… Meu próximo passo foi levantar mais a regata e soltar o sutiã, sem resistência. Continuei passando um braço na bunda dela, enquanto com o outro acariciava suas costas quase nuas. Num momento, virei a cabeça em direção à bunda dela e já aparecia uma calcinha fio-dental preta. Não podia acreditar que N tinha aquela bunda. Ela era de pele branca, com algumas sardas, rosto redondinho e corpo bonito, nem muito magra nem gordinha, era uma mina gostosa. Foi nessa hora que fui com tudo!!!!!! Minha mão subiu de vez aquela minissaia, deixando a bunda redondinha à mostra, a pele branca dela contrastando com o fio-dental preto. Depois, com a habilidade de um mágico, puxei o pedaço de pano para chegar na virilha dela. A umidade da área só fez minha pica ficar mais dura. Comecei nesse momento a tocar a buceta dela, acariciava os lábios, a buceta dela estava tão molhada que meus dedos entravam dentro. N gemia cada vez mais alto, enquanto me dava os sucos dela. Lembro que puxei o fio-dental até os joelhos e desci pra chupar ela. Pegava com minha língua, com meu queixo também, chupava o cuzinho dela, enquanto ela gemia e empinava a bunda pra eu chupar com mais precisão. Nessa altura, eu chupava como se fosse a última vez da minha vida. Ela continuou empinando a bunda até ficar de quatro. Continuei chupando, enfiava a língua, N não parava de gemer. Foi aí que me ajoelhei e meti nela de quatro. Não podia acreditar que estava comendo a mina que há anos era minha amiga e a gente contava tudo um pro outro. Num momento, ela me diz: "Quero te comer eu". Essas foram as primeiras palavras que ela falou depois de me pedir pra ir fazer massagem nela. Me deitei no colchão inflável e ela tirou todas as roupas, subiu em cima de mim. Foi aí que descobri os peitos dela, eram perfeitos, com uma redondez incrível, os bicos rosados e duros. Me agarrei neles enquanto ela começou a se mexer depois de colocar minha pica dentro da buceta dela. Kitty tava fazendo suave, de olhos fechados, e nessa altura eu já tava me segurando pra não gozar, só queria que aquele momento durasse pra sempre. Olhar a carinha de prazer dela me deixava ainda mais louco. Ela começou a acelerar, soltando gemidos que foram virando gritos, montando em mim com tudo, enquanto eu apertava os peitos dela com mais força. Só queria que ela terminasse em mim pra eu poder tirar ela e gozar no corpo dela. Quando senti a buceta dela pulsando no meu pau e ela teve uma série de espasmos, foi o sinal: segurei a cintura dela, tirei ela de cima de mim, deitei ela e joguei toda a minha porra na barriga dela. Depois disso, cada um foi pro seu lado no banheiro se limpar. Aí deitamos no colchão, ambos pelados, e dormimos sem dizer uma palavra.
4 comentários - Cogei minha melhor amiga sem querer (parte 2)