Hasta que me hicieron la cola, y grite pero de placer!!!

Já fazia muito tempo que eu queria poder ter sexo ANAL, mas não encontrava ninguém que realmente soubesse e me fizesse aproveitar essa prática, nem mesmo meu marido em tantos anos de relacionamento. Decidi me dar esse gosto, sabia que era o que precisava para explodir, para descobrir o sexo que eu queria, com todos os fetiches e todas as taras que tinha na cabeça e não conseguia explorar. Um dia meu marido chega do trabalho e eu estava tomando sol. Levanto pra cumprimentá-lo, ele me agarra na bunda com as duas mãos e me diz: "Quando, amorrrrr, quando você vai me dar essa bunda que eu tanto amo?" Aí eu respondi que ele ia ter que pagar, que nada era de graça na vida. Ele pergunta quanto eu tô cobrando, e eu digo o valor. Ele fala: "Você tá é doida." A brincadeira de vender minha virgindade anal já tinha me deixado toda molhada. Naquela tarde, saio, entro decidida numa sex shop e explico pra moça o que eu queria fazer. Ela me vendeu vários lubrificantes, brinquedos de dois tamanhos e um plug anal com o qual eu fantasiava há muito tempo, daqueles que têm uma rabeta de raposa. Naquela noite, me preparei, troquei várias mensagens com meu marido dizendo que se ele já tinha o dinheiro, em casa uma noite linda o esperava. E muitas fotos hot, como as que vocês já viram. Quando ele chegou, tava tão ansioso que não quis esperar nem a janta. Terminamos, fui me arrumar, coloquei um lindo sutiã de lycra e uma calcinha fio dental igual, e uns saltos que alongam o corpo pra caralho. Começamos com um jogo de palavras, ele estabelecendo as regras, já que eu era uma prostituta e dali em diante ia pedir e devia obedecer. Ele me fez ficar de quatro e começou a passar a língua por toda a minha bunda. Buceta e cu devagar, com suavidade. De vez em quando, estimulava com os dedos uma pontinha e voltava a passar a língua. Minha buceta escorria, pedia por favor que ele passasse a língua no clitóris, tremia toda e, quando eu queria me tocar, ele não deixava. Enfiou um dedo inteiro, isso eu já conhecia, mas com um gel quente que não parava de me fazer derramar líquidos. ños saboreava inteiros, sua língua tava louca no meu ânus dilatado e pulsando igual um coração acelerado. Peguei um dos brinquedos que ele me obrigou a chupar com cara de puta e dando tapas na minha cara como se eu fosse escrava dele. E começou a introduzir. Era fino, de pouquinho em pouquinho ia aumentando. Deixou num tamanho que ainda tava de boa. E continuava chupando meu clitóris, que já tava no terceiro orgasmo. A única coisa que eu queria era ser comida. Pela buceta, pelo cu, por onde fosse, mas eu precisava de pica. Ele tirou o brinquedo. Enfiou o plug na minha bunda minúscula de cadela, e me puxou pelo cabelo como uma puta submissa. Me obrigou a desfilar pra ele e fazer como se fosse uma vagabunda de quatro, rebolando e mexendo a bundinha minúscula, enquanto ele desabotoava a calça e tirava a pica. Ele se tocava e me olhava. Dizia que ia me comer toda e por todos os lados. Que isso tava só começando. Nunca tive tanta vontade de chupar pica. Tava desesperada, enfiava na boca, engasgava e meus olhos lacrimejando quase saindo da órbita, ele metia a pica na minha boca uma vez e outra. Era uma escrava sexual e tava adorando. Me levantou pelo cabelo, me colocou na cama e começou a penetrar minha buceta que tava inundada enquanto apertava o plug e me fazia ver estrelas. Tirou o plug e colocou o brinquedo de antes enquanto me penetrava e esfregava meu clitóris. Eu, com a cabeça no colchão, gritando pro bairro inteiro porque nunca tinha sentido tanto prazer em tantos lugares. Já tinha perdido a conta dos orgasmos que tive só de pensar que era uma puta. Meu marido disse que tinha muito leite e precisava depositar em algum lugar, e como toda puta, eu ia tomar no cu. Tava tremendo de medo, mas ele tirou o brinquedo, passou a língua várias vezes e enfiou a pica. Meu cu parecia que transava desde sempre, só senti um calor e uma sensação gostosa. Ele começou a meter e tirar devagar enquanto eu soltava líquido de todas as cores. Até que Bombava com tudo e eu adorava, me dava tapas na bunda, me enforcava e falava umas putarias que eu amava até encher meu cu de porra. Era sentir aquele calorzinho que a cada bombada escorria um pouco mais pro meu clitóris, durinho como nunca. Ele tirou o pau e deixou bem claro que não queria um pau todo melado, eu tinha que deixar ele impecável, então tive que chupar ele inteiro até as bolas enquanto ele me puxava pelo cabelo e me fazia engolir até quase vomitar. Nunca me senti tão puta, tão suja e ao mesmo tempo tão feliz e bem comida. Ele fez tudo o que vagava na minha cabeça, fui uma vadia por uma noite. De um homem com quem eu queria muito foder. Me tratou como escrava dele e não vejo a hora de me contratar de novo.

4 comentários - Hasta que me hicieron la cola, y grite pero de placer!!!