Relato 2: Amarras em Família - A Iniciação, Parte 2

Olá, pessoal.
Já que a primeira parte do relato teve uma aceitação bem boa, vou continuar de onde parei pra ver se mais leitores se juntam...
Desculpa a demora em continuar meus escritos, mas é mais fácil relembrar do que transcrever, ainda mais tentando respeitar ao máximo a sequência dos acontecimentos.
Espero não ter decepcionado os leitões mais tarados, que espero que estejam com seus pauzões duros na mão ou suas bucetinhas bem molhadas acompanhando essa nova parte.

Algumas frases eu lembro melhor do que outras, porque até hoje elas ainda me deixam a mil, como prova minha boca cheia de saliva e meu pau duríssimo neste momento.
No momento, já tenho um amigo que está curtindo a leitura enquanto eu o punheto, bem amarrado e amordaçado, claro.
Fico por aqui, até a próxima, que espero que seja em breve!

Lá estou eu na sala da minha casa, firmemente amarrado a uma das poltronas, com a bunda pra fora dela, bem à disposição, amordaçado e com os olhos vendados (embora, pra minha sorte, só parcialmente, então dava pra ver bastante do que rolava ao meu redor, e não sei se não me deixaram ver de propósito), com meus dois irmãos em posições parecidas e meus pais e o encapuzado nos usando à vontade.
Não posso esquecer daquele brinquedo ligado no meu cu, que já começava a incomodar um pouco, embora não possa negar que me dava um certo prazer.
Mas isso era o de menos, eu estava vendo a repetição do que eu tinha aproveitado (porque sim, tenho que dizer que vinha curtindo tudo) nos meus irmãos. Cada um foi recebendo o mesmo tratamento que eu, embora deva dizer que me pareceu que o meu tinha sido um pouco mais longo e mais firme.
Então, eles levaram mamadas no pau do meu Pai, vários dedos nos seus cuzinhos, dele e do encapuzado, palmadas e chicotadas, além de um brinquedo no cu no final.
Consegui ver a mamãe se aproximando de mim, e, a um sinal do encapuzado, ela trocava o brinquedo, que tirou de uma puxada, por um consolo ligado a uma maquininha. Eu passei um pouco de creme na bunda e fui enfiando no meu cu, que pra minha surpresa recebeu sem muita dificuldade.
Quando liguei a máquina, senti ela começando a foder minha bunda, porque fazia um efeito de pistão que fazia o pau entrar e voltar no meu cu, sem sair completamente.
Os três estavam parados na minha frente, curtindo o espetáculo, com os paus tão duros que dava pra ver.

Mas, pra minha surpresa, meus Pais começaram a acariciar o pau e as bolas do mascarado (já dava pra identificar qual era o pau do meu pai), e em pouco tempo, os dois estavam ajoelhados... Meu pai tava chupando o pau dele!! Enquanto minha Mãe lambia as bolas... Não dava pra ficar mais surpreso, embora a essa altura já devesse esperar qualquer coisa.

Levei um susto, não só pela cena, mas porque a maquininha tinha aumentado a velocidade com que tava me comendo, então ela ia pra frente e pra trás num ritmo bom no meu cu e, pra minha surpresa, eu tava gostando, tanto que meu pau tava duríssimo e vermelho.

Meu Pai lambia a cabeça do pau enquanto minha mãe passava a língua ao longo do tronco, uma e outra vez, depois ele colocou os dois de frente, pegou pelas cabeças e deslizou o pau pelos lábios deles marcando o ritmo, enfiando o pau na boca da minha Mãe e tirando, pra enfiar de novo. Umas cinco vezes assim. Depois foi a vez do meu Pai. E ia alternando.

Pensei que tinham se esquecido da gente, mas bem na hora desligaram e tiraram a maquininha do meu cu, substituindo por um vibrador lubrificado preso a um cabo que minha Mãe usava pra foder minha bunda num ritmo bom enquanto Papai batia punheta pro mascarado.

Também colocaram um anel de borracha na base do meu pau e bolas, então ele não perdia a ereção potente que tava.

A maquininha foi usada em outro dos meus irmãos, enquanto com o terceiro usaram o mesmo sistema que comigo, com a Mamãe manejando as duas varas, até chegar a vez dele com a fodedora. mecânica.
Depois, Mamãe passou a vez comigo pro Papai, que começou devagar a penetrar meu cu com o consolo, tirando e colocando, passando um pouco mais de gel, pra ir aumentando o ritmo cada vez mais.
Nem preciso dizer que eu tava com a pica a ponto de explodir, mas Papai parecia controlar e diminuía a velocidade então.
Num determinado momento, tiraram a mordaça de mim e Papai mandou eu babar bem a pica dele. O que fiz sem reclamar, lambuzando ela toda o melhor que podia.
Ele começou a comer minha boca devagar, chegando com a pica duríssima até o fundo da minha garganta, fazendo eu engasgar quando deixava ela uns segundos, que pareciam eternos, batendo na minha campainha.
Alguém pegou um dos meus pés e começou a dar uns tapas precisos e suaves com uma vara na sola, que me faziam pular e tentar me soltar, coisa mais que impossível, e depois minhas nádegas receberam as carícias dessa varinha.
Me amordaçaram de novo, tiraram o consolo do meu cu, que tinha ficado parado, e naquele momento várias mãos começaram a fazer cócegas nos meus pés, nas nádegas... Em todo lugar que dava. Imaginem como eu me mexia, mesmo sem conseguir me mover um centímetro. Paravam e recomeçavam, até que cessaram. Eu tava mais que agitado, com a pica duríssima, tentando me acalmar e respirar.
Naquele momento, senti uma pica forçando meu cu e pude ver meu pai na minha frente, com as pernas flexionadas, que sem muita dificuldade foi enfiando a pica dele, dura como ferro, até entrar toda no meu cu dilatado.
Era minha iniciação anal!! ... E pela pica do Papai!!
Tentei me soltar, me remexer um pouco, mas as amarras estavam feitas com capricho e não deixavam eu mexer mais que os pés, o que não ajudava muito.
Parece que resistir tornava o jogo mais atraente pro meu Pai, que riu e deu uns tapas suaves na minha pica duríssima e dolorida e, apertando um pouco minhas bolas, me disse:
- Se comporta direito - e começou a bombar cada vez mais rápido. intensamente. De vez em quando eu tirava e colocava, alternando com uma punheta lenta no meu pau, pra continuar me dando massa duramente.
Não podia acreditar... Já era demais de uma vez só...
Tava realizando várias das minhas fantasias... e todas juntas!!!
Mas é foda, naquele momento não dava pra pensar muito nisso, porque sentir meu Pai bombando forte meu cu com o membro dele bem duro tomava toda minha atenção.
Agora eu entendia, além de eles gostarem, o porquê de tanta brincadeira com meu cu... Tava bem dilatado pra receber o pau do Papai, que não tinha nada de pequeno.
Consegui ver que a Mamãe (percebi que era ela pelas meias) e o mascarado tinham se aproximado pra ver o espetáculo. Mamãe batia uma punheta suave no pau dela, todo durinho e brilhoso.
Papai saiu do meu cu e substituiu minha Mãe, batendo uma pro visitante, enquanto ela se abaixou pra lamber meu cu dolorido e dilatado, coisa que agradeci por dentro. Pra falar a verdade, a língua da Mamãe tava ainda mais gostosa que antes e aliviava a ardência que eu sentia.
Parece que o uso da língua era do gosto de todo mundo, porque Papai se abaixou e começou a lamber as bolas do mascarado.
Depois de um tempo, Papai falou:
— Vou continuar comendo o guri, que tem que treinar ele direito.
Todo mundo riu e o mascarado disse:
— Dá massa que o promíscuo vai gostando. Depois vai pedir pau aos berros. Eu vou dar pra puta da mãe, que também quer que comam o cu dela. Posso comer sua esposa?
Papai riu e falou:
— Pergunta pra puta.
E assim ele fez:
— Quer que eu arrebente seu cu, Sra.?
— Claro, cavalheiro! — disse Mamãe, que já tava de quatro, com a bunda redonda e bem empinada, mais que pronta pra receber aquele pau bom por trás.
O mascarado não se fez de rogado e se ajoelhou sobre minha Mãe, enfiando de uma vez naquele cu lindo o tronco duro dele, arrancando um gemido forte de prazer dela.
Eu conseguia ver bem porque minha Mãe tinha apontado a bunda na minha direção, então dava pra ver aquele belo Pau entrando e saindo da bunda dele.
Sim, nós dois estávamos sendo intensamente comidos no cu por paus de bom tamanho.
Papai continuava comendo minha bunda com uma vontade que eu queria ter nas minhas fodas.
Cada vez entrava com mais facilidade e eu sentia o pau grosso dele deslizar, bombando sem parar e batendo as bolas nas minhas nádegas, fazendo um ploc-ploc delicioso... Sim, não posso negar, estava recebendo uma foda deliciosa, dura e bruta.
Apesar de gostar de mulheres, estava adorando o "castigo" que meu pai me dava... Naquele momento, não conseguia pensar muito... Estava aproveitando minha foda forçada de iniciação com o pau duro feito uma estaca, e nem preciso dizer como o do Papai estava duro!
Vamos combinar que, amarrado há um bom tempo de um jeito que não podia mexer nada, vendado e bem amordaçado, não era a forma mais confortável de ser comido pela primeira vez... Mas isso era o de menos naquele momento.
De vez em quando, Papai pegava meu pau, duríssimo e quase gozando a cada estocada (que, sinceramente, não sei como aguentei), e me batia uma um pouco ou acariciava minhas bolas, o que tornava minha sodomização ainda mais prazerosa, porque, isso sim, nada de parar de bombear minha bunda por mais de alguns segundos.
Meus gemidos (na verdade, mais suspiros, porque eu adorava como meu Pai estava me comendo e ainda não conseguia acreditar), abafados pela mordaça, deviam excitá-lo ainda mais, pois ele me comia com mais força toda vez que eu começava a reclamar.
- Sua putinha, gosta de pau no cu, não é? - meu Pai disse
Era difícil responder amordaçado, então levei uns tapas e uns beliscões nos mamilos (que estavam durinhos), então, entre gemidos, tentava dizer que sim e balançava a cabeça o máximo que podia... E era verdade, estava gostando, e muito.
O mascarado riu e disse:
- Viu que te falei que ele ia adorar ser comido? Gosta tanto quanto a mãe, não é, vagabunda? - disse para a Mamãe enquanto soavam umas palmadas fortes.
- Sim, Senhor, adoro seu pau no meu cu. Todos riram em uníssono, bom, mamãe não ria tanto, era uma mistura de risada e gemido, por razões óbvias.
— E ele não diz nada porque não pode — disse o convidado.
Então Papai tirou a pica do meu cu e liberou minha boca naquele momento, perguntando:
— Tá gostando da noite, filho? Quer mais pica paterna?
Eu, prevendo o que ia rolar (e que além disso era verdade), não hesitei em dizer:
— Sim, adoro!
Claro, não era a resposta totalmente certa, então levei umas boas palmadas e uns tapas na pica que doeram pra caralho enquanto Papai dizia:
— Sim, Papai, você tem que responder, entendeu?
— Sim, Papai — falei rápido — Adoro sua pica.
— Assim que eu gosto — ele disse, enquanto acariciava um pouco minha bunda dolorida — Quer mais carne na popa?
— Sim, Papai, continua me comendo — falei eu, já sem vergonha.
Os homens riram e o mascarado disse:
— Te falei que ia ser uma boa putinha. Ela tá muito comível.
— Pede direito, filho — disse Mamãe com voz entrecortada enquanto Papai beliscava meus mamilos.
— Por favor, Papai, come meu cu!! — falei, todo dolorido.
— Não posso negar esse pedido, mas antes... — E ele enfiou a pica de uma vez na minha boca, fodendo ela rapidinho. Eu já tava adorando de verdade saborear aquela pica boa dele.
Depois, com mão habilidosa, me amordaçou de novo e, depois de salivar nos dedos, continuou furando meu cu com força.
Eu sentia a tensão na pica dele, então já tava chegando no fim...
Papai saiu do meu cu dizendo: — Já tô quase, hein?
— Pronto? — respondeu o mascarado.
— Sim, senhor.
— Eu também tô quase. A bunda dessa puta gostosa é um vício... Ela espremeu minha pica que nem uma expert — e os três riram.
Consegui ver ele tirar a pica do cu da minha Mãe, que se levantou com ajuda, claro, depois de uma fodida tão forte...
— Agora podemos batizar o menino então — disse o mascarado se aproximando e ficando do lado do sofá. — Bate uma punheta pra ele e tira o leite.
Minha Mãe pegou minha pica e não precisou de mais que umas duas carícias pra eu soltar um jorro forte. Porra que chegou até meu rosto e molhou meu peito.
Os três riram comentando a quantidade de porra que tinha saído.
Alguém tirou minha mordaça e Papai disse:
- Parece que você curtiu uma boa foda, hein?
- Sim, Papi, adorei - respondi, já de boca fechada.
- A primeira de muitas que espero que a gente possa aproveitar. Agora vamos finalizar a iniciação, putinha - disse, e enfiou o pau duro na minha boca enquanto segurava minha nuca e me movia violentamente pra me foder até a garganta.
Não precisou de muito pra ele encher minha boca de porra, quente e grossa, que eu tive que engolir.
- Isso, engole tudo, puta - disse o mascarado, e senti outro banho de porra no meu estômago, que devia ser dele.
Mamãe colocou a mordaça de volta e me deu um beijo na ponta do meu pau vermelho e disse:
- Fico muito feliz que você tenha curtido, putinha. Vamos passar momentos muito bons todos juntos -
Assim me deixaram, bem amarrado, de olhos vendados, amordaçado e com a boca e o peito cheios de porra.
Papai e Mamãe se despediram do mascarado com um beijo na ponta do pau dele, e eu pude ver, pelo movimento das pernas deles, que se soltaram e foram embora levando meus irmãos.
Depois me soltaram da poltrona, me fizeram sentar e, depois de um tempinho (porque na verdade naquele momento eu não teria conseguido ficar de pé de tão trêmulas que minhas pernas estavam), Papai me ajudou a andar até meu quarto.
- Você vai se acostumar com as amarras aos poucos -
Ele me desamarrou, tirou minha mordaça e disse:
- Muito bem, filhinho, adorei que você seja minha putinha. Vamos gozar muito juntos e você vai curtir seus irmãos.
Como eu disse, castigos e privilégios. Deixa a venda colocada até receber uma mensagem no seu celular - ele disse enquanto acariciava minha bunda. Me deu um beliscão e umas palmadas e saiu fechando a porta.
Fiquei assim, com o corpo dolorido, especialmente a bunda, e com o gosto de porra do meu Papai na boca.
Já era uma putinha.

3 comentários - Relato 2: Amarras em Família - A Iniciação, Parte 2

genial, que siga y siga
Me alegro que te haya gustado... Trataré de hacerme tiempo y proseguir
TF850
Muy divertido. Sube la siguiente parte