Luciana IINaquela noite, Luciana demorou pra pegar no sono, ficou pensando no que o velho Dom Júlio tinha feito com ela e nos comentários da tia. Sabia que não era certo, mas ao mesmo tempo tava curiosa e tinha gostado do que Dom Júlio fez ela sentir.
No dia seguinte, Luciana se levantou como sempre e foi pra escola. Na volta, passou pela porta de Dom Júlio, mas não viu ele.
Quando chegou em casa, continuava pensativa, comeu algo leve com a tia e foi tomar um banho pra se distrair, não tinha certeza se queria ir na casa de Dom Júlio. Depois de se banhar, abriu a gaveta da roupa íntima e vestiu uma calcinha fio dental branca, que na frente tinha renda na parte da buceta, nas laterais duas tirinhas e atrás entrava na racha deixando metade da bunda à mostra, terminando num triângulo de pano que saía na parte de cima da racha, era um pouco menor que a do dia anterior, mas mais delicada.
Depois, vestiu o uniforme e falou pra tia que ia fazer um trabalho em grupo com as amigas. Saiu de casa e caminhou até a casa de Dom Júlio. Quando chegou, não viu ele lá fora, mas a porta da casa estava entreaberta. Ao entrar, o velho tava sentado no sofá tomando vinho. Quando viu ela entrar...Dom Julio:Se levantou e se aproximou. "Oi, Lucianita, você veio? Que gostoso te ver de volta.Luciana:Oi, Donjulio, passei pra dar um oi, porque antes não te vi quando passei.Dom Júlio:Que linda, nena, valeu. Mas como você tá gostosa", ele disse enquanto abraçava ela. "Me diz, cê gostou do outro dia? Tô vendo que você é curiosa."
Ela, tímida, respondeu: "Sim, seu Júlio... um pouco. A verdade é que sou muito curiosa.Dom JúlioBom, isso não é ruim, também sou curioso. Me diz, Lucianita, de que cor é a calcinha que você tá usando hoje?Luciana:esbranquiçada, mas diferente da do outro dia.Dom Júlio: "Uai, que lindo. Diferente como? Deixa eu ver, Lucianita?" — disse o velho, enquanto levantava a saia dela e passava os dedos pela rachinha da bunda, seguindo o contorno da calcinha. Luciana se afastou do velho ao sentir o toque; ela sabia que aquilo não era certo. Tentou se recompor.Dom JúlioEle disse: "E aí, gatinha, tá com vergonha?" Ela assentiu, dizendo que não estava certo o que ele tava fazendo e que sentia sensações opostas.
Dom Júlio pegou ela pelo braço, sentou na cadeira e fez ela sentar no colo dele, o que ela fez inocentemente.
Dom Júlio começou a dizer que não era nada de mais e que, se ela tinha gostado, não precisava ter vergonha, e enquanto falava, começou a subir a mão pelas pernas dela, acariciando.
Luciana já começava a sentir os sentimentos contraditórios e sentia um calor subindo dentro dela.
Dom Júlio continuou subindo as mãos até pousar na entreperna de Luciana, que, ao sentir a mão do velho, tentou fechar as pernas como último esforço para não sucumbir aos desejos internos.
O velho, porém, já tinha conseguido pousar os dedos na bucetinha dela, que ele movia em círculos, dando um massagem na ppk dela.
Luciana tentou dizer "não" pela última vez, em voz baixa, mas Dom Júlio tinha muita experiência, e somado à facilidade de Luciana para se excitar, já sentia que a ppk ficava molhada.
Dom Júlio abriu um pouco as pernas dela e disse: "Isso, linda, viu como sua ppk já começa a responder aos meus carinhos? É porque você gosta. Relaxa e aproveita. Você vai ver que hoje vai sair daqui feliz e depois vai voltar sozinha todo dia pra pedir mais."
Dom Júlio passou os dedos por dentro do elástico da calcinha e começou a meter dois dedos dentro da vagina, intercalando os movimentos com pressões suaves no clitóris. Quando viu que Luciana já estava excitada e não conseguia dizer não, ele levantou ela e levou até o sofá, colocando-a de joelhos. Levantou a saia dela e parou, olhando e tocando por alguns minutos aquela raba gostosa que Luciana tinha. Luciana só se deixava fazer, parecia uma boneca sem vontade própria.
Dom Júlio começou a beijar a raba dela e desceu até a ppk, onde brincou com a língua por vários minutos.
Depois, baixou a tanga dela até as coxas e se dedicou a brincar com a língua ali. maneira de fazer círculos ao redor do ânus pra relaxar ele, enquanto com os dedos inquietos continuava brincando na buceta da Luciana pra não deixar o nível de tesão cair. Sabia que se tirasse ela do transe, Luciana podia se arrepender e parar de brincar.
Don Júlio virou no divã e baixou as calças, se colocando na frente dela e disse: "agora vou te ensinar a chupar uma pica."
Luciana quando viu a pica do Don Júlio abriu os olhos arregalados, porque o velho tinha uma pica de uns 23 cm de comprimento por 6 de largura.
Luciana não queria meter aquilo na boca, sentia nojo, além do mais tinha um cheiro muito forte. Mas Júlio, astuto, acelerou o ritmo dos dedos na buceta da garota e com a outra mão tapou o nariz dela. Luciana percebeu que tava se afogando, e quando abriu a boca pra respirar uma bocada de ar, o velho empurrou a pica até a garganta dela e disse: "isso aí, viu? Só precisava abrir a boquinha. Agora chupa com vontade e não me faz raiva", enquanto ria.
Luciana no começo sentiu muito nojo e medo. Chupava sem vontade, mas começou a sentir de novo aquela técnica com que no dia anterior Don Júlio tinha tocado ela, levantando os dedos pro lado do ânus e beliscando o clitóris. Intercalava esse movimento, e ela começou a sentir que o orgasmo vinha e não resistiu ao impulso de começar a chupar a pica mais forte. Don Júlio aproveitava esse momento de tesão da Luciana e metia até a garganta, fazendo ela engasgar e derrubar lágrimas dos olhos.
Don Júlio já tinha entendido que Luciana, apesar de ser uma garota tímida e sem experiência, era muito safada e bastava estimular bem e fazer ela chegar no auge do tesão pra ter ela na mão e fazer o que quisesse, até contra a vontade dela.
Depois do orgasmo, a buceta da Luciana tinha ficado muito sensível e irritada, tinha a área toda molhada com os fluidos dela.
Don Júlio aproveitou e encostou a ponta da pica na buceta. Luciana ainda tava se recuperando do orgasmo, quando Don Júlio deu um empurrão, meteu... mandola cock até a metade.
Luciana deu um grito abafado sentindo aquele pedaço abrindo pela primeira vez a bucetinha dela.
Dom Júlio começou a fazer um vai e vem devagar enquanto dizia que ela nunca ia esquecer dessa foda. Aos poucos, Luciana foi trocando os gritos abafados por gemidos leves. Júlio já metia a cock inteira, vendo como Luciana curtia e falava: "Assim, Lucianita, aproveita, aproveita esse pedaço todo que tô metendo em você, bebê, curte que ainda falta a sobremesa, ainda falta o melhor."
Luciana, sem entender do que Dom Júlio falava, percebeu que curtia cada vez mais como o velho tava comendo ela. Dom Júlio, de vez em quando, tirava a pica da pussy e passava entre as nádegas, espalhando os sucos da Luciana na região. Dom Júlio tava esperando o momento certo pra comer aquela bundinha minúscula de menina que ele tantas vezes viu passar e que o deixava com tesão. Passava a cock pela bunda, dando uns tapinhas, e cuspia no ânus assim várias vezes, passando o dedão no cu, que tava cada vez mais encharcado de sucos e saliva, e metia de novo na Luciana até o fundo.
Dom Júlio, cada vez que passava o dedo naquele cuzinho e apertava um pouco no buraco, sentia como o esfínter afrouxava a cada pressão. Como se o cu quisesse devorar o dedo.
Depois de 45 minutos tendo ela assim, sentiu que Luciana tava chegando no orgasmo de novo. O velho empurrou a cock até o fundo, fazendo ela sentir tudo, e agarrou as cadeiras dela, tirava e repetia esse movimento umas 10 vezes. Luciana já não aguentava mais, começou a ter espasmos, e nessa hora o velho aproveitou pra deixar o dedo parado no cu de Luciana e fazer a pressão necessária até o esfíncter ceder e o dedo entrar até a metade. Luciana teve um orgasmo atrás do outro ao sentir o dedo no cu do velho junto com o pedaço de carne que tinha enfiado até o fundo da pussy dela.
Dom Júlio dizia: "Assim, neném, viu que gostoso o que eu faço você sentir? Já sentiu 3 orgasmos. Seus, vai fundo, bebê, continua assim. E enquanto ela continuava aproveitando seus orgasmos, Dom Júlio continuava movendo o dedão para dentro e para fora da bunda da Luciana, que, depois do quarto orgasmo, ficou rendida, sem forças, com a cabeça apoiada no braço do sofá, respirando fundo. Ela não conseguia nem se mexer, estava vencida, tinha aproveitado e achava que tudo tinha acabado. Quando, naquele momento, sentiu a pica enorme do Dom Júlio, ainda dura como pedra — já que o velho não tinha gozado —, se apoiando no esfíncter dela. Tentou se levantar, mas as poucas forças, somadas à mão pesada de Dom Júlio, que fez força nas costas dela para baixo para que continuasse naquela posição, não deixaram ela se mover, e o velho enfiou todo o pedaço de carne dele até o fundo da bunda.
Luciana sentiu uma dor enorme, como se tivessem enfiado uma estaca quente na bunda, já que não tinha boa lubrificação; sentia que queimava a bunda dela, mas Dom Júlio gozava ao máximo de como tinha aberto aquela bunda virgem pela primeira vez e como sentia ela se ajustando naquela pica.
Deixou ela enfiada no fundo da bunda por uns minutos e depois começou a tirar bem devagar, chegava até a metade e enfiava de novo, aproveitando como, cada vez que tirava, o esfíncter acompanhava o movimento, saindo para fora.
Dom Júlio: — Ai, Lucianita, como você tem a bundinha apertada, nena. Depois de hoje, vamos ter que fazer um trabalho duro para continuar abrindo ela, porque está muito fechada. Você não sabe como vou deixar ela.
Luciana só dizia: — Chega, Dom Júlio, tá doendo, não aguento mais — e pedia por favor.
— Sim, nena, calma, mais um pouquinho e eu gozo.
Continuaram assim uns 20 minutos, Luciana pedindo por favor e o velho dizendo que já ia gozar, até que finalmente ele deu uma estocada forte até o fundo do cu, onde deixou enfiada e começou a soltar todo o leite dentro da bunda.
Dom Júlio tirou a pica devagar do cu da Luciana, saindo com a pica um jorro de leite grosso com umas manchinhas de sangue. Realmente tinha arrombado o cuzinho virgem da jovem.
Luciana estava realmente sem forças, não aguentava mais. Só sentiu uma grande dor quando o Don Júlio tirou a pica do cu dela, seguida de uma sensação de alívio. Sentia o cu pulsando, tinha sido uma experiência totalmente nova pra ela.
No dia seguinte, Luciana se levantou como sempre e foi pra escola. Na volta, passou pela porta de Dom Júlio, mas não viu ele.
Quando chegou em casa, continuava pensativa, comeu algo leve com a tia e foi tomar um banho pra se distrair, não tinha certeza se queria ir na casa de Dom Júlio. Depois de se banhar, abriu a gaveta da roupa íntima e vestiu uma calcinha fio dental branca, que na frente tinha renda na parte da buceta, nas laterais duas tirinhas e atrás entrava na racha deixando metade da bunda à mostra, terminando num triângulo de pano que saía na parte de cima da racha, era um pouco menor que a do dia anterior, mas mais delicada.
Depois, vestiu o uniforme e falou pra tia que ia fazer um trabalho em grupo com as amigas. Saiu de casa e caminhou até a casa de Dom Júlio. Quando chegou, não viu ele lá fora, mas a porta da casa estava entreaberta. Ao entrar, o velho tava sentado no sofá tomando vinho. Quando viu ela entrar...Dom Julio:Se levantou e se aproximou. "Oi, Lucianita, você veio? Que gostoso te ver de volta.Luciana:Oi, Donjulio, passei pra dar um oi, porque antes não te vi quando passei.Dom Júlio:Que linda, nena, valeu. Mas como você tá gostosa", ele disse enquanto abraçava ela. "Me diz, cê gostou do outro dia? Tô vendo que você é curiosa."
Ela, tímida, respondeu: "Sim, seu Júlio... um pouco. A verdade é que sou muito curiosa.Dom JúlioBom, isso não é ruim, também sou curioso. Me diz, Lucianita, de que cor é a calcinha que você tá usando hoje?Luciana:esbranquiçada, mas diferente da do outro dia.Dom Júlio: "Uai, que lindo. Diferente como? Deixa eu ver, Lucianita?" — disse o velho, enquanto levantava a saia dela e passava os dedos pela rachinha da bunda, seguindo o contorno da calcinha. Luciana se afastou do velho ao sentir o toque; ela sabia que aquilo não era certo. Tentou se recompor.Dom JúlioEle disse: "E aí, gatinha, tá com vergonha?" Ela assentiu, dizendo que não estava certo o que ele tava fazendo e que sentia sensações opostas.
Dom Júlio pegou ela pelo braço, sentou na cadeira e fez ela sentar no colo dele, o que ela fez inocentemente.
Dom Júlio começou a dizer que não era nada de mais e que, se ela tinha gostado, não precisava ter vergonha, e enquanto falava, começou a subir a mão pelas pernas dela, acariciando.
Luciana já começava a sentir os sentimentos contraditórios e sentia um calor subindo dentro dela.
Dom Júlio continuou subindo as mãos até pousar na entreperna de Luciana, que, ao sentir a mão do velho, tentou fechar as pernas como último esforço para não sucumbir aos desejos internos.
O velho, porém, já tinha conseguido pousar os dedos na bucetinha dela, que ele movia em círculos, dando um massagem na ppk dela.
Luciana tentou dizer "não" pela última vez, em voz baixa, mas Dom Júlio tinha muita experiência, e somado à facilidade de Luciana para se excitar, já sentia que a ppk ficava molhada.
Dom Júlio abriu um pouco as pernas dela e disse: "Isso, linda, viu como sua ppk já começa a responder aos meus carinhos? É porque você gosta. Relaxa e aproveita. Você vai ver que hoje vai sair daqui feliz e depois vai voltar sozinha todo dia pra pedir mais."
Dom Júlio passou os dedos por dentro do elástico da calcinha e começou a meter dois dedos dentro da vagina, intercalando os movimentos com pressões suaves no clitóris. Quando viu que Luciana já estava excitada e não conseguia dizer não, ele levantou ela e levou até o sofá, colocando-a de joelhos. Levantou a saia dela e parou, olhando e tocando por alguns minutos aquela raba gostosa que Luciana tinha. Luciana só se deixava fazer, parecia uma boneca sem vontade própria.
Dom Júlio começou a beijar a raba dela e desceu até a ppk, onde brincou com a língua por vários minutos.
Depois, baixou a tanga dela até as coxas e se dedicou a brincar com a língua ali. maneira de fazer círculos ao redor do ânus pra relaxar ele, enquanto com os dedos inquietos continuava brincando na buceta da Luciana pra não deixar o nível de tesão cair. Sabia que se tirasse ela do transe, Luciana podia se arrepender e parar de brincar.
Don Júlio virou no divã e baixou as calças, se colocando na frente dela e disse: "agora vou te ensinar a chupar uma pica."
Luciana quando viu a pica do Don Júlio abriu os olhos arregalados, porque o velho tinha uma pica de uns 23 cm de comprimento por 6 de largura.
Luciana não queria meter aquilo na boca, sentia nojo, além do mais tinha um cheiro muito forte. Mas Júlio, astuto, acelerou o ritmo dos dedos na buceta da garota e com a outra mão tapou o nariz dela. Luciana percebeu que tava se afogando, e quando abriu a boca pra respirar uma bocada de ar, o velho empurrou a pica até a garganta dela e disse: "isso aí, viu? Só precisava abrir a boquinha. Agora chupa com vontade e não me faz raiva", enquanto ria.
Luciana no começo sentiu muito nojo e medo. Chupava sem vontade, mas começou a sentir de novo aquela técnica com que no dia anterior Don Júlio tinha tocado ela, levantando os dedos pro lado do ânus e beliscando o clitóris. Intercalava esse movimento, e ela começou a sentir que o orgasmo vinha e não resistiu ao impulso de começar a chupar a pica mais forte. Don Júlio aproveitava esse momento de tesão da Luciana e metia até a garganta, fazendo ela engasgar e derrubar lágrimas dos olhos.
Don Júlio já tinha entendido que Luciana, apesar de ser uma garota tímida e sem experiência, era muito safada e bastava estimular bem e fazer ela chegar no auge do tesão pra ter ela na mão e fazer o que quisesse, até contra a vontade dela.
Depois do orgasmo, a buceta da Luciana tinha ficado muito sensível e irritada, tinha a área toda molhada com os fluidos dela.
Don Júlio aproveitou e encostou a ponta da pica na buceta. Luciana ainda tava se recuperando do orgasmo, quando Don Júlio deu um empurrão, meteu... mandola cock até a metade.
Luciana deu um grito abafado sentindo aquele pedaço abrindo pela primeira vez a bucetinha dela.
Dom Júlio começou a fazer um vai e vem devagar enquanto dizia que ela nunca ia esquecer dessa foda. Aos poucos, Luciana foi trocando os gritos abafados por gemidos leves. Júlio já metia a cock inteira, vendo como Luciana curtia e falava: "Assim, Lucianita, aproveita, aproveita esse pedaço todo que tô metendo em você, bebê, curte que ainda falta a sobremesa, ainda falta o melhor."
Luciana, sem entender do que Dom Júlio falava, percebeu que curtia cada vez mais como o velho tava comendo ela. Dom Júlio, de vez em quando, tirava a pica da pussy e passava entre as nádegas, espalhando os sucos da Luciana na região. Dom Júlio tava esperando o momento certo pra comer aquela bundinha minúscula de menina que ele tantas vezes viu passar e que o deixava com tesão. Passava a cock pela bunda, dando uns tapinhas, e cuspia no ânus assim várias vezes, passando o dedão no cu, que tava cada vez mais encharcado de sucos e saliva, e metia de novo na Luciana até o fundo.
Dom Júlio, cada vez que passava o dedo naquele cuzinho e apertava um pouco no buraco, sentia como o esfínter afrouxava a cada pressão. Como se o cu quisesse devorar o dedo.
Depois de 45 minutos tendo ela assim, sentiu que Luciana tava chegando no orgasmo de novo. O velho empurrou a cock até o fundo, fazendo ela sentir tudo, e agarrou as cadeiras dela, tirava e repetia esse movimento umas 10 vezes. Luciana já não aguentava mais, começou a ter espasmos, e nessa hora o velho aproveitou pra deixar o dedo parado no cu de Luciana e fazer a pressão necessária até o esfíncter ceder e o dedo entrar até a metade. Luciana teve um orgasmo atrás do outro ao sentir o dedo no cu do velho junto com o pedaço de carne que tinha enfiado até o fundo da pussy dela.
Dom Júlio dizia: "Assim, neném, viu que gostoso o que eu faço você sentir? Já sentiu 3 orgasmos. Seus, vai fundo, bebê, continua assim. E enquanto ela continuava aproveitando seus orgasmos, Dom Júlio continuava movendo o dedão para dentro e para fora da bunda da Luciana, que, depois do quarto orgasmo, ficou rendida, sem forças, com a cabeça apoiada no braço do sofá, respirando fundo. Ela não conseguia nem se mexer, estava vencida, tinha aproveitado e achava que tudo tinha acabado. Quando, naquele momento, sentiu a pica enorme do Dom Júlio, ainda dura como pedra — já que o velho não tinha gozado —, se apoiando no esfíncter dela. Tentou se levantar, mas as poucas forças, somadas à mão pesada de Dom Júlio, que fez força nas costas dela para baixo para que continuasse naquela posição, não deixaram ela se mover, e o velho enfiou todo o pedaço de carne dele até o fundo da bunda.
Luciana sentiu uma dor enorme, como se tivessem enfiado uma estaca quente na bunda, já que não tinha boa lubrificação; sentia que queimava a bunda dela, mas Dom Júlio gozava ao máximo de como tinha aberto aquela bunda virgem pela primeira vez e como sentia ela se ajustando naquela pica.
Deixou ela enfiada no fundo da bunda por uns minutos e depois começou a tirar bem devagar, chegava até a metade e enfiava de novo, aproveitando como, cada vez que tirava, o esfíncter acompanhava o movimento, saindo para fora.
Dom Júlio: — Ai, Lucianita, como você tem a bundinha apertada, nena. Depois de hoje, vamos ter que fazer um trabalho duro para continuar abrindo ela, porque está muito fechada. Você não sabe como vou deixar ela.
Luciana só dizia: — Chega, Dom Júlio, tá doendo, não aguento mais — e pedia por favor.
— Sim, nena, calma, mais um pouquinho e eu gozo.
Continuaram assim uns 20 minutos, Luciana pedindo por favor e o velho dizendo que já ia gozar, até que finalmente ele deu uma estocada forte até o fundo do cu, onde deixou enfiada e começou a soltar todo o leite dentro da bunda.
Dom Júlio tirou a pica devagar do cu da Luciana, saindo com a pica um jorro de leite grosso com umas manchinhas de sangue. Realmente tinha arrombado o cuzinho virgem da jovem.
Luciana estava realmente sem forças, não aguentava mais. Só sentiu uma grande dor quando o Don Júlio tirou a pica do cu dela, seguida de uma sensação de alívio. Sentia o cu pulsando, tinha sido uma experiência totalmente nova pra ela.
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