Capítulo anterior: https://m.poringa.net/posts/relatos/3567838/El-Trebol---El-comienzo.html
Os dias seguintes depois do "começo" foram estranhos. A gente não sabia como se falar. Na nossa conversa típica de quinta-feira (dois dias depois da noite em que me chuparam no acostamento da estrada na montanha) elas evitavam o assunto de sair ou de mencionar o que tinha rolado. Elas tinham conversado entre si (depois me contaram) e perceberam que tinham passado do ponto. Que tinham ido longe demais com alguém que conheciam há alguns meses.
Os chats no nosso grupo, que já tinha se chamado de "o trevo", voltaram a ter um clima quente depois de uma foto que as duas postaram no face. As duas de biquíni deitadas de bruços, onde dava pra ver tudo. Os peitos das duas e a booty enorme da Sole.
Eu: essa! Que foto boa! E que privilegiados os que viram vocês ao vivo
Pili: hahaha você não pode reclamar, você já viu bastante - Pili estava tocando no assunto sensível
Eu: vi? Perdão? Aqui o único que mostrou uma parte sensível fui eu! - falei me fazendo de vítima
Sole: ohhh! Coitadinho! Nem percebemos que a gente se aproveitou de você!
Pili: hahaha cara de pau
Eu: é a verdade! Eu não vi o que vocês mostram na foto
Sole: ela tem razão, Pili! Tudo porque você não ofereceu seus peitos pra ele gozar em cima
Pili: gente!! Tô morrendo de vergonha! - finalmente começamos a falar do assunto
Eu: Por que vergonha, meninas?? A gente se divertiu e o que acontece no trevo... Fica no trevo
Pili: ééé. Vai me dizer que não vai contar pros seus amigos? - sem dúvida era a mais arrependida
Eu: Nem fudendo! Vocês são o que importam pra mim! Entendo que hoje vocês estão com vergonha, mas aos poucos a gente vai ganhar confiança e vai rir disso. Tem que fazer piadas como a da Sole
Sole: haha sim. Eu tenho boas lembranças da noite. No outro dia tinha partes que não conseguia lembrar. Acordei com uma puta ressaca e com gosto do seu gozo. Hahahaha
Eu: haja uma gostosa
Pili: te Sacrifiquei pelo time, amiga!
Eu: tudo pra você não sujar as tetas, Pili
Sole: na próxima a final é sua, amiga - próxima? Que lindo isso soou
Pili: Próxima?? Do que a gente tá falando? Não sei se consigo olhar na cara do Fer de novo
Eu: Pili!! Para de encher o saco. Vamos fazer algo hoje à noite pra essa vergonha passar. A gente se encontra pra tomar um algo?
Depois de umas voltas, acabamos combinando de nos encontrar pra beber. Eu sabia que o importante naquela noite era que a Pili, especialmente, não se sentisse mal. Mostrar pra ela que, depois do que fizemos, a gente ainda podia continuar conversando e ter uma noite sem precisar transar ou fazer nada sexual. Era óbvio que nossa relação já era especial, mas eu não queria que essas minas, que normalmente eram assediadas, passassem pelo mesmo comigo.
Saímos duas ou três vezes sem que nada rolasse. Tínhamos conversas que esquentavam. Elas foram de férias 10 dias pro Chile. Me deram a entender que se divertiram pra caralho, e eu busquei que elas se sentissem à vontade.
Sole: e não te incomoda saber das "nossas aventuras sexuais"?
Eu: Não! Vocês têm confiança comigo. Podem falar sobre isso. A gente tinha combinado de não falar de sofrência amorosa só. Mas podemos contar histórias sexuais. Na verdade, já fizemos isso no Eu nunca.
Pili: Sim!! Como a gente riu com a história da gatinha que foi mijar no seu ménage!! - Pili já tava mais solta
Depois, conversamos um pouco sobre o que a gente tinha feito e surgiu um assunto que era óbvio que elas já tinham comentado. Meu apê.
Sole: como que a gente ainda não conhece teu covil?
Pili: Sim! Que vergonha que você não leva "suas meninas" pro seu apê. Com certeza já levou várias minas.
Eu: haha já tive visitas. Mas cavalheiros não têm memória. - é verdade que elas não conheciam e não sabiam bem o porquê - acho que não convido pra não acharem que quero comer elas.
Sole: e o que tem de errado nisso?? 😉 - Sole tava apimentando
Eu: nada óbvio - elas estavam pedindo pra vir? Queriam transar comigo? Tava difícil interpretar os sinais - Comemos juntos amanhã aqui?
Pili: Ele tá nos convidando por culpa! O que você cozinharia pra gente?
Eu: ahh surpresa! Aceitam? Alguma restrição na hora de comer?
Sole: Sim! Aceitamos! E eu prefiro massas
Pili: haha que cara de pau a gostosa já pediu qual restaurante! O que a gente leva, Fer?
Depois de acertar detalhes de bebidas, horário e até roupa (sim. Era um assunto difícil de evitar com elas. Queriam saber se depois a gente ia pra algum lugar). No dia seguinte, saí cedo do trampo e me dediquei ao preparo. Costumávamos fazer nossos rolês durante a semana porque elas nos fins de semana saíam com amigas/os. Comprei sorrentinos e fiz um molho especial bem leve pra ninguém ficar mal caso rolasse ação.
Elas chegaram 21h30 num táxi. Vinham vestidas de matar. Sole com uma calça branca bem justa e Pili com uma blusa decotada e minissaia. Era uma exposição dos melhores atributos delas. Como exibindo aquela bunda linda e aqueles peitos dos sonhos. Não sabia como interpretar a roupa delas porque sabia que era uma mensagem. A gente tinha combinado de não sair depois. Então aquilo era pra mim.
Eu: Boa noite! Bem-vindas! - fiz o gesto de recepção na entrada - que gostosas vocês estão!
Teve um cumprimento com abraço muito gostoso. Só aí percebi que era a primeira vez que a gente ficava os três sozinhos e não num bar cheio de gente onde elas não costumavam me abraçar.
Sole: Valeu! A gente se preparou pra uma noite especial. Disseram que se come bem aqui - ela fez um gesto de tentar decifrar o cheiro do molho
Depois de um tempinho mostrando um pouco o apê (era só um quarto, cozinha-sala, um banheiro e uma sacada) abrimos um vinho e petiscamos algo enquanto eu terminava o molho. Depois de 20 minutos já estávamos comendo. Elas contaram mais histórias das férias. Sole contou de um otário com quem ficou que além de ser um inútil na cama era pinto pequeno (sic)
Pili: Ainda sente falta do pau do Fer! - disse mostrando que já estávamos à vontade
Sole me Franeleava o tempo todo e provocava a Pili.
Sole: haha óbvio! Você também curtiu! - e passou a mão na minha rola por cima da calça. Algo que eu não esperava.
Levantamos a mesa e colocamos música. Continuamos bebendo e elas não paravam de puxar o assunto se eu já tinha feito festas no apê. Falei que não. Queriam saber se algum dos meus trios tinha sido lá. A resposta é não.
Sole: então vamos batizar o apê? - disse Sole querendo me esquentar e deixar a amiga dela sem graça
Elas já tinham aceitado minha condição de ficar com as duas ou nada, mesmo vivendo me provocando.
Pili: então se eu quiser te levar pro quarto e te comer por horas, você vai me dizer não?
Eu: Claro. A menos que a Sole venha com a gente.
Sole: e mesmo se eu falar que te entrego a raba? Você diria não? - que filha da puta
Eu: também diria não. Somos o trevo!
Como era costume passar a noite jogando alguma coisa (nem tudo sexual, às vezes era Chinchón ou Uno). Propus jogar algo que chamei de "o espelho", cujas regras eram simples. Tirávamos três cartas: uma era o protagonista, outra o espelho e a última o reflexo. Se você tirasse o protagonista, decidia os movimentos; o espelho ficava no meio; e o reflexo tinha que imitar o protagonista.
Depois de algumas perguntas pra esclarecer, aceitaram testar.
Tiramos as cartas. Eu era o protagonista, Sole o reflexo e Pili o espelho. Pra começar suave, fiz a Sole me imitar num fundo branco.
Depois foi a vez da Pili, que me fez imitá-la dançando, e a Sole fez a Pili dar uma volta sexy, onde mostrou bem como a calça ficava nela.
Pili: e que porra o espelho faz? Tá a toa - como eu esperava essa pergunta
Eu: deixa eu te mostrar
Tinha virado protagonista de novo, Sole reflexo e nossa princesinha o espelho. Coloquei ela no meio da gente e fiz a Sole me imitar nos movimentos. Comecei no ouvido dela dizendo "o espelho também pode participar" e me movi em direção à boca dela, dando beijinhos. beijos. Do outro lado, a Sole fazia o mesmo caminho. Terminamos na boca dela os dois.
Pili: que filhas da puta! Tá bom, entendi. Já me esquentaram.
Elas me usaram de espelho e dançaram as duas encostando a raba em mim. Depois a Pili me mandou seguir pra dar tapas na bunda da Sole. Era a primeira vez que eu tocava nela. Que delícia. Ela tava dura e eu já tava com o pau duro.
As duas me tocaram o pau por cima da calça. A Sole mandou eu tocar na goma da Pili.
A noite avançava com álcool e dando risada pra caralho. Mas eu tinha que mostrar uma nova variante do jogo pra elas. A Pili era meu reflexo. Coloquei ela na minha frente e tirei meus sapatos. Ela teve que me seguir. Não parecia nada demais, mas uma coisa ficou clara: não tinha desculpa pra não se pelar.
A Sole era reflexo da Pili. A loira olhou pra ela com cara de maldita, mas não se animou a tirar uma peça; virou de costas, enfiou as mãos por cima da minissaia e deixou ver uma fio dental rosa (linda). A Sole se cagou de rir e falou "puta", e na hora teve que seguir mostrando uma fio dental vermelha bem pequenininha. Era óbvio que aquilo era pra guerra. Ela tinha vindo preparada.
Chegou a vez da Sole ser meu reflexo, e eu falei que queria ver mais daquela fio dental vermelha, então fui tirando minha calça jeans devagar pra ela ter que tirar a calça também. Ela hesitou um pouco. Mas depois topou e foi tirando a calça até ficar só de fio dental. A Pili comemorava e me lembrava a noite de terça.
Pili: olha a raba que você tem, filha da puta! — falava pra amiga.
A Sole deu uma voltinha pra exibir, mas depois pegou uma almofada pra segurar na frente enquanto a gente continuava o jogo.
Chegou a vez da Pili ser o reflexo da Sole.
Sole: você tá muito vestida, loira! — falou com cara de maldade.
A Sole sabia que fazer a Pili tirar a camisa também prejudicava ela, porque ia ficar quase pelada. Mas ela topou e fez. As duas tiraram a parte de cima e ficaram de sutiã. Que peitudas do caralho. Pili, por favor! Os peitos estavam saindo do sutiã. As duas tentavam se cobrir como podiam.
Eu: Não se cubram! Tamo em confiança e sozinhos.
Pili: Claro! É porque ele tem camisa!
Na hora ofereci um bônus e fiquei pelado. Só tava de cueca.
Eu: Pronto. Vocês já me viram tudo. Porque o que tá coberto vocês já conhecem.
Sole: Teu booty ainda não! — ela disse, tapando minha boca.
Pili foi o reflexo da morena de novo e me usaram pra passar a língua do pescoço até a cintura. Eu na época tava com um corpão e isso atraía elas. Meu pau já queria sair e elas percebiam.
Sole: Nosso amigo quer sair! Deixa ele sair, a gente sentiu falta — comentário lindo. Queria ficar pelado já e meter o pau na boca delas. Mas mantive minha atitude de jogador.
Eu: Vão ter que dar um jeito de tirar ele usando o jogo.
Sole foi meu reflexo e eu levei ela até a boca da Pili. Começamos beijando ela e fomos descendo pelo pescoço até chegar nos peitos dela. Pili tava nervosa. Olhei pra Sole, que esperava minhas ordens, e descobri o peito que tava ao meu alcance pra começar a beijar. Sole fez o mesmo com o peito que ela tinha. Pili tremia de medo e prazer. Era um passo muito hot pro nosso trevo. Voltamos a sentar pra jogar as cartas de novo. Mas Sole não resistiu e fez um comentário.
Sole: Finalmente beijei teus peitos, amiga. Sempre quis fazer isso.
Pili: Filha da puta! Já vou me vingar — e ela olhou pro rabo dela.
Fui de espelho de novo e elas me pararam no meio. Pili tava no comando e, como era a mais tímida, não esperava algo muito pesado. Começaram a passar a boca no meu pescoço, mas quando chegaram no elástico da cueca, Pili mordeu e começou a puxar pra baixo. A dureza do meu pau complicou a manobra, mas elas se ajudaram com as mãos e me deixaram pelado.
Sole: Oi! Sentimos sua falta! — ela disse, falando com meu pau.
Eu: Isso tá muito desigual. Tô pelado demais comparado com vocês — falei. entender que não ia durar a roupa nelas
Fui o reflexo da Sole e ela não me decepcionou. Deixamos a Pili sem sutiã.
A música e o álcool nos desinibiam, mas ainda assim nos cobríamos. A Sole liderou a Pili de novo e me pararam no meio. Eu já queria que me chupassem. Ela levou a mão devagar até meu pau e a Pili teve que seguir. Ela se agachou e, em vez de mirar no pau, me deu uma mordida na bunda.
Depois foi minha vez de liderar a Pili pra percorrer o corpo da Sole. Beijamos e mordemos a bunda dela e aumentei a tensão ao me juntar com a Pili na altura da buceta da amiga. Comi a boca dela gostoso enquanto apoiamos os dedos por cima da calcinha fio dental da Sole. A morena curtia o panorama de cima e segurava nossa cabeça. Ela nos forçava a nos beijar. Eu tinha uma mão guiando a Pili pra tocar a buceta dela, mas a outra naquele rabo tentando achar onde estava perdida aquela calcinha. Levantamos com a Pili e a Sole, e sem jogar as cartas, ela fez as duas se ajoelharem. Sim. Tava chegando aquele momento.
Era uma lição de como chupar um pau sem falar. Elas me percorriam com a língua. A Sole mostrava como tocar minhas bolas, me percorriam todo o tronco com a boca entreaberta, uma de cada lado. A Sole enfiava na boca e fazia a loira fazer o mesmo movimento. Me sentaram no sofá e a Sole tirou o sutiã pra liberar as meninas dela também. Tinha as duas ajoelhadas e já intuía o que podia vir. A Sole começou um espanhol e fez a Pili seguir depois. Quebrando as regras do jogo e o silêncio, pedi duas coisas
Eu: Pili, tira a saia – ela obedeceu em silêncio. Segui com meu próximo pedido – Se beijem.
Me obedeceram, começando tímidas, mas cada vez abriam mais a boca e metiam língua. Me aproximei delas e as parei. Elas não paravam de se beijar.
Eu: não fui um bom anfitrião. Venham pra cá – falei e coloquei as duas de quatro no sofá.
Pedi pra continuarem se beijando e parei pra observar a imagem. Eu tinha essas duas gostosas de fio dental, se beijando e de quatro prontinhas pra mim. Queria comer elas ali mesmo, e principalmente a bunda da Sole. Mas sabia que elas precisavam ficar mais excitadas. Me ajoelhei atrás delas e comecei a tocar elas. Elas gemiam. Beijava as bundas delas enquanto minhas mãos já tocavam as bucetas delas, que estavam bem molhadas. Decidi primeiro lamber a buceta da Pili com minha língua enquanto começava a enfiar um dedo na Sole.
Pili começou a gemer mais forte e a Sole se ajeitou pra acariciar o cabelo e as costas dela. A morena foi além e beijava as costas dela enquanto tocava os peitos dela. Eu já tava chupando a buceta a todo vapor e chegou a vez da Sole. Não podia descuidar dela. Ela tava sentada no sofá e abri as pernas dela pra me perder na buceta dela. Enquanto a Pili se recuperava da chupada de buceta e olhava pra gente. A Sole puxou ela pelos cabelos pra se beijarem e queria beijar os peitos dela. Ajeitei elas pra Pili ficar de quatro, mas em cima da Sole. Elas se beijavam e a morena chupava os peitos dela enquanto se masturbava. Já tinha chegado a hora.
Peguei uma camisinha e me aproximei por trás da Pili. Beijei o pescoço dela por trás, passei as mãos pelas costas dela e quando cheguei nos quadris, segurei pra meter a pica. Entrou muito fácil, de tão molhada que ela tava. A loira soltou um gemido pro teto.
A Sole continuava ocupada com os peitos da amiga, mas me olhava pra ver meus movimentos. Ela continuava se masturbando e mexia a mão pra tocar minhas bolas. Pegava elas e acompanhava o movimento. Também usava uns dedos pra tocar a amiga. Aí sentimos a Pili gozar pela primeira vez. Eu entendi que tinha chegado a vez da Sole. Tirei a loira de cima e beijei ela pra aproveitar a boca dela depois do orgasmo. Peguei a Sole pelas pernas e penetrei ela bem forte. Ela mordia os lábios e procurava com as mãos a amiga, que respondeu ao chamado. Beijando ela.
Sole: Ayy siii. Como eu tava esperando esse momento – ela me surpreendeu com o comentário dela
Eu: Ah é? Tava esperando eu te comer enquanto você beija sua amiga? – lembrei que a Sole curtia um papo sexual
Pili: A Sole disse que a gente ia te comer essa noite e já tava enchendo meu saco faz tempo – respondeu a amiga dela enquanto se levantava e me beijava, ao mesmo tempo que com a mão passava a mão no meu corpo todo.
Sole começou a gemer igual uma louca
Sole: ah ah ah. Vai, não para! Me dá mais forte – tive que aumentar a potência e largar a Pili por um tempinho.
Pili tava irreconhecível. Por trás, ela passava a mão em mim e falava
Pili: Cê gosta de comer a gente duas juntas? – com voz de gata. Eu concordava – era isso que você queria desde a primeira noite? – eu concordava de novo
Eu: e mais
Sole gritou e gozou.
Pili: e mais? Aproveita que a gente tá assim pra você
Levantei a Sole e fiquei com as duas de pé. Beijava e tocava elas por todo lado.
Sole: o que cê quer fazer com a gente? Tarado – a Sole me provocava.
Elas tavam acordando a besta que tinha ficado contida. Coloquei as duas de quatro, uma do lado da outra. Pedi pra elas se beijarem e dei um tapa em cada uma. Elas soltaram um grito, metade prazer, metade surpresa. E fui aproveitar a vista da Sole. Comer ela por trás deve ser uma das imagens que vou lembrar pra sempre. Aquela bunda redonda. Durinha. Com a calcinha fio dental ainda enfiada e recebendo minhas pirocadas.
Eu dava umas quantas estocadas e trocava pra Pili na mesma posição. Eu tava doido e elas tavam curtindo
Sole: Siiim. Filho da puta. Come a gente! A gente é sua – vi ela se tocando enquanto eu tava fodendo a amiga dela.
Elas gozaram praticamente ao mesmo tempo. A Pili com meu pau dentro e a Sole se tocando enquanto eu ajudava com a mão. Eu já não aguentava mais. Tinha que soltar toda a porra.
Eu: Não aguento mais. Tenho que gozar – falei com voz de possesso
Sole: mmmmm e dessa vez é a vez da loira? Olha que eu adorei
Eu olhei pra Pili se virando pra reivindicar a dela turno. Ela se ajoelhou na minha frente, pegou minha pica e começou a me bater uma punheta apontando pros peitos dela.
Pili: acho que tô em dívida — dizia enquanto acelerava.
Sole se aproximou e ajudou ela a fazer de um jeito mais puta. Pegou minha pica, levou pros peitos, mostrava pra Pili como bater mais devagar.
Sole: onde você quer, amiga? Na boca? — Pili balançou a cabeça que não — nos peitos? — Pili concordou.
Uns segundos depois, não consegui segurar a explosão e enchi os peitos da Pili de porra. Sole controlava minha pica e o último jato tentou levar pra boca, mas não alcançou.
Sole: ah, fiquei com vontade — disse brincando.
Como não dava pra ficar sem, se aproximou da amiga. Passou os dedos nos peitos lambuzados e levou pra boca.
Pili: que puta que você é — falou surpresa.
Sole pegou mais um pouco de porra com o dedo. Levantou devagar e foi levando até a boca da Pili. A loira fez cara de entrega e lambeu.
Sole: vai ver como depois você vai sentir falta do gosto de porra.
Eu observava elas e não acreditava no que a gente tinha feito, mas ao mesmo tempo comecei a lembrar da sensação depois do boquete na montanha e não queria que a gente ficasse desconfortável. Peguei algo gelado pra beber e ofereci pra elas. Eu ainda tava com a pica bem dura. As duas se levantaram pra ir no banheiro. Sole chegou perto de mim e beijou minha pica como despedida, e Pili me beijou na boca.
Quando voltaram, eu já tinha arrumado tudo e elas estavam vestidas e radiantes de novo.
A noite seguiu mais um tempo com conversa e bebida. A gente não evitou o assunto da nossa relação e os três estavam convencidos de que ia rolar de novo.
Faltam uns nove anos de experiências pra contar.
Os dias seguintes depois do "começo" foram estranhos. A gente não sabia como se falar. Na nossa conversa típica de quinta-feira (dois dias depois da noite em que me chuparam no acostamento da estrada na montanha) elas evitavam o assunto de sair ou de mencionar o que tinha rolado. Elas tinham conversado entre si (depois me contaram) e perceberam que tinham passado do ponto. Que tinham ido longe demais com alguém que conheciam há alguns meses.
Os chats no nosso grupo, que já tinha se chamado de "o trevo", voltaram a ter um clima quente depois de uma foto que as duas postaram no face. As duas de biquíni deitadas de bruços, onde dava pra ver tudo. Os peitos das duas e a booty enorme da Sole.
Eu: essa! Que foto boa! E que privilegiados os que viram vocês ao vivo
Pili: hahaha você não pode reclamar, você já viu bastante - Pili estava tocando no assunto sensível
Eu: vi? Perdão? Aqui o único que mostrou uma parte sensível fui eu! - falei me fazendo de vítima
Sole: ohhh! Coitadinho! Nem percebemos que a gente se aproveitou de você!
Pili: hahaha cara de pau
Eu: é a verdade! Eu não vi o que vocês mostram na foto
Sole: ela tem razão, Pili! Tudo porque você não ofereceu seus peitos pra ele gozar em cima
Pili: gente!! Tô morrendo de vergonha! - finalmente começamos a falar do assunto
Eu: Por que vergonha, meninas?? A gente se divertiu e o que acontece no trevo... Fica no trevo
Pili: ééé. Vai me dizer que não vai contar pros seus amigos? - sem dúvida era a mais arrependida
Eu: Nem fudendo! Vocês são o que importam pra mim! Entendo que hoje vocês estão com vergonha, mas aos poucos a gente vai ganhar confiança e vai rir disso. Tem que fazer piadas como a da Sole
Sole: haha sim. Eu tenho boas lembranças da noite. No outro dia tinha partes que não conseguia lembrar. Acordei com uma puta ressaca e com gosto do seu gozo. Hahahaha
Eu: haja uma gostosa
Pili: te Sacrifiquei pelo time, amiga!
Eu: tudo pra você não sujar as tetas, Pili
Sole: na próxima a final é sua, amiga - próxima? Que lindo isso soou
Pili: Próxima?? Do que a gente tá falando? Não sei se consigo olhar na cara do Fer de novo
Eu: Pili!! Para de encher o saco. Vamos fazer algo hoje à noite pra essa vergonha passar. A gente se encontra pra tomar um algo?
Depois de umas voltas, acabamos combinando de nos encontrar pra beber. Eu sabia que o importante naquela noite era que a Pili, especialmente, não se sentisse mal. Mostrar pra ela que, depois do que fizemos, a gente ainda podia continuar conversando e ter uma noite sem precisar transar ou fazer nada sexual. Era óbvio que nossa relação já era especial, mas eu não queria que essas minas, que normalmente eram assediadas, passassem pelo mesmo comigo.
Saímos duas ou três vezes sem que nada rolasse. Tínhamos conversas que esquentavam. Elas foram de férias 10 dias pro Chile. Me deram a entender que se divertiram pra caralho, e eu busquei que elas se sentissem à vontade.
Sole: e não te incomoda saber das "nossas aventuras sexuais"?
Eu: Não! Vocês têm confiança comigo. Podem falar sobre isso. A gente tinha combinado de não falar de sofrência amorosa só. Mas podemos contar histórias sexuais. Na verdade, já fizemos isso no Eu nunca.
Pili: Sim!! Como a gente riu com a história da gatinha que foi mijar no seu ménage!! - Pili já tava mais solta
Depois, conversamos um pouco sobre o que a gente tinha feito e surgiu um assunto que era óbvio que elas já tinham comentado. Meu apê.
Sole: como que a gente ainda não conhece teu covil?
Pili: Sim! Que vergonha que você não leva "suas meninas" pro seu apê. Com certeza já levou várias minas.
Eu: haha já tive visitas. Mas cavalheiros não têm memória. - é verdade que elas não conheciam e não sabiam bem o porquê - acho que não convido pra não acharem que quero comer elas.
Sole: e o que tem de errado nisso?? 😉 - Sole tava apimentando
Eu: nada óbvio - elas estavam pedindo pra vir? Queriam transar comigo? Tava difícil interpretar os sinais - Comemos juntos amanhã aqui?
Pili: Ele tá nos convidando por culpa! O que você cozinharia pra gente?
Eu: ahh surpresa! Aceitam? Alguma restrição na hora de comer?
Sole: Sim! Aceitamos! E eu prefiro massas
Pili: haha que cara de pau a gostosa já pediu qual restaurante! O que a gente leva, Fer?
Depois de acertar detalhes de bebidas, horário e até roupa (sim. Era um assunto difícil de evitar com elas. Queriam saber se depois a gente ia pra algum lugar). No dia seguinte, saí cedo do trampo e me dediquei ao preparo. Costumávamos fazer nossos rolês durante a semana porque elas nos fins de semana saíam com amigas/os. Comprei sorrentinos e fiz um molho especial bem leve pra ninguém ficar mal caso rolasse ação.
Elas chegaram 21h30 num táxi. Vinham vestidas de matar. Sole com uma calça branca bem justa e Pili com uma blusa decotada e minissaia. Era uma exposição dos melhores atributos delas. Como exibindo aquela bunda linda e aqueles peitos dos sonhos. Não sabia como interpretar a roupa delas porque sabia que era uma mensagem. A gente tinha combinado de não sair depois. Então aquilo era pra mim.
Eu: Boa noite! Bem-vindas! - fiz o gesto de recepção na entrada - que gostosas vocês estão!
Teve um cumprimento com abraço muito gostoso. Só aí percebi que era a primeira vez que a gente ficava os três sozinhos e não num bar cheio de gente onde elas não costumavam me abraçar.
Sole: Valeu! A gente se preparou pra uma noite especial. Disseram que se come bem aqui - ela fez um gesto de tentar decifrar o cheiro do molho
Depois de um tempinho mostrando um pouco o apê (era só um quarto, cozinha-sala, um banheiro e uma sacada) abrimos um vinho e petiscamos algo enquanto eu terminava o molho. Depois de 20 minutos já estávamos comendo. Elas contaram mais histórias das férias. Sole contou de um otário com quem ficou que além de ser um inútil na cama era pinto pequeno (sic)
Pili: Ainda sente falta do pau do Fer! - disse mostrando que já estávamos à vontade
Sole me Franeleava o tempo todo e provocava a Pili.
Sole: haha óbvio! Você também curtiu! - e passou a mão na minha rola por cima da calça. Algo que eu não esperava.
Levantamos a mesa e colocamos música. Continuamos bebendo e elas não paravam de puxar o assunto se eu já tinha feito festas no apê. Falei que não. Queriam saber se algum dos meus trios tinha sido lá. A resposta é não.
Sole: então vamos batizar o apê? - disse Sole querendo me esquentar e deixar a amiga dela sem graça
Elas já tinham aceitado minha condição de ficar com as duas ou nada, mesmo vivendo me provocando.
Pili: então se eu quiser te levar pro quarto e te comer por horas, você vai me dizer não?
Eu: Claro. A menos que a Sole venha com a gente.
Sole: e mesmo se eu falar que te entrego a raba? Você diria não? - que filha da puta
Eu: também diria não. Somos o trevo!
Como era costume passar a noite jogando alguma coisa (nem tudo sexual, às vezes era Chinchón ou Uno). Propus jogar algo que chamei de "o espelho", cujas regras eram simples. Tirávamos três cartas: uma era o protagonista, outra o espelho e a última o reflexo. Se você tirasse o protagonista, decidia os movimentos; o espelho ficava no meio; e o reflexo tinha que imitar o protagonista.
Depois de algumas perguntas pra esclarecer, aceitaram testar.
Tiramos as cartas. Eu era o protagonista, Sole o reflexo e Pili o espelho. Pra começar suave, fiz a Sole me imitar num fundo branco.
Depois foi a vez da Pili, que me fez imitá-la dançando, e a Sole fez a Pili dar uma volta sexy, onde mostrou bem como a calça ficava nela.
Pili: e que porra o espelho faz? Tá a toa - como eu esperava essa pergunta
Eu: deixa eu te mostrar
Tinha virado protagonista de novo, Sole reflexo e nossa princesinha o espelho. Coloquei ela no meio da gente e fiz a Sole me imitar nos movimentos. Comecei no ouvido dela dizendo "o espelho também pode participar" e me movi em direção à boca dela, dando beijinhos. beijos. Do outro lado, a Sole fazia o mesmo caminho. Terminamos na boca dela os dois.
Pili: que filhas da puta! Tá bom, entendi. Já me esquentaram.
Elas me usaram de espelho e dançaram as duas encostando a raba em mim. Depois a Pili me mandou seguir pra dar tapas na bunda da Sole. Era a primeira vez que eu tocava nela. Que delícia. Ela tava dura e eu já tava com o pau duro.
As duas me tocaram o pau por cima da calça. A Sole mandou eu tocar na goma da Pili.
A noite avançava com álcool e dando risada pra caralho. Mas eu tinha que mostrar uma nova variante do jogo pra elas. A Pili era meu reflexo. Coloquei ela na minha frente e tirei meus sapatos. Ela teve que me seguir. Não parecia nada demais, mas uma coisa ficou clara: não tinha desculpa pra não se pelar.
A Sole era reflexo da Pili. A loira olhou pra ela com cara de maldita, mas não se animou a tirar uma peça; virou de costas, enfiou as mãos por cima da minissaia e deixou ver uma fio dental rosa (linda). A Sole se cagou de rir e falou "puta", e na hora teve que seguir mostrando uma fio dental vermelha bem pequenininha. Era óbvio que aquilo era pra guerra. Ela tinha vindo preparada.
Chegou a vez da Sole ser meu reflexo, e eu falei que queria ver mais daquela fio dental vermelha, então fui tirando minha calça jeans devagar pra ela ter que tirar a calça também. Ela hesitou um pouco. Mas depois topou e foi tirando a calça até ficar só de fio dental. A Pili comemorava e me lembrava a noite de terça.
Pili: olha a raba que você tem, filha da puta! — falava pra amiga.
A Sole deu uma voltinha pra exibir, mas depois pegou uma almofada pra segurar na frente enquanto a gente continuava o jogo.
Chegou a vez da Pili ser o reflexo da Sole.
Sole: você tá muito vestida, loira! — falou com cara de maldade.
A Sole sabia que fazer a Pili tirar a camisa também prejudicava ela, porque ia ficar quase pelada. Mas ela topou e fez. As duas tiraram a parte de cima e ficaram de sutiã. Que peitudas do caralho. Pili, por favor! Os peitos estavam saindo do sutiã. As duas tentavam se cobrir como podiam.
Eu: Não se cubram! Tamo em confiança e sozinhos.
Pili: Claro! É porque ele tem camisa!
Na hora ofereci um bônus e fiquei pelado. Só tava de cueca.
Eu: Pronto. Vocês já me viram tudo. Porque o que tá coberto vocês já conhecem.
Sole: Teu booty ainda não! — ela disse, tapando minha boca.
Pili foi o reflexo da morena de novo e me usaram pra passar a língua do pescoço até a cintura. Eu na época tava com um corpão e isso atraía elas. Meu pau já queria sair e elas percebiam.
Sole: Nosso amigo quer sair! Deixa ele sair, a gente sentiu falta — comentário lindo. Queria ficar pelado já e meter o pau na boca delas. Mas mantive minha atitude de jogador.
Eu: Vão ter que dar um jeito de tirar ele usando o jogo.
Sole foi meu reflexo e eu levei ela até a boca da Pili. Começamos beijando ela e fomos descendo pelo pescoço até chegar nos peitos dela. Pili tava nervosa. Olhei pra Sole, que esperava minhas ordens, e descobri o peito que tava ao meu alcance pra começar a beijar. Sole fez o mesmo com o peito que ela tinha. Pili tremia de medo e prazer. Era um passo muito hot pro nosso trevo. Voltamos a sentar pra jogar as cartas de novo. Mas Sole não resistiu e fez um comentário.
Sole: Finalmente beijei teus peitos, amiga. Sempre quis fazer isso.
Pili: Filha da puta! Já vou me vingar — e ela olhou pro rabo dela.
Fui de espelho de novo e elas me pararam no meio. Pili tava no comando e, como era a mais tímida, não esperava algo muito pesado. Começaram a passar a boca no meu pescoço, mas quando chegaram no elástico da cueca, Pili mordeu e começou a puxar pra baixo. A dureza do meu pau complicou a manobra, mas elas se ajudaram com as mãos e me deixaram pelado.
Sole: Oi! Sentimos sua falta! — ela disse, falando com meu pau.
Eu: Isso tá muito desigual. Tô pelado demais comparado com vocês — falei. entender que não ia durar a roupa nelas
Fui o reflexo da Sole e ela não me decepcionou. Deixamos a Pili sem sutiã.
A música e o álcool nos desinibiam, mas ainda assim nos cobríamos. A Sole liderou a Pili de novo e me pararam no meio. Eu já queria que me chupassem. Ela levou a mão devagar até meu pau e a Pili teve que seguir. Ela se agachou e, em vez de mirar no pau, me deu uma mordida na bunda.
Depois foi minha vez de liderar a Pili pra percorrer o corpo da Sole. Beijamos e mordemos a bunda dela e aumentei a tensão ao me juntar com a Pili na altura da buceta da amiga. Comi a boca dela gostoso enquanto apoiamos os dedos por cima da calcinha fio dental da Sole. A morena curtia o panorama de cima e segurava nossa cabeça. Ela nos forçava a nos beijar. Eu tinha uma mão guiando a Pili pra tocar a buceta dela, mas a outra naquele rabo tentando achar onde estava perdida aquela calcinha. Levantamos com a Pili e a Sole, e sem jogar as cartas, ela fez as duas se ajoelharem. Sim. Tava chegando aquele momento.
Era uma lição de como chupar um pau sem falar. Elas me percorriam com a língua. A Sole mostrava como tocar minhas bolas, me percorriam todo o tronco com a boca entreaberta, uma de cada lado. A Sole enfiava na boca e fazia a loira fazer o mesmo movimento. Me sentaram no sofá e a Sole tirou o sutiã pra liberar as meninas dela também. Tinha as duas ajoelhadas e já intuía o que podia vir. A Sole começou um espanhol e fez a Pili seguir depois. Quebrando as regras do jogo e o silêncio, pedi duas coisas
Eu: Pili, tira a saia – ela obedeceu em silêncio. Segui com meu próximo pedido – Se beijem.
Me obedeceram, começando tímidas, mas cada vez abriam mais a boca e metiam língua. Me aproximei delas e as parei. Elas não paravam de se beijar.
Eu: não fui um bom anfitrião. Venham pra cá – falei e coloquei as duas de quatro no sofá.
Pedi pra continuarem se beijando e parei pra observar a imagem. Eu tinha essas duas gostosas de fio dental, se beijando e de quatro prontinhas pra mim. Queria comer elas ali mesmo, e principalmente a bunda da Sole. Mas sabia que elas precisavam ficar mais excitadas. Me ajoelhei atrás delas e comecei a tocar elas. Elas gemiam. Beijava as bundas delas enquanto minhas mãos já tocavam as bucetas delas, que estavam bem molhadas. Decidi primeiro lamber a buceta da Pili com minha língua enquanto começava a enfiar um dedo na Sole.
Pili começou a gemer mais forte e a Sole se ajeitou pra acariciar o cabelo e as costas dela. A morena foi além e beijava as costas dela enquanto tocava os peitos dela. Eu já tava chupando a buceta a todo vapor e chegou a vez da Sole. Não podia descuidar dela. Ela tava sentada no sofá e abri as pernas dela pra me perder na buceta dela. Enquanto a Pili se recuperava da chupada de buceta e olhava pra gente. A Sole puxou ela pelos cabelos pra se beijarem e queria beijar os peitos dela. Ajeitei elas pra Pili ficar de quatro, mas em cima da Sole. Elas se beijavam e a morena chupava os peitos dela enquanto se masturbava. Já tinha chegado a hora.
Peguei uma camisinha e me aproximei por trás da Pili. Beijei o pescoço dela por trás, passei as mãos pelas costas dela e quando cheguei nos quadris, segurei pra meter a pica. Entrou muito fácil, de tão molhada que ela tava. A loira soltou um gemido pro teto.
A Sole continuava ocupada com os peitos da amiga, mas me olhava pra ver meus movimentos. Ela continuava se masturbando e mexia a mão pra tocar minhas bolas. Pegava elas e acompanhava o movimento. Também usava uns dedos pra tocar a amiga. Aí sentimos a Pili gozar pela primeira vez. Eu entendi que tinha chegado a vez da Sole. Tirei a loira de cima e beijei ela pra aproveitar a boca dela depois do orgasmo. Peguei a Sole pelas pernas e penetrei ela bem forte. Ela mordia os lábios e procurava com as mãos a amiga, que respondeu ao chamado. Beijando ela.
Sole: Ayy siii. Como eu tava esperando esse momento – ela me surpreendeu com o comentário dela
Eu: Ah é? Tava esperando eu te comer enquanto você beija sua amiga? – lembrei que a Sole curtia um papo sexual
Pili: A Sole disse que a gente ia te comer essa noite e já tava enchendo meu saco faz tempo – respondeu a amiga dela enquanto se levantava e me beijava, ao mesmo tempo que com a mão passava a mão no meu corpo todo.
Sole começou a gemer igual uma louca
Sole: ah ah ah. Vai, não para! Me dá mais forte – tive que aumentar a potência e largar a Pili por um tempinho.
Pili tava irreconhecível. Por trás, ela passava a mão em mim e falava
Pili: Cê gosta de comer a gente duas juntas? – com voz de gata. Eu concordava – era isso que você queria desde a primeira noite? – eu concordava de novo
Eu: e mais
Sole gritou e gozou.
Pili: e mais? Aproveita que a gente tá assim pra você
Levantei a Sole e fiquei com as duas de pé. Beijava e tocava elas por todo lado.
Sole: o que cê quer fazer com a gente? Tarado – a Sole me provocava.
Elas tavam acordando a besta que tinha ficado contida. Coloquei as duas de quatro, uma do lado da outra. Pedi pra elas se beijarem e dei um tapa em cada uma. Elas soltaram um grito, metade prazer, metade surpresa. E fui aproveitar a vista da Sole. Comer ela por trás deve ser uma das imagens que vou lembrar pra sempre. Aquela bunda redonda. Durinha. Com a calcinha fio dental ainda enfiada e recebendo minhas pirocadas.
Eu dava umas quantas estocadas e trocava pra Pili na mesma posição. Eu tava doido e elas tavam curtindo
Sole: Siiim. Filho da puta. Come a gente! A gente é sua – vi ela se tocando enquanto eu tava fodendo a amiga dela.
Elas gozaram praticamente ao mesmo tempo. A Pili com meu pau dentro e a Sole se tocando enquanto eu ajudava com a mão. Eu já não aguentava mais. Tinha que soltar toda a porra.
Eu: Não aguento mais. Tenho que gozar – falei com voz de possesso
Sole: mmmmm e dessa vez é a vez da loira? Olha que eu adorei
Eu olhei pra Pili se virando pra reivindicar a dela turno. Ela se ajoelhou na minha frente, pegou minha pica e começou a me bater uma punheta apontando pros peitos dela.
Pili: acho que tô em dívida — dizia enquanto acelerava.
Sole se aproximou e ajudou ela a fazer de um jeito mais puta. Pegou minha pica, levou pros peitos, mostrava pra Pili como bater mais devagar.
Sole: onde você quer, amiga? Na boca? — Pili balançou a cabeça que não — nos peitos? — Pili concordou.
Uns segundos depois, não consegui segurar a explosão e enchi os peitos da Pili de porra. Sole controlava minha pica e o último jato tentou levar pra boca, mas não alcançou.
Sole: ah, fiquei com vontade — disse brincando.
Como não dava pra ficar sem, se aproximou da amiga. Passou os dedos nos peitos lambuzados e levou pra boca.
Pili: que puta que você é — falou surpresa.
Sole pegou mais um pouco de porra com o dedo. Levantou devagar e foi levando até a boca da Pili. A loira fez cara de entrega e lambeu.
Sole: vai ver como depois você vai sentir falta do gosto de porra.
Eu observava elas e não acreditava no que a gente tinha feito, mas ao mesmo tempo comecei a lembrar da sensação depois do boquete na montanha e não queria que a gente ficasse desconfortável. Peguei algo gelado pra beber e ofereci pra elas. Eu ainda tava com a pica bem dura. As duas se levantaram pra ir no banheiro. Sole chegou perto de mim e beijou minha pica como despedida, e Pili me beijou na boca.
Quando voltaram, eu já tinha arrumado tudo e elas estavam vestidas e radiantes de novo.
A noite seguiu mais um tempo com conversa e bebida. A gente não evitou o assunto da nossa relação e os três estavam convencidos de que ia rolar de novo.
Faltam uns nove anos de experiências pra contar.
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