O Trevo - O Começo

Esta é uma história que eu queria contar há anos. Como não sou o único protagonista, precisei esperar que todos concordassem. Todos os fatos são reais e, claro, vamos mudar os nomes e alguns detalhes.

Para dar contexto, vou contar que a melhor experiência sexual que já tive começou há dez anos. Meu nome é Fernando, sou de Mendoza e sou arquiteto. Venho de uma família de trabalhadores onde meus pais enchia o saco pra eu estudar, e foi o que fiz durante meus anos de faculdade.

Me formei muito jovem e comecei a trabalhar em um escritório por um contato. Tudo isso pra explicar que eu morava sozinho e tinha começado a ganhar uma grana boa, que é um detalhe importante pro começo dessa história. Naquela época, eu curtia sair e tinha umas "amigas" com quem eu transava direto, e já tinha tido uns dois menages que não me deixaram totalmente satisfeito. Eu queria algo diferente e muitas vezes me imaginei tendo um relacionamento com duas mulheres, mas não adianta ficar explicando por que era difícil.

Então meu objetivo passou a ser encontrar duas garotas que quisessem se divertir comigo, não só uma vez, mas com vontade de se divertir várias vezes e experimentar coisas novas.

Minha tática então era: toda vez que ia a uma balada com amigos, dava uma voltinha sozinho e procurava duas garotas que me atraíssem e que estivessem dançando de um jeito que esquentasse a galera, comprava um champanhe, dava de presente e via se conseguia criar uma vibe pra rolar algo entre nós três... Tentei isso 7 vezes ao longo de 3 meses, sem sucesso! Algumas vezes aceitaram o presente e me ignoraram, numa eu acabei beijando uma delas (sim, falhei na missão porque a outra foi embora com o ex-namorado) e até recusaram o presentinho e me mandaram pastar.

Até que eu as conheci... Tocava "Dile" do Don Omar e elas dançavam de forma sensual entre si. Não rebolavam nem exageravam na provocação. Elas só se divertiam e iam recusando cada cara que chegava perto pra dançar ou conversar. A Sole tava com um short branco que destacava a bunda enorme que ela tem, e a Pili tava com um vestido preto com flores vermelhas... Sensual... sem ser puta. Inalcançáveis, muito desejadas por uma porrada de caras.

Decidi que ia fazer minha estratégia do champanhe, mas sabia que não ia dar certo se eu chegasse com um papo furado de que elas tinham ganhado um prêmio por serem as mais "gostosas" da noite. Eu conhecia um dos caras do balcão, então comecei a sondar como tava o terreno.

- Qual é a da loira e da morena ali? Vêm sempre?
- Sim. Mas não cria expectativa. São muito patricinhas e não dão bola pra ninguém. Dá pra ver que só querem provocar e mais nada. Nem deixam ninguém chegar pra cantar.
- Se eu pedir uma ajuda com elas, tu topa?
- hahaha não teria muita esperança
- Eu compro um champanhe pra você, e você entrega pra elas da minha parte, com duas taças pra elas, e deixa um aqui pra mim com uma taça
- Cê é louco? É jogar dinheiro fora!! Elas não vão te dar muita chance
- Não importa. Me faz esse favor
- haha beleza. Mas se alguma der bola, eu fico com a sobra. haha

E foi assim que meu amigo barman foi fazer a jogada da qual dependia minha sorte. Não sem antes me cobrar uma grana preta pelos dois champanhes. Ele trouxe o meu com uma taça e um balde de gelo, e levou o delas.

Eu tentava me fazer de descolado sem parecer um otário nem desesperado. A verdade é que eu tava tremendo inteiro, mas ao mesmo tempo não tinha muito a perder (a grana já tinha ido). Observo de longe ele entregar o champanhe pra elas e me apontar, dizendo:

- Toma, é presente do cara de camisa branca que tá no balcão -
- Quem?? - Perguntou a Pili enquanto pegava as taças. O barman me apontou de novo, mas ela mudou a pergunta - Sim. Mas quem é?
Eu não tinha dado instrução do que falar se perguntassem isso, mas vou ser eternamente grato pelo que ele disse em seguida.

- Vão perguntar pra ele vocês mesmas Vi que vocês conversaram. Elas fizeram um gesto de agradecimento e decidiram continuar dançando e bebendo entre si. Eu não tinha pensado em nada depois dessa jogada. Se elas não falassem comigo, eu ia embora sem tentar chegar nela, igual aos 20 caras que vi serem rejeitados. No fim, eu consegui que elas me olhassem, e Mendoza é pequena, uma hora a gente ia se encontrar. Foquei no meu champanhe. Encontrei uns conhecidos e, meia hora depois, vi que o sonho estava se realizando. Sole se aproximou de mim com cara de curiosidade.

- Valeu pelo presente. Quem é você? - falou com voz inquisitiva
- De nada, e Fernando. Prazer - estendi a mão, fazendo o engraçadinho, mas com um tom tranquilo e amigável

Ela me escaneou inteiro, como se medisse o que ia dizer. Aceitou minha mão e se aproximou para falar comigo, mas com o olhar na amiga.

- Você tá interessado na minha amiga, né? - disse ela, enquanto os dois observavam aquela gostosa loira escrevendo algo no celular
- Pode ser. Mas por que eu não poderia estar interessado em você? - falei, já olhando nos olhos dela
- Porque todo mundo tá atrás da Pili

"Pili"... já sabia o nome dela. Sentia que estava dando os primeiros passos pra frente. Tava conversando com essa gostosa que aproveito pra descrever: Sole é alta (1,72), um corpão do caralho, deve ter uns 90 de peito e uma bunda impressionante que ela sabe que é o que mais se destaca e não passa despercebida. Sempre falei que ela parece com a Karina Jelinek (sim, é caminhão assim), mas usa óculos e isso dá um estilo especial. Ela é morena, olhos pretos e uma boca tremenda de head master, lábios carnudos com um sorriso incrível.

Então vocês devem se perguntar por que essa gostosa que acabei de descrever assumiu que eu tinha que estar interessado na amiga. Em parte, acho que é uma questão de autoestima da Sole, mas também tem a beleza inevitável da Pili. Pili é a loira que anda e todo mundo vira a cabeça. Desejada por homens e odiada por mulheres. Loira alta (1,70) segundo ela), dois peitos impressionantes (95 no mínimo), curvas bonitas e uma cara de boneca linda: olhos verdes, sorriso doce, nariz pequeno.

Deixando essa descrição que foi totalmente aprovada pelas protagonistas 🙂 continuo com o relato.

Sole me olhava como se tentasse decifrar se eu era um tarado ou um otário. Acho que não tinha mais opções além dessas.
- E o que você procura? - ela disse com um olhar curioso
- Por que eu teria que procurar alguma coisa? - comentário idiota que fiz porque exagerei no mistério. Todo mundo procura alguma coisa.
- Todo mundo procura alguma coisa - É... a frase de cabeceira da Sole, que era óbvio que ela ia falar

Nessa hora, Pili se aproximou de nós com um sorriso e meio dançando na direção da Sole. O álcool já tinha batido e ela estava animada. Pediu explicações pra Sole e ficaram um tempinho conversando, e de vez em quando olhavam pra mim. Tava tocando uma música do Pitbull, lembro porque eu tentava decifrar o que elas diziam, mas era impossível. Sole nos apresentou... fez umas piadas e Pili falou comigo pela primeira vez.

- Pili: Valeu pelo presentinho! Vi que você também fez um pra você! - olhando pro meu copo de champanhe
- Eu: É. Mas acho que não vou conseguir terminar sozinho - falei como quem tá implorando ajuda
- Pili: Com certeza tem outras minas na balada que aceitam - ela disse meio me zoando
- Eu: Hmm... não. Sou muito seletivo com meus presentes - de novo me fazendo de engraçadinho
- Sole: E qual é o objetivo do seu presente? Por que somos tão privilegiadas de receber ele? - Sole entrou na conversa e botou ironia no meu comentário
- Eu: haha só queria conhecer vocês - me senti encurralado, pra ser sincero. Não sei se foi o melhor comentário
- Sole: Numa balada? haha Fala sério. Eu sou de Sagitário - continuou com a ironia

Aí eu fiz o movimento mais esperto da minha vida. Pedi o telefone dela (ou seja, o celular dela, não o número), que ela me deu curiosa. Abri o app do Facebook, procurei meu perfil e mandei uma solicitação de amizade. Devolvi o celular e falei:

- Eu: Preciso ir, mas aí me têm pra gente se encontrar um dia pra "se conhecer" fora de uma balada - devolvi um pouco de ironia
- Sole: boaaaaa!

Cumprimentei as duas e comecei a sair, me aproximando da Sole e falando pra ela.

- Ah... e eu sou de Aquário

Drop the mic!!!

Nem quis virar pra ver se estavam rindo de mim. Um pouco porque queria me fazer de interessante e outro porque minha autoestima não ia aguentar. Meia hora depois fui embora da balada. Cheguei no apê e, ao me jogar na cama, vi o convite. "Solci Altamirano te enviou uma solicitação de amizade". Aceitei na hora e stalkeei um pouco. Descobri que a Pili era a melhor amiga dela, tava cheio de fotos com elas, que estudavam administração de empresas, que tinha 21 anos e fui direto dar o próximo passo. Adicionar a Pili como amiga. Espiei mais um pouco o mural dela, as fotos e dormi.

Quando acordei no outro dia, tinha uma notificação de que a Pili tinha aceitado minha solicitação. Excelente! pensei... e comecei a fuçar o facebook dela (elas fizeram o mesmo com o meu). Outra coisa pra notar é que tínhamos amigos em comum. Uns caras do clube, uma colega do colégio, mas ninguém que me desse muita informação sobre elas.

Os dias passaram e não tive notícias delas até a quinta-feira seguinte, quando elas me mandam mensagem num chat do facebook.

- Sole: Oi "camisetinha"! - depois me contaram que foi assim que o barman me chamou quando apontou pra mim
- Eu: Ei oi! como vocês tão?!
- Sole: Vocês? por que você assume que a gente tá junto?
- Eu: hahaha sei lá. Conheci vocês juntas e imagino assim. Tão juntas?
- Sole: Siiim! tamo estudando. Lembramos do fim de semana e tava rolando papo de que você tinha adicionado a gente no face.
- Eu: Perdão? você que me adicionou! - Histeriquear mode on
- Sole: HA HA o que cê tá fazendo?
- Eu: No apê. Trampando até tarde

O que veio depois foram uns 20 ou 30 minutos de conversa onde eu contava que era arquiteto, que morava sozinho, elas me contavam que idade tinham, o que estudavam, onde moravam, piadas. e mais piadas sobre minha camisa e como eu as deixei "penduradas" naquela noite até que o papo começou a ficar interessante. Já estávamos num chat do messenger (Sim. Ainda usavam o velho msn).

- Sole: Bom... viu que conseguiu seu objetivo??
- Eu: qual objetivo? - perguntei intrigado
- Pili: Como qual? Você não disse que queria nos conhecer?
- Eu: óbvio! Agora sinto que conheço vocês mais. Mesmo assim ainda tem muito pra conhecer - joguei pra ver como reagiam
- Sole: epaaa! O que o senhor quer da gente? Diria a coca
- Eu: Sei lá. Conhecer vocês mais e ao vivo. Vamos sair pra fazer algo? - eu me joguei pra ver se organizávamos algo pro fim de semana
- Pili: agora? Tô dentro. Cansei de estudar (cara de pau total)
- Sole: Nena! Agora!? Não vê que o "camiseta" tem que trabalhar amanhã? Não compromete ele - dava pra sentir a provocação no ar
- Eu: ehh - hesitei um pouco porque fui pego de surpresa - eu tô afim de fazer algo agora. Vou buscar vocês?
- Sole: e dá-lhe! Mas assim mesmo. Não vou me arrumar
- Eu: beleza. Deixa eu me vestir. Tô pelado - falei na zoeira mas era meio verdade. Só tava de short
- Pili: eeeessaaa foto foto!! - não sabia o que responder mas meu instinto disse que mandar uma foto era demais
- Eu: hahaha ainda não. Quando nos conhecermos mais - falei me fazendo de maduro - passo aí em 15 na sua casa Sole!

No carro ia pensando mil coisas. O que ia fazer quando visse elas? Pra onde levar? Comprava algo pra beber? A piranha que tava nervoso!!!
Cheguei na casa dela e mandei mensagem que tava na porta. Pra cumprirem a regra de sair assim mesmo (não queria que me fizessem esperar 30 minutos). Saíram em 5 minutos rindo e meio coradas. Era a vergonha de ter chamado um desconhecido pra buscar elas. Entraram no carro rindo, reclamando que não tinham conseguido se arrumar (gostosas pra caralho). Pra mim tavam melhor que na balada e falei isso. Ambas de short mas não muito apertados e regatinhas soltas.

- Pili: que papo furado! Olha se vocês vão me preferir assim, do jeito que a gente tava no rolê. A gente se vestiu que nem umas putas outro dia — e ela puxou o celular pra mostrar fotos onde dava pra ver o decote das duas.
— Eu: assim vocês tão mais reais. Beleza. Pra onde a gente vai?? — quis sair daquela conversa sobre roupa.

Depois de várias discussões, fomos parar num barzinho onde dava pra jogar jogos de tabuleiro. A gente riu pra caralho e se conheceu mais (quero resumir essa parte). Quando uma ia no banheiro, a outra tentava sondar se eu tava querendo pegar a amiga. Foi muito engraçado.
— Sole: e aí? Já decidiu qual você quer "conhecer"? — a autoestima da Sole falando de novo.
— Eu: quero "conhecer" as duas — falei decidido.

Minha missão nesse encontro era mostrar três coisas:
1. Não sou um tarado.
2. Não sou um amigo.
3. Gosto das duas.

A noite passou rápido e eu deixei elas de novo na casa delas.
Na semana seguinte, a gente continuava trocando ideia no nosso grupo. Tinha muito histeriquê. Piadas e elas já começavam a dizer que eu era delas. Me perguntavam se eu tinha saído com alguém. Que não me dividiam. Enfim, muito histeriquê. Duas semanas depois, me convidaram pra uma festa de fim de ano. Foi aí que eu me joguei de vez.
— Eu: eu passo. Prefiro que a gente saia nós três sozinhos outro dia.
— Sole: sério? Você tem vergonha de ser visto com a gente?
— Pili: que vergonha o quê! Ele deve ter algum plano com alguma putinha.
— Eu: haha não! Sério. Podem contar comigo quando vocês estiverem a fim de sair só nós três.

Isso impactou elas pra caralho. Nos dias seguintes, não paravam de falar sobre o assunto. Me perguntavam:
— E se alguma de nós tiver um casamento e precisar de um par, não podemos te chamar?
— Não.
— E se a gente quiser te apresentar pra alguém?
— Não! Pra quê? Já tenho vocês. E além disso... eu não sou de vocês?
— E se a gente precisar de você pra um encontro de quatro?
— Nem fudendo!
— E se alguma de nós estiver de coração partido e precisar de um homem? — já estavam jogando sujo e testando.
— Também não! Os três ou nada. E estando de coração partido, não dá pra sair de três?

As conversas continuavam. desse estilo. A gente estabelecia regras sobre o que fazer e o que não fazer. Tipo não falar de sofrência por amor nos nossos rolês ou não pedir conselhos sobre o que fazer com outra gostosa. A gente saiu mais algumas vezes até que chegou o encontro que mudou nossa relação.

Era um dia de semana e a gente queria fazer algo tranquilo. Compramos umas bebidas e uns petiscos e fomos pra montanha fazer aquele camping clássico de carro, com música e conversa. A gente tava tomando vinho doce e já tava bem bêbado quando a Sole começou a reclamar que a gente não tinha nenhum jogo (algo que a gente vinha fazendo nos nossos rolês pra se divertir).

Pili: Eu tenho um! – gritou, afetada pelo álcool – Vamos jogar "Eu nunca"!! – que feliz que aquele comentário me deixou, por favor!!!

A gente topou na hora. Pra quem não sabe como funciona o "Eu nunca", é um jogo de prévia onde alguém fala uma frase e se você já fez aquilo, tem que beber.

Sole: Eu nunca fui infiel! – começou a Sole. Nós três bebemos.

Pili: Eu nunca... Provei um baseado! – Sole e eu bebemos. Pili depois disse que um dia vai experimentar.

Eu: Eu nunca... Transei – nós três bebemos. Ok, pensei, não tem virgem na sala.

Sole: Olha que ousado o Camiseta, já levando pro sexo na lata! Minha vez... Eu nunca... Fiz ou recebi um boquete!! – nós três bebemos! Eu continuei celebrando internamente e meu pau reagiu na hora que a Sole falou boquete.

Pili: Eu nunca... Tive sexo casual – nós três bebemos! E contamos as histórias. Elas tinham tido a experiência delas numa viagem juntas pro Chile.

Eu: Eu nunca... Transei ao ar livre – só eu bebi. Contei uma história de praia e uma rapidinha na beira da estrada. Saíram umas piadas sobre a gente poder cumprir esse item ali mesmo comigo.

A música e o álcool estavam deixando a gente muito feliz. A gente tava na montanha, bebendo pra caralho, jogando e dançando os três.

Sole: Tenho outra!! Eu nunca... Gozei ou fiz alguém gozar nos peitos – nós três bebemos! Embora a Pili Ela ficou vermelha! Quando começamos a investigar foi porque ela contou que sempre pedem gozo nos peitos dela. Ela gosta, mas enche o saco que os caras são obcecados.
Sole: E o que você quer, com essas tetas que você tem!! – ela gritou, agarrando os próprios peitos. Meu pau já tá pedindo pra sair da bermuda.
Pili: Filha da puta. Sabia que ia me deixar vermelha – ela falou meio brava – Eu nunca fiz sexo anal! – disse como vingança. Sole e eu bebemos.
A vingança foi porque, assim como os caras são obcecados em gozar nos peitos da Pili, todo mundo pede a bunda da Sole. Quem não pediria com esse rabão que ela tem?
Eu: E muitos conseguiram?
Sole: Só um, mano! E porque ele mereceu!
Eu: Ok. Agora eu... Eu nunca fiz ou recebi um espanhol – os três bebemos. Comecei a sondar até onde dava pra ir. Eu tava durasso. Imaginava as duas me fazendo um espanhol. Que peitões elas tinham!
Sole: Eu nunca... Me filmei transando – Só a Pili bebeu! Aí percebi que elas estavam se jogando e eu amava. Ela contou que fez com o ex, mas guardou o vídeo e nunca deixou ele levar. Não acreditei em nada.
Pili: Eu nunca "engoli" ou me engoliram (pra me incluir) – Sole e eu bebemos. Eu aplaudi e a Sole, orgulhosa, contou que adora. Que excita sentir aquele final quentinho (sic). Esse comentário me deixou louco. Pili disse que não faz porque tem nojo. Que o pouco que provou porque "alguém não avisou a tempo" não foi prazeroso.
Eu: Eu nunca... Gozei na cara de alguém ou gozaram na minha cara – os três bebemos! Excelente, pensei, e meu pau tava cada vez mais duro.
Eu: Você tem nojo de engolir, mas não de sentir na cara? – perguntei pra Pili, já com maior confiança.
Pili: hahaha bée... Só fiz umas poucas vezes. Também não sou fã.
Eu: Mas não pedem muito? Aposto que sim.
Pili: Aposta o quê?? Por quê? Sim. Já pediram várias vezes.
Eu: hahaha agora me arrependo do meu comentário.
Pili: Não!! Agora você me conta! Eu: E... Porque é tesão ver uma cara de modelo cheia de porra - A confissão do pervertido mais o elogio de cara de modelo me deixou nervoso.
Sole soltou uma gargalhada danada e Pili ficou vermelha. Acho que foi por causa do elogio de cara de modelo.
A gente dançou mais um pouco. Elas chegavam perto e já sentiam meu volume. Eu sabia que era a chance de dar o próximo passo, mas não sabia como. Sole continuou no jogo.
Sole: "ô camisetinha", vou começar a te desvendar. Eu nunca... Tive um ménage - e só eu bebi!
Elas gritaram. Zoaram comigo. Acho que também ficaram com tesão, porque me pediram os detalhes. Contei das minhas duas experiências. A primeira foi com um amigo, há alguns anos, a gente ficou com uma mina. Pra mim, a experiência, além da transa, não foi legal. Meu amigo era um babaca que tratava a gatinha como uma puta e ria pra caralho quando eu tava de quatro e ela tava chupando ele.
Sole: Que coordenação, a gatinha. Eu não sei se daria conta.
Pili: Você com certeza pedem seu cu e usam a palavra: buceta, gata!
Sole se cagou de rir, mas empurrou a amiga de zoeira.
Sole: Beleza, Fer, e o outro? Duas minas?
Minha segunda vez foi com duas minas da faculdade. Não curti. Não quero pagar de fresco, mas a real é que não botamos muita energia, e lembro de uma situação no meio da transa em que uma teve que ir mijar no banheiro e a gente ouvia tudo da cama. Desestimulante pra caralho!!
Sole: Não acredito! Que otária a gatinha. Não conseguia segurar?? - disse se cagando de rir.
Pili: E as gatinhas eram boas? Eram companhia melhor do que as que você tem hoje?? - e puxou Sole com um passo de dança que deixou elas bem perto, cara a cara.
Eu: Que maluca você é. Sabe que vocês são difíceis de superar. Acabei de pensar em outro... Eu nunca... Beijei alguém que tá aqui - soltei uma indireta dupla. Óbvio que as duas beberam!! Elas me contaram que já se pegaram várias vezes, e às vezes um beijo mais intenso pra esquentar uns caras no Brasil.
Eu: Mostra aí? Vai esquentar?
Elas estavam perto. Sole pegou no rosto da amiga e deu um selinho.
Eu: Isso não esquenta. É um beijo amigável.
Pili: Boa! Seu exigente! É porque já fez ménage! – me zoou.
E eu dei um passo arriscado. Me aproximei da Sole. Olhei pra Pili e dei um selinho na amiga dela. Sole não resistiu.
Eu: Agora você foi observadora. Isso te esquentou?
Pili: Não. É verdade – tomando uns goles.
Sole: Ei! Eu também quero ser observadora.
Eu ri um pouco porque os planetas estavam se alinhando. Peguei Pili pelo braço e me aproximei do rosto dela. Dei um selinho.
Sole: É. Não esquenta. Parece que somos exigentes os três. Mas seu amigo aí embaixo não pensa igual. – e apontou pro meu volume.
Nós três rimos e dançamos. Dessa vez, elas já se aproximavam pra sentir meu volume e também dançavam entre si pra me esquentar, até que me olharam e se beijaram por uns 15 ou 20 segundos.
Sole: Eu nunca transei com putaria – Sole e eu bebemos. Perguntamos pra Pili se ela não gostava.
Pili: A verdade é que a ideia me esquenta, mas nunca fiz – na hora entendi que tratavam ela como uma princesa demais.
Pili: Uh! Eu tenho outra! Eu nunca... Fiz ou fizeram um garganta profunda em mim! – nós três bebemos! Elas contaram suas histórias e começaram a falar do tamanho de uns paus que já tinham comido. Pili destacou a habilidade da Sole com o pau do ex.
Eu: E como você sabe o tamanho do ex?
Pili: Fotos, gato! – comentário acompanhado de uma piscada.
Aí comecei a notar o interesse em saber meu tamanho.
Sole: E você, Camiseta? Já sofreram? – disse com cara de puta curiosa.
Eu: Isso é pergunta pra saber se eu tenho um pau grande? – rebati.
Sole: hahahaha que filho da puta. É. Um pouco sim.
Eu: Acho que vocês podem descobrir de outros jeitos.
Pili: Tarado!! Quer mostrar ele pra gente??
Eu: haha só quero matar a curiosidade de vocês. Ou podem tocar pra medir.
Rimos e elas não acreditavam no que eu tava falando. Mas Sole não se intimidou.
Sole: Eu posso. medir com meus dedos. Mas por cima da bermuda, hein!!
Eu estava encostado de costas no carro e ela se aproximou de mim enquanto Pili a olhava perplexa. Minha pica pulsava debaixo da minha roupa e a Sole começou a percorrê-la com um dedo, com cara de concentrada. Eu olhava bem de cima, mas também não tirava os olhos da nossa observadora. Ela adicionou mais dois dedos e acariciava de ponta a ponta.
Sole: eu diria que entre 18 e 20 cm — falou em tom científico — mas preciso de uma segunda opinião e quase empurrou a Pili pra ela se aproximar.
Pili foi bem mais tímida e a mão dela tremia. Foi bem mais rápida que a amiga e se afastou pra dar a opinião.
Pili: sim. Concordo. Mas é difícil medir assim — de repente ficou ousada
Eu: hahaha ok. Vocês têm permissão pra colocar a mão, aí a gente melhora o método — eu tava com medo de gozar quando elas colocassem a mão
A Sole sugeriu que a gente se afastasse da vista dos carros que podiam passar e a gente fez isso. Ela se aproximou, me olhou nos olhos e me disse
Sole: tá nervoso, Camiseta?
Eu: hahaha que filha da puta. E você, o que acha? Nunca me submeti a esse tipo de teste
Ela afastou a bermuda da minha barriga e fez espaço pra descer a mão. Chegou na cueca e puxou o elástico pra abrir caminho. Eu tava nas nuvens. Custava a engolir saliva e observava cada movimento dela enquanto também via a Pili seguindo os movimentos da amiga, mas também olhando pra estrada pra ver se vinham carros.
A Sole chegou até a cabeça da minha pica, que reagiu ao toque.
Sole: Amiga! — gritou — é grossa!
A Pili comemorou e soltou os nervos. Tava com uma dança engraçada e pulava pra aliviar a tensão. Dava pra ver que ela tava mais desconfortável que a Sole.
A morena continuou descendo, percorrendo com os dedos mas sem pegar. Chegou até a base, me olhou nos olhos, agarrou igual a uma grade de raquete de tênis. Me deu um selinho e me disse
Sole: cê tá muito bem, Camiseta — e se virou pra gritar pra Pili — sua vez, loira! Você tem que confirmar!
Pili tava eufóyummy. Dançando e acho que tomando coragem também. Eu tava rendido. À mercê do que elas quisessem fazer. Vi a Pili com seu andar de princesa se aproximando de mim. Mas a cara dela tava diferente. Dava pra ver o tesão e ela tinha olhar de putinha. Ela foi mais rápida que a Sole. Enfiou a mão e pegou.
Pili: você tem que tirar pra fora. Pra facilitar
Eu obedeci e deixei meu pau duro à vista das duas que, com a brisa que tinham, comemoravam. Sole começou a levar pro próximo nível seguindo o jogo
Sole: eu nunca toquei num pau na beira da estrada! — e as duas brindaram e beberam
Pili: Eu nunca... — e se aproximou de mim pra pegar no meu pau — bati uma punheta pra alguém na beira da estrada! — e começou a mover a mão ao longo do tronco. Depois deu um gole.
Eu: isso aí, loirinha!
Sole: Pera aí que eu queria beber nessa também — e veio rápido pra tirar a mão da Pili e aplicar a minha dose de masturbação. Depois deu um gole
Sole fazia de um jeito mais sensual. Com muita atitude de puta.
Eu tava com as duas ali. Não achei que ia aguentar muito mais, então tentei avançar
Eu: Eu nunca... Beijei um pau na beira da estrada.
Sole: que filha da puta!! Vou ter que fazer por honra do jogo! — se abaixou e me deu um beijinho na ponta do pau. Depois deu um gole
Pili também veio e o beijo dela foi bem rápido. Como se fosse parte do passo de cumbia que ela tava fazendo.
Pili: então, amiga! — disse enquanto brindava com a Sole — até morrer! Eu nunca... Chupei um pau na beira da estrada! — disse empurrando ele
Eu e a Sole nos olhamos porque ficamos surpresos com o quanto a Pili tava soltinha. A morena se aproximou pra cumprir o desafio e se ajoelhou. Olhou pro meu pau com carinho e com as duas mãos foi guiando ele até a boca dela. Pili olhava pro lado, dançava e ficava com muito tesão.
Sole cravou os olhos, através dos óculos, em mim e esticou a língua pra fazer cara de puta. Meu pau tava pulsando sem parar e eu sentia que não ia durar muito. Ela abriu bem a boca e enfiou pra começar a percorrer. Ela tinha experiência em chupar e isso era nítido. Por mais que gozar na Sole fosse mais do que eu sonhava pra aquela noite, eu queria continuar mostrando que isso era um rolê a três, então olhei pra Pili.
Eu: Se você não vier agora, vai perder essa parte!!
Sole se separou e pegou o drink como se fosse uma comemoração. Pili veio e tentou chupar sem se ajoelhar. Como viu que não ia funcionar, teve que ceder e descer até meu pau. Acho que ela tinha algo contra se ajoelhar, porque no começo tentou fazer de cócoras, mas as pernas cansaram e ela acabou de joelhos. Tinha menos experiência que a Sole, mas ver a carinha de princesa dela enfiando meu pau na boca é uma imagem que nunca vou esquecer.
Nos minutos seguintes, elas se revezavam pra chupar, mas sem parar de dançar ou beber. Embora eu estivesse no auge, a situação não era de concentração total no boquete. A gente também tava morrendo de rir. Quando a Pili enfiava na boca, a Sole ajudava a manter o ritmo, tipo empurrando pra ela engolir mais fundo.
Pili: Agora posso ver ao vivo! – disse olhando pra Sole – Vai, engole ele todo!
Sole fez cara de concentrada e aceitou a missão. Eu tava nas nuvens e a morena não parava de engolir. Chegou a encostar o nariz na minha pélvis e soltou tudo pra sair em busca da amiga pra comemorar. Eu já não aguentava mais e senti que devia avisar:
Eu: Não vou segurar muito. A qualquer hora eu gozo.
Sole: Mmm e você vai pedir os peitos pra loira? – disse juntando os peitos da Pili.
Pili: Não, não, gata! Todo mundo sabe que você tá desesperada pra engolir gozo hoje. É toda sua – e fez um gesto de entrega do meu pau. Também sabia que a Pili nem fodendo ia deixar se sujar num lugar onde não tinha como se limpar.
Sole lambeu os lábios e se ajoelhou na minha frente.
Sole: Você vai ter que me dar a gozada, camisinha – disse com voz de puta, mas afetada pela bebida, também saía engraçada.
Ela começou a chupar com tudo e eu segurava a cabeça pra sentir bem. Ela se afastava e me punhetava mostrando a língua e abrindo a boca como quem diz que era ali que eu tinha que depositar todo meu leite. Ela enfiou na boca, fez mais uns movimentos e quando sentiu minhas pernas tremerem, se concentrou em receber a gozada na boca sem se engasgar. Eu sentia os jatos de porra saindo enquanto a Pili nos observava. Era um momento dos sonhos. A Sole soltou meu pau e engoliu a porra com cara de satisfeita. Depois me limpou o que sobrou enquanto a Pili exclamava.
Pili: Como você pode gostar tanto de porra, sua puta!
A Sole se levantou com delicadeza. Chegou perto dela e com hálito de porra disse
Sole: você vai pegar o gostinho também — e deu um selinho
Eu já tinha guardado meu pau e ficava olhando elas dançarem incrédulo. Me perguntando como ia fazer pra continuar com elas até o próximo nível. Percebi que tava racionalizando o que tinha acontecido porque já tava quase uma hora sem usar.
Elas continuaram dançando e quando fomos ver já eram 4 da manhã de uma terça-feira. No caminho de volta, as duas dormiram. Eu observava elas sem ainda acreditar no que tinha rolado, mas sabendo que era só o começo. Que a gente podia continuar fazendo coisas juntos... E a gente fez.
Mas isso eu conto na próxima.

6 comentários - O Trevo - O Começo

Espero ansiosa el próximo relato!
Gracias! El finde seguro subo el próximo capítulo. Saludos de los tres 😉
@Ferp1983 besitos
me volaron el marulo....1!!wow
Me alegro que te guste! Los próximos vienen mejor
@Ferp1983 idolo de idolos...
Son los tres genios totales!!! Gracias por el relato... tremendo!! Tomaré varios consejos de ahí 😉
Gracias! En unos días subo el que sigue. Saludos!
mi paja lo estará esperando!! y conocerlos también
Tremenda situación y muy bueno relatado, Arriba Mendoza, un abrazo