Iniciação Parte 2

Boa tarde. Promessa é dívida, então tô compartilhando a segunda parte.
A verdade é que o relato ficou longo, e olha que cortei umas coisinhas.
Espero que seja do agrado de vocês.Naquela hora, já me sentia uma puta. Uma puta virgem, mas puta. Minhas fantasias estavam se realizando aos poucos. Eu gostava daquela posição que me cabia. A vergonha e o medo eram um obstáculo. Mas me sentia toda uma puta, nua, molhada, de pernas abertas, esperando pelo meu instrutor.
-Espera aí que já volto, fica assim mesmo.
Ele me disse.Ele parou e saiu do quarto. Antes de sair, acendeu a luz e eu vi ele saindo pelado. Escutei ele se movendo pela casa. Respirei fundo e me levantei. Minhas pernas estavam dormentes. Me espreguicei. Toquei minha bucetinha pequena e estava bem molhada. Aproveitei pra me espreguiçar de novo e ele entrou no quarto. Finalmente eu via ele completamente pelado com a luz do quarto. Fiquei pasma vendo o pau dele, muito maior do que eu tinha sentido. Grosso e comprido, com uma cabeça bem mais larga. Ele percebeu meu estado de choque.

— Gostou?

Sentei na beira da cama.

— É enorme — ele riu um pouco.

— Talvez. Esse pau vai ser todo seu hoje à noite. E não fala nada... esse pau vai te cravar bem fundo.

Eu continuava olhando sem dizer uma palavra. Se antes eu tinha vergonha e medo, agora só sentia muito medo.

Ele passou na minha frente e deixou um pote de creme na mesa de cabeceira.

— Te falei que essa noite estava planejada há muito tempo. Vou te treinar nos meus prazeres e vou gozar com você.

Depois ele parou na minha frente e eu tinha uma visão em primeiro plano do pau dele.

Estava bem duro, apontando pra cima, passando do umbigo. Totalmente raspado e uns saquinhos grandes pendurados. No tronco, as veias saltavam e a pele mal cobria uma cabeça bem mais grossa.

Ele perguntou de novo:

— Você quer?

Não consegui responder, só me ajoelhei e aproximei meu rosto do pau duro dele. Com uma mão, peguei nos saquinhos dele. E, timidamente, aproximei meus lábios deles. Dei uns beijos. Algo que ele gostou muito.

— Hummm, sim, você sabe como me agradar.

Enquanto isso, minha boca sugou um dos testículos dele, e minha língua massageava ele dentro da boca. Dessa vez, era eu quem estava no controle. Comecei a lamber as bolas dele. De baixo pra cima. Fiz devagar e fui aumentando as sugadas e lambidas. Olhei pra cima e vi ele de olhos fechados, curtindo. Também vi umas gotas do líquido dele escorrendo pelo tronco. Decidi ir subindo com minha língua. Até encontrar o líquido salgado dele. Não era gostoso nem ruim. Mas muito excitante. Saboreá-lo. Fui subindo e descendo, lambendo suas bolas, beijando elas e o tronco também. Até que criei coragem e com minha mão agarrei seu tronco. Acariciei ele de cima a baixo. Enquanto com a outra mão massageava as bolas e chupava elas. Me afastei um pouco pra observar o que tinha nas mãos. Continuava pensando que era enorme e que não ia dar conta. Puxei o prepúcio dele até deixar uma cabeça maior e rosada à mostra. Ao baixar, seu elixir jorrou ainda mais. Com minha língua, recolhi rapidamente. Continuei subindo até ter a glande na minha língua e sentir toda a umidade dele. E, igual ele fez com o dedo no meu cuzinho, introduzi o máximo possível da pica dele na minha boca. Até onde consegui. E chupei um pouco. Ele adorava. Tirei minha boca e desci ela várias vezes, fiz isso. Tava masturbando ele com minha boca e ele ficava fascinado, os líquidos dele molhavam meu queixo. E já achei delicioso. Por fim, me retirei. Voltei a descer pras bolas dele pra brincar com elas e olhei pra ele. Ele me olhava extasiado.
— Que linda você fica ajoelhada na minha frente chupando minha pica. Adoro ver seu cuzinho daqui. Tão lindo e brincalhão igual sua boca. Sim, quantas revistas pornô te ensinaram a ser puta. Agora é minha vez de te ensinar a entregar esse cuzinho.
Num ato quase desesperado, me jogou na cama.
— Vira. Quero ver sua bunda bem.
No estado de excitação que eu tava, imediatamente assumi a posição. Deitada de través na cama, com as pernas juntas e peladinha. Ele me olhou um pouco e disse:
— Já decidi… Valéria. Você vai se chamar Valéria. Soa lindo te chamar de Vale quando te como. Vale a puta. Assim você vai ser.
Começou a apalpar minha bunda, a mexer nela e dar uns tapinhas.
— Levanta esse cuzinho, Vale.
Assim fiz e ele colocou um travesseiro debaixo da minha barriga. E separou um pouco minhas pernas.
— Mmmmm, que imagem linda. Falta algo.
Me pegou pela pica por trás e ajeitou pra ver.-Assim tá melhor, ver toda a sua buceta à minha disposição e ao meu capricho.
Senti a boca dele na minha costa, beijando e descendo até onde começa a minha bundinha. Ele apalpava sem parar. E começou a lamber e mordiscar meus glúteos. Parece que a mamada que eu dei nele tinha deixado ele excitado demais. Ele começou a passar a língua pela minha racha. Sentia a saliva dele escorrendo por ela até que a língua dele chegou no meu anel do prazer. Fazia círculos com ela, rodeando. Eu ficava louco, me excitava e esquentava. De repente, com as mãos, ele abriu minha bunda e começou a me comer com a língua. Nunca tinha sentido tanto prazer. Ele tirava o rosto e voltava a enfiar a língua. Eu gemia, adorava. Depois continuou com minhas bolas e as chupava com força. Até me fazer doer e gritar. Agarrei a cabeça dele como pude e com força ele segurou minhas mãos e as imobilizou ao meu lado. De novo, ele me comeu com força com a língua. Me soltou e logo me pegou com o dedo. Sem demora nem hesitação. Até o fundo. Me fazendo delirar e gritar. Instintivamente, agarrei a mão dele e ele suavemente a tirou.
— Fica quietinha, já volto.
Ele se levantou e saiu de novo. Fiquei rebolando a bundinha pra cima. Curiosa pra saber com o que ele ia voltar. Ele entrou de novo e senti ele acariciando minhas costas. Se ajoelhou na cama na frente do meu rosto.
— Abre a boca.
Em seguida, agarrou minha cabeça, levantou um pouco e enfiou o pau inteiro na minha boca até a garganta. Eu engasguei um pouco e minha baba começou a escorrer. Ele segurava minha nuca e os quadris dele começaram a ir e vir. Fazia devagar, o que me deixava brincar com a língua em todo o tronco dele. Com umas poucas enfiadas daquela mamada, peguei o ritmo. Quando ele saía, eu passava a língua e deixava a saliva escorrer. E sugava a cabeça dele quando entrava, abrindo a boca.
— Como eu gosto de comer essa sua boca, mmmmmm, parece que você é uma expert.
Enquanto com uma mão segurava minha nuca, com a outra dava tapinhas na minha bunda e no meu cu. Abri as pernas pra deixar as palmadas chegarem no destino. Ele tirou o pau da minha boca. boca.
- Chegou o momento.
Ela saiu da cama, ajoelhou na minha frente e me olhou. Tinha o rosto todo sujo dos próprios sucos e da minha saliva.
- Não quero que me incomode daqui pra frente.
Esticou o braço e pegou um cachecol.
- Me dá suas mãos.
Eu obedeci.
Ela amarrou e depois prendeu na grade da cama. Fiquei deitada de través na cama, nua como ele queria e na posição favorita dele. Com a bunda pra cima, pernas abertas e meus braços amarrados pra frente.
Minha cara de susto não disfarçava.
- Não fica assustada... mas vou comer essa bunda que eu tanto quero. E vou te engravidar de tanto leite acumulado. Eu sei que você quer tudo dentro e não fala. Então vou te dar.
Ele se levantou e foi pra trás. Deitada, graças a um espelho, eu via ele de pé, se acariciando enquanto me olhava. A verdade é que eu tava com medo, mas com muita vontade. Ele se ajoelhou na frente da minha bunda e começou a lamber. Muita língua e saliva ele me dava. Com as mãos, separava minha bunda com força e enfiava a língua dentro do meu buraco. Era uma delícia ser pega pela língua molhada e brincalhona dele. Eu empinava mais a bunda pra aproveitar mais aqueles jogos. Me comportava como uma boa puta satisfazendo o macho dela. Um gemido escapou de mim. Como já tinha feito antes, ele trocou a língua pelo dedo médio, enfiando até o fundo sem dificuldade. O incômodo da primeira vez não apareceu; gostei de sentir ele entrar até o fundo. Começou a mexer o dedo dentro de mim em círculos. Tirava até quase sair e enfiava de novo. Ele tava me apalpando por dentro. Era muito gostoso e quente. Minha buceta pulsava, quase estrangulando o dedo dele. De novo, ele enfiou até o fundo de uma vez e deixou parado lá.
- Essa bunda tá aprendendo, mmmmmmm.
Riu sarcasticamente.
- Vamos ver como você aperta esse cuzinho?
Na hora, comecei a apertar com o dedo dele dentro e a soltar várias vezes.
Sem perceber, instintivamente empinava mais a bunda pra ele entrar mais fundo.
- .....mmmmmmmm que movimento lindo. Assim que eu gosto, meu amor...... Vai, continua um pouco mais. Que putinha você é, melhor do que eu esperava.

Com o dedo dentro de mim, ele começou a fazer força com o outro dedo. Eu sentia ele forçando minha entrada, abrindo caminho. Incomodava um pouco, mas a sensação de que estava se abrindo mais e meu canal se enchendo com os dedos dele me deixava louca.

Meus gemidos excitavam ele, eu tentava relaxar pra ele fazer o trabalho dele da melhor forma. Eu ofegava e respirava fundo. Ele tirou os dedos e senti um certo alívio. Abri minhas nádegas com força e ele olhou pro meu buraquinho.

– Mmmmmmm, tá ficando lindo.

Ele depositou dentro uma porção generosa de lubrificante e logo enfiou os dois dedos juntos. Senti como se meu cuzinho se abrisse enquanto eu me contorcia com as mãos amarradas, sem poder fazer nada. Me sentia vulnerável, sem poder agir, mas de um jeito estranho, me dava prazer. A única coisa que consegui foi fechar um pouco as pernas, mas ele as abriu mais com as dele.

Começou com o mesmo jogo, cutucando meu interior, mexia os dedos pra todos os lados dentro de mim. Até que começou a separá-los. Eu me mexia um pouco por dor e muito por prazer. Sentia ele abrindo e fechando meu buraquinho uma e outra vez. Sem parar com isso, começou a tirar e enfiar de novo. Meu cu tava sendo violado por aqueles dedos e eu gostava, doía, mas sentia prazer, me mexia tentando evitar, mas sem querer evitar. Uma mistura contraditória de sensações e desejos. Até que ele parou e tirou. Senti um certo alívio, como pra recuperar um pouco a sanidade. Minha bunda pulsava e eu sentia ela fervendo. Vejo ele pelo espelho se masturbando, e ele tinha pegado o pote de creme. Passou na pica. Aquela pica me enlouquecia, mas eu sabia o que vinha. Olhei pra frente, esperando acontecer.

– Essa bunda tá muito gostosa, não aguento mais a vontade de comer. Vou meter essa estaca em você e tenta aproveitar.

Com as duas mãos, ele abriu minhas nádegas e deixou cair muita saliva, se ajeitou bem e se aproximou. Esfregou a vara umas vezes na minha racha até deixar a cabeça na entrada.

– Preparada?

Sem me deixar responder... Queria responder. Apertei. Sentia a cabeça enorme dele pressionando meu buraco. Pressionava com força e soltava uma vez e outra até que apertou mais e minha bunda começou a se abrir à força. Sentia aquela enormidade entrando aos poucos. Sentia que meu cu tava se partindo. Minha respiração e gemidos se fizeram notar.
-Que bunda divina, meu amor... quentinha e apertadinha... mmmmmmmmm
Começou a mexer a bacia devagar, me fazendo perder a sanidade. Com dor, sentia meu cu se abrindo mais, muito mais. Doía, mas eu queria.
-Relaxa pra você curtir mais. Essa bunda foi feita pra gozar e ser gozada.
Já tava enfiado. Com as mãos, separou com mais força e com firmeza apertou. Meu cu se abriu mais e depois se fechou. Era minha primeira vez, mas senti clarinho como a cabeça dele entrou e depois se ajustou, envolvendo o tronco. A única coisa que veio na minha cabeça foi (e assim que a cabeça entrou) sabia que faltava muito. Ficou parado com a cabecinha dele dentro de mim. Sentia ela super quente e molhada. Não só meu cu pulsava, sentia ele pulsando dentro de mim. De novo sinto o movimento dele pressionando e, como com dificuldade, vai entrando aos poucos. E de novo ficou parado.
-Você gosta, sua putinha?
Minhas mãos seguravam com força a borda da cama. E entre suspiros e falta de ar, falei que sim.
Ele puxou um pouco do que tinha metido e senti que cuspiu. As mãos dele agarraram com força minhas nádegas e quadril, pressionando com mais força. Ele me comeu mais fundo e gostou. Não era só eu que reclamava e gemia. Um vai e vem suave começou com a bacia dele, sem se importar com meus gemidos.
-Não segura seus gemidos, ninguém vai ouvir. Você tá bem gostosa e eu tô adorando.

E com mais força, entrou mais. Soltei um gemido. E apertou de novo.
-Adoro seus barulhinhos, me deixam muito excitado. Esses barulhinhos de putinha que você faz.

E com força, me comeu mais até que senti ele colado em mim. Soltei um gemido, quase um grito. Meu cu tava cheio e aberto como nunca imaginei. Sentia o pau dele dentro, preenchendo cada espaço. Sentia as bolas dele esmagando. os meus
- Finalmente todinha dentro. Que gostosa você está...
Eu dizia entre gemidos e ofegante
- Te falei que ia te comer.
Ele ficou dentro de mim bem colado, começou a acariciar minhas costas.
Colocou as pernas dele por fora das minhas e fez eu fechá-las. Foi difícil fazer isso com o pau todo dentro de mim. Sentia que não tinha força e um tremor. Ele esticou as pernas e se deitou em cima de mim. Se esticou sobre mim, agarrando minhas pernas com as dele. Esticando as mãos para segurar as minhas. Me beijava o pescoço, lambia minha orelha. Movia os quadris devagar, brincando com o pau dentro de mim. Virou meu rosto para que eu o visse. Me olhou nos olhos enquanto me comia, se movendo.
- Essa é a carinha da puta que estou comendo. Dá pra ver que você gosta.
E enfiou a língua dentro da minha boca por uns instantes. Acelerando a fodida. Com a boca dele tampando a minha, meus gemidos ficavam mudos. Os quadris dele continuavam se movendo, agora mais forte. E mais forte. Ele estava me comendo do jeito dele, no prazer dele. Estava treinando meu cu para ele.
É muito difícil explicar com palavras o que eu sentia. A gente já estava há mais de 3 horas de brincadeiras. Por mais que eu desejasse tudo aquilo e gostasse, sentia que ele estava abusando de mim... me sentia violentada e submissa. Estava perdendo minha virgindade com meu amigo, como ele dizia, me sentia uma puta que estava recebendo o que merecia. Mas mesmo assim, eu gostava, além de um pouco de dor e muita vergonha, sentia prazer. Literalmente me sentia uma puta violentada e gostava, e não entendia isso. Isso me confundia.
Ele continuava me comendo com movimentos mais fortes e profundos... com movimentos mais violentos. Não sei por quanto tempo fui comida assim. Até que ele abaixou as mãos e, do jeito que estava, me agarrou com força pelos quadris. E enfiou até o fundo e ficou parado. Eu gemia e reclamava, um gemido atrás do outro. Ele apertou forte e comecei a sentir o pau dele inchando e dando espasmos dentro de mim, e isso me enlouquecia. Ele começou a gemer forte e, de repente, senti algo muito quente batendo dentro de mim. Várias vezes. Até que ele desabou completamente em cima de mim.
Entendi que meu cu não tava só cheio do pau dele... também do esperma quente dele que eu sentia escorrer. Foi uma delícia sentir o leite dele dentro de mim. Ficamos os dois exaustos. Ele em cima de mim, sem tirar o pau.
— Você me deixou sem fôlego.
Ele dizia enquanto eu sentia o pau dele murchar e sair sozinho. O pau dele ficou sobre minhas bolas e o esperma começou a jorrar de dentro de mim. Quente e grosso, me sujando toda. Ele se levantou, me olhou e abriu meu cuzinho.
— Hummm, que cu divino, continua aberto e graças a mim. Um rio de porra tá saindo, você me deixava muito tesudo.
Fiquei como anestesiado, sentindo meu cuzinho pulsar e o esperma dele escorrer pelas minhas bolas. Ele sentou, olhando minhas pernas abertas com o cuzinho levantado, e eu voltando aos poucos a mim. Ficamos assim por um tempo até que ele se levantou e soltou minhas mãos. Com esforço, me virei, ficando de pernas abertas de barriga pra cima, e ele se deitou ao meu lado. Me convidou pra tomar um banho juntos, e assim fizemos. Meu cuzinho ardia com o sabonete do chuveiro, mas satisfeito. Não conversamos muito depois de ter sido comido. Fingi que ia embora e ele disse que não, pra eu ficar pra dormir com ele. Nos deitamos pelados e a verdade é que caímos no sono, eram umas 4 da manhã. Quando acordamos, antes de eu ir, ele disse:
— Isso fica entre eu e você.
Daqui a pouco vou embora, mas amanhã quero te ver. Me agarrou e me deu um chupão longo. Me deu uns tapinhas na bunda e disse:
— Cuida dela que é minha.
Eu ri...
Quando cheguei em casa, me deitei e dormi de novo profundamente...

2 comentários - Iniciação Parte 2

Excelente relato, muy detallado e interesante👍