Minha melhor amiga 3

Depois dos beijos, enquanto ainda estávamos pelados, perguntei: — Ainda somos amigos? Isso não vai mudar tudo? — Gui, eu gosto de você, você é meu melhor amigo homem. Pra algumas coisas você é quase um irmão e pra transar você é melhor que meu namorado. Não vamos deixar de ser amigos por causa disso. Só que agora você vai ser o pai do meu filho. — Quêêê? — Hahaha Tô te zoando, otário! — Sua filha da puta, não brinca com isso! — Não esquenta, trouxa, vem cá... Ela segurou meu rosto e me deu um beijo suave, foi descendo pelo meu peito até chegar no meu pau, lambeu umas vezes pra sentir o gosto do nosso sexo e enfiou na boca. Chupava devagar, sem pressa. De repente, percebi a hora. — Nossa, para! Tenho que ir! — Ei! Tão ruim assim que eu chupo? — Que? Não! É que tenho que ir pra casa... Eeerr... Minha namorada! — Sim, sim. A vadiazinha vai ficar com ciúmes! Hahaha — Não fala assim! Eu amo ela, sabe? — Então come ela do jeito que você me comeu! Certeza que não sobra leite pra ela! — Se não fosse porque tenho que ir, eu te mostrava quanto leite eu tenho... — Faaaala! Macho do Améyummy! Bom, se fodeu, ficou sem sobremesa... — Que sobremesa? — Pra que você acha que era o lubrificante? Pra essa raba, bebê! Fiquei sem palavras, rindo enquanto terminava de me vestir. Quando fui me despedir, ela me abraçou, colando o corpo no meu, e meteu a língua com tesão. Me separei e virei de costas. Nas minhas costas, ela perguntou se eu voltaria no dia seguinte, que ficaria sozinha. — Não sei... Acho que... — Não seja ruim! Vou deixar você usar todo o lubrificante que quiser! Hahaha — (meu pau vibrou) Sua filha da puta comigo! — Hahaha... Te espero, bebê! A noite com minha namorada foi bem estranha. Jantamos na casa dela com os pais. Eu tava nervoso. Mesmo tendo tomado banho e trocado de roupa, achava que o cheiro de sexo tinha grudado em mim. Depois fomos pra sala ver um filme e os pais dela foram pro quarto. Assim que ficamos sozinhos, ela começou a me beijar e acariciar. Beijava minha boca, meu pescoço, me Eu lambia o volume que tava bem duro. Ela abriu minha calça e tirou ele pra fora antes que eu pudesse reagir. — Vou chupar ele agora (ela sussurrou). — Para, que podem nos ouvir! — Então fica quietinho... Ela desceu e enfiou tudo de uma vez. Não consegui evitar comparar como ela chupava e como a Vale fazia. Ela percebeu que eu tava distraído e eu falei que era pra não me excitar e gemer mais, porque tava com medo de nos ouvirem. — Tá bom, vai pra cozinha que eu vou no banheiro e de quebra vejo se tão dormindo. Fui pra cozinha e sentei esperando ela. Quase 10 minutos depois ela apareceu com uma legging preta bem fina, quase transparente. — Por que você vestiu isso? (Falei quase babando, com cara de tarado). — Pra ficar mais confortável. (Ela virou e se apoiou na bancada da cozinha) Tá gostando? — Adoro! — Então vem! (Ela abaixou a legging até liberar a bunda, não tava de tanga) Fui de cara lamber ela toda. Ela empinava mais a raba pra deixar eu alcançar com minha língua até a pussy. Molhei dois dedos e enfiei até o fundo. Batia punheta nela e dava linguadas. As pernas dela tremiam um pouco, ia gozar a qualquer momento. Segurei ela tapando a boca e acelerei o ritmo dos meus dedos. A pussy fazia barulhos de sucção. Tava encharcada. Ela gozou se jogando na bancada. Eu não soltei a boca dela. — Mmmm mmmm mmmmmhhj! Deixei ela descansar uns segundos e me afastei um passo, sentando pra ver ela. A bunda e as pernas dela tavam molhadas. Ela ofegava. — Vem, agora senta aqui. — Vai me comer sem camisinha? Lembrei que com ela ainda usávamos. Tranquilizei ela falando que ia tirar a tempo. — E onde você vai gozar? — Na sua boca, assim não deixamos evidência nem sujamos nada! — Hmm não sei... — No pior dos casos, cuspe na pia. — (Ela pensou sem tirar os olhos da minha cock) Tá bom, ok! Ela se ajeitou e desceu devagar na minha cock. Segurei ela pela cintura e sentei até o fundo, a lubrificação fez o resto. — Aaai meu amor! Que dura que tá! (Porque a estava usando em outra usa a palavra: buceta!) - Adoro sentir ela assim, sem nada! - (A Vale também!) Eu também! - Espera, quero virar. Quero te ver quando você tá dentro de mim! (A puta mãe!) Ela se ajeitou de frente pra mim e subiu na pica como se nunca tivesse saído. Olhava nos meus olhos e me beijava com gosto. Beijava melhor que a Vale. Falei que se continuasse assim, ia encher ela de porra. Ela estranhou o que eu disse, arregalou os olhos e falou: - Isso te encantaria, né? - Siiim! - Você encheria minha buceta, meu amor? Me engravida? Reagi a tempo, levantei ela (era bem magrinha de corpo, tirando as tetas) e tirei a pica, que começou a soltar leite. Ela meteu a mão e bateu uma devagar, segurando o que dava. Me limpou com um guardanapo de papel e, sem soltar, passou ele na buceta. - Vou passar um pouquinho... - Ainda tem porra! (Da cabeça ainda escorria uma gota) - Por isso! Quero sentir! Desceu um pouco e enfiou a pontinha. - Aahh... Cê é perigosa, hein! - Adoro perigo! Me agarrou pelos cabelos da nuca e sentou até o fundo. - Uuuhhh filha da... - Desculpa, não resisti. Cê gosta? - Aah aah... siim... Ainda tô gozando! - Então, me dá um pouquinho de porra só! Não me faz um filho! Haha - Aaaahh (ainda bem que já tinha gozado duas vezes)... A noite acabou pra gente ali. Nos limpamos, me arrumei do jeito que dava e fui pra casa dormir. Cheguei destruído até a manhã seguinte. Continua no próximo relato...

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