A prima gostosa do meu namorado

Outro relato de algum lugar

Me apresento, me chamo David, sou de Barcelona e tenho 30 anos. Faz uns 7 meses (não é nenhuma loucura, eu sei) que tô saindo com uma mina, a Carla, de 30 também. A real é que tô muito apaixonado por ela, mas às vezes a carne é fraca… e foi o que rolou esse fim de semana. Desculpa se escrevo errado, é meu primeiro relato, mas adoro entrar nesse site e ler as experiências dos outros. E finalmente criei coragem.

Esse sábado, como muitos outros, saímos pra night na área do Poblenou… bebida barata, muito rock e heavy (nossa música favorita)… enfim, como todo finde, íamos os amigos, a Carla e eu. Mas esse sábado a Laura, prima dela, de 26 anos, que eu não conhecia, resolveu vir com umas amigas.

A gente se encontrou num bar pra tomar umas antes de ir pra night, e chegou a Laura, uma mina de uns 1,65m, magrinha, com uns peitos não muito grandes mas uma bunda muito gostosa. Ela veio vestida com uma jeans apertada, uma camiseta justa também, tudo preto, jaqueta e botas. Morena, cabelo liso e uns olhos marrons que desde o começo me hipnotizaram. A verdade é que ela era muito gostosa.

Depois das apresentações pra mim e pros meus amigos, a noite começou. Bebendo cerveja e dose quase sem parar e, sinceramente, a gente tava se divertindo pra caralho. Eu não tava afim da Laura, de jeito nenhum. A gente ia conversando de vez em quando, já que ela tava sentada do meu lado, rindo, e a mina era muito legal, mas toda minha atenção tava na Carla, minha mina, que eu beijava sempre que dava. Além disso, esperava que algum dos meus amigos conseguisse pegar ela!

A noite foi avançando e umas 3 da manhã a gente já devia ter umas 5 ou 6 doses no corpo, então todo mundo tava com um bom pico. Eu cada vez conversava mais com a Laura, e começaram as brincadeiras com algum contato físico, mas nem eu nem a Carla demos importância.

Quando deu 3 da manhã, o bar fechou, então decidimos ir pra uma balada. Pesada pra caralho. Eu, adorando, ainda mais com a onda que tava. Nem fodendo que eu ia pra casa!. A surpresa veio quando a Carla falou que, como tinha que acordar cedo no dia seguinte pra um almoço de família, ia embora. Tentei convencer ela a ficar, mas foi impossível. E tentei convencer ela de que eu ia junto, mas ela argumentou (com toda razão) que era besteira eu ir embora, já que não tinha compromisso e tava me divertindo pra caramba. Aceitei ficar, claro. E o mais curioso foi que a Laura disse que também ia ficar, mesmo tendo acabado de me conhecer e aos meus amigos naquela mesma noite e sendo a única mina no meio.

Na frente de todo mundo, me despedi da Carla com um beijo longo e profundo, enquanto deixava minhas mãos passearem pelo corpo inteiro dela (o que era uma tortura pra mim, já que naquela noite eu ia – a princípio – ficar na vontade). No fim, o beijo foi cortado pelas piadinhas de sempre dos amigos e da Laura, falando que por que a gente não ia pra um hotel, e outras merdas típicas. Finalmente nos separamos, muito a contragosto, e a Carla foi embora.

No caminho pra balada, a Laura se colocou do meu lado e começamos a conversar e nos conhecer um pouco melhor. A real é que a mina era muito gente boa, e como os dois estavam altinhos por causa do álcool, a gente só ria e soltava besteira. Tava me divertindo pra caralho!... e quando me dei conta, estávamos de mão na cintura. Na amizade, sim, mas juntos, e uns metros atrás do resto do grupo.

Ao chegar na balada e pagar a entrada, fomos direto pro balcão pedir. Cerveja pra nós dois (já tínhamos tomado uns quantos drinks, e precisava dar uma amenizada de qualquer jeito). Meus amigos estavam em outra área da balada, à vista, mas na deles, e eu e a Laura ficamos no balcão conversando como dava, com o volume da música.

Era uma conversa besta, que não vem ao caso, sobre o que a gente fazia, como eu tava com a Carla, se ela tava solteira, que Se a música era boa... o básico. Mas por causa do volume, a gente tinha que falar bem coladinho, com a boca quase roçando a orelha um do outro, e, sem querer, se segurando pela cintura ou se esbarrando. Da primeira cerveja a gente passou pra segunda, e o nível de putaria ia aumentando, dançando enquanto conversava (não, quem curte heavy metal sabe que não costuma dançar agarrado, mas enfim, cada vez mais perto um do outro). Aos poucos, a Laura foi me levando pra conversa que mais interessava ela, meu relacionamento com a Carla, e como tava tudo bem entre a gente, e daí pra como ela era no sexo (típico de mulher...). E daí a conversa derivou totalmente pro sexo, ela me falando que tava há um mês sem molhar a buceta. Eu fiz as piadinhas de sempre, tipo "como pode" e tal... e não dei bola.

De repente, ela me propôs tomar um shot de tequila e eu, claro, aceitei. Ela pediu e quando eu já ia brindar com ela, ela me parou, dizendo que queria que a gente tomasse do jeito dela. "Qual é esse?", perguntei. E ela, sem cerimônia nenhuma, passou um pouco de sal na mão e esfregou no meu pescoço, deixando o sal lá. Depois me deu a rodela de limão e falou: "Coloca na boca que eu vou pegar dela". Eu fiquei de cara, mas era só uma brincadeira, então topei. Quando o limão já tava na minha boca, ela aproximou a boca do meu pescoço pra pegar o sal, e essa mina não pegou o sal. Ela começou a chupar meu pescoço, passando a língua na minha pele, e me deixou louco (pescoço é um dos meus pontos fracos). Depois de uns segundos assim, ela se afastou e, sem desviar o olhar dos meus, virou a tequila. Sem parar de me encarar, chegou perto dos meus lábios e arrancou o limão da casca, não sem, inevitavelmente, roçar os lábios dela nos meus. Eu tava a mil, alucinando, e ela com certeza percebeu.

"É sua vez", ela disse, e ela mesma passou uma quantidade grande de sal no pescoço dela, e colocou a rodela de limão, com a casca pra dentro, na boca. Eu me aproximei timidamente e pousei meus lábios sobre... Seu pescoço, recolhendo o sal com minha língua. Enquanto eu fazia isso, ela envolveu minha cintura com os braços e virava a cabeça pra facilitar meu trabalho, e me pareceu ouvir um suspiro. Eu tava a mil, e por Deus que não deixei nem um grão de sal. Me afastei, peguei minha tequila, que queimou minha garganta, e com um sorriso me aproximei dos lábios dela pra pegar o limão, tarado, mas divertido, e sem esperar que nada acontecesse. Tentei morder o limão de um jeito que meus lábios não encostassem nos dela, mas qual foi minha surpresa quando, ao prender o limão com os dentes, ela abriu a boca e deixou o limão cair dentro dela. Eu me afastei, surpreso. E ela, com um sorriso safado, me disse: "Você não quer o limão?"… e sem me dar tempo de responder, se aproximou e me beijou.
Devo dizer que não resisti nada, e assim que senti o contato dos lábios dela, abri minha boca, deixando a língua dela entrar na minha, enquanto eu, com a minha, procurava o limão, a língua dela, e o que mais fosse preciso. Ela envolvia meu pescoço com uma mão, e a outra tava na minha cintura, enquanto eu abraçava ela pela cintura. Depois de mais ou menos um minuto, me afastei, e vi ela na minha frente, sorrindo, colada em mim, sem parar de olhar nos meus olhos.

- Laura, isso não tá certo. Eu tô com a Carla, e você é prima dela.
- É, mas ela não tá aqui.
- Sei, mas não posso fazer isso com ela. Eu sou feliz com ela.
- E vai continuar sendo. Ela não precisa saber disso. Nem você nem eu vamos contar. E eu te vi beijando ela antes e queria que você me beijasse assim.
- Bom… então pronto. Já te beijei – respondi timidamente, com pouca convicção.
- Não tenho tanta certeza – respondeu com um sorrisinho safado.
- Se foi você quem me beijou ou eu quem te beijei.
- Acho que foi meio a meio.
- Pois eu acho que preciso que você me beije de novo pra ficar claro que foi você quem me beijou.

Eu tava alucinando. Que porra tava acontecendo? Não queria botar chifre na Carla, mas por outro lado, pelo jeito dela e por causa do álcool, eu tava perdido de tesão. Mas não, repetia pra mim mesmo, não podia continuar com aquilo. Por que não fui embora? Porque tava a mil, louco de tesão, e a ideia da infidelidade, ao mesmo tempo que me dava nojo, também tava me dando um tesão cada vez maior.

- Laura, sério… - gaguejei.
- É que você não gosta de mim?
- Gosto, claro que gosto, mas tô com sua prima.
- E eu insisto que ela não tá aqui hoje. E além disso… Acho que você tá com tanta vontade quanto eu disso.

E naquele momento ela colocou a mão na minha calça, que escondia uma pica dura do caralho, impossível de esconder, e começou a mexer a mão. Eu já não aguentava mais, e a mão que tava na costa dela começou a descer até chegar na bunda dela. Ela sorriu… “vitória”, imaginei que ela pensou.

- Me beija.

E eu me joguei nela, dando um beijo profundo, bem longo, cheio de luxúria, explorando cada canto da boca dela, enquanto minhas duas mãos se apoiavam na bunda dela, amassando, acariciando por cima da roupa, e enfiando entre as pernas dela, acariciando a buceta dela.

Ela tava colada em mim, e se mexia, massageando a xota dela contra minha pica mais que tarada.

Ela chupava meu pescoço e minha boca sem parar, enquanto as mãos dela entravam por baixo da minha camiseta e desciam pelas minhas calças até minha bunda. Eu não fiquei atrás e enfiei minhas mãos o máximo que pude nas calças dela, querendo sentir o toque e o calor da pele dela. Tava a mil e não tinha mais volta.

Ficamos nos pegando uns 10 minutos, e de vez em quando eu olhava em volta pra ver se via meus amigos. Por sorte, eles deviam estar em algum lugar que não dava pra ver, e eu esperava que não estivessem me vendo também.

De repente, Laura se afastou de mim e, suspirando, disse:

- Não aguento mais…
- O quê? - foi tudo que consegui falar.
- Vem.

E ela me pegou pela mão, me arrastando com ela. Quando me dei conta, ela tava me levando até a porta do Lavabo feminino. E quando cheguei lá, ela me jogou contra a parede, perto da porta, e me beijou de novo, cada vez mais rápido, mais forte, mais fundo. Meu Deus, como essa mina beijava. E quando viu uma garota saindo do lavabo, rapidamente me pegou e me "jogou" lá dentro. Trancou a porta e se atirou de novo na minha boca.

- Me fode! - foi tudo que ela disse antes de voltar a chupar meu pescoço.

As mãos dela começaram a abrir minha calça enquanto continuava no meu pescoço, e minhas mãos começaram a apalpar os peitos dela, não muito grandes como eu disse, mas bem durinhos e com uns bicos que pareciam incríveis.

No fim, ela abriu tudo de uma vez e puxou minha calça e minha cueca juntos. Lá fora, eu ouvia a música e mais gente entrando no banheiro, nos vasos vazios, e isso me deixava ainda mais tesudo. Sem parar de me beijar e chupar meu pescoço, depois de me deixar pelado, ela começou a abrir a calça dela, e quando tava aberta, eu puxei pra baixo junto com a calcinha, ou tanga, ou o que fosse, imitando o que ela fez. Ela pegou meu pau, já durasso, com a mão e começou a me punhetar devagar, mas passando a mão no tronco inteiro, enquanto eu descia a mão, passando por uma buceta quase toda raspada e chegando numa xota que tava incrivelmente molhada, e comecei a acariciar com gosto. Com meus dedos, separei os lábios dela e comecei a procurar o clitóris pra massagear, enquanto ela não parava de me punhetar e gemer na minha frente, na minha boca. Com a mão livre, passei pelas costas dela até descer pro rabo, e comecei a percorrer a fenda até chegar no cu, que comecei a massagear junto com a buceta. Ela sorriu.

Depois de um tempo curto mas intenso assim, sem dizer nada nem avisar, ela se agachou sem soltar meu pau, ficando de frente pra ele, e começou a beijar. Deu uma bicadinha na cabeça da minha rolha, e depois começou a passar a língua, sem tirar os olhos de mim. Meu Deus, que putaria. havia naquele olhar. Sem parar de bater punheta. Mudou de posição e começou a percorrer com os lábios todo o meu pau pela lateral, desde a base até a cabeça, uma vez, e duas, três, quatro, enquanto a mão massageava minhas bolas. E finalmente enfiou ele na boca. Não vou dizer que "engoliu inteiro" como muitos aqui do site, porque não foi assim, mas a mina sabia o que fazia, enfiava a cabeça e metade do meu pau na boca e brincava com a língua lá dentro, me fazendo ver estrelas de prazer. Num ritmo constante, sem parar, mas nunca repetindo o mesmo movimento com a língua duas vezes.
De repente, senti a mão dela deslizando pelas minhas bolas e um dedo pousou no meu cu. Olhei pra ela, e ela sorriu com meu pau na boca, e aos poucos, suavemente, foi pressionando, enfiando o dedo no meu cu, me comendo. Aquilo me deixou a mil. Não parava de chupar meu pau, e o dedo dela saía e entrava cada vez mais fundo e mais rápido, me comendo o cu pela primeira vez na vida (e é algo que recomendo pra todos os céticos. É alucinante). Depois de um tempo, segurei a cabeça dela, parando, e falei pra ela parar, que ia gozar. Ela me obedeceu e se levantou de novo, pra me beijar de novo, momento que aproveitei pra voltar a apalpar a buceta dela, dessa vez enfiando dois dedos e comendo ela com eles. Mas ela não me deixou por muito tempo.
— Me come... — ela disse de novo, depois de todo esse tempo sem falar nada.
E de um empurrão me sentou na privada. Vendo as intenções dela, me ajeitei e ela se posicionou em cima de mim. Abrindo as pernas sobre meu pau. Com a mão dela, guiou ele até a buceta dela e lentamente começou a descer.
— Me avisa antes de gozar...
E depois de um tímido "sim" da minha parte, ela terminou de descer, fazendo ele entrar por completo na buceta dela. Ela arqueou as costas e soltou um gemido, pra começar a cavalgar em mim, não muito rápido, aproveitando o contato, e com as mãos levantou a camiseta e o sutiã, deixando aqueles peitos escondidos na minha frente. Mim. Não pensei duas vezes, e enquanto a fodia comecei a chupar os mamilos dela, a lamber, sugar, morder, alternando de um pro outro, enquanto com minhas mãos ajudava os movimentos dela segurando a bunda dela.
Ela gemia cada vez mais agitada e não hesitei em levar minha mão pra imitar o que ela tinha feito antes e deslizar um dos meus dedos dentro do cu dela, e ela sorriu. Deus, como entrou fácil!, e continuei fodendo ela, agora com a pica na buceta dela e meu dedo no cu dela, enquanto ela gemia cada vez mais e eu não parava com os peitos dela.
Pouco depois ela começou a respirar muito mais ofegante e a se mover mais rápido, gemendo cada vez mais alto, então com minha boca procurei a dela e beijei pra abafar os gemidos. O corpo dela se apertou contra o meu e, se deixando cair, parou de me foder, me abraçando com força, me machucando, enquanto eu sentia um jorro de líquido quente escorrendo pela minha pica. Era nítido o gozo dela, e o meu tava chegando. Ela me sorriu safada antes de me beijar de novo e voltou a cavalgar em cima de mim, devagar, prolongando o momento, mas sem perceber que o fato de ir mais lenta e fundo aproximava ainda mais meu orgasmo.
Eu não parava de foder ela, sem tirar meu dedo do cu dela, até que só uns dois minutos depois senti que tava chegando no clímax…
- Vou gozar… Vou gozar… – consegui dizer
E ela, sem hesitar, desceu de cima de mim e se ajoelhou na minha frente, e sem pensar duas vezes enfiou de novo, como um tempo antes, minha pica na boca dela, mas dessa vez rápido, forte, sugando sem parar e rapidamente, me fodendo com a boca dela. Eu via estrelas, e em nada repeti o “vou gozar…” mas ela não parou, então rapidamente senti toda minha porra saindo e enchendo a boca dela, enquanto ela não parava de me foder com ela. Via a porra escorrendo pelo canto dos lábios dela enquanto ela sorria e me olhava. Deu mais duas lambidas e finalmente se levantou, pra me beijar de novo, com os restos de sêmen na boca dela.
- Adorei Encantado" – ele disse. "E vai ser nosso segredo."
– Tomara… – respondi como pude.
Rapidamente nos vestimos de novo e saímos do banheiro depois de garantir que ninguém estava olhando. Sem nos pegar mais, procuramos meus amigos e, com uma desculpa esfarrapada que pareceu colar – que tínhamos ficado do lado de fora conversando –, seguimos com a noite de festa.
Será que vai rolar de novo? Não sei. Só sei que eu amo a Carla… mas que a carne é fraca.

2 comentários - A prima gostosa do meu namorado

may6369 +1
Excelente relato, saludos desde México
Oye excelente relató. De verdad plasmaste muy bien las sensaciones y pensamientos que pasan por la cabeza en esa situación... La carne es débil, y con unos tragos encima caemos fácilmente en situaciones así... Saludos desde Colombia!