Vou contar pra vocês uma história que aconteceu comigo há vários anos com um primo que vou chamar de Raul (nome fictício). Ele era uns anos mais velho que eu, tarado demais, vivia no fogo e me contava que às vezes batia uma mais de uma vez por dia e sempre arrumava alguma revista pornô pra fazer isso.
Uma tarde ele veio na minha casa e trouxe umas revistas pra gente olhar juntas e me propôs bater uma no meu quarto, que ficava num sótão porque eu tinha ocupado aquele espaço, já que achava o lugar maneiro. Lá embaixo ficava o quarto dos meus pais e o outro quarto a gente usava como escritório.
Fomos pro meu quarto ver aquelas revistas que ele tinha trazido, pra punhetar, mas ele sugeriu fazer cruzado. Eu tava usando um short bem folgado e uma cueca justa, ele tava de jeans com uma cueca de pano que tinha uma abertura na frente. Com medo de alguém aparecer, a gente metia a mão — eu pela perna, porque já tinha puxado a cueca, e ele abriu o zíper, mas com aquela abertura na frente dava pra pegar bem.
Começamos a nos tocar, porque já tava bem dura, e a gente se apalpava. Eu pegava até nas bolas dele e passava a mão por todo o tronco daquela pica quente. Ele também pegava na minha e me batia uma. Num momento, ele falou que já tava perto de gozar e não queria sujar a roupa, então tirou uma camisinha do bolso e colocou — isso me deixou com mais tesão ainda. Ele sentou de novo, mas não tava mais ligando pra mim, só curtindo minha mão.
Gozou dentro da camisinha e eu sentia a porra bem quente na minha mão até ele amolecer e tirar a camisinha. Não dava pra acreditar na quantidade de porra que tinha ali. Ele deu um nó, enrolou num lenço e falou: "Vou jogar fora em algum lugar quando for embora". Eu fiquei com tesão porque ele não tinha me feito gozar.
Ele se arrumou pra ir embora, mas disse que na sexta ia ficar sozinho em casa porque meus tios iam viajar pro litoral no fim de semana com a irmã dele.
Acompanhei ele até a porta e, a duas casas da minha, tinha uma em construção. Ele tirou o joguei o forro do lado de uma parede, entre uns matos que tinha, e ele foi embora.
Pouco depois, fui disfarçando e peguei pra levar pro meu quarto, desamarrei e, enquanto me masturbava, provei o gosto da porra dele. Não achei ruim, mas fiquei surpreso com a quantidade que tinha gozado.
Na sexta à tarde, fui na casa dele e ele me fez entrar na cozinha, onde sentamos e ele trouxe as revistas dele pra folhear. Nisso, ele levantou e foi no banheiro; quando voltou, tava só de cueca aberta e o pau bem duro. Parou do meu lado e colocou o pau pra fora, já tava quente, e falou: "vai ver que cheirinho de sabonete que tem". Aproximei pra sentir o cheiro e ele disse: "dá beijinhos na cabecinha". Sem mais, fiquei dando beijinhos, mas no pau inteiro, nas bolas também, até que comecei a chupar tudo. Tava muito quente e vazava um líquido pré-gozo contínuo, com um gosto doce. Parei pra tirar a cueca dele e deixar ele nu à minha mercê. Chupei o pau dele quase com desespero, queria chegar na porra. Não demorou muito, ele avisou que ia gozar. Soltei e comecei a bater uma pra ele, abri bem a boca enquanto ele dizia: "que viado que você é". Enfiei a cabecinha e prendi entre meus lábios, senti ele se descarregar dentro da minha boca uma quantidade de porra igual à da vez anterior no forro. Gosto gostoso e quente. Não tive coragem de engolir porque era muita, então cuspi na pia e fui atrás do que sobrou na pontinha, umas gotas a mais, isso eu comi.
Terminei de me despir e me masturbei até gozar no chão. "Não acreditava que você gostava tanto", ele disse. Já sem esconder nada, falei que sim, que quando ele quisesse eu chupava de novo. Ele foi no banheiro se higienizar e, do gaveta da irmã dele, tirou uma calcinha fio dental transparente e vestiu. Ficou dez, já com o pau meio duro, ele falou: "vamos pro quarto" e se deitou na cama. Me deixou fazer tudo do meu jeito. Comecei a beijar ele por cima da calcinha até que a cabeça do pau apareceu por cima, e aí fui. Com a minha boca, dei mais uma chupada nele que deixou ele louco, eu passava meus dedos no cuzinho dele e quando tocava, ele ficava tenso, gostava, eu bem devagar até ele gozar de novo na minha boca, mas aí já era menos e eu engoli tudo….
Depois a gente começou a transar, mas essa é outra história que vou contar mais pra frente.
Uma tarde ele veio na minha casa e trouxe umas revistas pra gente olhar juntas e me propôs bater uma no meu quarto, que ficava num sótão porque eu tinha ocupado aquele espaço, já que achava o lugar maneiro. Lá embaixo ficava o quarto dos meus pais e o outro quarto a gente usava como escritório.
Fomos pro meu quarto ver aquelas revistas que ele tinha trazido, pra punhetar, mas ele sugeriu fazer cruzado. Eu tava usando um short bem folgado e uma cueca justa, ele tava de jeans com uma cueca de pano que tinha uma abertura na frente. Com medo de alguém aparecer, a gente metia a mão — eu pela perna, porque já tinha puxado a cueca, e ele abriu o zíper, mas com aquela abertura na frente dava pra pegar bem.
Começamos a nos tocar, porque já tava bem dura, e a gente se apalpava. Eu pegava até nas bolas dele e passava a mão por todo o tronco daquela pica quente. Ele também pegava na minha e me batia uma. Num momento, ele falou que já tava perto de gozar e não queria sujar a roupa, então tirou uma camisinha do bolso e colocou — isso me deixou com mais tesão ainda. Ele sentou de novo, mas não tava mais ligando pra mim, só curtindo minha mão.
Gozou dentro da camisinha e eu sentia a porra bem quente na minha mão até ele amolecer e tirar a camisinha. Não dava pra acreditar na quantidade de porra que tinha ali. Ele deu um nó, enrolou num lenço e falou: "Vou jogar fora em algum lugar quando for embora". Eu fiquei com tesão porque ele não tinha me feito gozar.
Ele se arrumou pra ir embora, mas disse que na sexta ia ficar sozinho em casa porque meus tios iam viajar pro litoral no fim de semana com a irmã dele.
Acompanhei ele até a porta e, a duas casas da minha, tinha uma em construção. Ele tirou o joguei o forro do lado de uma parede, entre uns matos que tinha, e ele foi embora.
Pouco depois, fui disfarçando e peguei pra levar pro meu quarto, desamarrei e, enquanto me masturbava, provei o gosto da porra dele. Não achei ruim, mas fiquei surpreso com a quantidade que tinha gozado.
Na sexta à tarde, fui na casa dele e ele me fez entrar na cozinha, onde sentamos e ele trouxe as revistas dele pra folhear. Nisso, ele levantou e foi no banheiro; quando voltou, tava só de cueca aberta e o pau bem duro. Parou do meu lado e colocou o pau pra fora, já tava quente, e falou: "vai ver que cheirinho de sabonete que tem". Aproximei pra sentir o cheiro e ele disse: "dá beijinhos na cabecinha". Sem mais, fiquei dando beijinhos, mas no pau inteiro, nas bolas também, até que comecei a chupar tudo. Tava muito quente e vazava um líquido pré-gozo contínuo, com um gosto doce. Parei pra tirar a cueca dele e deixar ele nu à minha mercê. Chupei o pau dele quase com desespero, queria chegar na porra. Não demorou muito, ele avisou que ia gozar. Soltei e comecei a bater uma pra ele, abri bem a boca enquanto ele dizia: "que viado que você é". Enfiei a cabecinha e prendi entre meus lábios, senti ele se descarregar dentro da minha boca uma quantidade de porra igual à da vez anterior no forro. Gosto gostoso e quente. Não tive coragem de engolir porque era muita, então cuspi na pia e fui atrás do que sobrou na pontinha, umas gotas a mais, isso eu comi.
Terminei de me despir e me masturbei até gozar no chão. "Não acreditava que você gostava tanto", ele disse. Já sem esconder nada, falei que sim, que quando ele quisesse eu chupava de novo. Ele foi no banheiro se higienizar e, do gaveta da irmã dele, tirou uma calcinha fio dental transparente e vestiu. Ficou dez, já com o pau meio duro, ele falou: "vamos pro quarto" e se deitou na cama. Me deixou fazer tudo do meu jeito. Comecei a beijar ele por cima da calcinha até que a cabeça do pau apareceu por cima, e aí fui. Com a minha boca, dei mais uma chupada nele que deixou ele louco, eu passava meus dedos no cuzinho dele e quando tocava, ele ficava tenso, gostava, eu bem devagar até ele gozar de novo na minha boca, mas aí já era menos e eu engoli tudo….
Depois a gente começou a transar, mas essa é outra história que vou contar mais pra frente.
2 comentários - Quando meu primo me comeu