Paixão pela África final 🥒💦

Paixão pela África final 🥒💦Não sei por que a vida é assim! Acontece que volto pro meu país e tô grávida. 😱 Pensei que era estéril, por isso transei sem proteção, nem me preocupei com doença sexualmente transmissível, mas não! Melhor, engravidei!! Bom, já tava tudo podre com meu marido e minha família. Pra piorar, ele que era o infértil. Não quis enganar ele, verdade, fui a primeira a me surpreender, mas fazer o quê, já era. Ficar no meu país era inútil, ter um filho sem saber quem é o pai e ainda preto ia ser terrível viver pra nós dois. Além disso, sempre iam fechar as portas de trabalho pra mim. Aceitei a oferta e vou pra África, pelo menos vai ser o habitat do meu filho. Subi no avião e me senti vigiada, pra ver se eu ia ou não. Cheguei na Guiné Equatorial no meio-dia seguinte. Com a pouca grana que tinha, não ia pra lugar nenhum. Consegui um quarto de reputação duvidosa. Queria esperar até a noite e ir ficar na porta do hotel pra ver se via o George e ele me ajudava, mas tinha umas 10 horas de espera. Andei pela cidade recebendo cantadas e propostas. Um homem me parou e ofereceu dinheiro em troca de sexo. Como tava sem grana, fui num hotel com ele. Daqui a pouco já tava na rua. E sem querer já tinha feito três clientes. Bom, pelo menos tenho trabalho de puta. Pensei... À noite fiquei na porta do hotel esperando o George, mas ele não apareceu. Eram 2 da manhã e saí pra andar na rua de novo. De noite não importava onde, eu transava. Puteei como uma profissional experiente. E aceitei os acordos, em troca de dinheiro. Alguns homens na rua passaram me comendo, outros em algum hotelzinho e muitos no carro chupando a rola deles. Assim juntei uns trocados. No dia seguinte dormi a manhã toda, tomei banho, coloquei algo mais provocante e salto alto e saí pra andar na rua, como no dia anterior, até a hora do hotel que o George frequentava e onde eu morava. Fiz uns quantos clientes durante o dia, mas melhor durante a noite porque muitos não queriam hotel. E aí, na rua. Parei na porta do hotel e vejo que o George vem sozinho.
CLAUDIA: Oi George, lembra de mim?
GEORGE: Claro que sim, o que cê tá fazendo aqui na porta do hotel?
CLAUDIA: Tava esperando você.
GEORGE: E aí, pensei que cê tivesse no seu país.
CLAUDIA: Fui e voltei. Se cê tiver um tempo, te conto tomando um café.
GEORGE: Agora não, sabe que a clientela tá esperando. Mas daqui a quatro horas, às 6 da manhã, me espera no bar ali na esquina, tá vendo? A gente conversa.
CLAUDIA: Beleza, às 6 tô lá.

Fiquei com quatro horas de espera e fui andar pela rua. Peguei uns quantos clientes. Numa rua, apareceram três caras pra me roubar. Ainda bem que mais da metade do que eu tinha feito já tinha levado praquele hotelzinho vagabundo. Então me pegaram com pouca grana. Me meteram numa obra em construção e os três fizeram o que queriam comigo. Quando cansaram de me comer, me deixaram sem um puto. Levantei do chão como pude e fui pro bar. Que difícil vai ser minha vida aqui, puta, sequestrada, estuprada e tudo por nada. Pensei, enquanto chorava 😭 Cheguei no bar e faltavam 5 minutos pras 6. Sentei, pedi um café. Às 6 e meia, o George chegou.

GEORGE: Desculpa a demora, gostosa, mas aquela velha tava com uma fome de sexo danada. O que aconteceu com você? Pensei que cê tivesse no seu país.
CLAUDIA: É, fui pra lá. Poucos dias depois de chegar, percebi que tava grávida. Achava que era estéril, mas não. Por isso tô aqui! Meu marido tinha feito exames e é infértil. Me botou pra fora de casa por adúltera e blá blá blá... No fim, voltei pra cá.
GEORGE: Cê não quer empurrar isso pra mim, né?
CLAUDIA: Não, de jeito nenhum, se nem eu consigo imaginar quem foi. Preciso de um trabalho.
GEORGE: É difícil pra uma estrangeira.
CLAUDIA: Tô numa pensão de merda e cara. Quero um lugar decente e trabalhar.
GEORGE: Deixa eu ver o que posso fazer. Vem amanhã aqui umas dez da noite, antes de eu entrar, e te falo.

Fiquei o dia inteiro ansiosa pra noite chegar. Não saí pra andar à noite. Na hora marcada, fui pro bar e lá estava o George. CLAUDIA: oi George, tem algo pra mim? GEORGE: olha, passei o dia inteiro pra lá e pra cá e ninguém tem nada. A única coisa que me ofereceram foi você se instalar num puteiro e pagar uma grana fixa por noite. Mas assim que sua barriga começar a aparecer, não sei o que pode rolar. Não te compensa isso. CLAUDIA: então tenho que fazer programa na rua e viver nessa pensão. GEORGE: tem outra solução, mas não sei se você vai gostar. CLAUDIA: me fala qual é? GEORGE: te levar pra minha aldeia, te instalar no barraco dos meus pais. CLAUDIA: mas seus pais vão me aceitar grávida? GEORGE: deixa eu terminar. Depois de instalada, arrumar um marido por lá e esquecer toda a sua vida passada. CLAUDIA: mas casar com um indígena e grávida de outro? E ainda esquecer o mundo que eu pertenço? 🥺 GEORGE: olha, aqui a vida vai ser muito dura pra você, ainda mais com um filho a caminho. Fazer programa na rua atrás de cliente até vai, mas se você sair um dia e não conseguir nada, o que faz? E se você me disser que entra num hotel e tira a grana dali, é outra história, mas sendo estrangeira ninguém vai te querer. E ainda por cima a polícia: toda vez que te pegarem, são dias presa e ainda dando pra eles. Depois junta ficha criminal e te mandam pra cadeia por um tempo, tiram seu filho. CLAUDIA: chega George, não continua assim, porque é melhor eu me matar! 😭 GEORGE: não é pra tanto. Foda-se as opções que você tem na vida. Agora faz o que quiser. Pensa direito e amanhã a gente se vê às 10 aqui, ok... CLAUDIA: tá bom. Fui pro hotel com uma angústia danada. Como será que minha vida ia acabar? Um policial me parou e eu falei que ia pro hotel e mostrei o passaporte. Ele me deixou seguir. Ainda tinha que conseguir os papéis de residência aqui. Pensei a noite toda e o dia inteiro no que ia fazer ou o que seria melhor, não só pra mim, mas também pro meu futuro filho. No dia seguinte, tava esperando o George tomando um café. GEORGE: oi, como tá a mamãe gostosa? CLAUDIA: tô aqui perdida. Você não ia me levar nem que fosse como escrava? GEORGE: não, linda, além disso você sabe que Tenho uma mulher em casa. CLAUDIA: Tô desesperada, não sei o que fazer. Ainda por cima, tenho medo de ficar sozinha, outro dia me assaltaram na rua e me comeram. GEORGE: E não vai ser a primeira vez. Então, o que você decidiu? CLAUDIA: Me ajuda, George, o que eu faço? GEORGE: É difícil, porque se eu te falar, você vai vir depois dizer que a culpa é minha. CLAUDIA: Não, George, juro que não. O que eu faço? GEORGE: Olha, de um lado, prostituição, cadeia, humilhações, um moleque criado sem pai e sem um homem pra te proteger. Do outro lado, ser membro de uma aldeia, ter um macho pra você e um pai pro seu filho. Você só precisa se acostumar com essa vida e ter mais filhos. CLAUDIA: E meu país e minha família? GEORGE: Seu país, sua família, o que você quer? Já te deram um chute no rabo. Você não tem nada lá, o que está esperando? CLAUDIA: E você, o que faria? GEORGE: Olha, me colocando no seu lugar, sabe o que eu faria? Largava toda essa vida e ia pra aldeia. Teria um marido pro meu filho e pros que vierem, rola quando quisesse, vida natural, sem médicos, remédios que fazem mais mal. Viveria na natureza, sem me importar com nada. A única coisa é que você tem que respeitar seu marido. Não pode largar ele, ele não larga você, e tem que obedecer ele cegamente. Seria mais feliz do que aqui, quantos dias você já tá se atormentando? CLAUDIA: Mas me transformar numa aldeã? GEORGE: Aos poucos você consegue, em menos de um ano você vai ser capaz de lutar junto com seu macho. Bom, tenho que ir, anota meu número de celular e me liga quando decidir. Eu depois de amanhã vou ver meus pais e volto. Decide você, mas se for sim, você fica lá, e se for não, não te levo. Bom, vou trabalhar nas minhas coisas. CLAUDIA: Bom, tchau, qualquer coisa te ligo. Passei uma noite de incerteza. O que fazer? O que escolher? O que fazer da minha vida? Às 4 da manhã, pensando, liguei pro celular dele. GEORGE: Alô, quem é? CLAUDIA: Sou eu, George, a Claudia. GEORGE: Oi, Claudinha, o que me conta? Decidiu alguma coisa? CLAUDIA: Sim, decidi. GEORGE: E então? CLAUDIA: (silêncio, até que George gritou) Olá, olá) espero não estar enganada, mas na minha vida, me leva pra sua aldeia. GEORGE: é a melhor decisão que você tomou, Cláudia, com o tempo vai ver. São 4 e pouca da manhã, vou te buscar às 11h pra gente partir. É uma viagem longa. CLAUDIA: levo minha mala? GEORGE: não, só o que tá vestindo e um tênis. CLAUDIA: nada mais? GEORGE: NADA MAIS. Às 11h eu tava na porta da pensão esperando pelo George. Ele apareceu num jipe sem capota e eu entrei, rumo à minha nova vida. A gente ia no jipe e ele me ensinou algumas palavras da língua deles. Também alguns costumes. Ao anoitecer, paramos na beira da estrada pra dormir e ele não chegou perto de mim nem um pouco. No dia seguinte, partimos de novo. CLAUDIA: onde fica isso, é longe pra caralho, já tamo há um dia viajando e só essa estrada e mato dos lados. GEORGE: falta muito ainda, só amanhã a gente chega, é no centro da Guiné, no meio da selva. Pensei: essa gente e esse lugar não vão ser só minha nova vida, mas também minha cova, deu um arrepio no corpo. GEORGE: o que foi, tá com frio? Tem que se acostumar com tudo aqui. CLAUDIA: (contei meus pensamentos e ele riu) foi isso. GEORGE: hahaha, que boba você é, aqui vai viver até os 80 ou 90 anos. E transando. Ao meio-dia, paramos onde tinha um rio. GEORGE: sabe nadar? CLAUDIA: sei. GEORGE: mesmo assim vou amarrar uma corda na sua cintura. Já pelada e com uma corda amarrada na cintura, me joguei no rio, curtindo a água morna. Quando saí, foi bem difícil por causa da correnteza, o George puxou a corda pra me tirar. Fui pegar a roupa e o tênis e não tavam lá. GEORGE: (mostrando minha roupa e tênis) procurando isso? CLAUDIA: sim, me dá. GEORGE: agora não, você tem que virar uma selvagem. Não tem mais roupa nem calçado pra você. CLAUDIA: mas vou ter que ficar pelada na frente de todo mundo? GEORGE: Não, só que essa roupa não se usa lá. Por isso melhor se acostumar desde já, aliás, ainda não tem barriguinha e você tá uma gostosa. Pena não poder te comer. CLAUDIA: por que não? Você não é um candidato da tribo. GEORGE: Sou da tribo, mas não sou candidato. Não posso te tocar mais.
**CLAUDIA:** Que costumes estranhos, você é da tribo e eu sou proibida pra você, além disso, quem vai ficar sabendo no meio da selva?
**GEORGE:** Você é proibida pra mim, e aqui a gente mantém a fidelidade.
**CLAUDIA:** Que fidelidade, se eu ainda não tenho marido?
**GEORGE:** Mas é assim que a gente faz. Além disso, não confia que ninguém te vê na selva, pode ter vários olhando.
**CLAUDIA:** Você me assusta com isso. Totalmente vigiada.
**GEORGE:** Se você se comportar bem, não precisa temer. Hora de dormir, amanhã é outro dia longo.

Tentei subir no jipe e ele me barrou.
**CLAUDIA:** O que você tá fazendo? Quero deitar.
**GEORGE:** Aqui não, no chão ali.
**CLAUDIA:** Mas o chão é frio, me dá o cobertor.
**GEORGE:** Não tem mais cobertores pra você, tem que se acostumar com isso.
**CLAUDIA:** Mas pelada, sem cobertor e no chão. O que eu faço com o frio?
**GEORGE:** Hoje você aguenta. Quando tiver um marido, procura o calorzinho com ele.
**CLAUDIA:** Mas...
**GEORGE:** Não tem "mas" que valha.

E eu tive que dormir pelada no chão, na terra, sem coberta. Ainda tinha que andar por todo lado como se tivesse acabado de chegar ao mundo. E ainda tinha que me cuidar de alguma cobra e ficar de olho se algum bicho tava por perto.

De manhã, a gente tomou café com os mantimentos que ele tinha trazido, e eu tava séria, sem falar nada.
**GEORGE:** O que foi? Algum bicho comeu sua língua ontem à noite ou você tá puta?
**CLAUDIA:** O que você acha? Me deixa toda pelada e ainda diz que nunca mais vou usar roupa!! Vou ter que andar por aí nua na frente de todo mundo. Tira minha manta e fala que meu marido vai me aquecer, e me faz dormir ao relento, sozinha e pelada.
**GEORGE:** Essa é sua nova vida, tô te ajudando a se integrar.
**CLAUDIA:** Isso eu não sabia.
**GEORGE:** É muito melhor do que ter ficado lá, pode ter certeza.
**CLAUDIA:** Suponho que você vai ficar um tempo na tribo.
**GEORGE:** Não, três ou quatro dias, no máximo.
**CLAUDIA:** E vai me deixar sozinha lá?
**GEORGE:** Sozinha não, você vai ter sua nova família.
**CLAUDIA:** Mas você acha que em três dias vou arrumar um marido? Tá maluco, tenho que ver todo mundo antes de me decidir. GEORGE: Quem disse que você decide?
CLAUDIO: Como? Quem escolhe, senão eu?
GEORGE: Não, quem meus pais acharem o melhor candidato e, de quebra, o melhor pagador, esse vai ser seu marido.

Fiquei muda de novo, sem reação, com vontade de mandar tudo pra merda e fugir, mas pra onde ir?

GEORGE: Acho que em dois dias você já vai estar dando pro seu novo marido.
CLAUDIA: Você é louco.
GEORGE: Louca vai ficar você de tanto transar.
CLAUDIA: Mas eu tenho que escolher, é natural.
GEORGE: Onde? Lá sim, aqui não. Além disso, temos que arranjar um nome indígena pra você. Você não vai ser mais a Cláudia.
CLAUDIA: Isso também? Aliás, como é que você se chama?
GEORGE: Patwhra.
CLAUDIA: Kkkk, Patwhra? Quem te deu esse nome?
GEORGE: Meus pais.
CLAUDIA: Eu posso continuar sendo Cláudia, quem vai me mudar? Já sou adulta.
GEORGE: Meus pais vão te dar um nome novo se acharem que devem. Agora há pouco eu te vi parada olhando as montanhas, pelada do jeito que tá, você é uma mulher muito gostosa. Vão brigar por você na aldeia.
CLAUDIA: E você não se tentou? Ou é porque eu não tenho grana pra pagar como antes?
GEORGE: Me tentar não, porque vou te levar pra algum guerreiro nosso. E a segunda coisa, você já sabe: sem dólar, sem sexo.
CLAUDIA: Seu filho da puta.
GEORGE: Vê aquela montanha lá atrás?
CLAUDIA: Sim.
GEORGE: Atrás dela fica sua nova casa.
CLAUDIA: Mas é longe, e agora a gente vai andando e eu tô sem tênis.
GEORGE: Você vai ver que amanhã no fim do dia a gente chega lá.

Chegamos numa clareira da selva e paramos.

GEORGE: Aqui vamos acampar, e é a última vez.
CLAUDIA: Última parada. Mas falta um monte, e atravessar aquela montanha não é fácil.
GEORGE: Cala a boca, você não sabe de nada e vou te dar um conselho. Quando você tiver seu marido-índio, te aconselho a não reclamar igual agora. Se não gostar de alguma coisa, morde a língua antes de falar. Entendeu?
CLAUDIA: Quer dizer que não posso dar opinião?
GEORGE: Exato, só obedecer.

Percebi o que me esperava se não controlasse minha língua. Peguei no sono rápido por causa das caminhadas do dia. Na manhã seguinte, George estava só de tanga.

GEORGE: Pô, também tô pronto. Mas agora cuidado com o que faz, tem uns cara de olho na gente. CLAUDIA: sim, mas você guardou sua roupa e seus sapatos, o meu você queimou. GEORGE: eu volto, você não. CLAUDIA: cê tá dizendo que tão nos vigiando? GEORGE: sim, e a qualquer hora eles aparecem. Comecei a olhar pros lados e não via ninguém. CLAUDIA: não vejo ninguém. Me virei falando isso e soltei um grito do caralho, do susto que eu tomei. CLAUDIA: que susto? Quem é, George? GEORGE: um cacique. Tava todo pintado, na mão direita uma lança e pendurado nas costas arco e flecha. Os dois conversaram. Eu não entendia nada. Ficava olhando pro George pra ele traduzir, e nada. Do nada, do jeito que apareceu, desapareceu. CLAUDIA: quem é esse, que quase me mata de susto? GEORGE: Gauthra, o nome dele. Tava perguntando quem era você. CLAUDIA: e o que cê disse? GEORGE: a verdade. Que você vinha morar aqui atrás de marido. E viu como ele foi rápido. CLAUDIA: por que ele foi assim? GEORGE: foi avisar na aldeia que hoje à noite eu chego e trago uma mulher pra ser esposa de alguém. Você vai ser o assunto quando a gente chegar. Kkkk. Chegamos no rio e atravessamos com a água na cintura. O lugar era lindo demais. Caminhamos pela beira do rio e vimos uma cachoeira imponente caindo. Parecia que o caminho acabava e entramos por baixo da cachoeira, passando atrás da queda d'água. Uma maravilha. Saímos do outro lado da montanha. Fiquei de boca aberta com a beleza que tinha lá embaixo. De um lado, a aldeia. Não é à toa que o George dizia que a gente chegaria logo. Eu pensei que tinha que atravessar a montanha. Começamos a descer pra aldeia. Conforme a gente avançava, ela parecia crescer. As cabanas eram de paus fincados com paredes de masturbação. E o telhado também. Enquanto a gente andava, o povo saía das cabanas pra nos ver passar e depois nos seguir até onde a gente ia. Eu olhava pros moradores e vi. Os homens de tanga. As mulheres, com tangas mais curtas e sem nada pra cobrir os peitos. os peitos, muitas grávidas, as tetas penduradas sobre a barriga. Depois tinha umas mais velhas que as tetas caíam bem flácidas. Os homens também, tinha de toda idade com os membros aparecendo pelas dobras da tanga. Depois tinha muitos meninos de até uns 10 anos, acho, mas não vi guerreiros jovens. Mulheres jovens sim. Os meninos vinham perto de mim, batiam na minha bunda e saíam correndo. As mulheres se aproximavam e tocavam em várias partes do meu corpo, mais nos meus peitos... GEORGE: viu, parece que você agradou elas, do jeito que te receberam e te tocam. É um bom sinal. CLAUDIA: você fala isso, mas os beliscões e arranhões quem leva sou eu. Vejo que tem muitos homens, mas de 40 mais ou menos pra cima e os meninos e meninas têm uns 11 anos pra baixo. Se tem muitas mulheres jovens. GEORGE: os guerreiros de 12 a 30 anos estão caçando, outros pastoreando e vêm agora, então você vai poder se deliciar vendo todo tipo de pau. Chegamos na cabana principal que era dos pais do George e saiu um casal de meia-idade seguido por três mulheres jovens grávidas. GEORGE: esses são meus pais, se incline pra cumprimentar eles. Fiz isso e perguntei baixinho pro George quem eram as três mulheres jovens. GEORGE: são concubinas do meu pai e esperam filhos dele. CLAUDIA: mas e sua mãe não faz nada? GEORGE: ela não pode fazer nada, pra isso que ele é o chefe. Os pais desceram de onde estavam e se aproximaram de mim. Deram voltas ao meu redor me tocando em várias partes do corpo. O pai comentou algo com o George e a mãe riu. CLAUDIA: o que seu pai disse que eles riram? GEORGE: boa mulher, carne firme, boa pra ter muitos filhos. CLAUDIA: ele é louco!!! De repente apareceram de todos os lados guerreiros de toda idade, alguns trazendo comida. Um menino bem jovem parou na minha frente e só me olhou. Senti um frio na espinha com aquele olhar gelado. Os outros olhavam e seguiam. CLAUDIA: quem era aquele cara de olhar frio? GEORGE: Sheric, filho de um irmão morto em BATALHA CLAUDIA: a verdade tem olhos frios como uma cobra. Duas mulheres me levaram pra dentro da cabana e passaram um líquido horrível pelo meu corpo todo, depois colocaram flores na minha cabeça. Me tiraram de novo. CLAUDIA: expliquei o que tinham feito comigo e aquele cheiro horrível. GEORGE: sim, é urina das mulheres que juntaram. CLAUDIA: urina delas? GEORGE: sim, é pra te dar fertilidade. CLAUDIA: mas é nojento. GEORGE: na cerimônia, você tem que tomar metade, seu marido a outra metade. CLAUDIA: são loucos, nunca vou tomar isso. GEORGE: toma, eles podem se ofender se você não fizer. Depois me levaram pra dormir até a manhã seguinte. Custei a pegar no sono por causa dos barulhos e gritos lá fora. Depois fiquei sabendo que eram meus candidatos, que vinham se oferecer pro chefe. Lá pelo meio da manhã me acordaram, arrumaram minhas flores na cabeça e me levaram pra passear pelo acampamento. De repente, me vi de frente pro Sheric e senti medo do olhar dele. Umas 20 horas, mais ou menos, começaram a acender fogueiras em vários lugares do acampamento e algumas tochas. GEORGE: você já tem um novo marido, Claudia. CLAUDIA: não, quem é, me fala. GEORGE: ainda não sei quem é, mas esse anúncio significa que você já tem marido. O chefe foi se aproximando de mim com uma lança na mão que tinha uma juba pendurada. Ele me entregou e disse alguma coisa, não entendi. CLAUDIA: o que ele disse? GEORGE: disse que você tem marido. É quem vai vir buscar a lança dele. Eu via guerreiros passando do meu lado e não falavam nada, nem tocavam na lança nas minhas mãos. Apareceu de repente um grupo de 5 ou 6 guerreiros jovens e passaram por mim. Eu tinha que ficar com os olhos no chão, e só levantar a vista pra ver quando ele tirasse a lança das minhas mãos. Passaram vários que eu só via os pés, até que um parou na minha frente, pegou a lança e levantou. Olhei pra ele e quase morri: era o Sheric, aquele que me dava tanto medo com o olhar. Tremi de medo. O chefe se aproximou de nós. Eu procurava o George com o olhar. mas não anotei. Pego minha mão e apoio no peito dele, depois pego a mão dele e apoio nos meus peitos, sempre falando algumas palavras. George se aproximou e me disse que o pai dele nos tinha casado e desejava muita fertilidade pra gente. Uma das concubinas segurava um pequeno vaso nas mãos. Ela deu pro meu novo marido, ele pegou metade e me ofereceu a outra metade, que eu tive que aceitar, apesar do nojo que sentia. O cacique separou o neto, meu novo marido, e o levou pra falar algo em particular. GEORGE: ele tá dando conselhos porque é a primeira vez dele. CLAUDIA: tô destruída, George. Entre tomar aquele líquido horrível que dava ânsia e o terror que tenho do meu marido, não sei, tô como paralisada. GEORGE: não leva tão a sério, são os primeiros dias, depois você se acostuma com essa vida e com ele. CLAUDIA: claro, pra você é fácil, mas pra mim... GEORGE: (sem me deixar terminar a frase) muito pior você estaria onde estava antes, aproveita o agora. E agradece que meus pais não trocaram seu nome. CLAUDIA: isso não importa, o pior é que não sei quantos anos ele tem, George, e eu tenho 35, mas dá pra ver que sou muito mais velha. É demais, tenho que criá-lo e ensiná-lo a transar. GEORGE: mas você viu o sabre que ele tem pra você, impressionante. Bom, que seja feliz, aí vem eles e com certeza ele já te leva pra viajar. Sheric e o cacique se aproximaram, e ele beliscou meu mamilo, depois me pegou pela mão e saiu correndo. Eu parecia uma pipa atrás dele. Olhando pro George, a imagem dele e de toda a vila sumiu da minha vista. Assim começava minha nova vida.🥺 Não sei pra onde ele me levava, mas a vitalidade que ele tinha aos 19 anos (depois descobri) era notória comparada à minha, de 35. Naquele momento, eu não podia saber o que o levou a me escolher como mulher dele. Além da diferença de idade, dois mundos diferentes e também dois idiomas. Não sei o que poderia dar essa relação. Prometi a mim mesma, já que era evidente que daqui eu nunca sairia viva, fazer o impossível pra entender e Falar esse idioma e me adaptar à vida na aldeia e aos costumes dela. O que me dava mais medo do meu marido era aquele olhar frio e penetrante. Fiquei na frente dele só duas vezes: quando nos vimos pela primeira vez, eu chegando na aldeia. E depois quando me levaram andando pela aldeia, me oferecendo como esposa pra toda a tribo. Nas duas vezes não consegui sustentar o olhar dele e baixei a vista. Naquele mesmo dia da minha chegada, mas à noite, fui entregue a ele como esposa. Nem conhecíamos as vozes um do outro. E agora eu estava viajando com ele como a mulher dele. Acho que vou ser a primeira buceta que ele vai comer, pensei. Depois de correr e caminhar um bom tempo, paramos, já de noite, ao pé de uma árvore enorme e na beira de um rio. Sentados no chão, senti o olhar dele em mim e levantei a vista pra encará-lo. Ele agarrou um dos meus peitos, e eu falei "peitos", que ele repetiu várias vezes, como se quisesse aprender a dizer. Depois pegou meu mamilo rosado e eu falei "mamilo", que ele repetiu. Ele disse algo no idioma dele e eu não entendi nada. Com gestos, me indicou pra deitar. Pensei: bom, chegou o momento crucial. Ele se deitou do meu lado, me fez abrir as pernas e ali mesmo me penetrou sem cerimônia. Ahhhhhrrrjjj😵 Gritei que nem uma louca por não ter lubrificação. 😱 Mas ele continuou entrando e saindo da minha pussy, diante da minha dor, até que soltou um grito que me assustou e gozou dentro de mim. Depois virou de costas e dormiu, enquanto eu chorava não só de dor, mas também pelo ultraje violento. Quando me acalmei, ele ainda tava dormindo. Virou de lado e acordou, e a primeira coisa que viu foi meu rosto olhando pra ele. Antes que ele me atacasse de novo, peguei a mão dele e levei até minha pussy, enquanto minha outra mão empunhava o pau viril dele. Dei uns beijos nos lábios dele e começamos aquele amasso típico pra transar. Ele gostou e eu ofereci meus peitos, que ele beijou e mordeu, especialmente meus mamilos. Depois, quando já tava molhada, incentivei ele a me montar de novo. Ele se mexia como um demônio dentro de mim, use a palavra: buceta e apareceu meu primeiro orgasmo 💕 continuei acompanhando os movimentos dele e nós dois gozamos juntos.vadiavi que ela sorria, que tinha gostado, e disse algo que não entendi. A gente dormiu um tempão. Quando acordei, me vi sozinha no chão. Assustada, levantei procurando ele, e ele tava no rio com as pernas até os joelhos, em silêncio, com a lança na mão, tentando fisgar algum peixe. Quando me viu, levou a mão à boca, mandando eu ficar quieta. Ele arremessou a lança e puxou um peixe de tamanho médio. Me deu e foi atrás de outro. Só saiu do rio depois que pescou mais um. Segui ele até debaixo da árvore, ele pegou uma espécie de faca, abriu um peixe, tirou as espinhas e me ofereceu, e fez o mesmo com o outro. Eu com o peixe na mão, não sabia o que fazer, achando que a gente ia acender uma fogueira e cozinhar, mas não: ele levou o peixe cru à boca e começou a comer, fazendo sinal pra eu fazer o mesmo. Mais tarde, fui atrás dele pra transar e vi a cara de surpresa dele. Me ajoelhei e comecei a chupar o pauzão dele enquanto fazia ele colocar a mão nos meus peitos. Ele ficou realmente surpreso com a minha ação. Chupei até ver o pau dele bem duro e fiz sinal pra ele deitar. Quando ele deitou, montei nele e comecei a cavalgar com a pussy completamente ocupada por um falo daqueles. Ele começou a se mexer também, mais por instinto, e eu subia e descia, oferecendo meus peitos e tirando do alcance dele. Isso excitava ele ainda mais. Inclinei meu corpo e meus peitos se apertaram contra o peito dele, enquanto o pau dele continuava entrando e saindo da minha pussy. Instiguei ele verbalmente, a gente virou e ele ficou por cima de mim. Eu me mexia como uma louca, até cravando as unhas nas costas dele. E tive um orgasmo brutal. Siiiiiiiiii, continua… não para, sou toda suaaaaaaaaaaa ayyyyyyyyyyy continuaaaa enche-me de leiteeeeeeeeee❤️❤️❤️ Ele de repente enterrou mais o pau dele na minha pussy e começou a jorrar sêmen, sem parar de se mexer.gostosaTerminamos os dois abraçados. Nos beijando e mordendo como dois animais. Depois, por sinais, eu tocava minha buceta e levava a mão dele até lá, falando o nome buceta, que ele repetiu várias vezes. Assim com o corpo todo: cabelo, olhos, rabo e ele repetia os nomes várias vezes e me ensinava como falar no idioma dele. Passaram-se vários dias e minha barriga começou a crescer. Na verdade, já tinha quase três meses de prenha, e parecia que estava com mais tempo. Minha barriga, antes lisa, agora abrigava um bebê preto que, pelo tamanho da minha pança, seria enorme... George tinha me instruído quando contar, em que momento e onde, pra ninguém perceber que, quando cheguei na Aldeia pela primeira vez, já vinha grávida. Uma noite, comentei como pude que ele ia ser pai e ele ficou super feliz. Deu a entender que a gente ia viajar de novo pra Aldeia, deixando tudo que juntamos lá. Começamos o caminho de volta, ele andando na frente e eu atrás. Aí aprendi que primeiro o homem passa, depois a mulher. Fizemos o trajeto bem devagar, como se não quiséssemos chegar. Fui aprendendo mais a língua dele do que a minha. Já sabia montes de palavras, mas tinha dificuldade pra formar frases. Entendia muito bem quando ele falava, mas me enrolava pra responder. Em alguns lugares onde parávamos, ficávamos dois ou três dias. Uma noite, os dois deitados no chão, ele começou a apalpar meu corpo, especialmente meu rabo. Me fez ficar de quatro e me penetrou devagar. Pensei: "Que coisa boa eu consegui ensinar pra ele!! 💗" Ele começou a se mexer dentro de mim, enquanto eu me segurava numa árvore. Com as mãos na minha frente, beliscava meus peitos. Comecei a esquentar e ele percebeu, acelerando o movimento. Eu segurava meus orgasmos como podia, esperando por ele. Finalmente, quando senti que ele tava perto, deixei o meu escapar. Ayyyyyyyyysiiiiiiiiiiiiiiiiino, não tira nãonnnnnnnn continuaaaaa, que delíciaaaa 💖💖 A vergonha dele, sem clemência, entrava e saía sem piedade. Assim que acabamos os dois, apertei meu rabo, tentando que eu não a tirasse. Deixei ele mais uns momentos dentro de mim e ele tirou. Seguimos nosso caminho bem devagar, parecia que ele não queria chegar. Entramos em outra aldeia e teve festa por verem ele com uma mulher branca e grávida. Era uma tribo amiga. Quando saímos de lá, já éramos 10 pessoas, 4 mulheres e 4 homens a mais, alguns com crianças. Eu pensei que íamos para nossa aldeia. Passamos perto de uma tribo rival. Enquanto meu marido e mais dois iam na frente vigiando, os outros dois com todas as mulheres íamos passando em silêncio, quase nos arrastando. Senti medo pela primeira vez. Depois que passamos a área, tudo voltou ao normal. Em algum lugar acampamos. Estávamos todos ao redor de uma fogueira que fizeram e, quando chegou a hora de dormir, perguntei onde dormíamos e ele respondeu: "ali mesmo". Dormimos todos juntos ao redor do fogo e não faltou quem comesse a esposa. Isso me animou a procurar meu marido, chupando a rola dele. Quando olhei, todos observavam minha ação. Eu continuei na minha, esperando que ele me comesse, mas não. Ele gozou na minha boca e no peito, para surpresa de todos. No final, as mulheres acabaram fazendo o mesmo que eu. Minha barriga continuava crescendo e calculo que já estava de 6 meses, e ainda não chegamos na nossa aldeia. Os meses passaram e Sheric não suspeitava que esse filho que eu esperava não era dele. Mais ainda, começamos novamente as sessões de sexo pesado com o garanhão, eu estava com 6 meses de gravidez, uma barrigona, sem estrias, porque eu passava cremes regularmente, que as outras mulheres faziam com ervas da selva. Meu ventre enorme me deixava intrigada, parecia que estava grávida de gêmeos, e minha barriga era maior que a de qualquer mulher da tribo, mesmo assim não perdi meu sex appeal, sentia a atração que gerava nos outros homens, mesmo grávida. Meus peitinhos antigos que pareciam de menina, agora estavam transformados em dois melões, qualquer um diria que eu estava grávida de quadrigêmeos. Sheric ficava com vontade de me foder sempre. Ele me fez ficar de cócoras. Com muito esforço consegui fazer isso. Lutei horrores com a barriga enorme que me incomodava um pouco, virando as costas pro Sheric, ele tira a pica dele, me empurra e consegue me inclinar, e num instante enfia na minha buceta - Ahhhhh, que gostoso, meu garanhão, esse menino já tava com saudade do papai💕💕 exclamei - Ultimamente meu filho tá crescendo mais rápido, né? Falei excitada - Na base da porrada de pica que você tá alimentando ele. Eu dizia... enquanto Sheric não parava de meter. - Love💓, desde que provei sua pica não quero provar outra nunca mais, quero que a gente fique junto pra sempre, que você me engravide sempre pra eu te alimentar com leite das minhas tetas💕 trocamos de posição, agora eu tava por cima dele, de costas pra ele. Dei uma visão linda das minhas bundas, que estavam num tamanho descomunal, 🍑 Agora só pica XL me fazia gozar, tava grávida de algum negão e olha como aquele garanhão me deixou, grávida de um menino enorme, quase não tinha tanta teta e olha como elas tão agora, cheias de leite pro meu filho e meu novo garanhão, olha minha bunda, qualquer um diria que é operada, mas não, é produto de tanta foda contigo, meu garanhão, e essa pica enorme que faz milagres💕💕 toca minha barriga e minhas tetas pra você sentir seu bebê! Falei pro Sheric Ele obedeceu e apalpou uma barriga tremenda, dura, com meu filho dentro, apertei minhas tetas e começou a sair leite, ele começou a mamar cada uma das minhas tetas enquanto vinha um orgasmo simultâneo pros 3✨✨ Levantei e começou a sair o leite do meu buraco - Uau, garanhão, olha quanto leite saindo da minha buceta, 💦💦 hahaha. Era verdade, saíam litros de leite pela buceta, Sheric começa a me beijar, isso me agrada, apalpo a pica do Sheric e ela endurece de novo. Tô bem excitada pela gravidez, ao mesmo tempo só consigo lamber a pica enorme do Sheric enquanto dizia - nunca vi mulheres com barrigas tão grandes quanto a minha! Sheric me coloca de quatro e começa a me penetrar, depois de 10 minutos de metida acelerada, um jato potente inundou minha buceta Sheric puxou a pica enorme dele pra fora, e eu, grata, selei meus lábios nos dele e nos derretemos num beijão💞 Uma tarde, entramos na Aldeia, que continuava exatamente como eu tinha visto, no fim da tarde. Fomos muito bem recebidos, e eu era o alvo dos olhares que observavam minha barrigona de grávida.gostosaPor quase dois dias eu só via meu marido à noite, ficando curiosa sobre o que acontecia durante o dia, quando os homens sumiam. Depois descobri o porquê. Eles se reuniam perto do povoado pra conversar sobre as outras tribos. Meu marido foi nomeado cacique do novo povoado, onde a gente tinha estado. No dia seguinte, partimos rumo à nossa nova aldeia, já com mais de 60 homens e mulheres, algumas com crianças. Assim minha vida seguiu. Tive um menino na primeira vez e logo engravidei de novo. Um dia, George chegou no nosso povoado com o pai e eu o vi. Ele me procurava com o olhar. CLAUDIA: Oi, ainda lembra de mim? GEORGE: Oi, tava te procurando pra te ver, como cê tá? CLAUDIA: Bem, aqui, me vê grávida de novo. ❤️ GEORGE: Quantos você já tem? CLAUDIA: Com esse que vem, 4, mais 2 meninas e 1 menino. GEORGE: Já era de se esperar, deu certo com o primeiro, fez como eu te falei. CLAUDIA: Sim, ele não desconfia de nada. GEORGE: Sente falta da sua vida antiga? CLAUDIA: Agora não. Quando você foi embora, me conformei que esse seria meu último lugar e tentei ser igual a eles. Por sorte, consegui e sou muito feliz. GEORGE: Sempre o mesmo marido, né? Ele já deve ter uns 24 anos, não? E você, 40. CLAUDIA: Não fala de anos, aqui pra mim isso não existe. Eu sou uma mulher e ele é meu homem, e só. Preciso te pedir um favor. GEORGE: Voltar? CLAUDIA: Não, de jeito nenhum, sou feliz aqui, te falei. Queria saber se você tem um celular pra tirar umas fotos. GEORGE: Sim, aqui, tá vendo. CLAUDIA: Queria que você tirasse fotos minhas com meus filhos, minha barriga e meu marido. GEORGE: Claro, quer fazer um álbum de família? CLAUDIA: Algo assim. Tirei várias fotos com meus filhos e marido. Outras só com a barriga enorme (minhas gestações eram enormes, talvez obra das pirocas grandes 😆) e outras só com as crianças. Quando vi as fotos, ri, memorizei o WhatsApp que ele tinha, subi as imagens, procurei o Eduardo e esperando que ele ainda tivesse aquele número, escrevi: Eduardo, essa é minha família atual, sou muito feliz ❤️ "obrigada por me expulsar". Devolvi o celular e esperei de todo coração que meu ex-marido lesse. Rindo, fiquei. Fica longe dele... Fim.

8 comentários - Paixão pela África final 🥒💦

celta05 +1
Genial
YalazJ
Muchas gracias,que bueno que te gustó...
No acostumbro a comentar pero este relato se pasa de verga NMMs, la prota es literalmente una HP y todavía lo hacen ver cómo si fuera la víctima. En fin, relato bastante entretenido, 👌
bien merecido que la familia la repudiera como la basura que era
bien merecido que la familia la repudiera como la basura que era