Tia Victoria - 3. Despertar de paixões

O final das férias foi bem tranquilo, não tivemos mais encontros, mas minha tia me mandou um zap com quase um testamento:

“Bruno, tudo que rolou nas férias não foi normal, as coisas não deviam ter acontecido assim. Sou sua tia e você meu sobrinho, meu único sobrinho. Além disso, sou casada com o irmão da sua mãe. Quero que entenda que a gente se deixou levar pelo álcool e, em parte, pela minha vontade de me vingar do seu tio. Lamento ter te envolvido nisso tudo... Mas não me arrependo de nada. Fazia muito tempo que não sentia tanta paixão vinda de alguém. Naqueles momentos, esqueço que você é meu sobrinho, esqueço do seu tio e de tudo. Gostaria de saber o que você sente, o que sentiu com tudo que aconteceu. Espero que a gente possa tomar um café e conversar. Beijos.”

O café foi um sincericídio. Confessei que senti coisas muito fortes e que não conseguia me controlar. A gente concordava que era muito difícil se segurar quando o tesão tomava conta e tudo era pura paixão. Não tava falando com minha tia, tava falando com uma mulher, uma mulher casada que era totalmente ignorada pelo marido, que depois que minha prima saiu de casa pra morar sozinha, o casamento começou a desmoronar. A gente combinou que não podia deixar aquilo rolar de novo, não era certo apesar do que sentíamos... 5 minutos depois, a gente tava no banheiro masculino se beijando. Eu não conseguia parar de percorrer o corpo dela com as mãos enquanto sentia o calor da língua dela. Ela mordia meu lábio e eu apertava a bunda dela, os peitos. Ela tava de saia, acariciei a perna dela e comecei a subir. Esperava que ela dissesse não, que afastasse minha mão. Nada disso aconteceu. Ela deixou eu chegar até a buceta dela, acariciei por cima da calcinha. A gente continuava se beijando, ela com as mãos abaixou minha calça e minha cueca, começou a acariciar minha pica. Eu puxei a calcinha dela e pude sentir a buceta dela toda molhada, enfiei um dedo de leve. Ela já tava com minha pica dura nas mãos, aproximou ela debaixo da saia. passava por cima da roupa, até que senti a pele dela, tava super quente, sentia a buceta molhada, a cabeça do meu pau tava nos lábios dela, começou a esfregar cada vez mais, suspirava e mordia os lábios. Abriu os olhos e eu me afastei.
— Aqui não, agora não.

Já tínhamos transado uma vez no escuro, não tinha conseguido ver a cara de prazer que ela fazia, dessa vez eu vi, mesmo não tendo rolado nada, o "agora não" ficava martelando na minha cabeça, naquele momento não, significava que depois sim, quando? Onde? Dois dias depois ela ligou pra minha casa e falou com minha mãe, conversavam sem parar, não fazia ideia do que, até que minha mãe disse — agora pergunto pra ele, com certeza pode. — Minha tia ia comprar um computador e precisava de ajuda pra escolher. Combinou de passar me pegar em casa, nada incomum, durante o trajeto e no shopping enquanto comprávamos, como ficou tarde, paramos pra comer algo lá, avisei que ela me levaria mais tarde. No caminho, ela desviou e paramos no parque, era um lugar escuro e com pouco movimento, ela se jogou em cima de mim e me beijou, reclinou o banco e subiu em cima de mim, não demorou pra meter a mão dentro da calça e tirar meu pau, abaixou a calça dela e começou a cavalgar. Não parecia minha tia calma com quem eu tinha feito compras, tava num modo selvagem, se mexia rápido, gemia e suspirava, me beijava e mordia o pescoço, foi uma transa rápida, ela disse pra eu não gozar dentro, não podíamos correr risco nenhum... Quando eu tava quase gozando, ela saiu de cima de mim, pegou uns guardanapos e me masturbou até eu terminar.

O fato de ser minha tia me excitava ainda mais, meu tio não saber de nada que rolava na frente dele excitava ela. Sempre inventava alguma desculpa pra passar na casa dela, arrumar um computador, ajudar com o celular, ajudar a limpar a piscina, qualquer coisa... Tudo começava com um roçar, uma apalpada e terminava da melhor forma possível, um boquete escondido ou uma trepada.

— Bruninho, meu amor, que bom que você veio, não entendo O que aconteceu com meu notebook? Ele trava, tá ruim...
— Tia! Como cê tá, oi tio. — Ele sentado na poltrona dele vendo TV. Nem olhava o que a gente fazia, um "oi" e já ficava hipnotizado. Eu também, mas na bunda da minha tia. Era minha perdição, foi com isso que tudo começou e o que ela ainda não tinha coragem de provar. — Quer trazer o note pra gente dar uma olhada?
— Ai, acho que deixei no quarto, vem aqui me ajudar a procurar porque não lembro onde larguei. — Ela piscou o olho pra mim, era um convite pra rolar algo.
— Beleza, vamos. Como tá o jogo, tio? Quem que tá jogando?
— 0 a 0, tá no começo. Por 90 minutos não enche o saco, não existo. «Pobre otário, tenho tempo pra me divertir com a mulher dele e ele nem desconfia»

Assim que entramos no corredor, onde ele não podia mais nos ver, ela me beijou. Um beijo super apaixonado, muita língua, me segurava pelo rosto. Eu focava em apalpar a bunda dela, os peitos. Cada beijo que me dava terminava com uma mordidinha nos lábios, às vezes exagerava e me machucava. Peguei a mão dela e coloquei dentro da minha calça, por cima da cueca, pra ela sentir o que me causava... Ela enfiou a mão dentro da cueca, agarrou minha pica e me levou assim até o quarto. Nem se deu ao trabalho de fechar a porta, baixou minha calça e começou a me chupar. Tentei fechar a porta pra caso meu tio aparecesse, mas ela me segurou pelos braços e continuou chupando. Engoliu tudo, até o fundo, sem fazer barulho nenhum, só o calor da boca dela. Tirou a boca e começou a me masturbar, me olhando fixo e disse:
— Quero que você goze na minha boca, vou engolir tudo e depois dar um beijo no seu tio. Cê ia gostar?
— Que delícia, adoraria! Mas a gente também tem tempo pra foder, não precisa ter pressa.
— Primeiro a gozada, já tenho outra ideia pro tempo que sobra, mas não goza ainda! Vamos pra sala, você vai gozar lá. Com o corno de costas, não faz barulho.

Minha cabeça tava a mil, só de pensar eu sentia como A porra dela tava pulsando, peguei o Notebook com uma mão, com a outra continuava agarrada na minha piroca... Me levou de volta pra sala, meu coração tava a mil, se meu tio virasse e visse a gente daquele jeito me dava uma adrenalina fudida. Nem se mexeu quando voltamos, continuava olhando a TV, sentei e minha tia do meu lado, de costas pra ele.
— Então sobrinho, você arruma o Notebook sossegado aqui vendo o jogo com seu tio. Vou dar uma limpada no quarto que tá uma bagunça, qualquer coisinha me chama. Luís, precisa de algo? — Ele nem olhou, levantou a mão fez um sinal de não e só, minha tia continuava me masturbando, suave e devagar mexia a mão pra cima e pra baixo, liguei o computador pra disfarçar por via das dúvidas.
— Beleza tia, qualquer coisa que precisar te aviso.
— Me avisam quando acabar o primeiro tempo, que eu sirvo uma coisa geladinha pra vocês.
Levantou da cadeira, se ajoelhou e de quatro entrou debaixo da mesa, me ajeitei pra ela me chupar ali embaixo, brincava com a língua na cabeça da piroca, fazia círculos, dava beijinhos, ameaçava mordidinhas leves, alternava uma chupada até o fundo e chupava minhas bolas enquanto tinha a piroca toda na garganta. Continuava me masturbando, com uma mão, trocava, com as duas, voltava a usar uma mão e acariciava minhas bolas, o jogo de fundo rolava, não dava pra ver quanto tempo faltava.
— Falta muito pro primeiro tempo acabar tio?
— 20 minutos Bruno, mas caralho como não marca isso! Viu? É um animal!
— É uma besta — enquanto mantinha contato visual com minha tia que agora tava chupando minhas bolas, continuava me masturbando, suave quando sentia minhas pulsações na pica de que ia gozar ela parava, mudava pra movimentos mais lentos, me fazia esperar, faltavam 20 minutos de jogo, não sei quanto tempo passou desde que começou, isso era o paraíso.
— 5 minutos Brunito, fala pra sua tia preparar algo pra beber ou petiscar, que pare de Foda-se a limpeza.
— Tia, o jogo já tá acabando — gritei na direção do corredor, ela piscou um olho pra mim e começou a me masturbar freneticamente. Me segurei na mesa, prendi a respiração pra não fazer muito barulho, ela continuava com as duas mãos a toda velocidade, abriu a boca e colocou a língua pra fora, li os lábios dela e ela disse "goza". Continuava me masturbando, balancei a cabeça confirmando que já ia gozar e ela aproximou os lábios da ponta do meu pau. Litros, litros de porra! Sentia que explodia na boca da minha tia, ela debaixo da mesa mexia a cabeça e apertava meu pau com as mãos, não queria que desperdiçasse nem uma gota. Quando já tinha saído tudo, ela abriu a boca pra me mostrar, engoliu tudo, se levantou em silêncio e foi pro corredor.
— E aí, como foi o jogo, galera? Tudo certo com o notebook, Brunito? — ela se aproximou do meu tio por trás, começou a massagear o pescoço dele e disse — Luis, vai querer uma cervejinha?
— Tudo certo com o notebook, não falta muito pra terminar.
— Sim, meu amor, uma cerveja tá ótima. Você é uma deusa! — minha tia se mexeu e sentou no colo dele, deu um beijo de língua, língua que até segundos atrás estava cheia da minha porra. A imagem dela debaixo da mesa com a boca escorrendo, e agora a mesma língua beijando o corno do meu tio foi incrível.
— E você, Brunito, quer beber algo?
— Água, já tá bom.
— Pega uma cerveja, Bruno, não vamos contar pra sua mãe hahaha e para de chamar ele de Brunito, ele já é grandinho, não é mais criança!
— Ele sempre vai ser Brunito pra tia. O sobrinho favorito que me ajuda com tudo.
— Com certeza você vai pedir outra coisa, todas as mulheres são assim, Bruno. Aprende com um homem casado, te enchem de palavras doces e depois pedem favores hahaha. O que você precisa que eu faça agora?
— Relaxa, tio, eu gosto de ajudar. Então sem problemas.
— Agora que você falou nisso, Luis, o wifi do quarto às vezes cai. Você sabe arrumar esse aparelho, Brunito? — ela piscou um olho pra mim, era a oportunidade de Estarmos sozinhos no quarto.
— sim, a gente pode ver, mas vai demorar até a gente saber o que ele tem, preciso que você me ajude pra me dizer quais luzes acendem enquanto eu vejo no computador. Pena que vou perder o jogo.
— para de encher o saco, Vitória, não enche o saco agora que a gente tá vendo o jogo! Outro dia você vê isso.
— ai, Luís, não vamos incomodar ele pra vir todo dia, além disso você pode ligar a televisão do quarto, assim você escuta enquanto arruma isso. Que tal?
— tá bom, escuto lá.

Acabou o intervalo, meu tio pegou uma lata de cerveja, a quarta, e sentou no sofá, se acomodou:
— não vão cortar a luz brincando com isso.
— não, meu amor, fica tranquilo que não vamos cortar a luz. Minha tia me guiou até o quarto, entramos e ela ligou a televisão, aumentou um pouco o volume e disse — assim vou poder gemer um pouco, sabe como você me deixa, e a gente transando quase na frente dele, me excita mais, você gostou dos beijos da tia?
— amei, agora é minha vez de te dar uns beijos, temos 45 minutos. Virei ela, abaixei a calça jeans, ela tava com uma calcinha azul clara, não era muito sexy — vou te dar umas tangas. Usa comigo? Gosto quando você usa as mais pequenininhas, dá pra ver melhor a bunda linda que você tem.
— claro, bebê, mas como vou falar pro seu tio que tenho isso? Ele sabe que não compro roupa assim, vai desconfiar.
— já vou dar um jeito, mas vou fazer ele te dar as tangas, o que ele não vai saber é que primeiro você vai dar pra mim e depois usa com ele. — abaixei a calcinha dela, e a ajoelhei na cama, ela tava de quatro, enfiei a cara entre as bundas dela, com as mãos abria, massageava enquanto brincava com a língua chupando a buceta dela, via como ela arqueava as costas, apertava forte os lençóis, mexia a cabeça, as pernas, se contorcia de prazer. Ela adorava receber sexo oral, obviamente o corno do meu tio não fazia isso, ela me contou que sempre transavam do mesmo jeito. ele gostava que ela ficasse por cima, uns movimentos e ele gozava, ela nem sentia nada, depois iam dormir. Agora ele a tinha de quatro, na cama dele, onde eles dormiam, a pussy super molhada, ele enfiava um dedo, dois na pussy, entravam e saíam enquanto continuava passando a língua, de vez em quando subia e chupava a bunda dela, bum virgem... Isso eu gostava mais, ela ainda não se animava, mas me prometeu que ia experimentar, que eu ia ser o primeiro a estrear aquela booty. Por enquanto só um pouco de língua e um dedo, começava a enfiar o polegar na booty dela, devagar, aos poucos. Doía mas ela não pedia pra parar, uma vez que já tinha o dedo inteiro na booty, com a outra mão pegava a cock e encostava na pussy dela, só a cabeça, começava a fazer movimentos suaves sem entrar. Ela suspirava e não aguentava a tentação, se mexia até começar a penetrar até o fundo, 30 minutos, ainda dava tempo pra foder. Eu adorava essa posição, assim podia admirar toda aquela booty linda, redonda, imaginava como seria aquele bum super apertado, segurava ela pelos ombros pra entrar até o fundo, ela arqueava as costas e gemia, meu tio na sala, vendo o jogo, eu na cama dele vendo minha tia segurar as próprias nádegas pra receber minha cock, ela gemia baixinho, eu segurava ela pela cintura e podia ver como entrava toda, sentia o calor da buceta dela bater contra minhas bolas, faltam 10 minutos sussurrei no ouvido dela, ela se mexeu até minha cock sair da pussy dela, pulsava e estava super quente. Ela se ajoelhou na minha frente e me sentou na cama, me olhou nos olhos e disse — isso é novo, espero que você goste — pegou na minha cock, sentia como pulsava na mão dela e levou pros peitos, uma masturbação russa, apertou os peitos pra cock ficar no meio e começou a mexer, de vez em quando passava a língua na cabeça, o boquete debaixo da mesa não era nada comparado com aquilo Tava fazendo agora. Não demorou muito, ele já tava perto de gozar de novo, joguei a cabeça pra trás, e senti ele enfiar o pau inteiro na minha boca, explodi de novo ao sentir a língua dele. "É um bicho", disse meu tio, sim, era uma fera selvagem e a única coisa que acalmava ela era minha porra.Tia Victoria - 3. Despertar de paixões

4 comentários - Tia Victoria - 3. Despertar de paixões

Que lindo cojersela asi con el morbo del tio abajo.yo me coji a mi exsuegra en su propia cama era hermoso para colmo tenia el diu. Siempre la leche adentro como la extraño
Muy buen relato! Y hermosa puta la tía, que ganas dan de conocerla más. A seguir así! Saludos
Muy buen relato y como le gusta jugar con fuego estando tu tío cerca