Olá, depois de três anos de espera, resolvemos contar aquele primeiro menage, o que nos introduziria oficialmente no mundo do cuckold, e a mim no lindo planeta dos corneados.
Somos um casal de Buenos Aires, casados há 21 anos. A Vicky tem 43 anos e eu 46. Poderia descrevê-la, mas como vocês vão ver nas fotos, ela é muito gostosa. Ela tem 1,73m, bunda e peitos lindos e naturais, sem nunca ter pisado numa academia.
Como um bom cuck, minha vontade de vê-la com outro sempre existiu. Isso me excitava e, aos poucos, fomos nos aventurando. Chegamos a passar por uma crise no casamento que foi nos afastando, e depois o sexo nos uniu com mais força, haha. Além dos nossos filhos, claro.
Aos poucos, fomos indo em casas de swing em Bs.As. (Star, Sweet, Anchorena, etc.), e sempre acabávamos só transando entre nós. Comecei a contar minha fantasia para ela e a vesti-la de forma sexy, para que os verdadeiros machos alfa a desejassem. Também tinha a fantasia de vê-la entregue, com sua pele branca, a um cara negro, imaginando o quanto eles são bem-dotados (a realização desse menage fica com fotos para a próxima). Era outra fantasia.
Mas, para não enrolar, vou contar que conhecemos esse garoto por um site de contatos. No dia em que íamos sair para dançar, ela se decidiu enquanto se trocava, entramos no site e vimos quem estava online e tinha o perfil de busca desejado. Era um cara, só 22 anos, mas nos animamos a ir além.
Marcamos num pub da Recoleta. A essa altura já tínhamos tomado um champanhe em casa, tomamos outro juntos quando o cara chegou e, depois de conversar e rolar uma química, partimos para o hotel, na região do Once. Ela entrou no banheiro e, quando saiu, de botas pretas altas estilo bucaneira e um conjunto vermelho de corset e tanga, nos deixou de boca aberta e pica dura.
A noite rolou com os dois se beijando como namorados apaixonados (só a Vicky tinha me beijado antes, fui o único namorado da vida dela), se pegando sem parar, com muita língua e sexo. Uma completa, Vicky de joelhos chupando ambas as picas e quando ele comeu ela de quatro, eu perguntando: "O cara te come bem? Cê gosta?" e ela com a boca cheia da minha pica grossa fazendo gestos de que tava feliz de ter outra pica.
Finalmente Vicky montou nele, pulou em cima por um tempão, comeu de pé por trás do jeito que ela mais gosta e encheu de porra a tatuagem da bunda dela... não penetrou a bundinha apertada, mas isso fica pro futuro, já que ela curte mais sexo anal do que vaginal.
Num próximo relato conto mais, porque esse já ficou longo.
Valeu por me deixar ser tão corno e ela tão puta dos seus males.
Somos um casal de Buenos Aires, casados há 21 anos. A Vicky tem 43 anos e eu 46. Poderia descrevê-la, mas como vocês vão ver nas fotos, ela é muito gostosa. Ela tem 1,73m, bunda e peitos lindos e naturais, sem nunca ter pisado numa academia.
Como um bom cuck, minha vontade de vê-la com outro sempre existiu. Isso me excitava e, aos poucos, fomos nos aventurando. Chegamos a passar por uma crise no casamento que foi nos afastando, e depois o sexo nos uniu com mais força, haha. Além dos nossos filhos, claro.
Aos poucos, fomos indo em casas de swing em Bs.As. (Star, Sweet, Anchorena, etc.), e sempre acabávamos só transando entre nós. Comecei a contar minha fantasia para ela e a vesti-la de forma sexy, para que os verdadeiros machos alfa a desejassem. Também tinha a fantasia de vê-la entregue, com sua pele branca, a um cara negro, imaginando o quanto eles são bem-dotados (a realização desse menage fica com fotos para a próxima). Era outra fantasia.
Mas, para não enrolar, vou contar que conhecemos esse garoto por um site de contatos. No dia em que íamos sair para dançar, ela se decidiu enquanto se trocava, entramos no site e vimos quem estava online e tinha o perfil de busca desejado. Era um cara, só 22 anos, mas nos animamos a ir além.
Marcamos num pub da Recoleta. A essa altura já tínhamos tomado um champanhe em casa, tomamos outro juntos quando o cara chegou e, depois de conversar e rolar uma química, partimos para o hotel, na região do Once. Ela entrou no banheiro e, quando saiu, de botas pretas altas estilo bucaneira e um conjunto vermelho de corset e tanga, nos deixou de boca aberta e pica dura.
A noite rolou com os dois se beijando como namorados apaixonados (só a Vicky tinha me beijado antes, fui o único namorado da vida dela), se pegando sem parar, com muita língua e sexo. Uma completa, Vicky de joelhos chupando ambas as picas e quando ele comeu ela de quatro, eu perguntando: "O cara te come bem? Cê gosta?" e ela com a boca cheia da minha pica grossa fazendo gestos de que tava feliz de ter outra pica.
Finalmente Vicky montou nele, pulou em cima por um tempão, comeu de pé por trás do jeito que ela mais gosta e encheu de porra a tatuagem da bunda dela... não penetrou a bundinha apertada, mas isso fica pro futuro, já que ela curte mais sexo anal do que vaginal.
Num próximo relato conto mais, porque esse já ficou longo.
Valeu por me deixar ser tão corno e ela tão puta dos seus males.
21 comentários - Vicky estreou em ménage e comeu o cara
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La idea es pactar encuentros con otras parejas o sol@s, para practicar cuckolding, intercambios, entre otras actividades swingers.
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que linda cola la de vicky
besos Misko