Há uns dias fomos pra um condomínio com a minha esposa passar o réveillon. Lá encontramos uns amigos nossos e um amigo da minha mulher.
Todo dia a gente ia pra piscina, combinava pra ficar tudo junto, o grupo todo.
A questão é que esse amigo da Fernanda, minha mulher, é daqueles caras metrossexuais. Sempre bem bronzeado, cabelo curto, arrumadinho e, à primeira vista, todo depilado — nem preciso dizer que usava sunga.
Com a minha mulher, a gente sempre fantasia em fazer um ménage com um homem.
Além do calor e de ver corpos semi nus, fio dental, bundas e o volume da minha esposa, comecei a sussurrar no ouvido dela se ela gostaria de chupar o pau do amigo... Pra piorar, como ele era depilado, fiquei falando como devia ser macio na mão dela. Estávamos só nós três.
Conheço minha mulher há mais de 10 anos e sei quando o tesão bate. E dessa vez tava conseguindo.
Bruno é bissexual, pega caras e minas. É isso que mais excita a minha mulher.
Num momento, Bruno pediu se alguém podia passar protetor solar nas costas dele, porque não alcançava com as mãos. Olhei pra ela e vi que tava morrendo de vontade de tocar o corpo dele, mas sem minha cumplicidade ela não faria nenhum gesto de desejo.
Eu tava do lado dela, numa espreguiçadeira atrás do Bruno. Passei a mão na dela pra chamar atenção e, com um olhar safado, dei a aprovação pra ela passar protetor no amigo.
Minha mulher é morena, altura média, pele branca, peitos lindos de coroa, com mamilos grandes — nem preciso dizer que tivemos dois filhos. 38 anos.
Ela se levantou e começou a se aproximar dele. De onde eu tava, dava pra ver a cena toda. Colocou ele de lado, de perfil, me olhou com um olhar cúmplice e começou a passar creme nas costas dele.
As primeiras mãos foram duras, com medo. Eu diria insegura do que tava fazendo.
Ela me olhava, como se quisesse mais aprovação do que tava fazendo, e eu concordava com convicção.
As mãos dela... começaram a relaxar, eu a conheço, as palmas abertas dela passavam pelas costas do Bruno com mais firmeza. Não sei quanto tempo passou, pra mim era tudo lento.
A distância que eu tinha deles era de aproximadamente 3 metros. Ela, se sentindo mais segura do que estava fazendo, começou por trás das costas dele a passar protetor no peito. Nesse instante, comecei a ver que os mamilos dela começavam a aparecer através do biquíni. Entre uma passada e outra de creme, ela se aproximava cada vez mais das costas dele, até chegar a roçar os bicos nos ombros dele.
As mãos dela passavam para a frente cada vez mais pra baixo, o limite era sempre a borda da sunga.
Entre uma passada e outra, do meu lugar eu podia ver como o pau do Bruno começava a endurecer. Cada vez o volume dele era maior. Os mamilos da minha mulher pareciam que iam furar a malha do biquíni. Dava pra ver como a respiração dela ficava cada vez mais ofegante. Ela enchia os pulmões cada vez mais. Os olhos dela ficavam fechados, o mesmo com ele.
Dava pra ver como os corpos deles, ele de costas e ela de frente, se uniam até grudar com o protetor solar.
Eles estavam começando a entrar em êxtase, sentiam que não existia mais nada entre eles e o entorno.
A ereção do Bruno já estava completa.
Minha excitação por vê-los naquela situação era demais, eu também estava de pau duro. Então, me levantei, fiquei atrás dela, encostei meu corpo no dela e pude sentir no meu peito o calor da pele dela, o bater do coração e os movimentos dos braços dela cada vez mais intensos.
Por trás, abracei os dois e, num tom desafiante, no ouvido dela, falei: Vamos pegar ele?
Ela soltou a carga emocional, senti como o corpo rígido dela relaxou, acompanhado de um gemido, e guiei as mãos dela pro pau do Bruno.
Ela tirou cuidadosamente, enquanto eu beijava o pescoço dela. Dava pra me conectar com o corpo dos dois só sentindo o corpo da minha esposa.
Fernanda estava masturbando ele por trás e, de repente, ele, com um movimento, se virou. virei ela pra deixar ela no meio de nós dois.
Dali pude ver como Bruno começou a beijar a boca dela, as línguas se entrelaçavam cada vez mais. Do meu lado, continuei massageando e acariciando as costas da minha mulher.
Fui me abaixando devagar por trás dela até chegar na bunda dela, que por sinal ainda tava de biquíni. Passei minhas mãos por baixo da lateral da tira e comecei a puxar devagar.
A primeira coisa que fiz foi lamber o cu da Fernanda, nessa altura já tava todo molhado e cheio de lubrificação vaginal. Abri devagar as pernas dela e comecei a ver a pica do Bruno, a pica dele era toda branca, depilada como a gente tinha imaginado, grossa, a cabeça era grande e bem rosada. Minha tesão era tanta que passei minhas mãos entre as pernas dela, peguei a pica do Bruno e comecei a enfiar nela, do jeito que tavam, em pé, na Fernanda.
A posição pra eles não era a mais confortável, eu de joelhos conseguia ver pela bunda da minha esposa como a pica saía toda vez que ele metia o ritmo.
Naquele momento, pela incomodação deles, o Bruno levantou ela e sentou ela na pica dele, em pé. A visão era perfeita, via a pica do amigo da minha mulher entrando e saindo na minha frente.
Depois de uns minutos de espectador, comecei a observar que do tronco do pau caía um líquido branco, a excitação dos dois era tanta que minha esposa pediu pra eu começar a chupar a pica dele enquanto ele comia ela.
Aceitei na hora o pedido dela e, meio tímido, comecei a passar a língua pelo tronco, as bolas dele roçavam no meu rosto, eram macias, não tinha um único pelo. A situação era tão excitante que tirei a pica da buceta da Fernanda pra chupar a pica do Bruno. Era macia e dava pra sentir que ele tava prestes a gozar.
Brincuei com minha língua na glande dele e, antes que ele acabasse, enfiei de novo na buceta da minha mulher.
Não passou nem um minuto e o Bruno gozou dentro da Fernanda, ela tava exausta, o líquido dela tava por todo lado. as pernas dela. Quando tirei o pau já quase mole, chupei ele de novo pra deixar limpinho e depois comi a porra da buceta da minha mulher.
Todo dia a gente ia pra piscina, combinava pra ficar tudo junto, o grupo todo.
A questão é que esse amigo da Fernanda, minha mulher, é daqueles caras metrossexuais. Sempre bem bronzeado, cabelo curto, arrumadinho e, à primeira vista, todo depilado — nem preciso dizer que usava sunga.
Com a minha mulher, a gente sempre fantasia em fazer um ménage com um homem.
Além do calor e de ver corpos semi nus, fio dental, bundas e o volume da minha esposa, comecei a sussurrar no ouvido dela se ela gostaria de chupar o pau do amigo... Pra piorar, como ele era depilado, fiquei falando como devia ser macio na mão dela. Estávamos só nós três.
Conheço minha mulher há mais de 10 anos e sei quando o tesão bate. E dessa vez tava conseguindo.
Bruno é bissexual, pega caras e minas. É isso que mais excita a minha mulher.
Num momento, Bruno pediu se alguém podia passar protetor solar nas costas dele, porque não alcançava com as mãos. Olhei pra ela e vi que tava morrendo de vontade de tocar o corpo dele, mas sem minha cumplicidade ela não faria nenhum gesto de desejo.
Eu tava do lado dela, numa espreguiçadeira atrás do Bruno. Passei a mão na dela pra chamar atenção e, com um olhar safado, dei a aprovação pra ela passar protetor no amigo.
Minha mulher é morena, altura média, pele branca, peitos lindos de coroa, com mamilos grandes — nem preciso dizer que tivemos dois filhos. 38 anos.
Ela se levantou e começou a se aproximar dele. De onde eu tava, dava pra ver a cena toda. Colocou ele de lado, de perfil, me olhou com um olhar cúmplice e começou a passar creme nas costas dele.
As primeiras mãos foram duras, com medo. Eu diria insegura do que tava fazendo.
Ela me olhava, como se quisesse mais aprovação do que tava fazendo, e eu concordava com convicção.
As mãos dela... começaram a relaxar, eu a conheço, as palmas abertas dela passavam pelas costas do Bruno com mais firmeza. Não sei quanto tempo passou, pra mim era tudo lento.
A distância que eu tinha deles era de aproximadamente 3 metros. Ela, se sentindo mais segura do que estava fazendo, começou por trás das costas dele a passar protetor no peito. Nesse instante, comecei a ver que os mamilos dela começavam a aparecer através do biquíni. Entre uma passada e outra de creme, ela se aproximava cada vez mais das costas dele, até chegar a roçar os bicos nos ombros dele.
As mãos dela passavam para a frente cada vez mais pra baixo, o limite era sempre a borda da sunga.
Entre uma passada e outra, do meu lugar eu podia ver como o pau do Bruno começava a endurecer. Cada vez o volume dele era maior. Os mamilos da minha mulher pareciam que iam furar a malha do biquíni. Dava pra ver como a respiração dela ficava cada vez mais ofegante. Ela enchia os pulmões cada vez mais. Os olhos dela ficavam fechados, o mesmo com ele.
Dava pra ver como os corpos deles, ele de costas e ela de frente, se uniam até grudar com o protetor solar.
Eles estavam começando a entrar em êxtase, sentiam que não existia mais nada entre eles e o entorno.
A ereção do Bruno já estava completa.
Minha excitação por vê-los naquela situação era demais, eu também estava de pau duro. Então, me levantei, fiquei atrás dela, encostei meu corpo no dela e pude sentir no meu peito o calor da pele dela, o bater do coração e os movimentos dos braços dela cada vez mais intensos.
Por trás, abracei os dois e, num tom desafiante, no ouvido dela, falei: Vamos pegar ele?
Ela soltou a carga emocional, senti como o corpo rígido dela relaxou, acompanhado de um gemido, e guiei as mãos dela pro pau do Bruno.
Ela tirou cuidadosamente, enquanto eu beijava o pescoço dela. Dava pra me conectar com o corpo dos dois só sentindo o corpo da minha esposa.
Fernanda estava masturbando ele por trás e, de repente, ele, com um movimento, se virou. virei ela pra deixar ela no meio de nós dois.
Dali pude ver como Bruno começou a beijar a boca dela, as línguas se entrelaçavam cada vez mais. Do meu lado, continuei massageando e acariciando as costas da minha mulher.
Fui me abaixando devagar por trás dela até chegar na bunda dela, que por sinal ainda tava de biquíni. Passei minhas mãos por baixo da lateral da tira e comecei a puxar devagar.
A primeira coisa que fiz foi lamber o cu da Fernanda, nessa altura já tava todo molhado e cheio de lubrificação vaginal. Abri devagar as pernas dela e comecei a ver a pica do Bruno, a pica dele era toda branca, depilada como a gente tinha imaginado, grossa, a cabeça era grande e bem rosada. Minha tesão era tanta que passei minhas mãos entre as pernas dela, peguei a pica do Bruno e comecei a enfiar nela, do jeito que tavam, em pé, na Fernanda.
A posição pra eles não era a mais confortável, eu de joelhos conseguia ver pela bunda da minha esposa como a pica saía toda vez que ele metia o ritmo.
Naquele momento, pela incomodação deles, o Bruno levantou ela e sentou ela na pica dele, em pé. A visão era perfeita, via a pica do amigo da minha mulher entrando e saindo na minha frente.
Depois de uns minutos de espectador, comecei a observar que do tronco do pau caía um líquido branco, a excitação dos dois era tanta que minha esposa pediu pra eu começar a chupar a pica dele enquanto ele comia ela.
Aceitei na hora o pedido dela e, meio tímido, comecei a passar a língua pelo tronco, as bolas dele roçavam no meu rosto, eram macias, não tinha um único pelo. A situação era tão excitante que tirei a pica da buceta da Fernanda pra chupar a pica do Bruno. Era macia e dava pra sentir que ele tava prestes a gozar.
Brincuei com minha língua na glande dele e, antes que ele acabasse, enfiei de novo na buceta da minha mulher.
Não passou nem um minuto e o Bruno gozou dentro da Fernanda, ela tava exausta, o líquido dela tava por todo lado. as pernas dela. Quando tirei o pau já quase mole, chupei ele de novo pra deixar limpinho e depois comi a porra da buceta da minha mulher.
10 comentários - Trio Bi com minha mulher gostosa
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