Vizinha Colombiana (Parte 2)

Bom, como contei na primeira parte, duas colombianas se mudaram pro prédio faz pouco, e uma delas, toda vez que cruzo com ela, não consigo tirar os olhos da raba que ela tem e da roupa que veste. Depois daquela vez que a gente se encontrou no terraço estendendo roupa, fiquei doido demais, de verdade, não conseguia dormir de tanto tesão que tava, a ponto de ter que bater uma punheta. O motivo dessa parte é contar o que rolou comigo no sábado de madrugada, depois de um churrasco de fim de ano com os amigos. Ao entrar no hall do prédio, por uma dessas brincadeiras do destino, encontro ela lá esperando o elevador, deviam ser umas quatro e vinte, quatro e meia, no máximo. Tava lá paradinha, com um vestido preto curto e salto, claramente na mesma vibe, vinha de uma festa ou algo assim. Fiquei travadão, foi um impacto ver aquelas pernas sem meia, lisas, firmes, aquela cintura marcada, aquela bunda colombiana, foi um soco do Mayweather. Ainda por cima, quando me viu entrar, a desgraçada riu e falou: "Tá me seguindo, vizinho?" Eu ri e cumprimentei ela com um beijo, que, pelo estado que a gente tava, parecia mais um beijo de balada do que de vizinhos, porque quando beijei a bochecha dela, toquei na cintura. Falei: "O que cê tá fazendo a essa hora? A igreja tava fechada?" E ela riu de um jeito que me fez perceber de vez que ela também tinha bebido pra caralho. A partir daí, foi como um clique na minha cabeça, fiquei cego, não conseguia pensar em outra coisa senão comer ela toda, entrei tipo em transe. O elevador chegou no térreo, e a gente não subiu, ficamos lá no hall conversando besteira. Perguntei de onde ela vinha, ela perguntou a mesma coisa, papo furado, mas eu tava como hipnotizado pelas pernas dessa mina, não parava de olhar ela de cima a baixo, e obviamente ela percebeu pra caralho. Enquanto a gente conversava, ela ficava ajeitando o vestido, e isso me distraía demais, não escutava o que ela dizia, juro, não tava ligando. cabeça, é como se não tivesse mais volta pra mim.
Eu não pensava em entrar no elevador, não queria que ela fosse embora, mas num momento ela falou "sobe?", e não tive outra escolha senão entrar atrás dela no elevador.
Logicamente, em segundos o elevador parou no meu andar, todo o "percurso" foi em silêncio, eu senti muita tensão, então quando me aproximei dela pra cumprimentar, não me importei com nada.
Dei um beijo na bochecha dela, mas segurando ela firme pela cintura, e ao sair do elevador perguntei "cê tá com muito sono?", e ela ficou meio paralisada, talvez não esperasse, talvez tivesse o mesmo impulso que eu, mas não disse nada, só me olhou.
Voltei a entrar no elevador, peguei ela pela mão sem dizer nada e tentei puxar ela, tipo, pra sair do elevador pro meu andar, e ela fala "que que cê tá fazendo?", com aquele sotaque no "a" que acabou de me deixar de pau duro.
Então me aproximei dela e tentei dar um beijo, e ela me parou falando que era o vizinho dela, o que me deixou ainda mais doido, então falei "cê tem razão, mas não quer tomar um negócio comigo? te convido", ela ficou em silêncio de novo, então peguei ela pela mão de novo e falei "vamos tomar uma cerveja, vem".
Abri a porta, e entramos, por sorte tinha umas latinhas de breja na geladeira pra me fazer de "bonzinho" um pouco, então falei pra ela sentar, que o notebook da mesa tava ligado, que colocasse o que quisesse ouvir.
Fui pra cozinha, peguei os copos e tal, e quando voltei vi ela no Spotify procurando música, a parada era a pose, tipo, porque ela tava meio inclinada olhando, com a bunda empinada, super marcada naquele vestido, acho que um sorriso se desenhou na minha cara.
Parei do lado dela perguntando o que ia colocar e servindo a breja, mas claro que ela percebeu na hora como eu tava olhando pra bunda dela, e de novo ajeitou o vestido, como se tivesse aquele tique de puxar o vestido pra baixo, como se isso cobrisse mais ela kkkk.
Ela colocou uma daquelas playlists bostas do Ozuna, j balvin e tal, e a gente sentou lá no sofá pra tomar cerveja e "conversar". O problema é que como no meu sofá meio que você afunda, o vestido dela subia um pouco, dava pra ver que ela tava desconfortável, na verdade eu perguntei se ela tava desconfortável, mas ela disse que não.
Em um momento, ela levantou e foi pro computador, porque a gente tava falando de uma banda colombiana e ela queria me mostrar uma música, e de novo, ela se inclinou pro notebook e nem consigo explicar como marcou a bunda no vestido, me deixou de queixo caído.
Ela colocou uma música meio merengue ou sei lá o que é isso, e disse que era aquela música que ela tava me perguntando se eu conhecia, mas quando a música começou, ela meio que começou a dançar quase imperceptivelmente, se mexia no ritmo, digamos, e sorria.
Falei "o que vocês comem na Colômbia que todo mundo dança bem?" e ela riu e dançou mais solta, digamos, como se estivesse se mexendo cantando a música.
Aí não liguei pra mais nada, estiquei o braço e acendi um abajur que tenho, falando "apaga aí", pra ela apagar a luz do teto, o que ela fez sem reclamar, e sem parar de se mexer.
Aproveitei pra pedir pra ela pegar as latas na mesa, o que ela também fez, me servi, servi um pouco pra ela e deixei na mesinha de centro aqui do sofá.
Ela pegou o copo dela e voltou pro notebook pra procurar no Spotify, sem parar de se mexer, o problema é que quando se inclinou dessa vez não ficava parada, se mexia, dava pra ver que tava agitada com a música.
Nem preciso dizer que eu tava com o pau duro como uma pedra já, não conseguia olhar pra outra coisa, ela colocou outra música parecida e disse "pronto, deixei a playlist", e voltou pra onde eu tava sentado.
E eu sem pensar falei que não me incomodava ela procurar música se fosse assim e ri, ela disse "vizinhooo", mas dessa vez num tom diferente, muito diferente de tudo antes.
"Essa você não dança?" perguntei, e ela começou a se mexer ali parada com o copo na mão, eu já não conseguia disfarçar a ereção, perguntei "te incomoda eu te olhar, porque eu sou um desastre dançando?", e ela disse que não, que Ela dançava até sozinha em casa. Começou a se mexer ali com o copo, voltou pro som pra aumentar um pouco o volume, e quando se inclinou foi menos cuidadosa, digamos, porque o vestidinho quase chegou no limite, e ela nem se preocupou em se ajeitar, simplesmente se levantou e voltou pro lado do sofá. O problema é que quando ela se virou, eu tava justamente me ajeitando a pica, e ela me viu, mas não falou nada. Ficou em silêncio, serviu mais cerveja e sentou do meu lado. "Você tem vergonha de eu te ver dançar?", "um pouco", "e se eu apagar o abajur?", "você gosta mesmo de me ver dançar?". Sem responder aquilo, estiquei o braço e apaguei o abajur, a única coisa que iluminava era a tela do notebook, a gente tava quase na penumbra. Ela deu um gole na breja, largou o copo na mesinha de centro e se levantou de novo. Começou a se mexer, mas dessa vez com mais liberdade, mexia a cintura, as pernas suave, me deixou hipnotizado completamente com aquela pele brilhante, tensa. "Você me encanta, morena", falei, e ela sorriu sem parar de se mexer, eu comecei a apalpar o volume enquanto olhava bem fixo pra ela, e ela não falou nada, só intensificou a dança. Aí eu levantei, me aproximei, agarrei ela pela cintura e a gente começou a se beijar com tudo, muita língua, como se tivesse tudo guardado até ali. Nem preciso dizer que aguentei 5 segundos até descer a mão naquela bunda por baixo do vestido, parecia de porcelana a desgraçada, um sonho tocar ela assim enquanto a gente se comia de beijo ali em pé. Ficamos nos pegando um tempo, eu sentei de novo e falei "vamos ver como você dança agora...", aí ela foi no som, colocou outra música um pouco mais lenta e voltou se mexendo, não dá pra explicar a transformação, era outra pessoa, começou a se mover muuuuito sexy, mas saía naturalmente, não custava nada, era uma loucura como mexia a cinturinha, como se inclinava. Pensei que ia aguentar mais, mas numa hora ela se apoiou na mesinha de centro, se inclinando, o vestido subiu e pela primeira vez eu vi a bunda dela assim de perto. plano.
Me levantei e, sem deixar ela se erguer, apoiei uma das mãos na cintura dela e com a outra comecei a acariciar a bunda dela.
Ela mexia, não parava quieta, então, sem falar nada, dei um tapa pra ver como ela reagia, e ela soltou um gemidinho e ficou parada.
Levantei mais o vestido dela, terminando de descobrir aquela bunda pequenininha, e comecei a apalpar com mais vontade, passando meu dedo na buceta, por cima da calcinha fio dental, o que me fez perceber que ela tava mais molhada do que eu, a mina. Aí desviei um pouco a calcinha e comecei a passar um dedinho naquela buceta encharcada.
Ela começou a gemer, então peguei ela pela mão e coloquei no sofá, apoiada no encosto, como se tivesse mostrando a bunda.
Puxei a calcinha dela até os joelhos, me inclinei e comecei a beijar as coxas dela, subindo devagar... a pele dela toda se arrepiou, então não pensei duas vezes e arrastei minha língua até aquela buceta.
Ela começou a gemer e se mexer sem filtro, não conseguia se segurar, barulhenta pra caralho, acho que o álcool ou a situação também tava levando ela a isso.
Ela tava toda depiladinha, o que me deixava mais porco, e deixava ela mais louca.
Parei, fiquei ali de pé, tirando o tênis e a calça jeans, fiquei só de cueca, e aí ela esticou a mão e puxou minha cueca pra baixo, deixando meu pau sair, duro e empinado.
No segundo seguinte, ela já tava com ele na boca, vocês não têm ideia de como ela começou a mamar, parecia uma louca, batia uma com uma mão e chupava sem parar.
Eu tava entregue, mas também não queria que ela me esquentasse tanto com aquilo, porque era uma loucura como aquela filha da puta chupava, então parei ela, levantei ela de pé, peguei na mão dela e levei pro meu quarto.
Entramos, e eu falei "tira a roupa, Karen". Sentei na cama, e vi ela deixar cair aquele vestidinho, ficando só de calcinha fio dental e sutiã preto.
"Tira tudo, gatinha". Sem falar nada, ela soltou o sutiã, e eu levantei como se tivesse uma mola no cu... fui pra cima dela e comecei a chupar aqueles biquinhos rosados, durinhos, era uma... Loucura.
Coloquei ela de quatro, deixei assim, fui na gaveta do criado-mudo, peguei uma camisinha, coloquei e nem falei nada... direto encaixei a cabeça da minha pica na buceta dela e comecei a meter.

Vocês não têm ideia, a filha da puta, acho que o prédio inteiro ouviu eu metendo nela, ela gemia igual uma louca, mas bom, isso me motivava ainda mais também.

Fiquei metendo assim de quatro por um tempo, até que ela tirou a pica da buceta e pediu pra eu sentar.

Ela se ajeitou, passando uma perna de cada lado de mim, e começou a cavalgar na minha pica assim.

Primeiro ela cavalgou de frente por um tempo, eu aproveitava pra olhar a cara de puta que ela fazia, chupar os peitos dela.

Mas tudo foi pro caralho quando ela virou e ficou de costas, sentada em cima da minha pica, vocês não sabem como ela começou a rebolar a bunda, de um jeito que eu sentia ela espremendo minha pica.

Comecei a apertar a bunda e a cintura dela, tipo tentando controlar, mas ela não parava.

Deixei ela fazer o dela então, ela começou a gemir igual uma desvairada e apertar a buceta na minha pica e se mexer, o que fez eu sentir que tava gozando, então relaxei e me deixei levar também.

Não conseguia parar de gozar, saía um jato atrás do outro de porra, a filha da puta me fez gemir também, explodi.

Ficamos um tempinho assim, com ela em cima de mim, e eu levantei pra ir no banheiro me lavar.

Voltei, ficamos um tempo deitados lá, e ela disse que preferia subir pro apartamento dela, porque não queria que a colega de quarto percebesse, então acompanhei ela até a porta, chamei o elevador e ela foi embora.

Voltei pro banheiro, tomei um banho, e daí fui dormir.

Bom, galera, adorei compartilhar com vocês, prometo que se deixarem upvotes e comentarem, conto a conversinha que tivemos no outro dia pelo zap e como a coisa continua.

SAUDAÇÕES!

4 comentários - Vizinha Colombiana (Parte 2)

Buena crack!
Sigo de esas fotos de la colombiana, buen relato!