No começo do ano, em 2019, em Paraná, o verão foi muito quente, o único alívio era uma piscina ou ar-condicionado. Por isso, com minha namorada, decidimos ir depois do meio-dia para a piscina dos meus sogros. Lá fora, quase 45°C no ar e mais umidade ainda, um dia muito quente e pesado. Mesmo assim, fomos pegar o ônibus, com uma mochila e dentro os itens essenciais para usar a piscina. Chegamos, a primeira coisa que fiz foi ir ao banheiro e vestir o short de banho (sem cueca), então qualquer roçada já era motivo de tesão. O banheiro ficava no andar de cima; descendo as escadas, vi pelas janelas a sogra da minha cunhada, que também tinha ido se refrescar um pouco. Guadalupe é uma mulher que ainda não chegou aos 60 anos e tem algumas plásticas no currículo, por exemplo, depois de ter o terceiro filho, fez uns peitos grandes, empinados e lindos. Mas também tem um corpo de quem vai à academia quase todo dia, além de praticar outros esportes. Desde sempre eu a achava gostosa, mas naquele instante me deu um tesão do caralho, me deixou ainda mais quente. Saí para o quintal, cumprimentei quem chegou mais tarde e Guadalupe (talvez eu esteja me enganando) sinto que me deu um sorrisinho e deu uma olhada geral no meu corpo todo. Nos cumprimentamos e fui direto pra piscina. Depois de um tempo, não conseguia parar de olhar pra ela; minha namorada, minha cunhada falavam comigo e eu não conseguia nem pensar em outra coisa, principalmente quando ela virava pra pegar sol de costas. Até que num momento ela entra na piscina, obviamente não aguentava mais o calor, e eu também não. Guadalupe não conseguia ficar parada na piscina, parecia que fazia de propósito, como se me provocasse a segui-la. Num determinado momento, eu estava no único lugar da piscina onde tinha um pouco de sombra, num canto da parte mais funda, e então ela começou a se aproximar; pra ficar do meu lado, passou de costas na minha frente, e foi aí que fizemos uma conexão, foi aí que a bunda dela roçou no meu pau e foi aí que meu pau começou a endurecer. Além disso, ela ficou bem colada em mim, minha cabeça naquela altura não conseguia segurar a ereção. Depois disso, Guadalupe decide sair da piscina, então meu trabalho pra baixar a excitação começou a ficar mais fácil, principalmente pensando que dentro dela estavam minha cunhada e minha namorada. Quando o sol já estava se pondo, umas 7 da tarde, nos trocamos e fizemos um lanche, eu sentei do lado de Guadalupe tentando ou forçando minha cabeça a ficar mais fria do que nunca, obviamente não conseguia, era uma tarefa bem difícil, principalmente quando eu olhava pras tetas dela. Depois de um tempo, chega uma mensagem de WhatsApp com uma foto que no começo não consegui ver, claro, estávamos todos em roda e fica muito mal espionar o celular dos outros. Mas depois de uma distração dos participantes, consegui focar e confirmei o que tinha visto, um pau duro de um número privado e quando começou a descer eram vários de ângulos diferentes. Pensei, não acho que seja o marido, porque o corpo era bem trabalhado (pelo pouco que consegui ver), naquele momento minha cabeça deu mil voltas e o calor já era irreprimível. Falei pra mim mesmo: tenho que conseguir o número de celular de Guadalupe, custe o que custar. No dia seguinte, depois de uma chuva que deu uma trégua pra população, estando em casa porque estava de férias. Minha namorada tem a mania de anotar os números de telefone numa agenda, caso roubem o celular ou ela perca. Procurei na agenda e não tinha nada, então acho que a excitação me fez cruzar a linha, mandei uma mensagem pra minha cunhada pra ela me passar o número da sogra dela, já inventando uma mentira, que acho que foi bem convincente porque ela conseguiu. Agora o problema era como começar a conversa, que mentira ou que papinho era o mais eficaz. Mandei: -"Oi, como cê tá?" e ela respondeu: -"Bem" e na sequência: -"Quem é?" -"Sou o Mateo, o namorado da Flor" – "Ah, como você tá?" – "Tô bem agora, um pouco melhor depois da tempestade" – "É, verdade, o clima tá bem mais respirável" – "Sim" – "Cara, o que você queria?" Claramente minha intenção era transar, chupar os peitos dela e usar a buceta a noite toda, mas não dava pra colocar isso. Aí tive uma ideia: – "Ontem te vi meio caída, provavelmente era por causa do calor, fiquei preocupado, queria saber se hoje você tava melhor" – "Sim, ontem não me senti bem, mas depois à noite passou tudo, deitei, liguei o ar condicionado e me diverti muito" – "É, hoje o ar condicionado é um bem que faz toda a diferença" e ela responde – "Sim, isso é verdade. Mas você viu ontem coisas no meu celular que não devia, então já sabe que não foi nem pelo ar nem pelo meu marido" obviamente comecei a tremer o corpo todo de medo e ainda por cima aparecia "Guada escrevendo" esperei alguns segundos e liguei o celular de novo quando a mensagem chegou: – "Mas não tem problema, só peço que fique como um segredo nosso, talvez um dia você também possa me mandar esse tipo de foto e a gente se ver à noite pra transar" num momento pensei que era uma brincadeira, não podia ser verdade, mas me mandei – "Poderia ser hoje à noite..." e ela responde – "Impossível, mas se quiser aliviar a tesão, pode falar com minha irmã".
A irmã de Guadalupe, Carmen, é mais velha que ela, embora não muito. Acho que vi ela umas três ou quatro vezes, só, e na verdade me excitava mais ela do que a Guadalupe. Assim como a Guada, a Carmen depois do terceiro filho operou os peitos e a bunda, além de malhar e fazer outras atividades. É uma mulher gostosa, daquelas que parecem que no sexo sabem todos os detalhes e como fazer você gozar em segundos, ou seja, sempre me pareceu muito puta da alta sociedade.
Então respondo pra Guadalupe: – "É, passa o número, sua irmã é uma gostosa", ela manda o número e diz – "Eu sou mais gostosa, ela é muito puta, você vai adorar comer ela". Na sequência, mando uma mensagem pra Carmen, me apresento e Diretamente falei pra ela: "Essa noite você tá disponível pra transar comigo?" (já tinha perdido a linha, não tinha mais vergonha na cara). Ela demorou uns dez minutos pra responder, os minutos mais longos da minha vida. "Mateo, a Guada me falou" — meu nervosismo, minha ansiedade, eu já tava tremendo de esperar. "Vem pra casa 21h". Era a mensagem esperada. Eram 19h, tomei banho, me perfumei e fui pra casa da Carmen. Às 21h, já tava tocando a campainha.
Ela abriu a porta, tava com um vestidinho bem solto que batia acima dos joelhos, descalça, bem à vontade, sem sutiã, mas maquiada e perfumada. Sem sutiã, eu já tava nas nuvens. "Oi Carmen, tudo bem?" — "Tudo, o quarto é lá em cima" — tudo foi muito rápido. Subindo as escadas, começou a aparecer tudo por baixo do vestido, mas ela não tava usando nada, só o vestido mesmo, tanto que antes de entrar no quarto ela tirou o vestido e eu acho que naquela hora já gozei.
Começamos a nos beijar apaixonadamente, passei a mão em cada centímetro do corpo dela em uns 10 segundos, tudo era rápido, acho que a gente tava com muita vontade desde o primeiro momento que se viu. Ela me despiu, se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma qualidade impressionante, confirmando minha teoria de que a Carmen é uma puta, uma puta de verdade. Ela engolia tudo, chupava minhas bolas. Levantou e perguntou: "Você chupa buceta? Sabe chupar?" — "Sim" — "Vou te dar uma lição". Deitei ela e ela abriu as pernas, toda depilada, sem um fio de cabelo, e comecei primeiro a passar a língua bem devagar no clitóris e depois a chupar, ela gemia e eu ficava mais excitado cada vez mais. Depois comecei a meter a língua dentro da buceta dela. Depois de uns minutos, ela me puxou, me fez levantar e disse: "Aprovadíssimo, vamos transar". Ela ficou de quatro, coloquei bem devagar até a ponta e tirava, assim repetidamente. Ela, gemendo, gritou: "Mete logo!!!" e eu meti até o fundo. Enquanto a gente transava, não conseguia parar de olhar pra raba dela. e aí coloquei um dedo na boca dela, ela chupou e babou tudo, comecei a passar ele no cu dela, e ela respondeu com um "Sim!!!" então pensei, vou meter um dedo e ver no que dá. De novo dei o dedo pra ela chupar, e dessa vez comecei bem devagar a enfiar no cu dela, ela começou a rebolar mais rápido e falando pra eu meter mais fundo. Tirei o dedo e coloquei na boca dela, voltei pro cu e fui mais fundo, ela diminuiu a velocidade que a gente tava transando e falou -"Chupa meu cu, bota bastante saliva e depois mete dois dedos", ordem é ordem e obedeci. Tirei a piroca, chupei o cu dela, voltei a colocar a piroca na buceta e enfiei dois dedos no cu. Ela começou a transar cada vez mais rápido, gritava -"Me come!!!" e depois de um minuto -"Vou gozar, goza comigo" tirei os dois dedos do cu e ela gozou primeiro, depois eu, dentro. Ela deitou, numa mistura de cansada e excitada, e tirava a porra da buceta e passava nos lábios. Eu largado do lado já não aguentava mais. Fomos tomar banho, no chuveiro não rolou nada e deitamos pelados. Ela me olha e fala -"Acho que desde que te conheci queria te comer" -"Eu também mas não tinha coragem, te achava bem casada com teu marido" -"Não, faz anos que a gente não transa, por isso tenho outros caras que vejo" e completa -"Igual minha irmã, só que ela dura mais, eu sou de uma vez só e pronto, é pra passar o momento, a tesão e acabou, dessas tenho mil histórias". Eu acho que tenho uma virtude, que é gostar muito de ouvir as histórias dos outros, adoro. Então respondi -"Alguma dá pra contar?" ela fica um tempinho pensando e fala -"Tô pensando qual você pode gostar mais", falo que qualquer uma era pra passar um tempo, descansar e voltar pra carga, queria continuar comendo ela a noite toda. "Já sei", ela fala. Essa história é verdadeira e a Guadalupe pode confirmar se quiser. A gente desde novas adora sexo e sempre conta tudo uma pra outra, tudo. Com homens como por aí e de vez em quando com mulheres, mas sempre com homens. Há alguns meses, em dezembro do ano passado, um dos meus sobrinhos se formou no ensino médio, festa de formatura, nada convencional, era numa balada, sem vestidos, sem ternos, normal. Fomos parentes, meus filhos, marido, meu cunhado e meus outros sobrinhos e, claro, os garotos que estavam se formando com suas famílias. Cerveja, Fernet e um ou outro vinho com minha irmã, estávamos um pouco alteradas, mas nada demais, mais animadas, diria eu. Em um momento, no auge da festa, meu sobrinho vem e eu digo: "E esse é seu amigo? É lindo." Os garotos vão embora, Guadalupe me olha e fala: "Meteria ele numa cama e não saía mais do quarto, ainda mais nessa idade devem trepar até cair de exaustão." Aí eu pergunto: "Nunca ficou com um cara? Pode se decepcionar, eles não sabem foder e ainda gozam rápido, pelo menos comigo foi assim." E Guadalupe responde: "Nunca fiquei, hoje podia ser a primeira vez..." É claro que minha irmã queria trepar e eu também, tínhamos que fazer uma boa logística para deixar nossos maridos (os outros filhos já tinham ido embora). Naquele momento, aparece a solução: meu marido há um tempo está se vendo com outra gostosa, não culpo ele, eu faço o mesmo, então: vamos pra casa. Falo pra Guadalupe, e ela diz que temos que escolher dois e levar. Eram cinco da manhã e começamos a procurar dois caras que quisessem ir pra minha casa com a Guadalupe pra ter uma manhã gostosa de sexo. Quando escolhemos, fomos dar em cima deles. Os dois estavam super animados, e nisso meu sobrinho já tinha ido embora com uma colega, então não íamos ter problemas. No entanto, o cara que queria me comer, no auge da felicidade dele, contou pra um grupinho de cinco colegas, e eles começaram a me olhar de outro jeito. Por um momento, passou pela minha cabeça levar os seis e ver no que dava, mas não sabia se aguentava seis caras com os hormônios à flor da pele. Contei pra ela. A Guadalupe, pela situação, a resposta dela foi a solução:
— "Leva os seis, depois você vê."
Falei pro cara trazer os outros cinco e, em roda, estendi o convite. Guadalupe passa do meu lado e me diz:
— "Vamos, já."
Saímos os nove da balada, fomos pra minha caminhonete. Guadalupe na frente, em cima o cara que ela tinha pegado, e no banco de trás os seis caras. Eu já tava excitada só de imaginar o que me esperava. Enquanto dirigia, me toquei na calcinha fio dental e já tava toda molhada. No caminho, Guadalupe começou a se beijar com o cara dela, já queriam transar ali mesmo, e atrás todo mundo festejando.
Chegamos em casa, Guadalupe foi direto pro quarto com o prêmio dela, e eu fiquei embaixo com os seis caras. Convidei eles pra tomar algo, mas parecia que o clima tinha esfriado, não rolava química. Os caras estavam meio distraídos, fazendo piadas entre si.
Então me veio a ideia de fazer um jogo.
O jogo foi surgindo na hora, acho que era mais um desespero pra acordar eles e poder transar, pelo menos com um deles. O jogo consistia, nada de outro mundo, em fazer perguntas. Eu fazia uma geral, e eles combinavam de me fazer uma pergunta. Naquela hora, com o álcool, imaginei que as perguntas iam ser bem quentes.
Comecei eu:
— "Levanta a mão quem de vocês já perdeu a virgindade, quem já transou. Tem que falar a verdade."
A maioria levantou a mão, só dois não. Quando iam começar a zoar eles, eu calei todo mundo pra criar um clima. Então falei:
— "Agora é a vez de vocês."
Eles discutiram um pouco e perguntaram:
— "Com que idade e como você perdeu a virgindade?"
Respondi:
— "Aos 20, com um namorado mais velho. Bem tarde, mas naquela época não era bem visto a mulher perder tão cedo."
Minha vez de novo:
— "Quem de vocês já transou com uma mulher mais velha?"
Só dois levantaram a mão: um foi levado por um tio a um puteiro, e o outro com uma vizinha. Saber disso já começou a me deixar doida. Saber que a maioria já tinha estreado pelo menos, saber que alguns preferiam mais velhas e, principalmente, saber que dois eram virgens, me fez sentir de novo um clima que eu adorava. Fiquei excitada de novo e comecei a imaginar ter os seis em cima de mim pelados, eram seis picas! E além disso, comecei a perceber que eles estavam se soltando, alguns tinham a ereção cada vez mais evidente, e isso estava me deixando louca.
A próxima pergunta dos caras foi tipo um ponto de virada no jogo. Um deles me perguntou se eu era depilada, e respondi que sim. Aí percebi que tinha que começar a aprofundar um pouco mais, já que as condições estavam dadas, o clima tava bom, os caras já estavam excitados de novo e eu toda molhada. Então perguntei: — “Vocês podem me mostrar suas picas?” Os caras ficaram meio sem graça, confusos, até que um se levantou e abaixou a calça e a cueca. Na sequência, todos fizeram o mesmo, e eu não aguentava mais, tinha seis picas eretas na minha frente, prontas pra uma festa. Os caras sentaram e ficaram assim, aí fizeram a próxima pergunta: — “Você pode se despir?” E eu: — “Claro que sim.” Fui me despindo devagar, os caras abrindo cada vez mais os olhos. Sentei na frente deles e abri as pernas, eles estavam totalmente sem reação, excitados, eu via as picas deles duras. Alguns começaram a tirar a roupa e, no final, todos ficaram pelados. Ou seja, já estávamos todos nus, faltava uma faísca pra tudo explodir, faltava minha pergunta que ia detonar essa bomba. Falo: — “Levantem-se.” Apontei pra um deles: — “Você gostaria que eu chupasse seu pau?” Todos olharam pra ele, e ele não se acovardou, disse que sim. Falei pra ele vir mais pra frente e comecei a chupar ele. Eu via ele muito excitado e nervoso, então parei, sentei ele no sofá e me ajoelhei, também pra que os outros vissem minha buceta e meu cu. Mas antes de começar a chupar ele de novo, falo pra todos: — “Vou dizer duas regras: primeira, ninguém me toca se eu não pedir.” A segunda: se vão gozar, avisem primeiro”. Depois disso, voltei a chupar ela e, um tempo depois, ela disse que ia gozar. Tirei a boca e ela gozou no próprio corpo. Virei e falei pra eles: “O jogo acabou, agora começa outra brincadeira”. Apontei pra um e, com a mão, chamei ele. Sentei eles e comecei a chupar o pau dele. Ele demorou bastante, o que me deixou trabalhar bem e tranquilo. No meio, apontei pra outro dos caras e mandei ele chupar minha buceta. Obviamente ele não sabia onde chupar, mas deixei mesmo assim. Acho que aquela sensação me excitava cada vez mais. Quando o que eu tava chupando gozou, apontei pra dois que sentassem juntos. Eram os dois virgens. Pensei que não iam durar muito, mas, ao contrário do que imaginei, duraram bem mais que os outros. Assim foram passando e, por último, chupei o pau do cara que tava chupando minha buceta. Naquele momento, sentei, olhei pra eles e perguntei se queriam continuar. Eles responderam que sim. Então falei: “Beleza, vamos foder”. Deitei numa mesa, levantei as duas pernas, abri elas, mandei eles fazerem uma fila, molhei um pouco minha buceta e, a cada minuto, trocavam. Me comiam sem parar. Eu me sentia excitada e queria mais. Então, pra alguns, mandava subir na mesa pra chupar o pau deles enquanto os outros me comiam. Tinha dois paus na boca e quatro me comendo a buceta. Virei, voltei pro sofá, fiquei de quatro e, de novo, a cada minuto passavam. Assim até que alguns gozavam e outros continuavam. Os que gozavam, mandava de volta pro sofá pra se excitarem e gozarem na minha cara todos juntos. Já eram 10 da manhã. Guadalupe não tinha saído do quarto e dava pra ouvir gemidos ao longe. Naquele momento, juntei todos, fizeram uma roda e eu me abaixei no meio. Comecei a chupar o pau deles e falei: “Gozem onde quiserem”. Alguns optaram pelos peitos, outros pela cara e um pelas costas, o que me gerou confusão e risada. Já toda melada de porra, não tanta porra, mas tinha um pouco, falei pra eles Eu ia tomar banho, mas falei pra eles ficarem aí. Quando saí, estavam todos sentadinhos, quase dormindo. Aí eu disse que era melhor eles irem embora. E foi isso, eles se trocaram, a gente se despediu e eu fui deitar no quarto do meu filho. Naquele dia, acordei às quatro da tarde e a Guadalupe já tinha ido embora. Aquela noite/dia foi a melhor coisa que fiz: seis caras me comeram toda, e até ensinei alguns a comer direito.
Quando ela terminou o relato, eu tava muito excitado, mas perguntei por que ela não tinha ido pro quarto com a Guadalupe e o outro cara. Ela respondeu que é muito respeitosa: se a Guadalupe não pediu, ela não faria. Depois disso, a gente transou de novo, mas isso já é outra história.
A irmã de Guadalupe, Carmen, é mais velha que ela, embora não muito. Acho que vi ela umas três ou quatro vezes, só, e na verdade me excitava mais ela do que a Guadalupe. Assim como a Guada, a Carmen depois do terceiro filho operou os peitos e a bunda, além de malhar e fazer outras atividades. É uma mulher gostosa, daquelas que parecem que no sexo sabem todos os detalhes e como fazer você gozar em segundos, ou seja, sempre me pareceu muito puta da alta sociedade.
Então respondo pra Guadalupe: – "É, passa o número, sua irmã é uma gostosa", ela manda o número e diz – "Eu sou mais gostosa, ela é muito puta, você vai adorar comer ela". Na sequência, mando uma mensagem pra Carmen, me apresento e Diretamente falei pra ela: "Essa noite você tá disponível pra transar comigo?" (já tinha perdido a linha, não tinha mais vergonha na cara). Ela demorou uns dez minutos pra responder, os minutos mais longos da minha vida. "Mateo, a Guada me falou" — meu nervosismo, minha ansiedade, eu já tava tremendo de esperar. "Vem pra casa 21h". Era a mensagem esperada. Eram 19h, tomei banho, me perfumei e fui pra casa da Carmen. Às 21h, já tava tocando a campainha.
Ela abriu a porta, tava com um vestidinho bem solto que batia acima dos joelhos, descalça, bem à vontade, sem sutiã, mas maquiada e perfumada. Sem sutiã, eu já tava nas nuvens. "Oi Carmen, tudo bem?" — "Tudo, o quarto é lá em cima" — tudo foi muito rápido. Subindo as escadas, começou a aparecer tudo por baixo do vestido, mas ela não tava usando nada, só o vestido mesmo, tanto que antes de entrar no quarto ela tirou o vestido e eu acho que naquela hora já gozei.
Começamos a nos beijar apaixonadamente, passei a mão em cada centímetro do corpo dela em uns 10 segundos, tudo era rápido, acho que a gente tava com muita vontade desde o primeiro momento que se viu. Ela me despiu, se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma qualidade impressionante, confirmando minha teoria de que a Carmen é uma puta, uma puta de verdade. Ela engolia tudo, chupava minhas bolas. Levantou e perguntou: "Você chupa buceta? Sabe chupar?" — "Sim" — "Vou te dar uma lição". Deitei ela e ela abriu as pernas, toda depilada, sem um fio de cabelo, e comecei primeiro a passar a língua bem devagar no clitóris e depois a chupar, ela gemia e eu ficava mais excitado cada vez mais. Depois comecei a meter a língua dentro da buceta dela. Depois de uns minutos, ela me puxou, me fez levantar e disse: "Aprovadíssimo, vamos transar". Ela ficou de quatro, coloquei bem devagar até a ponta e tirava, assim repetidamente. Ela, gemendo, gritou: "Mete logo!!!" e eu meti até o fundo. Enquanto a gente transava, não conseguia parar de olhar pra raba dela. e aí coloquei um dedo na boca dela, ela chupou e babou tudo, comecei a passar ele no cu dela, e ela respondeu com um "Sim!!!" então pensei, vou meter um dedo e ver no que dá. De novo dei o dedo pra ela chupar, e dessa vez comecei bem devagar a enfiar no cu dela, ela começou a rebolar mais rápido e falando pra eu meter mais fundo. Tirei o dedo e coloquei na boca dela, voltei pro cu e fui mais fundo, ela diminuiu a velocidade que a gente tava transando e falou -"Chupa meu cu, bota bastante saliva e depois mete dois dedos", ordem é ordem e obedeci. Tirei a piroca, chupei o cu dela, voltei a colocar a piroca na buceta e enfiei dois dedos no cu. Ela começou a transar cada vez mais rápido, gritava -"Me come!!!" e depois de um minuto -"Vou gozar, goza comigo" tirei os dois dedos do cu e ela gozou primeiro, depois eu, dentro. Ela deitou, numa mistura de cansada e excitada, e tirava a porra da buceta e passava nos lábios. Eu largado do lado já não aguentava mais. Fomos tomar banho, no chuveiro não rolou nada e deitamos pelados. Ela me olha e fala -"Acho que desde que te conheci queria te comer" -"Eu também mas não tinha coragem, te achava bem casada com teu marido" -"Não, faz anos que a gente não transa, por isso tenho outros caras que vejo" e completa -"Igual minha irmã, só que ela dura mais, eu sou de uma vez só e pronto, é pra passar o momento, a tesão e acabou, dessas tenho mil histórias". Eu acho que tenho uma virtude, que é gostar muito de ouvir as histórias dos outros, adoro. Então respondi -"Alguma dá pra contar?" ela fica um tempinho pensando e fala -"Tô pensando qual você pode gostar mais", falo que qualquer uma era pra passar um tempo, descansar e voltar pra carga, queria continuar comendo ela a noite toda. "Já sei", ela fala. Essa história é verdadeira e a Guadalupe pode confirmar se quiser. A gente desde novas adora sexo e sempre conta tudo uma pra outra, tudo. Com homens como por aí e de vez em quando com mulheres, mas sempre com homens. Há alguns meses, em dezembro do ano passado, um dos meus sobrinhos se formou no ensino médio, festa de formatura, nada convencional, era numa balada, sem vestidos, sem ternos, normal. Fomos parentes, meus filhos, marido, meu cunhado e meus outros sobrinhos e, claro, os garotos que estavam se formando com suas famílias. Cerveja, Fernet e um ou outro vinho com minha irmã, estávamos um pouco alteradas, mas nada demais, mais animadas, diria eu. Em um momento, no auge da festa, meu sobrinho vem e eu digo: "E esse é seu amigo? É lindo." Os garotos vão embora, Guadalupe me olha e fala: "Meteria ele numa cama e não saía mais do quarto, ainda mais nessa idade devem trepar até cair de exaustão." Aí eu pergunto: "Nunca ficou com um cara? Pode se decepcionar, eles não sabem foder e ainda gozam rápido, pelo menos comigo foi assim." E Guadalupe responde: "Nunca fiquei, hoje podia ser a primeira vez..." É claro que minha irmã queria trepar e eu também, tínhamos que fazer uma boa logística para deixar nossos maridos (os outros filhos já tinham ido embora). Naquele momento, aparece a solução: meu marido há um tempo está se vendo com outra gostosa, não culpo ele, eu faço o mesmo, então: vamos pra casa. Falo pra Guadalupe, e ela diz que temos que escolher dois e levar. Eram cinco da manhã e começamos a procurar dois caras que quisessem ir pra minha casa com a Guadalupe pra ter uma manhã gostosa de sexo. Quando escolhemos, fomos dar em cima deles. Os dois estavam super animados, e nisso meu sobrinho já tinha ido embora com uma colega, então não íamos ter problemas. No entanto, o cara que queria me comer, no auge da felicidade dele, contou pra um grupinho de cinco colegas, e eles começaram a me olhar de outro jeito. Por um momento, passou pela minha cabeça levar os seis e ver no que dava, mas não sabia se aguentava seis caras com os hormônios à flor da pele. Contei pra ela. A Guadalupe, pela situação, a resposta dela foi a solução:
— "Leva os seis, depois você vê."
Falei pro cara trazer os outros cinco e, em roda, estendi o convite. Guadalupe passa do meu lado e me diz:
— "Vamos, já."
Saímos os nove da balada, fomos pra minha caminhonete. Guadalupe na frente, em cima o cara que ela tinha pegado, e no banco de trás os seis caras. Eu já tava excitada só de imaginar o que me esperava. Enquanto dirigia, me toquei na calcinha fio dental e já tava toda molhada. No caminho, Guadalupe começou a se beijar com o cara dela, já queriam transar ali mesmo, e atrás todo mundo festejando.
Chegamos em casa, Guadalupe foi direto pro quarto com o prêmio dela, e eu fiquei embaixo com os seis caras. Convidei eles pra tomar algo, mas parecia que o clima tinha esfriado, não rolava química. Os caras estavam meio distraídos, fazendo piadas entre si.
Então me veio a ideia de fazer um jogo.
O jogo foi surgindo na hora, acho que era mais um desespero pra acordar eles e poder transar, pelo menos com um deles. O jogo consistia, nada de outro mundo, em fazer perguntas. Eu fazia uma geral, e eles combinavam de me fazer uma pergunta. Naquela hora, com o álcool, imaginei que as perguntas iam ser bem quentes.
Comecei eu:
— "Levanta a mão quem de vocês já perdeu a virgindade, quem já transou. Tem que falar a verdade."
A maioria levantou a mão, só dois não. Quando iam começar a zoar eles, eu calei todo mundo pra criar um clima. Então falei:
— "Agora é a vez de vocês."
Eles discutiram um pouco e perguntaram:
— "Com que idade e como você perdeu a virgindade?"
Respondi:
— "Aos 20, com um namorado mais velho. Bem tarde, mas naquela época não era bem visto a mulher perder tão cedo."
Minha vez de novo:
— "Quem de vocês já transou com uma mulher mais velha?"
Só dois levantaram a mão: um foi levado por um tio a um puteiro, e o outro com uma vizinha. Saber disso já começou a me deixar doida. Saber que a maioria já tinha estreado pelo menos, saber que alguns preferiam mais velhas e, principalmente, saber que dois eram virgens, me fez sentir de novo um clima que eu adorava. Fiquei excitada de novo e comecei a imaginar ter os seis em cima de mim pelados, eram seis picas! E além disso, comecei a perceber que eles estavam se soltando, alguns tinham a ereção cada vez mais evidente, e isso estava me deixando louca.
A próxima pergunta dos caras foi tipo um ponto de virada no jogo. Um deles me perguntou se eu era depilada, e respondi que sim. Aí percebi que tinha que começar a aprofundar um pouco mais, já que as condições estavam dadas, o clima tava bom, os caras já estavam excitados de novo e eu toda molhada. Então perguntei: — “Vocês podem me mostrar suas picas?” Os caras ficaram meio sem graça, confusos, até que um se levantou e abaixou a calça e a cueca. Na sequência, todos fizeram o mesmo, e eu não aguentava mais, tinha seis picas eretas na minha frente, prontas pra uma festa. Os caras sentaram e ficaram assim, aí fizeram a próxima pergunta: — “Você pode se despir?” E eu: — “Claro que sim.” Fui me despindo devagar, os caras abrindo cada vez mais os olhos. Sentei na frente deles e abri as pernas, eles estavam totalmente sem reação, excitados, eu via as picas deles duras. Alguns começaram a tirar a roupa e, no final, todos ficaram pelados. Ou seja, já estávamos todos nus, faltava uma faísca pra tudo explodir, faltava minha pergunta que ia detonar essa bomba. Falo: — “Levantem-se.” Apontei pra um deles: — “Você gostaria que eu chupasse seu pau?” Todos olharam pra ele, e ele não se acovardou, disse que sim. Falei pra ele vir mais pra frente e comecei a chupar ele. Eu via ele muito excitado e nervoso, então parei, sentei ele no sofá e me ajoelhei, também pra que os outros vissem minha buceta e meu cu. Mas antes de começar a chupar ele de novo, falo pra todos: — “Vou dizer duas regras: primeira, ninguém me toca se eu não pedir.” A segunda: se vão gozar, avisem primeiro”. Depois disso, voltei a chupar ela e, um tempo depois, ela disse que ia gozar. Tirei a boca e ela gozou no próprio corpo. Virei e falei pra eles: “O jogo acabou, agora começa outra brincadeira”. Apontei pra um e, com a mão, chamei ele. Sentei eles e comecei a chupar o pau dele. Ele demorou bastante, o que me deixou trabalhar bem e tranquilo. No meio, apontei pra outro dos caras e mandei ele chupar minha buceta. Obviamente ele não sabia onde chupar, mas deixei mesmo assim. Acho que aquela sensação me excitava cada vez mais. Quando o que eu tava chupando gozou, apontei pra dois que sentassem juntos. Eram os dois virgens. Pensei que não iam durar muito, mas, ao contrário do que imaginei, duraram bem mais que os outros. Assim foram passando e, por último, chupei o pau do cara que tava chupando minha buceta. Naquele momento, sentei, olhei pra eles e perguntei se queriam continuar. Eles responderam que sim. Então falei: “Beleza, vamos foder”. Deitei numa mesa, levantei as duas pernas, abri elas, mandei eles fazerem uma fila, molhei um pouco minha buceta e, a cada minuto, trocavam. Me comiam sem parar. Eu me sentia excitada e queria mais. Então, pra alguns, mandava subir na mesa pra chupar o pau deles enquanto os outros me comiam. Tinha dois paus na boca e quatro me comendo a buceta. Virei, voltei pro sofá, fiquei de quatro e, de novo, a cada minuto passavam. Assim até que alguns gozavam e outros continuavam. Os que gozavam, mandava de volta pro sofá pra se excitarem e gozarem na minha cara todos juntos. Já eram 10 da manhã. Guadalupe não tinha saído do quarto e dava pra ouvir gemidos ao longe. Naquele momento, juntei todos, fizeram uma roda e eu me abaixei no meio. Comecei a chupar o pau deles e falei: “Gozem onde quiserem”. Alguns optaram pelos peitos, outros pela cara e um pelas costas, o que me gerou confusão e risada. Já toda melada de porra, não tanta porra, mas tinha um pouco, falei pra eles Eu ia tomar banho, mas falei pra eles ficarem aí. Quando saí, estavam todos sentadinhos, quase dormindo. Aí eu disse que era melhor eles irem embora. E foi isso, eles se trocaram, a gente se despediu e eu fui deitar no quarto do meu filho. Naquele dia, acordei às quatro da tarde e a Guadalupe já tinha ido embora. Aquela noite/dia foi a melhor coisa que fiz: seis caras me comeram toda, e até ensinei alguns a comer direito.
Quando ela terminou o relato, eu tava muito excitado, mas perguntei por que ela não tinha ido pro quarto com a Guadalupe e o outro cara. Ela respondeu que é muito respeitosa: se a Guadalupe não pediu, ela não faria. Depois disso, a gente transou de novo, mas isso já é outra história.
1 comentários - Milf sempre gostosa