Milf sempre gostosa

No começo do ano, em 2019, em Paraná, o verão foi muito quente, o único alívio era uma piscina ou ar-condicionado. Por isso, com minha namorada, decidimos ir, depois do meio-dia, para a piscina dos meus sogros. Lá fora, quase 45°C no ar e mais umidade ainda, um dia muito quente e pesado. Mesmo assim, fomos pegar o ônibus, com uma mochila e dentro os itens essenciais para usar a piscina.

Chegamos, a primeira coisa que fiz foi ir ao banheiro e vestir o short de banho (sem cueca), então qualquer roçada já era motivo de tesão. O banheiro ficava no andar de cima; descendo as escadas, vi pelas janelas a sogra da minha cunhada, que também tinha ido se refrescar um pouco. Guadalupe é uma mulher que ainda não chegou aos 60 anos e tem algumas cirurgias plásticas no currículo, por exemplo, depois de ter o terceiro filho, fez uns peitos grandes, empinados e lindos. No entanto, ela também tem um corpo de quem vai à academia quase todos os dias da semana, além de praticar outros esportes. Desde sempre, eu a achava atraente, mas naquele instante me deixou com muito tesão, me deu ainda mais calor.

Saí para o quintal, cumprimentei quem chegou mais tarde e Guadalupe (talvez eu estivesse me enganando) senti que me deu um sorrisinho e deu uma olhada geral no meu corpo todo. Nos cumprimentamos e fui direto para a piscina. Depois de um tempo, não conseguia parar de olhar para ela; minha namorada e minha cunhada falavam comigo e eu não conseguia nem pensar em outra coisa, principalmente quando ela se virava para pegar sol de costas. Até que em um momento ela entra na piscina, obviamente não aguentava mais o calor, e eu também não.

Guadalupe não conseguia ficar parada na piscina, parecia que fazia de propósito, como se estivesse me provocando para segui-la. Em determinado momento, eu estava no único lugar da piscina onde tinha um pouco de sombra, num canto da parte mais funda, e então ela começou a se aproximar; para ficar do meu lado, passou de costas na minha frente, e foi aí que fizemos uma conexão, foi aí que a bunda dela roçou no meu pau e foi aí que meu pau começou a endurecer. Ela ainda ficou bem colada em mim, minha cabeça naquela altura já não conseguia segurar a ereção. Depois disso, Guadalupe decide sair da piscina, então meu trabalho pra baixar a excitação começou a ficar mais fácil, principalmente pensando que dentro dela estavam minha cunhada e minha namorada. Quando o sol já estava se pondo, umas 7 da tarde, nos trocamos e fizemos um lanche. Eu sentei do lado de Guadalupe, tentando ou forçando minha cabeça a ficar mais fria do que nunca, óbvio que não conseguia, era uma tarefa bem difícil, ainda mais quando eu olhava pras tetas dela. Depois de um tempo, chega uma mensagem de WhatsApp com uma foto que no começo não consegui ver, claro, estávamos todos em roda e fica muito mal espionar o celular dos outros. Mas depois de uma distração dos participantes, consegui focar e confirmei o que tinha visto: um pau duro de um número privado, e quando começou a descer, eram várias fotos de ângulos diferentes. Pensei: não acho que seja o marido, porque o corpo era bem trabalhado (pelo pouco que deu pra ver). Naquela hora, minha cabeça deu mil voltas e o calor já era irreprimível. Falei pra mim mesmo: tenho que conseguir o número de celular de Guadalupe, custe o que custar. No dia seguinte, depois de uma chuva que deu uma trégua pra população, tava em casa porque estava de férias. Minha namorada tem a mania de anotar os números de telefone numa agenda, caso roubem o celular ou ela perca. Procurei na agenda e não tinha nada. Aí acho que a excitação me fez cruzar a linha: mandei uma mensagem pra minha cunhada pedindo o número da sogra dela, já inventando uma mentira que acho que foi bem convincente, porque ela conseguiu. Agora o problema era como começar a conversa, que mentira ou que papo era o mais eficaz. Mandei: "Oi, tudo bem?" e ela respondeu: "Bem" e na sequência: "Quem é?" "Sou o Mateo. o namorado da Flor" – "Ah, como você tá?" – "Tô bem agora, um pouco melhor depois da tempestade" – "É, verdade, o clima tá bem mais respirável" – "Sim" – "Cara, o que você queria?" Claramente minha intenção era transar, chupar os peitos dela e usar a buceta a noite inteira, mas não podia falar isso. Então tive uma ideia: – "Ontem te vi meio caída, provavelmente por causa do calor, fiquei preocupado, queria saber se hoje você tá melhor" – "Sim, ontem não tava bem, mas depois à noite passou tudo, deitei, liguei o ar condicionado e me diverti muito" – "É, hoje o ar condicionado é um bem que faz toda a diferença" e ela responde – "Sim, isso é verdade. Mas você viu ontem coisas no meu celular que não devia, então já sabe que não foi por causa do ar nem do meu marido" obviamente comecei a tremer o corpo inteiro de medo e ainda por cima aparecia "Guada escrevendo" esperei uns segundos e liguei o celular de novo quando a mensagem chegou: – "Mas não tem problema, só peço que fique como nosso segredo, talvez um dia você também possa me mandar esse tipo de foto e a gente se ver à noite pra transar" num momento pensei que era uma brincadeira, não podia ser verdade, mas me joguei – "Poderia ser hoje à noite..." e ela responde – "Impossível, mas se quiser aliviar a vontade, pode falar com minha irmã".
A irmã de Guadalupe, Carmen, é mais velha que ela, embora não muito. Acho que vi ela umas três ou quatro vezes, só isso, e na verdade me excitava mais ela do que a Guadalupe. Assim como a Guada, a Carmen depois do terceiro filho operou os peitos e a raba, além de malhar e fazer outras atividades. É uma mulher gostosa, daquelas que parecem saber todos os detalhes do sexo e como fazer você gozar em segundos, ou seja, sempre me pareceu muito puta da alta sociedade.
Então respondo pra Guadalupe: – "Sim, passa o número, sua irmã é uma delícia", ela manda o número e diz – "Eu sou mais gostosa, ela é muito puta, você vai adorar comer ela". Na sequência, mando uma mensagem pra Carmen, me apresento e Diretamente falei pra ela: —“Essa noite você tá disponível pra transar comigo?” (já tinha perdido a linha, não tinha mais vergonha na cara). Ela demorou uns dez minutos pra responder, os minutos mais longos da minha vida. —“Mateo, a Guada me falou” — meu nervosismo, minha ansiedade, já tava tremendo de esperar. —“Vem pra casa 21h”. Era a mensagem esperada, sendo 19h, tomei banho, me perfumei e fui pra casa da Carmen. Às 21h já tava tocando a campainha.

Ela abriu a porta, tava com um vestidinho bem solto que chegava acima dos joelhos, descalça, bem à vontade, sem sutiã mas maquiada e perfumada. Sem sutiã, eu já tava nas nuvens. —“Oi Carmen, tudo bem?” —“Tudo, o quarto é lá em cima” — tudo foi muito rápido. Subindo as escadas, começou a aparecer tudo por baixo do vestido, mas ela não tava com nada, só o vestido mesmo, tanto que antes de entrar no quarto ela tirou o vestido e eu acho que naquela hora já gozei.

Começamos a nos beijar apaixonadamente, toquei cada centímetro do corpo dela em questão de 10 segundos, tudo era rápido, acho que a gente tava com muita vontade desde o primeiro momento que se viu. Ela me despiu, se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma qualidade impressionante, confirmando minha hipótese de que a Carmen é uma puta, uma puta de verdade. Ela engolia tudo, chupava minhas bolas. Levantou e me perguntou —“Você chupa buceta? Sabe chupar?” —“Sim” —“Vou te dar uma aula”. Deitei ela e ela abriu as pernas, toda depilada, nem um fio de cabelo, e comecei primeiro a passar a língua bem devagar no clitóris e depois a chupar ele, ela gemia e eu ficava mais excitado cada vez mais, depois comecei a meter a língua dentro da buceta dela. Depois de uns minutos ela me puxou, me fez levantar e disse —“Aprovadíssimo, vamos transar”. Ela ficou de quatro, coloquei bem devagarinho até a ponta e tirava, assim repetidamente, ela gemendo e gritou —“Mete logo!!!” e eu meti até o fundo. Enquanto a gente transava, não conseguia parar de olhar pra raba dela. e aí coloquei um dedo na boca dela, ela chupou e babou tudo, comecei a passar ele no cu dela, e ela respondeu com um "Sim!!!" então pensei, vou meter um dedo e ver no que dá. De novo dei o dedo pra ela chupar, e dessa vez comecei bem devagar a enfiar no cu dela, ela começou a rebolar mais rápido e falando pra eu meter mais fundo. Tirei o dedo e coloquei na boca dela, voltei pro cu e fui mais fundo, ela diminuiu o ritmo da transa e falou -"Chupa meu cu, bota bastante saliva e depois enfia dois dedos", ordem é ordem e obedeci. Tirei a pica, chupei o cu dela, coloquei a pica de novo na buceta e enfiei dois dedos no cu. Ela começou a transar cada vez mais rápido, gritava -"Me come!!!" e em um minuto -"Vou gozar, goza comigo" tirei os dois dedos do cu e ela gozou primeiro, depois eu, dentro. Ela deitou, numa mistura de cansada e excitada, e tirava a porra da buceta e passava nos lábios. Eu largado do lado já não aguentava mais. Fomos tomar banho, no chuveiro não rolou nada e deitamos pelados. Ela me olha e fala -"Acho que desde que te conheci queria te comer" -"Eu também mas não tinha coragem, te achava bem casada com teu marido" -"Não, faz anos que não transamos, por isso tenho outros caras que vejo" e completa -"Igual minha irmã, só que ela dura mais, eu sou de uma vez só e pronto, é pra passar o momento, a tesão e pronto, dessas tenho mil histórias". Eu acho que tenho uma virtude, que é gostar muito de ouvir as histórias dos outros, adoro. Então respondi -"Alguma dá pra contar?" ela fica um momento pensando e fala -"Tô pensando qual você pode gostar mais", falo que qualquer uma era pra passar um tempo, descansar e voltar pra carga, queria continuar comendo ela a noite toda. Já sei, ela fala. Essa história é verdadeira e Guadalupe pode confirmar se quiser. Nós, desde pequenas, gostamos muito de sexo e sempre contamos tudo uma pra outra Com homens como por aí e de vez em quando com mulheres, mas sempre com homens. Uns meses atrás, em dezembro do ano passado, um dos meus sobrinhos se formou no ensino médio, festa de formatura, nada convencional, era numa balada, sem vestidos, sem ternos, normal. Fomos parentes, meus filhos, marido, meu cunhado e meus outros sobrinhos e, claro, os garotos que estavam se formando com suas famílias. Cerveja, Fernet e um ou outro vinho com minha irmã estávamos um pouco bebadas, mas o normal, mais animadas, diria eu. Num momento, no auge da festa, vem meu sobrinho e eu falo: "E esse é seu amigo? É lindo." Os caras vão embora, Guadalupe me olha e diz: "Meteria ele numa cama e não saía mais do quarto, ainda mais nessa idade devem transar até cair de exaustão." Aí eu pergunto: "Nunca ficou com um cara? Pode se decepcionar, eles não sabem transar e ainda gozam rápido, pelo menos comigo foi assim." E Guadalupe responde: "Nunca fiquei, hoje podia ser a primeira vez..." Tá claro que minha irmã queria dar e eu também, a gente tinha que fazer uma boa logística pra deixar nossos maridos (os outros filhos já tinham ido embora). Naquela hora, aparece a solução: meu marido há um tempo tá se vendo com outra gostosa, não culpo ele, eu faço o mesmo, então: vamos pra casa. Falo pra Guadalupe, e ela diz que a gente tem que escolher dois e levar. Eram cinco da manhã e começamos a procurar dois caras que quisessem ir pra minha casa com a Guadalupe pra ter uma manhã gostosa de sexo. Quando escolhemos, fomos dar em cima. Os dois estavam super animados, e nisso meu sobrinho já tinha ido embora com uma colega, então não íamos ter problema. Mas o cara que queria me pegar, na felicidade dele, contou pra um grupinho de cinco colegas e eles começaram a me olhar de outro jeito, e por um momento passou pela minha cabeça levar os seis e ver no que dava, mas não sabia se aguentava seis caras com os hormônios à flor da pele. Falei pra ela... A Guadalupe, pela situação, a resposta dela foi a solução:
— "Leva os seis, depois você vê."

Falei pro cara trazer os outros cinco e, em roda, estendi o convite. Guadalupe passa do meu lado e me diz:
— "Vamos, já."

Saímos os nove da balada, fomos pra minha caminhonete. Guadalupe na frente e em cima do cara que ela tinha pegado, e no banco de trás os seis caras. Eu já tava excitada só de imaginar o que me esperava, enquanto dirigia me toquei na calcinha fio-dental e já tava toda molhada. No caminho, Guadalupe começou a se beijar com o cara dela, já queriam transar ali mesmo, e atrás todo mundo festejando.

Chegamos em casa, Guadalupe foi direto pro quarto com o prêmio dela e eu fiquei embaixo com os seis caras. Convidei eles pra tomar algo, mas parecia que o clima tinha esfriado, não rolava química, os caras estavam meio distraídos, fazendo piadas entre eles. Aí me veio a ideia de fazer um jogo.

O jogo foi surgindo na hora, acho que era mais um desespero pra acordar eles e conseguir transar, pelo menos com um deles. O jogo consistia, nada de outro mundo, em fazer perguntas. Eu fazia uma geral e eles combinavam de fazer uma pergunta pra mim. Naquela hora, com o álcool, supus que as perguntas seriam bem quentes. Comecei eu:
— "Levanta a mão quem de vocês já perdeu a virgindade, quem já comeu alguém, tem que falar a verdade."

A maioria levantou a mão e só dois não. Quando iam começar a zoar eles, eu calei pra criar um clima. Então falei:
— "Agora é a vez de vocês."

Eles discutiram um pouco e perguntaram:
— "Com que idade e como você perdeu a virgindade?"

Respondi:
— "Aos 20, com um namorado mais velho. Bem tarde, mas naquela época não era bem visto a mulher perder tão cedo."

Minha vez:
— "Quem de vocês já comeu uma mulher mais velha?"

Só dois levantaram a mão. Um foi levado por um tio num puteiro e o outro com uma vizinha. Saber disso já começou a me dar um tesão do caralho. Saber que a maioria já tinha estreado pelo menos, saber que alguns gostavam mais de velhas e, principalmente, saber que dois eram virgens, me fez sentir de novo um clima que eu adorava, me excitei de novo e comecei a imaginar os seis pelados em cima de mim, eram seis picas! E além disso, comecei a perceber que eles estavam se soltando, alguns já estavam com o pau cada vez mais duro e isso tava me deixando louca.

A pergunta seguinte dos caras foi tipo um ponto de virada no jogo, um deles me perguntou se eu era depilada, e eu respondi que sim. Aí me toquei que tinha que começar a aprofundar um pouco mais, já tava tudo pronto, o clima tava lá, os caras já tavam excitados de novo e eu toda molhada. Então perguntei: — "Posso ver as picas de vocês?" Os caras ficaram meio sem graça, meio confusos, aí um se levantou e baixou a calça e a cueca, e na sequência todos fizeram o mesmo, e eu não aguentava mais, tinha seis picas duras na minha frente, prontas pra festa. Os caras sentaram e ficaram assim, aí fizeram a próxima pergunta: — "Você pode se despir?" E eu: — "Claro que sim." Fui me despindo devagar, os caras iam abrindo cada vez mais os olhos, sentei na frente deles e abri as pernas, eles estavam totalmente sem reação, excitados, eu via as picas deles e estavam duras, alguns começaram a tirar a roupa e no final todos ficaram pelados. Ou seja, já estávamos todos nus, faltava uma faísca pra tudo explodir, faltava minha pergunta que ia detonar essa bomba. Falo pra eles: — "Levantem" apontei pra um deles: — "Você gostaria que eu chupasse seu pau?" Todos olharam pra ele e ele não se acovardou, disse que sim. Falei pra ele vir mais pra frente e comecei a chupar ele, eu via ele muito excitado e nervoso, então parei, sentei ele no sofá e me ajoelhei, também pra que os outros vissem minha buceta e meu cu. Mas antes de começar a chupar ele de novo, falo pra todos: — "Vou dizer duas regras: primeira, ninguém me toca se eu não pedir, e A segunda: se vocês vão gozar, avisem primeiro”. Depois disso, voltei a chupar ela e, um tempo depois, ela disse que ia gozar. Tirei a boca e ela gozou no próprio corpo. Virei e falei pra eles: “O jogo acabou, agora começa outro joguinho”. Apontei pra um e chamei ele com a mão. Sentei eles e comecei a chupar o pau dele. Ele demorou bastante, o que me deixou trabalhar bem e tranquilo. No meio, apontei pra outro dos caras e mandei ele chupar minha buceta. Obviamente, ele não sabia onde chupar, mas deixei mesmo assim. Acho que aquela sensação me excitava cada vez mais. Quando o que eu tava chupando gozou, apontei pra dois que sentassem juntos. Eram os dois virgens. Pensei que não iam durar muito, mas, ao contrário do que imaginei, aguentaram bem mais que os outros. Assim foram passando. Por último, chupei o pau do cara que tava chupando minha buceta. Nessa hora, sentei, olhei pra eles e perguntei se queriam continuar. Eles responderam que sim. Então falei: “Beleza, vamos foder”.

Deitei numa mesa, levantei as duas pernas, abri elas, mandei eles fazerem uma fila, molhei um pouco minha buceta e a cada minuto trocavam. Me comiam sem parar. Eu me sentia excitada e queria mais. Aí, pra alguns, mandava subir na mesa pra chupar o pau deles enquanto os outros me comiam. Tinha duas picas na boca e quatro me fodendo a buceta. Virei, voltei pro sofá, fiquei de quatro e, de novo, a cada minuto passavam. Assim até que alguns gozavam e outros continuavam. Quem gozava, eu mandava de volta pro sofá pra se excitar de novo e gozar na minha cara todos juntos.

Já eram 10 da manhã. Guadalupe não tinha saído do quarto e dava pra ouvir gemidos ao longe. Nessa hora, juntei todos, fizeram uma roda e eu me abaixei no meio. Comecei a chupar o pau deles e falei: “Gozem onde quiserem”. Alguns optaram pelos peitos, outros pela cara, e um nas costas, o que me gerou confusão e risada. Já toda gozada, não tanta gozada, mas tinha um pouco. Falei pra eles que Eu ia tomar banho, mas falei pra eles ficarem aí. Quando saí, estavam todos sentadinhos, quase dormindo. Aí eu disse que era melhor eles irem embora. Foi isso, eles se trocaram, a gente se despediu e eu fui deitar no quarto do meu filho. Naquele dia acordei às quatro da tarde e a Guadalupe já tinha ido embora. Aquela noite/dia foi a melhor coisa que fiz: seis caras me comeram toda, e até ensinei alguns a comer direito.

Quando ela terminou o relato, eu tava muito excitado, mas perguntei por que ela não tinha ido pro quarto com a Guadalupe e o outro cara. Ela respondeu que é muito respeitosa: se a Guadalupe não pediu, ela não faria. Depois disso a gente transou de novo, mas essa já é outra história.

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