A gostosa peituda do meu amigo😈

GlĂłria deslizou devagar minha cueca enquanto brincava com o pacote.

- Vamos, tira isso logo, que nĂŁo aguento mais.

NĂŁo disse nada e sorriu. Puxou pra baixo e meu pau voou pra cima, igual uma mola. Duro, no talo.

—Come ela do teu jeito...
Mmmm...


A gostosa peituda do meu amigo😈

E enfiou de uma vez sĂł na boca dela.
Eu olhei pela fresta da porta do quartinho. Imaginando que meu olhar cruzava com o de Eva. De repente, vi um clarĂŁo pelas frestas da porta. Era possĂ­vel que a Eva estivesse recebendo uma chamada no celular, por sorte o lugar era Ă  prova de som e nĂŁo dava pra ouvir nada. A GlĂłria continuava tentando enfiar meu pau goela abaixo e nĂŁo percebia nada.

Assim, inteirinha... atĂ© o fundo. Como vocĂȘ faz bem, porra.

Continuou assim por um minuto. Depois eu disse:

Continua porque quero gozar na sua cara e na sua boca.
- Mas primeiro quero que vocĂȘ me foda - disse ela tirando meu pau da boca.
- Depois eu te fodo. Vamos descansar meia hora e eu te como. Agora olha como eu tĂŽ - falei pegando na minha piroca e batendo na cara dela e na lĂ­ngua com ela. Preciso gozar em cima de vocĂȘ. Te deixar toda melada.

E essas Ășltimas frases eu falei olhando pra porta atrĂĄs da qual a Eva se escondia.

- TĂĄ bom - disse Gloria enfiando a pica de volta pra dentro.
— Me mostra os peitos — falei de novo, olhando pela fresta.

GlĂłria tirou a roupa.

- Quero que vocĂȘ tire elas e bata uma. Toca sua buceta tambĂ©m. Goza enquanto eu gozo na sua cara - falei olhando pra porta.

Desse jeito, a Glória ia pensar que eu tava falando com ela, mas na real tava dando instruçÔes pra Eva, hehe.

Glória começou a se masturbar, a esfregar a buceta com gosto, enfiava os dedos na boca, tirava meu pau, molhava eles, e levava pra buceta. O orgasmo dela não ia demorar. Eu fui me movendo devagar até a porta do quarto pra Eva ter uma visão mais perto da minha gozada, quando chegasse.

- Sabe de uma coisa, GlĂłria?
—O quĂȘ? — disse com meu pau na boca.
- VocĂȘ nĂŁo gostaria que um dia alguĂ©m nos visse fazendo isso?

Ela nĂŁo respondeu e continuou na dela.

- Um dia a gente traz alguém, tå? Um amigo... ou alguma amiga minha - falei de novo olhando pra porta.
— Não sei, não sei... — disse ela.

Peguei ela pelo cabelo e dei um puxĂŁozinho.

- VocĂȘ vai fazer o que eu mandei... vai sim, nĂ©?
- Sim, sim... - disse ela com um toque de prazer no rosto.
- Assim que eu gosto. Assim vocĂȘ vai gozar mais rĂĄpido, vendo uma amiga minha na sua frente. Se masturbando...
- Mmm... - gemeu.
- Acho que jĂĄ vou gozar. Vamos gozar juntos - falei, olhando de novo pra porta.

De lĂĄ nĂŁo se ouvia nada. Com certeza, se a Eva estava se masturbando, fazia isso no mais completo silĂȘncio. Tomara que ao sair eu pudesse ver alguma coisa dela... pensava. Peguei a Gloria pelos cabelos e fiz ela se deslocar um metro em direção Ă  porta.

- Onde cĂȘ vai?
- Aqui, aqui - falei balançando meu pau na cara dela.
- TĂĄ bom.
- Se prepara, vadia... vou gozar - comecei a me masturbar mais rĂĄpido e ela ofereceu o rosto e a boca aberta.

Eu esfregava a pica por toda a cara dela e batia de vez em quando nos peitos dela, que ela também me oferecia com devoção.

— Assim, abre a boca, abre ela — falei olhando pra porta.
Vamos, goza, me dá tudo" – disse Glória.
- Aaah... ahhh... tĂŽ gozando...

Comecei a gemer forte e o primeiro jato cruzou o rosto dela, da mandíbula até a testa, passando pelo nariz. No seguinte, mirei na boca, entrou inteiro e parte escorreu pelos peitos dela. Agarrei bem o cabelo dela e, enquanto continuava enfiando a cara dela, ia batendo com a pica no rosto dela.

- Assim, assim... adoro, porra, como vocĂȘ chupa bem, e como engole direitinho.

Meu pau tinha acabado de ser esvaziado.



vadia
- Continua chupando - eu ordenei.

Ela fez isso, engasgou vĂĄrias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia no banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.

Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...



Ela fez isso, engasgou vĂĄrias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia no banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.

Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...

Fui me aproximando, pelado e com a pica ainda mole, da porta do quartinho da escada. Esperei até ouvir a porta do banheiro no andar de cima. A Glória tinha entrado.

Abri a porta do quartinho.

Lå estava a Eva. Sentada no chão, com uma cara de puta que não ia passar tão cedo. Vestia um vestido de alcinhas e, da minha posição, dava pra ver bem o colo. Devia ter ficado se esfregando nos peitos, porque o vestido tava caído de um lado e um peito saía mais que o outro do lugar. Ela me olhou por um instante e desviou o olhar råpido, tentando não me ver pelado.

- Vamos, em dois ou trĂȘs minutos ela desce - falei baixinho-. Agora nĂŁo fica com vergonha de me olhar, hehe. Se jĂĄ me viu comendo...
— Vou indo, vou indo — disse ela nervosa, ajeitando o vestido.
- VocĂȘ gostou? Gozou?

Ela continuava procurando a bolsa dela.

- TĂĄ aqui - falei, me abaixando e pegando ele de um lado. E passei a mĂŁo na perna e no peito dela. No peito de propĂłsito.
- Sai, sai, por favor - ela disse.

Eu sorri. No quartinho cheirava a sexo. À buceta dela. Sem dĂșvida ela tinha enfiado bem os dedos, ou tinha se esfregado com vontade.

- mmm... que cheirinho gostoso tem aqui - falei brincando.
- JĂĄ vou indo - ela se levantou e eu me afastei um pouco pra deixar ela sair.

EntĂŁo peguei ela no rostinho por um instante, com as duas mĂŁos. E falei:

- Adorei vocĂȘ estar aqui. VocĂȘ nĂŁo faz ideia do tesĂŁo que me deu. E ainda mais sabendo que vocĂȘ se masturbou me olhando...

Ela me olhou, meio envergonhada, meio totalmente com tesĂŁo, respirando pesado. Soltei o rosto dela e falei:

- madura. Ela jĂĄ vai descer.
— Deixei a chave pra vocĂȘ na gaveta do mĂłvel da entrada — ela disse. E foi embora, fechando a porta em silĂȘncio.

Depois de um minuto, a GlĂłria desceu. Gostosa pra caralho, como sempre. A tia, jĂĄ passando dos quarenta e tantos, nĂŁo tinha um grama de gordura, era sĂł carne boa, mĂșsculo principalmente, hehe. E os peitos, que eu lembro que eram operados, mas com a lei da gravidade trabalhando neles de um jeito foda. Eu tinha vestido a calça e sentei no sofĂĄ pra esperar ela.

Ela se colocou na minha frente e disse:

- Bom, entĂŁo em vinte minutos... quero o que Ă© meu, senhor.

Ligamos a TV e tomamos um drink. Em menos de meia hora, jĂĄ estĂĄvamos de novo enroscados no sofĂĄ, eu por cima da Gloria e ela gritando que nem uma possessa, falando coisas tipo: "enterra essa pica em mim", "nĂŁo para, goza dentro da minha buceta"... uma verdadeira deusa do sexo, essa mina. Mas eu sĂł pensava na Eva, em gozar dentro dela, em deixar a cara dela toda melada de porra e bater na boca dela com minha pica...

Depois de duas horas, a GlĂłria foi embora. Ela tinha me deixado mais que satisfeito com mais uma gozada gostosa na boca dela. E ela tinha levado o dela tambĂ©m, trĂȘs orgasmos, nada mais, nada menos.

Depois que jantei, dei uma olhada no quartinho de novo. Ainda tava com cheiro de buceta. Uma delĂ­cia. Quando ia fechar a porta, olhei pro lado e tinha uma parada encostada na parede. Peguei.

Sorri.

Eram as calcinhas da Eva.

Fui pegar meu telefone. Tinha um w ha t s a pp de duas horas atrĂĄs, nĂŁo tinha ouvido. Era da Eva:

Porra, acho que vocĂȘ tem uma coisa minha

Respondi enquanto levava a calcinha no rosto e cheirava ela...

Sim, acabei de ver. NĂŁo Ă© bom vocĂȘ ficar andando por aĂ­ a noite toda com a buceta escorrendo no ar, haha. VocĂȘ vai vir pegar elas antes de voltar pra casa?
peitos grandes


Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... num minuto mudou pra "Eva estĂĄ escrevendo"...



Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... em um minuto mudou pra "Eva estĂĄ escrevendo..." no w ha ts app dela. Chegou a mensagem:

Acho que nĂŁo vou conseguir. TĂŽ com as meninas.
Escapou" — escrevi.
ImpossĂ­vel, nĂŁo me deixam nem um minuto
Vou eu?

demorou dois minutos pra responder.

Pra quĂȘ? Vai me dar a calcinha aqui? haha
Sim" — respondi.
como Ă© que Ă©?
que sim" eu disse... "vou, faço como se aparecesse do nada, cumprimento todas, te levo pra um canto, ou pro balcão, onde ninguém nos veja
... e" — escreveu ela.
E tiro a calcinha do bolso da minha jaqueta, me agacho, vocĂȘ levanta os pĂ©s e eu coloco em vocĂȘ.
porra
AtĂ© o topo, bem no fundo, o que vocĂȘ acha?
tĂŽ meio bĂȘbada
cadĂȘ vocĂȘs?

demorou dois minutos pra responder

trio de copas
demoro 15 minutos

Acabei de me vestir e saí com a calcinha no bolso da jaqueta. Como o pub era meio afastado, peguei o carro, além disso... se rolasse algo entre eu e a Eva... que melhor do que levå-la pro carro? hehehe.

A verdade Ă© que eu queria ter falado pra ela vir na minha casa e tentar fazer alguma coisa lĂĄ, mas na hora... pensei rĂĄpido e falei aquela parada de ir colocar a calcinha nela... ia ser a coisa mais safada. E ela mordeu a isca.Cu

Estacionei perto do pub. Tinha muita gente na ĂĄrea.
Desci e fui direto pra porta, tinha Booty, nĂŁo muita, entĂŁo entrei nela e mandei um w ha ts app pra ele.

TĂŽ na porta, tem gente esperando

Demorou uns 4 minutos pra responder:

valeuuu, tamo dentro, num canto...
ok, vamos ver se isso mexe

Depois de uns dez minutos, eu tava lå dentro. Comecei a dar umas voltas até que vi uma das amigas da Eva.

- OooolĂĄĂĄĂĄ - cumprimentei.
- Ah, oi, beleza?
— Tava com uns amigos e perdi eles, haha — menti.
— Então fica com a gente — disse Ana.

Não era nada bonita, cabelo curto e gordinha, até demais, pro meu gosto.
Eu segui ela e ela me levou pra um canto do pub onde tinha uma mesinha e vĂĄrios banquinhos altos. Num deles tava a Eva com mais 4 amigas. Cumprimentei todas, porque todas me conheciam de jĂĄ terem me visto e de eu ser amigo do RaĂșl. Comecei a conversar com elas e depois de uns minutos falei pra Eva:

- Ei, vou pegar uma dose no balcĂŁo. Vem comigo! E a gente pede algo pra vocĂȘ tambĂ©m.
- Vou acompanhĂĄ-looo - gritou pras amigas. E desceu do banquinho.

Eu pensei como devia estar bem melado o banquinho e a parte de baixo do vestido da mulher do meu amigo... hehehe.

Eva vinha atrĂĄs de mim, sorrindo pra multidĂŁo. A mĂșsica tava alta, claro. Num minuto a gente tava no bar, rodeado de gente. Esperando nossa vez. Virei pra ela:

- Aqui comigo - falei, apontando pro meu bolso.
- Me dĂĄ elas.
Não — vou colocar elas aqui mesmo — falei, olhando fixamente pra ela...



Aquiîîî?" — ela disse, surpresa, dando risada.

Tirei a calcinha e coloquei entre nós dois. Ela ficou meio séria. Me olhou. A gente tava rodeado de gente, que nem ligava pra gente, tudo amontoado no balcão.

- Agora vou me abaixar — falei no ouvido dela —, vocĂȘ sĂł olha pra baixo e coloca um salto no meio do buraco da calcinha, depois o outro salto no outro buraco. Abre um pouco as pernas... e eu vou puxar pra cima.
- Mas...
- Faça o que eu mando - falei, encostando meu rosto no dela e apertando meu peito contra o dela.

O vestido que ela usava era estampado, justinho, e deixava os peitos dela incrĂ­veis. Bem apertadinhos.
pau


Olhei pra ela uma Ășltima vez e falei:

- Abaixo.

Eu me agachei e quase coloquei a calcinha no chão. Ela levantou um pouco o pé direito. Coloquei a calcinha e ela enfiou o salto. Puxei um pouco pra cima e depois coloquei o lado esquerdo. Ela fez o mesmo com o outro salto. A calcinha jå tava no lugar. Aproveitei pra ir subindo ela, tocando as panturrilhas dela, acariciando, quando cheguei nos joelhos me levantei e falei:

- JĂĄ tĂŁo quase prontas.
- O que cĂȘ tĂĄ fazendo? Coloca em mim... - e fez menção de baixar as mĂŁos pra colocar.
- Ah, ah, ah... sua putinha, sua putinha — falei balançando a cabeça...
- QuĂȘ? VĂŁo me ver! Quando minhas amigas chegarem, vĂŁo me ver...
- Olha, Eva, aqui nĂŁo cabe nem um alfinete... eles nĂŁo vĂŁo vir.





E aĂ­ eu peguei ela pela cintura. Ela tremeu toda.

- NĂŁo consigo me mexer direito, se eu fechar muito as pernas, vai cair.
- NĂŁo fecha elas.
- NĂŁo brinca comigo. NĂŁo tĂŽ gostando disso.
- VocĂȘ gosta. TĂĄ com tesĂŁo, e meio bĂȘbada tambĂ©m. E adora ter gozado na minha casa. Adorou ver como a minha amiga Gloria chupou ele... nĂ©?
- Sim... mas isso jĂĄ passou.

Ela fez menção de novo de baixar as mãos e eu segurei elas com delicadeza.

- Me deixa continuar, gostosa - soltei pra ela -. Quero verificar uma coisa...
- O que vocĂȘ vai...?

Ela continuou falando alguma coisa, mas com o som alto eu não ouvi. Eu jå estava descendo pra pegar a calcinha dela. E fiz isso acariciando ela desde a cintura, quadris... coxas com o vestido no meio... até as pernas. Peguei a calcinha de novo e comecei a subir devagar, acariciando as pernas e os joelhos dela, deixei no meio da coxa, aproveitei pra tocar a parte interna das coxas, estavam quentes, ardendo, diria. Deixei a calcinha ali e puxei um pouco o vestido dela... como se estivesse cobrindo, mas não totalmente. Subi pra ver o rosto dela. Ela estava com os olhos semi-cerrados.

— O que foi? Tá bem? — perguntei.
- NĂŁo seja filho da puta... vou colocar elas.
- Ah ah ah... menina safada de novo. NĂŁo nĂŁo nĂŁo - falei segurando as mĂŁos dela e apertando ela contra mim.

Senti os peitos quentes dela contra o meu torso. AĂ­ eu falei pra ela:

- Acho que jĂĄ Ă© a nossa vez.

Fiquei atrås dela e empurrei ela um pouco contra o balcão, ela deu uns passinhos curtos e apoiou os peitos no balcão, hehe. Me posicionei atrås, bem colado, e encostei o volume na altura da bunda dela, pra ela sentir através do vestido. Aproximei minha boca da nuca e do pescoço dela, afastei um pouco o cabelo com os låbios e falei:

- Me pede um brugal com Booty, vai. Pede alguma coisa pra vocĂȘ, que eu pago.

Ela se arrepiou e mexeu a bunda, apertei ela ainda mais contra o balcão e desci minhas mãos pelos quadris dela, pelas coxas... levantei um pouco o vestido dela até achar a borda da calcinha. Fiz råpido. Enquanto esperava a bebida, fiquei assim, segurando a calcinha dela e em contato com as coxas quentes. Sussurrei no ouvido dela.

- Vou levantar elas pra vocĂȘ...
- Eles vĂŁo perceber... porra, faz logo.
- VocĂȘ me deixou de pau duro.
- Faz isso - disse em voz baixa e ofegante.

AĂ­ eu comecei a puxar a calcinha pra cima, por trĂĄs, fui subindo ela e passando a mĂŁo na bunda dela, que nĂŁo Ă© especialmente grande, nem empinada, mas bem gostosa. Eu tava tampando ela com minha cintura e meu volume. Encaixei a calcinha no meio da bunda dela.

- Agora na frente - eu disse pra ela.
- RĂĄpido - ela disse.

O barman jå tava pedindo a conta. Aí passei as duas mãos nas coxas dela, peguei na beirada da calcinha e comecei a puxar pra cima, aproveitei que o barman tava pedindo o dinheiro pra passar a mão na virilha dela, por dentro, tava quente, e juro que tava encharcada... ou de suor ou de lubrificação... Tava com o pau a mil, então apertei meu volume contra a bunda da Eva e encostei minha cara no pescoço dela. Ela suspirou. O barman pediu o dinheiro de novo.

Aí fui subindo a calcinha e tocando mais pra cima até que...
.. passei a mĂŁo na buceta dela, literalmente. Eram os lĂĄbios da buceta, sem dĂșvida, molhados e com um pouco de pelo. Pegando fogo. Tava ardendo igual brasa.

Eva se mexeu, bufou e disse:

- A grana, Rober, a grana...

Acabei puxando a calcinha dela de uma vez e falei:

- Claro que sim, pega minha carteira, gostosa. TĂĄ no bolso da minha jaqueta.

Me afastei um pouco e ela enfiou a mĂŁo e tirou minha carteira. Pagou.

- Desculpa. falei pro garçom. É que a gente já tá meio alterado pelo álcool, hehe.

Eva me devolveu a carteira e ajeitou bem o vestido. Ela me olhou e disse:

- NĂŁo quero mais falar disso. VocĂȘ passou dos limites.
Levei meus dedos ao rosto, sentia o cheiro da buceta melada da Eva... uma delĂ­cia.
— VocĂȘ adorou — falei no ouvido dela.
- Me deixa em paz. VocĂȘ passou a mĂŁo em mim.

Tava meio pistola.
Abracei ela.

— VocĂȘ me deixa muito tarado. Muito — e eu sorri pra ela.

Depois peguei as bebidas e falei pra ela:

- Vamos voltar pra onde suas amigas estĂŁo, gostosa.



Voltamos pra onde todas estavam e começamos a bater papo como se nada tivesse acontecido. Uma delas chegou perto de mim, agora não lembro o nome dela, hehe, mas começou a se insinuar rapidinho. Pelo visto, ela logo soltou que tinha passado por uma relação ruim e agora tava se... libertando.

Eva e as outras não paravam de me olhar. A mina que chegou perto de mim não me agradava. Era uma trepada fåcil, claro, mas não era o tipo de mulher que eu curto, nem física nem nada. De vez em quando eu até ria do que ela falava e passava a mão nela, só pra ver a reação de Eva, que parecia não ligar... Aí, aos poucos, eu dava uma desculpa, falando que ia no banheiro ou no bar, ou me enfiava na conversa do grupo.

Numa dessas que me ausentei, peguei o celular e mandei uma mensagem pra Eva. Sem certeza se ela ia ler... mas fazer o quĂȘ.

VocĂȘ gostou da parada da barra? Foi incrĂ­vel demais.

Depois de uns 10 minutos, quando jĂĄ tava de volta no grupo, a Eva pegou o celular dela pra dar uma olhada e viu minha mensagem. Ela deu um sorrisinho e falou:
- É o RaĂșl, perguntando quando vou voltar.
Aaaaiii, seu maridinho lembrou de vocĂȘ — disseram as amigas.

Começou a escrever no w h a ts ap p e a mensagem chegou pra mim, lĂłgico que o RaĂșl nĂŁo tinha escrito nada. JĂĄ era tarde e ele devia estar dormindo. Eu tava com o celular na mĂŁo, olhando outras coisas.

VocĂȘ passou dos limites, jĂĄ te falei. NĂŁo curto essas brincadeiras" - escreveu.
Mente, vocĂȘ adora. Tava molhada, cĂȘ tĂĄ molhada desde essa tarde quando me viu.
nĂŁo Ă© hora" — escreveu

Quis escrever pra ela vir comigo pro carro, mas ela ia dizer nĂŁo. Melhor era sugerir de conversar outro dia, ou ir na casa dela.

Agora eu tenho minhas chaves e vocĂȘ... sua calcinha no lugar,infielDesculpa, mas nĂŁo posso ajudar com essa solicitação.
Onde sempre deveriam ter estado

Uma vez ela escreveu isso, me olhou e eu olhei pra ela e sorri.

Quero que vocĂȘ venha nos ver de novo, a GlĂłria e eu. Ela vai deixar.
Agora nĂŁo vou falar disso nĂŁo
TĂĄ bom. Sabe que tĂŽ morrendo de vontade de ver seus peitos.

Olhei pra ela meio sĂ©rio e larguei o celular. Ela continuou mexendo por mais dois ou trĂȘs minutos, acho que pra as amigas nĂŁo pensarem que tava falando comigo...
O melhor de tudo Ă© que ela tinha dito: agora nĂŁo vou falar disso. NĂŁo disse que nĂŁo, nem que nĂŁo queria falar. EntĂŁo eu entendi que ainda dava pra tocar no assunto em outro momento, mesmo sabendo que ela ia usar de desculpa que nĂŁo queria que a GlĂłria visse, porque ela arriscaria o casamento se uma tia desconhecida ficasse sabendo o que ela fazia com o amigo do marido...

Tinha que ter muito tato. Enquanto eu bebia mais um drink, pensava em como abordar tudo. Olhava pra Eva e, enquanto ela ria com as amigas, lembrava de como a buceta dela tava quente, e do tesĂŁo que ia ser gozar na boca dela e nos peitos dela... na cara toda dela, igual a brincadeira da pistolinha de brinquedo, hehe.

Acabei meu drink e me aproximei dela. Como ela tava sentada num banquinho alto... a cintura dela ficava um pouco acima da minha, eu de pé. Cheguei por trås e coloquei as duas mãos na cintura dela. Tava escuro e quase ninguém percebia. Falei sorrindo, pra todo mundo ver:

- Amiga! Vem pegar outra dose no balcĂŁo?
- NĂŁĂŁo amigo, nĂŁĂŁo, jĂĄ tĂŽ bem servida!

Me aproximei do ouvido dela e falei baixinho:

- JĂĄ, jĂĄ sei que vocĂȘ tĂĄ bem... mas tĂĄ com vontade de mais.

Ela me deu uma cotovelada tímida e eu continuei sorrindo, fui pro meu lugar. Depois de uns cinco minutos, começaram a falar que jå era hora de cair a noite. Como eu tinha trazido o carro, me ofereci pra levar todas, eram 5 no total... Duas delas disseram que não precisava, porque moravam perto. Então ficaram duas e a Eva.

Mesmo elas insistindo pra pegar um tåxi ou ir a pé, eu pedi pra levar elas, jå que não me custava nada. Elas toparam. As duas amigas da Eva entraram atrås e ela foi na frente. Antes de entrar no carro, ela me mandou uma mensagem no celular...

VocĂȘ vai com duas amigas... nĂŁo exagera!!!

nĂŁo respondi pra ela.

Como jĂĄ estavam bem alteradas, quase nĂŁo conversamos no caminho. Deixei uma e, depois de uns 7 a 10 minutos, a outra. Fiquei com a Eva no carro. A casa dela ficava a uns 2 minutinhos.

- Bom... podemos conversar agora? - perguntei.
— Tî cansada, Rober. Me leva pra casa ou vou andando — ela disse.

Sorri. Ela tava meio bĂȘbada, mas sabia bem o que tava falando... nĂŁo era do tipo de mina que se solta com ĂĄlcool... Dirigi atĂ© a esquina da casa dela e parei o motor.

- Beleza, aqui estamos.
- Valeu. Olha, o negócio de hoje... - começou.
- Ninguém vai ficar sabendo - eu disse -. Nem o da minha casa nem o do bar.
- Valeu.
- E se acontecesse algo mais, o que quer que seja... ficaria entre eu e vocĂȘ. VocĂȘ nĂŁo sabe o tesĂŁo que eu tĂŽ... fiquei de pau duro o dia inteiro, sabendo que vocĂȘ ia vir.

Ela não disse nada e me olhou, esboçando um sorriso. Eu olhei pro decote dela.

— O que vocĂȘ tĂĄ ooolhaaando? — disse rindo.
- jĂĄ sabe - sorri de novo.
- VocĂȘ nĂŁo vai parar de me falar isso, hein?
- NĂŁo.
- Talvez um dia... eu te mostre elas, hahaha.
- E por que nĂŁo agora? SĂł uns segundos, Eva... e nada mais.



— Não — disse ela.
- Ah, vaamooos - falei fazendo cara de dĂł -. CĂȘ nĂŁo acha que eu mereço? Sair de casa pra te devolver a calcinha, de madrugada desse jeito, te trazer pra casa...
- Que cara vocĂȘ tem!!! - exclamou ela, sorrindo.
— Vou colocar minhas mãos pra trás — falei, fazendo isso e sem tirar o cinto —. E não vou me mexer. Só vou olhar pra elas.

Ela ficou em silĂȘncio. Eu tambĂ©m, olhando pra ela. Esperando ela aceitar.

- SĂł... sĂł uns segundinhos. E sĂł uma - disse ela.

Eu assenti. Na hora, um nervosismo tremendo me invadiu. Ela ia me mostrar um peito, um mamilo... sei lĂĄ, mas ia me mostrar alguma coisa por cima do decote do vestido.

— E nem se mexe — disse ela.
- NĂŁo vou me mexer, te prometo - falei o mais calmo que consegui fingir...

Eva se inclinou um pouco pra direita, se afastou por um momento e enfiou a mĂŁo direita no decote, na parte de baixo do peito esquerdo. O volume que aparecia por cima era extraordinĂĄrio. Deixou a mĂŁo ali embaixo por um segundo e disse:Continua...

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