#35 Minhas pernas abertas no casamento (erro da fio dental)

O vestido de dama de honra era rosa pastel, com a saia longa e volumosa como se usava décadas atrás. O estilo combinava com a decoração retrô que enfeitava o casamento ostentoso de uma colega de faculdade. Ela estava se casando depois de anos de relacionamento, eu diria que finalmente estava se casando. Adorei o evento porque também adoro esse estilo. Não pude deixar de entrar no clima, usando por baixo do vestido umas meias de nylon creme presas por uma cinta-liga roxa de renda, da mesma cor da calcinha fio dental que eu estava usando, embora não fosse da época. Usar um tecido fino de renda entre as pernas sempre me dá uma leve excitação, o suficiente para ter um sentimento de felicidade a noite toda. Nos pés, coloquei umas botinhas curtas, brancas, de salto alto e fino. A cerimônia religiosa e a civil terminaram, e então todos os convidados tivemos que ir para o local onde aproveitaríamos a pequena festa. Chegando lá, jantamos e depois veio a típica cena da dança cerimonial. Enquanto os casais iam para a pista de dança, eu não parava de pensar nele. Naquele senhor, o pai da minha amiga. O pai da noiva. Ele tinha uns cinquenta e poucos anos, era bem alto, embora qualquer um seja alto comparado ao meu um metro e sessenta, tinha uma barriga predominante, cabelo curto e uma barba espessa, mas não tão longa, visivelmente arrumada para a ocasião. Não era nem atraente nem jovem, mas havia algo cativante nele, e ele não tinha tirado os olhos de mim. Quando chegamos ao local onde seria servido o jantar e antes de começarem a servir, ele se aproximou para conversar, e não demorou para ficarmos só nós dois. — Elizabeth — ele nunca tinha me chamado pelo nome completo antes —, hoje você está realmente linda. — Obrigada. Sua esposa pensa o mesmo? — não consegui evitar dizer, embora tenha me arrependido na hora —. O senhor está muito elegante, nunca tinha visto assim. — Eu nunca soube o que a Amanda pensa — ele respondeu após um instante de silêncio. mas sei que você pensa. - Ah, é? E o que é que eu pens... O movimento foi tão rápido que eu nem vi. Ele segurou meu antebraço esquerdo com a mão direita e, puxando, me fez girar, de costas pra ele. Não me deixou reagir, ainda me segurando pelo antebraço, me envolveu com o braço. Ninguém pareceu notar, todo mundo tava imerso nas próprias conversas. Quando a consciência voltou, tentei perguntar que porra tava passando pela cabeça dele. Mas naquele instante senti um aperto forte. Com a mão livre, o senhor apertou minha bunda. Fiquei totalmente pasma, ele tava me apalpando. - Sei que você quer isso. Não consegui responder, tava paralisada ali com minha bunda sendo apertada por ele. Apalpou uma e depois a outra e continuou falando. - Tá de fio dental? Aposto que sim. - S... sim. - Vai pro banheiro, seja uma boa menina, tira ele e me traz. Depois daquele incidente, fui pro banheiro feminino e me tranquei num dos cubículos. Meu coração batia tão forte que parecia que queria sair do meu peito e sair correndo, se isso fosse possível, não tenho dúvida de que teria acontecido. Eu tremia de nervoso. Meus pensamentos me torturavam. Eu era uma fraca? Ou aquele senhor era minha fraqueza. Afastei os pensamentos e levantei minha saia o suficiente pra enfiar as duas mãos. Peguei o fio dental pelos dois lados e puxei pra baixo num movimento só. Levantei um pé e depois o outro, o fio dental ficou preso no último salto. Desembaracei e tirei ele completamente. O que era aquilo? Será que o fio dental tava úmido? Não quis enfiar a mão e me descobrir molhada. A raiva me invadiu e escondi o fio dental na minha bolsa de mão que tava pendurada no pulso. Saí do banheiro, mas não fui até o senhor, convencida de que dominava meu comportamento. Não ia ser o brinquedo de ninguém, muito menos do pai da minha namorada. Então Fui pro meu lugar. Cenei e conversei como se não estivesse pelada por baixo do vestido, como se não sentisse o calor aumentando ao andar e sentir meus lábios soltos e minhas coxas se roçando, como se não sentisse a umidade escorrendo em gotas pelas minhas pernas. Escapei dele o tempo todo, olhei pra ele umas duas vezes e por mais que quisesse ir entregar o pedido, não ia conseguir porque ele tava conversando com os convidados sem a esposa dele desgrudar do braço. Quase esqueci tudo isso, todo mundo tava dançando, pelo menos quem já não tava bêbado, a festa tava durando um tempão e alguns já estavam indo embora. Não curto muito dançar, mas dancei mesmo assim com o casal de recém-casados, com alguns amigos e amigas. Mas recusei todos os desconhecidos que tentaram me elogiar. Me sentia meio desconfortável me mexendo pelada por baixo do vestido. Até que costumo ficar sem calcinha no meu apartamento, mas era muito diferente estar ali sem calcinha, no meio de uma festa chique no casamento da minha amiga. Uma pontinha de dúvida passou pela minha cabeça, mas afoguei rápido e decidi que já era hora de eu ir embora. Me despedi da maioria, até dos noivos, e pretendia sair de lá quando o senhor cruzou meu caminho. — Vai embora sem me dar o que é meu? — Não é teu nada. Melhor ir cuidar da tua mulher. — Minha esposa com certeza deve estar bêbada dando pro meu irmão, achando que eu não sei de nada. — O quê? — Isso me pegou de surpresa. — O que você ouviu, menina. Agora vou fazer de você minha mulher. — Então tudo é por vingança? — Não, é porque você é gostosa. Vem, me segue. Ele se virou e caminhou pro outro lado do salão. Não sei explicar por que segui ele, mas foi o que eu fiz. Esperei uns segundos e segui aquele senhor. Ele entrou no meio da decoração, por um corredor estreito onde imagino que os garçons passassem, tava vazio. Virou numa esquina e entrou num quarto. Tava aberto de um lado e dava pra... salão de baile, se é que não tinha uma parede falsa feita de tecidos. Também entrei, um momento depois, disfarçadamente, segura de que ninguém tinha nos visto desaparecer por ali. — Não sou nem serei sua mulher — comecei dizendo, recuperando minha coragem — vou contar pra todo mundo... — Cadê sua calcinha fio dental? Aquele senhor me perguntou onde estava, não se eu tinha tirado ou não. Ele tinha certeza de que eu tinha obedecido, e o fato de aquilo ser verdade me enfurecia. — Na minha bolsa! — falei sem conseguir mentir — Mas não é sua! Vou vazar daqui agora mesmo, seu velho maldito... Pra ser velho, ele se moveu de novo muito rápido. Grudou em mim, me segurando pelo braço e pela cintura. Com o peso dele, me desequilibrou e, com uma agilidade impressionante, me deitou no chão cheio de retalhos de tecido. Forcei, mas era impossível fazer qualquer coisa contra ele. O senhor simplesmente ignorou meus empurrões e começou a revirar minha bolsa. Não demorou pra tirar a calcinha fio dental que estava lá. — Aqui está. — ele disse, enquanto aproximava a calcinha do meu rosto — Me diz uma coisa, Elizabeth, você ficou excitada? — Me solta ou eu começo a gritar e todo mundo vai ouvir — ameacei. Mas foi em vão. O senhor não me escutava, estava ali, em cima de mim, me segurando e agarrando a calcinha roxa que ele tinha me mandado tirar pra ele. — Então temos que te calar — foi o que ele disse, e depois fez uma bola com minha calcinha e aproximou da minha boca. Não abri os lábios e virei a cabeça pros dois lados. No fundo, sabia que era inútil, sentia na boca aquela sensação estranha que se tem quando... Morder a renda junto com o gosto salgado dos meus próprios sucos. Também sabia que não precisava, podia ter gritado quando ele apalpou minha bunda, mas não gritei. Não gritei lá e também não ia gritar agora porque o que tava rolando eu queria. E mesmo querendo, eu resisti. Chutei, empurrei e forcei o máximo que pude. Murmurei com a calcinha fio dental na boca pra ele parar e fiz tudo que podia, mas aquele cara não deixou. Com o peso dele me imobilizou. Com a mão esquerda, ele puxava meu espartilho pra baixo deixando meus peitos de fora, enquanto com a mão direita ia subindo a saia do vestido aos poucos. Quando meus peitos ficaram expostos, ele beijou e mordeu. Cada um ganhou atenção especial, e chupou meus bicos com tanta força que eu me contorci debaixo dele. Esqueci todo esforço por um tempo, tempo suficiente pra ele levantar a saia de vez e se posicionar entre minhas pernas. Por mais que tentasse fechá-las de novo, o corpo dele não deixou. Sem parar de chupar meus peitos, ele começou a desabotoar a calça. Tentei afastá-lo com as mãos de novo, claramente tava perdendo aquela briga. Mas ele segurou meus pulsos e colocou eles acima da minha cabeça. Agora não dava pra fazer quase nada, e por mais um tempo ele saboreou meus peitos. Como eu tava de pernas abertas e sem a calcinha, senti o roçar do pau do cara. Ele largou meus peitos e se ajeitou melhor em cima de mim. Se mexia de um lado pro outro, abrindo espaço e me abrindo ainda mais. Senti um desespero quando a cabeça do pau dele se encaixou entre meus lábios da buceta. Ia ser penetrada. Olhei pra ele com desespero. Era o que eu queria, mas meu orgulho não deixava aceitar. Ele, por outro lado, só se deitou em cima de mim, segurando minhas mãos, e com um empurrão o pau dele entrou em mim. Senti uma dorzinha, mesmo estando muito molhada. Senti ele um pouco dentro, depois senti ele puxar e na hora meter de novo. Não tinha pausa, o movimento foi crescendo em profundidade sempre na mesma velocidade. O pau dele tava bem duro, eu não tinha visto e não sabia direito o tamanho, mas sentia ele apertando dentro de mim, empurrando contra as paredes, como se não tivesse espaço suficiente. Já era tarde demais pra fazer qualquer coisa. Aquele senhor tava me comendo. Fechei os olhos e senti o corpo todo dele se movendo por cima de mim. Ele era tão grande e eu tão pequena que, se alguém tivesse visto de cima, só teria visto um homem deitado de bruços. Exceto pelas minhas pernas abertas dos lados dele. Ele começou a me pegar com mais força. Minha pele se arrepiou e eu senti ondas de prazer por todo o corpo, uns gemidinhos escapavam pela minha calcinha fio dental e eu não conseguia pensar direito. Minha buceta tava queimando e o pau do senhor me penetrava o máximo que a posição permitia. Mas eu sentia que não entrava tudo. E naquele momento eu queria tudo dentro. Então, por vontade própria, abri mais as pernas e inclinei a cintura, deixando ele me penetrar fundo. Levantei as pernas o máximo que pude e dobrei elas sobre mim mesma, me entreguei totalmente. O senhor sentiu a nova liberdade e soltou minhas mãos, se apoiou no chão e colocou uma mão atrás da minha cabeça, apertando contra ele. Naquele instante, ele começou a se mover freneticamente. Agora a penetração era total, eu sentia os colhões dele apertando contra meus lábios quando o pau tava todo dentro. Minhas botinhas se mexiam no ar no ritmo da foda e minhas pernas tremiam entre os espasmos de prazer. O clímax eu atingi não sei em que momento, mas já tinha perdido a cabeça antes mesmo. Eu tava sendo dele e ele confirmou isso. — Vou gozar. Você quer dentro? Naquele momento, ele olhava nos meus olhos. Eu olhava nos dele, mas minha mente tava concentrada na penetração que não parava. Era tão intensa, tava me abrindo ao meio. Mas, mesmo assim, eu disse que sim balançando a cabeça pra cima e pra baixo. E não devagar, mas com um movimento rápido, exigindo que ele gozasse. Eu queria Sentir. E senti. Depois dos últimos ataques violentos, o pau dele se enfiou tão fundo em mim que senti num lugar estranho, e bem ali ele gozou. Não senti o jato de porra como quando gozam na minha boca, mas senti um líquido muito mais quente do que eu estava por dentro. — Agora você é minha mulher. Da calcinha fio-dental não consegui falar nada, embora continuasse balançando a cabeça que sim. Não tinha percebido que não parei de fazer isso enquanto ele gozava dentro de mim. Ele não tirou o pau nem se levantou, continuou deitado em cima de mim. Então, apoiei a cabeça no chão e olhei para o lado enquanto sentia a respiração ofegante do senhor, e vi. Um jovem estava na porta, com o celular na mão na altura do rosto, filmando, desde não sei que momento, toda a ação. Devo ter mudado minha expressão porque aquele jovem percebeu, abaixou o celular e pude ver o rosto dele antes que desaparecesse atrás da porta. Depois de vários minutos, o senhor se levantou e ajeitou o pau já mole na calça. Eu também me levantei. Me arrumei como pude o vestido e o cabelo enquanto ouvia os elogios do senhor. Por alguma razão, agora já tinha perdido todo o encanto. Os elogios dele soavam como cantadas de lenhador, e ele até me parecia mais gordo e mais velho do que antes. Coloquei a calcinha fio-dental de volta, e ela ficou toda melada com a porra que escorria da minha buceta. — Ei, gata, isso era meu. Gozei tanto dentro de você que talvez até tenha te feito um filho... — Cala a boca, velho idiota — falei com tanta grosseria que o senhor ficou me olhando como se eu realmente fosse isso — sou estéril. Fui em direção à porta, mas parei na soleira e falei de novo. — Como é o nome do seu outro filho? — Quem? O Ed? Ou o mais velho? Não respondi e saí daquela festa. No caminho para meu apartamento, não pensava em outra coisa. O pequeno Ed. Porra, o pai tinha me comido, e agora, sobrava o filho.#35 Mis piernas abiertas en la boda (error de la tanga)
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7 comentários - #35 Minhas pernas abertas no casamento (erro da fio dental)

Seguro que con el hijo te lo pasarás igual de bien que con su padre!!!
Como siempre impresionante relato!!😍😘
Ni me lo imagino
muy buen relato , exelente experiencia . se nota que disfrutastes el juego
Me encantó
may6369 +1
Excelente relato como siempre, me dejó con las verga tiesa, y las fotos ni se diga, saludos hermosa Ely
Gracias, eres un amor
Me calento mucho tu relato, qué puta eres