O vestido de dama de honra era rosa pastel, com a saia longa e volumosa como se usava décadas atrás. O estilo combinava com a decoração retrô que enfeitava o casamento ostentoso de uma colega de faculdade. Ela se casava depois de anos de relacionamento, eu diria que finalmente se casava. Adorei o evento porque também adoro esse estilo. Não pude deixar de entrar no clima, usando por baixo do vestido umas meias de nylon creme presas por uma cinta-liga roxa de renda, da mesma cor da calcinha fio dental que eu vestia, embora não fosse da época. Usar um tecido fino de renda entre as pernas sempre me dá uma leve excitação, o suficiente para ter um sentimento de felicidade a noite toda. Nos pés, coloquei umas botinhas curtas, brancas, de salto alto e fino. A cerimônia religiosa e a civil terminaram, e então todos os convidados tivemos que ir para o local onde aproveitaríamos a pequena festa. Lá, jantamos e depois veio a típica cena da dança cerimonial. Enquanto os casais iam para a pista de dança, eu não parava de pensar nele. Naquele senhor, o pai da minha amiga. O pai da noiva. Ele tinha lá seus cinquenta e poucos anos, era bem alto, embora qualquer um seja alto comparado ao meu um metro e sessenta, tinha uma barriga proeminente, cabelo curto e uma barba espessa, mas não tão longa, visivelmente arrumada para a ocasião. Não era nem atraente nem jovem, mas havia algo cativante nele, e ele não tirava os olhos de mim. Quando chegamos ao local onde serviriam o jantar e antes de começarem a servir, ele se aproximou para conversar, e não demorou para ficarmos a sós. — Elizabeth — nunca antes ele tinha me chamado pelo nome completo —, hoje você está realmente muito gostosa. — Obrigada. Sua esposa pensa o mesmo? — não consegui evitar dizer, embora tenha me arrependido na hora —. O senhor está muito elegante, nunca tinha te visto assim. — Eu nunca soube o que a Amanda pensa — ele respondeu após um instante de silêncio —. mas eu sei o que você tá pensando. - Ah é? E o que eu tô pens... O movimento foi tão rápido que eu nem vi. Ele segurou meu antebraço esquerdo com a mão direita e, puxando, me fez girar, virando minhas costas pra ele. Não me deixou reagir, ainda me segurando pelo antebraço, me envolveu com o braço. Ninguém pareceu notar, todo mundo tava imerso nas próprias conversas. Quando a consciência voltou, tentei perguntar que porra tava passando pela cabeça dele. Mas naquele instante senti um aperto forte. Com a mão livre, o senhor apertou minhas nádegas. Fiquei totalmente chocada, ele tava me apalpando. - Sei que você quer isso. Não consegui responder, tava paralisada ali com minhas nádegas sendo apertadas por ele. Apalpou uma e depois a outra e continuou falando. - Tá usando uma calcinha fio dental? Aposto que sim. - S... sim. - Vai pro banheiro, seja uma boa menina, tira ela e me traz. Depois daquele incidente, fui pro banheiro feminino e me tranquei num dos cubículos. Meu coração batia tão forte que parecia que queria sair do meu peito e sair correndo, se isso fosse possível, não tenho dúvida de que teria acontecido. Eu tremia de nervoso. Meus pensamentos me torturavam. Eu era uma fraca? Ou aquele senhor era minha fraqueza. Afastei os pensamentos e levantei minha saia o suficiente pra enfiar as duas mãos. Segurei a calcinha fio dental pelos dois lados e puxei pra baixo num movimento só. Levantei um pé e depois o outro, a calcinha ficou presa no último salto. Desembaracei e tirei ela completamente. O que era aquilo? A calcinha tava úmida? Não quis enfiar a mão e me descobrir molhada. A raiva me invadiu e escondi a calcinha na minha bolsa que tava pendurada no pulso. Saí do banheiro, mas não fui até o senhor, convencida de que dominava meu comportamento. Não ia ser o brinquedo de ninguém, muito menos do pai da minha namorada. Então Fui pro meu lugar. Cenei e conversei como se não estivesse pelada por baixo do vestido, como se não sentisse o calor aumentando ao andar e sentir meus lábios livres e minhas coxas se roçando, como se não sentisse a umidade escorrendo em gotas pelas minhas pernas. Escapei dele todo esse tempo, olhei pra ele umas duas vezes e, por mais que quisesse ir entregar o pedido, não ia conseguir porque ele tava conversando com os convidados sem a esposa dele desgrudar do braço. Quase esqueci tudo isso, todo mundo tava dançando, pelo menos quem já não tava bêbado, a festa tava durando um tempão e alguns já estavam indo embora. Não curto muito dançar, mas dancei mesmo assim com o casal recém-casado, com alguns amigos e amigas. Mas recusei todos os estranhos que tentaram me elogiar. Me sentia meio desconfortável me mexendo pelada por baixo do vestido. Até que costumo ficar sem calcinha no meu apartamento, mas era muito diferente estar ali sem calcinha, no meio de uma festa chique no casamento da minha amiga. Uma pontinha de dúvida passou pela minha cabeça, mas afoguei rápido e decidi que já era hora de eu vazar. Me despedi da maioria, até dos noivos, e pretendia sair dali quando o senhor cruzou meu caminho. — Vai embora sem me dar o que é meu? — Não te pertence nada. Melhor ir cuidar da sua mulher. — Minha esposa com certeza deve estar bêbada dando pro meu irmão, achando que eu não sei de nada. — O quê? — Isso me pegou de surpresa. — O que você ouviu, menina. Agora vou fazer de você minha mulher. — Então tudo é por vingança? — Não, é porque você é gostosa. Vem, me segue. Ele virou as costas e caminhou pro outro lado do salão. Não sei explicar por que segui ele, mas foi o que fiz. Esperei uns segundos e fui atrás daquele senhor. Ele entrou no meio da decoração, por um corredor estreito onde imagino que os garçons passavam, tava vazio. Virou numa esquina e entrou num quarto. Tava aberto de um lado e dava pro... salão de dança, se é que não tinha uma parede falsa feita de tecidos. Também entrei, um momento depois, disfarçadamente, segura de que ninguém tinha nos visto desaparecer por ali. — Não sou nem serei sua mulher — comecei dizendo, recuperando minha coragem — vou contar pra todo mundo... — Cadê sua calcinha fio dental? Aquele senhor me perguntou onde estava, não se eu tinha tirado ou não. Ele tinha certeza de que eu tinha obedecido, e o fato de aquilo ser verdade me enfurecia. — Na minha bolsa! — falei sem conseguir mentir — Mas não é sua! Vou vazar daqui agora mesmo, seu velho maldito... Pra ser velho, ele se moveu de novo muito rápido. Grudou em mim, me segurando pelo braço e pela cintura. Com o peso dele, me desequilibrou e, com uma agilidade impressionante, me deitou no chão cheio de retalhos de tecido. Forcei, mas era impossível fazer qualquer coisa contra ele. O senhor simplesmente ignorou meus empurrões e começou a revirar minha bolsa. Não demorou pra tirar a calcinha fio dental que estava lá. — Aqui está. — ele disse, enquanto aproximava a calcinha do meu rosto — Me diz uma coisa, Elizabeth: você ficou excitada? — Me solta ou eu começo a gritar e todo mundo vai ouvir — ameacei. Mas foi em vão. O senhor não me escutava, estava ali, em cima de mim, me segurando e pegando a calcinha roxa que ele tinha me mandado tirar pra ele. — Então temos que te calar — foi o que ele disse, e depois fez uma bola com minha calcinha e a aproximou da minha boca. Não abri os lábios e virei a cabeça de um lado pro outro. No fundo, sabia que era inútil, sentia na boca aquela sensação estranha que se sente quando... Morder a renda junto com o gosto salgado dos meus próprios sucos. Também sabia que não precisava, eu podia ter gritado quando ele apalpou minha bunda, mas não gritei. Não gritei ali e também não ia gritar agora porque o que estava acontecendo eu desejava. E mesmo desejando, eu resisti. Chutei, empurrei e forcei o máximo que pude. Murmurei com a calcinha fio dental na boca pra ele parar e fiz tudo que podia, mas aquele senhor não deixou. Com o peso dele me imobilizou. Com a mão esquerda, ele abaixava meu corset pra deixar meus peitos de fora enquanto, ao mesmo tempo, com a mão direita, ia subindo a saia do vestido aos poucos. Quando meus peitos ficaram expostos, ele beijou e mordeu. Cada um ganhou atenção especial, e ele chupou meus mamilos com tanta intensidade que eu me contorci debaixo dele. Esqueci todo esforço por um tempo, o suficiente pra ele levantar a saia por completo e se colocar entre minhas pernas. Por mais que eu tentasse fechá-las de novo, o corpo dele me impedia. Sem parar de chupar meus peitos, ele começou a desabotoar a calça. Tentei afastá-lo com as mãos de novo, claramente eu tava perdendo aquele duelo. Mas ele segurou meus pulsos e os colocou acima da minha cabeça. Agora era pouco ou nada que eu podia fazer, e por mais um tempo ele saboreou meus peitos. Como eu tava de pernas abertas e sem a calcinha, pude sentir o roçar do membro do senhor. Ele largou meus peitos e se ajeitou melhor em cima de mim. Se mexia pros lados, fazendo espaço e me abrindo ainda mais. Senti impotência quando a cabeça do pau dele se encaixou entre meus lábios da buceta. Eu ia ser penetrada. Olhei pra ele com desespero. Era o que eu queria, mas meu orgulho não deixava eu aceitar. Ele, por outro lado, só se deitou sobre mim, segurando minhas mãos, e com um empurrão o pau dele entrou em mim. Senti uma leve dor, mesmo estando muito molhada. Senti ele um pouco dentro, depois senti ele tirar e na hora meter de novo. Não tinha pausa, o movimento foi crescendo em profundidade sempre na mesma velocidade. O pau dele estava muito duro, eu não tinha visto e não sabia bem o tamanho, embora sentisse ele apertando dentro de mim, empurrando contra as paredes, como se não tivesse espaço suficiente. Já era tarde demais pra fazer alguma coisa. Aquele senhor estava me fodendo. Fechei os olhos e senti o corpo todo dele se movendo por cima de mim. Ele era tão grande e eu tão pequena que, se alguém tivesse visto de cima, só teria visto um homem deitado de bruços. Exceto pelas minhas pernas abertas dos lados dele. Ele começou a me comer com mais força. Minha pele se arrepiou e senti ondas de prazer por todo o corpo, pequenos gemidos escapavam pela minha calcinha fio dental e eu não conseguia pensar direito. Minha buceta estava queimando e o pau do senhor me penetrava o máximo que a posição permitia. Mas eu sentia que não entrava tudo. E naquele momento eu queria tudo lá dentro. Então, por vontade própria, abri mais as pernas e inclinei a cintura, deixando ele me penetrar fundo. Levantei as pernas o máximo que pude e as dobrei sobre mim mesma, me entreguei completamente. O senhor sentiu a nova liberdade e soltou minhas mãos, se apoiou no chão e colocou uma mão atrás da minha cabeça, me apertando contra ele. Naquele instante, ele começou a se mover freneticamente. Agora a penetração era total, eu sentia as bolas dele se apertando contra meus lábios quando o pau estava todo dentro. Minhas botinhas se moviam no ar no ritmo da foda e minhas pernas tremiam entre meus espasmos de prazer. Eu atingi o clímax não sei em que momento, mas já tinha perdido a cabeça antes disso. Eu estava sendo dele, e ele confirmou isso. — Vou gozar. Você quer dentro? Naquele momento, ele olhava nos meus olhos. Eu olhava nos dele, mas minha mente estava concentrada na penetração que não parava. Era tão intensa, estava me abrindo ao meio. Mas, mesmo assim, eu disse que sim, balançando a cabeça pra cima e pra baixo. E não devagar, mas com um movimento rápido, exigindo que ele gozasse. Eu queria Sentir. E senti. Depois dos últimos ataques violentos, o pau dele enfiou tão fundo em mim que eu senti num lugar estranho, e bem ali ele gozou. Não senti o jato de porra igual quando gozam na minha boca, mas senti um líquido muito mais quente do que eu tava por dentro. — Agora você é minha mulher. Da calcinha fio dental não consegui falar nada, embora continuasse balançando a cabeça que sim. Não tinha percebido que não parei de fazer isso enquanto ele gozava dentro de mim. Ele não tirou o pau nem se levantou, continuou deitado em cima de mim. Aí, apoiei a cabeça no chão e olhei pro lado enquanto sentia a respiração ofegante do senhor, e vi. Um jovem estava na porta, com o celular na mão na altura do rosto, filmando, desde não sei quando, a ação toda. Devo ter mudado minha expressão porque aquele jovem percebeu, abaixou o celular e eu pude ver o rosto dele antes de sumir atrás da porta. Depois de vários minutos, o senhor se levantou e ajeitou o pau já mole na calça. Eu também me levantei. Me arrumei como pude o vestido e o cabelo enquanto ouvia os elogios do senhor. Por algum motivo, agora já tinha perdido todo o encanto. Os elogios dele soavam como cantadas de lenhador, e ele até me pareceu mais gordo e mais velho do que antes. Coloquei a calcinha fio dental de volta, e ela ficou toda melada com a porra que escorria da minha buceta. — Ei, gata, isso era meu. Gozei tanto dentro de você que talvez até te engravidei... — Cala a boca, velho idiota — falei com tanta grosseria que o senhor ficou me olhando como se eu realmente fosse isso — sou estéril. Fui em direção à porta, mas parei na soleira e falei de novo. — Como é o nome do seu outro filho? — Quem? O Ed? Ou o mais velho? Não respondi e saí daquela festa. No caminho pro meu apê, não pensava em outra coisa. O pequeno Ed. Porra, o pai tinha me comido e agora, sobrava o filho.







7 comentários - #35 Minhas pernas abertas no casamento (erro da fio dental)
Como siempre impresionante relato!!😍😘