Isso aconteceu há uns três anos, quando meu filho Hécton ia se casar. Decidimos fazer uma reunião de família onde ambas as famílias se juntariam pra comemorar. Hécton, Victor, nosso segundo filho, Consuelo, minha esposa, e eu (Roberto). Pelo lado da noiva do meu filho, seriam Lúcia e a mãe dela, Edith. Chegou o dia da reunião, como era verão, decidimos fazer na nossa casa. Todo mundo vestia roupa formal, mas leve. Lúcia e Edith chegaram. A Lúcia eu já tinha visto, uma moça muito gostosa, mas a Edith, não. Ela era divorciada há 10 anos e, quando chegaram, não passou despercebida. A senhora parecia irmã da Lúcia e era uma puta gostosa.
Não dei mais importância, afinal íamos ser família. Me dediquei a atender meus convidados, jantamos frutos do mar e bebemos umas cervejas. Minha esposa conversava com a Edith, sem nada demais, até que a Edith se levanta e vai pra cozinha, onde eu estava servindo uma porção de frutos do mar. Por um momento, senti que ela parou atrás de mim, e depois veio pro meu lado, onde me perguntou onde podia pegar outro guardanapo. Apontei com o dedo e falei onde era. Ela pegou minha mão e perguntou: "Posso?" Eu não entendi e respondi que sim. Então ela limpou meu dedo com limão e sal com a boca, chupando ele de um jeito que eu não podia acreditar. Pegou o guardanapo e disse: "É pra molhada que você me deixou." Fiquei em choque. Ela sai da cozinha e entra minha esposa, Consuelo. "Coitada, separou do marido e desde então tem se mantido na abstinência porque só vive trabalhando." "Eu não saberia o que fazer sem isso", disse ela pegando no meu volume, que, se não é enorme, tem um tamanho bom: 18x15. Ela saiu e continuou conversando com ela. No fim da noite, eu tava muito tarado, então montei na minha esposa como um possesso. Chupei a pussy dela até ela gozar.
Depois eu penetrei ela na buceta como se fosse a última vez. Depois que nós dois gozamos, mandei ela chupar minha pica e, quando ficou dura de novo, peguei ela pelas nádegas, abri elas, enfiei a língua no cuzinho apertado dela e depois penetrei ela entrando igual uma fera, mas saindo bem, bem devagar, até a gente gozar de novo — primeiro ela, depois eu. Quando terminou, ela me contou que a Edith e a filha dela não tinham água quente, e perguntou se no dia seguinte eu podia passar na casa delas pra ajudar. Aí ela dormiu.
Só de ouvir isso já tava duro de novo. No dia seguinte, acordei, tomei banho e fui na casa delas. Bati na porta e a Lucia saiu, me disse que ia fazer compras porque queria deixar tudo pronto pro casamento. Que a mãe dela tava me esperando no andar de cima. Quando subi as escadas, ela gritou "por aqui". Cheguei num quarto e vi isso.
Claro que não ia perder essa oportunidade, então enfiei a cara toda naquele par de bundas e me dediquei a saborear toda aquela bunda gostosa. Passei minha língua desde a buceta dela até o cu, dando umas palmadinhas e tentando enfiar a língua bem fundo na buceta dela. Virei ela e, assim que toquei no clitóris dela, ela explodiu num orgasmo molhado. Ela se levantou pedindo desculpas, dizendo que nunca tinha acontecido aquilo com ela. Então eu puxei meu pau já grande e grosso, com todas as veias saltadas, e falei: "Que tal você se desculpar com ele?" Aí ela se jogou no meu pau, começou a lamber o tronco, as bolas e, de uma vez, enfiou tudo na boca. Ela chupava muito bem, mas tive que segurá-la, senão eu gozava na boca dela. Joguei ela na cama, segurei firme nos tornozelos dela e meti com força. O grito dela foi tão alto que os cachorros começaram a latir. Quando virei pra ver o rosto dela, estava vermelho e com os olhos virados. Não dava pra acreditar: ela teve outro orgasmo só de ser penetrada. Então tratei ela como a puta que era e que não podia parar. Furei ela com força, eu estava todo suado, aproveitando aquela buceta rosada. Ela estava apertadíssima, sem dúvida, fazia tempo que não dava. Só sentia aquela buceta apertada estrangulando meu pau. Aí falei: "Vou gozar." Ela disse: "Dentro não, não me cuido." E eu não tinha porquê fazer isso, 10 anos sem foder. Então meti mais fundo e gozei até dentro dela.
Quando tirei meu pau, ele ainda estava duro, e foi aí que eu disse: "Agora você vai saber o que é bom". Dei um tapa nela, virei ela de bruços e coloquei meu pau duro e quente na entrada da bunda apertada dela. "Ah, não, por favor, meu marido nunca fez assim comigo." "Relaxa, você vai gostar." Passei minha glande pelos fluidos da pussy dela pra lubrificar e cuspi no cu dela. Devagar, ela começou a engolir meu pau até eu morder a nuca dela e meter tudo até o fundo. A gente continuou transando por mais uma hora. Eu saboreava aquele cu apertado, massageava aquelas nádegas, até que ela gemeu igual um bicho e eu enchi ela de porra. Levantei, fui no banheiro, me vesti e, depois de dois minutos verificando a água quente, ela ficou pronta — só precisava ligar o aquecedor de novo. A gente continuou se vendo, mas a Edith me deu a notícia de que meus filhos e a Lúcia teriam um irmãozinho. DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS PRA EU CONTINUAR ESSA HISTÓRIA. SE CHEGARMOS A 100 PONTOS, EU POSTO A VEZ QUE A GENTE FOI ACAMPAR.
Não dei mais importância, afinal íamos ser família. Me dediquei a atender meus convidados, jantamos frutos do mar e bebemos umas cervejas. Minha esposa conversava com a Edith, sem nada demais, até que a Edith se levanta e vai pra cozinha, onde eu estava servindo uma porção de frutos do mar. Por um momento, senti que ela parou atrás de mim, e depois veio pro meu lado, onde me perguntou onde podia pegar outro guardanapo. Apontei com o dedo e falei onde era. Ela pegou minha mão e perguntou: "Posso?" Eu não entendi e respondi que sim. Então ela limpou meu dedo com limão e sal com a boca, chupando ele de um jeito que eu não podia acreditar. Pegou o guardanapo e disse: "É pra molhada que você me deixou." Fiquei em choque. Ela sai da cozinha e entra minha esposa, Consuelo. "Coitada, separou do marido e desde então tem se mantido na abstinência porque só vive trabalhando." "Eu não saberia o que fazer sem isso", disse ela pegando no meu volume, que, se não é enorme, tem um tamanho bom: 18x15. Ela saiu e continuou conversando com ela. No fim da noite, eu tava muito tarado, então montei na minha esposa como um possesso. Chupei a pussy dela até ela gozar.
Depois eu penetrei ela na buceta como se fosse a última vez. Depois que nós dois gozamos, mandei ela chupar minha pica e, quando ficou dura de novo, peguei ela pelas nádegas, abri elas, enfiei a língua no cuzinho apertado dela e depois penetrei ela entrando igual uma fera, mas saindo bem, bem devagar, até a gente gozar de novo — primeiro ela, depois eu. Quando terminou, ela me contou que a Edith e a filha dela não tinham água quente, e perguntou se no dia seguinte eu podia passar na casa delas pra ajudar. Aí ela dormiu.
Só de ouvir isso já tava duro de novo. No dia seguinte, acordei, tomei banho e fui na casa delas. Bati na porta e a Lucia saiu, me disse que ia fazer compras porque queria deixar tudo pronto pro casamento. Que a mãe dela tava me esperando no andar de cima. Quando subi as escadas, ela gritou "por aqui". Cheguei num quarto e vi isso.
Claro que não ia perder essa oportunidade, então enfiei a cara toda naquele par de bundas e me dediquei a saborear toda aquela bunda gostosa. Passei minha língua desde a buceta dela até o cu, dando umas palmadinhas e tentando enfiar a língua bem fundo na buceta dela. Virei ela e, assim que toquei no clitóris dela, ela explodiu num orgasmo molhado. Ela se levantou pedindo desculpas, dizendo que nunca tinha acontecido aquilo com ela. Então eu puxei meu pau já grande e grosso, com todas as veias saltadas, e falei: "Que tal você se desculpar com ele?" Aí ela se jogou no meu pau, começou a lamber o tronco, as bolas e, de uma vez, enfiou tudo na boca. Ela chupava muito bem, mas tive que segurá-la, senão eu gozava na boca dela. Joguei ela na cama, segurei firme nos tornozelos dela e meti com força. O grito dela foi tão alto que os cachorros começaram a latir. Quando virei pra ver o rosto dela, estava vermelho e com os olhos virados. Não dava pra acreditar: ela teve outro orgasmo só de ser penetrada. Então tratei ela como a puta que era e que não podia parar. Furei ela com força, eu estava todo suado, aproveitando aquela buceta rosada. Ela estava apertadíssima, sem dúvida, fazia tempo que não dava. Só sentia aquela buceta apertada estrangulando meu pau. Aí falei: "Vou gozar." Ela disse: "Dentro não, não me cuido." E eu não tinha porquê fazer isso, 10 anos sem foder. Então meti mais fundo e gozei até dentro dela.
Quando tirei meu pau, ele ainda estava duro, e foi aí que eu disse: "Agora você vai saber o que é bom". Dei um tapa nela, virei ela de bruços e coloquei meu pau duro e quente na entrada da bunda apertada dela. "Ah, não, por favor, meu marido nunca fez assim comigo." "Relaxa, você vai gostar." Passei minha glande pelos fluidos da pussy dela pra lubrificar e cuspi no cu dela. Devagar, ela começou a engolir meu pau até eu morder a nuca dela e meter tudo até o fundo. A gente continuou transando por mais uma hora. Eu saboreava aquele cu apertado, massageava aquelas nádegas, até que ela gemeu igual um bicho e eu enchi ela de porra. Levantei, fui no banheiro, me vesti e, depois de dois minutos verificando a água quente, ela ficou pronta — só precisava ligar o aquecedor de novo. A gente continuou se vendo, mas a Edith me deu a notícia de que meus filhos e a Lúcia teriam um irmãozinho. DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS PRA EU CONTINUAR ESSA HISTÓRIA. SE CHEGARMOS A 100 PONTOS, EU POSTO A VEZ QUE A GENTE FOI ACAMPAR.
4 comentários - A sogra gostosa do meu filho
No fue mi intencion amenazar solo que qUiero saber si es de su agrado eso incentiva a uno