Quero começar minha história dizendo que na minha vida de solteiro, e não falo isso por presunção, eu procurei e tive oportunidade de foder com várias mulheres. Não queria ser como o resto dos meus amigos, que casaram cedo e, depois de casados, saíam feito loucos procurando onde enfiar a pica em qualquer buceta que não fosse da mulher deles. Sempre pensei que, uma vez que escolhesse a mulher com quem dividir minha vida, se tudo corresse bem, não precisaria buscar refúgio em outros braços, e isso dava pra conseguir tendo tido antes uma vida sexualmente satisfeita. Bem, depois dessa enrolação, só pra situar e vocês conhecerem meus pensamentos, me apresento: meu nome é Camilo, tenho trinta e quatro anos, sou afro-americano, sou casado há dois anos com uma mulher extraordinária, dez anos mais nova que eu, e nossa vida de casado vai de vento em popa. Só tem uma coisa que nos deixa um pouco inquietos: mesmo sem a gente colocar nenhum impedimento, não tem jeito da Leonor, minha mulher, engravidar. Como vocês veem, casei um pouco mais velho, com trinta e dois anos, e ainda por cima com uma novinha que é um verdadeiro tesão. Leonor: era muito nova quando a conheci, ela era a melhor amiga de uma velha amizade que a gente tinha em comum. Leonor tinha 20 anos, media 1,59-60. Tinha umas tetas enormes que ninguém conseguia resistir a olhar, sério, eram impossíveis de ignorar. A carinha dela era meio redonda, tipo de bonequinha, isso dava uma ternura pros olhos cor de mel, a pele clara mas bronzeada e o cabelo lindo castanho claro, que ela usava preso. Era de corpo magro, mas com muitas curvas, tinha uma bunda grossa e bem torneada, imagino que por causa das horas de treino em alguma academia. As pernas dela eram minha fantasia total, tinha panturrilhas e coxas muito grossas e largas, que me deixavam louco de tanto bater punheta só de pensar nelas. Tive a sorte divina de ver aquelas tetonas enormes, com bicos rosa claro e auréolas grandes, e não consegui me segurar ao ver como o Sabão e água escorriam por aquela bunda grossa no chuveiro. A buceta dela era linda, com pouco pelo. Minha mulher é irresistível... Como é que eu consegui conquistar aquela gostosa? Pra entender um pouco, vou começar dizendo que me formei em Letras Inglês e, pra completar meus conhecimentos, fui pra Inglaterra estudar mais. Passei uns anos lá e, posso dizer que, além de me enriquecer culturalmente, tive aquela putaria toda que já contei no começo. Quando voltei pra Costa Rica, comecei a dar aula de inglês num colégio e, de tarde, numa academia. Foi lá que conheci a Leonor. Ela entrou no curso já começado e, pra se atualizar, me pediu aulas particulares pra não ficar pra trás dos outros alunos, e eu topei. Era uma mulher uma graça, e eu via que ela era jovem, mas uma coisa levou à outra... O fato é que, um ano depois de nos conhecermos, casamos.E tudo isso que tô contando, pra quê? Mais pra explicar como cheguei a aceitar a proposta que minha mulher me fez. Como eu disse, nunca tentei procurar outra pessoa pra transar além da Leonor, mas às vezes aparecem umas propostas que são difíceis de recusar. Dava pra dizer não? Talvez, mas eu aceitei e, depois de ver as consequências, não me arrependo nem um pouco.
Tudo começou quando minha sogra veio morar com a gente por um tempo. Pelo visto, ela não queria, mas minha mulher insistiu pra que ela viesse. Aconteceu depois que a avó da Leonor morreu, a que minha sogra cuidava, morando com ela. Minha mulher achou que era uma boa a mãe vir pra cá, pra se distrair, depois de passar a vida toda cuidando da avó. Foi o que eu entendi, e o argumento dela me pareceu certo. Achei natural ela convidar a mãe pra nossa casa.
Como eu reagi a ela vir? Aceitei de boa, era a mãe dela e não tinha por que eu criar caso. Objeção. Não tinha tido muito contato com minha sogra, mas ela me parecia uma mulher prudente e eu não achava que ela fosse se intrometer muito na convivência que eu e Leonor tínhamos. E foi assim mesmo; quase nem sentia que ela estava lá. E era inacreditável o recato dela pra uma mulher relativamente jovem, tanto que, se eu passava dez anos da filha dela, ela não chegava a passar dez de mim. O fato é que ela não era um estorvo, pelo contrário, nossa cozinha ficou mais rica com os pratos que ela preparava. Eu e Leonor ficávamos quase o dia todo fora de casa cumprindo nossos respectivos trabalhos, e era uma delícia chegar em casa, encontrar a mesa posta e ainda bem servida.
Vocês devem estar se perguntando como era fisicamente essa mulher tão encantadora. Bem, não era nada desprezível. Seus 40 anos ela carregava muito bem e, se não fosse pelas roupas tão fora de moda que insistia em usar e pela falta total de maquiagem, poderia muito bem ser uma mulher mais do que apetecível pra qualquer homem.
Nas discussões que mãe e filha tinham sobre se arrumar e se vestir, eu não me metia. Respeitava que a mulher fizesse o que achava certo, mesmo não concordando. Achava que era um desperdício de um corpo que merecia ser exibido.
Tinha uma coisa que me chamava a atenção. Depois do jantar, tínhamos o costume de sentar na sala e ver um pouco de TV. Até aí tudo bem, mas se aparecia um filme onde o sexo imperava ou tinha alguma cena mais quente, minha sogra arrumava qualquer desculpa pra sair da sala e ir pro quarto dela.
Uma noite, perguntei pra minha mulher por que dessas fugas, mas ela não me esclareceu muito. O caso é que tive a sensação de que abri completamente a porta pra Leonor, pra a partir daquele dia ela começar a falar mais sobre a mãe.
Leonor nunca conheceu o pai e só sabia dele que, antes de poder se casar com a mãe, ele morreu num acidente de carro, mas nada mais. A vida de Leonor transcorreu Ao lado da mãe e da avó, sem nenhum homem aparecendo em casa. Quando criança, ela se acostumou com esse tipo de vida com as duas mulheres, até que, quando ficou mais velha, quis saber por que a mãe não saía com nenhuma companhia masculina ou tentava se casar, mas a única coisa que ouvia da boca da mãe era que estava bem assim e evitava dar outros tipos de explicações. Para Leonor, esse comportamento não parecia certo, e ela achava que não era bom a mãe não ter relações com homens. Ela me dizia que isso era algo muito importante na vida e que a mãe se recusava a aproveitar.
Falando e falando da minha sogra, uma noite, estando eu e minha mulher na cama e depois de ter nossa deliciosa e apetitosa dose de sexo, Leonor teve a ideia de que eu poderia ajudar a quebrar esse vazio sexual na mãe dela. Achei que ela estava brincando, mas não. Ela me disse que tinha pensado muito e acreditava que era o melhor que podia fazer pela mãe.
Era algo que eu não esperava e não me parecia certo eu ser a pessoa adequada, tendo tantos homens que ficariam mais do que felizes em quebrar esse vazio. Eu não tinha olhos para ninguém além de Leonor, era dedicado a ela, e assim deixei claro, mas ela insistiu, e a coisa terminou assim:
— Você não acha minha mãe atraente o suficiente?
— Não é isso. Sua mãe é tão gostosa que enlouqueceria qualquer homem…
— Então?
— Leonor, é sua mãe!
— Por isso peço que você faça isso. Me faça esse favor, Camilo, mas quero que ela nunca saiba que estou por trás disso.
Parecia mentira, minha mulher me pedindo para seduzir a mãe dela, mas ela estava falando muito sério.
— Por que você me pede isso? — perguntei, ainda incrédulo com a proposta.
— Não estou pedindo, estou implorando. Você é o único homem que pode fazer com dignidade com que minha mãe perca essa fobia que tem sobre o sexo.
Algo me dizia que a proposta de Leonor não estava certa e, além disso, quebrava o conceito de não me entregar a outra mulher. que não fosse minha esposa, mas a insistência da minha mulher não deixava dúvidas. Ela queria e desejava que fosse eu quem quebrasse essa aversão da minha sogra ao sexo.
Desde aquele dia, comecei a ver minha sogra com outros olhos e, na real, ela era uma mulher mais que gostosa. Claro que não precisava fazer muito esforço pra me render a ela e atender ao pedido da Leonor.
Chegou o dia que minha mulher achou adequado pra começar. Eu tinha que aproveitar que a Leonor ia viajar naquela sexta-feira e passaria o fim de semana inteiro fora de casa pra participar de uma convenção do trabalho. Eu ficava sozinho com a mãe dela.
Não sabia o que ia sair disso tudo, porque era muito difícil pra mim entender e compreender, mas botei a mão na massa. Naquela sexta à noite, depois do jantar, preparei de propósito um filme na TV pra assistirmos. Era um filme que, no começo, não dava pra perceber nenhuma cena de sexo, mas conforme avançava, o clima ia esquentando até chegar a cenas de cama bem excitantes.
Exatamente como eu tinha planejado, depois do jantar, como de costume, sentamos tranquilos pra ver o filme, e convidei minha sogra Inês (de agora em diante vou chamá-la pelo nome) pra sentar do meu lado. Era o lugar onde a filha dela normalmente sentava, e não era estranho eu oferecer aquele assento.
Vi que ela tava interessada no filme até começarem as cenas mais quentes.
— Me desculpa, mas vou pra cama, tô com sono e um pouco cansada — disse ela, parando de ver o filme.
Eu esperava essa reação e não deixei ela ir. Peguei as mãos dela. Senti um arrepio nela, e mais ainda quando falei:
— O que você tem contra o sexo?
— O que você tá dizendo, Camilo?
— O que você ouviu, e não quero que vá embora sem me responder.
— Não tenho nada contra o sexo.
Ela tava confusa, tentou soltar as mãos, mas não deixei.
— Então por que essas fugas quando vê na televisão... Cenas de cama?
O olhar dela ficava alternando entre me encarar e olhar pras nossas mãos.
— Me deixa ir, Camilo, não tenho nada pra dizer.
— Inés, você é uma mulher muito nova e eu percebo que carrega alguma coisa dentro de você que precisa soltar de uma vez. Eu posso te ajudar muito a se abrir… Vai lá, se solta.
Não sei se foi um impulso ou vontade de encorajar ela a falar, mas o fato é que me aproximei e dei um beijo rápido na boca dela.
— O que você tá fazendo, Camilo!! 😱 — ela disse quando se recuperou do susto.
— Quero que você veja que é uma mulher desejável e que não pode se esconder nessa casca que você criou.
— Mas Camilo!… você é o marido da minha filha.
— Eu sei, e por isso mesmo você precisa enxergar em mim alguém que te quer bem e pode te ajudar. Vamos, me conta, que tenho certeza que vai te fazer bem se abrir comigo.
As mãos dela se agarraram mais nas minhas, tão forte como se quisesse extrair delas uma raiva guardada.
— Para com essas merdas!! 😡
— Não tenho nada pra contar — ela disse, irritada.
— Te imploro, Inés. Não é que eu queira me intrometer na sua vida, mas tenho certeza que vai te ajudar, e muito, se desabafar comigo. Confia em mim.
Apertei as mãos dela com força enquanto encarava bem nos olhos dela. Ela tentou puxar as mãos pra longe, mas eu não deixei. Ela não se mexeu do sofá. Continuou me olhando nos olhos com a boca entreaberta, e ficou assim por uns instantes até que resolveu falar:
— Não sei se vai adiantar de algo. Você tem razão, tem alguma coisa bem presa dentro de mim e não sei se faço bem em te contar… — ela parou e em seguida disse — Por favor, disso aí não quero que a Leonor saiba de nada, você tem que me prometer.
— Fica tranquila que o que você for me dizer vai ficar entre nós.
— Que assim seja… Isso que vou te explicar é algo que nunca contei pra ninguém, e se tô te contando é porque vejo em você uma pessoa que me passa confiança, ainda mais desde que vivo com vocês. Você é muito bom comigo e eu agradeço por isso.
Eu via que ela estava ganhando confiança e precisava encorajá-la a continuar. — Inés, você é uma pessoa muito doce e é um prazer pra mim ter você conosco.
— Obrigada, Camilo.
Não disse mais nada e esperei ele continuar.
— Repito, por favor, que isso não chegue aos ouvidos da minha filha — eu assenti com a cabeça e ele seguiu:
— Pra Leonor, ela foi fruto de um homem que não era da nossa cidade, mas com quem eu estava prestes a me casar. Por causa de um acidente em que ele perdeu a vida, não conseguimos nos casar… mas isso não é verdade. Ela foi concebida por causa de um estupro terrível que um desalmado cometeu contra mim numa viagem de estudos, quando eu tinha 16… A culpa foi minha, porque me deixei enganar por aquele homem que me pareceu muito atraente e que conheci nessa viagem…
Ela baixou a cabeça e lágrimas apareceram no rosto dela. Achei prudente não deixar ela continuar, mas ela insistiu:
— Deixa eu seguir: foi horrível. Por mais que eu recusasse e tentasse com todas as minhas forças me livrar dele, não consegui. Ele era forte demais e não parou até me estuprar. Foi a única vez que um homem me possuiu. Fiquei grávida e, apesar de ter a filha que amei e amo loucamente, tenho cravada no meu corpo aquela experiência terrível, que me fez odiar tudo relacionado a sexo. Não consigo suportar ver imagens eróticas. Tenho tanta frustração que acabei não querendo saber de homem nenhum.
Deixei ela se acalmar um pouco, mas tinha que aproveitar pra saber que tipo de homem ela via em mim.
— E eu, como você me vê? — perguntei.
— Você…? — ela estranhou a pergunta, mas me definiu. — Você é diferente. Em você vejo uma pessoa carinhosa, agradável, que faz minha filha muito feliz. E, de verdade, eu também sou muito feliz por te conhecer.
Bom, agora eu sabia por que ela fugia quando a gente via algum filme de sexo e também que ela via em mim um homem diferente dos outros. Mas era preciso ir um pouco mais longe e ver se eu também podia ser o cara que tirasse esse rancor dela dos homens.
— Deixando de lado que eu sou O marido da Leonor, como você me vê só como homem?
— Ai, que coisas você fala, Camilo!
— Me diz, sem rodeios. É muito importante.
— Bom, que eu queria ter encontrado um homem como você. Além disso, você é muito gostoso e não me surpreende que minha filha seja louca por você.
Já estava tudo dito. Era hora de entrar e propor o que a Leonor e eu havíamos combinado.
— Você quer que eu te ajude a perder essa fobia com sexo?
— Como? — ela perguntou, sem pensar no que eu ia sugerir.
— Deixando que eu seja quem vai te libertar dessa experiência ruim.
— Você…! — ela disse, arregalando os olhos. 😱
— Sim, eu. Quem melhor do que eu, que você vê como diferente dos outros homens? 😏
— Mas, Camilo!… Você esquece que é o marido da Leonor?
— Por isso mesmo que me ofereço, porque não posso esquecer que você é a mãe dela e não quero que continue com essa fobia. Você tem muita vida pela frente e o sexo pode muito bem fazer parte dela. Também é uma parte importante da vida e você precisa aproveitar.
— Já vivi muitos anos sem isso e posso continuar.
— Pode, sim, mas não deveria. Você mesma disse que se sente frustrada, e isso não é bom.
— Mas, Camilo, mesmo que seja assim, não posso trair minha própria filha, nunca me perdoaria.
— Você não vai trair ninguém. Isso que estou te oferecendo é como quando alguém tem uma dor e vai ao médico para se curar. Eu, nesse caso, vou ser esse médico e nada mais. Não vou deixar de amar a Leonor por causa disso.
— Ai, Camilo! Não acredito no que você está me propondo.
— Então acredite. Não vou te obrigar a me responder agora. Pense nisso, você tem esta noite para refletir com calma e espero que aceite. Além disso, pense também que para mim será um verdadeiro prazer poder descobrir esse corpo maravilhoso que você mantém tão escondido.
Ela me olhava alucinada. Queria fugir de mim, mas antes que fosse embora, peguei o rosto dela com as duas mãos e a beijei nos lábios. Dessa vez, mantive minha boca junto à dela por mais tempo. Queria que ela levasse um doce pra ajudar ela a pensar.
Ela não disse nada, parecia completamente perdida. O olhar dela não se desviava do meu até que ela resolveu ir embora. Deixei ela ir...
No dia seguinte era sábado e acordei meio atordoado. Passei quase a noite toda remoendo a história que a Inês tinha me contado e como ela reagiria à minha proposta. Quando me clareei, lembrei que tinha umas aulas de manhã cedo na academia. Saí de casa voando e não tive tempo nem de dar bom dia pra Inês.
Não consegui voltar pra casa na hora do almoço e liguei pra Inês pra avisar. Falei que ia comer algo leve com uns colegas, porque à tarde tinha surgido uma reunião que eu não podia perder. Percebi ela animada e falante me dizendo:
-É uma pena, tinha pensado em preparar algo especial.
-Especial por quê? – respondi.
-Hoje é dia de Santa Inês e queria comemorar, mesmo que a Leonor não possa estar.
-Parabéns, Inês, e desculpa por não ter lembrado. Olha, tive uma ideia: hoje à noite a gente podia jantar num restaurante pra comemorar.
-Não, não, prefiro comemorar em casa. Só me diz a que horas você acha que consegue chegar.
-Como você quiser. O convite ainda tá de pé. Vou estar em casa umas nove horas e, repito, parabéns.
-Obrigada, Camilo, você é muito gentil.
Recebi uma ligação no celular, e dessa vez era a Leonor querendo saber como iam meus avanços com a mãe dela. Pra mim, depois de conversar na noite anterior com a Inês, não tinha dúvida de que seria um prazer e uma honra conseguir possuir ela e quebrar aquela repulsa dela pelos homens. Já pra minha mulher, parecia que era algo que ela desejava com verdadeira paixão. Ela me incentivou a seguir em frente.
Cheguei em casa um pouco antes das nove com uma garrafa de espumante e um buquê de flores. Não deu tempo de ir buscar a Inês e dar os parabéns, porque ela veio me receber. Alucinante. Tinha na minha frente a cópia exata da Leonor, só que com alguns anos a mais. Ela tinha se livrado daquela roupa Antiquada e apareceu com um vestido que deixava as curvas dela bem visíveis, além de ter mudado o penteado, dando um ar mais jovem que ela tinha escondido até então. Não acreditei no que meus olhos estavam vendo. Fiquei mudo e a única coisa que consegui fazer foi entregar o buquê de flores pra ela. Ela me abraçou e me deu um beijo na bochecha quando recebeu as flores.
— Sensacional, você tá divina — falei quando me recuperei.
— Ah, deixa de elogios. Tenho o jantar pronto e quando você quiser, a gente come.
— Coloca essa garrafa na geladeira e em cinco minutos eu tô aí. Vou tomar uma ducha rápida antes.
Parecia mentira a mudança que ela tinha passado. Não sabia na hora se era por causa da comemoração do santo dela ou da nossa conversa do dia anterior, mas francamente, tava de dar água na boca. Se aceitasse minha proposta, não ia me custar nada cumprir os desejos da minha mulher. Embora os sinais fossem bem positivos, tava ansioso pra saber a resposta dela.
Depois de tomar banho e vestir uma roupa confortável, fui pra sala de jantar e mais uma surpresa me esperava. A mesa estava arrumada pra um jantar romântico. Umas velas iluminavam a mesa e uns pratos deliciosos estavam em cima, acompanhados de taças e uma garrafa de vinho. Pra completar, uma música suave de fundo envolvia o ambiente.
— Inês, isso é porque você vai…? — ela me cortou e não me deixou terminar a frase.
— Não me pergunta nada, Camilo. Deixa as coisas rolarem naturalmente.
E sim, elas rolaram.
Foi um jantar delicioso, comemos, bebemos, rimos, conversamos, mas em nenhum momento tocamos no assunto da conversa do dia anterior. Ela tava exultante e não parecia nem um pouco a mulher reservada e prudente de sempre. Ria de tudo e me contagiava com a alegria dela.
No final do jantar, levantamos nossas taças de espumante pra brindar e ali começou nossa aventura. Me aproximei dela e depois de brindar e beber um pouco da taça, fui dar um beijo. Ela me ofereceu a bochecha, mas minha boca não estava pra frescuras e foi direto nos lábios dela. Acho que ela nunca tinha beijado de verdade com paixão, ou pelo menos parecia. Tive que ir abrindo devagar os lábios dela com minha língua até que eles se separaram e ela começou a sentir o que é um beijo de fogo. Os braços dela se agarraram no meu pescoço e ela não me soltou até quase ficarmos sem fôlego. Queria falar, mas dessa vez não deixei e me adiantei pra dizer: — Deixa as coisas rolarem do jeito que você fala, naturalmente. Ela não se segurou e exclamou: — Ai, Camilo, isso é uma loucura! Beijei ela de novo e, como aluna aplicada, não precisei ensinar mais nada. Nos enroscamos num beijo daqueles. Não tava com pressa, queria que ela vivesse aquilo como algo inesquecível. Precisava fazer ela esquecer a lembrança amarga que guardava dentro dela. A boca dela já tinha entrado no jogo, mas o corpo ainda tava meio duro, travado. Coloquei minhas mãos no rosto dela pra beijar com carinho os olhos, onde umas lágrimas apareciam. Minhas mãos foram descendo pelo pescoço dela até abraçá-la. Queria que ela se sentisse protegida e soubesse que comigo não precisava ter medo. Consegui um pouco, porque dessa vez foi ela quem procurou meus lábios pra me beijar. Não foi igual ao beijo anterior, porque ela se separou logo pra dizer, nervosa: — Ca..mi..lo…, eu que..ro que você me en..si..ne a a..mar. Por dentro, meu coração e meu ser sentiram um êxtase delicioso, uma animação triunfante...🥒 Sim, ia ensinar ela. Eu não era um amante ruim e ia dar tudo de mim pra isso. Fomos pro quarto dela e, depois de beijá-la, deitei ela na cama com cuidado enquanto tirava o vestido. Tava fácil. Que corpo…, apoteótico, era a palavra pra definir quando ficou pelado na minha frente. Sem desmerecer o da Leonor, esse tinha mais jeito de mulher. Como Podia ser que, além do canalha que a estuprou, ninguém mais a tivesse possuído, nem ela tivesse gozado com homem algum?
Como nas touradas, eu disse: “É por você, Leonor!” E me esforcei para que minha performance atendesse ao pedido da minha mulher.
O corpo de Inês estava ao meu alcance e, com delicada suavidade, fui saboreando cada poro da sua pele. Seus peitos se erguiam majestosos para que minha boca se dirigisse ao topo e sugasse seus bicos como um bebê mamando. Inês tremia de prazer e teria sido muito fácil guiar meu pau até sua buceta, já que ela me provocava, sussurrando: “sou sua…, sou sua…”. Mas não. Ainda não podia entrar pra matar.
Inês precisava chegar ao deleite total. Tinha que quebrar completamente aquela lembrança e ver o sexo não como algo sujo, mas como algo adorável, atraente, prazeroso. Para isso, ela devia sentir que todo o seu corpo era digno de ser beijado e sugado.
E de sugar, o que fiz quando minha boca se perdeu na sua zona genital. Muito pouca pelugem a cobria, e isso facilitava para que minha língua, com afinco, vasculhasse cada cantinho dos seus lábios maiores e menores, até quase mordiscar com cuidado seu delicioso clitóris. -mmmmmhhhhmmm❤️
Um grito de prazer escapou da boca de Inês, ao mesmo tempo que a minha se deliciava sugando o fluxo que ela soltava. Seu primeiro orgasmo. Vieram mais, e houve muitos outros, mas isso é outra história.
Deixei ela descansar porque, segundo dizia, a cabeça ia explodir, mas passados esses pequenos instantes, ela buscou meus lábios para se agarrar a eles com um beijo prolongado. Recebi com satisfação, porque aquele beijo em que ela tomou a iniciativa não foi como o anterior. Dava pra sentir ardor e desejo nos seus lábios. Via que se aproximava o momento em que meu pau se dignasse a entrar na sua buceta já mais que alterada. Depois do beijo, Inês pediu entre sussurros: “me pega, Camilo…, me faz sua…, quero você dentro de mim…”.
Essas as palavras eram uma clara demonstração de que ela estava pronta pra receber, sem medo, meu pau já todo alvoroçado. Ele tava ansioso pra explorar e se esconder na gruta dela. Mas não. Eu queria mais da Inês. Queria que ela me pedisse aos berros. Voltei com insistência a beijar e acariciar o corpo suado dela e sentia como Inês se contorcia de prazer e ia explodir. Esfreguei minha vara por todas as curvas dela, no rosto e nas mãos. — Conhece meu pinto. 🥒 — Sente ele, acaricia... Ela fechou os olhos e começou a se deixar levar, sabia que ela tava doida pela minha estocada... Quando achei a hora certa, direcionei meu pau pra buceta dela, mas fiquei brincando ao redor até que Inês, com a ajuda da bunda, empurrava pra cima querendo sugar meu membro brincalhão. Chegou a hora. Da boca dela não saíram gritos, mas era como se fossem. Um pedido claro escapou dos lábios dela: “Já, Camilo…, minha vida…, me dá…, me dá, por favor…” — Tudo, tudo vai ser pra você — falei, já desejando que minha espada se enterrasse nas entranhas dela. Não aguentava mais. Quis fazer direito e até aquele momento achava que tinha conseguido. Só faltava meu pau não ficar nervoso e entrar na buceta dela acelerado demais, mas não. A penetração foi devagar, principalmente no começo. Aquela gruta tava praticamente inexplorada e com suavidade ele se adaptou às paredes pra entrar em todo o canal vaginal dela... Entrou!, como se diz numa partida de tênis, entrou totalmente com toda a magnificência e começou os movimentos de vai e vem, no ritmo dos que Inês fazia, ajudada pela bunda. — Mmmmmhhh — Ahhhhhhjjjj 💖💖💖 Um concerto de bufadas, ofegos e gemidos tomava o quarto, até que foram quebrados por gritos dados quase ao mesmo tempo. O balanço sincronizado tava dando resultado, Inês curtia as penetrações. O vai e vem foi espetacular, o orgasmo da Inês com a consequente descarga de fluido e não menor o que eu tive. Uma tremenda descarga de porra inundou o mais fundo fundo da buceta dela e sumiu pelo colo do útero dela. A gente caiu na cama exaustos, num mar de suor, tentando fazer a respiração acelerada voltar ao normal. Ia falar pra Inês como eu tava me sentindo, mas não precisei, foi ela quem quebrou o silêncio dizendo:
—Vou explodir, Camilo… obrigada… muito obrigada. Valeu a pena esperar tantos anos pra saber o que é sentir fazer amor.
Missão cumprida —pensei—, a Leonor ia ficar feliz quando soubesse que a mãe dela tinha mandado embora as fobias dela com sexo. O único problema é que eu também tinha adorado e o corpo da Inês me parecia tão gostoso quanto o da filha dela.
A gente tinha umas horas até a Leonor voltar e a gente aproveitou bem. A gente fodeu uma vez e outra. Inês não se cansava de me ter dentro dela e pra mim já não era cumprir uma missão, era o prazer de sentir que aquele corpo me pertencia e eu fazia ele meu com paixão de verdade.
O que ia acontecer quando eu tivesse as duas mulheres que eu desejava igual juntas? Inês me lembrou quando a gente foi recuperar as forças com um café da manhã bem servido, mesmo sendo quase duas da tarde. A euforia da noite, ajudada pelo álcool que Inês não tava acostumada, parecia que tinha diminuído e ela não mostrava mais aquele rosto radiante que tinha acompanhado ela naquelas horas de prazer sem limites.
—Camilo…
—Fala, amor.
—Não me chama assim.
—O quê?
—Isso de amor.
—Você não gosta que eu te trate com carinho?
—Não é isso. Te agradeço demais pelo que você fez, mas não sei o que vou fazer daqui pra frente. Você deve tudo à Leonor e por nada nesse mundo quero ser um obstáculo entre vocês.
—Não precisa se preocupar, já te falei que amo muito a Leonor e você não vai ser nenhum obstáculo entre a gente.
O que eu ia falar, que muito bem podia comer as duas? Não esperava que Inês me desse essa vontade de possuir ela de novo, mas era assim. Eu sentia que minha oferta altruísta tinha escapado das minhas mãos. mãos. Uma coisa era ter acendido a chama do sexo nela, outra era dizer que ela bem podia dividir a cama tanto com a filha quanto com a mãe. Além disso, não acreditava que isso entrasse nos planos da Leonor. Ela tinha me emprestado pra quebrar as fobias da mãe dela, e eu supunha que pra ela minha missão terminava ali. Então, pra não falar besteira, completei:
— Inês, de agora em diante não vai ser difícil pra você encontrar alguém com quem possa continuar curtindo o sexo.
— Não sei, Camilo, mas acho que vai ser difícil sim. Você me fez sentir a mulher mais feliz do mundo, e depois de ter te tido, não quero que ninguém quebre esse encanto. Quero guardar isso e levar pra sempre comigo.
Puxa, ela tava dificultando mesmo. Eu amava muito a filha dela, mas aquele algo especial que sentia por essa mulher me deixava desconcertado. Realmente, tinha adorado o jeito dela e o comportamento estando com a gente, mas a cereja do bolo tinha sido nas conversas que tivemos nas duas noites sem a Leonor, e claro, naquela entrega tão cheia de paixão, que fez ela quebrar todas as repulsas dela pelo sexo.
Não deu pra continuar meus pensamentos, porque o barulho da porta do apartamento se abrindo chamou nossa atenção. Era a Leonor voltando da viagem.
Como se desenrolaram os acontecimentos seguintes…? Bom, foi assim:
Depois dos beijos de praxe, a Leonor perguntou como a gente tinha se virado na ausência dela. Notei que a Inês tava mudando de cor, e tentei que a Leonor não percebesse, e falei:
— Bem…, a gente se divertiu, como você deve saber, comemoramos tranquilamente o aniversário da sua mãe. Depois você conta como foi pra você, te vejo toda suada, um banho vai te fazer bem.
— Já sabia que iam comemorar, e é verdade, vim toda suada, tá um calor infernal na rua. Bom, vou deixar vocês e a gente conversa depois.
Inês continuava muda. A presença da filha a inibiu. Já não era mais aquela mulher desinibida de Horas antes. O cérebro dela tava em conflito com o que a gente tinha feito na ausência da filha dela. Tentei de algum jeito acalmá-la.
—Fica tranquila, Inês. Não tem problema… —ela me cortou pra dizer:
—Tem problema sim, Camilo… Traí minha filha.
Não era verdade. A filha dela é que tinha me enredado pra seduzi-la, e a Inês não merecia se sentir culpada por nada, mas eu tinha prometido pra Leonor que não revelaria que tinha sido por causa dela, e eu tinha que manter minha palavra. Já veria como os acontecimentos iam se desenrolar.
A voz da Leonor me chamando pra ir pro quarto me impediu de continuar consolando a Inês.
“Como é que foi?” foi a primeira coisa que a Leonor me perguntou. Respondi que tinha ido tudo bem e que ela não precisava mais se preocupar com a repulsa da mãe dela por homens. A Leonor me abraçou e me encheu de beijos, além de me agradecer. Não entendia tanta efusão e gratidão por um fato que tinha me dado tanto prazer. Comentei que agora era a vez dela fazer com que a mãe não se sentisse culpada por ter transado comigo. Ela respondeu pra eu não me preocupar. Já cuidava disso, se preciso fosse, de consolá-la e contar na hora certa.
Não deu tempo pra nada. No dia seguinte, sem que nem eu nem a Leonor pudéssemos imaginar, a Inês foi embora pra cidade dela. Fiquei sabendo quando cheguei em casa à noite. Perguntei pra Leonor como é que tinha sido, e como resposta ela me estendeu um papel dizendo:
—Achei isso em cima da mesa e minha mãe já tinha ido embora.
Queridos filhos:
Recebi uma ligação de uns vizinhos e preciso ir. Vou aproveitar que hoje sai um ônibus direto e me perdoem por não ter esperado vocês pra me despedir.
Amo vocês dois demais e agradeço todo o carinho que tiveram comigo.
Um beijo. 💋
Inês
Fiquei perplexo. Tinha conseguido libertar ela das fobias, mas agora a gente tinha criado uma tristeza nela por se sentir culpada de trair a própria filha. Não tinha outro motivo pra ela ter ido embora tão de repente. Leonor e eu continuamos levando nossa vida normal e aproveitando a companhia um do outro. A gente transava com a mesma frequência de sempre, mas eu sentia que faltava alguma coisa. Aquela noite tão fantástica e alucinante com a virgem Inês não era algo que se esquecesse facilmente, aquela mulher também tinha marcado fundo em mim.
Passaram-se dois meses, e eles me deram pouco tempo pra pensar demais na Inês. O fim do ano letivo me deixava muito ocupado. Sabia que a Leonor falava no telefone com a mãe regularmente e sempre mandava lembranças pra mim, mas ela não comentava nada com a filha sobre o que rolou comigo na ausência dela, nem minha mulher perguntava.
Finalmente o curso acabou. Voltei pra casa realmente cansado e louco pra chegar e tomar um banho. Assim que abri a porta, a Leonor, como se estivesse me esperando, se jogou em cima de mim, me abraçando e me enchendo de beijos.
— A que devo tanta euforia? — perguntei.
— Minha mãe tá grávida!!!
— Como assim...? — exclamei.
— Sim, sim. Acabei de falar com ela e ela me confessou que conheceu um homem muito gostoso com quem transou e ele a deixou grávida.
— E ela te disse quem é?
— Não quis me contar. Ficou enrolando... Camilo, esse filho é nosso... é nosso...! 😆 — gritava feliz e eufórica.
Perplexo eu não estava, mas completamente desnorteado. Precisava que ela me explicasse todo aquele entusiasmo, e não demorou pra me contar.
Leonor sabia há alguns meses que não podia engravidar e não quis me contar. Conhecia minha vontade de ter filhos e não sabia como lidar com isso, até que teve a ideia de que ninguém melhor que a mãe dela para concebê-los. Era algo muito delicado o que ela tinha pensado, e amadureceu bem pra que nem a mãe nem eu desconfiássemos de nada. Primeiro, trazendo a mãe pra casa, depois me enganando e, no fim, propondo como algo espontâneo que eu quebrasse o bloqueio que a mãe dela tinha de não querer se envolver com homens.
Ela me pediu perdão. Ela começou a chorar, e não pude evitar abraçá-la para consolá-la. Percebi que ter guardado o segredo da infertilidade dela e ter procurado a mãe para que eu a engravidasse era algo realmente comovente e muito difícil de aceitar. Até aquele momento, não tinha me dado conta de que, naquela noite com Inês, não tinha tomado nenhum cuidado para evitar engravidá-la. Já estava tão acostumado com Leonor, que meu sêmen a invadia sem resultado nenhum, que nem passava pela minha cabeça que pudesse acontecer. Além disso, do jeito que eu queria que ela me sentisse dentro dela, não era para ficar protegendo meu pau. Ela tinha que sentir tudo, com toda a nudez. Leonor sabia que tudo isso ia acontecer e intuía que eu poderia engravidar a mãe dela. Ela queria que o filho que eu desejava, já que ela não podia me dar, tivesse o mesmo sangue dela, e quem melhor do que a própria mãe para que eu a engravidasse? Não fiquei bravo. Longe de recriminá-la, peguei ela no colo e a levei para o quarto. Mostrei todo o amor que sentia por ela, e nada melhor do que dar o melhor de mim. Não me concentrei só em enfiar meu pau na buceta dela, mas mostrei com minhas carícias que todo o corpo dela era uma bênção para mim, da cabeça aos pés. Foi uma afirmação de que me sentia verdadeiramente feliz com ela. Confessei que com a mãe dela também senti algo especial e que me deu muito prazer ter possuído ela. Fui sincero e disse que gostaria de continuar possuindo ela, que me desse liberdade. Aí esperava uma bronca e reclamações, mas... Uma nova surpresa Leonor me deu ao dizer: — Quero que você vá buscar ela e a traga para ficar com a gente. Quero que você a conquiste e nos tenha, e possa se entregar às duas. Já nada me surpreendia nos pedidos de Leonor, e não demorei a atender o pedido dela com muito prazer. Aproveitei que já estava de férias e fui buscar Inês. A surpresa que ela teve quando apareci na casa dela foi enorme. Já era noite. Ela não esperava que ninguém, e muito menos eu.
—O que você está fazendo aqui? — me perguntou assustada.
—Posso entrar.
—Claro, pode.
Ela tremia igual a um pudim de tão nervosa na minha presença.
—Vim te buscar — falei.
—O que você está dizendo?
—Sua filha e eu queremos você conosco.
—Por quê? Eu não posso ir com vocês.
—É por causa desse filho que você carrega na barriga? Sua filha me contou que é de um homem muito gostoso que você conheceu.
Ela começou a chorar, e não foi a primeira vez que me aproximei para secar as lágrimas dela com meus lábios. Minha boca logo procurou a dela, e nos unimos num beijo que claramente significava o que aquela mulher sentia por mim e eu por ela. Confirmava que eu podia amar duas mulheres e não precisava colocar uma acima da outra.
—Você sabe muito bem quem é esse homem — ela disse depois que nos separamos —, nunca vai haver outro homem para mim, ainda mais depois do que tenho seu dentro de mim. Já que não posso ter você, esse filho vai me preencher por completo. Vai me acompanhar, e com ele vou lembrar dos momentos mais felizes que você me proporcionou, mas por favor, me jura que sua filha nunca vai descobrir que é seu. Eu morreria se soubesse. Não quero de jeito nenhum causar qualquer briga entre vocês.
Não tive escolha a não ser explicar que não ia causar conflito nenhum entre nós e que tudo tinha sido um plano da filha dela por não poder ter filhos. Falei que Leonor queria dividir aquele filho com ela e desejava que fosse igualmente das duas. Da minha parte, também disse que ansiava por ter aquele filho e que não queria de jeito nenhum tê-lo longe de mim. Acrescentei que também era desejo da filha dela e meu, que além de dividir nosso filho, se ela aceitasse ficar comigo, eu estaria à disposição total dela.
Se ela não desmaiou de susto ao ouvir a história toda, foi porque a segurei e mandei ela se sentar numa poltrona perto. Ela se abanava com a mão e bufava igual a uma parturiente.
Deixei ela se acalmar. e como se estivéssemos celebrando nossa cerimônia nupcial, eu disse solenemente, segurando a mão dela:
— Inês, você quer me receber como companheiro e compartilhar junto com Leonor toda a nossa vida?
Ela me olhou fixamente, e o olhar dela refletia uma felicidade completa.
— Sim, é também o que minha filha quer. Te respondo em letras maiúsculas: “SIM, ACEITO”.
Ela desabou a chorar, e não dava pra negar que era de alegria. Me abraçou, me beijou, se levantou e, me agarrando pelo braço, me levou até o quarto dela, mas antes de entrar, me disse:
— Me pega no colo, Camilo. Quero entrar no quarto e sentir esta noite como se fosse minha noite de núpcias.
Não foi difícil atender aos desejos dela. Eu a beijei e, pegando-a no colo, entramos no quarto. Deitei ela suavemente na cama, desabotoei o roupão que ela usava e, exceto por uma calcinha fina, todo o corpo resplandecente dela apareceu diante de mim. Antes de ir devorar aquele corpo, tive a ideia de encostar meu ouvido na barriga dela.
— Não, amor, ainda não vai sentir nada — disse Inês.
— Queria saber se ele tá dormindo — respondi.
Ela caiu na risada. Nunca a tinha visto tão alegre e radiante, e eu queria que ela realmente se sentisse assim na lua de mel dela. Pra mim era a segunda, mas nem por isso ia aproveitar menos que na primeira. Comecei beijando ela. Tava por cima dela, mas Inês deu um jeito e virou, ficando por cima de mim.
— É minha lua de mel, e dessa vez quero tomar a iniciativa — disse ela, sorrindo.
Me deixei levar. Ela foi percorrendo todo o meu corpo até que a boca dela se prendeu no meu pau e, como se fosse um picolé, chupava, mamava e engolia fundo na boca até o talo. Só faltava engolir de vez.
Meu pau tava alvoroçado e faltava pouco pra ele chorar de prazer, mas não. Suavemente, Inês tirou a boca do meu pau, se ajoelhou e, com a ajuda da mão, guiou meu pau até a buceta dela e, docemente, foi escondendo ele na gruta adorável dela, dizendo cerimoniosamente:
— Camilo, você quer que esta seja uma das suas cavernas onde refugiar seu pau pelo resto da nossas vidas? Ela devolveu meu pedido. Claro que eu queria, e ainda mais naqueles momentos em que estava prestes a explodir.
—Sim, Inés, eu quero, sempre vou querer…, mas não faça seu refugiado sofrer mais.
Como já disse, ela estava radiante e completamente desinibida, dona da situação. Feito uma amazona experiente, começou a cavalgar meu pau, enquanto o resto do meu corpo se contorcia de prazer com as investidas daquela bunda linda batendo nas minhas bolas. Minhas mãos se agarravam aos peitos dela, e eu estava tão excitado que queria devorá-los. Minha excitação chegava a níveis insuportáveis, e Inés contribuía ainda mais com suas palavras:
—Pega eles…, esses peitos são seus… são pra você… são pro nosso filho…, são de vocês… Sãããão…. Aaaaaah!
Nem ela nem eu aguentamos mais. Com o grito de Inés, acompanhado de uma porrada de fluido que senti na minha virilha, um grito e um urro saíram da minha garganta. Meu pau não ficou atrás e soltou um jorrinho de porra, que banhou todo o interior da buceta já dilatada dela. Todo o esperma buscou caminho pelo colo do útero, mas os espermatozoides que vinham junto não iam ter a sorte de gerar nada. Algum dos irmãos deles já tinha se adiantado dois meses antes.
—Me dá…, me dá tudo…, quero ter tudo dentro de mim…, bem meu…, te amo e te adoro, Camilo… —dizia Inés entre gemidos.
Colossal, grandioso, formidável. Não tem palavra pra definir o prazer que nossos sexos nos deram. Foi uma puta gozada, digna de uma grande noite de núpcias… Teve mais, muitas mais. Com o tempo, numa terça-feira, acordo uma hora antes do normal e, deitado nos meus lençóis, ouço gemidos. Acordo e viro pro lado da cama, vejo Inés de costas, se masturbando com os dedos. Ela, entre gemidos, dizia: —Que insaciável você foi ontem à noite, meu garanhão, toda manhã você mete bem forte antes de ir trabalhar, por sua culpa minha bunda cresceu e ficou mais dura—, —e os peitos Também cresceram graças às chupadas que fuck you e ao seu leite milagroso 💞 enquanto gozava... Depois da imensa gozada que ele teve, ela sentiu meu mastro se erguer e se preparar para entrar nela. Então, em voz alta, disse: — Não me surpreende que eu tenha ficado grávida! Olha eu aqui, com uma barriga enorme esperando seu filho 💖💖 Foram semanas de tontura e vômito, fomos ao médico que confirmou a gravidez: — Parabéns, dona Inês, a senhora está grávida. A notícia deixou minha sogra feliz, enquanto ela esboçava um sorriso de alegria. Os meses passaram e a barriga da minha sogra crescia descomunalmente, assim como o apetite dela por sexo. No quarto mês, ela parecia ter barriga de oito meses, e me dizia: — Camilo, como você vê, estou tendo mudanças de humor por causa da gravidez, e agora é quando mais preciso do seu carinho. Quero que me abrace muitas vezes e acaricie minha barriga, seu filhinho vai te agradecer 💕. É, claro, eu pensava, o que ela quer é que eu a esquente pra depois enfiar minha grossa barra de carne em todos os buracos dela. No sexto mês de gravidez, a barriga da Inês alcançou um tamanho incrível, não dava pra pensar em outra coisa senão em mim, que com minha pica tremenda e todos os litros de porra que depositei no útero dela, ia deixá-la nesse estado. Uma madrugada, Leonor acordou pra ir mijar e ouviu gemidos vindo da cozinha. Espiou e viu a mãe com a cabeça dentro do forno e eu penetrando ela do jeito mais violento possível. — Vai, garanhão, me fode, me faz parir agora mesmo 💓 — exclamava Inês entre gemidos. — Isso mesmo, putinha, agora mesmo eu te engravidaria de novo se pudesse, como você ficou gostosa, essa barrigona me excita demais, e eu sinto vontade de secar esses peitos — eu dizia enquanto Inês tirava o corpo do forno e chupava um dos meus mamilos, dava pra ver fios de porra caindo. — Uau, que porra gostosa você produz, puta — eu dizia enquanto gozava dentro. — Com toda a porra que você me dá, sobra pra me engravidar de novo, pica grossa — dizia Inês. enquanto ela chegava ao orgasmo. Depois da intensa sessão de sexo que tivemos, Leonor sentou junto com a gente, estávamos pelados no sofá e começamos a conversar sobre várias coisas, entre elas contamos da rotina de sexo que a gente levava, mantinha o número de encontros sexuais diários de acordo com o mês de gravidez da Inês, agora ela tá com 6 meses de gravidez, isso significa que a gente tinha 6 sessões de sexo por dia. – Meu Deus, pensei, que tipo de garanhão deve ser o Camilo pra conseguir ter 6 sessões de sexo num dia! Disse Leonor. Tudo que eu tinha que fazer pra satisfazer a Inês, que também confessou que a libido dela aumentava conforme a barriga e os peitos cresciam. No oitavo mês, eles não pensavam em outra coisa a não ser foder, só de ver aquela barrigona imponente com meu filho e aquelas duas tetonas que produziam leite em excesso já me dava uma ereção do caralho, lembro que um dia a gente tava andando no shopping e cruza com uma jovem grávida que fica impressionada com a barrigona da Inês e pergunta: – Quantos meses você tem? Ela responde – Oito meses. – Nossa, eu também tô grávida e tô com oito meses e meio, mas minha barriga parece ter metade do tamanho da sua, que marido você deve ter –, enquanto eu fazia um esforço sobre-humano pra não abaixar o zíper da calça e começar a meter nela com essa conversa. A jovem tinha razão, a barriga da Inês era tão imponente que todo mundo ficava surpreso ao ver, ela teve que comprar roupa nova porque a que tinha já não servia mais, já que o tamanho da bunda, da barriga, das pernas e principalmente dos peitos tinha aumentado. – Meu Deus, meu leite fez ela aumentar as medidas! Meu pau duro, se erguia todo alto 🥒 Inês e eu já tínhamos perdido qualquer vergonha no oitavo mês, não tínhamos medo de fornicar a qualquer hora e em qualquer lugar da casa, e não importava se a Leonor ouvia. Uma tarde enquanto ela almoçava, a gente começou a foder. Na sala, eu fingi que não via nada, mas os gemidos enormes da Inês eram difíceis de ignorar. A Leonor apareceu na sala e encontrou a mãe dela montada em cima de mim, segurando os peitos e chupando eles enquanto eu, embaixo, fazia todo o trabalho. Ela viu e disse: — Filha, me desculpa, mas não consigo aguentar, seu irmãozinho tá pedindo pro pai dar love e não posso negar isso pra ele💞💞 — enquanto eu tinha minha pica enfiada, ela passava a mão na barriga e sorria safadamente. — Eu coloquei a cabeça pra fora sem parar de meter e falei: — Então, Leonor, você tem que aceitar que eu transformei sua mãe numa viciada na minha pica e de agora em diante vai ser assim, depois que ela der à luz, vou engravidar ela de novo pra viver esses momentos mágicos, e pra você ver que sou um bom padrasto, vou deixar você chupar os peitos dela e provar essa delícia branca que sai — falei de forma provocante. Sem dizer nada, ela se aproximou da Inês e pegou um dos seios dela, começando a mamar com vontade, o leite começou a sair, a Inês gemia com a excitação dupla da metida frenética da minha pica e da chupada nos peitos que a Leonor tava dando, tanta era a avidez que ela deixou os dois peitos vazios. Aí a Inês disse: — Filha, você esvaziou meus peitos, mas não se preocupa, daqui a umas horas vou produzir mais❤️ Satisfeita, a Leonor nos deixou transando... Dias depois, enquanto a Inês e eu almoçávamos, ela começou a sentir umas câimbras. — Camilo, espera, o neném já vem, tô sentindo umas dores imensas —, ela falava entre gemidos e lágrimas. Fomos pro hospital e duas horas depois nasceu meu filho, preto igual a mim, mas com os olhos da mãe. Ela olhava pra ele e eu pensava, esse menino trouxe uma felicidade enorme pra gente... Pois é, essa é minha história. Sei que pode encher de inveja muitos homens eu poder ter duas mulheres, mas ninguém se engane, porque eu contribuo e coopero em casa com tudo que é necessário. O que eu tenho que dizer é que, se já era bonito e gostoso viver junto com a Leonor, posso garantir que vivendo com essas duas Mulher é mais do que a gente pode imaginar. Se com a Leonor eu não precisava de jeito nenhum procurar alívio fora de casa, como meus amigos faziam, imagina ter ainda por cima a encantadora Inês.
E é que nossa convivência é digna de todo elogio. Nós três nos entrosamos que é uma maravilha em todos os sentidos, e entre elas não rola o menor atrito diante dos desejos delas ou dos meus em busca do nosso prazer e deleite. Também não tem problema nenhum em nós três dividirmos a mesma cama… Isso já é outra história que vou guardar pra mim.
Pra terminar, vou dizer que uma criança divide essa felicidade com a gente e estamos prestes a aumentá-la com um novo ser... Quem é a mãe…? As duas 💗
4 comentários - Um ménage com minha sogra, com a permissão da minha mulher