Achei essa história 🔥🔥🔥🔥

13 de novembro de 2019A EMPREGADA DOMÉSTICA
O que eu vi naquela casa é perturbador demais. Em todos os anos que trabalhei em restaurantes e, depois, como empregada doméstica, nunca vi nada igual. Eu tava procurando um lugar pra desabafar, pra contar esses fatos que testemunhei. Contei pra uma boa amiga e ela se ofereceu pra mandar isso pra você, Bunnyofdaddy, e postar nessa página de P!. Pra vocês me darem a opinião de vocês. Não é um relato que tem como objetivo agradar nem nada assim. Só quero saber o que devo fazer. Na minha situação. Por isso, vou dar um contexto sobre mim e sobre a família.

Eu, sinceramente, não sei o que pensar. A verdade é que, no começo, eu teria dito que era errado. Ia me dar nojo. Quer dizer, um pai e uma filha que transam juntos. Isso é uma putaria. Eu teria ido correndo denunciar. Porque esse negócio de incesto, acho que deve ser algum crime. Mas vendo como eles se amam... Vocês não sabem como eles se amam, esses dois. É algo que tem que ver pra entender. Nunca houve um pai e uma filha que se amassem, que se mimassem mais do que eles. Ele é pura ternura. Nada do típico pervertido que a gente imaginaria nesses casos. É um homem tão atencioso, tão educado...

São uma família de muito dinheiro. De arquitetos renomados. Não vou dizer o nome da família por respeito à privacidade deles. Mas são muito conhecidos. Eu trabalhava num restaurante muito bom, do setor de luxo, como cozinheira, e o pai conseguiu me convencer a prestar serviços na casa dele, me oferecendo condições mais que dignas. Um salário muito mais alto, contrato, previdência social, etc.

O coitado vivia sozinho com a filha desde que ela era pequena. A mãe era alcoólatra e tinha abandonado eles por um barman que dava bebida de graça pra ela. Ele tinha se dedicado completamente à Betty, a menina. Não tinha se casado de novo. Por mais multimilionário que você seja, é muito difícil suprir numa menina o carinho de uma mãe. Mas ele tinha conseguido. Muito bem. Um grande pai, embora eu sempre achasse que ele a mimava demais. Cavalo puro-sangue, os brinquedos mais caros, as roupas mais chiques. A menina tinha talvez mais do que o recomendável para uma garota. Era a sua queridinha. A sua adorada. Quando ela chegou na adolescência, tinha uma infinidade de cremes, joias, vestidos, perfumes, objetos artísticos. Tudo trazido de todos os cantos do mundo. O pai se desvivia por ela. E ainda se desvive. E ela também por ele. Ela está sempre ligada em que o pai tenha seus pratos favoritos na mesa. Em conseguir para ele os melhores presentes. Dá massagem nas costas dele. Acompanha ele em todas as viagens. Vai comer com ele um par de vezes por semana em algum restaurante e praticam esporte juntos diariamente. Eu não acredito, sinceramente, que o pai teria entrado nessa dinâmica com a filha tão, digamos, "suja" e "doentia" se não fosse pela desconfiança que ele criou depois das experiências com as mulheres. É um homem muito atraente apesar da idade. Não exagero em nada se digo que é um verdadeiro Harrison Ford, sério, é igualzinho ao ator. Eu sempre falava isso pras minhas amigas quando comecei a trabalhar aqui. É que ele se cuida tanto, com tanta academia e uma alimentação rigorosa… Eu confesso que quando cheguei na casa, alimentei certas esperanças vãs de ser uma espécie de *Pretty Woman* e conquistar esse maduro gostoso e atraente. Entrar como cozinheira e assistente e me tornar a dona da casa. Mas logo percebi que eram só sonhos. Ele só estava interessado em novinhas de cabeça vazia. Loiras esculturais com vinte anos a menos. Que ainda se aproveitavam dele. Porque eram umas minas que só iam atrás do dinheiro dele. Não sei como ele fazia, mas o homem sempre ia dar com as mulheres mais pilantras. As piores do mundo. E olha que ele sempre foi um amor. Sério, uma maravilha. Tratava todas como rainhas. E quando se apaixonava, perdia a cabeça. E dava todos os caprichos. Dava tudo. Mas claro, sempre tinha alguma na frente. Era a Betty, a sua pequena. E as outras garotas sempre com ciúmes da menina, que tinha quase a mesma idade delas. E viviam tentando tornar a vida da pequena um inferno. Ela estava furiosa de ver o que faziam com o pai dela. Mas o que a menina podia fazer? Ele não queria ver que estavam se aproveitando dele e que só queriam o que ele tinha. Por mais bonito e inteligente que você seja, quando é milionário e sai com garotas tão jovens, é inevitável que não estejam com você só por você. Mas isso não entrava na cabeça dele. E cada vez discutiam mais os dois. E olha que se adoravam. Mas ela se sentia impotente e eles envenenavam ele contra a própria filha. Uma das vadias até gritava como uma louca na hora do sexo com o pai, e não tenho dúvida de que era o jeito dela de perturbar a Betty, estava claro que tanto escândalo não tinha outro objetivo. Não sei exatamente quando aconteceu o que mudou tudo. Eu comecei a notar pequenas coisas. Pouco depois de o senhor terminar com uma garota especialmente idiota. A primeira coisa que me pareceu estranha foi a mudança nas roupas da Betty. Eu chegava em casa e a encontrava com uns shorts que mostravam mais do que escondiam. Ela andava por ali, se exibindo na frente do pai daquele jeito. Com camisolas transparentes. Calcinhas provocantes. E o pai dela a repreendia. Mas ela não ligava, e quando ele via televisão, passava na frente dele mil vezes. Eu pensava que eram coisas da idade. Mas depois tinha a questão de não usar roupa íntima. E muitas vezes, quando o pai dela estava lá embaixo no hall, ela o chamava lá de cima da escada e dizia qualquer bobagem. Com as pernas abertas. Dava para ver tudo da garota. E assim, tão alta e tão loira. A menina escultural. O homem não é de pedra, por mais que seja pai. Ele não sabia para onde olhar. Ficava muito perturbado. Depois tinha também a história de ser desastrada de mentira. Constantemente deixava cair os garfos, os cadernos, as canetas…qualquer desculpa para ficar com a bunda empinada na frente do pai. Sempre sem calcinha. E aquela outra coisa da... Chuveiro. Toda vez que ela tava tomando banho, do nada esquecia alguma coisa no banheiro do pai. E ia assim, com a toalha meio caída, pegar o que fosse. Eu seguia ela na discrição pra não perder nada e via o pai olhando pra ela de boca aberta. Ele não conseguia tirar os olhos da garota e ela com a toalha que caía pra cá ou pra lá enquanto perguntava onde tava não sei o quê. Não sei nem como ele conseguia responder. Ela aproveitava qualquer chance pra mostrar os peitos. Outra parada era quando comia sorvete, ou cenoura, ou qualquer coisa. Porque nessa época ela tinha uma preferência, que eu juraria que não era por acaso, por coisas compridas. E comia de um jeito que não era normal. Chamava a atenção do pai de qualquer jeito. Numa conversa sobre qualquer assunto. A parada era olhar fixo pro pai e lamber, por exemplo, o sorvete de morango. Assim, com a língua devagar. Uma e outra vez com a língua. Batendo e batendo. Como se tivesse lambendo outra coisa que vocês já podem imaginar. E ele não ousava falar nada. Afinal, o que ia dizer? Era tudo sutil demais. Era óbvio, mas sutil. Não sei como explicar. Depois começaram os roçados. Eu já tava começando a me preocupar um pouco. A desculpa geralmente era massagem. Ela dava massagem nele desde pequena. Mas ultimamente era mais que evidente que não era como antes, ainda mais agora que ela já era maior de idade. Principalmente quando chegava na área das pernas. Lembro especialmente de um dia em que eu tava por ali limpando. Em outro cômodo, mas como a porta da sala era de vidro e eu limpava uma porta que ficava em frente à da sala, que também era de vidro, dava pra ver eles no reflexo. Ela tava fazendo massagem e ele só de sunga. Com as mãozinhas brancas de unhas impecáveis, ela começou a subir pelas coxas do pai, que tava de barriga pra cima, e enfiava os dedinhos, como quem não quer nada, por baixo da sunga. Em roçados pequenos. Não me surpreendeu nada quando um volume começou a se formar. na virilha do senhor. Aí ele tentou se virar, mas ela, pelo que eu entendi, deve ter dito (não tenho certeza porque não dava pra ouvir direito de lá), mas pelos lábios eu juro que captei: — Nada disso, agora é minha vez. Então o pai sentou, tentando disfarçar a excitação, e ela se deitou, apoiando a cabeça no colo dele pra ele acariciar o cabelinho dela. Mas eu percebia que ela não parava de mexer a cabeça, pra um lado, pro outro. Esfregando e roçando no volume do pai. Como se não achasse posição. E a cara do papai, juro, era um poema. E aí ele já olhava pra ela de um jeito diferente. Com desejo. Mas tentava se controlar. Num outro massagem que ela deu nele, no rosto e no peito, lembro que ela sentou de repente montada nele. Feito uma amazona. Ele mandou ela descer, mas ela reclamou: que o papai já não queria mais os massagens dela, que o papai tava muito estranho com ela ultimamente, que já não amava ela... Enfim, o senhor acabou deixando ela fazer o que queria, e ela, com uma minissaia e aposto que sem calcinha, como tantos dias, não parava de se remexer em cima do pai, que só tava de sunga. Eu fiz que não vi nada. Saí de perto e espiei pelo reflexo que já mencionei antes. E admito que tava ficando com tesão. E sei muito bem que isso não é certo. Mas é que separados só por aquela telinha fina, já dá pra imaginar que o pau do pai quase entrava dentro da menina. E ela não tinha frescura, se agitava pra frente, pra trás. Não eram movimentos de massagem, não. Até vi claramente que ele segurou ela pela cintura enquanto ela se mexia daquele jeito. E cada vez a menina se movia mais rápido, e já nem se dava ao trabalho de fingir que era massagem. Só apoiava as mãos no peito do pai e cavalgava ele. Via ela assim, tão gostosa, com aquela cabeleira loira e comprida, tão magrinha e com as pernas incríveis que brilhavam naquela posição. Subindo e descendo em cima O senhor, que a segurava com força. Dava pra imaginar a cena espetacular que o senhor teria das tetas dela quicando na cara dele. Porque ela tava com uma camiseta branca, por baixo, quase transparente e bem soltinha em cima, que com certeza deixava ver completamente os peitos lindos, grandes e com aquela firmeza típica da juventude. E é que a mocinha não é uma garota qualquer. E, é verdade que talvez eu veja ela com olhos de mãe, mas nunca vi uma menina mais gostosa. E ali se mexendo daquele jeito. Com um pau enfiando na buceta dela com um paninho como barreira. E sendo aquele pau do seu amado papai. Tudo isso tava me excitando tanto que levei minha mão ao meu clitóris e me toquei enquanto olhava eles. E continuaram por um bom tempo. E é possível que um dos dois, ou os dois, tenham gozado daquele jeito. Isso eu já não sei. Não fiquei até o fim. Pra não dar o azar de ser descoberta. Por aquela época chegaram os beijos na boca. O primeiro que lembro foi num dia de verão muito quente. Subiram no terraço pra se molhar com a mangueira. Que era uma brincadeira que sempre faziam. Eu subi pra recolher umas coisas que tinha estendido, pra ver se não iam molhar com tanta mangueira. Ela corria de um lado pro outro enquanto ele molhava ela com a mangueira e ela, fugindo, foi se afastando dele até chegar numa grade que tem e não dava mais pra fugir. Ele perseguiu ela e agarrou por trás. Acho que ele não tinha nenhuma intenção safada. Mas ela ficou com a bunda assim meio empinada e virou o pescoço pro lado como se quisesse que ele beijasse ela. Ele se afastou, mas ela se virou e disse: — Te amo demais, papai! E deu um abraço forte, colando bem no corpo dele, do jeito que tava, de biquíni e cheia d'água. E beijou ele na boca. Posso garantir que de língua. Ficou um bom tempo. E depois a menina se soltou e foi embora, e o pai ficou parado, petrificado, coitado. Com um tesão enorme que eu bem que gostaria de aliviar. depois vieram os beijos de boa noite. Ele sempre dava um beijo casto no rosto dela antes de ela ir pro quarto dormir. Mas ela colocava a boca e abraçava ele, tentando roçar o joelho no volume do pai. Além disso, sempre que podia, tentava prolongar aquele beijo. E ele às vezes fazia que resistia, mas cada vez mais, também abraçava ela e respondia àquele beijo como se a filha fosse uma namorada. Naquele período, o pai tinha deixado de ser só um pai e trazia pra menina mais presentes do que nunca. Se antes já era dedicado a ela, agora estava ainda mais. Tinha mais presentes, mais love. Acho que ele se apaixonou perdidamente pela própria filha. E continua assim. Agora muito mais, com certeza. A próxima coisa que aconteceu foi a do medo noturno. Tipo medo de tempestade. Ela nunca tinha tido medo de nada. Sempre foi uma menina muito corajosa. Mas de repente, naquelas tempestades de verão, a Betty dizia estar com muito medo, e saía no meio da noite, com uma camiseta branca, do pai, que ela gostava de usar pra dormir e sem nada por baixo, indo pro quarto do senhor. Não sei se o primeiro dia que eu percebi foi o primeiro que isso aconteceu, ou se já tinha rolado outras vezes. Acho que foi o primeiro. Eu ouvi os passos dela no corredor. Já que o quarto onde eu durmo fica entre o dos dois. Não consegui evitar, picada pela curiosidade, sair pra ver o que tava rolando e seguir ela sem que percebesse. O senhor sempre dorme com a porta ligeiramente entreaberta, acho que por causa do grande instinto protetor dele, e a senhorita não fechou pra não fazer barulho, porque as portas são antigas e rangem pra caralho ao abrir e fechar. Então eu conseguia ver tudo pela fresta. Além disso, o quarto se iluminava de um jeito espectral, com clarões incríveis da tempestade. A pequena Betty se aproximou da cama do pai, parece que ele ainda não tava dormindo: — Papai, tô com medo da tempestade, posso dormir com o senhor? O senhor hesitou um momento: — Bom, só um momento, mas quando a tempestade passar, você vai pro seu quarto. — Obrigada, papai. Então ela se meteu na cama e começou a beijar o pai no pescoço, no rosto e na boca, agradecendo por ele deixar ela dormir ali. Mas ele se irritou e mandou ela dormir. Aí ela fingiu ficar triste e virou de costas. Quando se virou, deixou a camiseta subir um pouco e a bunda dela ficou bem à mostra. Eu conseguia ver perfeitamente, porque eles não tinham se coberto com o lençol. Apesar da tempestade, não fazia frio nenhum. Os dois ficaram de costas um pro outro, e eu pensei em ir dormir também. Mas aí ela disse: — Papai, me abraça, tô com medo. Por favor. — Filha, você já é grande, não devia ter medo à toa com seus 19, quase 20 anos. — Eu achei que ele ia recusar. Mas ele se virou e abraçou ela. Como é verão, o senhor dorme só de cueca. Ela aproveitou pra encostar a bunda na pica do pai, que já tava bem dura. Não demorou pra começar a rebolar a bunda pra trás e pra frente. No começo, fazia bem devagar, tentando disfarçar o movimento. O pai no início ficou parado, mas depois começou a entrar na brincadeira. Ele abraçava ela enquanto se mexia, enfiando a pica, mas ainda de cueca. A menina gemia baixinho. Ele foi subindo a camiseta dela devagar, levando o braço mais pra cima, aumentando a altura do abraço. Até chegar na altura dos peitos dela. O pai começou a apalpar os peitos dela, com força mas devagar, mantendo a farsa do abraço. Mas ela não se enganava e levou a mão dele pra entreperna, esticando o braço pra trás. Acariciou por fora um pouco e apertou o pau do pai. Sem mexer na cueca. Mas quando tentou puxar a cueca pra baixo, o pai se assustou e se afastou um pouco pra trás. Ela respondeu encostando a bunda de novo e dando um puxão forte na cueca do pai. O pau saiu da cueca. tela rapidamente, quicando, como se tivesse sido expulsa. Yella apertou com a mão e balançou. Enquanto segurava com a mão, ajustou o corpo, posicionando bem na ponta da rola. A menina colocou com a mão o brinquedo do papai no lugar certo pra ele só precisar dar uma leve subida. Ela apertava a entrada da buceta contra a rola vibrante do pai. Os dois continuavam se mexendo de um jeito provocante. O pai roçava a boceta da garota uma vez e outra sem penetrar de verdade. Pensei em entrar e interromper antes que fizessem a loucura que tava por vir, mas tava tão excitada que não conseguia fazer nada além de olhar a cena, virando sem querer cúmplice daquela história. O pai mexia o quadril com tanta força na entrada da filha que achei que a qualquer momento, mesmo parecendo não querer penetrar, do tão quentes que deviam estar, a rola ia entrar sozinha. O pai de repente parou. Parou os movimentos e a menina também ficou imóvel, surpresa. Ele beijou o pescoço dela e apertou o peito dela. Aí, do nada, pegou ela pela cintura, como se fosse segurar ela quieta, e enfiou o mais fundo que pôde, sem piedade. A Betty soltou um grito e eu não acreditava no que tava vendo. O senhor tava furando a filha dele, de um jeito que eu não imaginava que um cavalheiro de mais de quarenta conseguisse. Fazia com a velocidade e a paixão de um moleque de dezessete. E falava o nome da menina: Betty, Betty; enquanto comia ela. Ela gemia, de prazer e de dor. E a rola do pai dela devia estar enterrada até os colhões, pelo jeito que ele investia. Eu me masturbava na porta vendo a cena. Os peitos da Betty, com a camiseta levantada, pulavam sem controle. A coitada da menina gritava, sem conseguir se segurar, e o pai, longe de se controlar, aumentava a força e dizia: Meu amor, meu amor. Eu via a boca da Betty, aberta enquanto gemia, com os lábios tremendo e rosados. A Os peitos dela pulavam no ritmo que os ovos do pai deveriam estar. O pau do senhor, dentro daquela bucetinha jovem, mais nova do que as mais novas que ele já tinha provado, devia estar se divertindo como nunca. O pai então avisou a menina que ia gozar e a Betty disse: - Te amo. Aí ele, com umas últimas estocadas, fortes mas mais lentas, despejou todo o esperma dentro da sua amada filha. No dia seguinte os dois foram embora, suspeito que pra menina tomar a pílula do dia seguinte ou algo assim. Porque acho que o senhor de repente se tocou da consciência. Eu lavei os lençóis e encontrei eles meio manchados de sangue. É possível que a Betty tenha sido desvirginada naquela noite, mas também não botaria a mão no fogo. Pode ser que ela tivesse terminando ou começando a menstruação ou qualquer outra coisa. Aquilo não aconteceu só naquela noite. Primeiro com a desculpa das tempestades e ultimamente sem desculpas, continuaram fazendo esse tipo de prática. Eu me sinto presa de uma excitação profunda que não sentia desde bem novinha. O dia inteiro fico tarada com essas e outras imagens rondando minha mente. Mas minha consciência me corrói. Talvez eu devesse fazer alguma coisa. Preciso de ajuda. Por um lado, lamento o que eles fazem, por outro, me excita, por outro, os entendo. Ela quer proteger o pai, pra que ninguém se aproveite dele. Quer amar o pai como nenhuma das namoradas dele foi capaz, como ele merece. Por parte dele, ele tentou resistir. Mas com uma filha tão gostosa, tão adorada e tão mimada. Era difícil pra um homem solitário, e repito que ele é encantador, reprimir os instintos. Se passaram uns anos até que a "pequena Betty", que já tinha 22 anos, falou comigo e me perguntou se eu não queria um aumento de salário, ao que eu disse que sim, e ela me disse que estava grávida e que precisava de alguém pra ser a "babá" do bebê dela. Aceitei de bom grado. Depois descobri, na segunda gravidez da Betty, quem era o pai dos dois bebês dela. Sempre soube. Calado até depois que a Betty e o pai dela dormem juntos, tenho muito carinho pelos pequenos, porque são muito fofos. Me sinto sortuda por eles me verem como a "Vovó", mas pra ser sincera, me sinto muito culpada por esconder esse segredo.Array

Array

Array

2 comentários - Achei essa história 🔥🔥🔥🔥