Minha avó e eu. Minha vovó de 64 anos, olhos escuros e firmes, o rosto dela mostrava os anos e o trabalho, mas não os quadris e os peitões dela, braços fortes e um gênio enérgico. Já meu avô, de 72 anos, mais cansado que a vó, já era um homem sedentário. Quanto a mim, agora tenho 29 anos, cheguei na casa dos velhos porque terminei com minha parceira, com quem tava tentando me estabilizar e assentar cabeça, coisa que não rolou. Então precisei de um refúgio quentinho pra superar o término, e os velhos me estenderam a mão. Nós três cuidamos da fazenda, onde temos umas cabeças de gado. Em troca da hospitalidade deles, eu ajudava no que dava no serviço da pecuária. O inverno tava chegando e a gente tinha que levar o gado pras partes altas da fazenda. Meu avô tava com o braço quebrado, então tive que ir com minha avó levar o gado pra cima. Lá a gente tinha que arrumar as cercas, e a vó foi comigo na jornada — eu era o xodó dos dois. Depois de meio dia de viagem a cavalo, chegamos nos currais da altura. Soltamos o gado nos currais pra ir arrumar as cercas. A vó ligou o rádio pra avisar o avô que a gente tinha chegado bem. A rancha não tinha luz e era pequena: só banheiro, cozinha e uma cama só. A gente se iluminava com lampiões de querosene. A vó abriu as janelas e acendeu o fogão a lenha, esquentou a comida que tinha trazido. Umas duas da tarde quando a gente voltou pra rancha. Tinha sido um dia de muito trampo. Sentei na entrada da rancha, e minha avó me trouxe uma cachaça que o avô faz, pra descansar. Ela tomou um copo do mesmo bagaço sem nem franzir a cara — era costume. Antes de anoitecer, a vó entrou no banheiro, que era umas tábuas e uma porta de plástico velho e corroído... Daí a pouco ela me pediu pra passar um pano pra ela se secar. E quando entreguei, ai meu Deus! Vi ela pelada de costas... Um corpo Ainda divina, uma pele bem branca de quadris largos, a avó vestiu um conjunto bege que tinha como roupa íntima, saiu descalça, eu estava de pau duro com aquela cena tremenda, entrei no banheiro pra disfarçar, pra pensar em outra coisa e aproveitei pra tirar a terra e o suor com o sabão.










A vó terminou de arrumar a cama, enquanto eu fui fechar o curral, a noite começava a cair, acendemos os lampiões, a vó estava em cima da cama costurando o mosquiteiro, ao levantar os braços o camisão dela se abriu deixando ver as pernas dela, num dado momento abriu um pouco mais e eu pude ver os pelos da buceta dela, isso começou a me dar um tesão danado. Ela me diz --- já tá pronto, filho? Vamos nos cobrir senão os mosquitos nos comem, já vou deitar, o canto é meu, vem cá, meu amor--- . A vó se meteu debaixo das cobertas pra tirar o camisão, tinha que costurar na altura dos peitos, porque um mamilo tava querendo escapar, depois vestiu de novo, não amarrou porque era muito incômodo, a vó me perguntou se eu ia entrar na cama, fechei a porta da cabana com um lampião aceso, já na cama junto com a vó ela me dá um beijo na testa dizendo que eu era um homem feito, que tinha feito praticamente o trabalho sozinho, ficou passando a mão no meu cabelo só, parecia por um momento que não ia se atrever a mais, mas me enganei, as palavras doces e os elogios aumentaram, ela falava cada vez com uma voz mais safada e eu sentia os peitos dela no meu ombro, então comecei a esquentar minha virilidade, foi endurecendo, enfiei minha mão disfarçadamente e ajeitei pra vó não notar nada, ela colocou a cabecinha no meu ombro e peito e ficou quietinha por um tempo, dava pra ouvir a respiração dela mudando, com muito medo ela foi colocando a perna dela sobre a minha, sentia os pelos dela no meu joelho, o camisão dela tava aberto, isso me deixou com muito tesão, já não tinha como esconder meu pau, e minha vó, a namorada, com as coxas perfeitas dela, roçava em mim de um jeito gostoso, eu já tava gozando e pra minha surpresa do nada minha vó começou a chorar. Perguntei o que tinha acontecido. Ela cobriu o rosto me dizendo --- ai, buceta, é que me lembro quando tinha noites boas com o vô, esse seu cheiro me trouxe muitas lembranças, me perdoa mas também sou mulher, o vô faz muitos anos que não me toca mais. vovó enfiou a mão debaixo do cobertor, pegou na minha pica, até que respirou fundo sentindo minha ereção, apertou ela forte --- aaaaiii papaiii, aaaaiii buceta, que coisinha mais gostosa, desculpa ---, tirei os cobertores, enfiei minha mão no monte peludo dela, vovó bufava com a bocona bem aberta, deixando escapar gemidos, esfregava o corpo na cama, abriu as pernas o máximo que podia, esperando ser penetrada, fui passando a mão na pelagem dela até enfiar meus dedos naquela buceta enorme, nem tinha colocado um dedo quando vovó começou a gritar --- aaaaiii, aaaaiii, continua buceta, continua aaaaiii, que delícia ---. Praticamente enfiei todos os meus dedos, eles entraram sem nenhuma dificuldade, minha vovó tinha uma racha enorme...








A vovó já tava bem gostosa, me dizia "me come" murmurando e me beijava, meu pescoço, depois tava chupando meus peitos com força, doía, então peguei a cabeça dela empurrando pra ela me chupar, fiquei de joelhos, aproximei meu pau da boca dela, ela engoliu de uma vez, apertou com os lábios, começou a meter e tirar, eu dizia "ai vovó, que gostoso, continua assim", dava pra ver a experiência que ela tinha, sentia que ia virar do avesso com aquela chupada que ela tava me dando, os olhos dela tinham ficado vermelhos, estavam saltando, eu batia o pau na ponta da língua dela, empurrava o máximo que podia, até afogar ela, e ela adorava...
Meus dedos estavam dentro da grande buceta dela, eu os torcia e a puta da minha vó levantava o corpo, deixando jorrar o líquido vaginal dela. Minha avó gritava como uma puta surrada, o corpo inteiro tremia com minha mão na buceta dela. Ela me pegou pelo rosto, queria que eu chupasse ela. Desci até a vagina bem esticada dela, peguei os lábios vaginais vermelho-escuros, estiquei eles. Comecei a meter minha língua, vovó continuava gritando. Puxava os lábios vaginais dela com minha boca, esticava mais do que já estavam. Dava pra ver que vovó aproveitou o tempo transando. Eu adorava enfiar a grande buceta bem molhada dela na minha boca.











Já não aguentava mais, separei bem as pernas dela, meti meu pau na véia, acho que ela nem sentiu, enfiei tudo de uma vez só. Continuei metendo bem forte, batia minha cabeça até o fundo, sentia a parede dela. Era uma poça de líquidos vaginais, metia e tirava com muita rapidez, a velhinha já não tinha mais fôlego. Descarreguei todo meu esperma dentro da buceta enorme dela, era um lamaçal, a buceta dela estava cheia do meu leite. Deixei a véia descansar, o corpo inteiro dela ainda tremia...









Aquela primeira vez a gente trepou várias vezes naquela noite, e desde então eu e minha avó temos um romance secreto que foi se degradando aos poucos, a ponto de enganarmos o vovô pra poder ficar juntos. Ela é uma verdadeira puta, adora vestir lingerie pra mim e me dar as melhores fodas da minha vida.











































































A vó terminou de arrumar a cama, enquanto eu fui fechar o curral, a noite começava a cair, acendemos os lampiões, a vó estava em cima da cama costurando o mosquiteiro, ao levantar os braços o camisão dela se abriu deixando ver as pernas dela, num dado momento abriu um pouco mais e eu pude ver os pelos da buceta dela, isso começou a me dar um tesão danado. Ela me diz --- já tá pronto, filho? Vamos nos cobrir senão os mosquitos nos comem, já vou deitar, o canto é meu, vem cá, meu amor--- . A vó se meteu debaixo das cobertas pra tirar o camisão, tinha que costurar na altura dos peitos, porque um mamilo tava querendo escapar, depois vestiu de novo, não amarrou porque era muito incômodo, a vó me perguntou se eu ia entrar na cama, fechei a porta da cabana com um lampião aceso, já na cama junto com a vó ela me dá um beijo na testa dizendo que eu era um homem feito, que tinha feito praticamente o trabalho sozinho, ficou passando a mão no meu cabelo só, parecia por um momento que não ia se atrever a mais, mas me enganei, as palavras doces e os elogios aumentaram, ela falava cada vez com uma voz mais safada e eu sentia os peitos dela no meu ombro, então comecei a esquentar minha virilidade, foi endurecendo, enfiei minha mão disfarçadamente e ajeitei pra vó não notar nada, ela colocou a cabecinha no meu ombro e peito e ficou quietinha por um tempo, dava pra ouvir a respiração dela mudando, com muito medo ela foi colocando a perna dela sobre a minha, sentia os pelos dela no meu joelho, o camisão dela tava aberto, isso me deixou com muito tesão, já não tinha como esconder meu pau, e minha vó, a namorada, com as coxas perfeitas dela, roçava em mim de um jeito gostoso, eu já tava gozando e pra minha surpresa do nada minha vó começou a chorar. Perguntei o que tinha acontecido. Ela cobriu o rosto me dizendo --- ai, buceta, é que me lembro quando tinha noites boas com o vô, esse seu cheiro me trouxe muitas lembranças, me perdoa mas também sou mulher, o vô faz muitos anos que não me toca mais. vovó enfiou a mão debaixo do cobertor, pegou na minha pica, até que respirou fundo sentindo minha ereção, apertou ela forte --- aaaaiii papaiii, aaaaiii buceta, que coisinha mais gostosa, desculpa ---, tirei os cobertores, enfiei minha mão no monte peludo dela, vovó bufava com a bocona bem aberta, deixando escapar gemidos, esfregava o corpo na cama, abriu as pernas o máximo que podia, esperando ser penetrada, fui passando a mão na pelagem dela até enfiar meus dedos naquela buceta enorme, nem tinha colocado um dedo quando vovó começou a gritar --- aaaaiii, aaaaiii, continua buceta, continua aaaaiii, que delícia ---. Praticamente enfiei todos os meus dedos, eles entraram sem nenhuma dificuldade, minha vovó tinha uma racha enorme...








A vovó já tava bem gostosa, me dizia "me come" murmurando e me beijava, meu pescoço, depois tava chupando meus peitos com força, doía, então peguei a cabeça dela empurrando pra ela me chupar, fiquei de joelhos, aproximei meu pau da boca dela, ela engoliu de uma vez, apertou com os lábios, começou a meter e tirar, eu dizia "ai vovó, que gostoso, continua assim", dava pra ver a experiência que ela tinha, sentia que ia virar do avesso com aquela chupada que ela tava me dando, os olhos dela tinham ficado vermelhos, estavam saltando, eu batia o pau na ponta da língua dela, empurrava o máximo que podia, até afogar ela, e ela adorava...
Meus dedos estavam dentro da grande buceta dela, eu os torcia e a puta da minha vó levantava o corpo, deixando jorrar o líquido vaginal dela. Minha avó gritava como uma puta surrada, o corpo inteiro tremia com minha mão na buceta dela. Ela me pegou pelo rosto, queria que eu chupasse ela. Desci até a vagina bem esticada dela, peguei os lábios vaginais vermelho-escuros, estiquei eles. Comecei a meter minha língua, vovó continuava gritando. Puxava os lábios vaginais dela com minha boca, esticava mais do que já estavam. Dava pra ver que vovó aproveitou o tempo transando. Eu adorava enfiar a grande buceta bem molhada dela na minha boca.











Já não aguentava mais, separei bem as pernas dela, meti meu pau na véia, acho que ela nem sentiu, enfiei tudo de uma vez só. Continuei metendo bem forte, batia minha cabeça até o fundo, sentia a parede dela. Era uma poça de líquidos vaginais, metia e tirava com muita rapidez, a velhinha já não tinha mais fôlego. Descarreguei todo meu esperma dentro da buceta enorme dela, era um lamaçal, a buceta dela estava cheia do meu leite. Deixei a véia descansar, o corpo inteiro dela ainda tremia...









Aquela primeira vez a gente trepou várias vezes naquela noite, e desde então eu e minha avó temos um romance secreto que foi se degradando aos poucos, a ponto de enganarmos o vovô pra poder ficar juntos. Ela é uma verdadeira puta, adora vestir lingerie pra mim e me dar as melhores fodas da minha vida.
































































10 comentários - Mi abuela, del romance a la degradación.