Acontece que, de todas as perversidades que essa cabeça sempre imaginou sexualmente falando, a que mais me excita, a maior de todas as minhas fantasias, é a dupla penetração. Ficar de joelhos na frente de duas picas duras, e chupá-las pra ficarem ainda mais eretas. Deixá-las bem durinhas com a minha boca. Ir experimentando o que cada uma prefere. Todas são diferentes. O ritmo, a profundidade na boca, a pressão dos lábios. A sucção; com ou sem dentes. Cada homem reage diferente a cada estímulo. Se preferem muita sucção na ponta ou a cock bem no fundo da garganta. E uma vez que as duas estejam bem duras, bem, bem quentes. É importante que os dois saibam se controlar. Não só a gozada, mas os impulsos. Isso é algo que se faz aos poucos, sem perder o controle. Escolho a menor, a mais fina. A ideia é que a dilatação vá crescendo aos poucos. Sinto muito, ou se der, eu deito ele. E com a cock dura como uma vara, eu me empalo sozinha. Faço sinal pra cock grande se aproximar. Levo ela de novo à boca, ainda dura. Sincronizo o ritmo da minha boca com o da minha cavalgada. Devagar, faço com que ambas as picas curtam meus buracos. Dou pra ambos no meu ritmo, levo eles na minha excitação. Subo eles na minha voragem libidinosa, eles cavalgam junto comigo. Me acalmo, relaxo. Afrouxo um pouco porque não precisamos gozar. Levanto com a grande na mão, e peço pra menor trocar de lugar. Uma vez deitada a maior, uma vez que me penetro com ela e levo a pequena à boca, vou aumentando o ritmo, primeiro devagar como antes. Mas dessa vez não paro. Enquanto cavalgo louca a cock maior, devoro toda a cock menor. Abro minha garganta, levo ela bem fundo. Não importa o engasgo, não importam as lágrimas. Começo a salivar muito e molho bem toda a pica. O magrelo ferve, mas se controla a duras penas. Tiro ela da boca e com os olhos digo que já era, que é o momento. Ele fica atrás de mim, está muito excitado. O que está embaixo diminui o ritmo, prevê o que A mais nova vai enfiar a buceta no meu cu, que reage na hora. Já tava quente, já tava pulsando. A expectativa de abrirem ele é uma delícia pra ela. A mais nova continua enfiando. Ele aproveita meus próprios fluidos pra me lubrificar. A mais velha sai pra dar espaço e deixar ele bem ensopado. Entra um dedo, entram dois. Meu cu primeiro fecha e depois abre, é uma flor. Os dedos entram e saem, entram e saem. Meu cu vai relaxando e dilatando. Dá fome, quer pica. A mais nova percebe e se posiciona. Ela apoia a cabeça no meu cu e empurra um pouquinho, só de leve. Entra metade da cabeça, meu cu fecha primeiro, mas tem tanta fome que abre na hora pra deixar passar. A cabeça inteira entra, e eu começo a delirar. Pra isso preciso de dois que se controlem: porque eu não consigo. A pica espera quietinha até meus orgasmos terminarem, até meus espasmos se acalmarem. Quando eu relaxo num vale, ela segue seu caminho. Devagar, mas sem parar, enfia a pica toda dentro de mim. Milímetro por milímetro, meu corpo inteiro recebe descargas de eletricidade que são ecos do prazer que meu cu tá sentindo. Depois que entra toda, ela tira e mete de novo várias vezes, adicionando com a saliva um pouco mais de lubrificação, pra evitar problemas futuros. É aí que a mais velha volta pro seu lugar e me penetra de novo. Sinto um puxão nos tecidos do meio, as duas picas tão puxando cada uma pro seu lado e meu corpo não cede. Mas o prazer, meu deus, é insano. Muito mais do que eu senti na vida. Os caras me deixam me acostumar, e eu mergulho inteira nesse mar de estímulos que meu corpo recebe. Eu subo em cada orgasmo, cavalgo ele como uma onda, desço com ele. E começo de novo. Alguém brinca com meus peitos. Beliscam meus mamilos. Alguém amassa minha bunda. A sensação das minhas nádegas se abrindo mais pra deixar as picas irem mais fundo é inebriante, muito safada. Meus peitos já tão meio torcidos nas mãos de um dos meus amantes. Um dos meus mamilos acaba preso. entre os dentes, embora ainda não saiba de quem. Minha bunda leva tapas esporádicos, que vão aumentando em frequência e potência. Já estão me comendo gostoso; tão metendo em mim como no porno mais barato. Os dois tão desesperados, querem me encher de porra. Percebo de verdade que consegui despertar o lado animal dos dois machos que estão dentro de mim, e adoro isso. Enquanto continuo gozando, curto ser o centro dessas atenções; assim minha mente também se sente cuidada, satisfeita. A mais nova fica dura que nem pedra, dá pra sentir que vai explodir no meu cu. Esse pensamento me faz apertar tudo, me excita muito a porra que vem. Aperto também a buceta, e a mais velha sente e endurece ainda mais. Parece que vamos gozar os três juntos. Num momento de lucidez, me levanto, saio da posição que estávamos. Os dois paus me olham como ciclopes, putos. Parecem me desafiar com o olhar de um olho só. Acho graça, não seguro a gargalhada. Os caras não entendem, então eu guio. Dou a mão pro dono do maior, e ajudo ele a se levantar. Fico com vontade, então dou umas boas chupadas nos dois paus, não pra esquentar eles. Acho que acaba ajudando eles a relaxarem, porque as sobrancelhas param de ficar franzidas, e os sorrisos voltam pros rostos. Me levanto e me encaixo entre os dois, o grande na frente, o mais novo atrás. Abraço o da frente, que entende na hora, e passando os braços por baixo das minhas nádegas, me levanta enquanto enrolo minhas pernas na cintura dele. O mais novo se aproxima de novo do meu cu. Escuto ele cuspir e jogar a saliva; como isso me excita, mesmo não vendo. Ele me penetra de novo, e todas aquelas sensações maravilhosas explodem na minha bunda. Dessa vez vai mais fundo?, mais torto?, mais o quê? Não sei, mas é uma delícia. O de trás me segura pelas pernas e me mantém no ar. O da frente me penetra de novo. Tô suspensa por dois mastros de carne. lindos, deliciosos. Me enchem toda, adoro. Sincronizam os ritmos e me elevam num êxtase indescritível. Orgasmo atrás de orgasmo, gozo com força pelos meus dois buracos. Molho o pauzão todo e continuo gozando. Sinto minha umidade nas pernas dos dois. Meu monte de Vênus, a barriga de ambos. Não paro de gozar e eles não param de me comer. Um espasmo atrás do outro percorre meu corpo. E fazem eu gemer alto, já sem controle. Apoio a cabeça no ombro do de trás, tô totalmente entregue. As estocadas são cada vez mais selvagens, mais brutais. Sinto elas cada vez mais duras, de novo. Mas dessa vez não me mexo, deixo eles fazerem. A gozada tá chegando e eu sei, quase consigo sentir subindo pelos dois paus. Como se tivessem sincronizado, e é exatamente isso que me enlouquece. Quero que me encham toda agora! E faço questão de avisar. Digo quando e digo onde quero minha oferenda. Metem com tanta força que meu corpo mal aguenta, e perco o controle. O corpo já não responde. E nesse êxtase em que me encontro, eles bufam, respiram pesado e até gemem. Se mexem dentro de mim, até gozarem dentro, misturando os três elixires do prazer no meu interior. Me comem com força, até sair a última gota. Me abraço forte no da frente, adoro sentir eles murchando dentro de mim. Delicadamente, quando minha respiração vai se acalmando, me colocam no chão. Me seguram um pouco entre os dois; minhas pernas tremem sem controle. Com muito cuidado, me deitam na cama. Tô derretida, meu corpo não aguenta nem o menor estímulo. Mas a mais velha quer provar meu cu, e eu entendo, porque quando ela deitou atrás de mim, o magrelo começou a bater punheta pra ela levantar. E como vou negar, depois do serviço que prestei? Dou um sorriso pra mais nova, porque minha boca pode fazer muito mais do que já fez. E tudo recomeça.
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