A vida gostosa da Lore

Parte 3
Com licença, senhora... Meu nome é agente Gómez, vimos que a senhora estava com o senhor do guincho e queríamos saber se teve algum problema... Bom dia... não, nenhum problema... só tive um contratempo com o carro e ele me ajudou, e depois me acompanhou até a salinha do centro do parque porque minha pressão caiu. Bom, qualquer coisa que a senhora precisar, já sabe que estamos aqui pra servir... Nisso tudo, Lore tinha esquecido de abotoar o vestido na frente e os peitões enormes estavam aparecendo; ela se apressou pra fechar os botões, agradeceu e seguiu seu caminho... Naquela noite, enquanto apoiava o travesseiro debaixo da cintura e Maxi metia por trás, ela não parava de pensar naquele policial e na tarde, e na ereção que tinha visto quando ele percebeu que os peitos dela tinham escapado.
— Vai, meu amor... Mete forte... — ela dizia — Mete duro... quero que você goze um litro de porra... — enquanto o marido cuspia dentro daquele forro insignificante, ela gozava aos gritos de ahhhhhh ahhhh pensando nas coisas que poderia ter feito com o policial.
Na manhã seguinte, ela pensou: por que não uma revanche? Pegou o carro, foi pra direção da General Paz e estacionou em frente ao parque. Dessa vez, vestia um vestido preto bem curtinho e, por baixo, tinha colocado aquela calcinha fio dental vermelha que só usava pra dar prazer ao marido... Então não demorou muito pra viatura do amigo se aproximar.
— Bom dia, senhora, por aqui de novo? Que surpresa agradável...
— Oi... Fiquei pensando que ontem não fui grata o suficiente por terem cuidado de mim — disse Lore, sentada na frente do volante e abrindo as pernas o máximo que podia pra que o agente pudesse ver aquela pussy recém-depilada coberta por um tecido minúsculo vermelho.
— Não se preocupa que a gente resolve isso rapidinho... — ele disse — Por que a senhora não tranca o carro e vem comigo e meu parceiro? A gente tem que fazer uma varredura no outro lado do parque e podemos... Seguir papeando... como não? — disse Lore. O parceiro do agente, quando viu que a morena fechava o carro e vinha só com o parceiro dele, deu uma conferida pra ver se ela tinha trazido os cachorros. Percebeu que só tinha um... "Já me basta", disse ele. Dando voltas no parque, na segunda volta já tinham decidido onde iam parar. E assim fizeram: atrás do velho carrossel que não funcionava há anos, pararam a viatura. O agente disse pro parceiro: "A senhora quer agradecer a gente por estar a serviço da comunidade... enquanto eu abaixava a braguilha." "Acho muito justo", comentou o outro policial enquanto pegava uma teta dela. Então Lore se abaixou e começou a chupar a rola do primeiro agente, enquanto o segundo deixava à mostra, em todo seu esplendor, a imagem de uma bunda grande, mal coberta por um pano vermelho, a uns 4 cm da outra rola. A viatura começou a balançar pra todo lado. Enquanto um jogava a cabeça pra trás, o outro enfiava a cabeça entre as nádegas, e Lorena balbuciava coisas tipo: "Mete a língua inteira que eu gosto... papai..." Depois de 5 minutos, trocaram de posição. O agente Gómez não achou nenhuma camisinha na carteira, então enfiou os 21 centímetros de uma vez. Lorena soltou um grito que deu pra ouvir até em Tecnópolis. "Vai, meu amor, chupa ela inteira", ele dizia, enquanto a cada estocada ela só gemia baixinho, até sentir que ele a inundava por dentro. Era Gómez terminando a parada com quase meio litro de leite fermentado, enquanto o parceiro, vendo o superior gozar, gozava na boca dela — uma quantidade suficiente pra ela quase se afogar de tanto líquido. Desde aquela vez, toda quarta-feira Lore sai com o carro rumo ao Parque Sarmiento.

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