E assim terminaram nossas férias curtas no Brasil.
Espero que vocês curtam essa história.
tanto quanto nós dois aproveitamos
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS
Já era de dia, a gente precisava fazer algo diferente, estávamos muito exaustos e decidimos dar uma volta pela área onde estávamos parados. Caminhamos vários quarteirões até que cruzamos com uma casa de massagem, na hora ela me disse:
Seria genial umas massagens, tô muito travada.
Siiim, claro, com certeza umas massagens de um negão te fariam muito bem
Não seja assim, não tô afim de sexo hoje, amor. Entre os pretos e você, me deixaram de cama.
Tá bom, vamos entrar, amorzinho, também tô cansado.
Entramos e fomos atendidos na hora. Eu peguei um massagista branco e a Laurita também, estávamos em salas separadas, mas algo me dizia que ele ia comer ela, e foi o que aconteceu. Claro que só fiquei sabendo depois, quando ela me contou. Depois das massagens, ela estava tão relaxada que não foi difícil pro massagista excitá-la, e ele acabou comendo ela na maca enquanto eu, na outra sala, curtia as massagens que tava recebendo. Imagino o tesão do cara, comendo a mulher do sujeito do lado sem ele saber que tava sendo corno. Com certeza encheu ela de porra bem rápido. Isso ela me contou em Buenos Aires, quando voltamos. Também confessou que foram dois massagistas que comeram ela enquanto esticavam meu tratamento pra eu não desconfiar de nada. Quando saímos das massagens, fomos pra casa, nos sentindo novinhos. À noite fomos jantar, e num momento ela foi ao banheiro. Eu fiquei comendo enquanto ela entrava no banheiro masculino, onde uns negões comeram ela bem rápido. Percebi porque quando voltou pra mesa, me deu um beijo e passou a porra que tinham deixado nela. Tava muito putinha e eu adorava, mesmo sem ter visto. Saímos meio bêbados do bar e fomos pra uma balada que já tava fechando. A música tocava alto e ela rebolava a bundinha minúscula, provocando qualquer negão que se aproximasse. Tava tão bêbada que nem sei como aconteceu, mas um negão ficou entre nós e acabamos no apartamento. Nem preciso dizer que ele comeu ela, e antes de eu dormir, lembro que ela até me fez chupar o pau dele pra deixar ele duro. No outro dia acordamos e o negão tinha ido embora. Faltava meu dinheiro vivo, mas nada mais. Por sorte ele não levou o cartão de crédito. Era nosso último dia no Brasil, tínhamos que aproveitar, então fomos pra praia. Depois de algumas horas lá, os quatro negões do primeiro dia nos encontraram. Disseram que tinham voltado no outro dia, mas não nos acharam. Falei que estávamos passeando e tal. Eles tinham sido muito violentos, nos deixaram destruídos, prometeram ser mais suaves e fazer uma despedida do Brasil que a gente nunca fosse esquecer. No fim, acabamos no apê de novo. Laura tava uma brasa, morrendo de vontade de ser comida. Eu também sentia o mesmo. O tesão ganhou a briga, só queria ver como iam enfiar a rola na Laurita — coisa que não demorou pra acontecer. Dessa vez foi na cama, enquanto eu tava sentado batendo uma. Eram quatro negões metendo sem parar, enquanto ela se contorcia de prazer. Já tinha acabado quando um deles chegou perto de mim, me olhando, e falou:
Você gosta do jeito que a gente come a sua mulher?
Adoro ver ela gozar assim
Eu adoro muito a sua bunda pequenininha, lembra como você sentiu ela?
Sim, adorei, gostosa.
Não quer sentir ela de novo?
Se tu for mais suave, com certeza que sim.
Vou te fazer uma nenenzinha, cê ia gostar disso?
Eu adoraria
Me senti a puta mais puta de todo o Brasil e ele percebeu. Comer o marido da mulher de peitão que ele tinha comido foi muito morbidão pra ele e pra mim também. Ele encostou a rola na minha boca e eu não hesitei, mesmo mole, eu engoli.
Isso, vagabunda, assim mesmo, você chupa tão bem, neném, continua assim, do jeito que vou te comer
O pau dele já tava duro, sabia que ele viria e me deixava excitado, mesmo com medo de me arrebentar. Ele me virou e fiquei cara a cara com a Laurita, senti ele abrir minhas pernas e molhar meu cu com o pau dele até meter. Doeu pra caralho, e a Laurita, mesmo levando uma foda violenta, viu aquilo e falou: "QUE LINDO promíscuo que você é". Começou a cavalgar com força, sentia o pau quente dele entrando e saindo do meu cu, era maravilhoso, eu curtia apesar de doer pra burro. Senti o gozo dele batendo dentro de mim e, quando ele me soltou, caí na cama e via ele continuando a foder a Laurita sem piedade, enquanto ela gritava coisas pra mim, tipo que eu era um corno que também era um viado de merda e outras humilhações. Tudo terminou depois de encher ela de porra por todos os lados. Uns minutos depois, acompanhei eles até a porta, me despedindo com muito carinho. No dia seguinte, arrumamos as malas, entregamos as chaves e fomos embora, os dois muito felizes com as férias gloriosas que a gente tinha vivido.
Espero que vocês curtam essa história.
tanto quanto nós dois aproveitamos
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Já era de dia, a gente precisava fazer algo diferente, estávamos muito exaustos e decidimos dar uma volta pela área onde estávamos parados. Caminhamos vários quarteirões até que cruzamos com uma casa de massagem, na hora ela me disse:
Seria genial umas massagens, tô muito travada.
Siiim, claro, com certeza umas massagens de um negão te fariam muito bem
Não seja assim, não tô afim de sexo hoje, amor. Entre os pretos e você, me deixaram de cama.
Tá bom, vamos entrar, amorzinho, também tô cansado.
Entramos e fomos atendidos na hora. Eu peguei um massagista branco e a Laurita também, estávamos em salas separadas, mas algo me dizia que ele ia comer ela, e foi o que aconteceu. Claro que só fiquei sabendo depois, quando ela me contou. Depois das massagens, ela estava tão relaxada que não foi difícil pro massagista excitá-la, e ele acabou comendo ela na maca enquanto eu, na outra sala, curtia as massagens que tava recebendo. Imagino o tesão do cara, comendo a mulher do sujeito do lado sem ele saber que tava sendo corno. Com certeza encheu ela de porra bem rápido. Isso ela me contou em Buenos Aires, quando voltamos. Também confessou que foram dois massagistas que comeram ela enquanto esticavam meu tratamento pra eu não desconfiar de nada. Quando saímos das massagens, fomos pra casa, nos sentindo novinhos. À noite fomos jantar, e num momento ela foi ao banheiro. Eu fiquei comendo enquanto ela entrava no banheiro masculino, onde uns negões comeram ela bem rápido. Percebi porque quando voltou pra mesa, me deu um beijo e passou a porra que tinham deixado nela. Tava muito putinha e eu adorava, mesmo sem ter visto. Saímos meio bêbados do bar e fomos pra uma balada que já tava fechando. A música tocava alto e ela rebolava a bundinha minúscula, provocando qualquer negão que se aproximasse. Tava tão bêbada que nem sei como aconteceu, mas um negão ficou entre nós e acabamos no apartamento. Nem preciso dizer que ele comeu ela, e antes de eu dormir, lembro que ela até me fez chupar o pau dele pra deixar ele duro. No outro dia acordamos e o negão tinha ido embora. Faltava meu dinheiro vivo, mas nada mais. Por sorte ele não levou o cartão de crédito. Era nosso último dia no Brasil, tínhamos que aproveitar, então fomos pra praia. Depois de algumas horas lá, os quatro negões do primeiro dia nos encontraram. Disseram que tinham voltado no outro dia, mas não nos acharam. Falei que estávamos passeando e tal. Eles tinham sido muito violentos, nos deixaram destruídos, prometeram ser mais suaves e fazer uma despedida do Brasil que a gente nunca fosse esquecer. No fim, acabamos no apê de novo. Laura tava uma brasa, morrendo de vontade de ser comida. Eu também sentia o mesmo. O tesão ganhou a briga, só queria ver como iam enfiar a rola na Laurita — coisa que não demorou pra acontecer. Dessa vez foi na cama, enquanto eu tava sentado batendo uma. Eram quatro negões metendo sem parar, enquanto ela se contorcia de prazer. Já tinha acabado quando um deles chegou perto de mim, me olhando, e falou:
Você gosta do jeito que a gente come a sua mulher?
Adoro ver ela gozar assim
Eu adoro muito a sua bunda pequenininha, lembra como você sentiu ela?
Sim, adorei, gostosa.
Não quer sentir ela de novo?
Se tu for mais suave, com certeza que sim.
Vou te fazer uma nenenzinha, cê ia gostar disso?
Eu adoraria
Me senti a puta mais puta de todo o Brasil e ele percebeu. Comer o marido da mulher de peitão que ele tinha comido foi muito morbidão pra ele e pra mim também. Ele encostou a rola na minha boca e eu não hesitei, mesmo mole, eu engoli.
Isso, vagabunda, assim mesmo, você chupa tão bem, neném, continua assim, do jeito que vou te comer
O pau dele já tava duro, sabia que ele viria e me deixava excitado, mesmo com medo de me arrebentar. Ele me virou e fiquei cara a cara com a Laurita, senti ele abrir minhas pernas e molhar meu cu com o pau dele até meter. Doeu pra caralho, e a Laurita, mesmo levando uma foda violenta, viu aquilo e falou: "QUE LINDO promíscuo que você é". Começou a cavalgar com força, sentia o pau quente dele entrando e saindo do meu cu, era maravilhoso, eu curtia apesar de doer pra burro. Senti o gozo dele batendo dentro de mim e, quando ele me soltou, caí na cama e via ele continuando a foder a Laurita sem piedade, enquanto ela gritava coisas pra mim, tipo que eu era um corno que também era um viado de merda e outras humilhações. Tudo terminou depois de encher ela de porra por todos os lados. Uns minutos depois, acompanhei eles até a porta, me despedindo com muito carinho. No dia seguinte, arrumamos as malas, entregamos as chaves e fomos embora, os dois muito felizes com as férias gloriosas que a gente tinha vivido.
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