Pra quem acabou de entrar nessa história, deixo aqui os dois posts anteriores:
Não esqueçam de deixar seus pontos e comentários!http://www.poringa.net/posts/relatos/3137979/Mi-companera-de-estudios-1ra-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3142390/Mi-companera-de-estudios-2da-parte.htmlAbriu a porta e, claro, entrou a amiga dela, a recepcionista, com uma garrafa de espumante num balde de gelo e taças.
— Te apresento minha amiga Patrícia, graças a ela a gente conseguiu o quarto.Sua amiga me olhou sorrindo e disse:
- Oi, você não achou que o quarto ia ser de graça, né? Vim cobrar meu preço. (piscando o olho)
Eu, deitado, não podia acreditar, não parava de olhar pra ela, com certeza com cara de bocó. Ela era linda, totalmente diferente da minha parceira. Mais gordinha, mas com uns peitos lindos, o uniforme caía perfeitamente nela e destacava todas as curvas com aquela saia azul curta e a camisa branca com os botões de cima desabotoados.
Ela me pediu ajuda pra abrir a garrafa, levantei da cama, me aproximei, ela me deu a garrafa e aproveitei pra roçar nas mãos dela como um primeiro contato. Servi, brindamos, dançamos um pouco, enquanto nos acariciávamos os três. Minha parceira pegou os cigarros e saiu pra sacada, fiquei sozinho com a amiga dela dançando, bebendo, começamos a nos beijar, com muita força, bem passionais. Fomos parar contra uma escrivaninha que tinha no quarto, eu tocava ela por baixo da saia. Ela sentou na mesa, me envolveu com as pernas enquanto nos beijávamos, eu desabotoava e tirava a camisa dela. Os peitos dela eram perfeitos, com um sutiã branco de renda que destacava ainda mais. Ela desabotoou o sutiã e tirou, vi os mamilos grandes, escuros, ela levou minha cabeça pros peitos dela pra eu beijar, além de perfeitos eram deliciosos, comecei a chupar os mamilos dela com força, notei que ela gostava porque logo começou a se agitar. Ela desceu as mãos e começou a me tocar por cima da cueca, já tava bem duro. Eu não conseguia parar de chupar os peitos dela, amava e percebia como ela se agitava cada vez mais. Tirei ela da mesa, puxei a saia, e vi uma calcinha fio dental vinho bem enfiada. Abracei ela por trás e fui levando até a cama, encostando a pica na bunda dela. Ela subiu de joelhos na beirada, inclinei ela mais e ficou de quatro com toda a bunda pra mim. Fui descendo a calcinha devagar, enquanto mordia a raba dela, depois comecei a tocar a buceta dela, e a chupar por trás, assim de quatro. Ela começou a gemer, já tava bem lubrificada. Então fiquei atrás dela, e meti devagar. Ela suspirou de prazer, começamos a foder assim, ela de quatro na cama e eu em pé na beirada. Gemíamos os dois, ela tinha uma buceta muito quente, eu amava, ela se contorcia e cada vez que eu enfiava ela gritava um pouco mais. Ela pedia mais forte, e eu obedecia, sentíamos a bunda dela batendo nas minhas bolas e na minha pélvis, eu guiava ela com as mãos na cintura. Ficamos assim um bom tempo. metendo cada vez mais forte. Num momento, ela tira, vira e deita, eu fico por cima e continuamos no papai-e-mamãe. Nisso, sentimos alguém batendo na janela, era minha colega, já tinha esquecido que ela tava lá. Olhamos pra ela e ela mostra como tava se tocando na varanda enquanto nos espiava. Faço sinal pra ela entrar e se juntar. Ela entrou e deitou do nosso lado, continuava se tocando, enquanto a gente transava. Virei, fiquei por baixo, Patrícia começou a me cavalgar com tudo, rebolando a cintura de um jeito que me excitava cada vez mais. Sentou em cima de mim, com os braços apoiados no meu peito, a coluna arqueada, jogando a bunda pra trás, os movimentos pra cima e pra baixo cada vez mais rápidos. Eu apertava os peitos dela enquanto subiam e desciam, depois tirei as mãos e fiquei olhando eles se mexendo sozinhos no ritmo da cintura dela, era hipnótico e muito excitante. Alejandra continuava se tocando do nosso lado, com uma das mãos comecei a ajudar, estimulando o clitóris dela. Embora elas não interagissem entre si, eu não conseguia parar de aproveitar o momento de estar com duas gostosas daquelas. As duas gemiam, suadas, ofegantes, Patrícia começou a gritar e eu senti que ela ia gozar. Começou a tremer e gemer como nunca, levou uma mão pros peitos dela e colocou as dela no cabelo, arqueou mais as costas, começou a gritar e gozou caindo no meu peito, quase ao mesmo tempo Alejandra também gozou se tocando do nosso lado. Patrícia me fala: "vem comigo pro chuveiro, vou fazer você gozar lá". Obedeci, fomos nós três pro banheiro, o chuveiro era enorme, cabíamos todos. Debaixo d'água, as duas me tocavam, Patrícia se ajoelhou pra chupar meu pau, eu já tava pronto, ela tirou da boca, de joelhos, colocou o peito perto, enquanto Ale me tocava até eu gozar nos peitões enormes da Patrícia. Fiquei em êxtase e ela com as tetas cheias de porra. Nos enxaguamos, nos beijamos mais um pouco debaixo d'água, até que Patrícia teve que voltar pros afazeres dela.
Com a Alejandra, a gente terminou a garrafa e transou de novo. Depois dormimos até o café da manhã, e antes de sair do hotel, a gente transou de novo como despedida. Fomos embora pensando que tinha sido uma noite inesquecível.
Com a Ale, a gente continuou transando mais algumas vezes até ela arrumar um namorado. E a amiga dela, nunca mais vi, mas toda vez que passo pelo hotel, dá vontade de entrar pra ver se encontro ela. Talvez um dia eu faça isso…
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http://www.poringa.net/posts/relatos/3142390/Mi-companera-de-estudios-2da-parte.htmlAbriu a porta e, claro, entrou a amiga dela, a recepcionista, com uma garrafa de espumante num balde de gelo e taças.
— Te apresento minha amiga Patrícia, graças a ela a gente conseguiu o quarto.Sua amiga me olhou sorrindo e disse:
- Oi, você não achou que o quarto ia ser de graça, né? Vim cobrar meu preço. (piscando o olho)
Eu, deitado, não podia acreditar, não parava de olhar pra ela, com certeza com cara de bocó. Ela era linda, totalmente diferente da minha parceira. Mais gordinha, mas com uns peitos lindos, o uniforme caía perfeitamente nela e destacava todas as curvas com aquela saia azul curta e a camisa branca com os botões de cima desabotoados.
Ela me pediu ajuda pra abrir a garrafa, levantei da cama, me aproximei, ela me deu a garrafa e aproveitei pra roçar nas mãos dela como um primeiro contato. Servi, brindamos, dançamos um pouco, enquanto nos acariciávamos os três. Minha parceira pegou os cigarros e saiu pra sacada, fiquei sozinho com a amiga dela dançando, bebendo, começamos a nos beijar, com muita força, bem passionais. Fomos parar contra uma escrivaninha que tinha no quarto, eu tocava ela por baixo da saia. Ela sentou na mesa, me envolveu com as pernas enquanto nos beijávamos, eu desabotoava e tirava a camisa dela. Os peitos dela eram perfeitos, com um sutiã branco de renda que destacava ainda mais. Ela desabotoou o sutiã e tirou, vi os mamilos grandes, escuros, ela levou minha cabeça pros peitos dela pra eu beijar, além de perfeitos eram deliciosos, comecei a chupar os mamilos dela com força, notei que ela gostava porque logo começou a se agitar. Ela desceu as mãos e começou a me tocar por cima da cueca, já tava bem duro. Eu não conseguia parar de chupar os peitos dela, amava e percebia como ela se agitava cada vez mais. Tirei ela da mesa, puxei a saia, e vi uma calcinha fio dental vinho bem enfiada. Abracei ela por trás e fui levando até a cama, encostando a pica na bunda dela. Ela subiu de joelhos na beirada, inclinei ela mais e ficou de quatro com toda a bunda pra mim. Fui descendo a calcinha devagar, enquanto mordia a raba dela, depois comecei a tocar a buceta dela, e a chupar por trás, assim de quatro. Ela começou a gemer, já tava bem lubrificada. Então fiquei atrás dela, e meti devagar. Ela suspirou de prazer, começamos a foder assim, ela de quatro na cama e eu em pé na beirada. Gemíamos os dois, ela tinha uma buceta muito quente, eu amava, ela se contorcia e cada vez que eu enfiava ela gritava um pouco mais. Ela pedia mais forte, e eu obedecia, sentíamos a bunda dela batendo nas minhas bolas e na minha pélvis, eu guiava ela com as mãos na cintura. Ficamos assim um bom tempo. metendo cada vez mais forte. Num momento, ela tira, vira e deita, eu fico por cima e continuamos no papai-e-mamãe. Nisso, sentimos alguém batendo na janela, era minha colega, já tinha esquecido que ela tava lá. Olhamos pra ela e ela mostra como tava se tocando na varanda enquanto nos espiava. Faço sinal pra ela entrar e se juntar. Ela entrou e deitou do nosso lado, continuava se tocando, enquanto a gente transava. Virei, fiquei por baixo, Patrícia começou a me cavalgar com tudo, rebolando a cintura de um jeito que me excitava cada vez mais. Sentou em cima de mim, com os braços apoiados no meu peito, a coluna arqueada, jogando a bunda pra trás, os movimentos pra cima e pra baixo cada vez mais rápidos. Eu apertava os peitos dela enquanto subiam e desciam, depois tirei as mãos e fiquei olhando eles se mexendo sozinhos no ritmo da cintura dela, era hipnótico e muito excitante. Alejandra continuava se tocando do nosso lado, com uma das mãos comecei a ajudar, estimulando o clitóris dela. Embora elas não interagissem entre si, eu não conseguia parar de aproveitar o momento de estar com duas gostosas daquelas. As duas gemiam, suadas, ofegantes, Patrícia começou a gritar e eu senti que ela ia gozar. Começou a tremer e gemer como nunca, levou uma mão pros peitos dela e colocou as dela no cabelo, arqueou mais as costas, começou a gritar e gozou caindo no meu peito, quase ao mesmo tempo Alejandra também gozou se tocando do nosso lado. Patrícia me fala: "vem comigo pro chuveiro, vou fazer você gozar lá". Obedeci, fomos nós três pro banheiro, o chuveiro era enorme, cabíamos todos. Debaixo d'água, as duas me tocavam, Patrícia se ajoelhou pra chupar meu pau, eu já tava pronto, ela tirou da boca, de joelhos, colocou o peito perto, enquanto Ale me tocava até eu gozar nos peitões enormes da Patrícia. Fiquei em êxtase e ela com as tetas cheias de porra. Nos enxaguamos, nos beijamos mais um pouco debaixo d'água, até que Patrícia teve que voltar pros afazeres dela.
Com a Alejandra, a gente terminou a garrafa e transou de novo. Depois dormimos até o café da manhã, e antes de sair do hotel, a gente transou de novo como despedida. Fomos embora pensando que tinha sido uma noite inesquecível.
Com a Ale, a gente continuou transando mais algumas vezes até ela arrumar um namorado. E a amiga dela, nunca mais vi, mas toda vez que passo pelo hotel, dá vontade de entrar pra ver se encontro ela. Talvez um dia eu faça isso…
1 comentários - Minha colega de estudos (3ª parte)