Olá a todos.
Como a primeira parte do relato teve uma boa aceitação, vou continuar de onde parei pra ver se aparecem mais leitores...
Peço desculpas pela demora em continuar meus escritos, mas é mais fácil relembrar do que transcrever, ainda mais tentando respeitar ao máximo a sequência dos fatos.
Espero não ter decepcionado os leitores tarados, que imagino estejam com seus paus duros na mão ou suas bucetinhas bem molhadas acompanhando essa nova parte.
Algumas frases lembro mais do que outras porque até hoje a gente continua se pegando muito, como prova meu pau babado e bem duro neste momento.
Por enquanto já tenho um amigo que está curtindo a leitura enquanto eu o punheto, bem amarrado e amordaçado, claro.
Até a próxima, que espero que seja em breve!
Então lá estava eu na sala de casa, firmemente amarrado a uma das poltronas com a bunda pra fora, bem disponível, amordaçado e com os olhos vendados (mas, pra minha sorte, só em parte, então dava pra ver bastante do que acontecia ao redor, e até acho que deixaram de propósito), com meus dois irmãos em posições parecidas e meus pais e o mascarado usando a gente à vontade.
Não posso esquecer daquele vibrador ligado na minha bunda que já começava a incomodar um pouco, mas não dá pra negar que dava um certo prazer.
Mas isso era o de menos, eu estava vendo a repetição do que eu tinha curtido (porque sim, preciso admitir que estava curtindo tudo) nos meus irmãos. Cada um foi recebendo o mesmo tratamento que eu, mas acho que o meu foi um pouco mais longo e mais intenso.
Então eles levaram chupadas na boca pelo pau do meu pai, vários dedos nas bundas, dele e do mascarado, palmadas e chicotadas, além de um vibrador no cu no final.
Pude ver minha mãe se aproximando de mim e, num sinal do mascarado, ela trocou o vibrador, que puxou de uma vez, por um consolo ligado a uma maquininha. Me Ele passou um pouco de creme na bunda e foi enfiando no meu cu, que para minha surpresa aceitou sem muita complicação.
Ao ligar a máquina, senti como ela começou a foder minha bunda, fazendo um efeito de pistão que entrava e recuava o pau no meu cu, sem chegar a sair completamente.
Os três estavam parados na minha frente, curtindo o espetáculo, com os cocks deles bem duros.
Mas, para minha surpresa, meus Pais começaram a acariciar o pau e as bolas do mascarado (já dava pra identificar qual era o pau do meu pai), e logo os dois estavam de joelhos... Meu pai estava chupando o pau dele!! Enquanto minha Mãe lambia as bolas... Não podia estar mais surpreso, mas a essa altura eu já devia esperar qualquer coisa.
Me assustei, não só pela cena, mas porque a maquininha tinha aumentado a velocidade com que estava me fodendo, então ela entrava e saía num ritmo gostoso no meu cu e, para minha surpresa, eu estava gostando, tanto que meu pau estava duríssimo e vermelho.
Meu Pai lambia a cabeça do pau enquanto minha mãe passava a língua ao longo do tronco, de novo e de novo, depois ele os colocou frente a frente, pegou nas cabeças deles e deslizava o pau pelos lábios deles marcando o ritmo, enfiando o pau na boca da minha Mãe e tirando, para enfiar de novo. Umas cinco vezes assim. Depois foi a vez do meu Pai. E ele foi alternando.
Pensei que tinham esquecido da gente, mas naquele momento desligaram e tiraram a maquininha do meu cu, trocando por um consolo lubrificado preso a uma haste que minha Mãe usava para foder meu cu num ritmo gostoso enquanto Papá punhetava o mascarado.
Também colocaram um anel de borracha na base do meu pau e das bolas, para que eu não perdesse a ereção potente que tinha.
A maquininha foi usada em outro dos meus irmãos, enquanto com o terceiro usaram o mesmo sistema que comigo, com Mamãe manejando as duas picas, até que chegou a vez dele com a fodedora. mecânica.
Depois, a Mamãe passou a vez comigo para o Papai, que começou a penetrar meu cu devagar com o consolo, tirando e colocando, botando um pouco mais de gel, para ir aumentando o ritmo cada vez mais.
Nem preciso dizer que eu estava com o pau a ponto de explotar, mas o Papai parecia controlar a situação e reduzia a velocidade então.
Em um determinado momento, tiraram a mordaça e o Papai me disse para ensalivar bem o pau dele. O que eu fiz sem reclamar, babando ele todo da melhor forma que podia.
Ele começou a meter na minha boca devagar, chegando com o pau duríssimo até o fundo da minha garganta, fazendo com que eu me engasgasse ao deixá-lo por alguns segundos, que pareciam eternos, batendo na minha campainha.
Alguém pegou um dos meus pés e começou a dar tapas precisos e suaves com uma palmatória na sola, fazendo com que eu me assustasse e tentasse me soltar, coisa mais que impossível, e depois minhas nádegas receberam as carícias dessa varinha.
Me amordaçaram de novo, tiraram o consolo do meu cu, que tinha ficado parado, e naquele momento várias mãos começaram a fazer cócegas nos meus pés, nas nádegas... Em todo lugar que pudessem. Imagina como eu me debatia, sem conseguir me mover um centímetro. Paravam e voltavam a começar, até que cessaram. Eu estava mais que agitado, com o pau duríssimo, tentando me acalmar e respirar.
Naquele momento, senti um pau me abrindo o cu e pude ver meu pai na minha frente, com as pernas flexionadas, que sem muita dificuldade foi enfiando o pau dele duro como ferro até entrar todo na minha bunda dilatada.
Era minha iniciação anal!!... E pelo pau do Papai!!
Tentei me soltar, me debater um pouco, mas as amarras estavam feitas com cuidado e não permitiam que eu me mexesse além dos pés, o que não era muito útil, exatamente.
Parece que minha resistência deixava o jogo mais atraente para meu Pai, que riu e deu uns tapas suaves no meu pau duríssimo e dolorido e, apertando um pouco minhas bolas, me disse:
— Comporte-se bem — e começou a me bombear cada vez mais rápido e intensamente. De vez em quando ela tirava e colocava, alternando com uma masturbação lenta no meu pau, para continuar me dando duro.
Eu não conseguia acreditar... Já era demais de uma só vez...
Ela estava realizando várias das minhas fantasias... e todas juntas!!!
Mas bem, naquele momento eu não conseguia pensar muito nisso, porque sentir meu pai bombando forte minha bunda com seu belo membro bem duro tomava toda a minha atenção.
Agora eu entendia, além de gostarem, o motivo de tanta brincadeira com minha bunda... Estava bem dilatada para receber o pau do Papai que de pequeno não tinha nada.
Pude ver que a Mamãe (percebi que era ela pelas meias) e o mascarado tinham se aproximado para ver o espetáculo. Mamãe estava punhetando suavemente seu pau duríssimo e brilhante.
Papai saiu da minha bunda e substituiu minha Mãe na punheta do visitante, enquanto ela se agachou para lamber meu ânus dilatado e dolorido, coisa que agradeci por dentro. Para dizer a verdade, a língua da Mamãe parecia ainda mais prazerosa que antes e aliviava a ardência que eu sentia.
Parece que o uso da língua era do gosto de todos, porque Papai se agachou e começou a lamber as bolas do mascarado.
Depois de um tempo, Papai disse:
- Vou continuar comendo o garoto, tem que treinar ele direito.
Todos riram e o mascarado disse:
- Manda ver, que o promíscuo vai gostando. Depois ele vai pedir pau aos gritos. Eu vou dar na puta da mãe que também quer que comam sua bunda. Posso comer sua esposa?
Papai riu e disse:
- Pergunta para a puta.
Assim ele fez:
- Quer que eu estoure sua bunda, Senhora?
- Claro, cavalheiro! - disse Mamãe, que imediatamente ficou de quatro com sua bunda redonda e empinada bem na posição, mais do que disposta a receber aquele pauzão por trás.
O mascarado não fez cerimônia e se ajoelhou sobre minha Mãe, enfiando de uma vez naquela bunda linda seu tronco duro e arrancando dela um gemido forte de prazer.
Eu conseguia ver bastante, porque minha Mãe tinha apontado sua bunda na minha direção, então eu podia ver aquele pauzão... pau entrando e saindo da sua bunda.
Sim, nós dois estávamos sendo intensamente fodidos pelo cu por paus de bom tamanho.
Papai continuou metendo na minha bunda com uma vontade que eu queria ter nas minhas fodidas.
Cada vez entrava com mais facilidade e eu sentia seu pau grosso deslizando, bombando sem parar e batendo com suas bolas nas minhas nádegas fazendo um plac-plac delicioso... Sim, não posso negar, estava recebendo uma deliciosa, dura e ruda foda.
Apesar de gostar de mulheres, estava adorando o "castigo" que meu pai estava me dando... Naquele momento não conseguia pensar muito... Estava curtindo minha foda forçada de iniciação com o pau duro como estaca e nem preciso dizer o quão duro estava o do Papai!
Vamos combinar que, amarrado há um bom tempo de forma que não podia mexer nada, vendado e bem amordaçado não era a forma mais confortável de ser comido pela primeira vez... Mas isso era o de menos naquele momento.
De vez em quando Papai pegava no meu pau, duríssimo e quase gozando a cada enfiada (que, na verdade, não sei como aguentei), e me masturbava um pouco ou acariciava minhas bolas, o que tornava minha sodomização ainda mais prazerosa, porque isso sim, nada de parar de bombear minha bunda por mais de alguns segundos.
Meus queixos (mais gemidos, pois eu adorava como meu Pai estava me comendo e ainda não conseguia acreditar), abafados pela mordaça, deviam excitá-lo ainda mais, pois ele me fodia com mais intensidade cada vez que eu começava a gemer.
— Meu promíscuo, você gosta de pau na bunda, não é? — meu Pai me disse.
Era difícil responder amordaçado, por isso recebi uns tapas e uns beliscões nos mamilos (que estavam super durinhos), então entre gemidos eu tentava dizer que sim e balançava a cabeça o máximo que podia... E era verdade, estava gostando, e muito.
O mascarado riu e disse:
— Viu que eu te disse que ele ia adorar ser comido? Ele gosta tanto quanto a mãe, não é, putinha? — ele disse para a Mamãe enquanto soavam umas palmadas fortes.
— Sim, Senhor, eu adoro seu pau na minha bunda — Todos riram em uníssono, bom, a mamãe não ria tanto, era uma mistura de riso e gemido, por razões óbvias.
- E ele não diz nada porque não pode - disse o convidado.
Então o Papai tirou o pau da minha bunda e liberou minha boca naquele momento perguntando:
- Tá gostando da noite, filho? Quer mais pica paterna?
Eu, prevendo o que ia acontecer (e que além do mais era verdade), não hesitei em dizer:
- Sim, tô adorando!
Claro, não era a resposta totalmente correta, então ganhei umas boas palmadas e chicotadas no pau que doeram pra caramba enquanto o Papai dizia:
- É "Sim, Papai", você tem que responder, entendeu?
- Sim, Papai - disse rapidamente - Adoro seu pau.
- Assim que eu gosto - ele disse, enquanto acariciava um pouco minha bunda dolorida - Quer mais carne na popa?
- Sim, Papai, continua me comendo - disse eu, já todo excitado.
Os homens riram e o mascarado disse:
- Eu te falei que ele ia ser uma boa putinha. Tá muito comível.
- Pede direito, filho - a Mamãe me disse com voz entrecortada enquanto o Papai apertava meus mamilos.
- Por favor, Papai, come minha bunda!! - disse, dolorido.
- Não posso negar um pedido desses, mas antes... - E ele enfiou o pau de uma vez na minha boca, fodendo-a rapidamente. Eu já estava curtindo totalmente saborear seu pauzão.
Depois, com mão habilidosa, ele me amordaçou de novo e, depois de ensalivá-lo com os dedos, continuou perfurando minha bunda com força.
Dava pra sentir a tensão no pau dele, então o final já estava chegando...
O Papai saiu da minha bunda dizendo: - Quase lá, hein?
- Pronto? - respondeu o mascarado.
- Sim, senhor.
- Eu também tô quase. A bunda dessa putinha linda é viciante... Ele espremeu meu pau como a expert que é - e os três riram.
Pude ver ele tirando o pau da bunda da minha Mãe, que se levantou com ajuda, claro, depois de uma foda tão forte...
- Já podemos batizar o garoto então - disse o mascarado se aproximando e ficando ao lado do sofá. - Punheta ele e tira o leite.
Minha Mãe pegou no meu pau e não precisou mais do que umas carícias pra eu soltar um jato forte. de porra que chegou até meu rosto e banhou meu peito.
Os três riram comentando a quantidade de porra que tinha saído.
Alguém tirou a mordaça e o Papai disse:
— Aproveitou uma boa foda, parece, né?
— Sim, Papai, adorei — respondi, já mais experiente.
— A primeira das muitas que espero que possamos aproveitar. Agora vamos finalizar a iniciação, putinha — disse, e enfiou seu pau duro na minha boca enquanto segurava minha cabeça pela nuca e a movia violentamente para me foder até a garganta.
Não demorou muito para que ele enchesse minha boca de porra, quente e grossa, que tive que engolir.
— Isso, engole tudo, puta — disse o mascarado, e senti como recebia outro banho de porra na minha barriga, que devia ser dele.
A Mamãe colocou a mordaça e me deu um beijo na ponta do meu pau vermelho e disse:
— Fico muito feliz que você tenha gostado, putinha. Vamos passar momentos muito bons todos juntos.
Assim me deixaram, bem amarrado, com os olhos vendados, amordaçado e com a boca e o peito cheios de porra.
Papai e Mamãe se despediram do mascarado com um beijo na ponta do pau dele, e pude ver, pelo movimento das pernas, que desatavam e levavam meus irmãos.
Depois me soltaram da cadeira, me fizeram sentar e, depois de um tempinho (porque, na verdade, naquele momento eu não conseguiria ficar em pé de tanto que minhas pernas tremiam), Papai me ajudou a caminhar até meu quarto.
— Você vai se acostumar com as amarrações.
Me desatou, tirou a mordaça e disse:
— Muito bem, filhinho, adorei que você seja minha putinha. Vamos aproveitar muito juntos e você vai curtir seus irmãos.
Como disse, castigos e privilégios. Deixe a venda até receber uma mensagem no seu telefone — me disse enquanto acariciava minha bunda. Me deu um beliscão e algumas palmadas e saiu, fechando a porta.
Assim fiquei, com o corpo dolorido, especialmente a bunda, e com o gosto da porra do meu Papai na boca.
Já era uma putinha.
Como a primeira parte do relato teve uma boa aceitação, vou continuar de onde parei pra ver se aparecem mais leitores...
Peço desculpas pela demora em continuar meus escritos, mas é mais fácil relembrar do que transcrever, ainda mais tentando respeitar ao máximo a sequência dos fatos.
Espero não ter decepcionado os leitores tarados, que imagino estejam com seus paus duros na mão ou suas bucetinhas bem molhadas acompanhando essa nova parte.
Algumas frases lembro mais do que outras porque até hoje a gente continua se pegando muito, como prova meu pau babado e bem duro neste momento.
Por enquanto já tenho um amigo que está curtindo a leitura enquanto eu o punheto, bem amarrado e amordaçado, claro.
Até a próxima, que espero que seja em breve!
Então lá estava eu na sala de casa, firmemente amarrado a uma das poltronas com a bunda pra fora, bem disponível, amordaçado e com os olhos vendados (mas, pra minha sorte, só em parte, então dava pra ver bastante do que acontecia ao redor, e até acho que deixaram de propósito), com meus dois irmãos em posições parecidas e meus pais e o mascarado usando a gente à vontade.
Não posso esquecer daquele vibrador ligado na minha bunda que já começava a incomodar um pouco, mas não dá pra negar que dava um certo prazer.
Mas isso era o de menos, eu estava vendo a repetição do que eu tinha curtido (porque sim, preciso admitir que estava curtindo tudo) nos meus irmãos. Cada um foi recebendo o mesmo tratamento que eu, mas acho que o meu foi um pouco mais longo e mais intenso.
Então eles levaram chupadas na boca pelo pau do meu pai, vários dedos nas bundas, dele e do mascarado, palmadas e chicotadas, além de um vibrador no cu no final.
Pude ver minha mãe se aproximando de mim e, num sinal do mascarado, ela trocou o vibrador, que puxou de uma vez, por um consolo ligado a uma maquininha. Me Ele passou um pouco de creme na bunda e foi enfiando no meu cu, que para minha surpresa aceitou sem muita complicação.
Ao ligar a máquina, senti como ela começou a foder minha bunda, fazendo um efeito de pistão que entrava e recuava o pau no meu cu, sem chegar a sair completamente.
Os três estavam parados na minha frente, curtindo o espetáculo, com os cocks deles bem duros.
Mas, para minha surpresa, meus Pais começaram a acariciar o pau e as bolas do mascarado (já dava pra identificar qual era o pau do meu pai), e logo os dois estavam de joelhos... Meu pai estava chupando o pau dele!! Enquanto minha Mãe lambia as bolas... Não podia estar mais surpreso, mas a essa altura eu já devia esperar qualquer coisa.
Me assustei, não só pela cena, mas porque a maquininha tinha aumentado a velocidade com que estava me fodendo, então ela entrava e saía num ritmo gostoso no meu cu e, para minha surpresa, eu estava gostando, tanto que meu pau estava duríssimo e vermelho.
Meu Pai lambia a cabeça do pau enquanto minha mãe passava a língua ao longo do tronco, de novo e de novo, depois ele os colocou frente a frente, pegou nas cabeças deles e deslizava o pau pelos lábios deles marcando o ritmo, enfiando o pau na boca da minha Mãe e tirando, para enfiar de novo. Umas cinco vezes assim. Depois foi a vez do meu Pai. E ele foi alternando.
Pensei que tinham esquecido da gente, mas naquele momento desligaram e tiraram a maquininha do meu cu, trocando por um consolo lubrificado preso a uma haste que minha Mãe usava para foder meu cu num ritmo gostoso enquanto Papá punhetava o mascarado.
Também colocaram um anel de borracha na base do meu pau e das bolas, para que eu não perdesse a ereção potente que tinha.
A maquininha foi usada em outro dos meus irmãos, enquanto com o terceiro usaram o mesmo sistema que comigo, com Mamãe manejando as duas picas, até que chegou a vez dele com a fodedora. mecânica.
Depois, a Mamãe passou a vez comigo para o Papai, que começou a penetrar meu cu devagar com o consolo, tirando e colocando, botando um pouco mais de gel, para ir aumentando o ritmo cada vez mais.
Nem preciso dizer que eu estava com o pau a ponto de explotar, mas o Papai parecia controlar a situação e reduzia a velocidade então.
Em um determinado momento, tiraram a mordaça e o Papai me disse para ensalivar bem o pau dele. O que eu fiz sem reclamar, babando ele todo da melhor forma que podia.
Ele começou a meter na minha boca devagar, chegando com o pau duríssimo até o fundo da minha garganta, fazendo com que eu me engasgasse ao deixá-lo por alguns segundos, que pareciam eternos, batendo na minha campainha.
Alguém pegou um dos meus pés e começou a dar tapas precisos e suaves com uma palmatória na sola, fazendo com que eu me assustasse e tentasse me soltar, coisa mais que impossível, e depois minhas nádegas receberam as carícias dessa varinha.
Me amordaçaram de novo, tiraram o consolo do meu cu, que tinha ficado parado, e naquele momento várias mãos começaram a fazer cócegas nos meus pés, nas nádegas... Em todo lugar que pudessem. Imagina como eu me debatia, sem conseguir me mover um centímetro. Paravam e voltavam a começar, até que cessaram. Eu estava mais que agitado, com o pau duríssimo, tentando me acalmar e respirar.
Naquele momento, senti um pau me abrindo o cu e pude ver meu pai na minha frente, com as pernas flexionadas, que sem muita dificuldade foi enfiando o pau dele duro como ferro até entrar todo na minha bunda dilatada.
Era minha iniciação anal!!... E pelo pau do Papai!!
Tentei me soltar, me debater um pouco, mas as amarras estavam feitas com cuidado e não permitiam que eu me mexesse além dos pés, o que não era muito útil, exatamente.
Parece que minha resistência deixava o jogo mais atraente para meu Pai, que riu e deu uns tapas suaves no meu pau duríssimo e dolorido e, apertando um pouco minhas bolas, me disse:
— Comporte-se bem — e começou a me bombear cada vez mais rápido e intensamente. De vez em quando ela tirava e colocava, alternando com uma masturbação lenta no meu pau, para continuar me dando duro.
Eu não conseguia acreditar... Já era demais de uma só vez...
Ela estava realizando várias das minhas fantasias... e todas juntas!!!
Mas bem, naquele momento eu não conseguia pensar muito nisso, porque sentir meu pai bombando forte minha bunda com seu belo membro bem duro tomava toda a minha atenção.
Agora eu entendia, além de gostarem, o motivo de tanta brincadeira com minha bunda... Estava bem dilatada para receber o pau do Papai que de pequeno não tinha nada.
Pude ver que a Mamãe (percebi que era ela pelas meias) e o mascarado tinham se aproximado para ver o espetáculo. Mamãe estava punhetando suavemente seu pau duríssimo e brilhante.
Papai saiu da minha bunda e substituiu minha Mãe na punheta do visitante, enquanto ela se agachou para lamber meu ânus dilatado e dolorido, coisa que agradeci por dentro. Para dizer a verdade, a língua da Mamãe parecia ainda mais prazerosa que antes e aliviava a ardência que eu sentia.
Parece que o uso da língua era do gosto de todos, porque Papai se agachou e começou a lamber as bolas do mascarado.
Depois de um tempo, Papai disse:
- Vou continuar comendo o garoto, tem que treinar ele direito.
Todos riram e o mascarado disse:
- Manda ver, que o promíscuo vai gostando. Depois ele vai pedir pau aos gritos. Eu vou dar na puta da mãe que também quer que comam sua bunda. Posso comer sua esposa?
Papai riu e disse:
- Pergunta para a puta.
Assim ele fez:
- Quer que eu estoure sua bunda, Senhora?
- Claro, cavalheiro! - disse Mamãe, que imediatamente ficou de quatro com sua bunda redonda e empinada bem na posição, mais do que disposta a receber aquele pauzão por trás.
O mascarado não fez cerimônia e se ajoelhou sobre minha Mãe, enfiando de uma vez naquela bunda linda seu tronco duro e arrancando dela um gemido forte de prazer.
Eu conseguia ver bastante, porque minha Mãe tinha apontado sua bunda na minha direção, então eu podia ver aquele pauzão... pau entrando e saindo da sua bunda.
Sim, nós dois estávamos sendo intensamente fodidos pelo cu por paus de bom tamanho.
Papai continuou metendo na minha bunda com uma vontade que eu queria ter nas minhas fodidas.
Cada vez entrava com mais facilidade e eu sentia seu pau grosso deslizando, bombando sem parar e batendo com suas bolas nas minhas nádegas fazendo um plac-plac delicioso... Sim, não posso negar, estava recebendo uma deliciosa, dura e ruda foda.
Apesar de gostar de mulheres, estava adorando o "castigo" que meu pai estava me dando... Naquele momento não conseguia pensar muito... Estava curtindo minha foda forçada de iniciação com o pau duro como estaca e nem preciso dizer o quão duro estava o do Papai!
Vamos combinar que, amarrado há um bom tempo de forma que não podia mexer nada, vendado e bem amordaçado não era a forma mais confortável de ser comido pela primeira vez... Mas isso era o de menos naquele momento.
De vez em quando Papai pegava no meu pau, duríssimo e quase gozando a cada enfiada (que, na verdade, não sei como aguentei), e me masturbava um pouco ou acariciava minhas bolas, o que tornava minha sodomização ainda mais prazerosa, porque isso sim, nada de parar de bombear minha bunda por mais de alguns segundos.
Meus queixos (mais gemidos, pois eu adorava como meu Pai estava me comendo e ainda não conseguia acreditar), abafados pela mordaça, deviam excitá-lo ainda mais, pois ele me fodia com mais intensidade cada vez que eu começava a gemer.
— Meu promíscuo, você gosta de pau na bunda, não é? — meu Pai me disse.
Era difícil responder amordaçado, por isso recebi uns tapas e uns beliscões nos mamilos (que estavam super durinhos), então entre gemidos eu tentava dizer que sim e balançava a cabeça o máximo que podia... E era verdade, estava gostando, e muito.
O mascarado riu e disse:
— Viu que eu te disse que ele ia adorar ser comido? Ele gosta tanto quanto a mãe, não é, putinha? — ele disse para a Mamãe enquanto soavam umas palmadas fortes.
— Sim, Senhor, eu adoro seu pau na minha bunda — Todos riram em uníssono, bom, a mamãe não ria tanto, era uma mistura de riso e gemido, por razões óbvias.
- E ele não diz nada porque não pode - disse o convidado.
Então o Papai tirou o pau da minha bunda e liberou minha boca naquele momento perguntando:
- Tá gostando da noite, filho? Quer mais pica paterna?
Eu, prevendo o que ia acontecer (e que além do mais era verdade), não hesitei em dizer:
- Sim, tô adorando!
Claro, não era a resposta totalmente correta, então ganhei umas boas palmadas e chicotadas no pau que doeram pra caramba enquanto o Papai dizia:
- É "Sim, Papai", você tem que responder, entendeu?
- Sim, Papai - disse rapidamente - Adoro seu pau.
- Assim que eu gosto - ele disse, enquanto acariciava um pouco minha bunda dolorida - Quer mais carne na popa?
- Sim, Papai, continua me comendo - disse eu, já todo excitado.
Os homens riram e o mascarado disse:
- Eu te falei que ele ia ser uma boa putinha. Tá muito comível.
- Pede direito, filho - a Mamãe me disse com voz entrecortada enquanto o Papai apertava meus mamilos.
- Por favor, Papai, come minha bunda!! - disse, dolorido.
- Não posso negar um pedido desses, mas antes... - E ele enfiou o pau de uma vez na minha boca, fodendo-a rapidamente. Eu já estava curtindo totalmente saborear seu pauzão.
Depois, com mão habilidosa, ele me amordaçou de novo e, depois de ensalivá-lo com os dedos, continuou perfurando minha bunda com força.
Dava pra sentir a tensão no pau dele, então o final já estava chegando...
O Papai saiu da minha bunda dizendo: - Quase lá, hein?
- Pronto? - respondeu o mascarado.
- Sim, senhor.
- Eu também tô quase. A bunda dessa putinha linda é viciante... Ele espremeu meu pau como a expert que é - e os três riram.
Pude ver ele tirando o pau da bunda da minha Mãe, que se levantou com ajuda, claro, depois de uma foda tão forte...
- Já podemos batizar o garoto então - disse o mascarado se aproximando e ficando ao lado do sofá. - Punheta ele e tira o leite.
Minha Mãe pegou no meu pau e não precisou mais do que umas carícias pra eu soltar um jato forte. de porra que chegou até meu rosto e banhou meu peito.
Os três riram comentando a quantidade de porra que tinha saído.
Alguém tirou a mordaça e o Papai disse:
— Aproveitou uma boa foda, parece, né?
— Sim, Papai, adorei — respondi, já mais experiente.
— A primeira das muitas que espero que possamos aproveitar. Agora vamos finalizar a iniciação, putinha — disse, e enfiou seu pau duro na minha boca enquanto segurava minha cabeça pela nuca e a movia violentamente para me foder até a garganta.
Não demorou muito para que ele enchesse minha boca de porra, quente e grossa, que tive que engolir.
— Isso, engole tudo, puta — disse o mascarado, e senti como recebia outro banho de porra na minha barriga, que devia ser dele.
A Mamãe colocou a mordaça e me deu um beijo na ponta do meu pau vermelho e disse:
— Fico muito feliz que você tenha gostado, putinha. Vamos passar momentos muito bons todos juntos.
Assim me deixaram, bem amarrado, com os olhos vendados, amordaçado e com a boca e o peito cheios de porra.
Papai e Mamãe se despediram do mascarado com um beijo na ponta do pau dele, e pude ver, pelo movimento das pernas, que desatavam e levavam meus irmãos.
Depois me soltaram da cadeira, me fizeram sentar e, depois de um tempinho (porque, na verdade, naquele momento eu não conseguiria ficar em pé de tanto que minhas pernas tremiam), Papai me ajudou a caminhar até meu quarto.
— Você vai se acostumar com as amarrações.
Me desatou, tirou a mordaça e disse:
— Muito bem, filhinho, adorei que você seja minha putinha. Vamos aproveitar muito juntos e você vai curtir seus irmãos.
Como disse, castigos e privilégios. Deixe a venda até receber uma mensagem no seu telefone — me disse enquanto acariciava minha bunda. Me deu um beliscão e algumas palmadas e saiu, fechando a porta.
Assim fiquei, com o corpo dolorido, especialmente a bunda, e com o gosto da porra do meu Papai na boca.
Já era uma putinha.
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