Já bem metida no meu papel de Lorena (a puta transexual), cada vez mais difícil ir pro meu trampo de frentista como Lorenzo. Mesmo vestido de homem, ainda me sentia mulher e tava começando a ficar difícil manter os modos. Não via a hora de voltar pro apartamento do Ernesto (que continuava sumido, só aparecendo com alguma mensagem no WhatsApp) pra me vestir e soltar a Lorena (a puta transexual). Então, quando cheguei, descansei um pouco e comecei a me produzir. Saí pra caminhar, curtindo os elogios e os apalpões, peguei um metrô na hora do rush só pra ser toda agarrada. Depois voltei pro apartamento na esperança de encontrar o Alejo. Queria que ele me comesse de novo, mas não queria ligar pra ele. Em vez disso, encontrei o Jorge, o zelador. Fiquei paralisada porque achei que ele nunca tinha me visto assim, toda montada, mas os zeladores veem tudo. Percebi quando ele passou do meu lado e me cumprimentou em voz alta com meu nome masculino: "Lorenzo, quero falar com você", ele disse. Fiquei muda, e ele continuou: "Desculpa... qual é seu nome feminino?"... Gaguejando, falei: "Lo... Looo... Lorena". Ele insistiu: "Desculpa, Lorena, quero falar com você. Vou te acompanhar no elevador". Não disse uma palavra, e ele me seguiu até o elevador. Eu não conseguia nem falar, e no tempo que levamos pra chegar ao 12º andar, ele resumiu: disse que o Ernesto (o dono do apê) era um investidor que tinha vários apartamentos como aquele onde eu morava (nada que eu já não soubesse) e que ele era o responsável pela segurança daquele e de mais alguns prédios, e que, como tal, tinha acesso às câmeras de segurança. Eu ainda não tava sacando o que depois ficou claro como uma chantagem descarada. Ele disse — e aí comecei a entender — que não sabia se talvez fosse melhor apagar certas imagens das câmeras. Chegamos no andar e ele pediu pra entrar no meu apê. Falei que tava muito cansada, que deixava pra amanhã, e ele pediu só um segundo, no qual me mostrou vídeos do corredor onde claramente dava pra ver o Alejo entrando e saindo do meu apê. Na noite anterior, depois de um beijo de despedida, pedi pra gente conversar no dia seguinte, e ele disse: "Não dá tempo, ou apaga antes das 24 horas ou não apaga mais." Irritada, deixei ele entrar, e quando ele já estava lá dentro, perguntei o que ele queria em troca de apagar os vídeos. A resposta era óbvia... Com um sorriso safado, ele falou: "Tuuuudo de você, você é muito gostosa. Se o Ernesto ver esses vídeos, vai te botar pra fora daqui na hora." (Eu já tinha me acostumado com o conforto, mas ser mandada embora não me importava tanto; o que me dava medo era uma retaliação pior.) E ele continuou: "Seria uma pena ele te expulsar e eu não poder mais te ver, mas o que eu ganho só de te olhar?" E começou a me apalpar. Eu chorava de indignação. O Jorge não era feio, não; provavelmente eu teria dado pra ele se ele tivesse pedido, mas a situação me deixava desconfortável. Pedi pra ele ficar à vontade e me esperar. Fui pro banheiro, depois de alguns minutos me recompondo e tomei um banho. Me vesti bem puta — afinal, se vou ser uma vadia, vou fazer direito. Saí e dei uma trepada naquele filho da puta que ele nunca vai esquecer. Chupei a pica dele até me engasgar pra poder lamber as bolas. Montei nele e enfiei a pica toda no meu cu. Cavalguei até ele gozar dentro de mim, e chupei de novo. Beijei o cu dele, e ele gemia de prazer. Acho (embora ele não tenha dito nada) que queria que eu penetrasse ele, mas eu sou totalmente passiva. Quando ele ficou duro de novo, me virei e pedi pra ele me comer de quatro. Ele gozou dentro de mim de novo e ficou exausto. Me elogiou, disse que eu era uma puta boa demais, e prometeu apagar qualquer vídeo que me comprometesse se eu continuasse fazendo "favores" pra ele. Sem pensar, falei que sim, e depois percebi que também ia ser a putinha dele. A verdade é que gostei do jeito que o Jorge me comeu, mas ainda me incomodava um pouco a chantagem. Sabia que ia ter que dar pra ele mil vezes mais, mas hoje não queria ficar com o cheiro dele, nem que ele fosse o último a me comer. Queria apagar aquilo. Então tomei outro banho, me produzi bem — dessa vez, salto alto, meia de rede e um vestidinho curto. Fui no apê do Alejo pra levar uma boa surra de pica, mas ele não tava, então saí na rua. Meio quarteirão adiante, a buzina de um carro me parou. O motorista, um coroa na casa dos quarenta, abaixou o vidro e perguntou quanto eu cobrava... Quase mandei ele tomar no cu, eu não faço isso... mas aí pensei... e por que não? Pelo carro (importado) e pela roupa dele, era óbvio que tinha grana. Pedi cinco mil. "Pesos?", ele perguntou. "Sim, pesos", respondi. "Sobe", ele disse. Tirou 100 dólares (uns sete mil pesos) de uma carteira onde devia ter mais uns milhares, e fomos pra um motel. Ele me deu uma surra de pica monumental. Queria gozar na minha boca e que eu engolisse a porra toda. Pelo que eu tinha cobrado, não era justo negar nada, então concordei com a cabeça enquanto chupava ele, e em segundos minha boca transbordou de porra fervendo. Quase me engasguei, mas engoli tudo, o que deixou ele com muito tesão e me comeu gostoso de quatro. Pediu meu número porque queria me ver de novo, eu dei. Agora também sou a putinha dele.
1 comentários - Assim virei uma putinha III