Esta história começa há muitos anos, eu tinha 16 anos e meus vizinhos de baixo estavam prestes a ser pais. Eram gêmeos. Finalmente o dia chegou e nasceram dois bebês loiros com uns olhos azuis incríveis, Candela e Mariano. Eu os vi crescer até que fui morar sozinho, quando eles já deviam ter uns 6 anos. A Candela tinha os cabelos longos, loiros e cacheados, e uns olhos azuis que quando ela fazia aquela carinha de pidona, você dava tudo que ela queria de tão fofa que era. O Mariano tinha o cabelo liso, mas do mesmo loiro da irmã e os mesmos olhos, era muito mais tímido e calmo que a irmã, que era um foguete.
Como eu disse, aos 22 saí da casa dos meus pais, mas há um tempo voltei porque meus pais se mudaram para um condomínio fechado e, em vez de alugar o apartamento deles, me deram ele e eu parei de pagar aluguel. Ainda lembro do dia que cruzei com a Cande pela primeira vez. Ela já não era mais aquela menina inocente de 6 anos, ainda tinha o rostinho lindo com os cachos que chegavam até os ombros, mas o corpo dela tinha se desenvolvido. Ela tinha uma cinturinha bem marcada, acompanhada por uma bela raba, fruto das horas de treino de hóquei, com umas pernas longas e lindas que, mesmo sendo adolescente, já davam uma altura bonita, e uns peitos no tamanho certo, nem grandes nem pequenos, que ela geralmente usava sem sutiã. No primeiro dia que a vi, ela estava com uma regata sem mangas e uma calça justa que destacava ainda mais a raba. A regata mostrava que não tinha nada por baixo e os biquinhos dos peitos apareciam. Os 17 andares no elevador pareceram uma eternidade, eu evitando olhar para ela, enquanto ela, além de tudo, me abraçava feliz e perguntava se eu ia morar ali de novo (muitas vezes, por causa da diferença de idade e da amizade dos nossos pais, eu tinha sido babá deles, então tinha muita intimidade). Vi ela ir embora com as amigas, que estavam tão ou mais provocantes que ela, enquanto ela gritava que esperava que a gente pudesse tomar algo. Quando voltei com o que Encontrei o Mariano, ele tinha a mesma altura da irmã, as mesmas pernas longas e um corpo muito, muito magro, cabelo liso até os ombros, e teve a mesma reação de felicidade que a irmã.
Com o passar dos dias, virou rotina os dois virem na minha casa e eu acabei virando confidente dos dois, eles me contavam as coisas deles, e com o tempo percebi que a aproximação da Cande tinha segundas intenções, mas era impossível fazer algo, ainda via ela como aquela menina que eu cuidava, e literalmente era mais nova e eu não queria arrumar problema, já tinha aprendido a lição do jeito difícil com uma mina que conheci numa balada e não queria passar por aquilo de novo. Já o Mariano sempre vinha me pedir conselhos sobre os problemas com a namorada dele, tinha algo nele também que me deixava desconfiado, às vezes achava ele muito afeminado e sempre pegava ele olhando pro meu corpo. As suspeitas sobre a Cande eu confirmei uma noite que ela veio na minha casa depois do baile bem alterada, e como quando tava quase entrando em casa ouvi os pais dela, ela veio pra minha casa pra não ser vista daquele jeito, conversa vai, conversa vem, a menina ficou carinhosa, eu parei ela e com lágrimas nos olhos ela me encarou:
C: Cê não gosta de mim, né? Porque eu não consigo agradar ninguém
Y: Não, mocinha, não é isso, você é uma gostosa, mas o problema é outro
C: Já sei, você tem namorada, mas eu gosto muito de você
Y: Cande, o problema não é se eu tenho ou não namorada, a parada é que você é novinha e ainda bebeu, amanhã você vai se arrepender
C: Não, negão, você me atrai desde pequena, sempre gostei de você
Y: Mocinha, eu acredito em você e você me parece uma gostosa, qualquer cara ia querer ficar com você, mas eu não posso, seus pais me matam
C: Eles não vão ficar sabendo
Y: Amor, eu sei, mas não dá… quando você crescer mais, vai me agradecer por isso
Ela me deu um abraço forte e eu dei um beijo na testa dela até ela dormir, mandei uma mensagem pro Mariano pra ele vir buscá-la, e quando ele chegou, contei o que tinha rolado e ele confessou que a irmã sempre dizia que era apaixonada. Demi, e ela era a única do grupo dela que ainda era virgem porque queria que eu fosse o primeiro.
Minha reação foi de carinho, falei pra ela que isso ia passar, acordamos a Cande e as duas foram pra casa delas.
Depois disso, tudo seguiu normal, nunca mais tocamos no assunto e continuamos sendo muito amigos. Até que chegou o verão, e começamos a dividir a piscina do prédio, os moleques sempre estavam comigo e os pais não viam problema nisso também porque me conheciam e tinha confiança. Finalmente, em janeiro os pais foram viajar e como o Mariano tinha pegado recuperação e precisava terminar pra começar a faculdade, a Cande não queria ir porque queria ficar com as amigas aproveitando o último verão, eles aproveitaram pra fazer uma segunda lua de mel e eu me comprometi a cuidar dos moleques. No primeiro dia, sugeri pros moleques em vez de ficar na piscina, ir pro clube fazer um churrasco e aproveitar a piscina de lá. Eles toparam na hora. Eu fui com minha mina e falei pros moleques convidarem quem quisessem. O Mariano veio com a namorada dele, a Sabri era do colégio dos moleques, mas mais nova, ela tinha passado pro 5º ano, era uma moreninha gordinha, amiga de hockey da Cande, com cabelo curto, mesmo sendo gordinha o corpo dela era harmônico. Já tinha visto ela várias vezes no prédio e sempre achei ela muito simpática, mas tinha algo que não batia nela (entre nós, eu tava convencido de que ela tava botando chifre nele). A Cande veio com a Ivana, uma amiga dela do colégio, uma ruiva muito magra e alta, com cabelo vermelho como fogo, praticamente uma mina que devia ter quase 1,80, era mais alta que eu inclusive. Comemos o churrasco todo mundo rindo, pela primeira vez pude ver os olhares de ódio da Cande e da amiga dela pra minha mina. Também confirmei que o relacionamento do Mariano com a namorada dele era bem de submissão, quem mandava no rolê era ela, mas não tinha maltrato nem clima ruim, o Mariano era um moleque completamente diferente com ela, me lembrava aquele Nenê tímido de quando éramos mais novos
Depois que a aula acabou, as minas foram se trocar pra ir pra piscina, e aí sim o bicho pegou pra mim. Minha namorada tava usando um daqueles biquínis que ela usava sempre e que te deixava louco, ela era baixinha, mas com uns peitões enormes naturais e uma bunda linda, e adorava usar biquínis pequenininhos quando tava à vontade. A Sabri tava de maiô inteiro, imaginei que fosse por vergonha do corpo, mas quando ela tirou o pareô que usava, notei um decote enorme e como a bunda dela se destacava naquele maiô que sumia entre as nádegas dela. As últimas a aparecerem foram a Ivana, com um biquíni que valorizava o corpo longo e magro dela, e atrás dela a Cande, com um maiô inteiro preto com detalhes dourados que moldava o corpo dela perfeitamente, o decote ia quase até o começo da ppk dela, e ela usava uma espécie de capa preta transparente. Me deixou de boca aberta, de todas foi a que me deixou doido. Ainda por cima, quando ela tirou aquela capa e eu vi ela de costas, o maiô deixava as costas todas de fora, pela primeira vez vi a tatuagem de borboleta que ela tinha no meio das costas, e o maiô por trás era uma tanguinha daquelas que deixava a bunda linda dela toda à mostra. Passamos a tarde inteira na piscina zoando e aproveitando que, milagrosamente, tinha pouca gente na piscina. Minha mina é aeromoça e naquele dia tava de plantão, e infelizmente lá pras 6 da tarde chamaram ela e ela teve que ir embora. Em 2 minutos, já tinha a Ivana e a Cande do meu lado. Num momento em que a Ivana parecia ter dormido, comecei a conversar de novo com a Cande.
C: Não gosto da sua namorada.
Eu: Por que você não gosta?
C: Porque não sou eu, haha.
Eu: Mocinha, a gente já falou sobre isso.
C: Sim, a gente falou, mas hoje eu vi como você me olhava.
Eu: É que, mocinha, é impossível não te olhar, você é uma gostosa.
C: Você gostou do meu maiô?
Eu: Ficou lindo em você.
C: Comprei especialmente ontem à noite pra você, queria que me visse bonita.
Eu: Já te falei que você é muito gostosa, que o problema não é esse.
C: Sua namorada é o problema, né? O que ela tem que eu não tenho? yo
Y: Cande, já te falei, o problema não é minha namorada. É a sua idade. Não quero confusão e não quero que você se arrependa.
C: Já vou fazer 18, uma desculpa a menos.
Y: Beleza, quando você fizer 18, a gente conversa, tá?
C: Tô pegando sua palavra.
Eu não lembrava que os garotos faziam aniversário no verão, o resto dos dias passou numa boa. Tirando uma conversa estranha que tive com a namorada do Mariano, onde ela falou pra eu tomar cuidado com o boy dela, que ele era só dela. Eu levei na boa, como se ela tivesse medo de eu apresentar alguém pra ele por causa de uma brincadeira que a gente fez, mas me achei engraçado ela falar "de ela".
Finalmente, no dia 20 de fevereiro, chegou o aniversário dos garotos. Eles me convidaram pra festa da família e eu ajudei a organizar a comemoração com os amigos no salão do prédio. A Cande apareceu com uma saia longa que marcava a bunda dela, mas escondia as pernas, e um body de renda que mal cobria aqueles peitos lindos. Ela tava com uma maquiagem sutil, não precisava de mais. Eu tava com alguns amigos deles que conheci nesse tempo. Lá pelas 3 da manhã, já tinha menos gente, e a gente começou a arrumar tudo pra ir embora. Num momento em que eu tava deixando uns pratos na cozinha, a Cande praticamente me encurralou.
C: Você não me deu bola a noite toda.
Y: Você tava com seus amigos, não queria atrapalhar.
C: E eu quero ficar com você.
Y: Gatinha, de novo?
C: Me fala que eu não te provoco nada, assim. Se você me falar que não gosta de mim, que não me quer, eu não encho mais o saco.
Y: Gatinha.
C: Me fala que você não me deseja nem um pouco – enquanto me empurrava mais contra a parede –
Y: Cande.
C: Não – ela me interrompeu – me responde o que eu te falei, já tenho 18 – deixando os lábios quase colados nos meus –
Não sei de onde veio, deve ter sido perceber que ela já não era mais a menininha, mas eu beijei ela sem hesitar. Ela se surpreendeu e se afastou de mim, me olhou de novo, nos olhos dela já não tinha mais ternura, primeiro pensei que era ódio, mas depois percebi que era paixão. Ela me beijou de novo, dessa vez um beijo muito apaixonado que durou uns segundos enquanto minhas Mãos agarravam aquela bunda gostosa. Ela se separou de mim, suspirando.
C: Meus pais acham que vou dormir na casa de uma amiga, mas quero ficar com você.
Y: Tem certeza?
Ela não respondeu, só me beijou. Apressei pra juntar as coisas, nos despedimos da galera e descemos no elevador só com o Mariano. Quando ele viu que a gente desceu os dois no meu andar, o Mariano piscou um olho e desejou feliz aniversário pra irmã.
Assim que entramos em casa, começamos a nos beijar apaixonadamente, fomos tirando a roupa enquanto abríamos caminho até o quarto. Quando chegamos, fiquei só de cueca e ela com aquele body de renda que a deixava puro desejo. Ia apagar a luz por ela, mas ela disse que não, que deixasse meio acesa, que queria me ver e que eu a visse. Na sequência, ela baixou o olhar e viu a barraca armada na minha cueca, lambeu os lábios e me empurrou contra a cama. Me deu um beijo e, quando se separou, os peitos dela ficaram na altura dos meus lábios. Não hesitei em beijá-los enquanto puxava as alças do body até soltá-los. Chupei uns pezões lindos que tantas vezes tinha visto e desejado por baixo da roupa, enquanto segurava a bunda dela e ouvia seus gemidos. Passei uma das mãos pra frente e rocei por cima da roupa a buceta dela. Tava muito molhada. O corpo dela tremeu, juro que ela teve um orgasmo só com aquele roçar.
Na sequência, ela se separou e se ajoelhou. Ficou um segundo olhando pra minha virilha, passou a mão por cima da cueca tocando meu pau. Isso fez escapar um pequeno suspiro do meu corpo. Ela levantou a vista e me olhou com aquela carinha de menina inocente de novo.
C: Isso faz tanto tempo que eu desejo. Tenho que confessar que já conheço ele.
Y: Como assim, conhece?
C: Te vi num site há um tempo. Vai escrever um conto sobre mim?
Y: O que você quiser.
C: O que eu quero é isso.
Ela levantou o elástico da minha cueca e libertou meu pau. Passou a língua desde a base até a ponta pra finalmente meter na boca e começar a chupar. Poderia dizer que foi a melhor chupada da minha vida, mas a realidade... Não, ela era inexperiente, dava pra perceber, mas a vontade que ela colocava compensava toda a inexperiência. Não sei quanto tempo fiquei entre chupadas e punhetas, mas chegou um ponto que eu não aguentava mais e falei que ia gozar, esperando que ela gozasse também, mas pelo contrário, o que ela fez foi pegar minha mão e levar até a cabeça dela. Entendi o recado e segurei. Comecei a gozar e, longe de tirar ela da boca, ela continuou curtindo até eu tirar a última gota. Quando terminou, se separou, passou a língua de novo da base até a ponta e me mostrou que na boca dela não tinha mais nada.
Levantei ela e beijei enquanto a sentava em cima de mim, sentia o quanto ela estava molhada. Separei ela e mandei ela ficar de pé, terminei de tirar o body e a deitei. Comecei a beijar ela de novo, sentindo nossos corpos nus, meu pau roçando de leve na buceta dela e arrancando suspiros. Comecei a descer, beijando os peitos dela até chegar na buceta dela, que brilhava de tão molhada. Na hora comecei a chupar ela, provocando uma enxurrada de orgasmos, cada um mais forte que o outro. Ela agarrava com uma mão os lençóis e com a outra minha cabeça. Eu também tava adorando, fazia tempo que não curtia tanto chupar uma buceta.
C: Para, por favor, preciso de você dentro de mim.
Y: Tá pronta?
C: Como assim, pronta?
Y: Se tem certeza, não quero que se arrependa.
C: Você sabe?
Y: Sim, óbvio.
C: Tô pronta, sim, e não quero que coloque nada, foi pra isso que me preparei.
Me aproximei dela de novo, meu pau já tava duro e, enquanto beijava ela, roçava. Ela mesma abaixou a mão, pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, separou os lábios e encaixou meu pau na entrada. Só aí ela tirou as mãos e colocou na minha bunda, começando a fazer força. Comecei a penetrar ela devagar enquanto beijava, até chegar naquele ponto de ruptura. Parei de beijar e olhei pra ela pra perguntar de novo se tinha certeza. Não teve palavras, ela só balançou a cabeça e apertou com as mãos na minha bunda. Penetrei bem devagar, sentindo o apertadinha que ela tava, um grito metade dor metade prazer
inundou o quarto e com certeza o prédio inteiro, os olhos dela se fecharam e
as unhas dela se cravaram na minha bunda. Só quando eu penetrei ela por completo ela voltou a
abrir os olhos e me olhar, uma das mãos dela soltou da minha bunda e pousou no meu pescoço
C: obrigada, sou sua,
agora me come por favor
Eu simplesmente beijei ela e comecei a comer ela devagar,
pouco a pouco aumentando o ritmo e os gemidos dela. No
quarto só se ouviam os gritos de prazer dela e o barulho dos nossos
corpos. Não sei quantas vezes ela gozou, a cama tava encharcada e nossos corpos também
alternava beijando os lábios dela, o pescoço dela e os peitos dela, mordia os bicos dos peitos dela e isso
fazia ela delirar de prazer e ela mais de uma vez respondeu mordendo meus
ombros. Finalmente, depois de não sei quantos minutos assim chegou o momento do
meu orgasmo e eu avisei ela, imaginando que ela ia me pedir pra gozar fora, mas
não, ela simplesmente colocou as mãos na minha bunda de novo e me agarrou forte
C: não vai sair,
quero sentir você quero que você me encha
Y: tem certeza
gatinha?
C: sim e não sou
mais gatinha, sou sua puta agora
Y: é mesmo? Você é minha
putinha?
C: sim e sua putinha quer todo o leite na buceta
Essas palavras
foram o gatilho comecei a gozar dentro dela provocando um novo orgasmo
dela, sentia como as paredes da buceta dela apertavam meu pau e podia jurar
que sentia cada jato do meu sêmen batendo na buceta dela
Ficamos exaustos
nos beijando enquanto meu pau perdia a dureza dentro do corpo dela, falei pra irmos
tomar banho, e ela aceitou quando ela se levantou dava pra ver meu gozo escorrendo da buceta dela
pelas pernas dela. Entramos no chuveiro e entre beijos e carícias nos lavamos, e
fizemos de novo no chuveiro, dessa vez ela contra a parede de costas
levantando a bundinha dela, mais uma vez gozei dentro dela. Terminamos de nos lavar
e fomos deitar pelados, ela dormiu encostada no meu peito. Ao acordar
com as luzes do dia vi de novo o corpo nu dela, ela tava linda com sua Cabelos loiros. Virei ela e comecei a beijar os peitos dela, até que ela acordou. Ela me olhou e sorriu com malícia, me empurrou até eu ficar de costas na cama e ela ficou de quatro na cama e começou a chupar meu pau. Quando se sentiu satisfeita, subiu em mim e começou a se enfiar com meu pau e começou a se mover suavemente, me dando muito prazer. Mais uma vez, os gemidos e gritos inundaram o quarto até que eu também gozei dentro dela. E mais uma vez ela me surpreendeu: saiu de cima de mim e se aproximou até ficar sentada na minha boca e fez eu chupar a bucetinha dela cheia do meu gozo. Não tive escolha a não ser saborear também, a única coisa que ela dizia era para eu não engolir. O sábado da buceta dela com meu gozo era algo que eu nunca tinha provado, mas eu gostava, a ponto de meu pau ficar duro de novo. Ela percebeu isso e desceu até se enfiar de novo e me beijar, saboreando o leite que estava na minha boca e compartilhando até provocar mais um orgasmo em nós dois.
Mais uma vez estávamos exaustos. Deixei ela na cama e fui preparar o café da manhã. Quando estava nisso, encontrei meu celular que tinha ficado largado na sala. Tinha uma mensagem do Mariano:
“Foda como você fez minha irmã gozar, e como vocês me fizeram gozar, fiquei com inveja”
Enquanto tomávamos café da manhã, pelados, comentei com a Cande a mensagem do irmão, e ela simplesmente piscou um olho e disse que eu já ia entender.
E vocês também, quando eu publicar a continuação. Por hoje já foi longo demais.
Como eu disse, aos 22 saí da casa dos meus pais, mas há um tempo voltei porque meus pais se mudaram para um condomínio fechado e, em vez de alugar o apartamento deles, me deram ele e eu parei de pagar aluguel. Ainda lembro do dia que cruzei com a Cande pela primeira vez. Ela já não era mais aquela menina inocente de 6 anos, ainda tinha o rostinho lindo com os cachos que chegavam até os ombros, mas o corpo dela tinha se desenvolvido. Ela tinha uma cinturinha bem marcada, acompanhada por uma bela raba, fruto das horas de treino de hóquei, com umas pernas longas e lindas que, mesmo sendo adolescente, já davam uma altura bonita, e uns peitos no tamanho certo, nem grandes nem pequenos, que ela geralmente usava sem sutiã. No primeiro dia que a vi, ela estava com uma regata sem mangas e uma calça justa que destacava ainda mais a raba. A regata mostrava que não tinha nada por baixo e os biquinhos dos peitos apareciam. Os 17 andares no elevador pareceram uma eternidade, eu evitando olhar para ela, enquanto ela, além de tudo, me abraçava feliz e perguntava se eu ia morar ali de novo (muitas vezes, por causa da diferença de idade e da amizade dos nossos pais, eu tinha sido babá deles, então tinha muita intimidade). Vi ela ir embora com as amigas, que estavam tão ou mais provocantes que ela, enquanto ela gritava que esperava que a gente pudesse tomar algo. Quando voltei com o que Encontrei o Mariano, ele tinha a mesma altura da irmã, as mesmas pernas longas e um corpo muito, muito magro, cabelo liso até os ombros, e teve a mesma reação de felicidade que a irmã.
Com o passar dos dias, virou rotina os dois virem na minha casa e eu acabei virando confidente dos dois, eles me contavam as coisas deles, e com o tempo percebi que a aproximação da Cande tinha segundas intenções, mas era impossível fazer algo, ainda via ela como aquela menina que eu cuidava, e literalmente era mais nova e eu não queria arrumar problema, já tinha aprendido a lição do jeito difícil com uma mina que conheci numa balada e não queria passar por aquilo de novo. Já o Mariano sempre vinha me pedir conselhos sobre os problemas com a namorada dele, tinha algo nele também que me deixava desconfiado, às vezes achava ele muito afeminado e sempre pegava ele olhando pro meu corpo. As suspeitas sobre a Cande eu confirmei uma noite que ela veio na minha casa depois do baile bem alterada, e como quando tava quase entrando em casa ouvi os pais dela, ela veio pra minha casa pra não ser vista daquele jeito, conversa vai, conversa vem, a menina ficou carinhosa, eu parei ela e com lágrimas nos olhos ela me encarou:
C: Cê não gosta de mim, né? Porque eu não consigo agradar ninguém
Y: Não, mocinha, não é isso, você é uma gostosa, mas o problema é outro
C: Já sei, você tem namorada, mas eu gosto muito de você
Y: Cande, o problema não é se eu tenho ou não namorada, a parada é que você é novinha e ainda bebeu, amanhã você vai se arrepender
C: Não, negão, você me atrai desde pequena, sempre gostei de você
Y: Mocinha, eu acredito em você e você me parece uma gostosa, qualquer cara ia querer ficar com você, mas eu não posso, seus pais me matam
C: Eles não vão ficar sabendo
Y: Amor, eu sei, mas não dá… quando você crescer mais, vai me agradecer por isso
Ela me deu um abraço forte e eu dei um beijo na testa dela até ela dormir, mandei uma mensagem pro Mariano pra ele vir buscá-la, e quando ele chegou, contei o que tinha rolado e ele confessou que a irmã sempre dizia que era apaixonada. Demi, e ela era a única do grupo dela que ainda era virgem porque queria que eu fosse o primeiro.
Minha reação foi de carinho, falei pra ela que isso ia passar, acordamos a Cande e as duas foram pra casa delas.
Depois disso, tudo seguiu normal, nunca mais tocamos no assunto e continuamos sendo muito amigos. Até que chegou o verão, e começamos a dividir a piscina do prédio, os moleques sempre estavam comigo e os pais não viam problema nisso também porque me conheciam e tinha confiança. Finalmente, em janeiro os pais foram viajar e como o Mariano tinha pegado recuperação e precisava terminar pra começar a faculdade, a Cande não queria ir porque queria ficar com as amigas aproveitando o último verão, eles aproveitaram pra fazer uma segunda lua de mel e eu me comprometi a cuidar dos moleques. No primeiro dia, sugeri pros moleques em vez de ficar na piscina, ir pro clube fazer um churrasco e aproveitar a piscina de lá. Eles toparam na hora. Eu fui com minha mina e falei pros moleques convidarem quem quisessem. O Mariano veio com a namorada dele, a Sabri era do colégio dos moleques, mas mais nova, ela tinha passado pro 5º ano, era uma moreninha gordinha, amiga de hockey da Cande, com cabelo curto, mesmo sendo gordinha o corpo dela era harmônico. Já tinha visto ela várias vezes no prédio e sempre achei ela muito simpática, mas tinha algo que não batia nela (entre nós, eu tava convencido de que ela tava botando chifre nele). A Cande veio com a Ivana, uma amiga dela do colégio, uma ruiva muito magra e alta, com cabelo vermelho como fogo, praticamente uma mina que devia ter quase 1,80, era mais alta que eu inclusive. Comemos o churrasco todo mundo rindo, pela primeira vez pude ver os olhares de ódio da Cande e da amiga dela pra minha mina. Também confirmei que o relacionamento do Mariano com a namorada dele era bem de submissão, quem mandava no rolê era ela, mas não tinha maltrato nem clima ruim, o Mariano era um moleque completamente diferente com ela, me lembrava aquele Nenê tímido de quando éramos mais novos
Depois que a aula acabou, as minas foram se trocar pra ir pra piscina, e aí sim o bicho pegou pra mim. Minha namorada tava usando um daqueles biquínis que ela usava sempre e que te deixava louco, ela era baixinha, mas com uns peitões enormes naturais e uma bunda linda, e adorava usar biquínis pequenininhos quando tava à vontade. A Sabri tava de maiô inteiro, imaginei que fosse por vergonha do corpo, mas quando ela tirou o pareô que usava, notei um decote enorme e como a bunda dela se destacava naquele maiô que sumia entre as nádegas dela. As últimas a aparecerem foram a Ivana, com um biquíni que valorizava o corpo longo e magro dela, e atrás dela a Cande, com um maiô inteiro preto com detalhes dourados que moldava o corpo dela perfeitamente, o decote ia quase até o começo da ppk dela, e ela usava uma espécie de capa preta transparente. Me deixou de boca aberta, de todas foi a que me deixou doido. Ainda por cima, quando ela tirou aquela capa e eu vi ela de costas, o maiô deixava as costas todas de fora, pela primeira vez vi a tatuagem de borboleta que ela tinha no meio das costas, e o maiô por trás era uma tanguinha daquelas que deixava a bunda linda dela toda à mostra. Passamos a tarde inteira na piscina zoando e aproveitando que, milagrosamente, tinha pouca gente na piscina. Minha mina é aeromoça e naquele dia tava de plantão, e infelizmente lá pras 6 da tarde chamaram ela e ela teve que ir embora. Em 2 minutos, já tinha a Ivana e a Cande do meu lado. Num momento em que a Ivana parecia ter dormido, comecei a conversar de novo com a Cande.
C: Não gosto da sua namorada.
Eu: Por que você não gosta?
C: Porque não sou eu, haha.
Eu: Mocinha, a gente já falou sobre isso.
C: Sim, a gente falou, mas hoje eu vi como você me olhava.
Eu: É que, mocinha, é impossível não te olhar, você é uma gostosa.
C: Você gostou do meu maiô?
Eu: Ficou lindo em você.
C: Comprei especialmente ontem à noite pra você, queria que me visse bonita.
Eu: Já te falei que você é muito gostosa, que o problema não é esse.
C: Sua namorada é o problema, né? O que ela tem que eu não tenho? yo
Y: Cande, já te falei, o problema não é minha namorada. É a sua idade. Não quero confusão e não quero que você se arrependa.
C: Já vou fazer 18, uma desculpa a menos.
Y: Beleza, quando você fizer 18, a gente conversa, tá?
C: Tô pegando sua palavra.
Eu não lembrava que os garotos faziam aniversário no verão, o resto dos dias passou numa boa. Tirando uma conversa estranha que tive com a namorada do Mariano, onde ela falou pra eu tomar cuidado com o boy dela, que ele era só dela. Eu levei na boa, como se ela tivesse medo de eu apresentar alguém pra ele por causa de uma brincadeira que a gente fez, mas me achei engraçado ela falar "de ela".
Finalmente, no dia 20 de fevereiro, chegou o aniversário dos garotos. Eles me convidaram pra festa da família e eu ajudei a organizar a comemoração com os amigos no salão do prédio. A Cande apareceu com uma saia longa que marcava a bunda dela, mas escondia as pernas, e um body de renda que mal cobria aqueles peitos lindos. Ela tava com uma maquiagem sutil, não precisava de mais. Eu tava com alguns amigos deles que conheci nesse tempo. Lá pelas 3 da manhã, já tinha menos gente, e a gente começou a arrumar tudo pra ir embora. Num momento em que eu tava deixando uns pratos na cozinha, a Cande praticamente me encurralou.
C: Você não me deu bola a noite toda.
Y: Você tava com seus amigos, não queria atrapalhar.
C: E eu quero ficar com você.
Y: Gatinha, de novo?
C: Me fala que eu não te provoco nada, assim. Se você me falar que não gosta de mim, que não me quer, eu não encho mais o saco.
Y: Gatinha.
C: Me fala que você não me deseja nem um pouco – enquanto me empurrava mais contra a parede –
Y: Cande.
C: Não – ela me interrompeu – me responde o que eu te falei, já tenho 18 – deixando os lábios quase colados nos meus –
Não sei de onde veio, deve ter sido perceber que ela já não era mais a menininha, mas eu beijei ela sem hesitar. Ela se surpreendeu e se afastou de mim, me olhou de novo, nos olhos dela já não tinha mais ternura, primeiro pensei que era ódio, mas depois percebi que era paixão. Ela me beijou de novo, dessa vez um beijo muito apaixonado que durou uns segundos enquanto minhas Mãos agarravam aquela bunda gostosa. Ela se separou de mim, suspirando.
C: Meus pais acham que vou dormir na casa de uma amiga, mas quero ficar com você.
Y: Tem certeza?
Ela não respondeu, só me beijou. Apressei pra juntar as coisas, nos despedimos da galera e descemos no elevador só com o Mariano. Quando ele viu que a gente desceu os dois no meu andar, o Mariano piscou um olho e desejou feliz aniversário pra irmã.
Assim que entramos em casa, começamos a nos beijar apaixonadamente, fomos tirando a roupa enquanto abríamos caminho até o quarto. Quando chegamos, fiquei só de cueca e ela com aquele body de renda que a deixava puro desejo. Ia apagar a luz por ela, mas ela disse que não, que deixasse meio acesa, que queria me ver e que eu a visse. Na sequência, ela baixou o olhar e viu a barraca armada na minha cueca, lambeu os lábios e me empurrou contra a cama. Me deu um beijo e, quando se separou, os peitos dela ficaram na altura dos meus lábios. Não hesitei em beijá-los enquanto puxava as alças do body até soltá-los. Chupei uns pezões lindos que tantas vezes tinha visto e desejado por baixo da roupa, enquanto segurava a bunda dela e ouvia seus gemidos. Passei uma das mãos pra frente e rocei por cima da roupa a buceta dela. Tava muito molhada. O corpo dela tremeu, juro que ela teve um orgasmo só com aquele roçar.
Na sequência, ela se separou e se ajoelhou. Ficou um segundo olhando pra minha virilha, passou a mão por cima da cueca tocando meu pau. Isso fez escapar um pequeno suspiro do meu corpo. Ela levantou a vista e me olhou com aquela carinha de menina inocente de novo.
C: Isso faz tanto tempo que eu desejo. Tenho que confessar que já conheço ele.
Y: Como assim, conhece?
C: Te vi num site há um tempo. Vai escrever um conto sobre mim?
Y: O que você quiser.
C: O que eu quero é isso.
Ela levantou o elástico da minha cueca e libertou meu pau. Passou a língua desde a base até a ponta pra finalmente meter na boca e começar a chupar. Poderia dizer que foi a melhor chupada da minha vida, mas a realidade... Não, ela era inexperiente, dava pra perceber, mas a vontade que ela colocava compensava toda a inexperiência. Não sei quanto tempo fiquei entre chupadas e punhetas, mas chegou um ponto que eu não aguentava mais e falei que ia gozar, esperando que ela gozasse também, mas pelo contrário, o que ela fez foi pegar minha mão e levar até a cabeça dela. Entendi o recado e segurei. Comecei a gozar e, longe de tirar ela da boca, ela continuou curtindo até eu tirar a última gota. Quando terminou, se separou, passou a língua de novo da base até a ponta e me mostrou que na boca dela não tinha mais nada.
Levantei ela e beijei enquanto a sentava em cima de mim, sentia o quanto ela estava molhada. Separei ela e mandei ela ficar de pé, terminei de tirar o body e a deitei. Comecei a beijar ela de novo, sentindo nossos corpos nus, meu pau roçando de leve na buceta dela e arrancando suspiros. Comecei a descer, beijando os peitos dela até chegar na buceta dela, que brilhava de tão molhada. Na hora comecei a chupar ela, provocando uma enxurrada de orgasmos, cada um mais forte que o outro. Ela agarrava com uma mão os lençóis e com a outra minha cabeça. Eu também tava adorando, fazia tempo que não curtia tanto chupar uma buceta.
C: Para, por favor, preciso de você dentro de mim.
Y: Tá pronta?
C: Como assim, pronta?
Y: Se tem certeza, não quero que se arrependa.
C: Você sabe?
Y: Sim, óbvio.
C: Tô pronta, sim, e não quero que coloque nada, foi pra isso que me preparei.
Me aproximei dela de novo, meu pau já tava duro e, enquanto beijava ela, roçava. Ela mesma abaixou a mão, pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, separou os lábios e encaixou meu pau na entrada. Só aí ela tirou as mãos e colocou na minha bunda, começando a fazer força. Comecei a penetrar ela devagar enquanto beijava, até chegar naquele ponto de ruptura. Parei de beijar e olhei pra ela pra perguntar de novo se tinha certeza. Não teve palavras, ela só balançou a cabeça e apertou com as mãos na minha bunda. Penetrei bem devagar, sentindo o apertadinha que ela tava, um grito metade dor metade prazer
inundou o quarto e com certeza o prédio inteiro, os olhos dela se fecharam e
as unhas dela se cravaram na minha bunda. Só quando eu penetrei ela por completo ela voltou a
abrir os olhos e me olhar, uma das mãos dela soltou da minha bunda e pousou no meu pescoço
C: obrigada, sou sua,
agora me come por favor
Eu simplesmente beijei ela e comecei a comer ela devagar,
pouco a pouco aumentando o ritmo e os gemidos dela. No
quarto só se ouviam os gritos de prazer dela e o barulho dos nossos
corpos. Não sei quantas vezes ela gozou, a cama tava encharcada e nossos corpos também
alternava beijando os lábios dela, o pescoço dela e os peitos dela, mordia os bicos dos peitos dela e isso
fazia ela delirar de prazer e ela mais de uma vez respondeu mordendo meus
ombros. Finalmente, depois de não sei quantos minutos assim chegou o momento do
meu orgasmo e eu avisei ela, imaginando que ela ia me pedir pra gozar fora, mas
não, ela simplesmente colocou as mãos na minha bunda de novo e me agarrou forte
C: não vai sair,
quero sentir você quero que você me encha
Y: tem certeza
gatinha?
C: sim e não sou
mais gatinha, sou sua puta agora
Y: é mesmo? Você é minha
putinha?
C: sim e sua putinha quer todo o leite na buceta
Essas palavras
foram o gatilho comecei a gozar dentro dela provocando um novo orgasmo
dela, sentia como as paredes da buceta dela apertavam meu pau e podia jurar
que sentia cada jato do meu sêmen batendo na buceta dela
Ficamos exaustos
nos beijando enquanto meu pau perdia a dureza dentro do corpo dela, falei pra irmos
tomar banho, e ela aceitou quando ela se levantou dava pra ver meu gozo escorrendo da buceta dela
pelas pernas dela. Entramos no chuveiro e entre beijos e carícias nos lavamos, e
fizemos de novo no chuveiro, dessa vez ela contra a parede de costas
levantando a bundinha dela, mais uma vez gozei dentro dela. Terminamos de nos lavar
e fomos deitar pelados, ela dormiu encostada no meu peito. Ao acordar
com as luzes do dia vi de novo o corpo nu dela, ela tava linda com sua Cabelos loiros. Virei ela e comecei a beijar os peitos dela, até que ela acordou. Ela me olhou e sorriu com malícia, me empurrou até eu ficar de costas na cama e ela ficou de quatro na cama e começou a chupar meu pau. Quando se sentiu satisfeita, subiu em mim e começou a se enfiar com meu pau e começou a se mover suavemente, me dando muito prazer. Mais uma vez, os gemidos e gritos inundaram o quarto até que eu também gozei dentro dela. E mais uma vez ela me surpreendeu: saiu de cima de mim e se aproximou até ficar sentada na minha boca e fez eu chupar a bucetinha dela cheia do meu gozo. Não tive escolha a não ser saborear também, a única coisa que ela dizia era para eu não engolir. O sábado da buceta dela com meu gozo era algo que eu nunca tinha provado, mas eu gostava, a ponto de meu pau ficar duro de novo. Ela percebeu isso e desceu até se enfiar de novo e me beijar, saboreando o leite que estava na minha boca e compartilhando até provocar mais um orgasmo em nós dois.
Mais uma vez estávamos exaustos. Deixei ela na cama e fui preparar o café da manhã. Quando estava nisso, encontrei meu celular que tinha ficado largado na sala. Tinha uma mensagem do Mariano:
“Foda como você fez minha irmã gozar, e como vocês me fizeram gozar, fiquei com inveja”
Enquanto tomávamos café da manhã, pelados, comentei com a Cande a mensagem do irmão, e ela simplesmente piscou um olho e disse que eu já ia entender.
E vocês também, quando eu publicar a continuação. Por hoje já foi longo demais.
4 comentários - A vizinha gostosa