Me chamo Sebastian, tenho 32 anos e atualmente moro na Cidade do México; sou casado com a Ana, ela tem 28 anos, uma linda morena clara de cintura fina mas com um bumbum enorme e quadris lindos, sim, um rabão daqueles que roubam olhares nas ruas. Dá pra definir o bucetão dela com quatro coisas: gordo, grande, de cheiro delicioso e o mais importante, limpo, sem um único pelo. Um rabo que conheço perfeitamente há 7 anos. Um rabo que merece ser lambido por horas até dilatar, que merece ser cheirado depois de uma rotina de exercícios, um rabo que merece ser penetrado com um dedo molhado pra depois babar e arrombar. Um rabo que merece atenção diária. Um rabo que merece ser compartilhado. E é assim que tudo começa. Honestamente, a Ana e eu temos algo em comum, que é a pouca vida sexual que levávamos antes de nos conhecer. Isso nos ajudou a nos descobrir e passar momentos deliciosos como casal. Ela sempre mostrou fidelidade e amor por mim, o que me fazia sentir único. Porque uma mulher assim é difícil de encontrar hoje em dia. Há alguns meses nos mudamos para um apartamento num bairro bom da cidade. Lá conhecemos o Alejandro, um senhor robusto, com uma barriga extremamente grande e muito luxurioso. Ele é o encarregado de dar manutenção a todo o prédio. Desde o primeiro dia que nos mudamos, percebi a maneira tão tarada que ele olhava pra Ana, um pouco acima do normal. Porque na verdade, toda vez que saio com a Ana, tem mais de 5 homens que a despem com o olhar, e eles têm todo o direito, uma mulher como a Ana desperta os desejos mais obscuros de qualquer cavalheiro. Tenho que admitir que no início me incomodava, mas depois do casamento, esse incômodo virou excitação; agora é muito comum eu ficar excitado ao ver alguém cravar o olho naquele bundão. Na verdade, há algumas semanas, saímos para um bar que fica dentro de um shopping muito movimentado. Quando deu 1:30 da manhã, a gente saiu do lugar, éramos quase os últimos e na praça só dava para ver algumas pessoas responsáveis pela limpeza do local. O bar fica no térreo e nosso carro estava estacionado no 2º andar, subimos pelas escadas rolantes. Ana já estava muito bêbada, naquele dia ela usava uma saia cinza bem curta, camisa branca e sapatos pretos com um salto meio alto. Chegando na metade da escada, ela me abraçou e nesse momento pude ver que um grupo de homens da limpeza a observava de baixo, tentando encontrar um ângulo para admirar sua calcinha; segurei sua cintura, virei ela de costas para eles e a apertei levemente para que levantasse a bunda, oferecendo assim o espetáculo tão desejado sem que ela percebesse. Poucos metros antes de chegarmos, desci minhas mãos até a barra da saia, levantei-a um pouco enquanto apertava sua bunda, e a abri um pouco para que aqueles cavalheiros pudessem apreciar uma pequena amostra de seu ânus preso pelo fio dental. O sorriso nos rostos deles foi a última coisa que vi, e a bunda aberta da minha mulher completamente bêbada foi a última coisa que eles viram. Voltando ao assunto, Javier babava toda vez que Ana aparecia perto dele e isso realmente me deixava com tesão. Sem vergonha nenhuma, ele a olhava de cima a baixo e parava o olhar na bunda da Ana, como se esperasse que ela se inclinasse para pedir que ele a possuísse. Passaram-se alguns dias até que, numa terça-feira à noite, deitados na cama, minha cabeça começou a imaginar aquela situação em que Javier comia a Ana. Fiquei muito inquieto e excitado, e então aconteceu: num momento de impulso, disse para a Ana — Princesa, tenho que te contar uma coisa, com certeza vai soar estranho, com certeza vai te ofender, mas não aguento mais. — Ela, assustada, respondeu rapidamente — O que aconteceu? Você está bem? — E sem rodeios eu disse — Quero ver você transar com outro homem, quero que alguém te coma e eu seja um espectador na primeira fila. — O que tem com você? Por que está me dizendo essas coisas? — Naquele momento achei que o melhor era deixar Deixei o assunto de lado e disse que sentia muito, que era só uma brincadeira. Naquela noite, dormimos e ela se afastou de mim. O dia seguinte passou como se nada tivesse acontecido. Quando a noite chegou, Ana sentou-se ao meu lado no sofá e disse que tinha pensado bem sobre tudo, que ela era minha esposa e tinha a obrigação de ouvir meus pedidos. Naquele momento, eu disse: — Ana, não aguento mais, essa fantasia está me matando, quero ver você entregando seu cuzinho para outro.
— Não sei o que pensar, não entendo por que você tem essa ideia, mas se é assim, quero que me diga como você planeja realizar essa fantasia.
— A verdade é que não sei, mas só posso dizer que sei perfeitamente com quem quero ver você, e ele não vai recusar, te garanto.
— De quem você está falando? Quem é? Ele está te influenciando?
— De jeito nenhum, ele não sabe de nada e prefiro que você também não saiba, quero que seja uma surpresa; além disso, se eu te contar, você pode não aceitar.
— Por quê? Preciso saber de quem você está falando, não posso aceitar se você não me contar tudo em detalhes.
— Olha, vamos fazer o seguinte: vou trazê-lo para o nosso apartamento no dia que você quiser, e na hora você decide. Se você topar, quero que faça com ele, de quatro, deixe ele comer seu cuzinho e depois te foder. Se não quiser, paramos por aqui e nunca mais falo nisso.
Ana ficou calada, pensando, dava para ver que estava nervosa, e depois de um tempo respondeu:
— Tudo bem, vamos fazer, mas vou colocar minhas regras: se eu não gostar da pessoa, não farei, mesmo que você implore. Tem que ser alguém limpo. Não vou deixar me meterem sem proteção. E por último, vou tentar, mas em troca você vai realizar uma fantasia para mim.
Com o rosto cheio de felicidade e o pau duro como um taco de beisebol, aceitei. Disse que o sábado seguinte seria o dia e dei instruções precisas sobre como ela deveria se vestir. Depois disso, tivemos uma sessão de sexo sujo e apaixonado, meti nela como se fosse uma puta e arrombei seu cuzinho como nunca, até deixá-la escorrendo porra. No dia seguinte, não parava de pensar no nosso encontro. mas acima de tudo, na maneira como eu diria a Javier que o convidava para finalmente realizar seu sonho: comer o cu da minha mulher e arrebentar ela de tanto meter. Na sexta-feira à noite, chegando do meu trabalho, aconteceu o que eu precisava. Encontrei Javier no estacionamento do prédio, sem ninguém por perto. Cumprimentei ele e pedi que entrasse no meu carro, que precisava conversar. Desconfiado e inseguro, ele aceitou.
- Boa noite, Sebastião, fala aí, pra que eu sirvo?
- Oi, Javier, boa noite, olha, não tenho muito tempo e o que vou te dizer vai soar muito estranho, mas tenho certeza que no final você vai aceitar um pedido que vou te fazer.
- Do que caralhos você tá falando? Não fica de brincadeira.
- Relaxa, olha só.
Peguei meu celular e mostrei uma foto da bunda da Ana, empinada e de calcinha.
- O que você acha, Javier? Gostou? É a bunda da Ana, minha mulher.
Assim que falei "Ana", ele abriu os olhos o máximo que pôs e chegou perto do celular. Ele respondeu quase babando:
- Pô, Sebastião, que raba gostosa ela tem, com todo respeito, tá pedindo pra ser arrebentada de tanto meter, banhada de porra, comer o cu dela e chupar a buceta até ela gozar.
- Eu sei, por isso você tá aqui. Quero te convidar pra transar com ela.
- Não fala merda, Sebastião, é sério? Não acredito nem fodendo, você só tá zoando comigo.
- Tô falando sério, Javier. A Ana já sabe um pouco disso e topou, só falta você. Além do mais, já te vi mil vezes olhando a bunda dela, dá pra ver que você a deseja, com certeza bate uma pensando nela. Então não seja viadinho e me diz que sim, você sabe perfeitamente que quer enfiar o pau nela.
- Vou ser honesto, desde que conheci a Ana, não parei de imaginar essa vadia pelada, ela tem uma bunda maravilhosa e até tirei fotos escondido. Aceito sua proposta, mas o que você quer em troca?
- Só quero que você coma ela com vontade, trate ela como uma puta, e o mais importante, quero estar presente.
- Caralho, maluco, você é bem doente mesmo, mas beleza, essa raba tem que provar meu pau, e caso você não saiba... sabe, eu tenho um puta pedaço de carne enorme, com certeza maior que o seu, e também te garanto que a Ana nunca experimentou um assim. A vadia vai babar quando ver e vai implorar pra eu enfiar. Quando a gente começa?
- Te vejo amanhã às 14h no meu apartamento. Vou te falar a verdade, ela não sabe que é você quem vai comer ela, e possivelmente quando te ver pode não aceitar. Então, assim que chegar, tira a roupa. Quero que ela veja seu pau pra dar vontade nela e ela não consiga recusar.
- Entendido, te vejo amanhã. Boa noite.
Naquela noite, comentei com a Ana que estava tudo pronto e que o encontro seria amanhã. Ela me respondeu com um sorriso forçado e disse que estava bem, que amanhã faria tudo que eu pedisse e que tinha que aproveitar porque seria a única vez que faria isso.
O dia chegou. Sábado, 13:50, e a Ana estava magnífica. Pedi que usasse um vestido preto, com meia arrastão, dava pra ver um bumbum enorme e ainda por cima um par de salto que levantava ainda mais sua bunda.
Deu 14:00 e a campainha tocou. Pedi à Ana que fosse pro nosso quarto e ficasse de quatro, com o cuzinho empinadinho, enquanto eu recebia nosso convidado. Cumprimentei o Javier, que parecia recém-banhado e perfumado, pedi que se despisse e tentasse manter o pênis ereto, o que não foi difícil pra ele.
Entramos no quarto e lá estava ela, empinada como eu havia pedido. O Javier só conseguiu dizer:
- Que rabo gostoso você tem, Anita.
A Ana virou instantaneamente com o rosto cheio de surpresa, não conseguia acreditar no que estava vendo, mas imediatamente seu olhar se fixou no grande pedaço de carne do Javier e ela ficou quieta. Então eu disse:
- Ana, o Javier é nosso convidado especial, você deve tratá-lo como tal. Tem que ser boazinha e obedecer, eu vou ser só espectador.
Ela acenou com a cabeça, dando a entender que estava tudo bem. Embora ainda parecesse muito nervosa, quase a ponto de se recusar a continuar. A Ana continuou empinadinha, nos mostrando o... de costas e nos mostrando aquele rabão enorme, que por causa dos nervos e do calor, começava a ficar brilhante do suor que soltava. Realmente uma cena excitante. As mãos dela na cama um pouco tensas e a boquinha bem aberta. Uma puta de rabão prestes a explodir. Javier tomou a iniciativa —Senta nessa cadeira, Sebastian, aqui quem manda sou eu, você é só um espectador, ok? —Ok —respondi e me sentei na cadeira vendo Ana de perfil e com uma ereção enorme. Javier, naquele momento, tinha o pau mais duro que um cano de metal, enorme e com a cabeça rosada. Acariciou o animalzão e se posicionou atrás de Ana. Ana, então, moveu o quadril para a esquerda, como querendo se afastar e encarando fixamente o pau do Javier. Como se estivesse com medo. Javier com a mão esquerda agarrou a bunda dela e a forçou a voltar à posição inicial, enquanto ela apertava com força os lençóis. Sem avisar, colocou aquele pedaço de carne monstruoso entre as nádegas de Ana, apoiando-o naquele rabo lindo. Ana só conseguiu dizer —Uuuuffff—. Mostrando que, ao sentir aquele rolaço descansando na sua bunda, ela precisava ser comida e sua vontade pelo pau do Javier tinha explodido e era real. Que puta, pensei. Javier sorriu e disse —Esse pau é para você, Ana, inteirinho e só para você, é o tipo de rola que sua bunda merece, um rabo como o seu merece o melhor—. Ana virou e olhou nos olhos dele e, salivando, respondeu —Obrigada, Javier, essa bunda também é sua, trata ela como merece—. Naquele momento, ela levantou ainda mais o bumbum, entregando-se completamente. Eu estava completamente perdido na minha excitação, então me despi e comecei a me masturbar. Javier, com voz séria, perguntou —Anita, tem certeza disso? Lembro que depois de sentir meu membro inteiro, o pauzinho do seu marido não vai nem fazer cócegas—. Ana virou para me olhar e ao mesmo tempo disse —Tenho certeza—. Aproximei uma caixa cheia de camisinhas de todo tipo e pedi para Javier usar uma todo momento. Javier, rindo, perguntou: —Ana, aqui na frente do seu marido, me diga: você acha que essa sua bunda merece sentir essa rola enorme envolta em plástico? Olhando de novo nos meus olhos, ela disse: —Não, Javier. Esse pau tem que me arrebentar sem camisinha, quero sentir ele cru, e quero que ele sinta meus líquidos. Um pau desses não se vê todo dia, quero terminar escorrendo seu porra—. —Já ouviu, Sebastião? Sua vagabunda me quer sem camisinha e com minha porra dentro—. Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Ana era outra pessoa, de uma hora pra outra tinha virado uma puta. Javier tirou o pau da bunda da Ana, arrebentou sua meia calça e puxou sua calcinha fio-dental. Ajoelhou atrás dela e lentamente aproximou o rosto da bundinha minúscula. Deu uma fungada forte com o nariz, bem no ânus da minha esposa. —Que espetáculo, tem um cheiro delicioso, minha vida. Você tem o cu mais gostoso que já vi, tão limpo e lisinho. E, com sua permissão, preciso provar—. Aproximou a língua e deu uma lambida molhada. Ana fechou os olhos e soltou um suspiro. —Já sei que você gostou, Anita. Tudo que vou fazer com você hoje, você vai adorar, vai pirar, vai acabar pedindo mais—. Ele continuou lambendo, babando e chupando a bunda linda da Ana, enquanto ela dizia que estava uma delícia. —Não para, Javier, temos a tarde toda, acaba com meu cu, acaba com ele de lambida, como se fosse seu doce favorito, e mostra pro Sebastião como se come um rabinho—. Javier continuou lambendo a bunda da Ana, de repente descia a língua até a boceta molhada, enfiava os dedos e cheirava seu ânus. —Poderia ficar aqui o dia todo, Anita, seu cu é uma delícia, putinha—. Do nada, Javier se levantou, cuspiu no próprio pau e colocou a cabeça na entrada da boceta da Ana, que naquele momento soltou um gemido baixo e parou a bunda. —Agora enfia, te imploro, me parte ao meio, me faz sua—. Javier começou a enfiar lentamente, centímetro a centímetro, seu pau enorme dentro da Ana. Ela estava paralisada, e a cada centímetro que Javier metia, ela arqueava mais a... de costas, morrendo de prazer. - Aaaah, Javier, você é enorme! - Javier a segurou pela cintura e começou a enfiar devagar. - Que rabão gostoso, sempre sonhei em te ver assim, de quatro, com as nádegas abertas e me entregando, olha Sebastian, olha, quero que você veja ela me dando o rabo, ela está me entregando o cu - Ai, papi, que gostoso, continua assim, ai, ai, ai, ai - ela repetia a cada vez que Javier a enfiava. - Tantas vezes me masturbei pensando em você, e agora você é minha, putinha, você é só minha - Ai, papi, se eu soubesse, teria deixado você me comer desde o primeiro dia, ai, você sim, ai, sabe, aaah, como, ai, me fazer, ai assim, sentir, ai, uma, aaaaaaah, putaaaaa, ai, ai, ai, aaaaaah papi, eu vou gozar - Nesse momento comecei a me masturbar mais rápido até gozar. E Javier enfiava mais forte em Ana até que ela soltou um gemido que nunca tinha ouvido - aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh - o pau do Javier estava banhado nos fluidos da Ana, dava para ouvir o barulho da buceta da Ana cada vez que ele entrava e saía, e a vagina da Ana virou um rio. - O que você fez comigo, Javier? - perguntou Ana com voz baixa. Ela virou para olhá-lo sorrindo e logo em seguida deu uma volta devagar, se posicionou na frente do pau do Javier e começou a chupar, a lamber como se fosse um picolé. Ele a segurou pelo cabelo e puxou direto para o pau, para que ela engasgasse. Ana babava e tossia ao sentir o pau na garganta. Os olhos dela lacrimejavam, mas ela não parava. - Quero esse pau todos os dias - Esse pau é seu, Ana, quando quiser, me avisa e eu levo ele até você - Ana continuou chupando por alguns minutos até que Javier a parou e pediu que ela se posicionasse de quatro novamente. - Agora sim, putinha, vem o melhor, você vai ser minha completamente - Ele aproximou o pau lubrificado pela saliva da Ana até a entrada do ânus dela, e pouco a pouco começou a enfiar o tronco enorme no cu dela. - Aaaaaaaaai, Javier não, você vai arrombar minha bunda, está doendo, aaaaaai, não por favor, para, está doendo, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah - Ela ficou em silêncio e Javier, rindo, respondeu: — Já entrou, cala a boca, puta. Já está até o fundo e seu cu já se acostumou ao meu tamanho. Conta pro seu marido o que você tá sentindo. Tá gostando? Ou quer que eu tire? — Não tira, Sebastian, fala pra ele não tirar. Eu gosto de estar enfiada — Isso que a gente quer ouvir, puta. Agora sim a festa começa — respondi. Javier começou a investir nela com força, de novo e de novo, enquanto repetia que nunca tinha arrombado um cu tão apertado quanto o da Ana. — Se a minha mulher tivesse esse cu, eu dava pau nela três vezes por dia, até transformar ela numa viciada, que me pedisse pra foder ela o tempo todo — Aaah, aaah, Javier, eu quero esse pau o tempo todo, fica a tarde toda aqui e me dá pau — Javier, ela gemeu cada vez mais alto e eu continuei me masturbando, até que… — Ana, se prepara pra receber minha porra, aaaah, aaah, ¡aaaaaaaaah! — E sem dizer mais nada, ele esvaziou toda a porra dentro do cu da Ana, sem deixar escapar uma gota. Ana deixou ele esvaziar tudo. Aos poucos, ele tirou o pau do cu dela, arrastando junto um rastro de sêmen que escorria até a cama. O cu da minha mulher estava completamente arrombado e de dentro escorria o sêmen do Javier. Ana estava acabada, suada, tremendo de prazer e cansada, assim como eu. Me senti tão relaxado que acabei dormindo. Ao acordar, percebi que não tinha ninguém no apartamento. Logo peguei meu celular e liguei pra Ana. Ela nunca atendeu. Eu estava muito preocupado. Liguei pro Javier e, ao atender, ouvi uns gemidos. Eram os gemidos da minha mulher. — Oi, Sebastian, dormiu bem? Espero que sim. Escuta bem o que eu vou te dizer: Ana e eu estamos nos divertindo muito. Quando você dormiu, ela me pediu pra levá-la a um lugar mais íntimo. Ela queria fazer coisas que não tinha coragem de fazer na sua frente. Então viemos pra um apartamento que tenho perto do seu. Ela está bem, você já ouviu. Estou cuidando bem dela, então não se preocupe. Daqui a algumas horas eu te mando ela de volta, bem cheinha de porra, com seu rabinho escorrendo em suor e cansada. - E ele desligou. Naquele momento senti raiva, ciúmes e fúria, pois aquele não era o tratamento que Ana nem Javier mereciam. Entrei numa desesperança tremenda e ao mesmo tempo me sentia muito excitado, não conseguia acreditar no que ouvi. Passaram-se 4 horas, e a noite já havia caído, de repente ouvi passos de salto alto se aproximando da porta do apartamento, um barulho de chaves e era ela, Ana estava chegando. Ela parecia cansada, mal dirigiu a palavra para mim e se trancou no quarto para dormir. Naquele momento recebi uma mensagem de texto, acompanhada de uma foto da Ana, com a boca cheia de porra escorrendo do pau do Javier. A mensagem dizia: Olha Sebastian, ela me deixou vazio, engoliu toda minha porra. Obrigado por me presentear sua mulher, se não cuidar dela, em menos de um mês ela será completamente minha. Novamente me senti irritado e surpreso, pois Ana nunca deixou que eu gozasse dentro da sua boca. Deitei no sofá e vendo aquela foto me masturbei e adormeci. No dia seguinte acordamos, preparei o café da manhã e Ana estava muito tranquila, enquanto tomava seu café ela me disse -Adorei o que aconteceu ontem, agora, quero que esqueça, pois nunca mais vai acontecer e não quero falar mais sobre o assunto- Eu tinha tanto para reclamar mas fiquei calado, a beijei e ela ainda cheirava a sexo, o que me deixou excitado rapidamente, fiz com que ela se levantasse da mesa, a segurei pela cintura, arranquei sua calcinha, a virei e com meu braço fiz com que se apoiasse na mesa, sua bunda suada e suja cheirava mais forte que outras vezes mas igualmente deliciosa, lambi um pouco e logo enfiei meu pau, ela parecia nem se importar nem sentir dor, pois o pau do Javier era maior e meu pau não fazia cócegas nela, então a comi mais forte e rápido, de repente ela começou a gemer baixinho e eu continuei, tentando fazer com que entendesse que eu também podia ser seu macho. A excitação me traiu e em pouco tempo gozei dentro da sua bunda. -Eu sou seu homem, Ana, sou seu marido e você é minha- eu disse. Ela apenas Ela respondeu: "Você é meu marido e eu te amo." Me beijou apaixonadamente, me sentou numa cadeira e se acomodou em cima de mim para continuar transando enquanto eu lambia os peitos dela. Ela se movia gostoso demais, assumiu o controle e em pouco tempo gozou, depois me deu as costas para me encher de sentadas. Meu pau não aguentou muito e eu gozei rapidinho. Assim passamos o dia todo, fazendo sexo e nos beijando.
— Não sei o que pensar, não entendo por que você tem essa ideia, mas se é assim, quero que me diga como você planeja realizar essa fantasia.
— A verdade é que não sei, mas só posso dizer que sei perfeitamente com quem quero ver você, e ele não vai recusar, te garanto.
— De quem você está falando? Quem é? Ele está te influenciando?
— De jeito nenhum, ele não sabe de nada e prefiro que você também não saiba, quero que seja uma surpresa; além disso, se eu te contar, você pode não aceitar.
— Por quê? Preciso saber de quem você está falando, não posso aceitar se você não me contar tudo em detalhes.
— Olha, vamos fazer o seguinte: vou trazê-lo para o nosso apartamento no dia que você quiser, e na hora você decide. Se você topar, quero que faça com ele, de quatro, deixe ele comer seu cuzinho e depois te foder. Se não quiser, paramos por aqui e nunca mais falo nisso.
Ana ficou calada, pensando, dava para ver que estava nervosa, e depois de um tempo respondeu:
— Tudo bem, vamos fazer, mas vou colocar minhas regras: se eu não gostar da pessoa, não farei, mesmo que você implore. Tem que ser alguém limpo. Não vou deixar me meterem sem proteção. E por último, vou tentar, mas em troca você vai realizar uma fantasia para mim.
Com o rosto cheio de felicidade e o pau duro como um taco de beisebol, aceitei. Disse que o sábado seguinte seria o dia e dei instruções precisas sobre como ela deveria se vestir. Depois disso, tivemos uma sessão de sexo sujo e apaixonado, meti nela como se fosse uma puta e arrombei seu cuzinho como nunca, até deixá-la escorrendo porra. No dia seguinte, não parava de pensar no nosso encontro. mas acima de tudo, na maneira como eu diria a Javier que o convidava para finalmente realizar seu sonho: comer o cu da minha mulher e arrebentar ela de tanto meter. Na sexta-feira à noite, chegando do meu trabalho, aconteceu o que eu precisava. Encontrei Javier no estacionamento do prédio, sem ninguém por perto. Cumprimentei ele e pedi que entrasse no meu carro, que precisava conversar. Desconfiado e inseguro, ele aceitou.
- Boa noite, Sebastião, fala aí, pra que eu sirvo?
- Oi, Javier, boa noite, olha, não tenho muito tempo e o que vou te dizer vai soar muito estranho, mas tenho certeza que no final você vai aceitar um pedido que vou te fazer.
- Do que caralhos você tá falando? Não fica de brincadeira.
- Relaxa, olha só.
Peguei meu celular e mostrei uma foto da bunda da Ana, empinada e de calcinha.
- O que você acha, Javier? Gostou? É a bunda da Ana, minha mulher.
Assim que falei "Ana", ele abriu os olhos o máximo que pôs e chegou perto do celular. Ele respondeu quase babando:
- Pô, Sebastião, que raba gostosa ela tem, com todo respeito, tá pedindo pra ser arrebentada de tanto meter, banhada de porra, comer o cu dela e chupar a buceta até ela gozar.
- Eu sei, por isso você tá aqui. Quero te convidar pra transar com ela.
- Não fala merda, Sebastião, é sério? Não acredito nem fodendo, você só tá zoando comigo.
- Tô falando sério, Javier. A Ana já sabe um pouco disso e topou, só falta você. Além do mais, já te vi mil vezes olhando a bunda dela, dá pra ver que você a deseja, com certeza bate uma pensando nela. Então não seja viadinho e me diz que sim, você sabe perfeitamente que quer enfiar o pau nela.
- Vou ser honesto, desde que conheci a Ana, não parei de imaginar essa vadia pelada, ela tem uma bunda maravilhosa e até tirei fotos escondido. Aceito sua proposta, mas o que você quer em troca?
- Só quero que você coma ela com vontade, trate ela como uma puta, e o mais importante, quero estar presente.
- Caralho, maluco, você é bem doente mesmo, mas beleza, essa raba tem que provar meu pau, e caso você não saiba... sabe, eu tenho um puta pedaço de carne enorme, com certeza maior que o seu, e também te garanto que a Ana nunca experimentou um assim. A vadia vai babar quando ver e vai implorar pra eu enfiar. Quando a gente começa?
- Te vejo amanhã às 14h no meu apartamento. Vou te falar a verdade, ela não sabe que é você quem vai comer ela, e possivelmente quando te ver pode não aceitar. Então, assim que chegar, tira a roupa. Quero que ela veja seu pau pra dar vontade nela e ela não consiga recusar.
- Entendido, te vejo amanhã. Boa noite.
Naquela noite, comentei com a Ana que estava tudo pronto e que o encontro seria amanhã. Ela me respondeu com um sorriso forçado e disse que estava bem, que amanhã faria tudo que eu pedisse e que tinha que aproveitar porque seria a única vez que faria isso.
O dia chegou. Sábado, 13:50, e a Ana estava magnífica. Pedi que usasse um vestido preto, com meia arrastão, dava pra ver um bumbum enorme e ainda por cima um par de salto que levantava ainda mais sua bunda.
Deu 14:00 e a campainha tocou. Pedi à Ana que fosse pro nosso quarto e ficasse de quatro, com o cuzinho empinadinho, enquanto eu recebia nosso convidado. Cumprimentei o Javier, que parecia recém-banhado e perfumado, pedi que se despisse e tentasse manter o pênis ereto, o que não foi difícil pra ele.
Entramos no quarto e lá estava ela, empinada como eu havia pedido. O Javier só conseguiu dizer:
- Que rabo gostoso você tem, Anita.
A Ana virou instantaneamente com o rosto cheio de surpresa, não conseguia acreditar no que estava vendo, mas imediatamente seu olhar se fixou no grande pedaço de carne do Javier e ela ficou quieta. Então eu disse:
- Ana, o Javier é nosso convidado especial, você deve tratá-lo como tal. Tem que ser boazinha e obedecer, eu vou ser só espectador.
Ela acenou com a cabeça, dando a entender que estava tudo bem. Embora ainda parecesse muito nervosa, quase a ponto de se recusar a continuar. A Ana continuou empinadinha, nos mostrando o... de costas e nos mostrando aquele rabão enorme, que por causa dos nervos e do calor, começava a ficar brilhante do suor que soltava. Realmente uma cena excitante. As mãos dela na cama um pouco tensas e a boquinha bem aberta. Uma puta de rabão prestes a explodir. Javier tomou a iniciativa —Senta nessa cadeira, Sebastian, aqui quem manda sou eu, você é só um espectador, ok? —Ok —respondi e me sentei na cadeira vendo Ana de perfil e com uma ereção enorme. Javier, naquele momento, tinha o pau mais duro que um cano de metal, enorme e com a cabeça rosada. Acariciou o animalzão e se posicionou atrás de Ana. Ana, então, moveu o quadril para a esquerda, como querendo se afastar e encarando fixamente o pau do Javier. Como se estivesse com medo. Javier com a mão esquerda agarrou a bunda dela e a forçou a voltar à posição inicial, enquanto ela apertava com força os lençóis. Sem avisar, colocou aquele pedaço de carne monstruoso entre as nádegas de Ana, apoiando-o naquele rabo lindo. Ana só conseguiu dizer —Uuuuffff—. Mostrando que, ao sentir aquele rolaço descansando na sua bunda, ela precisava ser comida e sua vontade pelo pau do Javier tinha explodido e era real. Que puta, pensei. Javier sorriu e disse —Esse pau é para você, Ana, inteirinho e só para você, é o tipo de rola que sua bunda merece, um rabo como o seu merece o melhor—. Ana virou e olhou nos olhos dele e, salivando, respondeu —Obrigada, Javier, essa bunda também é sua, trata ela como merece—. Naquele momento, ela levantou ainda mais o bumbum, entregando-se completamente. Eu estava completamente perdido na minha excitação, então me despi e comecei a me masturbar. Javier, com voz séria, perguntou —Anita, tem certeza disso? Lembro que depois de sentir meu membro inteiro, o pauzinho do seu marido não vai nem fazer cócegas—. Ana virou para me olhar e ao mesmo tempo disse —Tenho certeza—. Aproximei uma caixa cheia de camisinhas de todo tipo e pedi para Javier usar uma todo momento. Javier, rindo, perguntou: —Ana, aqui na frente do seu marido, me diga: você acha que essa sua bunda merece sentir essa rola enorme envolta em plástico? Olhando de novo nos meus olhos, ela disse: —Não, Javier. Esse pau tem que me arrebentar sem camisinha, quero sentir ele cru, e quero que ele sinta meus líquidos. Um pau desses não se vê todo dia, quero terminar escorrendo seu porra—. —Já ouviu, Sebastião? Sua vagabunda me quer sem camisinha e com minha porra dentro—. Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Ana era outra pessoa, de uma hora pra outra tinha virado uma puta. Javier tirou o pau da bunda da Ana, arrebentou sua meia calça e puxou sua calcinha fio-dental. Ajoelhou atrás dela e lentamente aproximou o rosto da bundinha minúscula. Deu uma fungada forte com o nariz, bem no ânus da minha esposa. —Que espetáculo, tem um cheiro delicioso, minha vida. Você tem o cu mais gostoso que já vi, tão limpo e lisinho. E, com sua permissão, preciso provar—. Aproximou a língua e deu uma lambida molhada. Ana fechou os olhos e soltou um suspiro. —Já sei que você gostou, Anita. Tudo que vou fazer com você hoje, você vai adorar, vai pirar, vai acabar pedindo mais—. Ele continuou lambendo, babando e chupando a bunda linda da Ana, enquanto ela dizia que estava uma delícia. —Não para, Javier, temos a tarde toda, acaba com meu cu, acaba com ele de lambida, como se fosse seu doce favorito, e mostra pro Sebastião como se come um rabinho—. Javier continuou lambendo a bunda da Ana, de repente descia a língua até a boceta molhada, enfiava os dedos e cheirava seu ânus. —Poderia ficar aqui o dia todo, Anita, seu cu é uma delícia, putinha—. Do nada, Javier se levantou, cuspiu no próprio pau e colocou a cabeça na entrada da boceta da Ana, que naquele momento soltou um gemido baixo e parou a bunda. —Agora enfia, te imploro, me parte ao meio, me faz sua—. Javier começou a enfiar lentamente, centímetro a centímetro, seu pau enorme dentro da Ana. Ela estava paralisada, e a cada centímetro que Javier metia, ela arqueava mais a... de costas, morrendo de prazer. - Aaaah, Javier, você é enorme! - Javier a segurou pela cintura e começou a enfiar devagar. - Que rabão gostoso, sempre sonhei em te ver assim, de quatro, com as nádegas abertas e me entregando, olha Sebastian, olha, quero que você veja ela me dando o rabo, ela está me entregando o cu - Ai, papi, que gostoso, continua assim, ai, ai, ai, ai - ela repetia a cada vez que Javier a enfiava. - Tantas vezes me masturbei pensando em você, e agora você é minha, putinha, você é só minha - Ai, papi, se eu soubesse, teria deixado você me comer desde o primeiro dia, ai, você sim, ai, sabe, aaah, como, ai, me fazer, ai assim, sentir, ai, uma, aaaaaaah, putaaaaa, ai, ai, ai, aaaaaah papi, eu vou gozar - Nesse momento comecei a me masturbar mais rápido até gozar. E Javier enfiava mais forte em Ana até que ela soltou um gemido que nunca tinha ouvido - aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh - o pau do Javier estava banhado nos fluidos da Ana, dava para ouvir o barulho da buceta da Ana cada vez que ele entrava e saía, e a vagina da Ana virou um rio. - O que você fez comigo, Javier? - perguntou Ana com voz baixa. Ela virou para olhá-lo sorrindo e logo em seguida deu uma volta devagar, se posicionou na frente do pau do Javier e começou a chupar, a lamber como se fosse um picolé. Ele a segurou pelo cabelo e puxou direto para o pau, para que ela engasgasse. Ana babava e tossia ao sentir o pau na garganta. Os olhos dela lacrimejavam, mas ela não parava. - Quero esse pau todos os dias - Esse pau é seu, Ana, quando quiser, me avisa e eu levo ele até você - Ana continuou chupando por alguns minutos até que Javier a parou e pediu que ela se posicionasse de quatro novamente. - Agora sim, putinha, vem o melhor, você vai ser minha completamente - Ele aproximou o pau lubrificado pela saliva da Ana até a entrada do ânus dela, e pouco a pouco começou a enfiar o tronco enorme no cu dela. - Aaaaaaaaai, Javier não, você vai arrombar minha bunda, está doendo, aaaaaai, não por favor, para, está doendo, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah - Ela ficou em silêncio e Javier, rindo, respondeu: — Já entrou, cala a boca, puta. Já está até o fundo e seu cu já se acostumou ao meu tamanho. Conta pro seu marido o que você tá sentindo. Tá gostando? Ou quer que eu tire? — Não tira, Sebastian, fala pra ele não tirar. Eu gosto de estar enfiada — Isso que a gente quer ouvir, puta. Agora sim a festa começa — respondi. Javier começou a investir nela com força, de novo e de novo, enquanto repetia que nunca tinha arrombado um cu tão apertado quanto o da Ana. — Se a minha mulher tivesse esse cu, eu dava pau nela três vezes por dia, até transformar ela numa viciada, que me pedisse pra foder ela o tempo todo — Aaah, aaah, Javier, eu quero esse pau o tempo todo, fica a tarde toda aqui e me dá pau — Javier, ela gemeu cada vez mais alto e eu continuei me masturbando, até que… — Ana, se prepara pra receber minha porra, aaaah, aaah, ¡aaaaaaaaah! — E sem dizer mais nada, ele esvaziou toda a porra dentro do cu da Ana, sem deixar escapar uma gota. Ana deixou ele esvaziar tudo. Aos poucos, ele tirou o pau do cu dela, arrastando junto um rastro de sêmen que escorria até a cama. O cu da minha mulher estava completamente arrombado e de dentro escorria o sêmen do Javier. Ana estava acabada, suada, tremendo de prazer e cansada, assim como eu. Me senti tão relaxado que acabei dormindo. Ao acordar, percebi que não tinha ninguém no apartamento. Logo peguei meu celular e liguei pra Ana. Ela nunca atendeu. Eu estava muito preocupado. Liguei pro Javier e, ao atender, ouvi uns gemidos. Eram os gemidos da minha mulher. — Oi, Sebastian, dormiu bem? Espero que sim. Escuta bem o que eu vou te dizer: Ana e eu estamos nos divertindo muito. Quando você dormiu, ela me pediu pra levá-la a um lugar mais íntimo. Ela queria fazer coisas que não tinha coragem de fazer na sua frente. Então viemos pra um apartamento que tenho perto do seu. Ela está bem, você já ouviu. Estou cuidando bem dela, então não se preocupe. Daqui a algumas horas eu te mando ela de volta, bem cheinha de porra, com seu rabinho escorrendo em suor e cansada. - E ele desligou. Naquele momento senti raiva, ciúmes e fúria, pois aquele não era o tratamento que Ana nem Javier mereciam. Entrei numa desesperança tremenda e ao mesmo tempo me sentia muito excitado, não conseguia acreditar no que ouvi. Passaram-se 4 horas, e a noite já havia caído, de repente ouvi passos de salto alto se aproximando da porta do apartamento, um barulho de chaves e era ela, Ana estava chegando. Ela parecia cansada, mal dirigiu a palavra para mim e se trancou no quarto para dormir. Naquele momento recebi uma mensagem de texto, acompanhada de uma foto da Ana, com a boca cheia de porra escorrendo do pau do Javier. A mensagem dizia: Olha Sebastian, ela me deixou vazio, engoliu toda minha porra. Obrigado por me presentear sua mulher, se não cuidar dela, em menos de um mês ela será completamente minha. Novamente me senti irritado e surpreso, pois Ana nunca deixou que eu gozasse dentro da sua boca. Deitei no sofá e vendo aquela foto me masturbei e adormeci. No dia seguinte acordamos, preparei o café da manhã e Ana estava muito tranquila, enquanto tomava seu café ela me disse -Adorei o que aconteceu ontem, agora, quero que esqueça, pois nunca mais vai acontecer e não quero falar mais sobre o assunto- Eu tinha tanto para reclamar mas fiquei calado, a beijei e ela ainda cheirava a sexo, o que me deixou excitado rapidamente, fiz com que ela se levantasse da mesa, a segurei pela cintura, arranquei sua calcinha, a virei e com meu braço fiz com que se apoiasse na mesa, sua bunda suada e suja cheirava mais forte que outras vezes mas igualmente deliciosa, lambi um pouco e logo enfiei meu pau, ela parecia nem se importar nem sentir dor, pois o pau do Javier era maior e meu pau não fazia cócegas nela, então a comi mais forte e rápido, de repente ela começou a gemer baixinho e eu continuei, tentando fazer com que entendesse que eu também podia ser seu macho. A excitação me traiu e em pouco tempo gozei dentro da sua bunda. -Eu sou seu homem, Ana, sou seu marido e você é minha- eu disse. Ela apenas Ela respondeu: "Você é meu marido e eu te amo." Me beijou apaixonadamente, me sentou numa cadeira e se acomodou em cima de mim para continuar transando enquanto eu lambia os peitos dela. Ela se movia gostoso demais, assumiu o controle e em pouco tempo gozou, depois me deu as costas para me encher de sentadas. Meu pau não aguentou muito e eu gozei rapidinho. Assim passamos o dia todo, fazendo sexo e nos beijando.
2 comentários - Regale mi esposa para que la cogieran y termino encantada