Capítulo 1:O ComeçoCapítulo 2:O espelhoCapítulo 3A cabanaDepois de transar na jacuzzi, mergulhei na água e trouxe as duas pra ficar com cada uma num braço. Como se a gente tivesse se abraçando, nós três.
Sole: Alguém tá ficando sentimental? — perguntou com um tom irônico.
Eu: haha, não. Só tô tentando gravar esse momento na minha cabeça — falei fechando os olhos e me fazendo de engraçado.
Já estávamos cansados e queríamos dormir. As minas foram se preparar pra ir pra cama e eu dei uma arrumada na cabana. Elas tinham vestido um pijama e a gente ficou na dúvida de como ia deitar. Mesmo já tendo intimidade entre nós, ter um momento íntimo tipo dormir junto era estranho. Sugeri ver um filme pra quebrar o gelo. A gente ligou num de Harry Potter que tava passando e acho que em 15 minutos já tava todo mundo dormindo.
No outro dia, fui o primeiro a acordar. Preparei um café e saí pra tirar folhas da piscina. Tava num momento de relax. Pili saiu pra me acompanhar com um café na mão. A gente conversou um pouco. Ela se jogou numa espreguiçadeira pra curtir a vista. Sole saiu e sugeriu ir caminhar.
A gente teve uma hora de caminhada à beira do rio, conversando e também curtindo o silêncio. Além do sexo e das brincadeiras, esse fim de semana também era pra elas relaxarem depois de uma semana intensa de estudo. Voltamos pra cabana perto do meio-dia, decididos a comer. As minas me ajudaram a cozinhar uns bifes à milanesa. Almoçamos e fomos pra piscina curtir o sol.
Na piscina, a gente tava ainda mais relaxado que ontem. Quando tomavam sol, ficavam completamente peladas e na água vestiam o biquíni. Chegavam perto pra "brincar" comigo na água e várias vezes pegavam na minha pica.
Pili: Vocês já transaram na água? Eu não — perguntou com curiosidade, mas também com segundas intenções. Sole e eu balançamos a cabeça confirmando que sim — E aí, é bom?
Sole: Mais ou menos. Acho que acaba sendo mais desconfortável do que a gente imagina. Pelo menos foi o que rolou na única vez que fiz. Tipo, não desliza. como a gente espera
Eu: eu gosto. No começo é tipo câmera lenta até você sair pra acelerar o ritmo
Pili: Por que câmera lenta? – perguntou curiosa
Eu: chega mais
Puxei ela pra perto de mim. A água batia na altura das tetas dela. Levantei ela pra você cruzar as pernas em volta de mim e, puxando a parte de baixo do biquíni, enfiei. Ela fez cara de quem tava tentando decifrar a sensação na buceta dela.
Pili: Sinto ela fresca. É estranho
Eu: Agora se mexe como se quisesse me montar com tudo – Ela obedeceu e começou a rir
Pili: Agora entendi a parada da câmera lenta!! haha
Sole: Acho que tô ficando de fora. Só posso olhar? – perguntou como quem reclama que eu tava comendo a amiga dela
Pili: Cala a boca, putinha... ontem você ganhou uma chupada de buceta extra! – Sério?! Ela lembrava? Era tão competitiva assim? Eu pensei que quem eu tinha que cuidar das inseguranças era a Sole, mas parece que não.
Sole: hahaha olha como a vadiazinha leva registro!
Eu: Vem, senta mais perto. A gente não tá transando. A gente tá investigando as diferenças de fazer na água – falei rindo
Sole chegou perto e sentou na borda do lado da gente. As pernas dela estavam na água e a raba dela do lado da minha cara. Eu dei uns beijos na lateral da raba.
Eu: Não fica com ciúme que vocês sempre podem me dividir. Amo as duas por igual
Pili: Essa!! disse que ama! que fofo! – com tom de zoação
Eu: Amo "comer" as duas por igual. Assim cê gosta?
Sole: Sabemos que você não só nos come, idiota. Você montou tudo isso pra gente se divertir e a gente valoriza – disse com carinho e me deu um selinho – Olha a loira como continua montando na sua pica! – disse acusando a amiga – e eu aqui pelada sem ninguém me dar prazer – Como já tinha explicado, quando tomavam sol, tiravam tudo.
Eu fiz um giro com a Pili ainda enfiada pra ficar de frente pra parede da piscina e poder usar minhas mãos pra tocar a Sole. Abri um pouco as pernas dela e comecei a tocar a buceta. Me distraí do movimento da Pili
Pili: Ei! Você tá me distraindo e a gente perde o ritmo! - A gente riu os três
Eu: E toca você, se quiser, que eu me mexo - Falei desafiando ela
Pili: Nãao.. precisa de muito álcool pra isso ainda - Aí percebi que devia ser a primeira vez que a gente tava transando sem álcool
Eu: nunca se tocaram?
Pili: Não
Sole: Eu sim! - Ela disse e a Pili olhou com cara de dúvida
Pili: Quando?!? não me fala que você me tocou dormida, pervertida!
Sole: Não, idiota! na primeira vez que a gente transou com o Fer - Eu lembrava da situação, mas acho que a Pili não tinha percebido. Enquanto eu comia ela de quatro, a Sole me tocava os ovos e a buceta da amiga com outros dedos
A gente explicou pra Pili quando foi e ela não acreditou. Botava a culpa no álcool e no meu pau.
Sole: Cala a boca, gata. Se foi graças a mim que você gozou naquele momento - Ela lembrava bem. Pili ficou vermelha - Viu? me deve uma tocada na buceta - Sole tava muito atrevida
Peguei a mão da Pili e levei até a parte mais molhada da Sole. Ela tava desconfortável porque ainda tava dentro dela e tinha que esticar a mão pra trás. Decidi abaixar ela e ensinar como tocar a amiga.
Eu: Me dá sua mão - Ela não queria abrir os olhos - haha também não é pra ter medo! já fizemos coisas piores
Sole: Ontem à noite a gente encheu de porra enquanto se beijava de boca aberta e você tem medo de me tocar a buceta?? para de encher o saco - Sole sempre quebrava o momento tenso com uma piada. A gente se cagou de rir
Pili se animou. Tocou um pouco a buceta. A gente ficou assim um tempo e eu me aproximei pra ajudar com minha língua. Aí ela percebeu que eu tava convidando, mas recuou.
Pili: Vou ter que achar algo pra beber pra continuar com isso. haha
A loira foi pra dentro buscar cerveja e fernet e eu aproveitei pra chupar a buceta da Sole. Fiquei assim um tempinho até ela me puxar pra falar.
Sole: Me escuta. A princesinha tá meio nervosa por causa dessa noite – Ela me disse baixinho
Eu: Dessa noite? Por quê?
Sole: Pelas opções que vamos ter que escolher no jogo, idiota! A gente conversou sobre isso. Ela tem medo da violação – Ela disse séria
Eu: Bom. A gente pode escolher a outra opção. Não quero que ninguém fique desconfortável – Falei pra tranquilizar ela
Sole: Mas é que a parada da colegial não me atrai! Cê acha que vai detonar a gente com a violação? Me excita – Ela disse piscando um olho
Eu: hahaha claro que não. Sempre vou tratar vocês bem
Sole: Talvez durante o dia fala com ela sobre o assunto pra tirar o medo. Eu disse que confio em você – Eu concordei
Pili veio com copos, gelo e as garrafas. Colocou música e começamos a nos divertir. Já tinha broxado, então me concentrei em rir com elas e delas. Dançavam peladas e a Sole zoava ela dizendo que tinha medo da pussy e coisas assim. De vez em quando eu via elas trocando sinais e organizando algo. Eu continuei na piscina. De repente, as duas se jogaram e vieram me buscar gritando Feliz aniversário!! Me beijavam, faziam cócegas, me apalpavam. Já dava pra sentir o efeito do álcool.
Pili: Não esquecemos do seu aniversário, Fer. Vem pra cá – Elas me levaram pra borda
Tiraram minha sunga e começaram a me bater uma. Pili abaixou pra enfiar na boca enquanto Sole segurava meu pau e falava.
Sole: Como foi seu aniversário e você se comportou muito bem – Ela abaixou agora pra chupar e a Pili se levantou
Pili: Preparamos um presente pra você. Mas vai ter que nos dar uns minutos
As duas abaixaram pra me dar um beijo na pica. Subiram pra me dar um selinho e saíram em direção à cabana.
Sole: A gente dá o sinal pra você entrar! Fica aí, hein! Não espia
Adorei a surpresa, mas me deixou ansioso. Os minutos passaram muito devagar. Eu tava acostumado a planejar tudo com elas. Acho que tinha que me acostumar a ser mimado também. Depois de Uns minutos escutei o sinal
Pili: Prontinho! Pode entrar!
Era umas 6 ou 7 da tarde. Então tinham fechado todas as cortinas pra tentar criar um clima. Colocaram uma música de parabéns tipo Bossa Nova e começaram a cantar parabéns pra mim no ritmo lento daquela música, lá do quarto.
Eu ia andando bem devagar porque não sabia o que esperar... meu coração batia a mil. Passei um monte de coisas pela cabeça. Todas terminavam em sexo, óbvio, mas nunca imaginei o que apareceu quando cheguei na porta.
As luzes estavam fracas. A cama era bem grande e lá estavam as duas me esperando de um jeito especial. A Pili tava com uma saia solta, mas em cima tava nua e uma fita fina cruzava nela tipo faixa presidencial... com um laço de presente!!! E do lado, a Sole tava de quatro com a raba apontada pra mim, completamente nua e com outra fita rodeando a cintura e um laço na parte de cima da bunda. Era meu presente de aniversário. Tavam me dando o que todo mundo pedia delas. Ter as tetas da Pili era impressionante... mas eu tava emocionado, nervoso, excitado porque sabia que a Sole tava me dando a raba dela.
Eu: O que é isso?? – Falei, como quem queria que elas explicassem
Completava a cena uma mesinha com um vinho e três taças, e no criado-mudo tinha gel lubrificante.
A Pili se levantou e veio me buscar.
Pili: Queríamos te mostrar o quanto a gente te valoriza com presentes únicos – Me beijou, me pegou pela mão e começou a me levar pra cama – A gente tá te dando o que todo mundo deseja e mais
Eu: E mais? – Perguntei
A Pili me deu uma taça de vinho, levou minha mão até a raba da Sole e falou.
Pili: Hoje você vai comer a raba da Sole e vai ter minhas tetas pra fazer o que quiser. E mais... hoje a porra quem engole sou eu – Disse com um pouco de vergonha
Eu tava pasmo, acariciando a raba da morena. O que elas tavam fazendo era demais. Não só tavam saciando meu desejo de abrir a raba da Sole, mas Também, a Pili tava aceitando engolir meu gozo. Elas começaram a me despir. A Sole virou pra ajudar a amiga com a preparação. A cena toda era diferente. Não era festa, álcool e música como nos nossos outros menage. Tava tocando uma música suave, silêncio, dava pra ouvir a respiração, os beijos. Elas falavam sensual.
Sole: mmm... tá ficando dura. Isso vai doer - falou tirando a pica da boca e medindo a grossura.
A Pili assumiu enquanto a Sole levantava pra pegar uma bebida e se preparar a rabeta. Ela segurou minha pica por baixo. Beijou, passou a língua na lateral e fez uma coisa que sabe que me deixa louco. Me olhou com os olhos verdes e aquele sorriso enquanto beijava a cabeça da pica.
Pili: cê gosta do jeito que eu te chupo - eu assenti em silêncio - vou tentar engolir sua pica toda - eu suspirei e minha pica deu um pulinho.
Ela levou pros peitos. Ficava beijando e tocando.
Eu: cuspi nela - pedi enquanto passava a mão no cabelo dela.
Ela hesitou um pouco, mas fez. Sabia que assim ia ser mais fácil de engolir. Começou a meter devagar. A Sole ficou do lado e tentou ajudar, ensinando como respirar. Ela chegou na metade e tirou. Respirou e tentou de novo. Dessa vez quase chegou.
Eu me abaixei e dei um beijo nela. Entendi algo naquele momento. Elas tavam se entregando porque confiavam em mim. Eu tinha que mostrar que me importava com elas. Se eu arrombasse a rabeta da Sole e gozasse na boca da Pili em meia hora, ia satisfazer a besta que tinha dentro de mim, mas elas iam ficar mal por vários motivos: não iam gozar e a confiança em mim não ia ser a mesma. Sabia que hoje tinha que ser suave com a rabeta da Sole. Mas mais pela Pili do que por ela... Se um dia eu quisesse comer a rabeta da loira (futuro relato), tinha que ver que a amiga dela não tava passando mal.
Eu me ajoelhei na cama. A Pili não soltava minha pica. Pedi pra Sole deitar de barriga pra cima com a cabeça no travesseiro.
Eu: abre bem as pernas e espera a gente - falei calmo
Ela obedeceu. sem deixar de colocar humor irônico
Sole: Você não podia aceitar o presente. Já tá tomando o controle de novo. haha
Eu: haha. Eu faço o que quiser com meu presente. E se querem me ver quieto, vão ter que me amarrar — e já fizeram isso uma vez (Futuro relato)
Peguei a Pili e coloquei ela no pé da cama. Beijei ela, passei minhas mãos por todo o corpo. Ela segurava minha rola. Eu toquei a buceta dela o suficiente pra sentir que tava ficando molhada e comecei a posicionar ela estrategicamente. Deitei ela de barriga pra cima, mas com as pernas apontando pra Sole, e pedi pra ela abrir bem também. As duas estavam deitadas com as bucetas uma de frente pra outra, separadas por uns 10 cm.
Sole se tocava e Pili me seguia com o olhar pra saber o que eu tava tramando. Ela tava com a cabeça bem na borda. Me aproximei e beijei ela. Ficou de boca aberta, me levantei e coloquei devagar a rola na boca dela pra chupar. Ela saboreava. Segurava com as mãos. Me inclinei pra frente pra começar a tocar a buceta dela e fui caminhando pra fazer um 69 com ela. No movimento, Pili soltou o pedaço, então coloquei de novo na boca dela e falei pra ir devagar. Não queria gozar rápido.
Quando cheguei na buceta dela, me senti no paraíso. Tinha na minha frente a buceta da Sole e na minha boca a da Pili. Enfiei minha língua bem devagar e mexia rápido no clitóris dela. Notei o efeito pela mudança no ritmo da chupada.
Me afastei da buceta dela e penetrei com dois dedos. Estiquei o pescoço pra alcançar a buceta da Sole e essa eu comi com gosto. Aumentei o ritmo dos meus dedos e senti ela gozar com um gemido abafado por ter a boca cheia.
Me concentrei em fazer a Sole gozar. Em poucos minutos consegui e terminei com a cara toda molhada de fluidos.
Agora sim, tava pronto pra receber meu presente. Enquanto a Sole ainda se contorcia do orgasmo, peguei o gel que tava na mesinha e comecei a lubrificar o ânus.
Eu: acho que chegou a hora Momento de brincar com meu brinquedo! — falei enquanto enfiava um dedo.
Pili estava se levantando depois de se recuperar do gozo dela. Ela se colocou atrás de mim e foi beijando minhas costas todas. Eu continuava com a pica bem dura e fiz ela vir chupar ela enquanto eu continuava tocando a bunda da Sole. Ajoelhei a Pili no chão e posicionei a Sole de quatro. Tava pronto pra aproveitar a sobremesa da tarde. Tudo continuava na mesma paz, com o mesmo clima, e eu fui abrindo a racha da Sole enquanto a Pili continuava me chupando. Fui enfiando um dedo, dois e até tentei com três. A Sole reagiu no terceiro dedo, que quebrou o silêncio.
Sole: Como você vai me arrebentar a racha, filho da puta — falou entre gemidos
Eu: Mas não é meu presente de aniversário? Tá certo eu fazer isso, né?
Fiz o movimento mais esperado da tarde e apontei minha pica pro cu dela. A Pili observava do lado enquanto eu ia enfiando devagar, primeiro a cabeça na racha da amiga dela.
A primeira parte entrou fácil por causa de toda a lubrificação que eu tinha feito, e conforme eu ia empurrando, dava pra ver como a Sole reagia com o corpo dela. A loira tava do lado e parecia até mais nervosa que a morena que tava sendo comida de cu. Tentei incluir ela na cena.
Eu: Vem e abre as nádegas dela — falei ordenando
Ela obedeceu e segurou as duas nádegas da amiga. Eu beijei a Pili na hora pra tirar a tensão dela. Fui avançando bem devagar na penetração e consegui enfiar até a metade. A Sole parecia ser quem mais tava curtindo.
Sole: Mmmmm, como eu tava com saudade disso!!! Como tá parecendo daí, amiga? — perguntou pra Pili
Pili: Tão abrindo sua racha, amiga — falou a Pili acariciando as nádegas dela
Sole: Sim. Não me diga! Mas você tá gostando? — a Sole me ajudava a manter a Pili excitada
Pili: Sim, gata. Isso é muito forte
Eu continuei tentando até enfiar a pica toda. De vez em quando ajudava com um pouco de gel pra facilitar o caminho. Depois de vários minutos acomodando ela, comecei... com as estocadas. Eu ia bem devagar, principalmente porque não queria assustar a Pili.
Sole: tava com vontade de arrebentar minha buceta? — ela perguntou gemendo
Eu: muitaaa! — falei, como se estivesse descarregando a vontade reprimida de meses
Sole: me mostra sua vontade e começa a meter mais forte! — ela disse, como se pedisse mais
Já meu pau entrava bem, então comecei a acelerar o ritmo. Pili não sabia o que fazer, se sentia nervosa.
Eu tentava incluí-la falando com ela
Eu: então você vai engolir toda minha porra? — falei, enfiando um dedo na boca dela
Ela assentiu e se soltou um pouco na conversa
Pili: vai ser muita? porque é a primeira vez que vou fazer isso
Eu: fica tranquila que você vai dar conta
Passaram mais alguns minutos e as estocadas já estavam num ritmo acelerado. Meu pau se perdia na buceta dessa caminhonete. Queria me controlar pra poder gozar na boca da Pili.
Eu: ajoelha — ordenei
Eu tava com o pau bem inchado, dei mais umas estocadas na Sole e tirei. Tinha aquela loira com aqueles peitos lindos ajoelhada na minha frente, com aquela cara de princesa esperando minha porra.
Na minha cabeça não passava outra coisa senão pegar na boca dela e encher a garganta dela de porra. Mas sabia que com ela tinha que ser diferente.
Segurei a cabeça dela e comecei a bater punheta na frente dela. Sole se aproximou pra ver a cena de perto. Pili esperava ajoelhada, colocando a língua pra fora a 5 centímetros do meu pau.
Eu comecei a acelerar o ritmo e meu pau começou a jorrar porra pra todo lado. Alguns jatos caíram na testa dela, outros na bochecha, o resto na boca. Ela fez cara de concentração porque sabia que era meu presente. Ver ela assim era muito excitante, tinha a cara cheia de porra e fazia força pra engolir o que tinha na boca.
Ela engoliu e me olhou nos olhos. Eu falei pra ela.
Eu: não me enganei quando te falei. É muito excitante ver sua cara cheia de porra
Ela corou. Sole se aproximou e fez o que todos esperávamos. Lambeu a bochecha dela pra levar um pouco de porra de lembrança. Sem dúvida Eu tinha um vício.
As duas se levantaram e me abraçaram.
Eu: como você tá se sentindo? tá doendo? – perguntei pra morena pra deixar as duas tranquilas.
Sole: sinto ela aberta, mas verdade é que você mandou muito bem. Um verdadeiro cavalheiro.
Pili: Haha um cavalheiro pra arrebentar sua buceta!! – falou a Pili com ironia.
Minhas pernas tremiam e eu tava com muito calor, então sugeri irmos pra piscina.
O resto da tarde passamos lá, já pensando no que ia rolar à noite.
Mas essa história vou contar no próximo relato.
Espero que tenham gostado.
Sole: Alguém tá ficando sentimental? — perguntou com um tom irônico.
Eu: haha, não. Só tô tentando gravar esse momento na minha cabeça — falei fechando os olhos e me fazendo de engraçado.
Já estávamos cansados e queríamos dormir. As minas foram se preparar pra ir pra cama e eu dei uma arrumada na cabana. Elas tinham vestido um pijama e a gente ficou na dúvida de como ia deitar. Mesmo já tendo intimidade entre nós, ter um momento íntimo tipo dormir junto era estranho. Sugeri ver um filme pra quebrar o gelo. A gente ligou num de Harry Potter que tava passando e acho que em 15 minutos já tava todo mundo dormindo.
No outro dia, fui o primeiro a acordar. Preparei um café e saí pra tirar folhas da piscina. Tava num momento de relax. Pili saiu pra me acompanhar com um café na mão. A gente conversou um pouco. Ela se jogou numa espreguiçadeira pra curtir a vista. Sole saiu e sugeriu ir caminhar.
A gente teve uma hora de caminhada à beira do rio, conversando e também curtindo o silêncio. Além do sexo e das brincadeiras, esse fim de semana também era pra elas relaxarem depois de uma semana intensa de estudo. Voltamos pra cabana perto do meio-dia, decididos a comer. As minas me ajudaram a cozinhar uns bifes à milanesa. Almoçamos e fomos pra piscina curtir o sol.
Na piscina, a gente tava ainda mais relaxado que ontem. Quando tomavam sol, ficavam completamente peladas e na água vestiam o biquíni. Chegavam perto pra "brincar" comigo na água e várias vezes pegavam na minha pica.
Pili: Vocês já transaram na água? Eu não — perguntou com curiosidade, mas também com segundas intenções. Sole e eu balançamos a cabeça confirmando que sim — E aí, é bom?
Sole: Mais ou menos. Acho que acaba sendo mais desconfortável do que a gente imagina. Pelo menos foi o que rolou na única vez que fiz. Tipo, não desliza. como a gente espera
Eu: eu gosto. No começo é tipo câmera lenta até você sair pra acelerar o ritmo
Pili: Por que câmera lenta? – perguntou curiosa
Eu: chega mais
Puxei ela pra perto de mim. A água batia na altura das tetas dela. Levantei ela pra você cruzar as pernas em volta de mim e, puxando a parte de baixo do biquíni, enfiei. Ela fez cara de quem tava tentando decifrar a sensação na buceta dela.
Pili: Sinto ela fresca. É estranho
Eu: Agora se mexe como se quisesse me montar com tudo – Ela obedeceu e começou a rir
Pili: Agora entendi a parada da câmera lenta!! haha
Sole: Acho que tô ficando de fora. Só posso olhar? – perguntou como quem reclama que eu tava comendo a amiga dela
Pili: Cala a boca, putinha... ontem você ganhou uma chupada de buceta extra! – Sério?! Ela lembrava? Era tão competitiva assim? Eu pensei que quem eu tinha que cuidar das inseguranças era a Sole, mas parece que não.
Sole: hahaha olha como a vadiazinha leva registro!
Eu: Vem, senta mais perto. A gente não tá transando. A gente tá investigando as diferenças de fazer na água – falei rindo
Sole chegou perto e sentou na borda do lado da gente. As pernas dela estavam na água e a raba dela do lado da minha cara. Eu dei uns beijos na lateral da raba.
Eu: Não fica com ciúme que vocês sempre podem me dividir. Amo as duas por igual
Pili: Essa!! disse que ama! que fofo! – com tom de zoação
Eu: Amo "comer" as duas por igual. Assim cê gosta?
Sole: Sabemos que você não só nos come, idiota. Você montou tudo isso pra gente se divertir e a gente valoriza – disse com carinho e me deu um selinho – Olha a loira como continua montando na sua pica! – disse acusando a amiga – e eu aqui pelada sem ninguém me dar prazer – Como já tinha explicado, quando tomavam sol, tiravam tudo.
Eu fiz um giro com a Pili ainda enfiada pra ficar de frente pra parede da piscina e poder usar minhas mãos pra tocar a Sole. Abri um pouco as pernas dela e comecei a tocar a buceta. Me distraí do movimento da Pili
Pili: Ei! Você tá me distraindo e a gente perde o ritmo! - A gente riu os três
Eu: E toca você, se quiser, que eu me mexo - Falei desafiando ela
Pili: Nãao.. precisa de muito álcool pra isso ainda - Aí percebi que devia ser a primeira vez que a gente tava transando sem álcool
Eu: nunca se tocaram?
Pili: Não
Sole: Eu sim! - Ela disse e a Pili olhou com cara de dúvida
Pili: Quando?!? não me fala que você me tocou dormida, pervertida!
Sole: Não, idiota! na primeira vez que a gente transou com o Fer - Eu lembrava da situação, mas acho que a Pili não tinha percebido. Enquanto eu comia ela de quatro, a Sole me tocava os ovos e a buceta da amiga com outros dedos
A gente explicou pra Pili quando foi e ela não acreditou. Botava a culpa no álcool e no meu pau.
Sole: Cala a boca, gata. Se foi graças a mim que você gozou naquele momento - Ela lembrava bem. Pili ficou vermelha - Viu? me deve uma tocada na buceta - Sole tava muito atrevida
Peguei a mão da Pili e levei até a parte mais molhada da Sole. Ela tava desconfortável porque ainda tava dentro dela e tinha que esticar a mão pra trás. Decidi abaixar ela e ensinar como tocar a amiga.
Eu: Me dá sua mão - Ela não queria abrir os olhos - haha também não é pra ter medo! já fizemos coisas piores
Sole: Ontem à noite a gente encheu de porra enquanto se beijava de boca aberta e você tem medo de me tocar a buceta?? para de encher o saco - Sole sempre quebrava o momento tenso com uma piada. A gente se cagou de rir
Pili se animou. Tocou um pouco a buceta. A gente ficou assim um tempo e eu me aproximei pra ajudar com minha língua. Aí ela percebeu que eu tava convidando, mas recuou.
Pili: Vou ter que achar algo pra beber pra continuar com isso. haha
A loira foi pra dentro buscar cerveja e fernet e eu aproveitei pra chupar a buceta da Sole. Fiquei assim um tempinho até ela me puxar pra falar.
Sole: Me escuta. A princesinha tá meio nervosa por causa dessa noite – Ela me disse baixinho
Eu: Dessa noite? Por quê?
Sole: Pelas opções que vamos ter que escolher no jogo, idiota! A gente conversou sobre isso. Ela tem medo da violação – Ela disse séria
Eu: Bom. A gente pode escolher a outra opção. Não quero que ninguém fique desconfortável – Falei pra tranquilizar ela
Sole: Mas é que a parada da colegial não me atrai! Cê acha que vai detonar a gente com a violação? Me excita – Ela disse piscando um olho
Eu: hahaha claro que não. Sempre vou tratar vocês bem
Sole: Talvez durante o dia fala com ela sobre o assunto pra tirar o medo. Eu disse que confio em você – Eu concordei
Pili veio com copos, gelo e as garrafas. Colocou música e começamos a nos divertir. Já tinha broxado, então me concentrei em rir com elas e delas. Dançavam peladas e a Sole zoava ela dizendo que tinha medo da pussy e coisas assim. De vez em quando eu via elas trocando sinais e organizando algo. Eu continuei na piscina. De repente, as duas se jogaram e vieram me buscar gritando Feliz aniversário!! Me beijavam, faziam cócegas, me apalpavam. Já dava pra sentir o efeito do álcool.
Pili: Não esquecemos do seu aniversário, Fer. Vem pra cá – Elas me levaram pra borda
Tiraram minha sunga e começaram a me bater uma. Pili abaixou pra enfiar na boca enquanto Sole segurava meu pau e falava.
Sole: Como foi seu aniversário e você se comportou muito bem – Ela abaixou agora pra chupar e a Pili se levantou
Pili: Preparamos um presente pra você. Mas vai ter que nos dar uns minutos
As duas abaixaram pra me dar um beijo na pica. Subiram pra me dar um selinho e saíram em direção à cabana.
Sole: A gente dá o sinal pra você entrar! Fica aí, hein! Não espia
Adorei a surpresa, mas me deixou ansioso. Os minutos passaram muito devagar. Eu tava acostumado a planejar tudo com elas. Acho que tinha que me acostumar a ser mimado também. Depois de Uns minutos escutei o sinal
Pili: Prontinho! Pode entrar!
Era umas 6 ou 7 da tarde. Então tinham fechado todas as cortinas pra tentar criar um clima. Colocaram uma música de parabéns tipo Bossa Nova e começaram a cantar parabéns pra mim no ritmo lento daquela música, lá do quarto.
Eu ia andando bem devagar porque não sabia o que esperar... meu coração batia a mil. Passei um monte de coisas pela cabeça. Todas terminavam em sexo, óbvio, mas nunca imaginei o que apareceu quando cheguei na porta.
As luzes estavam fracas. A cama era bem grande e lá estavam as duas me esperando de um jeito especial. A Pili tava com uma saia solta, mas em cima tava nua e uma fita fina cruzava nela tipo faixa presidencial... com um laço de presente!!! E do lado, a Sole tava de quatro com a raba apontada pra mim, completamente nua e com outra fita rodeando a cintura e um laço na parte de cima da bunda. Era meu presente de aniversário. Tavam me dando o que todo mundo pedia delas. Ter as tetas da Pili era impressionante... mas eu tava emocionado, nervoso, excitado porque sabia que a Sole tava me dando a raba dela.
Eu: O que é isso?? – Falei, como quem queria que elas explicassem
Completava a cena uma mesinha com um vinho e três taças, e no criado-mudo tinha gel lubrificante.
A Pili se levantou e veio me buscar.
Pili: Queríamos te mostrar o quanto a gente te valoriza com presentes únicos – Me beijou, me pegou pela mão e começou a me levar pra cama – A gente tá te dando o que todo mundo deseja e mais
Eu: E mais? – Perguntei
A Pili me deu uma taça de vinho, levou minha mão até a raba da Sole e falou.
Pili: Hoje você vai comer a raba da Sole e vai ter minhas tetas pra fazer o que quiser. E mais... hoje a porra quem engole sou eu – Disse com um pouco de vergonha
Eu tava pasmo, acariciando a raba da morena. O que elas tavam fazendo era demais. Não só tavam saciando meu desejo de abrir a raba da Sole, mas Também, a Pili tava aceitando engolir meu gozo. Elas começaram a me despir. A Sole virou pra ajudar a amiga com a preparação. A cena toda era diferente. Não era festa, álcool e música como nos nossos outros menage. Tava tocando uma música suave, silêncio, dava pra ouvir a respiração, os beijos. Elas falavam sensual.
Sole: mmm... tá ficando dura. Isso vai doer - falou tirando a pica da boca e medindo a grossura.
A Pili assumiu enquanto a Sole levantava pra pegar uma bebida e se preparar a rabeta. Ela segurou minha pica por baixo. Beijou, passou a língua na lateral e fez uma coisa que sabe que me deixa louco. Me olhou com os olhos verdes e aquele sorriso enquanto beijava a cabeça da pica.
Pili: cê gosta do jeito que eu te chupo - eu assenti em silêncio - vou tentar engolir sua pica toda - eu suspirei e minha pica deu um pulinho.
Ela levou pros peitos. Ficava beijando e tocando.
Eu: cuspi nela - pedi enquanto passava a mão no cabelo dela.
Ela hesitou um pouco, mas fez. Sabia que assim ia ser mais fácil de engolir. Começou a meter devagar. A Sole ficou do lado e tentou ajudar, ensinando como respirar. Ela chegou na metade e tirou. Respirou e tentou de novo. Dessa vez quase chegou.
Eu me abaixei e dei um beijo nela. Entendi algo naquele momento. Elas tavam se entregando porque confiavam em mim. Eu tinha que mostrar que me importava com elas. Se eu arrombasse a rabeta da Sole e gozasse na boca da Pili em meia hora, ia satisfazer a besta que tinha dentro de mim, mas elas iam ficar mal por vários motivos: não iam gozar e a confiança em mim não ia ser a mesma. Sabia que hoje tinha que ser suave com a rabeta da Sole. Mas mais pela Pili do que por ela... Se um dia eu quisesse comer a rabeta da loira (futuro relato), tinha que ver que a amiga dela não tava passando mal.
Eu me ajoelhei na cama. A Pili não soltava minha pica. Pedi pra Sole deitar de barriga pra cima com a cabeça no travesseiro.
Eu: abre bem as pernas e espera a gente - falei calmo
Ela obedeceu. sem deixar de colocar humor irônico
Sole: Você não podia aceitar o presente. Já tá tomando o controle de novo. haha
Eu: haha. Eu faço o que quiser com meu presente. E se querem me ver quieto, vão ter que me amarrar — e já fizeram isso uma vez (Futuro relato)
Peguei a Pili e coloquei ela no pé da cama. Beijei ela, passei minhas mãos por todo o corpo. Ela segurava minha rola. Eu toquei a buceta dela o suficiente pra sentir que tava ficando molhada e comecei a posicionar ela estrategicamente. Deitei ela de barriga pra cima, mas com as pernas apontando pra Sole, e pedi pra ela abrir bem também. As duas estavam deitadas com as bucetas uma de frente pra outra, separadas por uns 10 cm.
Sole se tocava e Pili me seguia com o olhar pra saber o que eu tava tramando. Ela tava com a cabeça bem na borda. Me aproximei e beijei ela. Ficou de boca aberta, me levantei e coloquei devagar a rola na boca dela pra chupar. Ela saboreava. Segurava com as mãos. Me inclinei pra frente pra começar a tocar a buceta dela e fui caminhando pra fazer um 69 com ela. No movimento, Pili soltou o pedaço, então coloquei de novo na boca dela e falei pra ir devagar. Não queria gozar rápido.
Quando cheguei na buceta dela, me senti no paraíso. Tinha na minha frente a buceta da Sole e na minha boca a da Pili. Enfiei minha língua bem devagar e mexia rápido no clitóris dela. Notei o efeito pela mudança no ritmo da chupada.
Me afastei da buceta dela e penetrei com dois dedos. Estiquei o pescoço pra alcançar a buceta da Sole e essa eu comi com gosto. Aumentei o ritmo dos meus dedos e senti ela gozar com um gemido abafado por ter a boca cheia.
Me concentrei em fazer a Sole gozar. Em poucos minutos consegui e terminei com a cara toda molhada de fluidos.
Agora sim, tava pronto pra receber meu presente. Enquanto a Sole ainda se contorcia do orgasmo, peguei o gel que tava na mesinha e comecei a lubrificar o ânus.
Eu: acho que chegou a hora Momento de brincar com meu brinquedo! — falei enquanto enfiava um dedo.
Pili estava se levantando depois de se recuperar do gozo dela. Ela se colocou atrás de mim e foi beijando minhas costas todas. Eu continuava com a pica bem dura e fiz ela vir chupar ela enquanto eu continuava tocando a bunda da Sole. Ajoelhei a Pili no chão e posicionei a Sole de quatro. Tava pronto pra aproveitar a sobremesa da tarde. Tudo continuava na mesma paz, com o mesmo clima, e eu fui abrindo a racha da Sole enquanto a Pili continuava me chupando. Fui enfiando um dedo, dois e até tentei com três. A Sole reagiu no terceiro dedo, que quebrou o silêncio.
Sole: Como você vai me arrebentar a racha, filho da puta — falou entre gemidos
Eu: Mas não é meu presente de aniversário? Tá certo eu fazer isso, né?
Fiz o movimento mais esperado da tarde e apontei minha pica pro cu dela. A Pili observava do lado enquanto eu ia enfiando devagar, primeiro a cabeça na racha da amiga dela.
A primeira parte entrou fácil por causa de toda a lubrificação que eu tinha feito, e conforme eu ia empurrando, dava pra ver como a Sole reagia com o corpo dela. A loira tava do lado e parecia até mais nervosa que a morena que tava sendo comida de cu. Tentei incluir ela na cena.
Eu: Vem e abre as nádegas dela — falei ordenando
Ela obedeceu e segurou as duas nádegas da amiga. Eu beijei a Pili na hora pra tirar a tensão dela. Fui avançando bem devagar na penetração e consegui enfiar até a metade. A Sole parecia ser quem mais tava curtindo.
Sole: Mmmmm, como eu tava com saudade disso!!! Como tá parecendo daí, amiga? — perguntou pra Pili
Pili: Tão abrindo sua racha, amiga — falou a Pili acariciando as nádegas dela
Sole: Sim. Não me diga! Mas você tá gostando? — a Sole me ajudava a manter a Pili excitada
Pili: Sim, gata. Isso é muito forte
Eu continuei tentando até enfiar a pica toda. De vez em quando ajudava com um pouco de gel pra facilitar o caminho. Depois de vários minutos acomodando ela, comecei... com as estocadas. Eu ia bem devagar, principalmente porque não queria assustar a Pili.
Sole: tava com vontade de arrebentar minha buceta? — ela perguntou gemendo
Eu: muitaaa! — falei, como se estivesse descarregando a vontade reprimida de meses
Sole: me mostra sua vontade e começa a meter mais forte! — ela disse, como se pedisse mais
Já meu pau entrava bem, então comecei a acelerar o ritmo. Pili não sabia o que fazer, se sentia nervosa.
Eu tentava incluí-la falando com ela
Eu: então você vai engolir toda minha porra? — falei, enfiando um dedo na boca dela
Ela assentiu e se soltou um pouco na conversa
Pili: vai ser muita? porque é a primeira vez que vou fazer isso
Eu: fica tranquila que você vai dar conta
Passaram mais alguns minutos e as estocadas já estavam num ritmo acelerado. Meu pau se perdia na buceta dessa caminhonete. Queria me controlar pra poder gozar na boca da Pili.
Eu: ajoelha — ordenei
Eu tava com o pau bem inchado, dei mais umas estocadas na Sole e tirei. Tinha aquela loira com aqueles peitos lindos ajoelhada na minha frente, com aquela cara de princesa esperando minha porra.
Na minha cabeça não passava outra coisa senão pegar na boca dela e encher a garganta dela de porra. Mas sabia que com ela tinha que ser diferente.
Segurei a cabeça dela e comecei a bater punheta na frente dela. Sole se aproximou pra ver a cena de perto. Pili esperava ajoelhada, colocando a língua pra fora a 5 centímetros do meu pau.
Eu comecei a acelerar o ritmo e meu pau começou a jorrar porra pra todo lado. Alguns jatos caíram na testa dela, outros na bochecha, o resto na boca. Ela fez cara de concentração porque sabia que era meu presente. Ver ela assim era muito excitante, tinha a cara cheia de porra e fazia força pra engolir o que tinha na boca.
Ela engoliu e me olhou nos olhos. Eu falei pra ela.
Eu: não me enganei quando te falei. É muito excitante ver sua cara cheia de porra
Ela corou. Sole se aproximou e fez o que todos esperávamos. Lambeu a bochecha dela pra levar um pouco de porra de lembrança. Sem dúvida Eu tinha um vício.
As duas se levantaram e me abraçaram.
Eu: como você tá se sentindo? tá doendo? – perguntei pra morena pra deixar as duas tranquilas.
Sole: sinto ela aberta, mas verdade é que você mandou muito bem. Um verdadeiro cavalheiro.
Pili: Haha um cavalheiro pra arrebentar sua buceta!! – falou a Pili com ironia.
Minhas pernas tremiam e eu tava com muito calor, então sugeri irmos pra piscina.
O resto da tarde passamos lá, já pensando no que ia rolar à noite.
Mas essa história vou contar no próximo relato.
Espero que tenham gostado.
6 comentários - Trevo - Cabana 2 - O Presente
Los estamos leyendo con mi novia (nueva en esto) y los disfrutamos a full...
Chapeau!!!