engraçado: a altura. Como eu disse, ele tinha quase um metro e oitenta e eu era bem mais baixinha, com uma altura fofa de menos de um metro e sessenta. Uma cabeça a mais de altura causa certos problemas, como aquele que a gente tinha: eu ficava na ponta dos pés e ele se abaixava, dobrando os joelhos de um jeito desconfortável pra ficar na altura da minha bunda. — Espera, vou calçar meus sapatos — falei quando a solução me veio à cabeça. Fui buscar eles e coloquei; com os saltos e a plataforma, ganhei mais altura. Dessa vez, apoiada na mesa como antes, consegui sentir a cabeça da pica pressionando meu cu. Eu sabia o tamanho que era, tentei ajudar abrindo minha bunda com as mãos enquanto ele segurava o próprio pau e empurrava. — Aí... Vai... Empurra forte — eu incentivei, e pra falar a verdade, com tanto lubrificante não sentia dor nenhuma — Sem medo, empurra... aaah! Quando a cabeça venceu meu esfíncter, metade do pau deslizou pra dentro do meu reto. Eu me endireitei na hora e parei ele. Acho que poucas vezes senti a bunda tão cheia. O anel da entrada parecia que ia rasgar e eu não tinha certeza de onde exatamente sentia a glande. Tava tudo muito apertado. A gente ficou ali uns instantes até a ardência passar um pouco. Fiz sinal pra ele continuar e, me segurando pela cintura, ele obedeceu. Foi tirando um pouco o pau e, devagar, enfiou um pouco mais. Repetiu o movimento até que, aos poucos, foi enfiando mais e mais fundo. Eu fechava os olhos e mordia os lábios, era difícil de aguentar, mas dentro de mim tudo se roçava e a sensação era indescritível. Quando ficou claro que meu cu já não ia oferecer mais resistência, ele enfiou de uma vez, me abraçando com os braços e segurando meus peitos com as mãos, os dedos escuros dele se destacando contra minha pele pálida, embora eu desse pouca atenção a isso. O que realmente importava era como eu sentia as bolas dele se apertando contra meus lábios da buceta. Abri os olhos desmedidamente e, incrédula, com minhas mãos, procurei meu cu e pude sentir o tamanho daquela penetração. Tinha o pau inteiro dentro! Não sobrou nada fora de mim. Soltei uns sons, não sei se foram gritos ou gemidos, mas foram uns espasmos tão fortes que devem ter subido a autoestima do Fran, o suficiente pra ele começar a me foder com gosto. Deixando o orgulho de lado, comecei a implorar pra ele parar. Era impossível aguentar, o pau se abrindo pelo meu reto, pressionando no caminho toda a minha cavidade vaginal que tava bem perto dele, e o resultado era uma sensação vertiginosa de impotência, como se estivessem fazendo cócegas enquanto você tá amarrada, embora comparar cócegas com aquelas estocadas fique bem sem graça. — Espera... Já... Vou... Gozar — pediu o Fran, falando entre o som do bater da minha bunda contra a cintura dele. Tava quase gritando. Tentei abrir mais as pernas, mas o Fran me segurava firme e a altura dele não deixava. De qualquer jeito, minhas pernas já não obedeciam mais. Meu sapato esquerdo começou a escorregar do pé. A força com que o Fran me pegava era tanta que, por momentos, ele me levantava. do chão com seu abraço. Ele segurava meus peitos e metia o pau sem tirar muito. — Fran... Para... Espera... Aaa! Espera, Fran... Vai cair... meu... Sapato — consegui falar enquanto minha mente estava nas nuvens. — Tira eles. Sem esperar resposta, Fran me levantou do chão. Chutei no ar para me livrar dos sapatos e os dois caíram no chão. Me segurei melhor nos braços dele enquanto meus pés se moviam suspensos a centímetros do chão, e então Fran realmente agarrou o prêmio. Não durou muito, mas ali nos braços dele, sendo fodida pelo cu, não posso dizer que lamentei que não durasse mais. Por alguns segundos, as bolas dele batiam na minha bunda e a fodida era profunda, tanto que sentia o pau dele em todo meu reto, batia em alguma curva do intestino e seguia seu caminho levemente inclinado pra direita, onde empurrava coisas lá dentro. Abri a boca sem dizer palavra, mas ele conseguiu arrancar um gemido rouco, grosso e abafado de mim, bem no instante em que aquele falo criado por todos os deuses da fertilidade explodia e derramava seu esperma quente dentro de mim. E bem no momento em que toda continência me abandonava, humilhantemente, minha bexiga me traiu e uma cachoeira de mijo caiu no chão. — Caralho! Eli, te amo. Casa comigo — foi o que Fran conseguiu dizer depois de tirar o pau de mim e me levar no colo pro banheiro. Era a primeira vez que algo assim acontecia comigo, e a vergonha veio um pouco tarde, enquanto eu me limpava debaixo do chuveiro. E continuou enquanto eu tentava limpar a poça que ficou com as toalhas, enquanto meu recém-namorado me passava elas. Fran pagou o jantar e tudo mais, deixou uma gorjeta extra pro gerente pelo presente que deixei no chão. Era um cavalheiro com espada inclusa, mas depois da minha cena vergonhosa, não conseguia mais olhar pra ele. Ao chegar no apartamento, me apressei em bloqueá-lo de todas as redes sociais. Talvez com um pouco de sorte, nunca mais o visse.





5 comentários - #36 Fiquei na vergonha (anal)
Creo que Fran se merece una segunda oportunidad!!!😍😘😍😘
Creo que deberías hacer de lado tus vergüenzas y disfrutar de ese muchacho nuevamente!