A mãe da minha namorada
Lucía e eu nos conhecemos quando ela tava no segundo ano do ensino médio, ela tinha 17 anos, eu 20. Sempre fui meio vagabundo, não gostava de escola nem de trampo. Larguei o ensino médio e comecei a fazer frete de moto. Com a Lucía, a gente sempre teve um relacionamento cheio de briga, conflito. Os pais dela não me conheciam e nem queriam conhecer. A mãe dela vivia falando que eu era um vagabundo, que não prestava, que só sabia ir pro futebol, beber cerveja com os amigos, fumar maconha e um monte de outras coisas — muitas delas deviam ser verdade. Sempre fui bem infiel pra Lucía, ela sabia, e depois das primeiras brigas, sempre acabava me perdoando. Desde moleque, sempre tive uma fascinação e atração por sexo, talvez até meio exagerada. Aos 14 anos, eu ainda tava na sétima série e uma professora de uns trinta e poucos anos se envolveu comigo. A gente se encontrava nas horas vagas dela, mas isso é outra história — só pra dizer que desde muito novo eu já comia um monte de mulher. A real é que sou bem dotado e sou apaixonado por sexo, e acho que esse é o principal vínculo que a gente tem com a Lucía. Cada casal tem algum tema que une, o nosso era puro sexo. Por isso acho que ela aturava todo o resto, ela adorava transar comigo. Quando a gente tinha 20, ela já tinha saído do ensino médio, tava trabalhando e subindo rápido numa multinacional. Era ambiciosa e logo tava conseguindo sucesso no trampo. Decidiu que queria tentar ficar longe de mim, conhecer outros caras. Depois de quase um ano sem se ver, recebi uma mensagem dela. Dizia que tava saindo com alguém, mas que sentia minha falta, queria me ver, tomar um café, bater um papo. Sabendo como era nosso vínculo, sabia que ela devia estar com vontade de ter um encontro sexual daqueles bem fortes, dos nossos. Devia ser isso que ela tava sentindo falta. Ela me marcou num café no centro da cidade. Eu cheguei primeiro, quando Vi ela entrar, um sorrisão brotou na minha cara, ela tava fortíssima, e veio toda produzida, não tinha dúvida do que queria. Quando chegou perto, me deu um beijo suave no canto dos meus lábios, quase roçando eles. Sentou e ficamos um tempão em silêncio, o garçom veio e ela pediu um cortado, o garçom voltou, e quando ele foi embora aí sim começamos a conversar. Falei pra ela
Sua mamãe deve estar felizona agora que você tá com alguém importante... alguém do seu nível...
—Não tô a fim de brigar...
-Me perdoa... você tem razão... e por que você queria me ver...
-Não sei... sinto que tô com saudade de você...
—Não sei do que você pode sentir falta... já que reclamava de tudo... a não ser que queira dar uma boa trepada...
-Que mal-educado que você é... o que você pensa... que eu vim pra você me comer... acho melhor eu ir embora...
-Ali está a porta... grana pro café eu tenho... não sou que nem teu namorado rico... mas dois cafés eu posso pagar... vai lá...
—Você tá puto...
—E você deu ouvidos pra mamãe... por que não vai falar com ela...
—A verdade é que nem sei pra que vim... — disse, levantou, jogou um dinheiro em cima da mesa e saiu da cafeteria.
Eu tava me sentindo um merda, mas não conseguia controlar minha raiva. Do meu jeito, eu amava ela e sentia que ela tinha me largado sem dar a mínima, influenciada pela mãe dela.
Tentei seguir com minha rotina, não tinha me feito bem vê-la. Na semana seguinte, recebi uma mensagem dela, me esperava pra jantar na casa dela, tinha sido um pouco grossa, queria se desculpar.
Nem preciso dizer que tivemos um encontro super apaixonado, ficamos a noite toda e na manhã seguinte ainda estávamos os dois no fogo, assim, aos poucos, retomamos a relação, mas eu ainda continuava puto.
Ela decidiu que queria que eu conhecesse os pais dela, já era hora. A mãe dela tinha 43 anos, o pai 55. Pelas fotos que eu tinha visto dela, ela era bem gostosa, cara de safada.
Quando fomos na casa deles, a gente foi se apertando no elevador, meu pau já tava durasso quando entramos. Entramos na cozinha, a mãe dela tava de costas, um vestido justo, uma calcinha fio dental bem pequena enfiada naquela rabuda, e aquele rabo era uma delícia. Fiquei de olho, apreciando a bunda dela. Quando ela se virou, me olhou de cima a baixo, acho que gostou do que viu, além disso percebi que ela deu uma olhadinha pro meu pau durasso. Depois, no jantar, me toquei da situação: ela tava claramente insatisfeita, tudo era ataque pro marido. Num instante percebi que aquele casamento tava morrendo, e que ela precisava de uma relação mais forte. Mesmo assim, ela falava de mim com desgosto, não gostava que eu fosse o namorado da filha dela, e fazia questão de me mostrar isso o tempo todo. O velho era gente boa, mas dava pra ver que era um homem cansado, meio derrotado, talvez nem estivesse muito bem de saúde também.
Dois meses depois daquele encontro, os pais dela se divorciaram. Eu e a Lucía estávamos transando toda hora que nem coelhos. Uma noite que a gente tinha bebido demais enquanto metia, eu falei pra ela.
—Não gosto nada que você tenha passado quase um ano com aquele babaca... — enquanto comia ela bem gostoso.
—Você não vai me perdoar... o que o senhor quer que eu faça pra me perdoar?... — A gente tinha fumado um baseado, tomado vinho, tava mó solto.
-Você vai entregar sua mãe de bandeja pra mim... adorei aquele rabão que ela tem... e agora que tá divorciada... vou pegar ela... aquela puta maldita... -os olhos dela se arregalaram, a respiração ficou ofegante, percebi como ela ficou excitada.
—O que cê tá dizendo...? Tá maluco?
A boca dela dizia uma coisa, o corpo dela dizia outra.
—Não vou ficar te enganando com qualquer vadia... vou meter na rabuda gostosa da sua mãe e você vai saber e aceitar de boa...
—Que cê tá falando, tá maluco... —dizia enquanto entrava numa espécie de orgasmo que parecia que ia desmaiar.
Na manhã seguinte, pedi desculpas pra ela, falei que a gente tinha fumado e bebido pra caralho, mas tinha certeza de que o assunto já tava no ar.
Depois de quase duas semanas, a gente tinha bebido um pouco mais de novo. Enquanto ela montava em mim, do nada começou a rebolar mais forte, ficava cada vez mais tesuda.
—Tá pensando no teu ex-namorado... que tá tão tesuda...?
- Sério que você comeria a minha coroa...
-Não pense duas vezes... ela tem uma rabuda... e uma cara de puta impressionante... ia ficar bem no cuzinho dela... ela deve adorar uma pica...
-O que cê tá dizendo...
-Dá pra ver o quanto ela é puta... precisa de uma boa pica... por isso deixo com teu pai...
Ela não falou mais, não sei quantos orgasmos ela teve, parecia que não conseguia parar.
Uma semana depois, no jantar, ela falou.
—Na primeira vez que você me disse que queria comer a mamãe, você falou que eu ia entregar ela de bandeja pra você...
-Esquece, amor... quando a gente bebe... fala qualquer besteira...
-Como seria...?
-É fácil... mas se quiser brincar, é por sua conta e risco...
-Mas fala...
- Nada... quando você for vê-la... reclama do mesmo jeito que reclama de mim sempre... mas conta a verdade pra ela...
-Que verdade...
- O que te deixa louca é o jeito que eu te como... que ninguém te fode como eu... que você adora minha pica... daqui a pouco vai querer saber mais...
—Mas como é que vou falar isso pra minha coroa...
-Dá um jeito... sei lá... não seja tão direta...
A Lucía vinha soltando uns comentários pra minha sogra, ela mandava ela calar a boca e depois sempre fazia alguma pergunta pra ela explicar melhor do que tava falando, minha sogra tava entrando na brincadeira, Lucía dizia que não.
Dois meses depois foi o aniversário da minha sogra, estavam alguns parentes, mas principalmente um grupo de amigas dela.
Quando a gente tava no carro da Lucía, eu falei pra ela.
—Hoje pode ser o dia... — ela fez silêncio. — Depois da festa, posso esquecer alguma coisa na casa dela e voltar pra buscar, te garanto que vou comer ela todinha...
—Que cê acha...? Cê tá pensando o quê... que só porque falei umas merdas pra minha mãe, ela vai ficar de mão beijada pra você...
—Não comigo em especial... mas se ela não sair com as amigas e ficar em casa... eu vou voltar... e te juro que ela vai dar pra mim...
—E eu, o que faço...?
Me espera gostosa em casa... pode bater uma se quiser...
-Filho da puta... - ela dirigia, eu acariciei por um bom tempo a bucetinha dela, sentia todo o tecido da calcinha fio dental encharcado.
- te excita que eu coma sua mãe, hein... vou te dar o gosto...
-Ahhhh... filho da puta... come essa puta gostosa...
A gente se comeu de boca por um tempão, depois entramos no apartamento. Minha sogra veio me cumprimentar, tava um absurdo de gostosa com um vestido super justo, já tinha bebido um pouco, parecia animada. Quando veio me beijar, eu beijei o canto dos lábios dela e puxei ela pela cintura pra perto de mim, deslizando a mão na altura do quadril, fiz ela sentir meu volume, e notei que ela nem fingiu se afastar. Durante a festa, percebi que ela ficava me olhando, não acreditei que o que a Lúcia tinha contado ia pegar tão forte nela. O que ela tinha bebido deixou ela mais solta, parecia que tava esperando alguma coisa.
Num instante ela foi pra cozinha, eu me aproximei por trás e apoiei ela suavemente, enrolando minhas mãos na cintura dela. Ela jogou a cabeça pra trás, encostando do lado da minha cabeça.
—O que cê tá fazendo, genro...? Fica quietinho...
—Vou esquecer meu celular aqui... e depois vou voltar pra pegar, sabe...
-Ia sair com as minas...
Que puta, pensei que ia sair, já cancelou, não se importa que seja o namorado da sua filha, se fazia de senhora direita, montes de pensamentos de raiva, ódio e rancor passavam pela minha mente, mas senti aquela rabuda apoiada na minha pica, e na hora sumiram tudo, nada melhor que sexo pra apagar as brigas.
- Te aviso quando tô vindo... chego em casa, pego a moto e venho...
—Você é louco... —disse ela, saindo da cozinha.
Os poucos parentes foram embora e as amigas convidaram ela pra sair, ela se desculpou dizendo que não tava se sentindo bem, a gente saiu com a Lucía quando as amigas dela foram embora, eu tava com um sorriso no rosto. A Lucía me olhou, o que que cê tem.
—Tua mãe tava na cozinha e eu falei pra ela que ia esquecer o celular e ia buscar... ela tava pensando em sair...
Lucía parou o carro e veio me beijar com tudo, me apertava o pau.
-Filho da puta... vai comer minha velha...
-Precisa de pau, coitada da senhora... e não vou te enganar...
Filho da puta...
-Já disse... talvez eu te perdoe por ter me deixado um ano inteiro...
Ela começou a chupar minha pica no carro.
-Não vamos desperdiçar porra... é pra sua mamãe hoje...
—Mano... —ele gritou pra mim e continuou dirigindo pra casa.
Peguei minha moto, liguei ela e falei pra ela.
-Vai pro quarto e bate uma... não sei a que horas volto...
Ela chegou perto e comeu minha boca.
—Te amo... —ela me disse.
Quando cheguei na casa da minha sogra, subi até o andar com as chaves da Lucía, mas apertei a campainha do apartamento.
-Quem é...?
- teu genro...
Ela abriu a porta bem devagar, eu entrei passando pelo lado dela,
—Acho que não foi legal você ter vindo... —ela disse enquanto eu diminuía a distância até ela, peguei ela pela cintura, comi a boca dela e apertava forte os glúteos dela, apalpava ela com gosto.
-Que rabão que a senhora tem, sogrinha...
Ela só me devorava a boca, a mão dela já tinha ido pro meu pau e apertava como se tivesse medo que escapasse. Ela se ajoelhou, desabotoou a calça e puxou tudo junto, calça e cueca. Meu pau saltou feito mola, tava duríssimo. Ela começou a percorrer ele com a língua, de vez em quando engolia a cabeça, de vez em quando brincava com a língua, era toda uma expert. Ajudei ela a se levantar e tirei o vestido dela. Andei ao redor dela, ela não ficou nem um pouco constrangida, adorava que eu a olhasse.
—Que bundão gostoso você tem...
—você gosta...?
Agora eu caí de joelhos entre as coxas dela e, puxando a tanga pro lado, dei um boquete de campeão. Ela gemia e apertava minha cabeça contra a buceta dela; num instante senti que ela gozava como uma gostosa.
-AAaAsssssiiiii que lindo genro... -me agarrou na pica e me levou pro quarto, se jogou na cama e deixou a calcinha fio dental puxada pro lado como tava, deu uns tapinhas suaves na buceta dela- não precisa usar camisinha... eu me cuido...
Brincou um tempão com a cabeça da minha roça passando pelos lábios dela.
-Mete em mim, por favor...
Enfiei a língua até o fundo e a gente se comeu de boca, tirei os peitos dela pra fora do sutiã, eram bem maiores que os da Lucía e balançavam no ritmo da minha bombada, me deixando louco.
-Que gostosa você tá, putona...
—Gostou, cachorro...?
Me deixou do caralho ela me chamar de cachorro, tinha um desprezo no tom dela, e isso me excitou ainda mais, acho que ela percebeu.
As putinhas vadias me encantam...
—Muita puta pra vocês, hein...
Enfiei bem fundo nela por um bom tempo, a gente não parava de gemer, os dois tavam no fogo. Não costumo aguentar tanto, mas eu não queria gozar, parecia que queria durar pra sempre. Saí dela e virei ela na cama. Ela me olhou por cima do ombro com cara de puta.
—Sou muita mulher pra você, não é...? cachorro...
Chupei a bunda dela igual um desesperado, brincava também com meus dedos na bunda e na buceta dela, tava toda molhada.
Me acomodei por cima dela e enfiei até o fundo na buceta dela, puxei o cabelo dela pra um lado, mordi forte o pescoço dela, ela gemeu.
- O único jeito da minha filha aguentar um cachorro como você...
Tirei ela da buceta e comecei a brincar na portinha do cuzinho dela.
—Não me parece que você mereça a bunda de uma mulher dessas...
Não sei o que deu em mim, mas senti que eu tava quebrando, que tinha uma espécie de luta mental e que ela começava a levar vantagem.
-Coloca de novo na minha buceta... já basta que você me coma por ali...
Depois me fez sair e ficar deitado na cama de barriga pra cima,
-Agora vou montar em você... você precisa entender qual é o seu lugar com uma mulher como eu...
Me sentia voando de tesão, em todos os meus relacionamentos eu sempre tinha sido o dominante.
Ela percebia como as coisas tinham mudado.
—No final, você não passa de mais um pobrezinho molenga...
Meu pau tava cada vez mais duro.
Apoiou os peitões no meu peito e começou a falar no meu ouvido.
-Eu percebi que a Lucía tá nesse jogo... quando ela começou a falar das suas qualidades, eu sacou...
Ela se levantou, me deu um tapa forte na cara e voltou pra mesma posição.
— Não achou que eu ia ser sua putinha fácil, né...?
Eu tinha perdido toda a capacidade de falar.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Uminútilcomo vocês têm que aprender a servir as mulheres, sabe...? - Eu não respondi, ela se levantou e me deu outro tapa forte.
—Quando minha filha me contou... eu disse que tava ligada no jogo... que me deixasse que eu ia te educar... quando for gozar me avisa... vai gozar fora... nem pense em gozar dentro de mim...
- Tem que ficar bem claro pra você que é um cachorro... que tá aqui pra nos servir... a mim e à minha filha...
Ele se preparou pra me bater de novo, e eu respondi antes que ele fizesse isso.
—Sim, senhora...
Ela saiu de cima de mim.
-Agoraquero que você se masturbe pra mim... vamos... se mexe... fica de pé e bate uma...
Ela se jogou na cama e ficava se acariciando a bucetinha dela, agora você vai arrumar umas flores em algum lugar, vai pra sua casa e vai pedir desculpas pra minha filha, vai fazer o amor com ela com devoção... não igual o cachorro desesperado que você é...
Meu pau cuspiu jatos de porra, nem sei quantos foram,
-Pega um pano e limpa essa porra, cachorro... quando eu precisar de você, eu chamo...
Saí de casa com uma mistura estranhíssima de sentimentos, nunca tinha sentido algo assim, consegui as flores finalmente e voltei pra casa, transei a noite toda com a Lucía, muito mais gostoso e carinhoso que outras vezes, antes de dormir ela disse
-Mamãe tinha razão...
Lucía e eu nos conhecemos quando ela tava no segundo ano do ensino médio, ela tinha 17 anos, eu 20. Sempre fui meio vagabundo, não gostava de escola nem de trampo. Larguei o ensino médio e comecei a fazer frete de moto. Com a Lucía, a gente sempre teve um relacionamento cheio de briga, conflito. Os pais dela não me conheciam e nem queriam conhecer. A mãe dela vivia falando que eu era um vagabundo, que não prestava, que só sabia ir pro futebol, beber cerveja com os amigos, fumar maconha e um monte de outras coisas — muitas delas deviam ser verdade. Sempre fui bem infiel pra Lucía, ela sabia, e depois das primeiras brigas, sempre acabava me perdoando. Desde moleque, sempre tive uma fascinação e atração por sexo, talvez até meio exagerada. Aos 14 anos, eu ainda tava na sétima série e uma professora de uns trinta e poucos anos se envolveu comigo. A gente se encontrava nas horas vagas dela, mas isso é outra história — só pra dizer que desde muito novo eu já comia um monte de mulher. A real é que sou bem dotado e sou apaixonado por sexo, e acho que esse é o principal vínculo que a gente tem com a Lucía. Cada casal tem algum tema que une, o nosso era puro sexo. Por isso acho que ela aturava todo o resto, ela adorava transar comigo. Quando a gente tinha 20, ela já tinha saído do ensino médio, tava trabalhando e subindo rápido numa multinacional. Era ambiciosa e logo tava conseguindo sucesso no trampo. Decidiu que queria tentar ficar longe de mim, conhecer outros caras. Depois de quase um ano sem se ver, recebi uma mensagem dela. Dizia que tava saindo com alguém, mas que sentia minha falta, queria me ver, tomar um café, bater um papo. Sabendo como era nosso vínculo, sabia que ela devia estar com vontade de ter um encontro sexual daqueles bem fortes, dos nossos. Devia ser isso que ela tava sentindo falta. Ela me marcou num café no centro da cidade. Eu cheguei primeiro, quando Vi ela entrar, um sorrisão brotou na minha cara, ela tava fortíssima, e veio toda produzida, não tinha dúvida do que queria. Quando chegou perto, me deu um beijo suave no canto dos meus lábios, quase roçando eles. Sentou e ficamos um tempão em silêncio, o garçom veio e ela pediu um cortado, o garçom voltou, e quando ele foi embora aí sim começamos a conversar. Falei pra ela
Sua mamãe deve estar felizona agora que você tá com alguém importante... alguém do seu nível...
—Não tô a fim de brigar...
-Me perdoa... você tem razão... e por que você queria me ver...
-Não sei... sinto que tô com saudade de você...
—Não sei do que você pode sentir falta... já que reclamava de tudo... a não ser que queira dar uma boa trepada...
-Que mal-educado que você é... o que você pensa... que eu vim pra você me comer... acho melhor eu ir embora...
-Ali está a porta... grana pro café eu tenho... não sou que nem teu namorado rico... mas dois cafés eu posso pagar... vai lá...
—Você tá puto...
—E você deu ouvidos pra mamãe... por que não vai falar com ela...
—A verdade é que nem sei pra que vim... — disse, levantou, jogou um dinheiro em cima da mesa e saiu da cafeteria.
Eu tava me sentindo um merda, mas não conseguia controlar minha raiva. Do meu jeito, eu amava ela e sentia que ela tinha me largado sem dar a mínima, influenciada pela mãe dela.
Tentei seguir com minha rotina, não tinha me feito bem vê-la. Na semana seguinte, recebi uma mensagem dela, me esperava pra jantar na casa dela, tinha sido um pouco grossa, queria se desculpar.
Nem preciso dizer que tivemos um encontro super apaixonado, ficamos a noite toda e na manhã seguinte ainda estávamos os dois no fogo, assim, aos poucos, retomamos a relação, mas eu ainda continuava puto.
Ela decidiu que queria que eu conhecesse os pais dela, já era hora. A mãe dela tinha 43 anos, o pai 55. Pelas fotos que eu tinha visto dela, ela era bem gostosa, cara de safada.
Quando fomos na casa deles, a gente foi se apertando no elevador, meu pau já tava durasso quando entramos. Entramos na cozinha, a mãe dela tava de costas, um vestido justo, uma calcinha fio dental bem pequena enfiada naquela rabuda, e aquele rabo era uma delícia. Fiquei de olho, apreciando a bunda dela. Quando ela se virou, me olhou de cima a baixo, acho que gostou do que viu, além disso percebi que ela deu uma olhadinha pro meu pau durasso. Depois, no jantar, me toquei da situação: ela tava claramente insatisfeita, tudo era ataque pro marido. Num instante percebi que aquele casamento tava morrendo, e que ela precisava de uma relação mais forte. Mesmo assim, ela falava de mim com desgosto, não gostava que eu fosse o namorado da filha dela, e fazia questão de me mostrar isso o tempo todo. O velho era gente boa, mas dava pra ver que era um homem cansado, meio derrotado, talvez nem estivesse muito bem de saúde também.
Dois meses depois daquele encontro, os pais dela se divorciaram. Eu e a Lucía estávamos transando toda hora que nem coelhos. Uma noite que a gente tinha bebido demais enquanto metia, eu falei pra ela.
—Não gosto nada que você tenha passado quase um ano com aquele babaca... — enquanto comia ela bem gostoso.
—Você não vai me perdoar... o que o senhor quer que eu faça pra me perdoar?... — A gente tinha fumado um baseado, tomado vinho, tava mó solto.
-Você vai entregar sua mãe de bandeja pra mim... adorei aquele rabão que ela tem... e agora que tá divorciada... vou pegar ela... aquela puta maldita... -os olhos dela se arregalaram, a respiração ficou ofegante, percebi como ela ficou excitada.
—O que cê tá dizendo...? Tá maluco?
A boca dela dizia uma coisa, o corpo dela dizia outra.
—Não vou ficar te enganando com qualquer vadia... vou meter na rabuda gostosa da sua mãe e você vai saber e aceitar de boa...
—Que cê tá falando, tá maluco... —dizia enquanto entrava numa espécie de orgasmo que parecia que ia desmaiar.
Na manhã seguinte, pedi desculpas pra ela, falei que a gente tinha fumado e bebido pra caralho, mas tinha certeza de que o assunto já tava no ar.
Depois de quase duas semanas, a gente tinha bebido um pouco mais de novo. Enquanto ela montava em mim, do nada começou a rebolar mais forte, ficava cada vez mais tesuda.
—Tá pensando no teu ex-namorado... que tá tão tesuda...?
- Sério que você comeria a minha coroa...
-Não pense duas vezes... ela tem uma rabuda... e uma cara de puta impressionante... ia ficar bem no cuzinho dela... ela deve adorar uma pica...
-O que cê tá dizendo...
-Dá pra ver o quanto ela é puta... precisa de uma boa pica... por isso deixo com teu pai...
Ela não falou mais, não sei quantos orgasmos ela teve, parecia que não conseguia parar.
Uma semana depois, no jantar, ela falou.
—Na primeira vez que você me disse que queria comer a mamãe, você falou que eu ia entregar ela de bandeja pra você...
-Esquece, amor... quando a gente bebe... fala qualquer besteira...
-Como seria...?
-É fácil... mas se quiser brincar, é por sua conta e risco...
-Mas fala...
- Nada... quando você for vê-la... reclama do mesmo jeito que reclama de mim sempre... mas conta a verdade pra ela...
-Que verdade...
- O que te deixa louca é o jeito que eu te como... que ninguém te fode como eu... que você adora minha pica... daqui a pouco vai querer saber mais...
—Mas como é que vou falar isso pra minha coroa...
-Dá um jeito... sei lá... não seja tão direta...
A Lucía vinha soltando uns comentários pra minha sogra, ela mandava ela calar a boca e depois sempre fazia alguma pergunta pra ela explicar melhor do que tava falando, minha sogra tava entrando na brincadeira, Lucía dizia que não.
Dois meses depois foi o aniversário da minha sogra, estavam alguns parentes, mas principalmente um grupo de amigas dela.
Quando a gente tava no carro da Lucía, eu falei pra ela.
—Hoje pode ser o dia... — ela fez silêncio. — Depois da festa, posso esquecer alguma coisa na casa dela e voltar pra buscar, te garanto que vou comer ela todinha...
—Que cê acha...? Cê tá pensando o quê... que só porque falei umas merdas pra minha mãe, ela vai ficar de mão beijada pra você...
—Não comigo em especial... mas se ela não sair com as amigas e ficar em casa... eu vou voltar... e te juro que ela vai dar pra mim...
—E eu, o que faço...?
Me espera gostosa em casa... pode bater uma se quiser...
-Filho da puta... - ela dirigia, eu acariciei por um bom tempo a bucetinha dela, sentia todo o tecido da calcinha fio dental encharcado.
- te excita que eu coma sua mãe, hein... vou te dar o gosto...
-Ahhhh... filho da puta... come essa puta gostosa...
A gente se comeu de boca por um tempão, depois entramos no apartamento. Minha sogra veio me cumprimentar, tava um absurdo de gostosa com um vestido super justo, já tinha bebido um pouco, parecia animada. Quando veio me beijar, eu beijei o canto dos lábios dela e puxei ela pela cintura pra perto de mim, deslizando a mão na altura do quadril, fiz ela sentir meu volume, e notei que ela nem fingiu se afastar. Durante a festa, percebi que ela ficava me olhando, não acreditei que o que a Lúcia tinha contado ia pegar tão forte nela. O que ela tinha bebido deixou ela mais solta, parecia que tava esperando alguma coisa.
Num instante ela foi pra cozinha, eu me aproximei por trás e apoiei ela suavemente, enrolando minhas mãos na cintura dela. Ela jogou a cabeça pra trás, encostando do lado da minha cabeça.
—O que cê tá fazendo, genro...? Fica quietinho...
—Vou esquecer meu celular aqui... e depois vou voltar pra pegar, sabe...
-Ia sair com as minas...
Que puta, pensei que ia sair, já cancelou, não se importa que seja o namorado da sua filha, se fazia de senhora direita, montes de pensamentos de raiva, ódio e rancor passavam pela minha mente, mas senti aquela rabuda apoiada na minha pica, e na hora sumiram tudo, nada melhor que sexo pra apagar as brigas.
- Te aviso quando tô vindo... chego em casa, pego a moto e venho...
—Você é louco... —disse ela, saindo da cozinha.
Os poucos parentes foram embora e as amigas convidaram ela pra sair, ela se desculpou dizendo que não tava se sentindo bem, a gente saiu com a Lucía quando as amigas dela foram embora, eu tava com um sorriso no rosto. A Lucía me olhou, o que que cê tem.
—Tua mãe tava na cozinha e eu falei pra ela que ia esquecer o celular e ia buscar... ela tava pensando em sair...
Lucía parou o carro e veio me beijar com tudo, me apertava o pau.
-Filho da puta... vai comer minha velha...
-Precisa de pau, coitada da senhora... e não vou te enganar...
Filho da puta...
-Já disse... talvez eu te perdoe por ter me deixado um ano inteiro...
Ela começou a chupar minha pica no carro.
-Não vamos desperdiçar porra... é pra sua mamãe hoje...
—Mano... —ele gritou pra mim e continuou dirigindo pra casa.
Peguei minha moto, liguei ela e falei pra ela.
-Vai pro quarto e bate uma... não sei a que horas volto...
Ela chegou perto e comeu minha boca.
—Te amo... —ela me disse.
Quando cheguei na casa da minha sogra, subi até o andar com as chaves da Lucía, mas apertei a campainha do apartamento.
-Quem é...?
- teu genro...
Ela abriu a porta bem devagar, eu entrei passando pelo lado dela,
—Acho que não foi legal você ter vindo... —ela disse enquanto eu diminuía a distância até ela, peguei ela pela cintura, comi a boca dela e apertava forte os glúteos dela, apalpava ela com gosto.
-Que rabão que a senhora tem, sogrinha...
Ela só me devorava a boca, a mão dela já tinha ido pro meu pau e apertava como se tivesse medo que escapasse. Ela se ajoelhou, desabotoou a calça e puxou tudo junto, calça e cueca. Meu pau saltou feito mola, tava duríssimo. Ela começou a percorrer ele com a língua, de vez em quando engolia a cabeça, de vez em quando brincava com a língua, era toda uma expert. Ajudei ela a se levantar e tirei o vestido dela. Andei ao redor dela, ela não ficou nem um pouco constrangida, adorava que eu a olhasse.
—Que bundão gostoso você tem...
—você gosta...?
Agora eu caí de joelhos entre as coxas dela e, puxando a tanga pro lado, dei um boquete de campeão. Ela gemia e apertava minha cabeça contra a buceta dela; num instante senti que ela gozava como uma gostosa.
-AAaAsssssiiiii que lindo genro... -me agarrou na pica e me levou pro quarto, se jogou na cama e deixou a calcinha fio dental puxada pro lado como tava, deu uns tapinhas suaves na buceta dela- não precisa usar camisinha... eu me cuido...
Brincou um tempão com a cabeça da minha roça passando pelos lábios dela.
-Mete em mim, por favor...
Enfiei a língua até o fundo e a gente se comeu de boca, tirei os peitos dela pra fora do sutiã, eram bem maiores que os da Lucía e balançavam no ritmo da minha bombada, me deixando louco.
-Que gostosa você tá, putona...
—Gostou, cachorro...?
Me deixou do caralho ela me chamar de cachorro, tinha um desprezo no tom dela, e isso me excitou ainda mais, acho que ela percebeu.
As putinhas vadias me encantam...
—Muita puta pra vocês, hein...
Enfiei bem fundo nela por um bom tempo, a gente não parava de gemer, os dois tavam no fogo. Não costumo aguentar tanto, mas eu não queria gozar, parecia que queria durar pra sempre. Saí dela e virei ela na cama. Ela me olhou por cima do ombro com cara de puta.
—Sou muita mulher pra você, não é...? cachorro...
Chupei a bunda dela igual um desesperado, brincava também com meus dedos na bunda e na buceta dela, tava toda molhada.
Me acomodei por cima dela e enfiei até o fundo na buceta dela, puxei o cabelo dela pra um lado, mordi forte o pescoço dela, ela gemeu.
- O único jeito da minha filha aguentar um cachorro como você...
Tirei ela da buceta e comecei a brincar na portinha do cuzinho dela.
—Não me parece que você mereça a bunda de uma mulher dessas...
Não sei o que deu em mim, mas senti que eu tava quebrando, que tinha uma espécie de luta mental e que ela começava a levar vantagem.
-Coloca de novo na minha buceta... já basta que você me coma por ali...
Depois me fez sair e ficar deitado na cama de barriga pra cima,
-Agora vou montar em você... você precisa entender qual é o seu lugar com uma mulher como eu...
Me sentia voando de tesão, em todos os meus relacionamentos eu sempre tinha sido o dominante.
Ela percebia como as coisas tinham mudado.
—No final, você não passa de mais um pobrezinho molenga...
Meu pau tava cada vez mais duro.
Apoiou os peitões no meu peito e começou a falar no meu ouvido.
-Eu percebi que a Lucía tá nesse jogo... quando ela começou a falar das suas qualidades, eu sacou...
Ela se levantou, me deu um tapa forte na cara e voltou pra mesma posição.
— Não achou que eu ia ser sua putinha fácil, né...?
Eu tinha perdido toda a capacidade de falar.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Uminútilcomo vocês têm que aprender a servir as mulheres, sabe...? - Eu não respondi, ela se levantou e me deu outro tapa forte.
—Quando minha filha me contou... eu disse que tava ligada no jogo... que me deixasse que eu ia te educar... quando for gozar me avisa... vai gozar fora... nem pense em gozar dentro de mim...
- Tem que ficar bem claro pra você que é um cachorro... que tá aqui pra nos servir... a mim e à minha filha...
Ele se preparou pra me bater de novo, e eu respondi antes que ele fizesse isso.
—Sim, senhora...
Ela saiu de cima de mim.
-Agoraquero que você se masturbe pra mim... vamos... se mexe... fica de pé e bate uma...
Ela se jogou na cama e ficava se acariciando a bucetinha dela, agora você vai arrumar umas flores em algum lugar, vai pra sua casa e vai pedir desculpas pra minha filha, vai fazer o amor com ela com devoção... não igual o cachorro desesperado que você é...
Meu pau cuspiu jatos de porra, nem sei quantos foram,
-Pega um pano e limpa essa porra, cachorro... quando eu precisar de você, eu chamo...
Saí de casa com uma mistura estranhíssima de sentimentos, nunca tinha sentido algo assim, consegui as flores finalmente e voltei pra casa, transei a noite toda com a Lucía, muito mais gostoso e carinhoso que outras vezes, antes de dormir ela disse
-Mamãe tinha razão...
7 comentários - A mãe gostosa da minha namorada