Paixão pela África 🥒💦

1ª PARTE Oi, meu nome é Cláudia, tenho 40 anos. Nasci em Rosário, na Argentina. O que vou contar aconteceu comigo quando acabei de fazer 35 anos. Tenho cabelo castanho claro, comprido e liso. Olhos castanhos e pele branca. Tenho 1,68m de altura e 92-62-90, medidas que já foram perdidas depois de uma sequência de três filhos e esperando o quarto. Conheci meu marido aos 16 anos e me casei aos 19. Eduardo foi meu único homem até aquele momento. Ele era advogado e tinha seu escritório com mais de 20 pessoas. Quando me formei em contabilidade, por recomendação do meu marido, comecei a trabalhar em uma multinacional. Nessa empresa também trabalhava Mabel, irmã do Eduardo. Rapidamente fui promovida a gerente comercial. Tinha que fazer viagens para o interior e exterior do país. Às vezes ia sozinha, outras vezes com alguma funcionária. Quando eu tinha uns 30 ou 32 anos, pensamos, eu e Eduardo, que tinha chegado a hora de engravidar e ter nosso primeiro filho. Tentamos muito, mas nada, e decidimos ir a um médico especialista. Esse médico disse que precisávamos fazer alguns exames para ver qual de nós dois não conseguia gerar. Devíamos começar pelo homem, já que é mais simples, e depois eu. Os exames na mulher são mais complexos e, dizem, às vezes dolorosos. No dia 12 de janeiro, começamos os exames. Eduardo sempre foi muito otimista, e como não ser? Uma revista pornô e uma ejaculação num potinho, e pronto... Suficiente para avaliar uma cultura de esperma. Como esperado, deu certo na contagem dele. Depois fui eu: exames de sangue, diagnósticos ginecológicos e um especulum frio abrindo minha buceta até onde dava, enquanto o médico estudava o interior... Foram semanas muito difíceis, cujo resultado foi decepcionante... Eu era o problema. 😭 Eduardo me fez sentir muito especial e não se importou de ter uma esposa estéril. Com esforço e dedicação, nosso casamento seguiu em frente. Um tempo depois, continuamos com o ritmo da nossa vida, e meu trabalho exigiu o máximo de mim. dedicação, o apoio do Eduardo foi fundamental. Um dia fui notificada de uma viagem de negócios para a África. Tinha que viajar para a Guiné Equatorial por aproximadamente 2 meses. No dia anterior à viagem, meu marido e eu tiramos o dia. Passamos juntos o fim de semana, seriam 3 dias. Viajamos para uma cidade balneária e passamos três dias de cinema, teatro, dança e muito sexo. Em casa já tinha preparado minha bagagem. Por que será que quando uma mulher viaja parece uma mudança pela quantidade de malas e quando um homem viaja só leva uma e uma bolsinha? No dia que eu tinha que partir, meu marido e minha cunhada me levaram ao aeroporto. Depois de um tempo, embarquei no avião que me levava ao meu novo destino. Lá me esperava uma mulher negra, era gostosa, tinha um corpo voluptuoso típico de mulher negra, uma bunda enorme e um par de peitos tamanho C, me faziam sentir uma novinha pouco desenvolvida ao lado dela. Ela ia servir de secretária e tradutora minha. Me instalei no hotel reservado. A funcionária se chamava Nora e ficou de vir me buscar à tarde para conhecer a cidade e jantar. No dia seguinte começaria meu trabalho. Às 7 da noite, Nora passou para me buscar no carrinho dela. Logo viramos amigas e ela me explicava o funcionamento da cidade e seus perigos. NORA: você deve evitar sair depois das 21 horas, ainda mais sendo mulher branca. Tem muitas gangues que além de roubar, quando são mulheres brancas jovens, estupram ou sequestram. Teve muitos casos de mulheres brancas que nunca apareceram. Se sair, deve fazer com o táxi que trabalha com o hotel. Eles te levam, esperam e te trazem de volta. Senão, deve fazer em grupos grandes de gente que mora no hotel. Mas você não tem problemas porque eu estou à sua disposição. — O que acontece com essas mulheres brancas desaparecidas? Perguntei super intrigada — Olha, podem ter vendido como escravas ou vivem no meio da selva, submetidas a alguma tribo ou clã. Ela respondeu de forma natural, Nora.
—A verdade dá medo como você conta.
—É a realidade.

Ela falou de forma crua, mas logo mudou o tom para um mais alegre.
—Agora vamos jantar num hotel muito bonito, que serve comidas internacionais excelentes.

Fomos a um hotel muito bonito, com um restaurante excelente. Eu percebi que tinha muitas mulheres brancas jantando com amigas e sem homens, e perguntei à Nora.
—São mulheres brancas cujos maridos trabalham em empresas internacionais, alguns à noite. Outros maridos vão ao cassino à noite ou organizam jogos de pôquer aqui no hotel e passam a noite jogando.

De repente, os garçons retiravam o serviço de comida das mesas e apareciam café ou alguma bebida alcoólica que as mulheres bebiam enquanto conversavam entre si. Depois, vi que entravam homens sozinhos, de 20 a 40 anos, negros, e sentavam no balcão para tomar algo. Enquanto conversavam entre eles e bebiam, não tiravam os olhos das mesas com as mulheres.
—E isso, Nora? — perguntei.
—Observa bem tudo, depois a gente conversa. — ela completou, séria.

Continuei intrigada, olhando, e vi alguns negros, por algum sinal das mulheres ou enviados pelos garçons a pedido delas, sentarem nas mesas com elas por alguns minutos. Prestei muita atenção numa mulher de uns 60 anos que tinha convidado um cara de uns 35 para a mesa dela. Conversaram por alguns minutos, e ela tirou da bolsa um punhado de dólares que entregou ao homem. Ele olhou a quantia e devolveu. Ela rapidamente adicionou mais dólares, e ele contou, balançando a cabeça. Depois, ele se levantou e ela o seguiu, desaparecendo da minha vista.
—Viu aquilo? Fecharam o preço e foram transar. Na Europa, chamam de gigolô, e por um preço eles transam com mulheres mais velhas que pagam por isso. Ele tem que ficar à disposição para o sexo que ela quiser, e por algumas horas estipuladas, ele é dela...

Continuei observando e vi uma mulher de uns 60 anos também que entregou um papelzinho ao garçom e indicou para quem ele deveria dar. Esse homem... Se aproximou da mesa da mulher e começaram a conversar. Ele devia ter uns 30 anos. Ela tirou da carteira um maço de dinheiro, que ele recusou por pouco. Ela puxou mais grana da bolsa e entregou pra ele. O cara ficou olhando pra ela sem dizer nada, depois esticou a mão direita até a orelha dela e tirou um brinco de bom valor. Examinou e, com a outra mão, tirou o da outra orelha, enquanto ela ficava toda passiva. Guardou tudo no bolso do paletó, levantou, puxou ela pela mão e sumiu da minha vista também. — É inacreditável o que eu vi. E pra onde eles vão? — perguntei, inocente. — Pra uns quartos vazios que o hotel tem. Elas pagam tudo, desde o quarto até as bebidas que eles consomem. — Ela respondeu, sem conseguir segurar um sorrisinho diante da minha pergunta idiota. Continuei curiosa e perguntei: — Mas daquela ali ele até tirou os brincos, que devem ser caríssimos! — Sim, mas tudo vale pra conseguir uma pica. — Ela respondeu, de forma mecânica. — E se os maridos aparecerem? 😱 Falei, toda preocupada. — Os porteiros dão cobertura em tudo, logicamente elas pagam eles. — Respondeu ela, tranquila. — Dá pra cobrir tudo, até a falta de dinheiro na frente do marido, mas aquela dos brincos... — Elas fingem que saíram do hotel e foram assaltadas. — Bom, Nora, por hoje já vi. Bastante, e tô surpresa. Me leva pro hotel. — Vamos, pra isso que tô aqui. — Ela disse, num tom puxa-saco. Me levou até meu hotel. Combinamos que ela passaria às 8 da manhã pra me buscar, e entrei no meu quarto. Falei um tempão no telefone com meu marido e fui tomar banho. Notei que tava molhada. Deitei na cama grande e não conseguia tirar da cabeça o que vi naquele hotel. Mulheres que não só davam dinheiro pra receber sexo, mas algumas entregavam até as joias. Não podia acreditar, no mundo sempre quem cobra é a mulher, ali era ao contrário. Tinha na cabeça a imagem daquela segunda mulher, que tinha dado uma boa grana em dólares e, bem passiva, deixou tirar os brincos e viu o cara guardar tudo. Será que tava com tanta vontade de transar? Eu virava e revirava na cama. pensando no que vi, fiquei molhada e sentia um fogo dentro de mim, então comecei a me tocar, beliscando meus mamilos já duros e eretos, enquanto minha mão direita desesperadamente entrava na minha pussy. Gozei igual uma puta, de bruços, com a mão na minha pussy e apertada na cama.

No dia seguinte; A verdade é que dormi muito mal, pensando a noite toda no que aconteceu naquele hotel e neste também. Parecia uma garota de 17 anos, toda tesuda, que nem sei quantas vezes me masturbei naquela noite. Gozava e cinco minutos depois já estava me tocando de novo, nem na minha época de adolescente eu tinha feito tanto. Às 8h da manhã, pontualmente, Nora veio me buscar, conforme combinado, mas a verdade é que não estava com vontade de ir trabalhar. Ela me levou até a empresa, fomos conversando sobre a vida dela na cidade, que era felizmente casada e mãe de dois filhos. Chegamos na empresa e entramos, ela me apresentando para as diferentes funcionárias e funcionários da gerência que eu ia assumir temporariamente... a verdade é que me pareceu um grupo legal de trabalho. O dia passou voando e Nora veio me buscar para me levar ao hotel. Ela me disse que tinha, naquela noite, a festa de aniversário dos sogros, mas que se eu precisasse de algo era só ligar no celular dela. Desci no hotel e fui rápido pro meu quarto tomar um banho. Pedi jantar no quarto e assistir um pouco de televisão. Depois da hora do jantar, eu ia me deitar, mas era muito cedo pra isso. Me vesti com uma saia marrom até um pouco acima dos joelhos, uma blusa branca. Por baixo, roupa íntima branca também e umas botas marrons combinando. Passei um pouco de sombra nas pálpebras, marquei bem as sobrancelhas com um delineador e pintei os lábios de leve. Tirei a aliança de casada, por via das dúvidas, mas no meu dedo ficou a marca dela e coloquei uns brincos, que apesar de serem bijuterias, tinham me custado uns bons dólares. Desci pela escada, já que meu quarto fica no primeiro andar, enquanto descia vi várias mesas ocupadas por mulheres sozinhas. Em vez de ir pro restaurante, fui na recepção pra ver se tinha algum recado ou carta pra mim. Não tinha nada e fiquei por ali, olhando umas vitrines do hotel. Entrei numa delas e comprei um anel de fantasia pra esconder a marca da aliança no meu dedo. Sentia na nuca os olhares não só dos homens, mas também das mulheres. Depois de alguns minutos de indecisão, fui pro restaurante. Tinha mais mulheres do que antes e o balcão tava cheio de homens negros de 20 a 60 anos. Já tinham terminado de jantar e todo mundo tava pedindo café e bebidas. Me aproximei de uma mesa com duas mulheres mais velhas que eu e pedi licença pra sentar. Sentei e a gente conversou besteiras. Depois elas focaram a atenção nos homens que tinham chegado e eu fiquei observando disfarçadamente. Uma delas chamou um cara do balcão na maciota. O cara, uns 35 anos, veio até minha mesa e sentou do lado dela, ficando entre ela e eu. Vi ele colocar a mão direita na perna dela e acariciar a coxa de cima a baixo. Eu via tudo. Ela tirou da bolsa uns quinhentos dólares, que ele pegou e contou. Fez um gesto com os dedos, como se fosse pouco, e ela tirou mais uns 300 dólares da bolsa e entregou pra ele. Ele concordou, sorrindo, pegou a mão dela e os dois se levantaram e sumiram da minha vista. Uns minutos depois, a outra mulher fez a mesma coisa e fiquei sozinha na mesa. Pedi outro café, olhando pras várias mesas de mulheres. Me sentia inquieta e molhada. Senti alguém se aproximar pelas costas, olhei e era um negro de uns 25 anos, que encarou meus olhos, fazendo minhas bochechas corarem. Em inglês perfeito, ele disse: "Oi, meu nome é George e tava te observando. Você olha em volta, mas parece não se interessar por nada." — "Só desci pra tomar um café, tô hospedada nesse hotel", respondi, toda envergonhada. — "E como você se chama e quantos anos tem, divina? Ele disse, sedutoramente, notando meu constrangimento. — Claudia, tenho 35 anos e sou casada... — isso de casada eu não perguntei. Ele disse, decidido. — Olha ao seu redor, todas são casadas, algumas são avós e vêm aqui pra gente dar uma mexida sexual nelas. (E pegando na minha mão, que eu tirei na hora. Na tentativa, ele levou o anel que eu tinha comprado.) Vejo que tem a marca da aliança. Tirou por algum motivo especial. — Não!! Só medo de roubo. — E aí, o que a gente faz? — Como assim, o que a gente faz? — Não me trata como idiota, você sabe o que rola aqui. Além disso, tenho muito prestígio e não posso jogar fora com qualquer reventada. Eu estava perturbada, sem foco. Pensei: o que estou fazendo aqui agora? Em vez de levantar e ir embora, abri minha bolsa e, sob o olhar atento dele, tirei quatro notas de 100 dólares. Ele contou e disse: — Só isso que você tem? É pouco. Eu já estava assustada e sem conseguir controlar a situação, com vontade de sair correndo, mas a mão dele acariciava minha coxa direita. Fiquei paralisada pelo olhar dele. — Não tenho mais nada além disso. Então ele (arrancando os brincos das minhas orelhas) disse: — Bom, 400 dólares, uns brincos e um anel de fantasia, por hoje tá de boa. Vou fazer porque você é gostosa e jovem, e vou te atender umas 3 horas mais ou menos, mas na próxima traz mais grana. Eu, muda, com as pernas tremendo, só via que o trato estava fechado. Ele me pegou pela mão e puxou. Parecia uma locomotiva e eu o vagão de Booty. Fomos pra recepção, fiquei com vergonha na frente do porteiro. Ele pediu um quarto, ainda bem que não me levou pro meu. Ele disse pra cobrar aquilo e umas bebidas na conta do meu quarto. O homem pediu o número do quarto e eu, como uma autômata, falei 112. Subimos pro nono andar e ele abriu a porta do quarto 903 e me empurrou suavemente pra dentro. Me puxou até o quarto. — E aí, o que tá esperando? Não vai usar o banheiro ou tenho que te levar? Entrei rápido e devo ter demorado, porque logo ele bateu na porta. — Vamos, gata, não tenho o dia todo, vem que eu quero. te aproveitar de você. Eu estava apavorada, sem saída, pensando como tinha me metido naquilo. Abri a porta do banheiro e não vi ninguém. Pensei que ele tinha ido embora e senti um alívio. Idiota de mim, por pensar essa merda, nisso sinto alguém tocar meu ombro direito por trás e me viro assustada. Parado na minha frente, completamente nu, parecia uma estátua de ébano. Com o corpo negro, brilhante e musculoso no meio da penumbra do quarto. Alto, uns 1,90 sem dúvida mais que eu. Ele todo sorridente, com uns dentes perfeitos que pareciam de marfim. Olhei pra baixo e me assustei. Estava nu totalmente e tinha pendurada uma pica enorme de uns 23/25 cm e uma grossura de 4 ou 5. Tava apavorada, quando sinto as mãos dele rasgarem minha blusa branca, ficando só de sutiã. — É a primeira vez que você trai seu maridinho? É sua fantasia transar com um negro pra ele encher todos os seus buracos? — Kkkk A risada dele era debochada, e francamente de muito mau gosto. Eu, puta da vida, tentei cobrir meus peitos, mas já era tarde. Com velocidade, ele arrebentou meu sutiã e meus peitos ficaram no ar. E ele apertou meu peito contra o peito dele, me deixando imóvel. Concordei que sim, que era minha primeira vez, e ele riu ainda mais alto. — São todas iguais. Primeiro se fazem de tímidas e decentes, depois se arrastam pra serem comidas. — Sério, não sei como me meti nisso, parece que tô sonhando. — Agora você diz sonho, depois pesadelo, e termina implorando de joelhos pra te comerem. Kkkkk... Nisso tudo, a mão direita dele, enquanto a esquerda me segurava, descia e subia pela minha perna tentando chegar na buceta. Abriu o zíper da minha saia, que caiu logo no chão, me deixando só com uma calcinha minúscula, que ele arrancou na hora, colocando na minha boca. Eu estava sozinha diante dele com uma mistura de medo, vergonha, rubor e também esperando que ele me fizesse dele. Ele me apertou contra a parede do quarto, tirou a calcinha molhada da minha boca e jogou no chão. Fico olhando fixo nos meus próprios olhos, e de vergonha tive que baixar os meus. Com as duas mãos, ele apoia nos meus ombros e empurra pra baixo. Tentei resistir, mas ele era muito forte, e fiquei de joelhos na frente dele. O pau dele ao alcance da minha boca. Ele brandiu, bateu com ele na minha boca até que eu abri e ele enfiou. Fez eu chupar de cima a baixo, incluindo as bolas. Eu chupava o pau do meu marido, mas não as bolas, e muito menos um pau daquele tamanho.Paixão pela África 🥒💦Aquela ferramenta era monstruosa, descomunal, e as bolas dele eram ainda mais pretas que o próprio corpo, do tamanho de bolas de sinuca. Assustada, continuei chupando, observada por ele, até que ele gozou na minha boca, no meu rosto e nos meus peitos. Até respingou porra no meu cabelo. Fiquei exausta, minha mandíbula doía um pouco. Eu aprendi a chupar a pica do meu marido, nunca com outro, mas a dele era de tamanho mais normal. A desse cara era infernal, além de grande e grossa, tinha aquele preto brilhante, igual ao corpo dele. Ele estava meio ereto e, de repente: acordou de uma vez e apontou pra mim, orgulhoso, enquanto da ponta dele uma quantidade imensa de líquido pré-seminal caía como uma cachoeira. Então, acariciando a ferramenta dele, ele soltou um comentário sedutor. — Verdade, você é muito gostosa. Eu (secamente) — Valeu. Ele (aproximando o rosto dos meus peitos) — Além disso, tem um corpão do caralho, digno de uma rainha. Apertou meus peitos com a mão e a boca dele se encheu com meu mamilo direito, chupando, esticando com os lábios, soltando e pegando de novo, enquanto minha mente se perdia no prazer que eu sabia que não demoraria a chegar. Então ele: desceu com a boca e a língua até minha buceta. Ao chegar, mordia meus lábios vaginais, que me faziam soltar suspiros gostosos. Depois, ficou brincando com a mão na minha buceta. Enfiava os dedos nela, beliscava meus lábios inferiores e deixava a mão parada sobre minha buceta. Minha respiração ficava meio ofegante e, quando ele parava, se acalmava. De repente, a mão dele batia, sem força, na minha buceta, e me dava mais tesão, e ele brincava com isso. Eu desesperava e ansiava que a pica enorme dele me penetrasse fundo. Já tava no limite, queria que entrasse na minha buceta, que enchesse ela com a pica enorme dele e me comesse com tudo. Ele continuou na dele, tranquilo, me deixando mais desesperada, brincando com minha paciência. Depois de vários minutos, aproximou a boca da minha e enfiou a língua na minha, buscando aquele beijo de língua. Senti que a cabeça da pica dele manejada pela mão dela, tava na porta da minha buceta querendo penetrar, e eu abri mais minhas pernas pra receber, fechei os olhos e me preparei. Devagarzinho ela foi enfiando até encher toda a minha cavidade. -Ahhhhhhhh💞💞💞gostosaSenti que parecia que eu tinha um ferro quente na minha buceta e me dava muito prazer. Depois, com o pau todo dentro, começou o vai e vem de tirar e meter. Num momento, ele tirou tudo e eu fiquei desnorteada, olhando desesperada por ele ter tirado. Ele me olhava sorrindo, como se estudasse minha reação, e colocava de novo. Fez isso várias vezes, diante do meu desespero e dos meus pedidos para que não tirasse, por favor. Ele fazia, me olhando com prazer de como eu sofria quando ele tirava. Cruzei minhas pernas atrás da cintura dele, tentando que ele não tirasse mais, mas ele fazia o que queria comigo, mordia meus mamilos, me dava beijos de língua e me bombava quando queria, e quando queria, parava com o pau dentro de mim. Chegou um momento em que eu não aguentava mais e me mexia desesperada, acompanhando os movimentos dele.gostosaSenti dentro de mim um orgasmo lindo e redobrei meus esforços, ele acelerou e eu gritava de prazer. - Ahhhhhhjjjj 💖💖 Senti dentro do meu corpo um fogo que descia pra minha buceta. Explodimos ao mesmo tempo e cravei minhas unhas nas costas dele ao fazer isso, ele gemeu e seguiu em frente. Gritei como nunca e senti um prazer imenso. Não sei se foi um orgasmo ou vários, um atrás do outro, e o semen quente dele regando minha buceta, até que ficamos os dois deitados juntos na cama, sem articular mais palavras. Em silêncio, chorei de prazer e levantei pra ir ao banheiro me sentar no bidê pra lavar minha buceta. Ele se levantou enquanto eu fazia isso, entrou no banheiro e juntos nos metemos debaixo da chuva do chuveiro. Cada um ensaboou o outro e depois nos secamos do mesmo jeito. Era impressionante aquele corpo de moreno ao lado da minha brancura extrema. Mais tarde, a gente deu mais uma trepada e eu estava eufórica, desinibida, sem nenhuma amarra como no começo da noite.interracial— Veste e vamos embora — já temos que ir. ☹️
— Kkkkk 😂 A risa debochada dele ecoou por todo o andar. Aí ele completou — sim, vamos dar um rolê pela cidade e almoçar.
— Quanto vai me custar, incluindo sábado e domingo?
— Não muito, eu pago o almoço e o jantar. Pelas duas noites, me dá mil dólares, com uma condição.
— Mil dólares!!! E com uma condição. Acho meio caro já, e qual é a condição?
— Trazer hoje, sábado, uma amiga minha, e amanhã à noite, um irmão meu.
— Cê tá louco? O que cê pensa que eu sou?
— Kkkkk, o que eu acho que você é? Você é uma mulher faminta de sexo, mal comida, que veio aqui pra se atualizar. Seu maridinho não te atende como deve e você é uma insatisfeita sexual. O que me diz, vamos fazer?
Não consegui argumentar nada, tava perdida. Só consegui falar:
— Tá bom, vamos sair pra comer, deixa eu pensar.
Nisso, o telefone do quarto tocou pra avisar o horário e saber se a gente ia liberar o quarto ou continuar, e ainda pra falar das reclamações dos vizinhos sobre os gritos de mulher no nosso quarto. Fiquei com uma vergonha danada disso, e o George atendeu dizendo que a gente já ia embora. Saímos do hotel, eu tinha colocado óculos escuros, mais pra me esconder por causa dos gritos do que pelo sol. Ele me levou pra comer num restaurante e ficamos conversando bem agarradinhos, nos alimentando um ao outro, afinal, nesse país ninguém me conhecia. Além disso, eu não me reconhecia no meu jeito de agir: pagar pra transar com um cara que me comesse, passar a noite toda com ele e agora sair pra um restaurante.
— Você sai caro, mil dólares, e ainda quer trazer outros pra me comer.
— Então me dá 500 e eu trago eles.
Aí, num momento de burrice suprema, eu falei:
— Tá bom...
Então, aproveitando o momento, ele respondeu:
— Espera, vou falar com ela no telefone e a gente vai.
Ele falou com ela e marcou pras 10 da noite. Fomos pro hotel.
— Espera, tenho que ir ali, tem um caixa eletrônico, saco dinheiro e a gente segue.
Completei:
— Beleza.
Ele respondeu:
— Pronto, vamos pro hotel, tem que reservar pra esta noite.
— Não reserva, vamos pro teu quarto e você economiza. plata. - no meu quarto não. - tá com medo da gente te roubar? - não conheço bem nenhum deles, só transei com você. - beleza, então reserva. Respondi francamente irritado... Chegamos no hotel e fiz a reserva por dois dias. Depois fui pro meu quarto trocar de roupa íntima. Me troquei e coloquei a aliança. - como você tá gostosa, essa é a aliança, tirando ela e colocando no dedo mindinho dela. - me dá!! - deixa comigo, juro que no dia que você sair do país eu te devolvo. - não, me dá agora.😡 Me aproximei e segurei os braços dela, dando um beijo na boca e depois passei a mão nela toda. Me deixei levar e correspondi. A gente se despiu e ficou de 69. Foi uma parada espetacular sentir ela chupando minha pussy e eu ao mesmo tempo chupando o cock dela. Então uma nova sessão de sexo estava prestes a começar...

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