Presenteei minha esposa pra ser comida e ela adorou

Me chamo Sebastián, tenho 32 anos e atualmente moro na Cidade do México; sou casado com Ana, ela tem 28 anos, é uma morena clara linda, de cintura fina, mas com uma bunda enorme e quadris maravilhosos, sim, uma bunda enorme, daquelas que roubam olhares nas ruas. Dá pra definir a bunda dela com quatro coisas: gorda, grande, com um cheiro delicioso e, o mais importante, limpa, sem um único pelo. Uma bunda que conheço perfeitamente há 7 anos. Uma bunda que merece ser lambida por horas até relaxar, que merece ser cheirada depois de um treino, uma bunda que merece ser penetrada com um dedo molhado pra depois babar nela e arrebentar. Uma bunda que merece atenção diária. Uma bunda que merece ser compartilhada. E é assim que tudo começa. Sinceramente, Ana e eu temos algo em comum: a pouca vida sexual que tínhamos antes de nos conhecermos. Isso nos ajudou a nos descobrir e a passar momentos deliciosos como casal. Ela sempre foi fiel e me amou, o que me fazia sentir único. Porque uma mulher assim é difícil de encontrar hoje em dia. Há alguns meses, nos mudamos para um apartamento num bairro bom da cidade. Lá conhecemos Alejandro, um senhor robusto, com uma barriga enorme e muito tarado. Ele é o responsável pela manutenção do prédio inteiro. Desde o primeiro dia da mudança, percebi o jeito safado como ele olhava pra Ana, um pouco além do normal. Porque, na real, toda vez que saio com Ana, tem mais de 5 homens que a despem com os olhos, e eles têm todo o direito — uma mulher como Ana desperta os desejos mais obscuros de qualquer cavalheiro. Tenho que admitir que no começo isso me incomodava, mas depois do casamento, esse incômodo virou tesão; agora é comum eu ficar excitado ao ver alguém cravar o olhar naquela raba. Na verdade, umas semanas atrás, fomos a um bar que fica dentro de um shopping bem movimentado. Umas 1h30 da manhã, fomos embora, éramos quase os últimos e na praça só dava pra ver alguns funcionários da limpeza. O bar fica no térreo e nosso carro tava estacionado no segundo andar, subimos pela escada rolante, a Ana já tava bem bêbada, naquele dia ela tava usando uma saia cinza bem curta, camisa branca e sapatos pretos com um salto meio alto. Quando chegamos no meio da escada, ela me abraçou e naquele momento eu vi um grupo de homens da limpeza olhando pra ela de baixo, tentando achar um jeito de ver a calcinha dela; peguei ela pela cintura, virei ela de costas pra eles e apertei de leve pra ela levantar a bunda e assim dar pra eles o espetáculo que tanto queriam sem ela perceber, faltando poucos metros pra chegar, desci minhas mãos até a barra da saia dela, levantei um pouco enquanto apertava a bunda dela, e abri um pouco pra aqueles cavalheiros poderem ver uma amostrinha do cu dela preso pelo fio de uma tanga. O sorriso na cara deles foi a última coisa que vi, e a bunda aberta da minha mulher completamente bêbada foi a última coisa que eles viram. Voltando ao assunto, o Javier babava toda vez que a Ana aparecia perto dele e isso me deixava com muito tesão. Sem vergonha, ele olhava ela de cima a baixo e parava o olhar na raba da Ana, como se esperasse ela se inclinar pra pedir que ele fizesse ela dele. Passaram alguns dias até que numa terça à noite, deitados na cama, minha cabeça começou a imaginar aquela situação em que o Javier comia a Ana. Fiquei muito inquieto e com tesão, e aí aconteceu, num impulso, falei pra Ana -Princesa, tenho que te contar uma coisa, sei que vai parecer estranho, sei que vai te ofender mas não aguento mais- Ela assustada, respondeu na hora -O que que tem? Você tá bem?- E sem rodeios eu falei -Quero te ver dando pra outro homem, quero que outro cara te coma e eu seja um espectador na primeira fila- -O que que há com você? Por que você tá falando essas coisas?- Naquele momento achei que o melhor era deixar O assunto ficou em paz e eu disse a ela que sentia muito, que era uma brincadeira. Naquela noite a gente dormiu e ela se afastou de mim. No dia seguinte, tudo seguiu como se nada tivesse acontecido. Quando a noite chegou, Ana sentou do meu lado no sofá e disse que tinha pensado bem em tudo, que ela era minha esposa e que tinha a obrigação de ouvir meus pedidos. Naquele momento eu falei: "Ana, não aguento mais, essa fantasia tá me matando, quero ver você dar o cu pra outro cara." "Não sei o que pensar, não sei por que você tem essa ideia, mas se é assim, quero que me diga como pretende realizar essa fantasia." "A verdade é que não sei, mas só posso te dizer que sei exatamente com quem quero te ver e ele não vai recusar, pode ter certeza." "De quem você tá falando? Quem é? Ele tá te influenciando?" "De jeito nenhum, ele não sabe de nada e prefiro que você não saiba, quero que seja uma surpresa; além disso, se eu te contar, você provavelmente não vai aceitar." "Por quê? Preciso saber de quem você tá falando, não posso aceitar se você não me contar tudo nos detalhes." "Olha, vamos fazer o seguinte: vou trazer ele pro nosso apartamento no dia que você quiser, aí você decide. Se você topar, quero que faça com ele de quatro, que deixe ele comer seu cu e depois te foder. Se não, a gente para com isso e nunca mais vou mencionar." Ana ficou em silêncio, pensando, dava pra ver que tava nervosa, e depois de um tempo respondeu: "Tá bom, vamos fazer, mas vou colocar minhas regras: se a pessoa não me agradar, não vou fazer nem que você implore. Tem que ser alguém limpo. Não vou deixar meter sem proteção. E por último, vou tentar, mas em troca você vai realizar uma fantasia pra mim." Com o rosto cheio de felicidade e o pau duro como um taco de beisebol, aceitei. Falei que o sábado seguinte seria o dia e dei instruções precisas de como ela devia se vestir. Depois disso, a gente teve uma sessão de sexo sujo e apaixonado, meti nela como se fosse uma puta e furou o cu dela como nunca, até deixar ela escorrendo de porra. No dia seguinte, não parava de pensar no nosso encontro. mas principalmente, na maneira como eu diria pro Javier que tava convidando ele pra finalmente realizar o sonho dele: comer a buceta da minha mulher e arrebentar ela de tanto foder. Sexta à noite, chegando do trampo, aconteceu o que eu precisava. Encontrei o Javier no estacionamento do prédio, sem ninguém por perto. Comprimentei ele e pedi pra subir no meu carro, que precisava falar com ele. Meio desconfiado e inseguro, ele topou. -Boa noite, Sebastian, me diz, pra que que eu sirvo? -Fala, Javier, boa noite, olha, não tenho muito tempo e o que vou te falar vai soar bem estranho, mas tenho certeza que no final você vai topar um pedido que vou te fazer- -Que porra é essa que cê tá falando? não vem com graça não- -Relaxa, olha- Peguei meu celular e mostrei uma foto da bunda da Ana, de quatro e de calcinha. -O que cê acha, Javier? cê gostou? É a bunda da Ana, minha mulher- Assim que eu falei Ana, ele arregalou os olhos o máximo que pôde e chegou perto do celular. Ele respondeu quase babando -Caralho, Sebastian, que bucetão gostoso, com todo respeito, é de foder até acabar, gozar tudo, chupar o cuzinho e lamber a buceta até ela gozar- -Pois é, por isso que cê tá aqui, quero te convidar pra comer ela- -Não fala merda, Sebastian, é sério? Não acredito em porra nenhuma, cê só tá de sacanagem comigo- -Tô falando sério, Javier, a Ana já sabe de algo assim e topou, só falta você, além disso já te vi um monte de vezes olhando a bunda dela, dá pra ver que cê tem vontade, aposto que bate uma pensando nela, então não fica de frescura e fala que sim, cê sabe muito bem que quer enfiar a pica- -Vou ser sincero, desde que conheço a Ana, não paro de imaginar ela pelada, a desgraçada tem uma bunda maravilhosa e até tirei umas fotos escondido. Aceito sua proposta, mas o que cê quer em troca?- -Só quero que cê coma ela com tudo, trata ela como uma puta, e o mais importante, quero estar presente- -Não fode, maluco, cê é bem doente da cabeça, mas então tá, essa bunda vai ter que provar minha pica, e se por acaso não Sabe, eu tenho um pedaço de carne enorme pra caralho, com certeza maior que o seu, e te garanto que a Ana nunca provou um igual. A putinha vai babar quando ver e vai implorar pra eu meter. Quando a gente começa?
— Te vejo amanhã às 2 da tarde no meu apê. Vou ser sincero, ela não sabe que é você quem vai comer ela, e talvez quando te veja, ela não aceite. Então, assim que chegar, tira a roupa. Quero que ela veja a pica pra ficar com vontade e não conseguir recusar.
— Entendido. Te vejo amanhã. Boa noite.

Naquela noite, falei pra Ana que já estava tudo pronto e que o encontro seria no dia seguinte. Ela respondeu com um sorriso falso e disse que estava bem, que no dia seguinte faria tudo que eu pedisse e que tinha que aproveitar porque seria a única vez que faria aquilo.

O dia chegou. Sábado, 1h50 da tarde, e a Ana tava magnífica. Pedi pra ela usar um vestido preto, com uma meia-calça de rede. O rabo dela tava enorme, e ainda por cima um salto que levantava a bunda dela. Bateu 2h da tarde e a campainha tocou. Pedi pra Ana ir pro nosso quarto e ficar de quatro, com a bundinha empinada, enquanto eu recebia nosso convidado.

Cumprimentei o Javier, que parecia ter acabado de se lavar e tava cheiroso de colônia. Pedi pra ele tirar a roupa e tentar manter o pau duro, o que não foi difícil pra ele. Entramos no quarto e lá estava ela, empinada como eu tinha pedido. O Javier só conseguiu dizer:
— Que bundinha gostosa, Anita.

A Ana virou na hora com a cara cheia de surpresa. Não acreditava no que tava vendo, mas o olhar dela foi direto pro pedaço de carne enorme do Javier e ela ficou calada. Então eu falei:
— Ana, o Javier é nosso convidado especial. Você tem que tratar ele como tal. Tem que ser boazinha e obedecer ele. Eu vou só observar.

Ela concordou com a cabeça, dando a entender que tava tudo bem. Mas ainda tava muito nervosa, quase a ponto de recusar continuar. A Ana continuava de quatro, mostrando tudo pra gente. de costas e mostrando pra gente aquela bunda tremenda, que por causa do nervosismo e do calor, já começava a brilhar de suor. Uma cena realmente excitante. As mãos dela na cama meio tensas e a boquinha bem aberta. Uma puta de bunda grande prestes a explodir. Javier tomou a iniciativa —Senta nessa cadeira, Sebastian, aqui quem manda sou eu, você é só um voyeur, ok?— —Ok— respondi e sentei na cadeira vendo Ana de perfil, com uma ereção violenta. Javier, naquele momento, tava com o pau mais duro que um cano de metal, enorme, e com a ponta rosada. Ele acariciou a fera enorme e se posicionou atrás de Ana. Ana, na hora, mexeu o quadril pra esquerda, como quem quer se afastar, olhando fixo pro pau de Javier. Como se tivesse medo. Javier com a mão esquerda pegou ela pela bunda e forçou ela a voltar pra posição inicial, enquanto ela apertava os lençóis com força. Sem avisar, ele colocou aquele pedaço de carne monstruoso entre as nádegas de Ana, encostando naquele rabo lindo. Ana só conseguiu soltar um —uuuuffff— mostrando que ao sentir aquela pica descansando no cu dela, ela precisava ser comida e a vontade dela pela vara de Javier tinha explodido de verdade. Que puta, pensei. Javier sorriu e disse —Essa pica é sua, Ana, inteirinha e só sua, é o tipo de pau que sua bunda merece, uma bunda como a sua merece o melhor— Ana virou pra olhar nos olhos dele, e babando respondeu —Valeu, Javier, essa bunda também é sua, trata ela como ela merece— Na hora, ela arrebitou mais a bunda, se entregando de vez. Eu tava completamente perdido na minha excitação, então me despi e comecei a bater uma. Javier com voz séria perguntou —Anita, tem certeza disso? Lembra que depois de sentir meu membro inteiro, a pica do seu marido não vai fazer nem cócega— Ana virou pra me olhar e ao mesmo tempo disse —Tenho certeza— Eu trouxe uma caixa cheia de camisinhas de todo tipo, e pedi pro Javier usar uma todo momento. Javier, rindo, perguntou: —Ana, aqui na frente do seu marido, me diz: você acha que sua buceta merece sentir essa pica gigante enrolada no plástico? Olhando nos meus olhos de novo, ela disse: —Não, Javier, essa rola tem que me arrebentar sem camisinha, quero sentir ela crua, e quero que sinta meus sucos, uma pica assim não se vê todo dia, quero terminar escorrendo seu leite. —Já ouviu, Sebastião? Sua puta me quer sem camisinha e com meu gozo dentro. Eu não acreditava no que tava ouvindo, a Ana era outra pessoa, do nada tinha virado uma puta. Javier tirou a pica das nádegas da Ana, estalou as meias de rede e abaixou a calcinha fio dental, se ajoelhou atrás dela e lentamente aproximou o rosto da bunda pequena. Deu uma fungada forte com o nariz, bem no cu da minha esposa. —Que espetáculo, tem um cheiro delicioso, meu amor, seu cu é o mais gostoso que já vi, tão limpinho e liso; e com sua permissão, preciso provar. —Passou a língua e deu uma lambida molhada. Ana fechou os olhos e soltou um suspiro. —Já sei que você gostou, Anita, tudo que vou fazer com você hoje vai te deixar louca, você vai acabar pedindo mais. —Ele continuou lambendo, babando e chupando a bunda linda da Ana, enquanto ela dizia que era uma delícia. —Não para, Javier, temos a tarde toda, acaba com meu cu, lambe ele todinho, como se fosse seu doce favorito, e mostra pro Sebastião como se come cuzinho. —Javier continuava lambendo a raba da Ana, de repente descia a língua até a buceta molhada, enfiava os dedos e cheirava o cu dela. —Podia ficar aqui o dia todo, Anita, seu cu é uma delícia, puta. —Do nada, Javier se levantou, cuspiu na própria pica e colocou a cabeça na entrada da buceta da Ana, que na hora soltou um gemido leve e parou a bunda. —Mete logo, te imploro, me parte no meio, me faz sua. —Javier começou a enfiar devagar, centímetro por centímetro, a pica enorme dentro da Ana, ela tava paralisada, e cada centímetro que Javier metia, ela arqueava mais a bunda. costas, morrendo de prazer. -Aaaah Javier, você é enorme!- Javier segurou ela pela cintura e começou a meter devagar. -Porra, que rabão gostoso, sempre sonhei em te ver assim, de quatro, com a buceta aberta e se entregando, olha Sebastian, vê ela, quero que veja ela me dando a raba, tá me entregando o cu- -Ai papai, que gostoso, continua assim, ai, ai, ai, ai,- ela repetia cada vez que Javier metia. -Tantas vezes me masturbei pensando em você, e agora você é minha, putinha, é minha só minha- -Ai papai, se eu soubesse, teria deixado você me comer desde o primeiro dia, ai, você sabe, aaah, como, ai, me fazer, ai assim, sentir, ai, uma, aaaaaaah, putaaaaa, ai, ai, ai, aaaaaah papai eu gozei- Naquele momento comecei a me masturbar mais rápido até gozar. E Javier metia mais forte em Ana até que ela soltou um gemido que eu nunca tinha ouvido -aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh- a pica de Javier estava banhada nos fluidos de Ana, dava pra ouvir o melado dela cada vez que ele metia e tirava, e a buceta de Ana virou um rio. -O que você fez comigo, Javier?- perguntou Ana com voz baixa. Ela virou pra ele sorrindo e em seguida girou devagar, ficou de frente pra pica de Javier e começou a chupar, a lamber como se fosse um pirulito. Ele puxou ela pelo cabelo e enfiou direto na pica, pra ela engasgar. Ana babava e tossia sentindo a pica na garganta. Os olhos lacrimejavam mas ela não parava. -Quero essa pica todo dia- -Essa pica é sua, Ana, quando quiser, é só avisar que eu levo ela onde você estiver- Ana continuou chupando por uns minutos até Javier parar ela e pedir pra ela ficar de quatro de novo. -Agora sim, putinha, vem coisa boa, você vai ser minha por completo- Ele aproximou a pica lubrificada pela saliva de Ana até a entrada do cu dela, e aos poucos começou a enfiar o tronco enorme no rabo dela. -Aaaaaaaaai, Javier não, você vai rasgar minha bunda, dói, aaaaaai, não por favor, para, que tá doendo, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah- Ela Ficou em silêncio e Javier, rindo, respondeu: —Já entrou tudo, agora cala a boca, sua puta, já tá com ele até o fundo e seu cu já se acostumou com meu tamanho. Fala pro seu marido o que você sente: você gosta? Ou tiro? —Não tira, Sebastian, fala pra ele não tirar, eu gosto de estar empalada. —É isso que a gente quer ouvir, sua puta, agora sim a festa começa— respondi. Javier começou a meter com força, uma porrada de vezes, enquanto repetia que nunca tinha arrombado um cu tão apertado quanto o da Ana. —Se minha mulher tivesse esse cu, eu dava pica 3 vezes por dia, até viciar ela, fazer ela me pedir pra comer ela toda hora. —Aaah, aaah, Javier, eu quero essa pica toda hora, fica aqui a tarde inteira e me dá pica— Javier gemia cada vez mais alto e eu continuava me masturbando, até que... —Ana, se prepara pra receber meu leite, aaaah, aaaah, aaaaaaaah!— E sem dizer mais nada, esvaziou todo o leite dentro do cu da Ana, sem deixar escapar uma gota, a Ana deixou ele vazio. Aos poucos, ele tirou a pica do cu dela, arrastando junto um rastro de porra que escorria até a cama. O cu da minha mulher tava completamente arrombado e de dentro dele escorria o leite do Javier. A Ana tava moída, suada, tremendo de tanto prazer e cansada, assim como eu. Me senti tão relaxado que acabei dormindo. Quando acordei, percebi que não tinha ninguém no apartamento. Peguei meu celular na hora e liguei pra Ana, ela nunca atendeu, eu tava muito preocupado. Liguei pro Javier e quando ele atendeu, ouvi uns gemidos, eram os gemidos da minha mulher. —Oi Sebastian, como você dormiu? Espero que bem. Escuta bem o que vou te falar: a Ana e eu estamos nos divertindo pra caralho. Quando você dormiu, ela me pediu pra levar ela pra um lugar mais íntimo, queria fazer umas coisas que não tinha coragem de fazer na sua frente. Então viemos pra um apartamento que tenho perto do seu. Ela tá bem, você já ouviu ela, tô cuidando direitinho dela, então não se preocupa. Daqui a umas horas eu mando ela de volta, cheia de leite, com a bundinha dela toda arrombada. escorrendo em suor e cansada. - E me desligou na cara. Naquele momento senti raiva, ciúmes e fúria, porque aquele não era o tratamento que se dava à Ana nem ao Javier. Entrei em um desespero tremendo e ao mesmo tempo me sentia muito excitado, não conseguia acreditar no que ouvi. Passaram-se 4 horas, e a noite já tinha caído, de repente ouvi uns passos de salto alto se aproximando da porta do apartamento, um barulho de chaves e era ela, Ana estava chegando. Ela parecia cansada, mal falou comigo e se trancou no quarto para dormir. Naquele momento recebi uma mensagem de texto, acompanhada de uma foto da Ana, com a boca cheia de porra que saía da pica do Javier. A mensagem dizia: Olha Sebastian, me deixou vazio, ela comeu toda a minha gozada. Obrigado por me dar a sua mulher, se você não cuidar dela, em menos de um mês ela será minha por completo. Novamente me senti com raiva e surpreso, pois Ana nunca deixou eu gozar dentro da boca dela. Me deitei no sofá e vendo aquela foto me masturbei e acabei dormindo. No dia seguinte acordamos, preparei o café da manhã e Ana estava muito tranquila, enquanto tomava o café dela me disse - O de ontem foi incrível, agora, quero que você esqueça, porque nunca mais vai se repetir e não quero falar mais sobre o assunto - Eu tinha tanta coisa pra reclamar mas fiquei calado, beijei ela e ela ainda cheirava a trepada, o que me deixou com tesão rapidamente, fiz ela levantar da mesa, peguei ela pela cintura, arranquei a calcinha dela, virei ela e com meu braço fiz ela se apoiar na mesa, a bunda suja e suada dela cheirava mais forte que outras vezes mas igualmente deliciosa, lambi um pouco e em seguida enfiei minha pica, ela parecia não se importar nem sentir dor, porque a pica do Javier era maior e meu pau não fazia nem cócegas nela, então eu comi ela com mais força e rapidez, de repente ela começou a gemer baixinho e eu continuei, tentando mostrar pra ela que eu também podia ser o macho dela. A excitação me traiu e em pouco tempo gozei dentro do cu dela. - Eu sou seu homem, Ana, sou seu marido e você é minha - falei pra ela. Ela só Respondeu: "Você é meu marido e eu te amo." Me beijou apaixonadamente, me sentou numa cadeira e ela se acomodou em cima de mim pra continuar trepando enquanto eu lambia os peitos dela. Ela se mexia deliciosamente, tomou o controle e em pouco tempo gozou. Depois virou de costas pra mim e começou a me dar sentões. Meu pau não aguentou muito e acabei gozando rapidinho. Assim passamos o dia inteiro, transando e nos beijando.

2 comentários - Presenteei minha esposa pra ser comida e ela adorou

uffffffff como termine exitado esa mujer si que disfruto bastante y quien sabe despues quiera repetir otra vez
Saco el lado perverso de la morra, salió putita.