Sinceramente, nunca pensei que fosse rolar. Aquela tarde foi igual a tantas outras: o Esteban tava me esperando no apê dele pra gente terminar aquelas operações complicadas de álgebra que pediram pra próxima aula. O Esteban é aquele cara magrelo que tenta ter barba cheia, mas só nasce uns pelinhos raros no rosto. 1,50 de altura, magro, cabelo liso. Normal, eu diria. Naquela tarde, a gente passou horas resolvendo o trabalho. Conversa vai, conversa vem, bateu a hora e fui pra um encontro com os amigos do bairro. Já na janta, depois de umas cervejas a mais, mandei uma mensagem pro Esteban:
Eu: O que cê tá fazendo?
Esteban: Nada, em casa.
Eu: Nada? Achei que tinha saído.
Esteban: Não, fiquei em casa. Depois que você foi embora, me preparei uma coisa e fui pra cama.
Eu: Se preparou? Não me diga que tomou a cum da noite e foi dormir?
Esteban: Cê tá bêbado? Não tomei cum. Fui pra cama com vontade de cum. Parece que cê tá a fim de brincar. Olha que eu topo.
Eu: Tô a fim de te dar a cum. Se você topar, vou aí e a gente continua.
Esteban: Tô te esperando. Vem com muita cum.
Eu tava entregue. A cum acumulada. Terminei faz três meses com minha ex. Não comia ninguém nem por perto. E o Esteban sempre me pareceu meio propenso a engolir. Naquele dia, não me enganei. Cheguei no apê dele, ainda com a mochila nas costas. Ele me recebeu de cueca. Deu pra ver aquele pau bem duro.
Esteban: Achei que não vinha. Trouxe a cum?
Quase sem perceber, agarrei ele pela cintura e apoiei com força. Em segundos, ele tava deitado na mesa, me dando o cu. A pica subiu na hora de ver ele quase pelado. Fiquei um tempo ali, e ele com as mãos tocou na minha pica. Virou e falou: "Tô com muita sede. Cê me dá?"
Tirei a pica e, sem hesitar, ele meteu na boca. Não dava pra acreditar. Ajoelhado, engolia até o fundo. Passava a língua e metia de novo. Enfiou minhas bolas e chupava. E voltava a passar a língua na minha pica. Agarrei a cabeça dele e empurrei tudo. Ele engasgou, mas gostou. Me fez sentar na cadeira e levantar as pernas. pernas começaram a me lamber o cu. Nunca senti nada igual. Tava louco. Queria que continuasse. Que chupasse minha pica e com a carinha de putinha me chupou de novo, e dessa vez foi fantástico, ela metia e tirava. Chupava e com a mão me batia uma. A língua dela era uma luz. Passou pelas minhas bolas de novo e voltava a chupar, continuava como se fosse o último dia. Me matava. Até que senti que ia gozar. Ela disse que queria tudo na boca. Segurei a cabeça dela e apertei contra minha pica. Explodi tudo na boca dela. Enchi até a última gota. Ela mostrou a boca cheia de porra e em segundos engoliu. Me olhou e disse "obrigada pelo jantar". Desde aquela noite, Esteban de vez em quando me pede pra jantar... E num desses jantares, ela ficou de quatro e já vou contar...
Eu: O que cê tá fazendo?
Esteban: Nada, em casa.
Eu: Nada? Achei que tinha saído.
Esteban: Não, fiquei em casa. Depois que você foi embora, me preparei uma coisa e fui pra cama.
Eu: Se preparou? Não me diga que tomou a cum da noite e foi dormir?
Esteban: Cê tá bêbado? Não tomei cum. Fui pra cama com vontade de cum. Parece que cê tá a fim de brincar. Olha que eu topo.
Eu: Tô a fim de te dar a cum. Se você topar, vou aí e a gente continua.
Esteban: Tô te esperando. Vem com muita cum.
Eu tava entregue. A cum acumulada. Terminei faz três meses com minha ex. Não comia ninguém nem por perto. E o Esteban sempre me pareceu meio propenso a engolir. Naquele dia, não me enganei. Cheguei no apê dele, ainda com a mochila nas costas. Ele me recebeu de cueca. Deu pra ver aquele pau bem duro.
Esteban: Achei que não vinha. Trouxe a cum?
Quase sem perceber, agarrei ele pela cintura e apoiei com força. Em segundos, ele tava deitado na mesa, me dando o cu. A pica subiu na hora de ver ele quase pelado. Fiquei um tempo ali, e ele com as mãos tocou na minha pica. Virou e falou: "Tô com muita sede. Cê me dá?"
Tirei a pica e, sem hesitar, ele meteu na boca. Não dava pra acreditar. Ajoelhado, engolia até o fundo. Passava a língua e metia de novo. Enfiou minhas bolas e chupava. E voltava a passar a língua na minha pica. Agarrei a cabeça dele e empurrei tudo. Ele engasgou, mas gostou. Me fez sentar na cadeira e levantar as pernas. pernas começaram a me lamber o cu. Nunca senti nada igual. Tava louco. Queria que continuasse. Que chupasse minha pica e com a carinha de putinha me chupou de novo, e dessa vez foi fantástico, ela metia e tirava. Chupava e com a mão me batia uma. A língua dela era uma luz. Passou pelas minhas bolas de novo e voltava a chupar, continuava como se fosse o último dia. Me matava. Até que senti que ia gozar. Ela disse que queria tudo na boca. Segurei a cabeça dela e apertei contra minha pica. Explodi tudo na boca dela. Enchi até a última gota. Ela mostrou a boca cheia de porra e em segundos engoliu. Me olhou e disse "obrigada pelo jantar". Desde aquela noite, Esteban de vez em quando me pede pra jantar... E num desses jantares, ela ficou de quatro e já vou contar...
5 comentários - Primeiro amigo me chupando a buceta