Meu marido e minha filha viajaram com o resto do grupo, e ele devia voltar pra me buscar. Por preguiça, preferiu pedir pro pai dele me dar uma carona. Esse foi o maior erro dele.
Na manhã da viagem, pedi pro Ricardo passar me buscar cedo no nosso apê. Como todo cavalheiro, ele chegou 15 minutos antes. Eu, como boa dama, tava atrasada e tinha acabado de sair do chuveiro, só de roupão. Pedi pra ele entrar e pegar um suco fresco enquanto eu terminava de me vestir e me arrumar. A cozinha liga pro quarto (onde eu me vestia) por uma porta. Juro que, sem querer, essa porta ficou entreaberta.
Coloca a calcinha, depois o sutiã e, ao olhar no espelho, vi que o Ricardo tava olhando descaradamente pro meu reflexo. Me apressei pra fechar a porta e pedir desculpas, morrendo de vergonha. A resposta dele foi de um cavalheiro: "Não se preocupa, foi a visão mais linda do mundo. Obrigado." Naquele momento, entendi que já tava com vontade de transar. Semidespida do jeito que tava, saí, peguei nas mãos dele e perguntei: "Por que você é tão gostoso?" E de novo a resposta dele me derreteu: "É o que você me faz sentir.
Começamos a nos beijar, primeiro com timidez, depois a paixão foi tomando conta. Fico nua, me acaricio e beijo cada cantinho. Tirei a roupa dele, beijei e chupei tudo, e muito. Adorei o pau dele. A comparação safada (com o filho dele) era óbvia. O pau dele não era descomunal, do mesmo comprimento respeitável, mas mais grosso, a cabeça ocupava minha boca inteira. Chupei com devoção, com desespero, senti ele quase chegando na minha garganta, apertava as nádegas duras dele e pedia que o leite dele me afogasse, mas ainda não era a hora.
Senti aquela sensação de puta, do proibido. Com aquela excitação e felicidade correndo no sangue, decidi ser a mulher dele, a puta dele pra sempre.
Ele me pegou pela cintura e me colocou em cima da mesa da cozinha, me deitou e abriu minhas pernas. Voltou a beijar minha buceta, acariciar meu clitóris e me levou a um orgasmo forte e profundo. Quando ele me penetrou, senti que preenchia toda a minha buceta, que as paredes se expandiam, cada centímetro provocava meus gritos de prazer. Naquele ato, dava pra ver a força dele, resultado da academia e dos cuidados. As mãos dele tomaram conta dos meus peitos e os amassaram à vontade, beliscava suavemente meus mamilos, chupava deliciosamente. O ritmo dele foi aumentando, o pau dele entrava e saía divinamente, o barulho dos meus fluidos se misturava com meus gemidos. Sentia a cabeça do pau dele chegar no meu estômago a cada estocada e eu pedia pra ele nunca parar de me comer daquele jeito. Perto de gozar, ele se deitou sobre meu corpo, me beijou fundo. Aí eu explodi de novo, minhas pernas o abraçaram com toda minha força; minhas costas arquearam e senti uma eletricidade percorrer minha espinha. Enquanto gozava, jurei que sempre seria dele, que queria aquele pau pra sempre dentro de mim. Ele se endireitou e continuou me comendo com toda força, levantava minhas costas da mesa e chegava até minha alma. Gozou selvagemente, senti o gozo quente dele transbordar da minha buceta. Descansou um segundo e começou a tirar, pedi pra ele deixar dentro um pouquinho mais, me fez feliz. Passou e enfiou os dedos na minha buceta, juntos chupamos nosso prazer.
Depois de uns beijos de safadeza, terminei de me vestir e a gente partiu viagem. Se meu marido soubesse...

Acariciei a perna dele, depois o volume. Abri a braguilha da calça dele e me abaixei sobre o colo dele, puxei o pau pra fora e chupei, mamei, beijei agradecida. Sem me importar com o trânsito nem se alguém via, comecei a masturbar ele com meus lábios, enquanto repetia "obrigada, obrigada…" Aí sim ele me deu o gozo, quentinho e gostoso. Ele colocou a mão na minha nuca e me obrigou a engolir cada gota. Eu sentia que tava me afogando, e era imensamente feliz, realizada.
Quando chegamos no destino, encontrei meu marido. Ele tava felizão por ter evitado a viagem. O primeiro comentário dele foi: "Valeu, véio, me salvou. Viu que fera meu pai?" Minha resposta: "SEU PAI É UMA DELÍCIA
Prontinho, vou contar mais uma coisa pra vocês. Beijos.
Na manhã da viagem, pedi pro Ricardo passar me buscar cedo no nosso apê. Como todo cavalheiro, ele chegou 15 minutos antes. Eu, como boa dama, tava atrasada e tinha acabado de sair do chuveiro, só de roupão. Pedi pra ele entrar e pegar um suco fresco enquanto eu terminava de me vestir e me arrumar. A cozinha liga pro quarto (onde eu me vestia) por uma porta. Juro que, sem querer, essa porta ficou entreaberta.
Coloca a calcinha, depois o sutiã e, ao olhar no espelho, vi que o Ricardo tava olhando descaradamente pro meu reflexo. Me apressei pra fechar a porta e pedir desculpas, morrendo de vergonha. A resposta dele foi de um cavalheiro: "Não se preocupa, foi a visão mais linda do mundo. Obrigado." Naquele momento, entendi que já tava com vontade de transar. Semidespida do jeito que tava, saí, peguei nas mãos dele e perguntei: "Por que você é tão gostoso?" E de novo a resposta dele me derreteu: "É o que você me faz sentir.
Começamos a nos beijar, primeiro com timidez, depois a paixão foi tomando conta. Fico nua, me acaricio e beijo cada cantinho. Tirei a roupa dele, beijei e chupei tudo, e muito. Adorei o pau dele. A comparação safada (com o filho dele) era óbvia. O pau dele não era descomunal, do mesmo comprimento respeitável, mas mais grosso, a cabeça ocupava minha boca inteira. Chupei com devoção, com desespero, senti ele quase chegando na minha garganta, apertava as nádegas duras dele e pedia que o leite dele me afogasse, mas ainda não era a hora.
Senti aquela sensação de puta, do proibido. Com aquela excitação e felicidade correndo no sangue, decidi ser a mulher dele, a puta dele pra sempre.
Ele me pegou pela cintura e me colocou em cima da mesa da cozinha, me deitou e abriu minhas pernas. Voltou a beijar minha buceta, acariciar meu clitóris e me levou a um orgasmo forte e profundo. Quando ele me penetrou, senti que preenchia toda a minha buceta, que as paredes se expandiam, cada centímetro provocava meus gritos de prazer. Naquele ato, dava pra ver a força dele, resultado da academia e dos cuidados. As mãos dele tomaram conta dos meus peitos e os amassaram à vontade, beliscava suavemente meus mamilos, chupava deliciosamente. O ritmo dele foi aumentando, o pau dele entrava e saía divinamente, o barulho dos meus fluidos se misturava com meus gemidos. Sentia a cabeça do pau dele chegar no meu estômago a cada estocada e eu pedia pra ele nunca parar de me comer daquele jeito. Perto de gozar, ele se deitou sobre meu corpo, me beijou fundo. Aí eu explodi de novo, minhas pernas o abraçaram com toda minha força; minhas costas arquearam e senti uma eletricidade percorrer minha espinha. Enquanto gozava, jurei que sempre seria dele, que queria aquele pau pra sempre dentro de mim. Ele se endireitou e continuou me comendo com toda força, levantava minhas costas da mesa e chegava até minha alma. Gozou selvagemente, senti o gozo quente dele transbordar da minha buceta. Descansou um segundo e começou a tirar, pedi pra ele deixar dentro um pouquinho mais, me fez feliz. Passou e enfiou os dedos na minha buceta, juntos chupamos nosso prazer.
Depois de uns beijos de safadeza, terminei de me vestir e a gente partiu viagem. Se meu marido soubesse...

Acariciei a perna dele, depois o volume. Abri a braguilha da calça dele e me abaixei sobre o colo dele, puxei o pau pra fora e chupei, mamei, beijei agradecida. Sem me importar com o trânsito nem se alguém via, comecei a masturbar ele com meus lábios, enquanto repetia "obrigada, obrigada…" Aí sim ele me deu o gozo, quentinho e gostoso. Ele colocou a mão na minha nuca e me obrigou a engolir cada gota. Eu sentia que tava me afogando, e era imensamente feliz, realizada.
Quando chegamos no destino, encontrei meu marido. Ele tava felizão por ter evitado a viagem. O primeiro comentário dele foi: "Valeu, véio, me salvou. Viu que fera meu pai?" Minha resposta: "SEU PAI É UMA DELÍCIA
Prontinho, vou contar mais uma coisa pra vocês. Beijos.
5 comentários - si mi marido supiera