A gostosa peituda do meu amigo😈

Depois da cena que me deixou de pau duro, com a pistola na mão e na cozinha da casa do meu amigo, vazei de lá assim que bateram na porta — era a sobrinha da Eva que veio visitar. Como esqueci de esvaziar o resto do conteúdo da pistola, mandei um w h a t s a p p pra Eva uma hora depois, pra avisar ela. Lá pelas 13:30 o Raúl ainda não tinha voltado do trabalho e a Eva podia ler. Reproduzo aqui a conversa:

Eu: Oi
Eva (depois de dez minutos): Oi
Eu: Espero que sua sobrinha não tenha te feito perguntas
Eva: Não se preocupa, não acontece nada.
Eu: Ei, a pistola ficou na cozinha e não tá... descarregada.
Eva: Não se preocupa, já fiz isso.
Eu: Beleza

(passam 10 minutos)

Eu: cê ainda tá sozinha?
Eva: Sim, bom, com o pequeno já. O Raúl no final não vem comer.
Eu: Ok. Foi muito excitante.
Eva: Sim, mas você sabe que daí não vai rolar nada. Você sabe.
Eu: Claro.
Eva: Vale.
(então me veio uma ideia, lembrando do que a gente tinha conversado um dia antes, quando ela me perguntou se eu tinha ficado com a coroa...)

Eu: Ei, Eva, quer ver ao vivo?
Eva: Ao vivo?
Eu: Amanhã minha amiga vem aqui em casa.
Eva: e o que você quer? que eu vá ver vocês? haha. Já vi como faziam no filme e, além disso, com o de hoje acho que já entendi tudo. Quem sabe esse fim de semana já faço isso no Raul...
Eu: Olha... pensei que já que você sai com suas irmãs e amigas à noite, dá uma passadinha aqui antes. Eu vou estar com minha amiga.
Eva: Não é uma boa ideia, o que você vai fazer? Vai dizer que vocês vão ter uma espectadora e eu apareço? haha
Eu: Não, não. Sem ela perceber.
Eva: fico invisível, claro.
(disse sarcástica)
Eu: não, mulher, ela e eu sempre saímos pra tomar um café antes de ir pra minha casa foder. Quando eu for buscá-la à tarde, vou deixar uma chave debaixo do vasinho da entrada, aquele branco, que é o menor.

(passam 3 minutos)

Eu: O que cê tá falando? Sim?
Eva: desculpa, tava com o pequeno. Você tá acabado, Roberto.
Eu: Assim você vê ao vivo. Se esconde no vão da escada, sabe, tenho a porta do depósito ali, e ela tem uma fresta por onde você pode espiar e de lá ninguém te vê.

(silêncio de novo. 3 minutos)

Eva: Você tá acabada.
Eu: Não tô nem aí se você me olhar, Eva. Até porque, se eu souber que você tá nos vendo, eu fico mais...
Eva: tu é doente, mano.
Eu: não diga que isso não te dá tesão. Porque você estaria mentindo pra mim.

(silêncio, passam 5 minutos)

Eu: Beleza. Eva, amanhã vou sair de casa às 20h, às 21h30 volto com a mina. Vou deixar a chave debaixo do vaso. Cê já sabe. Tem que entrar antes das 21h30 e se esconder no depósito pequeno, atrás da porta do vão da escada. Não vou demorar mais de 20 minutos pra comer minha amiga, e vou fazer ela chupar minha pica até eu gozar na boca dela. Umas dez da noite é uma boa hora pra tu sair de lá, quando a gente terminar ela vai pro banheiro, então dá pra tu aproveitar pra sair e vazar. Combinado?

(tinha dado uma de "valentão" falando tudo aquilo... mas ela podia muito bem me mandar tomar no cu... Passaram-se 10 minutos, até que...)

Eva: Tá bom. Vou tentar. Não te prometo nada, não sei se vou conseguir.


(Sorri, já tava doida pra chegar o sábado...)


Bom, a gente tinha combinado que a mulher do meu amigo, a Eva, ia dar um jeito de passar lá em casa pra pegar uma chave que eu ia deixar debaixo de um vaso, entrar antes de eu chegar com a gostosa, se esconder no quartinho pequeno que tem no vão da escada da minha casa e, de lá, poder ver a gente transando no sofá.

Chegou o dia e, ao sair pra tomar um café com a Glória, minha amiga se chama assim, mandei uma mensagem no wh a t s a pp pra Eva perguntando como ela tava. Ela não respondeu. Mandei uma pro meu amigo também, falando que se terminasse logo meu encontro, passaria na casa dele, já que a Eva tinha saída com as amigas e ele ia ficar com o pequeno. Ele me implorou pra parar com tanta putaria e passar lá, pra gente ver algum filme.

Bom, então eu tava com a Glória, a gente tomou um café e enquanto conversava ela me olhava com um olhar safado e passando a mão em mim por baixo da mesa. A Glória era minha amiga, uns 48 anos, com peitos operados, mas bem operados, nem pareciam artificiais. Uma delícia de peitos, haha. Quando a gente foi pra minha casa, a tia já tava mais gostosa do que nunca. Eu já tava começando a ficar duro. Olhava pro meu celular, mas não tinha mensagem nenhuma da Eva...

Quando chegamos na porta da minha casa, eu ia olhar debaixo do vaso pra ver se a chave que tinha deixado pra Eva ainda tava lá ou não...
mas não teve jeito. A Glória se jogou em cima de mim e tomou minhas chaves, me arrastando com ela até a porta, abrindo e me metendo pra dentro. A pegada dessa mina me deixava doidão. Assim que entrei, pedi pra ela me deixar sair um segundo pra verificar uma parada. Mas não teve chance. Ela me arrastou até o sofá, me sentou, ajoelhou no chão e, na minha frente, puxou meu pau pra fora da braguilha e meteu ele de uma vez na boca dela.



A gostosa peituda do meu amigo😈



- Porra, você tá ansiosa, hein?
Ela não disse nada e começou a chupar. Eu olhei pra porta do quartinho no vão da escada. Dava pra ver as frestas de ventilação, mas nada lá dentro, só escuridão... Era impossível saber se a Eva estava ali... Mas só de pensar nisso, me dava vontade de mostrar bem rápido como eu ia gozar na cara e na boca da gostosa da minha amiga Glória.

Glória caprichava no meu pau e nas minhas bolas, eu levantei um pouco a bunda pra tirar a calça, ela me ajudou, e enquanto isso eu tirei os peitos dela do sutiã, por cima do decote da camiseta. Estavam moreninhos do último verão, a mina fazia topless, tudo ao contrário da Eva.



Comecei a apalpar os peitos dela enquanto ela continuava no boquete e eu me virava pra dar uma boa visão pra Eva lá do quartinho.

Passaram-se alguns minutos. Aí tirei a calça da Glória, coloquei ela de quatro no sofá, de frente pra porta, e comecei a montar nela. Pra Eva ver a cara que a gostosa fazia, e a minha também. Fiquei com muito tesão, imaginando que a uns metros a mulher do meu amigo talvez estivesse se tocando enquanto via eu comendo a Glória...



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peitos grandes

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infiel



A putinha da minha amiga não demorou pra chegar no primeiro orgasmo, gemendo bem alto.
- Se esfrega bem, gostosa - falei pra ela.
Quando ela terminou, eu tirei e esfreguei na cara dela. Peguei ela pelos cabelos e fiz ela colocar quase tudo na boca, nunca cabia inteiro.

cornudo

- Vou gozar na sua cara e na sua boca - falei enquanto olhava para a porta do quartinho. Imaginando que por trás das frestas estava Eva me olhando. Falei aquilo olhando para a porta, imaginando que estava dizendo aquilo de verdade para Eva.

A Glória não demorou pra me dar bola, abriu a boca e colocou o rosto esperando minha gozada. De vez em quando chupava a ponta, as bolas... enquanto eu me masturbava. Ficamos nessa por uns 3 minutos. Até que eu estourei. Deixando ela toda melada na cara, um jato dentro da boca e o resto nos peitos dela, que ela oferecia com devoção...

- Vou ao banheiro - disse enquanto se lambia.

Então um arrepio percorreu meu corpo. Era a hora que eu falei com a Eva, a Gloria foi no banheiro e ela aproveitou pra sair da minha casa. A Gloria sumiu escada acima e eu fui com cuidado até o quarto.

— Eva... — falei bem baixinho.



Nada acontecia.

— Eva...? — repeti.



- Eva...? - repeti. E me dirigi, pelado e com a pica ainda escorrendo porra até a porta do quartinho. Antes de abrir, olhei pela fresta. Tava escuro, lógico.

Imaginava a mulher do meu amigo atrás da fresta, me olhando. Batendo uma punheta enquanto eu gozava na cara da Glória. Abri a porta com decisão e a luz da sala entrou no quartinho...

... não estava.

Porra, não tava. Tranquei a porta e vesti a calça. A Glória ainda tava no banheiro, lá em cima. Saí na porta de casa e levantei o vaso onde deixei a chave.

Também não estava! Ela tinha pegado ela... ou isso ou alguém tinha pegado ela... porra, porra...

Entrei em casa e peguei o celular... abri o w h a t s a pp e escrevi pra Eva:
O que aconteceu?

Deixei o celular de lado. Esperei.

Glória saiu do banheiro toda beijoqueira, se jogou no sofá, ainda pelada, e ligou a TV. Meu celular avisou que tinha uma mensagem nova. Peguei ele falando.

- Meu amigo, que vai ficar sozinho em casa hoje à noite e quer que eu vá, haha.
- Claro - disse ela sorrindo e me olhando, ainda safada.

Não consegui" — respondeu Eva.
Você tem a chave?" — escrevi.
Sim, eu tenho. Entrei, mas fui embora. Desculpa.
Ok, não tem problema" escrevi. "Vou passar na sua casa pra pegar ela, a gente se vê.
Tá bravo?" escreveu.
Não se preocupa. A gente conversa" escrevi de um jeito seco pra ela perceber...
Beleza. Desculpa. Vou deixar você, tô jantando com as minas.

E aí, deixei ele lá.
Passei mais uma hora com a Glória. Mesmo não tendo feito mais nada, por mais que ela esfregasse os peitos em mim, eu não reagia. Despedi dela educadamente lá pelas onze e pouco, dizendo que ia jantar na casa do meu amigo, se ela não se importasse.

Se despediu de mim desejando se encontrar de novo, eu disse que sem dúvida a gente ia voltar àquela putaria na semana seguinte, hehe.

Uma vez saí, liguei pro meu amigo Raúl. Combinei de passar num chinês, comprar comida e ir na casa dele. Ainda não tinha jantado. Então ficamos umas duas horas comendo, bebendo e vendo um filme, o filho dele já tava na cama, hehe.

Vale destacar que ele tava trocando zap com a mulher dele enquanto a gente via o filme. E ele me disse:

Minha mulher... que tá com as amigas por aí como você já sabe... e deve estar com o tesão nas alturas. Olha o que ela me mandou. Pra você eu posso mostrar porque já nos viu na praia, hehe.



Ela me mostrou a tela e a Eva tinha mandado uma foto dela, tirada com o celular de cima, se apontando num dos banheiros. Aparecia parte da boca dela, os ombros e o decoraço que ela tava usando. Todo o sulco bem marcado naqueles dois pedaços de peito que ela tem e que eu já tinha visto tantas vezes na praia, e no dia anterior na cozinha...



A gostosa peituda do meu amigo😈



Algo se remexeu dentro de mim. Quis vazar dali. Então sorri, dizendo:

- Nem me fala, quando eu voltar hoje à noite... como é que você vai ficar, hein? Tomara que aconteça algo novo hoje e seja você quem vai me contar, hehehe.

- Vamos ver, vamos ver... - disse sorrindo.

Por dentro, eu tava torcendo pra não rolar nada, pro meu amigo não gozar na cara e na boca da mulher dele...

Simulei que tava com sono e me despedi dele. Devia ser umas duas e pouco. Assim que saí, peguei o celular e mandei um w h a t s app pra Eva.

Tô vendo que você tá se divertindo pra caralho
respondeu na hora.
Siiii, como cê tá me vendo? Cê tá aíiiii?
Não, saí da sua casa agora
Ah, o Raúl te falou alguma coisa?
Ela me mostrou a foto que você mandou pra ela
Ah
Houve um silêncio.
E daí?" escreveu.
Ficou dura aqui" escrevi pra ela.
Jeje
Vou te ver? Onde você tá?
Nãooo, tem gente, amigas
Esperaria você lá fora, no meu carro
Não. Bebi. Tô com as amigas. Não posso ir embora" — escreveu.

Além disso" continuou "nunca vai rolar nada entre nós dois

Desliguei o celular.
Não tava puto. Tinha que mudar de tática.







Naquela noite, como eu disse, desliguei o celular e só liguei de novo no meio da manhã seguinte. Assim que liguei, começaram a chegar as mensagens da Eva no w h a t s a pp.

Oi?
pois é, doeu mesmo saber que não vai rolar nada entre a gente, hehe

e uns dez minutos depois:
acho que isso não tá chegando em você
e que você não tenha ficado puta por causa da tarde, mas já sabe...
que eu gosto muito do Raul, e não vou fazer nada

E depois de um tempo, quando já tava indo pra casa dela:
definitivamente isso não te serve, ou você desligou. A gente já vai. Vou guardar bem a chave e te entregar quando você vier jantar aqui. Vamos ver como a gente faz...
Não fica bravaaaa

Deixei o celular de lado. Se não tivesse apagado a conversa, veria aqueles tique-tiques duplos, mas na real tava pouco me lixando, decidi não responder nada por uns 3-4 dias. E foi o que fiz.

E esses dias não passaram, passaram mais. Umas duas semanas. Só uma ligação do meu amigo Raúl no fim de outubro, onde me acusava de ter sumido, foi o estopim pra gente se ver de novo no começo de novembro. Perguntei de um jeito safado e meio na brincadeira se tinha novidade na vida sexual dele. Torcendo no fundo do meu coração que não tivesse nada novo, e ele respondeu que tinha rolado algo.

Merda!" — pensei... "a putinha já provou o leite do meu amigo...

Mas não, a única coisa que o Raúl falou foi que ia me contar pessoalmente. E só quando a gente estivesse sozinho, nem uma palavra na frente da Eva... Isso me deixou meio sem jeito. Ou era que ele tinha prometido pra mulher dele que não ia mais contar nada da vida particular deles...

Eu tinha saído com a Glória mais umas duas vezes. E já tinha meio que desistido de continuar com meus joguinhos com a Eva. No começo de novembro, me chamaram de novo pra fazer o de sempre: juntar pra jantar, pedir pizza ou comida chinesa e ver um filme. Esse era o plano. E de quebra, com certeza a Eva ia me dar a chave da minha casa...

Top aceitei o plano. Fui jantar.

Eva ficou mais distante do que o normal, mas não só comigo, talvez tivesse tido um dia ruim. Eu fiquei como sempre, zoando e agindo como se nada tivesse acontecido. Depois de jantar e colocar o pequeno pra dormir, sentamos os três no sofá. Eva não tinha tido nenhuma chance de me devolver minha chave, o Raúl estava sempre com a gente. Depois de uns vinte minutos de filme, ela deu uns beijos no marido e em mim, dizendo que estava exausta e que ia dormir.

Raúl aproveitou pra ir no banheiro, quando voltou fechou a porta do corredor que dava pros quartos e sentou no sofá.

—Vou te contar — ela me disse.
—Sou todo ouvidos — falei sorrindo, achando que ela ia me contar que a Eva já tinha topado provar o leite dela...

Ela parou por um instante, como se estivesse pegando fôlego, e então soltou:
Tem uma mina no trampo... que tá me deixando doido.

Aquilo me deixou pregado no sofá.



Aquilo me deixou pregado no sofá. Falei:
- Bonito demais pra ser verdade, haha. Fala sério, me diz que não é verdade...
- É sim, cara.

Eu não acreditava que outra mina desse em cima do meu amigo... mas chegar naquele ponto e com todo aquele segredo pra me contar...

- Teve alguma coisa? - perguntei.
- Quase.
- Como assim, quase? Ou teve ou não teve, né?

Ele deu uma olhada no filme por um instante. Passou a mão no rosto, segurou o queixo e disse:

Ela já deu em cima de mim várias vezes, quando não tinha mais ninguém no escritório. Ela fica até a hora que eu saio, às vezes.
— E aí, o que aconteceu? — perguntei, intrigado.
- Ela se certificou de que a porta do corredor estava fechada, depois veio na minha direção e se ajoelhou.
- Caralho, que putaria.
- Ela me disse que estava morrendo de vontade de me masturbar. Nessa altura, eu já estava de pau duro.
- Quem é essa gostosa?
- Ela se chama Susana. Uma vez te falei dela.
- Aquela que já tinha transado com dois ou três do escritório?
- Sim, essa.
- Não me diga, cara... e aí, o que aconteceu? - perguntei com a pica começando a ficar dura.

Meu amigo olhou pra porta do corredor, tava fechada, do jeito que ele tinha deixado. Aí ele me encarou de novo e continuou falando baixinho:

— Eu tava sentado na minha mesa. Ela de joelhos. Tirou meu cinto da calça, eu deixei, e abaixou o zíper da braguilha. Tava estourando de dura. Já te falei como era a Susana, né?
- Sim, você me disse que ela tinha uma cara de puta que não dava pra aguentar, loirinha, peito pequeno... mas uma boca e uns lábios de dar escândalo. E aqueles olhos grandes e bem maquiados?



vadia


Sim, essa é. Meio que o oposto da Eva, sabe. Pelo peito...
— Claro — falei, acenando com a cabeça. — Continua.
- Enfiou a mão dentro da minha cueca e puxou minha pica pra fora. Assim, sem mais. Lá estava ela, na frente da boca dela.
- Porra, cara...
- Daí ela me olhou e disse: "Não pensa que vou te fazer um boquete. A única coisa que vou fazer é olhar pra sua pica. Agradece que eu tirei ela pra fora, tava presa a coitada, kkkk", riu com aquela boca que ela tem. Depois se afastou de mim. Eu não me mexi.
- E ela foi embora?
- Não. O que ela fez foi sentar numa cadeira na frente da minha mesa. Abriu as pernas e levantou a saia. Depois disse: "Hoje quero que você se masturbe me olhando, eu também vou me masturbar. Vamos gozar nos olhando".
- Que filha da puta... muito gostosa.



peitos grandes




- Então não aguentei e comecei a bater uma na frente dela. E ela afastou a calcinha com uma mão enquanto com a outra se masturbava. Tinha a buceta depilada, mas não inteira, tinha um tufo de pelo em cima, no monte de Vênus, quase um matagal intacto, bem cheio. Mas a buceta tava limpinha de pelos, a safada, toda molhada.

vadia

- Que bom, cara... na verdade vocês só se masturbaram um na frente do outro, você não botou chifre na Eva, né? - falei.
- Isso aí. Não demorei pra gozar vendo a Susana. Ela também não demorou. Bati uma com força, já fazia uma semana que não fazia nada com a Eva, então desabafei bem.
— Não gozou dentro dela? — perguntei, sabendo que Eva tinha me contado que o Raúl não gozava com força. E pra confirmar que aquilo era verdade.
- Não, eu costumo fazer devagar. A porra escorre da ponta da pica, desliza, mano, haha.
- Ah, tá, tá. - sorri.
- Pois é, me pegou de jeito, mais do que de costume. Ela quase gozou junto, aí se levantou, veio até mim, me deu um beijo no rosto, sorriu e saiu do escritório.
- Que tarada a tia... E mais o quê?
- Nada mais, no dia seguinte como se nada tivesse acontecido.
- Uuuhhh, ela tá brincando com você... hehe. Não deixa não. O que você vai fazer?
- Bom, vou tentar evitar que isso vá mais longe. Se a Eva descobrir alguma coisa... ela é capaz de fazer qualquer coisa. Quem sabe o que passa na cabeça dela.
Já.

Eu já tava com a pica a mil. Queria ter contado pra ele o que rolou com a mulher dele, mas como se fosse com outra mina... só que corria o risco da Eva descobrir e ficar puta comigo.

Aquela noite terminou assim. Eu e meu amigo marcamos pra semana seguinte, um café fora e depois jantar na casa dele com a Eva e o pequeno... mas eu tinha que falar com a Eva antes. Ainda tinha minha chave...




Dois dias depois que meu amigo Raúl me contou que tinha se masturbado na frente de uma colega de trabalho, mandei um w h a t s a pp pra Eva.

E aí? Tudo bem? Você tava séria demais no outro dia. Não sei se rolou algo entre meu amigo e você.

Respondeu depois de uns 20 minutos.

Não tive um bom dia, só isso.
Você esqueceu minha chave, hehe" – respondi.
ah sim, como eu te devolvo? Sábado?
É, né? Quando a gente se vê de novo... ou se quiser, tenho que passar pra comprar quinta, no supermercado, passo de manhã e você me dá.
no sábado é melhor
hahaha, tá com medo de mim?" — brinquei
Eu? nada
Então?
no sábado

E aí eu parei, percebia como a Eva ia se afastando aos poucos... Passou o resto da semana e chegou o fim de semana de 10 e 11 de novembro. A gente tinha combinado de tomar um café na tarde de sábado num lugar que vai muita família, com parquinho infantil e tal. Tava eu, meu amigo, a mulher dele, o pequeno e eu. A gente tava lanchando e chegou uma hora que meu amigo foi no banheiro, o pequeno tava brincando no parque com outras crianças, vigiado por nós de longe. Perguntei pra Eva:

- Como vai? Você ainda parece meio pra baixo, ou exausta. Não sei.
- Tô bem - ela disse sorrindo.

Eu tava com um suéter meio decotado, dava pra ver o começo do vale entre as duas tetas gostosas dela, acho que gostosas, porque nunca tinha visto, hehe. Ela fez um movimento pra pegar a xícara de café e os peitos balançaram por um instante. Devia estar usando um sutiã leve, daqueles de tecido fininho que não apertam, sem bojo. Dava vontade de arrancar o suéter, pegar nas tetas dela e beliscar até ela pedir "chega".

— Depois do jantar você me dá a chave, né? — falei. — Ou... bom, se quiser, fica com ela, e usa na semana que vem, que vou encontrar a Gloria de novo. Já sabe o que tem que fazer, hehe.

Ela me olhou sem dizer nada. Meu amigo estava voltando.
Continuamos batendo papo até a hora de ir embora. Brincamos com o pequeno, já na casa dele, e jantamos quando ele já estava dormindo. Comecei a falar da Glória, contando como tinha comido ela nas últimas vezes. E dando detalhes suficientes pra Eva saber o que ela perdeu se tivesse resolvido estar presente naquele dia, escondida no quartinho debaixo da escada. Percebi que ela ficou nervosa, não era uma reação de ciúmes, era uma risada nervosa, e ela me olhava como quem diz: "seu filho da puta, não continua por aí que você tá me deixando com o cuzinho ardendo", haha. Num momento em que meu amigo foi de novo ao banheiro, porque já tínhamos bebido uma garrafa de vinho no jantar, levantei, cheguei perto da cadeira da Eva e falei, mais pelo efeito do vinho do que por qualquer outra coisa:

- Você tá gostando do que tá ouvindo, né? Ia adorar ter estado lá, escondida, vendo eu comer minha amiga... e imaginando como eu te comeria... né? Por isso ainda não devolveu a chave...

Ela me olhou, sorriu e disse:
- E você morre de vontade de gozar nos meus peitos e na minha boca. E não vai conseguir. Olha... ainda não deixei seu amigo gozar nela.

E bebeu do copo e largou ele na mesa.
Começou a ficar duro pra mim.

- Volta pro teu lugar - disse ela. - O Raul vai voltar.

Sentei de novo e ri.
- Caramba, que loucura, né? - falei pra tirar o peso da situação.
—Do que vocês tão falando? — perguntou Raul, que já tava chegando.
- Nada, querido - disse Eva -. Seu amigo estava terminando de me contar aquela história de sempre, como a Gloria engole as gozadas que ela toma, haha.
- Ah, sim, isso aí - disse Raul-. Vê se chega minha vez logo, haha.

Continuamos conversando, no sofá, já vendo TV, a Eva sentou de novo do meu lado esquerdo, o Raúl no direito, continuamos com o vinho. E ela já devia estar meio tarada, porque procurava qualquer chance pra um dos peitos dela roçar no meu braço, além disso tava com uma camisola de outono, fininha e justa, sem roupão nem nada... daquelas que são perfeitas pra inclinar ela, levantar por trás e meter tudo o que dá pra meter, hahaha.

Quando já passava das meia-noite, ela disse que ia dormir. Levantou, deu dois beijos no meu amigo e ele abraçou ela, apertou e passou a mão na bunda dela. Ela reclamou um pouco, depois veio até mim e me deu dois beijos e um... tipo de abraço, só pra esfregar os peitos em mim de novo. E dessa vez foi meio sem vergonha. Tanto que meu amigo percebeu e brincou:

- Vaaaai, você ainda não deu uma boa esfregada no meu amigo, hein? Vai deixar ele duro com essas duas que você tem.

E aí me olhou, me deu um tapa no braço e continuou falando:

- Você levou uma bela esfregada nas tetas da minha mulher, hein?
- Anda logo - falei.
- O que você quer, Raul? Não dá pra esconder elas.
- Já, filha, já... mas que porra é essa...

Depois sumiu pelo corredor, indo em direção ao banheiro e ao quarto.
Depois de um minuto, terminei meu copo e fui ao banheiro, não tava com vontade de mijar. Falei pro Raul esperar, que ia perguntar como tava a situação com a colega de trabalho dele, a Susana. Entrei no banheiro e dei uma olhada no cesto de roupa suja. Em cima de tudo tinha um sutiã, devia ser o que a Eva tinha acabado de usar, ainda tava quentinho. Abaixei a calça e minha pica saiu pra fora, dura e bem ereta. Peguei o sutiã, cheirei e comecei a passar ele na pica e nas bolas, enrolei ele na pica e bati uma punheta nele. Podia ter gozado nos copos... mas já achei exagero, e teria sido escandaloso, vontade não faltou. Mas isso sim, deixei um cheirão de pica e devolvi pro lugar.

Voltei pra sala e perguntei pro meu amigo como é que foi com a Susana, se rolou mais alguma coisa.

— Essa mina vai longe, cara — ele me disse em voz baixa.
- Conta, conta...
- Realmente não aconteceu mais nada. Mas uns dias atrás, ela me passou um bilhete, dizendo que queria me convidar pra casa dela.
- Toma aí... ela quer te comer, hehe. O que você vai fazer?
- Sei lá, porque... porra, é muito pesado, o que já rolou foi demais. Isso ia botar tudo em risco... e não dá pra arriscar.
- Fala pra ele, que te deixe em paz.
- Já, mas me excita pra caralho. A mina às vezes transa com dois caras, vai contando por aí e tudo.
- Porra, que delícia, uma liberal... igualzinha a mim, hahaha, passa ela pra cá.
- Que filho da puta...
- Bom, faça o que fizer... vai ficar de boa, acho.
- Acho que vou deixar pra lá. O foda é que semana que vem a gente vai ter plantão junto de novo até tarde. E com certeza vai rolar alguma coisa... vou ter que conversar com ela.
- Uuuffff, já me conta, amigão - falei sorrindo.

Continuamos vendo TV até que me despedi dele. Não sem antes incentivá-lo a insistir com a Eva, que com certeza logo deixaria ele gozar na boca dela. Embora no fundo eu desejasse que não fosse assim, hehe.

No caminho pra casa, pensei em convidar a Eva pra usar a chave da minha casa e me ver com a Gloria, se ela ainda não tinha me dado a chave, era por algum motivo...

Mandaria uma mensagem pro celular dela na segunda de manhã... com uma nova proposta.



Deixei passar uns dias e mandei um w h a ts a pp de manhã pra Eva.

Oi, como é que tá?
Oi, enrolada em casa
Já imagino
tô sem tempo pra nada, uma merda
Você vem no sábado?" — soltei de uma vez.
Como?
Gloria tá vindo pra casa. Vem ver isso.

Demorou mais de cinco minutos pra responder.

Não sei.
Eva... vamos. Quero que você veja isso.
É uma merda
Não, não é. Você só vai olhar.
Para o teu prazer, claro
E pro teu, o que você pensava? Percebo com os olhos que você me olha... além dos roços das suas tetas nos meus braços.
Anda logo...

Tava se fazendo de sonsa comigo... mas não me dava.

Marca uma saída com suas amigas e suas cunhadas no próximo sábado, antes passa lá em casa às 21:30. Usa a chave.
Não sei
Você vai vir

Deixei ele ali. Minha mente começou a imaginar como seria gozar na cara e nos peitos dela. Já tinha imaginado isso centenas de vezes nas últimas semanas... assim como ela trancada no quartinho da escada vendo a Gloria e eu fodendo.

Depois de uma hora, calculando que meu amigo não voltasse do trampo pra almoçar, escrevi pra ele de novo:

E não vai esquecer disso. Pode ter certeza.

Ela respondeu depois de uns minutos:
tá bom

Tinha aceitado. Esperava que dessa vez não recuasse e ficasse lá dentro.

Chegou o sábado. Eu tinha preparado tudo de novo pra ser perfeito. Levei a Glória pra tomar um café, pra esquentar ela, e depois pra casa. Quando a gente tava entrando pela porta, olhei meu celular. Tinha um w h a t s a p p da Eva! Era de 10 minutos atrás.

Tô dentro. Porra, que nervoso... não demora, só posso ficar meia hora.

Meu coração acelerou tudo... a mulher do meu amigo ia me ver foder com minha amiga quarentona gostosa, haha. Lembrando que a Glória já devia ter uns 46-47, e a mina era uma delícia.

digitei rápido:
Estamos na porta. Silêncio. Quero que você se masturbe.

Coloquei meu melhor sorriso e abri a porta. A Glória me deu um sorriso e uns beijinhos enquanto ia tirando a roupa, a princípio ela ia subir pro quarto lá em cima. Eu falei que não, que queria comer ela no sofá.

— Mas tô com vontade de cama — disse ela.

Então, sabendo que ela gostava que eu às vezes fizesse o papel de dominador, peguei ela pelo cabelo e falei perto do ouvido, mas pra Eva ouvir:

- Me escuta bem, rabuda... vou te foder no sofá. E vou fazer você gritar como não grita há muito tempo.

Isso deixou ela ainda mais tesuda. Olhei pra grade da porta do quartinho e não dava pra ver nada. Só esperava que a Eva estivesse lá e não tivesse mentido pra mim.

Começamos a tirar a roupa de forma selvagem. Eu adiei o momento de tirar minha cueca, assim também adiaria o momento em que Eva me visse pelado por completo. Então deitei a Gloria no sofá, de frente para o quartinho, e abri as pernas dela, me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela enquanto ela gritava e dizia coisas tipo: "porra, siiiim, chupa, filho da puta. Chupa minha buceta, como você faz bem, caralho". Eu beliscava os peitos dela e pedia para ela mesma fazer isso, e de vez em quando virava o rosto e olhava para a grade da porta sorrindo.

Esperava que a Eva também estivesse se divertindo, e que estivesse batendo uma bem gostosa às nossas custas...

Fiquei assim por uns minutos. Até que a Glória disse:

- Agora é minha vez. Quero chupar essa pica gostosa que você tem.

Então me levantei, de frente pra porta do quartinho. Sorri e falei (como se tivesse dizendo pra Eva):

- Tire você mesma minha cueca, ajoelha e chupa, rabuda.
- mmm... já vou fazer isso agora, seu filho da puta - disse a Glória.

Fiquei de lado pra porta e minha amiga se ajoelhou na minha frente. O rosto dela ficou na altura da minha rola. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a tirar minha cueca. Ela colocou as duas mãos nela, na altura da minha cintura, e começou a puxar pra baixo.

Só faltava um segundo. Um único segundo pra as calcinhas escorregarem e a Eva ver minha amiga começando a chupar minha pica na frente dela. Finalmente ia ver uma gozada na boca ao vivo...




Continua...

1 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈